Os 20 PIORES filmes de 2023

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E o ano cinematográfico chegou ao fim, mas não antes de elegermos os PIORES filmes de 2023 segundo a nossa opinião, é claro. De fracassos colossais em filmes milionários, até super-heróis que definitivamente queimaram a largada, esse ano teve de tudo. De filme da Samara sem a Samara, de terror com o doce Ursinho Pooh, de sequências de clássicos que ninguém pediu e algumas bombas da Netflix.

Vem conferir a nossa lista do que deu muito errado em 2023:

Asteroid City

“Embora Asteroid City seja um deleite visual que fascina com sua encenação meticulosa e cores ardidas, acaba sendo uma experiência bastante esvaziada. Apesar do universo ultra colorido e caótico que Anderson cria, a verdadeira essência do filme parece se perder em meio a todo o estilo e excentricidade. Uma verdadeira overdose de sua estética, deixando pouco espaço para a substância. A narrativa é como um meteorito errante, bonita à vista, mas perdida em seu próprio caminho. É um mundo peculiar e visualmente bonito, porém, a história varia entre frustrante e levemente pretensiosa…”

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Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim

Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim está longe de ser uma obra prima, talvez até mesmo de ser um filme bom, mas não é ofensivo ou uma total perda de tempo como a maioria das produções de terror atuais. Pode até mesmo ser uma boa opção em um dia que o ingresso esteja mais baratinho…”

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Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania

“Ainda que manifeste a queda vertiginosa de qualidade e relevância dos filmes da Marvel StudiosHomem-Formiga e a Vespa: Quantumania inegavelmente mostra o crescimento do herói nas telas e ao menos tem momentos divertidos e genuínos que flertam com a essência clássica do MCU, além de atuações arrasadoras em Janet van Dyne, de Michelle Pfeiffer, e Kang, de Jonathan Majors, para compensar as inúmeras falhas de roteiro e produção. É tanto efeito especial capenga, que a história e seu desenvolvimento vira um mero fundo verde sem identidade, carisma e muito menos memorável do que a simplicidade honesta dos seus primeiros filmes…”

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Hypnotic – Ameaça Invisível

“Em sua essência, Hypnotic: Ameaça Invisível é um filme que almeja grandiosidade mas se perde, por vezes, em sua própria ambição. Ele se emaranha em sua própria complexidade, nos lembrando de um melodrama novelesco espanhol. As aspirações à genialidade de Christopher Nolan são palpáveis, mas Rodriguez, por mais engenhoso que seja, parece estar jogando uma partida diferente…”

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Indiana Jones e a Relíquia do Destino

Indiana Jones e a Relíquia do Destino pode até não ser inesquecível, muito menos o melhor da franquia. O filme, porém, se propõe a encerrar a história de um dos maiores ícones do cinema e consegue fazer isso de forma bastante original e satisfatória. Seu maior mérito foi apostar em mais uma aventura genuína de Indy, abrindo mão de quaisquer ideias megalomaníacas…”

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Mansão Mal-Assombrada

Mansão Mal Assombrada tem um pé na comédia e no terror, com um andamento que a transforma numa excelente sessão pipoca. Mas, para o azar do filme, talvez fosse melhor pegar uma época mais temática para lançar um filme de fantasmas ao invés do tão disputado verão estadunidense, que deve fazer com que essa versão também fracasse nas bilheterias…”

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Shazam! Fúria dos Deuses

“Ser maior nem sempre significa ser melhor. O excesso de criaturas, personagens e subtramas paralelas faz o próprio astro Zachary Levi perder o centro das atenções e Shazam ser “só mais um com poderes”. Nada em sua nova jornada de amadurecimento contribui para aprofundar a história e, sinceramente, sua ausência no filme mal seria sentida, uma vez que o elenco de apoio é sensacional e preenche todas as necessidades básicas da trama…”

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Na Sua Casa ou na Minha?

“O charme e carisma de Witherspoon e Kutcher são genuinamente envolventes, mas agora descobrimos a razão pela qual nunca trabalharam juntos nas telas: não há química entre eles. Na Sua Casa ou na Minha? é mais uma comédia engessada e cafona da Netflix, um produto feito sob medida para agradar o algoritmo da plataforma. Apesar de ter boas intenções e um desejo visível de revigorar o gênero, falta ousadia e emoção nesse sopão de macarrão para que fosse ainda mais tentador e saboroso. São sempre as mesmas histórias em filme diferentes, repetidas vezes, para sempre. Se eles estão procurando uma casa para ficar, vai de você receber na sua ou pular para o próximo streaming…”

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Agente Stone

Agente Stone representa um dilema que a Netflix enfrenta frequentemente: como criar algo novo quando o molde já está tão desgastado? O filme flerta com o potencial, mas se acovarda diante da inovação. Enquanto a plataforma continua a entregar espelhos desbotados de blockbusters, é o espectador que fica refletindo sobre o que poderia ter sido.

Em uma era saturada de ação e espionagem, o esforço de Gal Gadot nessa missão nada impossível se perde na multidão e vira uma sombra que luta para se destacar na luz de gigantes. Tinha tudo para ser espetacular, mas escolhe a zona de conforto, e no grande jogo de xadrez do cinema, a plataforma de streaming precisa repensar seus movimentos se quiser fazer xeque-mate…”

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Velozes e Furiosos 10

“Enquanto os carros correm, o roteiro fica para trás. Velozes e Furiosos 10 é a pura fórmula do desgaste de uma franquia que não para de se repetir e se recusa a encerrar. Com absurdos convencionais na trama, efeitos especiais de baixa qualidade, humor ultrapassado, falta de final e atuações pouco inspiradas, o filme decepciona em praticamente todos os aspectos, mas parece ser pior quando depende das limitações de Vin Diesel para emocionar. A saga da família mais desconexa do cinema já deveria ter se aposentado faz tempo, afinal, corre em círculos desde 2001. Já acabou a gasolina e a criatividade foi junto…”

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Megatubarão 2

“Megatubarão 2 quer ser um peixe grande em um aquário pequeno demais. Sua trama pateta consegue ser tão emocionante quanto uma pescaria de duas horas sem uma única mordida na isca. A sequência não nada para algum lugar cabível, mas sim se arrasta para morrer na praia do desperdício. Um desastre de proporções megalodônicas, moldado a partir dos detritos de enredos superiores e pilotado por um diretor sem inspiração e roteiristas preguiçosos.

Este filme é um lembrete valioso do que pode acontecer se as greves de Hollywood não terminarem e os roteiristas forem substituídos por inteligência artificial. Nada aqui funciona, e acreditar na existência dessas criaturas pré-históricas é, de fato, o menor dos problemas. De tão ruim, faz seu primo Sharknado parecer um filme de Steven Spielberg…”

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Tempos de Barbárie – Ato I: Terapia da Vingança

“Ao virar a chave para a segunda parte da história, Tempos de Barbárie tenta ser um filme de ação de vigilante fazendo a justiça com as próprias mãos, quase jogando por terra toda a construção que fez do filme até ali. É triste saber que essa é apenas a parte 1 de sabe se lá quantas. Pois se todas seguirem nessa toada de Terapia da Vingança, eu não recomendaria a assistir mais nenhuma parte dessa obra…”

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Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo

“Existe algo mais irritante do que quando as pessoas fazem uma versão live-action de um mangá/anime amado e substituem a linda arte e animação por efeitos CGI horríveis? Os Cavaleiros do Zodíaco é vergonhoso, difícil de assistir até o final…”

Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo

“Abarrotado de conceitos vazios, Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo replica a condução cafona e saturada dos piores filmes de Zack Snyder. Através de uma história medíocre e personagens padrões, o diretor acredita que está inventando o sci-fi moderno quando, na realidade, pega ideias de diferentes histórias e faz uma versão mais enfadonha, cansativa e banal de tudo que já vimos no gênero. Se você pegar um filme de Star Wars e remover o senso de aventura e diversão, sobra o esqueleto de Rebel Moon.

A ópera espacial de Snyder é decepcionada por um roteiro derivado de retalhos, sequências de ação terrívelmente filmadas e uma história superficial que não cumpre sua promessa de expansão. Um filme muito mais preocupado com sua aparência do que com seu enredo, ou seja, o típico cinema de Snyder. Poderia ter sido muito mais, mas infelizmente se perdeu dentro de sua própria ambição…”

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Cemitério Maldito – A Origem

O Cemitério Maldito: A Origem é mais do mesmo. Uma prequela que ninguém pediu e que mal desenvolve a história que possui em mãos. Da atuação à história e aos efeitos especiais, nada no filme faz jus ao livro clássico que deveria ser construído…”

65 – Ameaça Pré-Histórica

65 é algo horrível de assistir, mesmo para os amantes de dinossauros – e também não é nada divertido. O elenco limitado de dois atores principais e um roteiro que permite pouca flexibilidade deixam a produção simplesmente sem graça…”

The Flash

“De maneira geral, porém, pode-se dizer que este é sim um dos melhores filmes do ‘Snyderverso’. Ele sabe divertir com fan services ao mesmo tempo em que respeita o arco de seu protagonista. Flash e Barry cometem erros e acertos, mas nunca perdem a essência “heróica” que deve fazer parte desses personagens, e isso é o mais importante de tudo.”

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O Exorcista: O Devoto

“O filme mais parece um espelho turvo do original, refletindo apenas fragmentos da genialidade que definiu O Exorcista. Em sua busca por revigorar um clássico, Green inadvertidamente destaca o que fez o filme de 1973 tão especial. Enquanto O Exorcista: O Devoto tem seus momentos de tensão, em última análise, ele cai no abismo das sequências que falham em capturar a magia e a genialidade do original.

Em resumo, este é um filme que exemplifica os perigos de se mergulhar de volta em águas sagradas. Por mais nobres que sejam as intenções, o risco de diluir a potência de uma obra-prima é sempre iminente. David Gordon Green, com seu talento inegável, infelizmente nos mostra que nem todos os demônios do passado devem ser invocados novamente. Talvez seja hora de o cinema olhar para o futuro, em vez de tentar reanimar os alicerces de um gênero…”

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O Chamado 4: Samara Ressurge

“Existem filmes ruins e existe O Chamado 4: Samara Ressurge, cujo maior de todos os problemas está no marketing brasileiro que vendeu o longa japonês como uma sequência da franquia estadunidense. Não é um terror, não é uma continuação, é apenas uma nova versão involuntariamente cômica da assombração para a Geração TikTok. Até mesmo Todo Mundo Em Pânico consegue ser mais aterrador. Assistir a fita amaldiçoada parece bem mais atraente do que passar pelo trauma de ver esse filme inteiro.

Atolado de piadas ruins, falta de conexão entre a direção e o roteiro, elenco fraquíssimo e sem qualquer atmosfera de medo, talvez essa comédia japonesa funcionasse se não tivesse um número no título – já que no idioma original não possui. Samara dá uma verdadeira aula de como tirar uma soneca de qualidade. E para os desavisados que ainda desejam pagar para ver essa esquisitice nos cinemas, preparem-se para ficar preso em um poço de tédio, amaldiçoado pelo tempo perdido e perseguido pelo fantasma do marketing mentiroso…”

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Ursinho Pooh: Sangue e Mel

“Ao final, o que permanece é uma ideia audaciosa mal executada, um terror recheado de mal gosto, exagerado em suas cenas gore e na hiperssexualização de personagens femininas, que falha em trazer algum outro elemento de destaque. Talvez seja uma opção para uma sessão de Halloween caseira, mas certamente não merece o preço do ingresso.

Ursinho Pooh: Sangue e Mel é um convite tentador para se aventurar em um bosque sombrio de suspense e terror, mas que, infelizmente, conduz o espectador para um banquete de más escolhas e interpretações desastrosas. Se você se propuser a entrar nesse bosque, prepare-se para uma travessia amarga, onde o doce mel do entretenimento de qualidade é rapidamente substituído pelo gosto metálico de uma narrativa sem rumo. Não se deixe enganar pelo urso fofo, este filme é um piquenique que você vai querer evitar…”

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Leia também: Os 15 MELHORES filmes de 2023


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