Os 15 MELHORES filmes de 2023

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O cenário cinematográfico de 2023 marcou uma era com lançamentos que arrebataram tanto a audiência quanto os críticos mundiais. O notável fenômeno Barbenheimer, por exemplo, e outros filmes memoráveis foram protagonistas desse período. A lista dos melhores filmes do ano não pode faltar nessa época do ano. Pensando nisso, a redação do Pipocas Club separou os nossos filmes favoritos de 2023 com base em nossos gostos pessoais.

Vale notar que alguns filmes da lista irão estrear no Brasil apenas em 2024, mas estrearam lá fora em 2023 e nós pudemos ver em alguns festivais nacionais durante o ano, como Festival do Rio, Varilux e Mostra de São Paulo.

Assassinos da Lua das Flores

“A montanha-russa dos eventos de Assassinos da Lua das Flores garante que o público fique preso na cadeira por suas mais de 3 horas, mas é o talento de Scorsese aliado a um elenco formidável que fazem deste filme um forte concorrente a todos os Oscar possíveis. Sem defeitos nas áreas técnicas que fazem dele um bom filme, Assassinos da Lua das Flores é um relato cruel sobre cobiça, colonialismo, machismo e poder…”

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Retratos Fantasmas

“A magia de Retratos Fantasmas reside em sua capacidade de traduzir sentimentos em imagens. As filmagens pessoais de Mendonça Filho, intercaladas com registros de arquivo, pintam um retrato vívido do cinema brasileiro, da cidade de Recife e da conexão familiar do diretor com ambos. Esse documentário é, sem dúvida, um marco na preservação da memória cinematográfica brasileira. Um amor não só por filme como também pelo lugar que o exibe…”

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As Tartarugas Ninja: Caos Mutante

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante acaba se tornando uma das opções mais completas para ver no cinema esse ano. Aos fãs mais velhos, aos mais novos, aos que querem conhecer e aos que nunca nem ouviram falar nos personagens. Uma animação com muito coração e que vai arrancar boas gargalhadas do público…”

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Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes

“Longe de desejar ser sublime como outras produções recentes do gênero, Dungeons & Dragons: Honra entre os Rebeldes funciona exatamente por abraçar o humor e a aventura sem deixar a arrogância subir a cabeça. Uma ode ao interior de RPGista de todo fã raiz do jogo, mas que também enfeitiça o novo público sedento por um épico de inventividade que o faça esquecer de todas as obrigações mundanas. Sequências de ação ininterruptas, piadas hilárias e surpreendentemente muito coração para preencher a vaga de melhor blockbuster do ano até o momento…”

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Anatomia de Uma Queda

“No desfecho intrépido de Anatomia de Uma Queda, as questões que permeiam a trama são inteligentemente insolúveis. A narrativa se afasta da tradicional resolução de mistérios e mostra que, aqui, a verdade realmente não importa. Foi um acidente, um suicídio ou um assassinato? O filme se recusa a fornecer respostas claras e entrega, no lugar disso, em um fascinante drama jurídico que desafia convenções. Ao invés de se prender a uma solução cabível, o longa convida o público a se tornar jurado de uma história enredada na complexidade das conexões familiares, onde cada detalhe é uma peça crucial num quebra-cabeça emocional…”

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Crescendo Juntas

Crescendo Juntas merge como uma conquista sutil no cinema desse ano. Certamente, o arcabouço narrativo já existia, mas vale ressaltar que foi forjado pelas mãos hábeis de Judy Blume, uma das escritoras contemporâneas mais celebradas e reverenciadas. A temática, inegavelmente centrada na adolescência, desbrava o período mais complexo da existência de qualquer indivíduo – um desafio considerável de ser retratado de maneira genuína, doce e autêntica…”

Saltburn

“Perverso e saboroso, Saltburn faz uma sátira ácida da luta de classes enquanto nos provoca a se deliciar com o mundinho perfeito que constrói. O roteiro ousado e intransigente de Emerald Fennell, assim como sua condução, usa o poder sexual como arma de imersão e nos deixa sedentos por mais. Uma deleitosa comédia de absurdos que coroa Barry Keoghan como um dos melhores atores de sua geração…”

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Oppenheimer

“Mas, ao escolher contar uma história extremamente complicada de maneira simples e sem querer inventar a roda, Christopher Nolan entrega seu melhor filme da carreira até aqui e facilmente um dos melhores filmes do ano. Com atuações primorosas e qualidades técnicas irretocáveis, não se admire que Oppenheimer leve tudo na próxima premiação da academia…”

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Monster

Monster é uma jornada surpreendente que cativa do início ao fim. Este filme avassalador desconstrói-nos para, em seguida, nos reconstruir com uma força renovada. Contada de forma sincera e envolvente, a narrativa proporciona uma experiência cinematográfica muito singular…”

Fale Comigo

“É surpreendente o quanto os diretores conseguem extrair de boas atuações do elenco, mostrando que ter carinho pelo produto é tão importante quanto conhecimento profissional. Eles também são capazes de criar uma atmosfera de dúvida no decorrer da história, entregando momentos onde é difícil distinguir o que era real até mesmo dias após assistir ao filme.

E apesar de alguns deslizes no último ato, é inegável a coragem dos cineastas em entregar um final impactante e longe do previsível. Se o futuro mostrar que Fale Comigo não foi capaz de iniciar uma nova era de filmes de terror ou que os irmãos Philippou não construíram uma carreira de sucesso, ainda teremos visto um dos melhores exemplares do gênero do seu tempo. E esse mérito jamais será perdido…”

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Vidas Passadas

Vidas Passadas emerge como uma obra cinematográfica que se destaca pela sua busca pela perfeição. Este romance meticulosamente elaborado redefine as fronteiras do poder dentro do gênero, apresentando três interpretações notáveis e uma direção estreante que se destaca entre as melhores do ano. Ao explorar a interconexão entre nosso passado, presente e futuro, o filme lança luz sobre como nossas escolhas moldam nossa identidade…”

Pobres Criaturas

“Cumprindo a sua pretensão, Pobres Criaturas é uma experiência cinematográfica que redefine o que o cinema pode ser. Um festim visual que explora a libertação, o despertar e as imperfeições do ser humano. Uma obra que, por sua vez, é um híbrido de drama, fantasia e comédia, mas que nunca perde sua alma caótica. De fato, é o filme mais original e esteticamente ímpar dos últimos anos. Emma Stone está em sua melhor forma, e não seria surpresa vê-la dominar a temporada de premiações…”

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Godzilla Minus One

“Num panorama em que Hollywood muitas vezes prioriza o espetáculo em detrimento da profundidade, Godzilla Minus One dá uma aula e surge como um exemplo luminoso do que o cinema japonês é capaz de oferecer. Ao longo de duas horas, sob a direção engenhosa de Takashi Yamazaki, o filme não apenas diverte e impacta, mas também encapsula a essência vibrante do cinema asiático. A escala impressionante do filme torna seu roteiro ainda mais ambicioso, ao mesmo tempo que é belo e fascinante, ainda é assustador e emocional…”

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Resistência

“É impossível não ver Resistência como um cruzamento magnífico entre Apocalypse Now e 2001: Uma Odisseia no EspaçoGareth Edwards nos presenteia com uma obra que projeta o gênero de ficção científica em uma nova direção, sendo uma das mais impressionantes dos últimos anos. Pulsante, comovente e criativo, o filme explora a interação da humanidade com a inteligência artificial, deixando uma mensagem clara de amor e empatia pela próximas gerações. Edwards, em sua ambição, nos lembra que, mesmo em um universo repleto de inspirações, ainda é possível criar algo singular…”

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Barbie

“Sob a direção de Greta GerwigBarbie se apresenta como uma exploração magistral da feminilidade e das imensas pressões associadas à busca pela perfeição, tudo isso enriquecido com um humor ácido. Essa emocionante montanha-russa é destacada pela meticulosa elaboração do design de produção, um elenco impecável e uma profunda reverência à icônica figura da própria boneca da Mattel.

A atuação brilhante de Margot Robbie no papel principal, aliada à divertida interpretação de Ken por Ryan Gosling e à tocante performance de America Ferrera, eleva o filme a um patamar de “melhor do ano”. Surpreendentemente, Barbie se apresenta como uma audaciosa (e extremamente cor-de-rosa) contribuição para a nova geração de crianças que desafiam os limites impostos pela sociedade e constroem suas próprias regras…”

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