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Estrelado por Luísa Perissé e Lucas Penteado, “A Banda”, começa a ser rodado em Porto Alegre

Mais novo longa-metragem do premiado cineasta Hsu Chien HsinA Banda está sendo rodado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, desde o dia 5 de abril. A previsão é que as filmagens se estendam até primeiro de maio. Orçada em R$ 3,7 milhões, a produção tem no elenco Luísa PerisséLucas PenteadoLucas SallesMônica Carvalho Werner Schünneman.

A trama gira em torno de três amigos de infância e se passa na década de 1990. Silvestre (Lucas Penteado), um aspirante a cantor de funk, e Verbena (Luísa Perissé), que quer se tornar cantora de pagode, são surpreendidos por Alcione (Lucas Salles) que lhes oferece a oportunidade que tanto aguardavam: participar de um festival de novos talentos.

No entanto, o sonho se torna um pesadelo quando descobrem que foram inscritos em um festival de country music em uma cidade que tenta parecer americana. Eles se veem impossibilitados de desistir devido às artimanhas de seu atrapalhado empresário e ameaças de um prefeito (Werner Schünneman) muito suspeito. 

A Banda é uma comédia voltada para todos os públicos, que certamente irão se identificar com os personagens e as situações, que são clássicas e atemporais, todos em busca de um lugar ao sol e os obstáculos que surgem até chegarem lá”, afirma o diretor Hsu Chien Hsin.

A direção de fotografia é de Alexandre Berra. O elenco tem mais de quarenta atores e, em algumas locações, haverá a participação de quatrocentos figurantes, como nas cenas do festival. Não é a primeira vez que Hsu Chien Hsin filma no sul do país.

“Eu amo filmar nesse estado maravilhoso, que é o Rio Grande do Sul. As locações são deslumbrantes, a luminosidade, as pessoas incríveis que estão sempre querendo ajudar. É meu quarto longa aqui, já rodei Quem vai ficar com Mario?, em 2018, e em 2022, Um dia 5 estrelas e Morando com o Crush”, explica o cineasta.

A Banda tem o selo da Panda Filmes em parceria com as produtoras Shorebird ProductionsChuringa ProduçõesMonarca FilmesSideral Cinema e Stone Horus Media em associação com XpandFilms e Music Solution. A produção é assinada por Tatiana SagerBeto Rodrigues,Anselmo Martini e Ane Sidermane conta ainda com as roteiristas e coprodutoras Marcela Mariz e Renata Di Carmo e os coprodutores Carolina Brasil e Daniel Figueiredo. A distribuição será da Imagem Filmes

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5ª e última temporada de Sintonia ja começou a ser gravada

Chegou a hora do último corre, família! Começaram as gravações da quinta e última temporada de Sintonia, uma das séries brasileiras de maior sucesso da Netflix. Vocês estão prestes a testemunhar os episódios conclusivos da história dos amigos Nando (Christian Malheiros), Rita (Bruna Mascarenhas) e Doni (Jottapê). Preparados para o final dessa história?

A nova temporada traz desafios que vão determinar o destino do trio que conquistou o Brasil. Será que esse é mesmo o fim da linha para Nando? Como fica a vida de Rita após o curso de Direito? E o novo sonho de Doni vai realmente dar certo? Finalmente saberemos se a força dessa amizade é capaz de superar qualquer coisa. 

Produzida pela Gullane, Sintonia baseia-se em uma ideia original de KondZilla e foi criada por KondZilla, Felipe Braga e Guilherme Quintella. A direção dos episódios da quinta temporada é de Johnny Araújo, Daniela Carvalho e Denis Cisma, e a produção executiva de Caio Gullane e Fabiano Gullane.

As quatro temporadas de Sintonia estão disponíveis na Netflix.

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Conteúdo em vídeo alcança 99,63% da população brasileira, afirma estudo

Em 2023, o consumo de vídeo em diferentes formatos alcançou 99,63% da população brasileira. Na média diária, 5h14min foram dedicadas a televisão linear (TVs aberta e paga), enquanto 2h23min foram desfrutadas por meio de plataformas de vídeo online. É o que aponta o Inside Video 2024, estudo da Kantar IBOPE Media.

É válido ressaltar que, além de ser multiformato, o vídeo se consolida como multiplataforma. Em outras palavras, ele é cross-media. Em 2023, 17,31% da audiência de vídeo em um dia típico ocorreu via televisão (conectada ou não) e smartphones. Inclusive, as TVs Conectadas vêm conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros. De 2017 a 2023, sua penetração cresceu 23 pontos percentuais.

Dentre os formatos disponíveis, os chamados Shoppable Vídeos, que permitem aos consumidores clicarem nos itens mostrados no vídeo e serem direcionados para a página de compra, são apontados como tendência. Isso está relacionado ao fato de que 41% dos usuários de internet no Brasil prestam mais atenção aos anúncios em vídeo na web do que a outros tipos de propagandas no meio.

O consumo de vídeo, no entanto, não deixa de enfrentar alguns percalços. Principalmente, quando o assunto é conteúdo online. Em 2023, 44% do público de VOD (Vídeo sob demanda, em tradução livre) afirmaram utilizar apenas o período gratuito do provedor e, então, trocar de player.

Metodologia

O Inside Video 2024 usa dados do Painel 2.0, tecnologia inovadora de medição de audiência que une informações do Focal Meter (FM), instalado no roteador dos domicílios medindo o tráfego de internet, e do peoplemeter DIB 6, que identifica a audiência de TV. 

Essa medição mais completa dos espectadores brasileiros vem sendo feita pela Kantar IBOPE Media desde 2022. São coletadas amostras das 15 maiores regiões metropolitanas do País.

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Crítica | Uma Família Feliz – Ótimo suspense em cenário de novela das nove

Com um cenário comum a novelas brasileiras, Uma Família Feliz se utiliza da classe média carioca para fazer com que o espectador saiba o que está por vir, mas subverte as expectativas do público. Em um suspense bem amarrado e bastante surpreendente, o filme surge como uma grande surpresa e uma boa opção de programa para o fim de semana.

Eva e Vicente vivem a vida perfeita de um comercial de margarina. Com duas filhas gêmeas e prestes a ter seu terceiro filho, o casal mora em um condomínio de luxo no Rio de Janeiro e tem todos os luxos que uma família de classe média alta pode sonhar. Tudo muda quando Eva dá a luz ao bebê e a mudança na rotina com uma terceira criança começa a expor as fragilidades e hipocrisias dentro das 4 paredes da casa e também da sociedade ao redor.

Os erros e acertos de Uma Família Feliz

A primeira coisa que chama a atenção em Uma Família Feliz é o cuidado com a parte artística do longa. Além da trama e da tensão entre os personagens, a fotografia e o som são tão marcantes que podem também ser considerados protagonistas da história. O uso de luz e sombra ajuda a criar a dúvida no público e a colocação de barulhos ou do total silêncio faz com que uma sensação de angústia fique presa no peito do público quase que a todo momento.

A história também sabe brincar com as expectativas. Ao utilizar um cenário muito comum à novela das nove, o filme faz com que achemos saber como vai ser o desenrolar do mistério apresentado. A opção de começar o filme nos mostrando o final também é uma ferramenta muito eficaz nessa manipulação.

Como protagonista e condutora da história, Grazi Massafera se sai muito bem no papel de Eva. A transição de esposa perfeita do subúrbio classe média para uma mulher “louca” julgada pela família e amigos poderia soar artificial e até mesmo repentina, mas através da atuação de Massafera, isso se torna um dos melhores pontos do filme. Ao fazer uma personagem que duvida de si mesmo, ela leva o espectador por todo esse mar incerto de quem é o verdadeiro culpado de tudo.

O ponto negativo fica por conta de certas escolhas narrativas que tentam dar mais profundidade e acabam deixando o filme mais lento desnecessariamente, como a repetição de certas cenas ou o alongamento de alguns takes que poderiam ser resumidos. Em um filme que tem o andamento mais devagar para dar espaço ao mistério proposto, é muito fácil errar a mão nesse tipo de coisa e, infelizmente, acontece uma vez ou outra no decorrer do filme.

Veredito

Uma Família Feliz surpreende pela qualidade do filme como um todo e pela trama que tem suas inúmeras reviravoltas. Boa opção para os fãs do gênero e para quem quer ver um filme nacional de qualidade.

Nota: 7/10

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Ripley vai ganhar 2ª temporada? Showrunner da série comenta a possibilidade

Ripley estreou na última quinta (4) na Netflix, mas o showrunner e criador Steven Zaillian já está pensando no futuro.

Em entrevista ao Collider, ele afirmou não descartar as chances de desenvolver uma segunda temporada da atração:

“Existem outros livros e são muito bons. Eu faria isso de novo se pudesse, mas com isso quero dizer, tenho mais cinco anos para fazer isso? Eu teria que pensar sobre esse aspecto. Mas em termos de continuidade do personagem, sim, acho que há muito mais.

Tom Ripley passa por muitas mudanças ao longo dos cinco livros, e todas são interessantes, então, sim, com certeza. E também foram feitos filmes sobre os outros livros. Então, dadas as circunstâncias certas, sim, eu faria”

Sinopse

Tom Ripley é um trambiqueiro de Nova York nos anos 1960 contratado por um homem muito rico para viajar para a Itália e convencer seu filho a voltar para casa. Mas aceitar o trabalho foi só o começo de uma teia de trapaças, fraudes e assassinatos. A minissérie é baseada nos romances best-seller sobre Tom Ripley de Patricia Highsmith.

Elenco da série

Andrew Scott interpreta Tom Ripley, Dakota Fanning é Marge Sherwood, e Johnny Flynn é Dickie Greenleaf. O elenco também conta com outras estrelas, como Eliot Sumner, Maurizio Lombardi, Margherita Buy, John Malkovich, Kenneth Lonergan e Ann Cusack. 

Direção e produção

A minissérie é coproduzida pela Showtime e pela Endemol Shine North America em associação com a Entertainment 360 e a Filmrights. Na produção executiva, estão Steven Zaillian, Garrett Basch, Clayton Townsend, Guymon Casady, Ben Forkner e Sharon Levy, além de Philipp Keel, da renomada editora suíça Diogenes. Scott também atua como produtor.  Todos os oito episódios foram dirigidos e escritos por Steven Zaillian.

Ripley já está disponível na Netflix.

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MaXXXine | Mia Goth está de volta em trailer da sequência de Pearl e X

Olha quem voltou! O primeiro trailer de MaXXXineterceiro filme na trilogia de terror iniciada por X: A Marca da Morte e continuada por Pearl, foi lançado.

Confira:

Sobre Maxxxine

Estrelado por Mia Goth, a trama da sequência permanece em mistério, deixando todos curiosos sobre qual caminho a história seguirá. Mas agora, uma revelação recente promete adicionar uma perspectiva inusitada ao filme.

De acordo com a revista de terror de Scream, uma fonte confiável divulgou que MaxXxine será um whodunnit slasher, ou seja, um filme onde um assassino desconhecido vai matando os personagens ao decorrer da trama, até ser revelado a sua identidade.

O elenco do filme agora contará com Elizabeth Debicki (The Crown), Moses Sumney (The Idol), Michelle Monaghan (True Detective), Bobby Cannavale (Boardwalk Empire), Lily Collins (Emily in Paris), HalseyGiancarlo Esposito (Breaking Bad) e Kevin Bacon — além de Mia Goth, claro. 

No novo filme, Mia Goth estará de volta reprisando um dos papéis que viveu em X, Maxine. Como a única sobrevivente que continou sua jornada em direção à fama, o longa acompanhará os planos da jovem de se tornar uma atriz nos anos 80 na cidade de Los Angeles. 

MaXXXine ainda estreia dia 5 de julho nos EUA e ainda não tem data prevista nos cinemas brasileiros.

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Criminosos | Charly e seus crimes são baseados em uma história verdadeira? Conheça a inspiração da série

Traçando uma história criminal repleta de assaltos, guerras de gangues e riscos emocionais, o programa alemão da Netflix, ‘Criminosos‘, leva os espectadores a uma caçada por três países europeus com uma dupla dinâmica no centro da narrativa.

A história gira em torno de uma pequena moeda de ouro do século 18 com um valor monetário na casa dos milhões. Portanto, depois de alguns gangsters da família criminosa Al-Walid de Berlim decidirem roubar a moeda, isso mergulha o continente numa guerra de gangues transfronteiriça entre os senhores do crime vienenses, alemães e franceses. No entanto, um arrombador de cofres alemão, Charly, e Joseph, um glorificado motorista do clã vienense, são apanhados no centro da tempestade, colocando em risco suas vidas junto com as vidas de seus entes queridos.

A série mantém um ritmo emocionante enquanto infunde um ambiente alegre e cômico na trama. Como tal, a narrativa acaba apresentando um conto envolvente movido pelo crime, com personagens simpáticos e um enredo plausível. No entanto, dada a premissa central de um artefato histórico roubado, não podemos deixar de nos perguntar quanto realismo está por trás de Charly e suas aventuras.

A inspiração da vida real por trás do roubo de moedas em Criminosos

Embora a maioria das histórias de ‘Criminosos’ sejam obras de ficção fabricadas, a premissa básica do programa – o roubo de uma valiosa moeda de ouro em Berlim – mantém ligações concretas com um crime da vida real. Os eventos criminosos do programa têm origem quando uma família criminosa de Berlim decide roubar um museu e roubar uma moeda rara do século 18 em plena luz do dia. A partir daí, várias outras seitas criminosas se interessaram em possuir o artefato, levando à relutante comissão de Charly em um roubo realizado na folha de pagamento do submundo vienense. Assim, o minúsculo rublo de ouro continua sendo o centro narrativo que dá início aos acontecimentos do programa.

Acontece que a moeda de ouro da exposição encontra a sua base na Big Maple Leaf, uma moeda de 220 libras pertencente ao Museu Bode de Berlim, estimada em milhões. O artefato, cunhado pela Royal Canadian Mint, com imagens da Rainha Elizabeth II, é uma das seis peças existentes.

Em 27 de março de 2017, ocorreu um assalto ousado em que dois ladrões roubaram o Big Maple Leaf com a ajuda de um guarda do museu. Em 2020, os ladrões Ahmed e Wissam Remmo, ao lado do segurança Denis W., amigo de infância do ex-primo de Remmo, finalmente receberam a sentença. Além disso, os primos acusados ​​tinham ligações com a infame família Remmo, uma das famílias criminosas mais perigosas da Alemanha.

No final, os criminosos foram acusados ​​de multas e penas de prisão, com o contínuo desaparecimento do Big Maple Leaf. Consequentemente, as autoridades tendem a acreditar que a moeda, feita com 99% de ouro puro, foi provavelmente cortada em pedaços – uma teoria apoiada pelas partículas de ouro descobertas.

Assim, a relação entre este assalto na vida real e o enredo central de ‘Criminosos’ torna-se evidente, com a mudança no tamanho do item roubado permanecendo como o afastamento mais flagrante da realidade. O showrunner Marvin Kren, que escreveu e dirigiu o programa ao lado de seus colaboradores, confirmou o mesmo em entrevista.

Ele também revelou que a mudança no tamanho da moeda ocorreu em decorrência dos limites que “uma moeda de ouro de 100kg” impôs no desenho da escrita. Portanto, embora os detalhes exatos por trás do roubo da moeda e as complicações que se seguiram estejam confinados à narrativa altamente ficcional do programa, eles possuem notável inspiração na realidade.

O autêntico mundo criminoso da série

Embora o enredo central de ‘Criminosos’ prove ter inspiração na vida real, a natureza expansiva do enredo criminal retratado no programa garante que a narrativa abrangente permaneça um amálgama de diferentes pontos da trama. Portanto, o roubo de moedas torna-se um componente instrumental, mas breve, da série.

Por sua vez, as histórias em torno dos três sindicatos do crime letal em diferentes países europeus informam uma parte muito mais ampla da narrativa. Mesmo assim, as mentes criativas por trás do programa incluíram pesquisas da vida real enquanto ficcionalizavam os temas criminais da história. Alegadamente, o showrunner Kren e seus co-criadores Benjamin Hessler e Georg Lippert investigaram a situação real dos clãs criminosos em Berlim, Viena e Marselha.

O exercício veio naturalmente para Kren, que já trabalhou no programa ‘4 Blocks’, outro drama policial extensivamente pesquisado e baseado em Berlim. Consequentemente, o showrunner equipou métodos de pesquisa testados e comprovados, que incluíam longas conversas em cafés com pessoas que tinham qualquer tipo de experiência em círculos semelhantes movidos pelo crime. Como tal, a série encontra um enquadramento autêntico para basear a sua narrativa. O mesmo permite que personagens e histórias ficcionais mantenham um senso de realismo dentro do conto.

Charly, um arrombador de cofre fictício

Dada a disposição geral ficcional – embora bem pesquisada – do programa, seu protagonista central, Charly, permanece um componente fictício. Como o programa realmente faz referência apenas a um crime do mundo real em seu enredo inicial de roubo de moedas, os outros elementos da história são em grande parte produtos da imaginação dos escritores. Consequentemente, Charly, que não está envolvido no roubo de moedas inspirado em histórias reais, continua sendo um personagem fictício.

No entanto, a identidade definidora de Charly como um arrombador de cofres permite que o personagem se encaixe perfeitamente no gênero de assalto ao crime da série. Falando sobre o personagem de Frederick Lau, Charly, e seu papel na série, Kren compartilhou o apelo que encontrou ao centralizar esta história em torno dos personagens oprimidos de Charly e Joseph. Como resultado, Charly continua sendo uma figura familiar na narrativa, que ainda mantém a capacidade de surpreender o público.

Além disso, através da jornada de Charly e Joseph por cidades como Marselha, a série mantém sem esforço temas clássicos da “história de bandido”, que lembram filmes de Claude Sautet e Jean-Pierre Melville, cineastas franceses com obras proeminentes no gênero. No entanto, fora da ressonância temática de Charly com o gênero de seu conto, o personagem não mantém nenhuma relação com a realidade.

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Sugar | Que carro Colin Farrell dirige na série?

John Sugar, de Colin Farrell, dirige um elegante carro antigo na série de mistério Sugar da Apple TV+. Embora pudesse ter escolhido qualquer carro da moda para viajar pelas ruas de Los Angeles, ele seleciona a relíquia como sempre faz quando está na cidade.

Depois de demonstrar sua hesitação, Ruby entrega a ele a chave do veículo, apenas para ele começar a dirigir o elegante carro como os heróis de seus filmes favoritos. O carro de Sugar não é outro senão um Chevrolet Corvette conversível. A linha de carros esportivos é fabricada pela General Motors sob a marca Chevrolet desde 1953!

Farrell dirige um Chevrolet Corvette conversível 1965 em Sugar

O modelo Chevrolet Corvette específico de John Sugar é o de segunda geração de 1965. A segunda geração da linha de Corvettes foi projetada por Larry Shinoda, o mentor do Boss 302 Mustang. Shinoda apresentou Sting Ray ao modelo e a produção da edição começou em 1963. Os faróis ocultos, as aberturas de ventilação não funcionais do capô e uma suspensão traseira independente aumentaram seu apelo.

O modelo de 1965, aquele que aparece em Sugar, saiu com freios a disco nas quatro rodas e a popular opção de motor “big block”. Uma das principais diferenças entre os modelos de 1964 e 1965 são as aberturas de exaustão verticais deste último, que substituíram as “linhas de velocidade” horizontais.

Ao longo dos anos, os Chevrolet Corvettes apareceram em vários filmes, incluindo o clássico de 1955 de Robert Aldrich, A Morte num Beijo, um dos filmes que aparecem na série. Mike Hammer, de Ralph Meeker, que dirige o carro no filme noir, também é detetive particular como Sugar.

Colm Meaney, o agente da DEA Duncan Malloy, dirige um Corvette 1967 no thriller de ação de Simon West, Con Air – A Rota da Fuga, estrelado por Nicolas Cage, John Cusack e John Malkovich. Outro proprietário de Corvette que dirige pelo sul da Califórnia é Dirk Diggler, personagem de Mark Wahlberg em Boogie Nights, de Paul Thomas Anderson.

O Corvette 1965 não é estranho quando se trata de Hollywood. A edição é destaque em Velozes e Furiosos 8, o oitavo filme da franquia Velozes. No filme, a esposa de Dominic Toretto, Letty Ortiz, dirige um Corvette 1965, especialmente nas sequências de perseguição em Nova York.

O carro usado no filme é propriedade de Brian Hobaugh e, na vida real, também ganhou o Ultimate Street Car Invitational de 2013. Embora Farrell dirija um Corvette na série, ele é, na realidade, um orgulhoso proprietário de um Ford Bronco 1996.

Sugar já está em exibição no Apple TV+.

LEIA TAMBÉM: Sugar | John Sugar é baseado em um investigador particular real?


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Sugar | John Sugar é baseado em um investigador particular real?

Na série de mistério Sugar da Apple TV+, a substância encontra o estilo em John Sugar. Mesmo sendo chamativo e imediatamente convincente, Sugar é fundamentado na realidade. Ele não se apresenta como um super-homem, mas sua atenção aos detalhes e sua determinação em desvendar a verdade são cativantes. Sugar existe em uma linha tênue entre a aparente realidade e a ficção.

Porém, o personagem e sua saga, idealizada por Mark Protosevich, não têm raízes na vida real. Em vez de uma história verdadeira, o roteirista encontrou seu detetive particular no filme noir, e o programa nem esconde a dívida, pois celebra alguns dos melhores filmes já feitos em Hollywood!

A inspiração de John Sugar na série da Apple

Torcendo as normas do Film Noir

Mark Protosevich criou Sugar como uma narrativa noir por excelência, com um protagonista imponente que nos lembra nomes como Humphrey Bogart e Glenn Ford. Porém, Protosevich não estava interessado em seguir as convenções do gênero ou em imitá-lo cegamente.

A narrativa do drama de mistério nasceu quando ele colaborou com o diretor Fernando Meirelles, os produtores executivos Simon Kinberg e Audrey Chon e o headliner Colin Farrell para distorcer as normas e conceber uma saga noir moderna. “Acho que a colaboração com todos esses caras chegará ao equilíbrio certo de ‘Como estamos contando uma clássica história de detetive noir, mas dando-lhe um toque moderno e original, e vice-versa?’” Cho disse à CBR .

O cerne da narrativa da série, o desaparecimento de Olivia Siegel, neta de um renomado e influente produtor de Hollywood, é em si um retrocesso às joias do gênero. Algumas das melhores obras noir, seja no cinema ou na literatura, mostram uma figura opulenta alugando o cérebro de um detetive particular para desvendar o mistério por trás da morte ou desaparecimento de seu ente querido.

Os clientes ricos de Perry Mason, de Erle Stanley Gardner, e Philip Marlowe, de Raymond Chandler, são semelhantes a Jonathan Siegel, que contrata Sugar para encontrar seu neto. A forma como o programa coloca Sugar entre as elites de Los Angeles nos lembra Marlowe de Elliott Gould na adaptação de Chandler de Robert Altman, The Long Goodbye.

A influência não termina com o noir americano. Ruby, de Kirby Howell-Baptiste, aparentemente vem direto dos livros de Ian Fleming e suas adaptações. “Quando comecei a abordar esse papel, a diretora de elenco – Sherry Thomas, que também escalou Barry – disse que a melhor maneira que ela poderia descrever o personagem é que Ruby é Sugar o que M é para James Bond”, disse a atriz à CBR.

O protagonista não convencional

Embora Protosevich tenha se inspirado em vários protagonistas noir para criar John Sugar, ele foi contra os traços fundamentais para torná-lo único. Sugar não é um cínico como Marlowe. Ele também não é tão obcecado por si mesmo quanto Mason. O detetive particular de Colin Farrell parece real, apesar de fictício, porque tem mais qualidades humanas do que cinematográficas ou mesmo típicas do noir.

“A série se inclinou para a sensibilidade e o tom noir, mas ao contrário da maioria dos personagens de peças noir que eu vi, ele [Sugar] não era duro, não estava cansado, não era do tipo cínico de qualquer forma”, disse o ator ao Screen Rant.

O que torna Sugar um destaque são suas vulnerabilidades, que incluem sua gentileza. Ele é alguém que fica obcecado com o bem-estar de um sem-teto aleatório que vê em meio a uma intensa investigação. Ele não culpa o mundo como Harry Hole. O investigador particular é otimista e compassivo, que não são realmente as palavras que alguém usaria para descrever personagens noir clássicos.

“Ele [Sugar] tinha esse sentimento de esperança e crença no bem fundamental dos seres humanos e esse tipo de admiração por olhar para tudo. Algo que as pessoas considerariam bonito, algo que as pessoas considerariam quebrado, ele olhou para cima com o mesmo tipo de admiração”, acrescentou Farrell.

Essa reviravolta no arquétipo não foi nada além de intencional. Para Audrey Chon, um dos propósitos da série era explorar essa mudança na figura do protagonista. “Você não vê frequentemente […] personagens clássicos dos anos 40 e 50, que eram meio durões e tinham um verniz que você não conseguia entender. Você nunca viu seus lados sensíveis ou vulneráveis”, disse o produtor executivo ao Screen Rant em outra entrevista. “E Sugar está transbordando disso. Você meio que é levado a isso e ele fica vulnerável. Ele se preocupa profundamente com o caso e acho que é realmente interessante e fascinante de explorar”, acrescentou ela.

Sugar é identificável porque não é tão cinematográfico quanto os outros protagonistas que vimos nas narrativas noir. Sua empatia e movimentos calculados nos ajudam a colocá-lo em nossa realidade. Além disso, sua obsessão por filmes e a importância que dá à arte fazem dele inegavelmente um companheiro cinéfilo!

Sugar já está em exibição no Apple TV+.

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Quantum Leap: Contratempos é CANCELADA após duas temporadas

Fim da linha! A série Quantum Leap: Contratempos acaba de ser cancelada pela NBC após apenas duas temporadas. A notícia chega pouco mais de um mês após o fim do 2ª ano do seriado.

Estrelada por Raymond Lee, a nova Quantum Leap dá sequência aos eventos da produção original, exibida ao longo dos anos 1990 e narra as aventuras do Dr. Ben Song, que entra misteriosamente em uma máquina que o prende em uma série de loops temporais que o fazem tomar a identidade de várias pessoas ao longo da história. Para voltar para casa, ele precisa solucionar diversos problemas.

Além de Lee, Quantum Leap conta com Caitlin BassettMason Alexander ParkNanrisa Lee Ernie Hudson.

No Brasil, Quantum Leap – Contratempos está disponível no Globoplay.

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