Início Site

Crítica | Obsessão – Uma descida romântica ao inferno

Filmes sobre desejos aparentemente inocentes desandando em pesadelos morais não são exatamente novidade no terror. O cinema já explorou esse tipo de pacto sombrio incontáveis vezes, sempre brincando com a ideia de que todo desejo cobra um preço. Ainda assim, existe algo estranhamente fresco (e deliciosamente desconfortável) na forma como Curry Barker conduz essa dinâmica em Obsessão, novo filme da Universal Pictures.

O diretor, que fez o perturbador Milk & Serial, entende perfeitamente o fascínio perverso por trás de maldições e consequências inevitáveis, mas evita cair no automático. Seu olhar é menos interessado em sustos fáceis e mais em cultivar uma sensação constante de desconforto, como se cada escolha dos personagens empurrasse o filme para um lugar emocionalmente mais sufocante.

É curioso pensar que Barker sequer havia nascido quando Mestre dos Desejos (ou Wishmaster) virou febre nas locadoras em 1997, mas o cineasta demonstra compreender com precisão quase cirúrgica o que fazia aquele tipo de horror funcionar. Parte dessa nova geração de realizadores moldados pela internet, jovens cineastas que absorveram tanto o cinema de autor quanto os traumas contemporâneos deixados por obras como Hereditário, Barker transforma Obsessão em seu trabalho mais maduro até aqui.

Mesmo sendo praticamente sua estreia em escala maior, com orçamento robusto e distribuição mundial, o resultado impressiona pela segurança criativa. É um terror envolvente, consciente de suas referências, mas que ainda encontra espaço para soar original dentro de um subgênero que raramente consegue se reinventar de verdade.

Os acertos e erros do filme

A trama acompanha Bear (Michael Johnston), um jovem tímido, solitário e emocionalmente travado que nutre uma paixão silenciosa por Nikki (Inde Navarrette), sua colega de trabalho. O problema é que ela o enxerga apenas como aquele amigo inofensivo, quase um “irmãozinho” carente de atenção. Consumido pela frustração e pela incapacidade de lidar com a rejeição, Bear acaba entrando em uma loja de produtos esotéricos e comprando um misterioso Salgueiro dos Desejos. Em um ato desesperado (e profundamente egoísta!) ele pede que Nikki o ame mais do que qualquer coisa no mundo. O desejo funciona, mas da pior forma possível: o carinho se transforma em devoção absoluta, e a paixão em uma obsessão sufocante e destrutiva.

O mais interessante é como Obsessão pega essa premissa que parece saída de uma comédia romântica macabra e lentamente a distorce até transformá-la em puro horror psicológico. O filme abandona qualquer romantização para discutir posse, dependência emocional e a necessidade tóxica de controle sobre o outro. Barker conduz essa descida ao inferno com imagens perturbadoras e uma direção que sabe exatamente como criar desconforto sem precisar apelar o tempo inteiro para sustos baratos.

Existe um peso constante na atmosfera, um sentimento de luto, culpa e angústia que vai engolindo a narrativa aos poucos, algo que lembra a maneira como Fale Comigo e Sorria transformam sofrimento emocional em horror psicológico. O filme deixa claro que não é uma história de amor. É uma história sobre invasão e o terror de ser transformado em propriedade de alguém.

E para que toda essa espiral de desconforto funcione, o elenco precisava encontrar o equilíbrio exato entre humanidade e estranheza, e o filme acerta em cheio nisso. Michael Johnston, ainda relativamente novato, constrói um protagonista emocionalmente fragilizado, tímido e genuinamente carente de afeto, o que torna suas decisões ainda mais inquietantes. Existe certa doçura no personagem, quase uma inocência juvenil, mas o ator também entende que o horror nasce justamente quando essa vulnerabilidade começa a se misturar com egoísmo e dependência emocional.

Aos poucos, Johnston revela camadas mais sombrias de alguém que, no fundo, gosta daquela relação distorcida porque finalmente se sente amado por alguém. É uma atuação difícil, cheia de nuances desconfortáveis, e que sugere um nome muito promissor para os próximos anos.

Mas quem realmente domina o filme é Inde Navarrette. A atriz transforma Nikki em um verdadeiro colapso emocional ambulante, transitando entre fragilidade, desespero e terror absoluto com uma intensidade impressionante. Seu olhar doce contrasta com explosões de dor, crises de choro e momentos de histeria quase perturbadores de assistir, como se a personagem estivesse lentamente perdendo qualquer noção de identidade própria.

E é justamente aí que Obsessão encontra sua força: na sensação constante de que existe algo errado em cada cena, em cada silêncio, em cada corredor escuro durante a madrugada. Barker constrói uma atmosfera profundamente antinatural, como se o filme inteiro estivesse contaminado por uma energia doente e tóxica. Tudo soa sufocante, estranho e ameaçador, transformando o cotidiano em um espaço de medo permanente.

O filme não parece muito interessado em entregar grandes discursos ou mensagens excessivamente profundas, mas acaba expondo, de maneira brutal, como relações baseadas em posse e codependência emocional podem se tornar sufocantes e destrutivas, aqui, claro, tudo levado ao extremo.

É uma narrativa que flerta com a sátira do amor obsessivo e das relações modernas, mergulhando em ciúme, violência e autodestruição, mas que ainda encontra espaço para provocar reflexões desconfortáveis justamente por reconhecer traços muito reais em meio ao absurdo. Fica um bom alerta de gatilho para quem vive uma relação próxima à isso.

Veredito

Obsessão faz jus ao próprio título de uma maneira quase cruel. É aquele tipo de filme que se infiltra na mente aos poucos, criando uma atmosfera tão sufocante e desconfortável que ficamos presos nela mesmo depois dos créditos. A força da obra está justamente em entender que horror psicológico não depende apenas de monstros ou sustos, mas da sensação constante de estar preso dentro de uma relação doente, onde amor e controle se confundem até se tornarem irreconhecíveis. Sustentado por um elenco jovem extremamente intenso e por uma direção visualmente inquieta, Curry Barker transforma um conceito simples em uma experiência emocionalmente pesada e estranhamente hipnotizante.

E talvez seja justamente por não tentar reinventar completamente o gênero que o filme funciona tão bem. Obsessão brinca com elementos familiares do terror moderno, mas encontra personalidade própria ao transformar possessividade e dependência emocional em algo quase físico, palpável. Não é um filme perfeito, nem necessariamente revolucionário, mas é executado com tanta convicção que suas melhores cenas grudam na cabeça. Assim como a maldição central da história, quanto mais você mergulha no filme, mais difícil fica de sair sem algum trauma.

NOTA: 8

Publicidade

CineOP | Mostra de Cinema de Ouro Preto transforma cidade em destino cultural imperdível no mês de junho

Entre os dias 25 e 30 de junho, a histórica Ouro Preto se transforma em um grande palco para o cinema, a memória e a cultura brasileira com a realização da 21ª edição da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto. Mais do que um festival de cinema, o evento propõe uma experiência imersiva que une patrimônio histórico, turismo, gastronomia e arte em um dos destinos mais emblemáticos do país.

Com programação gratuita, presencial e online, a CineOP reúne exibições de filmes brasileiros, pré-estreias, debates, homenagens, shows, oficinas e atividades formativas em cenários históricos que fazem da cidade mineira uma extensão natural do festival. Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, Ouro Preto oferece ao público uma atmosfera única, onde o passado colonial brasileiro dialoga diretamente com o audiovisual contemporâneo.

Único evento do país dedicado exclusivamente à preservação, história e educação no audiovisual, a CineOP ocupa espaços simbólicos da cidade, como a Praça Tiradentes, o Centro de Artes e Convenções da UFOP e o Museu da Inconfidência, integrando cinema e patrimônio em uma experiência que vai além das salas de exibição.

Além da programação cultural, a passagem por Ouro Preto durante o festival também permite aos visitantes explorar alguns dos principais cartões-postais do barroco brasileiro. Entre os destaques estão a Igreja São Francisco de Assis, a Basílica Matriz de Nossa Senhora do Pilar e a Casa dos Contos, além de antigas minas abertas à visitação, ateliês de arte e passeios pelas ladeiras históricas da cidade.

Os arredores também ampliam o roteiro turístico para quem deseja estender a viagem. Distritos como Lavras Novas, conhecido pelas trilhas e cachoeiras, e São Bartolomeu, famoso pelos doces artesanais, oferecem experiências complementares ao público do festival. Já Mariana, primeira capital mineira, convida os visitantes a conhecer mais do patrimônio histórico da região, incluindo o tradicional passeio de trem entre as duas cidades.

A gastronomia também faz parte da experiência. Restaurantes instalados em casarões históricos, cafés e bistrôs espalhados pelas ruas de pedra apresentam desde receitas típicas mineiras até releituras contemporâneas da culinária regional, reforçando o clima acolhedor das montanhas de Minas Gerais.

Localizada a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte, Ouro Preto se consolida, durante a CineOP, como um dos destinos culturais mais relevantes do calendário brasileiro no primeiro semestre. Ao reunir cinema, patrimônio, turismo e experiências culturais em um mesmo evento, o festival convida o público a viver dias de imersão em uma das cidades mais fascinantes do país.

Publicidade

Crítica | Mortal Kombat 2 – O Round 2 é o fatality que a franquia sempre prometeu

Convenhamos, independente de um roteiro insosso e personagens chatíssimos, o lançamento da nova versão de Mortal Kombat em pleno auge da pandemia, em 2021, já limitava qualquer chance real de impacto. Era um filme que, por si só, já enfrentava dificuldades criativas, excessivamente sério, quase sisudo, e acabou ainda mais prejudicado pelo contexto. O resultado foi uma obra que não apenas parecia bem menor do que deveria, mas que também desperdiçava o potencial de uma franquia conhecida nos games justamente pelo exagero, pela violência estilizada e pelo entretenimento 18+ sem pudor.

Felizmente, a sequência entende exatamente onde o antecessor falhou miseravelmente — e faz disso seu maior trunfo. Sem o peso da pandemia e com uma abordagem mais consciente do próprio universo, Mortal Kombat 2 abraça o que o público sempre clamou: ação desenfreada, fan service sem vergonha e uma seleção de personagens infinitamente mais legais.

O filme abandona a pretensão de “filme-conceito de origem”, de ter que se explicar a cada diálogo, e encontra um tom mais direto e, acima de tudo, divertido pra cacete. É aquele tipo de experiência que funciona melhor quanto menos tenta justificar e mais entrega espetáculo, especialmente em uma tela IMAX, onde cada golpe brutal parece finalmente ter o impacto que a franquia sempre prometeu.

Os acertos e erros do filme

Mas há algo curioso nesse percurso caótico: mesmo em meio às limitações da pandemia, Mortal Kombat conseguiu um desempenho respeitável, tanto nos cinemas quanto no streaming na época, o que tornava uma continuação praticamente inevitável, afinal, Hollywood é isso. Mas ao assistir ao segundo capítulo, a sensação é de que este sempre foi o destino natural da franquia nos cinemas e sua versão definitiva.

E, de fato, ele chega mais próximo desse ideal. Não há aqui qualquer tentativa de sofisticar demais a proposta: a trama continua simplista, despretensiosa, refletindo a própria essência dos jogos de luta, que sempre funcionaram mais como escapismo do que como narrativa densa. Ninguém joga MK pela história.

E talvez seja justamente aí que o filme acerta em cheio. Mortal Kombat 2 não tenta ser algo além do que consegue sustentar, e isso inclui até a forma despreocupada com que lida com suas próprias regras de combate, como o retorno de personagens mortos absolutamente do nada. A proposta é clara como o céu noturno: mergulhar o espectador em uma experiência energética, guiada pelos torneios mortais que definem a identidade da franquia. Nesse cenário, a presença do charmoso Karl Urban (o Billy Butcher de The Boys) como o carismático e badass Johnny Cage adiciona uma camada extra de humor e nostalgia que torna a jornada ainda mais empolgante.

Desta vez, após os conflitos arrastados do filme anterior, os lutadores finalmente se enfrentam na batalha decisiva contra o domínio sombrio de Shao Kahn, que ameaça colocar o Reino da Terra de joelhos – literalmente. Não há exatamente surpresas nesse ponto. A estrutura segue o caminho mais previsível possível, mas isso está longe de ser um problema dentro da proposta. MK2 entende que sua força não está em reinventar a roda.

Nesse sentido, o filme até demonstra certa… não sei se coragem seria a palavra ideal, mas Ok… ao mexer no próprio tabuleiro, eliminando personagens relevantes ao longo das lutas. Por exemplo, o ex-protagonista Lewis Tan retorna como Cole Young, descendente do poderoso Hanzo Hasashi (ou Scorpion para os mais familiarizados), mas deixa de ocupar o centro da história, uma decisão muito acertada. O protagonismo passa a orbitar mais em torno de Adeline Rudolph, que assume a icônica Kitana com simpatia e força total.

O roteiro, por sua vez, felizmente abandona longas explicações vazias para investir diretamente nos combates eletrizantes, coreografados com precisão e embalados por cenários e trilha sonora que parecem ter saído diretamente dos jogos, um prato cheio para fãs de longa data. A direção segue nas mãos de Simon McQuoid, mas a diferença de segurança é colossal.

Aqui, ele parece muito mais confortável dentro desse universo, conduzindo a narrativa com um entendimento claro do que torna Mortal Kombat tão popular: a violência estilizada, a extravagância e o espetáculo insano. Mesmo cercado por clichês, inevitáveis em uma história sobre figuras excêntricas e coloridas se enfrentando até o limite, o diretor consegue transformar cada confronto em uma experiência imersiva, que transporta o espectador diretamente para o coração das lutas malucas que a gente tanto ama assistir.

Os personagens centrais do primeiro filme também retornam, mas agora orbitando a trama com funções bem reduzidas. É o caso de Kano (sim, ele ressuscita!), vivido por Josh Lawson, e Sonya Blade, interpretada por Jessica McNamee. A escolha abre espaço para que o filme invista pesado nas sequências de luta longas, bem coreografadas e editadas com ritmo de videogame, como se cada embate ocupasse o tempo de uma partida completa.

Veredito

Mortal Kombat 2 é um fluxo constante de ação, turbinado por sangue em níveis generosos, um round 2 com o fatality que a franquia tanto merece. E para um filme baseado em videogame e, mais do que isso, em uma franquia que nunca se destacou pela complexidade narrativa, Mk2 surpreende ao entregar uma construção de mundo mais sólida, aliada a uma diversão assumidamente excêntrica. É um mergulho direto em combates brutais, carregados de pura nostalgia. A sensação é de que estamos diante de algo que finalmente entende o próprio DNA, a ponto de quase não parecer uma continuação direta.

Isso não significa que tudo funcione perfeitamente, ainda há resquícios dos problemas do filme original, especialmente em algumas decisões de roteiro. Mas a diferença é que, desta vez, o foco está em explicar menos e lutar mais. Sem remorso, sem regras e, principalmente, sem a pretensão de ser maior do que é, o filme abraça o espetáculo insano. E quando faz isso, entrega uma experiência intensa, quase ininterrupta, que prende a atenção do início ao fim e deixa no ar uma vontade genuína de revisitar esse universo feroz e selbagem e mais algumas vezes.

NOTA: 8

Publicidade

Olhar de Cinema | Festival Internacional de Curitiba divulga programação da 15ª edição

O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba chega à sua 15ª edição reafirmando seu lugar como um dos principais eventos dedicados à sétima arte no Brasil. Com programação entre os dias 4 e 13 de junho, o festival ocupará alguns dos mais importantes espaços culturais da capital paranaense, como o Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), a Ópera de Arame, o Cine Passeio, a Cinemateca e o Teatro da Vila.

Ao todo, serão mais de 70 filmes exibidos, entre curtas e longas-metragens, distribuídos em diversas mostras que contemplam diferentes estilos, propostas e públicos. Entre elas estão as tradicionais Competitiva Brasileira e Internacional, além de seções como Novos Olhares, Mirada Paranaense Sanepar, Exibições Especiais, Olhares Clássicos, Pequenos Olhares e sessões de abertura e encerramento.

Segundo Gabriel Borges, co-diretor artístico do festival, esta edição simboliza um momento de consolidação. “São 15 anos de uma curadoria atenta, que busca escapar do comum e apresentar ao público produções do mundo inteiro, muitas vezes antes mesmo de sua circulação nacional”, afirma. Já o diretor geral Antonio Gonçalves Jr. destaca a diversidade da programação: “O Olhar promove diferentes perspectivas sobre temas, estilos e gerações, ampliando o acesso e o diálogo com o cinema”.

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 12 de maio, com valores entre R$ 8 (meia-entrada) e R$ 16, pelo site oficial do evento. Além das sessões pagas, o festival também contará com exibições gratuitas no Teatro da Vila, no CIC e em sessões selecionadas no MON.

Abertura com ficção científica brasileira

A abertura do festival ficará por conta de “Yellow Cake”, novo longa de Tiago Melo. O filme acompanha as consequências de um experimento conduzido por cientistas estrangeiros que tentam erradicar o mosquito Aedes aegypti utilizando urânio. Quando o plano falha, uma pesquisadora brasileira precisa agir rapidamente para conter um desastre ambiental de grandes proporções.

Estrelado por Rejane Faria (“Marte Um”) e Tânia Maria (“O Agente Secreto”), o longa será exibido na Ópera de Arame em uma estrutura especial, com tela de mais de 400 polegadas e capacidade para cerca de 1.500 espectadores.

Competitivas reúnem produções inéditas e diversas

As mostras competitivas seguem como o coração do festival, reunindo títulos nacionais e internacionais que disputam prêmios como Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atuação, além do voto do público.

Na Competitiva Brasileira de longas, oito filmes compõem a seleção, abordando temas que vão da vida em comunidades mineradoras (“A Noite e os Dias de Miguel Burnier”) a questões indígenas e ambientais (“Maxita”), passando por narrativas intimistas e experimentais.

Já a Competitiva Internacional apresenta produções de diferentes países, explorando temas políticos, sociais e existenciais. Entre os destaques estão “Um Calendário Incompleto”, que revisita a geopolítica do petróleo, e “Se Pombos Virasse Ouro”, que mistura documentário e experimentação visual para tratar de conflitos familiares.

Espaço para inovação e novos olhares

A mostra Novos Olhares aposta em filmes que desafiam as convenções tradicionais da linguagem cinematográfica, com propostas mais radicais e experimentais. Já a Mirada Paranaense Sanepar valoriza a produção local, trazendo um panorama do cinema feito no Paraná.

Para o público infantil, a mostra Pequenos Olhares oferece uma curadoria voltada às crianças, com filmes que abordam temas como amizade, identidade e meio ambiente de forma acessível e sensível.

Clássicos e exibições especiais completam a programação

O festival também abre espaço para revisitar obras marcantes da história do cinema na mostra Olhares Clássicos, que inclui títulos como “Veludo Azul”, de David Lynch, e “As Aventuras do Príncipe Achmed”, uma das animações mais antigas da história.

Já a mostra Exibições Especiais reúne produções inéditas no Brasil e filmes que se destacaram em outros festivais, ampliando o diálogo entre o cinema contemporâneo e o público curitibano.

Encerramento com estreia mundial

O encerramento da 15ª edição será marcado pela estreia mundial de “Salvação”, dirigido por Emin Alper. Ambientado em uma aldeia isolada nas montanhas da Turquia, o filme explora conflitos familiares, disputas de poder e tensões religiosas que levam a comunidade a um ponto de ruptura.

Com uma programação ampla e diversa, o Olhar de Cinema 2026 reforça seu compromisso com a valorização do cinema autoral, da pluralidade de narrativas e da experiência coletiva nas salas de exibição — um convite para olhar o mundo através de novas lentes.

Publicidade

15º Olhar de Cinema apresenta sua identidade visual

VEM AÍ! O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba revelou a identidade visual de sua 15ª edição, que acontece entre os dias 4 e 13 de junho, na capital paranaense. Consolidado como um dos principais eventos dedicados ao cinema independente no Brasil, o festival chega à marca de mais de uma década e meia combinando maturidade curatorial com a ousadia artística que caracteriza sua trajetória.

Para 2026, o convidado responsável pela criação visual é o artista curitibano Rafael Silveira, conhecido por obras de estética surrealista e linguagem inventiva. Segundo a organização, a escolha dialoga diretamente com o perfil dos filmes exibidos ao longo dos anos.

“A curadoria do festival sempre buscou obras únicas, ousadas e inventivas — características que também estão presentes no trabalho do Rafael Silveira”, afirma Milena Fransolino, diretora geral e de criação e experiência do evento.

Diferente de edições anteriores, que apostaram em temáticas com maior diálogo social, o conceito deste ano se volta para uma perspectiva mais introspectiva. A 15ª edição adota o “coming of age” — gênero cinematográfico associado a histórias de amadurecimento — como metáfora para a própria evolução do festival ao longo dos anos.

Na proposta visual, Silveira explora retratos que substituem rostos por paisagens e narrativas simbólicas, refletindo universos internos e sensações. “Esses retratos não são pessoas, são sensações”, explica o artista, que associa o conceito à ideia de transformação ao longo do tempo.

Além da programação principal, o evento também contará com a segunda edição do MECI – Mercado do Cinema Independente, voltado ao setor audiovisual.

Mais informações podem ser acessadas nos sites oficiais do festival e do MECI.

Publicidade

Crítica | O Diabo Veste Prada 2 – Costurando o passado com o presente em alta-costura

Será que O Diabo Veste Prada ainda faz sentido hoje? Duas décadas depois de dominar os anos 2000 e se firmar como um clássico moderno, o filme ganha uma sequência cercada de expectativa e de desconfiança. Afinal, como revisitar uma obra tão marcada pelo seu tempo sem cair na armadilha de parecer datada ou apenas nostálgicamente vazia?

A resposta está em um roteiro afiado, atento às transformações do mundo, especialmente da moda, da internet e da tecnologia, e que entende exatamente o que precisa ser atualizado sem mexer no que já funcionava. O Diabo Veste Prada 2 preserva a essência que fez a gente se apaixonar por Miranda Priestly e Andy Sachs, mas encontra novas camadas para essas personagens. E, por mais improvável que essa continuação possa parecer à primeira vista, ela não só justifica sua existência como ainda consegue, em certos momentos, ser até mais divertida que o original, agora que já estamos familiarizados com esse mundinho fashionista caótico.

Os acertos e erros do filme

De fato, o original nunca tentou ser um filme visionário. Na real, ele funcionava justamente por ser um retrato bastante preciso dos excessos e das neuroses da moda em 2006. Havia, sim, alguns lampejos de crítica social, mas eles vinham quase como efeito colateral, não como proposta central da obra. Hoje, depois de uma era marcada por cancelamentos e transformações culturais, da discussão sobre padrões de magreza ao avanço da sustentabilidade na indústria, ignorar esse novo cenário seria um enorme erro.

Felizmente, a sequência entende isso e incorpora essas mudanças com inteligência, criando um contraste interessante entre o universo das revistas impressas, o fim do jornalismo tradicional, o ciclo acelerado das tendências e o impacto da era TikTok. Até para a IA sobra espaço!

O resultado é uma conversa mais madura, sem abrir mão do tom leve e irônico que sempre definiu a agora franquia. Ainda assim, há algo curiosamente familiar em tudo: os personagens evoluem nas ideias, mas mantêm sua essência intacta, como se o tempo tivesse passado de maneira seletiva. A estética, a montagem e até o ritmo parecem saídos diretamente dos anos 2000 e, longe de soar preguiçoso, isso funciona como uma escolha consciente. Soma-se a isso a química absurda do elenco, que retorna com uma naturalidade impressionante, como se esse reencontro tivesse acontecido ontem.

Anne Hathaway já revelou que a demora para essa continuação acontecer teve um motivo simples: nenhum roteiro parecia à altura — até agora. E, vendo o resultado, fica claro que a espera valeu a pena. O reencontro carrega sim uma carga generosa de nostalgia, mas não se apoia só nisso; funciona, acima de tudo, como uma comédia dramática segura sobre amizade, lealdade e parceria feminina. Hathaway retorna ainda mais magnética, como se tivesse ampliado o carisma que já definia Andy, encontrando novas nuances para a personagem sem perder sua naturalidade.

Meryl Streep dispensa qualquer introdução e reassume Miranda Priestly com a mesma presença imponente que a transformou em um ícone e que, não por acaso, lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Há, porém, um ajuste interessante: essa nova fase revela uma Miranda mais vulnerável, ainda que longe de se tornar acessível ou complacente. O que permanece intacto é a força da personagem, que segue complexa e cheia de camadas. Duas atrizes claramente comprometidas em elevar o material, entregando versões ainda mais potentes de figuras que já eram inesquecíveis por si só.

O restante do elenco não fica para trás. Emily Blunt retorna agora em uma fase mais ambiciosa e bem megera, assumindo um papel antagônico ao se reposicionar dentro da indústria, desta vez ligada à Dior e determinada a ocupar o espaço que antes orbitava como uma mera “Emily”. Já Stanley Tucci volta como o carismático diretor de moda e mentor de Andy, ainda que, novamente, pareça ter menos espaço do que merece. Há uma evolução clara nesses personagens, especialmente na forma como seus interesses agora colidem de maneira mais direta.

O filme mantém o espetáculo: trilha bem escolhida, cenários deslumbrantes (com passagens pela Itália) e figurinos que continuam sendo um desfile de grandes grifes. Ao mesmo tempo, a narrativa incorpora discussões mais atuais, como o valor dos brechós e o reaproveitamento de peças, atualizando o olhar sobre a moda sem perder o glamour.

O novo roteiro também se preocupa em amarrar melhor as relações, deixando claro que todos ali dependem uns dos outros para sobreviver nesse ecossistema competitivo: Andy ganha uma missão mais robusta, enquanto Miranda precisa dela para se manter relevante e proteger sua imagem em um cenário que muda rápido demais.

Veredito

Talvez não repita o mesmo impacto estrondoso do original nas premiações, mas O Diabo Veste Prada 2 tem tudo para ocupar um espaço parecido ao de Barbie no imaginário recente: um fenômeno movido por carisma, timing e conexão com o público. Há algo de reconfortante em reencontrar esses personagens, não apenas pela nostalgia, mas por vê-los mais complexos, mais interessantes e inseridos em um contexto que dialoga com o presente. É uma continuação que diverte com facilidade, mas que também encontra espaço para dizer algo além do óbvio.

A força do filme está na dinâmica impecável do elenco, com Anne Hathaway e Meryl Streep ainda magnéticas, sustentando uma história que parece não ter envelhecido um dia sequer. O roteiro é afiado, bem amarrado e cheio de personalidade, equilibrando crítica social e entretenimento sem cair na superficialidade. Mais do que um olhar sobre o mundo da moda, o filme reafirma seu coração: uma história sobre amizade, ambição (na medida certa) e união feminina. No fim, é um deleite elegante e espirituoso, uma continuação que entende seus personagens, respeita seu legado e prova que, às vezes, esperar vale muito a pena. That’s all!

NOTA: 9

Publicidade

Guia Completo Sobre Como Jogar Fortune Ox e as Melhores Estratégias

Se você ama um joguinho de cassino, o Fortune Ox é uma opção indispensável. Sem precisar reinventar a roda ou criar um monte de recursos que não ajudam em nada, esse caça-níqueis estourou fazendo o simples bem feito. Mantendo a pegada clássica, grade enxuta e poucos símbolos especiais.

E o resultado dessa escolha não poderia ser melhor, pois entra ano, sai ano, e ele sempre está entre os mais jogados em todas as plataformas. Então, sem mais delongas, agora você confere um guia completo sobre como e onde jogar com segurança, melhores dicas e estratégias e muito mais.

Melhores sites para jogar em Fortune Ox

Certamente você vai encontrar ofertas de bônus e promoções tentadoras para todos os lados. Mas não seja inocente de sair fazendo cadastro em qualquer lugar, abra seus olhos antes de escolher onde se cadastrar para não cair em furadas ou pegadinhas. E para te ajudar a fugir de problemas desse tipo, abaixo você confere 3 plataformas que não vão trazer dor de cabeça e ainda oferecem ótimos serviços.

Leon Casino

Leon casino Portugal é um “monstro” no mercado por uma simples razão: a quantidade de jogos online disponíveis. Sim, são milhares de opções entre lançamentos e clássicos, incluindo o jogo Fortune Ox. Os usuários cadastrados ainda têm a oportunidade de aproveitar seções inteiras dedicadas a bônus e promoções. 

InformaçõesDescrição
Lançamento2008
LicençaGoverno da Ilha Autonôma de Anjouan
Apostas EsportivasSim
Jogos de CassinoSim
Bônus de boas-vindasPara cassino ou apostas

O grande destaque do bônus de boas-vindas é o fato dele ser válido para os 3 primeiros depósitos realizados pelo novo usuário. Com retornos de 100% para cada depósito e giros grátis no primeiro depósito para usar em uma máquina específica.

Brazino777

A Brazino777 tornou-se extremamente popular no Brasil graças ao seu marketing, tomado por uma música “chiclete”, que grudava para quem ouvia. A plataforma ganhou respaldo e logo se posicionou como uma opção segura e confiável.

InformaçõesDescrição
Lançamento2023
LicençaSefaz/SPA
Apostas EsportivasSim
Jogos de CassinoSim
Bônus de boas-vindasGiros Grátis para o cassino

Com foco em jogos de cassino, oferece diversos bônus aos membros cadastrados, como cashback semanal. Para novos usuários, são 300 giros grátis para usar no cassino durante os primeiros 7 dias dentro do cassino online. 

Betano

A Betano é uma das maiores (se não a maior) marcas do mercado de apostas e jogos online, com milhões de jogadores em sua plataforma espalhados pelo mundo. É uma ótima opção para quem deseja jogar, mas também apostar.

InformaçõesDescrição
Lançamento2018
LicençaMalta Gaming Authority
Apostas EsportivasSim
Jogos de CassinoSim
Bônus de boas-vindasPara apostas ou cassino

Apesar disso, a plataforma investe na qualidade dos seus serviços e não prioriza ofertas de bônus e promoções. Contudo, é possível encontrar opções de aposta grátis e giros grátis para determinados jogos do cassino.

O Que é o Caça-Níqueis Fortune ox?

O Fortune Ox é um jogo de cassino com formato clássico, formado por uma grade com 3 linhas e 3 colunas que formam 10 linhas de pagamento. É simples e objetivo, com temática leve e com poucos recursos adicionais, sendo ideal para todos os tipos de jogadores. Veja uma visão geral sobre o jogo:

InformaçõesDescrição
Lançamento2021
DesenvolvedoraPG Soft
RTP96.75%
VolatilidadeMédia
Ganho Máximo2000x

A aposta mínima é de R$ 0.50 por rodada, enquanto a aposta máxima é de R$ 400. Os que quiserem podem jogar Fortune Ox Demo para conhecer o jogo sem correr risco real, pois não envolve dinheiro.

Como Jogar Fortune Ox

Para jogar este ou quaisquer outros jogos de cassino, é preciso cadastrar-se em uma plataforma confiável de apostas. E o melhor, todo o processo é bem intuitivo, tão fácil como tirar doce da boca de criança. Então, fique ligado e confira o guia passo a passo:

  1. Escolha segura. Selecione uma plataforma de apostas segura, como as citadas anteriormente, para realizar o seu cadastro grátis e sem riscos;
  2. Registre-se. Toque para fazer o seu registro e preencha todos os dados solicitados no formulário. Escolha e-mail ou telefone para o usuário e crie uma senha segura;
  3. Deposite. Faça o seu primeiro depósito para adicionar saldo à sua conta pessoal. Isso também vai ativar o seu bônus de boas-vindas automaticamente;
  4. Aproveite a plataforma. Siga para o cassino online para começar a jogar todos os títulos disponíveis. E claro, explore os bônus e promoções disponíveis.

Ao final, faça a verificação de identidade da sua conta. Sim, é obrigatório e não adianta torcer o nariz para isso, pois somente após esse passo você poderá acessar todos os recursos, inclusive saques. Então, não perca tempo e faça isso o quanto antes.

Estratégias Vencedoras Para Jogar Fortune Ox

Para começar, é importante lembrar que não existe método 100% garantido de vitória, se alguém te prometer isso saiba que é golpe. Dito isso, existem alguns métodos que podem ajudar a ganhar, indo muito além de apenas descobrir qual o melhor horário para jogar Fortune Ox. Então, para evoluir a sua jogatina, você pode testar os seguintes sistemas:

  • Martingale: consiste em dobrar a sua aposta após cada perda, reiniciando o sistema após conseguir uma vitória;
  • Paroli: aposta em uma sequência positiva. O jogador deve seguir apostando o valor padrão e dobrando uma ou duas vezes após uma vitória;
  • Fibonacci: segue a sequência matemática de mesmo nome. O jogador deve somar o valor das últimas duas rodadas para definir o valor da próxima aposta.

Importante lembrar que esses sistemas apresentam alto risco, e é preciso ter cuidado ao utilizá-los como estratégia no Fortune Ox. Outro ponto importante é adaptá-los ao tamanho do seu orçamento, para garantir o maior número possível de rodadas disponíveis.

Como Ganhar Dinheiro Jogando Fortune Ox

Nada de acreditar que existe uma fórmula mágica para ganhar no Fortune Ox ou em outros jogos de cassino. Mesmo em slots online, os resultados são sempre baseados em sorte. Contudo, existem algumas práticas que podem ajudar a melhorar sua experiência de jogo:

  • Gestão de banca: organize o seu saldo para tirar melhor proveito, definindo limites diários, semanais ou mensais;
  • Use o modo demo: use a versão demonstrativa para testar as estratégias e avaliar os resultados conquistados;
  • Jogo Responsável: siga jogando com responsabilidade, lembrando que isso é um meio de diversão e não uma fonte de renda.

O objetivo aqui é um só: se tornar um jogador mais consciente e equilibrado, um passo importante para começar a reduzir suas perdas. E, ao mesmo tempo, lembrar que jogo é diversão, nada mais que isso, nunca sendo uma opção para renda fixa.

Melhor horário para jogar Fortune Ox

Este e todos os outros jogos de cassinos online fazem uso de tecnologia RNG (Gerador de Números Aleatórios) em sua composição. Assim, as possibilidades dos jogadores são as mesmas a qualquer momento. Ou seja, o melhor horário para jogar Fortune Ox é aquele em que você tiver disponibilidade, pois as chances são sempre as mesmas. Contudo, como a superstição faz parte da jogatina, você pode escolher um horário que sente maior confiança e fazer as suas apostas.

FAQ

O Fortune Ox é um jogo seguro?

Sim, totalmente seguro. O jogo é desenvolvido e fornecido pela PG Soft, uma das maiores empresas do mercado iGaming. Além disso, o jogo é fiscalizado por entidades reguladoras antes de chegar ao público de forma oficial.

Onde Jogar Fortune Ox?

Escolha uma plataforma de apostas licenciada e regulamentada. Algumas opções, como Twin, Brazino777 e Betano, são muito confiáveis por atenderem a todos esses critérios. Além de possuir muitos bônus e promoções disponíveis para os apostadores cadastrados.

Existe um melhor horário para jogar Fortune Ox?

Sim, todos os horários. O jogo possui exatamente as mesmas probabilidades de vitórias a qualquer momento. Portanto, escolher o melhor horário para jogar Fortune Ox à tarde, à noite ou pela manhã, é só uma questão de preferência.

Publicidade

“Spider-Noir”, com Nicolas Cage, ganha novo trailer na CCXP México; assista

“The Spider” (Nicolas Cage) in a scene from Prime Video’s Spider-Noir (Courtesy of Prime Video)

O Prime Video divulgou o trailer oficial da série Original Prime live-action “Spider-Noir. Com lançamento mundial marcado para o dia 27 de maio deste ano, a produção conta com Nicolas Cage em seu primeiro papel principal em uma série e estará disponível no streaming em dois formatos: preto e branco e colorido.

O trailer oficial teve sua estreia mundial diante de uma sala lotada com 2.100 fãs no Centro de Convenções Banamex, na Cidade do México, durante a CCXPMX26, o maior festival de cultura pop do mundo.

Os atores Lamorne Morris, Li Jun Li, Jack Huston e Karen Rodriguez, juntamente com o criador, co-showrunner e produtor executivo Oren Uziel, subiram ao palco para apresentar a série ao público. O painel também estreou uma cena exclusiva, oferecendo aos participantes uma primeira visão imersiva do mundo, do tom e dos desafios de “Spider-Noir”, com uma saudação especial em vídeo de Nicolas Cage.

Os fãs presentes na convenção também tiveram a oportunidade de colecionar cinco credenciais diferentes inspiradas nos personagens icônicos da nova série e desenhados pelo artista mexicano Jorge Molina.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Spider-Man Noir

“Spider-Noir” é baseada na história em quadrinhos da Marvel, Spider-Man Noir e narra a história de Ben Reilly (Nicolas Cage), um investigador particular envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade.

O elenco inclui o ator vencedor do Oscar Nicolas Cage, o ator vencedor do Emmy Award® Lamorne Morris, Li Jun Li, Karen Rodriguez, Abraham Popoola, Jack Huston, e o ator indicado ao Oscar® e vencedor do Emmy Award® Brendan Gleeson. O elenco de convidados especiais inclui Lukas Haas, Cameron Britton, Cary Christopher, Michael Kostroff, Scott MacArthur, Joe Massingill, Whitney Rice, Amanda Schull, Andrew Caldwell, Amy Aquino, Andrew Robinson e Kai Caster.

“Spider-Noir” é produzida pela Sony Pictures Television exclusivamente para MGM+ e Prime Video. O diretor vencedor do Emmy Award® Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) dirigiu e é produtor executivo dos dois primeiros episódios. Oren Uziel (Cidade PerdidaAnjos da Lei 2) e Steve Lightfoot (O Justiceiro da Marvel, Shantaram) atuam como co-showrunners e produtores executivos.

Uziel e Lightfoot desenvolveram a série com a equipe vencedora do Oscar por trás de Homem-Aranha no Aranhaverso: Phil Lord, Christopher Miller e Amy Pascal, que também atua como produtora executiva pela Pascal Pictures. Lord e Miller são produtores executivos por meio de sua produtora Lord Miller, juntamente com Aditya Sood e Dan Shear. Nicolas Cage e Pavlina Hatoupis também atuam como produtores executivos.

Produzida pela Sony Pictures Television exclusivamente para o MGM+ e Prime Video, a produção será lançada nos Estados Unidos no canal do MGM+ em 25 de maio e, em seguida, globalmente no Prime Video no dia 27 de maio em mais de 240 países e territórios.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Ronaldinho Gaúcho entra no Top 10 global da Netflix e mostra força de histórias esportivas brasileiras

Do campo ao streaming: o futebol brasileiro segue ampliando seu alcance e conquistando o mundo com suas histórias. Lançada na última quinta-feira (16), a minissérie documental Ronaldinho Gaúcho alcançou o 2º lugar no ranking de séries de língua não-inglesa da Netflix, somando 4,7 milhões de visualizações em sua primeira semana e alcançando o Top 1 em 15 países. 

Ronaldinho Gaúcho é uma coprodução da Canal Azul e da Trailer Films, com direção e roteiro de Luis Ara, que também assina a produção executiva ao lado de Ricardo Aidar e Liz Reis. 

O desempenho da produção reforça a aposta da Netflix em conteúdos esportivos brasileiros e na ampliação de histórias que conectam diferentes públicos. Nessa linha, o mês de maio traz duas estreias esperadas: o documentário Tetra – Acreditar de Novo, no dia 7, e a minissérie de ficção Brasil 70 – A Saga do Tri, no dia  29.

Sobre a série Ronaldinho Gaúcho

Com acesso exclusivo ao jogador e a um vasto material de arquivo, a série reconstrói momentos-chave da carreira de Ronaldinho: dos tempos de revelação no Grêmio à consagração na seleção brasileira, passando pelo auge no Barcelona, pela Bola de Ouro, por títulos históricos e também por derrotas e fases conturbadas – incluindo o episódio inesperado que o levou à prisão no Paraguai.

Tudo isso costurado por depoimentos de grandes nomes do esporte, como Ronaldo, Lionel Messi, Neymar Jr., Roberto Carlos, Gilberto Silva, Felipão, Carles Puyol, Galvão Bueno, entre muitos outros.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Com Lázaro Ramos, filme brasileiro “Feito Pipa” é premiado no Festival de Guadalajara, no México

Uma semana depois de receber o prêmio de Melhor Interpretação para Yuri Gomes, o longa-metragem brasileiro “Feito Pipa”, dirigido pelo cearense Allan Deberton, acaba de ganhar mais dois prêmios na 41ª edição do Festival de Guadalajara, no México: Melhor Filme e Melhor Interpretação para Teca Pereira Yuri Gomes, na seção Maguey que reúne longas-metragens de ficção e documentários de todo o mundo que abordam temas queer relacionados à comunidade LGBTQ+.

O júri justificou o prêmio com a seguinte declaração: “Este filme nos mostra a magia, a inocência e o amor por meio de seus personagens. O filme constrói uma história universal a partir do ponto de vista de um personagem, complementada pelo design de produção, pelas atuações e pela cinematografia. E, especialmente, nos convida a trabalhar e a construir em espaços seguros para as identidades queer e para as pessoas que amamos.” 

O diretor estava presente na premiação e comentou a conquista: “Foram dias incríveis em Guadalajara, com uma recepção carinhosa do público em todas as sessões. Sair duplamente premiado é uma honra. Dedico a todos que fizeram parte do filme, que o apoiaram e o fizeram existir. Agradeço a curadoria, a direção e a equipe do Festival pela acolhida. A história de Gugu e Dilma tem emocionado por onde passa, desde Berlim o filme e o elenco têm encantado o público e é muito bom estar acompanhando essa recepção tão calorosa.”

“Feito Pipa” abre amanhã o 26º FICPV – Festival Internacional de Cine en Puerto Vallarta, no México, e Allan Deberton e Marcelo Pinheiro seguem acompanhando a trajetória do filme. Após abrir o Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (FICCI), que marcou a estreia lationa-americana, o filme foi premiado na 65ª edição do evento, com Yuri Gomes ganhando o prêmio de Melhor Interpretação na mostra competitiva Cine de los Barrios, mostra competitiva que leva o cinema a diferentes territórios da cidade, ampliando o acesso do público às produções exibidas no festival. O troféu é o primeiro de Yuri Gomes, jovem ator baiano de 12 anos, que fez sua estreia no cinema no longa, ao lado de Teca Pereira e Lázaro Ramos, Carlos Francisco e Georgina Castro.

Antes disso, “Feito Pipa” teve uma passagem consagradora pela Berlinale 2026, onde foi aplaudido de pé nas três sessões durante o festival e conquistou o Urso de Cristal de Melhor Filme (Júri Jovem) e o Grande Prêmio do Júri Internacional da mostra Generation Kplus, tornando-se um dos principais destaques do cinema brasileiro no cenário internacional deste ano. 

Sobre Feito Pipa

O filme acompanha Gugu (Yuri Gomes), um menino que sonha em se tornar jogador de futebol e vive com a avó Dilma (Teca Pereira), que o cria de forma livre e afetuosa. Quando a saúde de Dilma se fragiliza, ele tenta esconder a situação para evitar ser separado dela e precisar ir morar com o pai, interpretado por Lázaro Ramos. Rodado em Quixadá, no interior do Ceará, o longa constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.

Produzido pela Deberton Filmes e pela Biônica Filmes, em coprodução com a Warner Bros., “Feito Pipa” tem distribuição no Brasil pela Paris Filmes e vendas internacionais pela M-appeal. O projeto conta ainda com produção associada da Mistika, patrocínio do Nubank e apoio do Projeto Paradiso, por meio da Incubadora Paradiso. É uma realização com apoio do PNAB, PNAB CE, Governo do Ceará, BRDE, FSA, ANCINE e Ministério da Cultura.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade