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2ª temporada de Citadel terá o brasileiro Gabriel Leone como vilão; veja o trailer e data de estreia

Gabriel Leone (Paolo Braga)

O Prime Video divulgou a data de estreia e o trailer cheio de ação da segunda temporada de Citadel. Todos os sete episódios serão lançados na quarta-feira, 6 de maio, exclusivamente no Prime Video.

Confira abaixo:

Sobre a 2ª temporada de Citadel

Citadel é um thriller de espionagem eletrizante que acompanha Mason Kane (Richard Madden), Nadia Sinh (Priyanka Chopra Jonas) e Bernard Orlick (Stanley Tucci) – agentes de elite de uma agência lendária destruída pela Manticore, uma rede implacável apoiada pelas famílias mais poderosas do mundo.

Quando uma nova e terrível ameaça surge, os três são puxados de volta à ação. Agora, eles precisam recrutar uma equipe improvável de novos agentes habilidosos e iniciar uma missão de escala global para impedir uma conspiração que pode remodelar a humanidade. Com ação digna de blockbusters, traições chocantes e um elenco expandido de agentes misteriosos, os riscos nunca foram tão altos — e qualquer um pode ser amigo ou inimigo.

Os membros do elenco que retornam nesta temporada incluem Lesley Manville e Ashleigh Cummings, ao lado de novos nomes como, Jack Reynor como Hutch, Matt Berry como Franke Sharpe e Lina El Arabi como Celine. Outras adições notáveis incluem Merle Dandridge, Gabriel Leone e Rayna Vallandingham

Do Amazon MGM Studios e da AGBO, dos Irmãos Russo, Citadel tem produção executiva de Anthony Russo, Angela Russo-Otstot e Scott Nemes pela AGBO, com David Weil atuando como showrunner, diretor e produtor executivo. Joe Russo e Greg Yaitanes também atuam como diretores, além de produtores executivos. Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg atuam como produtores executivos pela Midnight Radio, ao lado de Chris Castaldi, Debra James, Newton Thomas Sigel, Bryan Oh, Natalie Laine Williams, David J. Rosen e Patrick Moran. 

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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Comic Con Portugal apresenta 11.ª edição com nova casa, tema inédito e grandes nomes internacionais

A Comic Con Portugal regressa para a sua 11.ª edição, de 23 a 26 de abril, com várias novidades e uma aposta reforçada na valorização da cultura nacional. Pela primeira vez, o maior evento de Cultura Pop do país realiza-se em Santa Maria da Feira, no Europarque, assumindo um novo capítulo na sua história.

Sob o tema “Portugalidade”, esta edição propõe uma celebração do talento nacional, destacando projetos e conteúdos portugueses em várias áreas. Entre os momentos em destaque está o painel e exibição do primeiro episódio de “Lisbon Noir”, da TVI/Prime Video que contará com a presença de elementos do elenco da série, bem como a apresentação de “Viana: A Lenda dos Corações de Ouro”, o primeiro filme de animação português, entre outros conteúdos que refletem a criatividade e identidade cultural do país.

A edição deste ano volta a reunir um conjunto de convidados de renome internacional e nacional. Na área de Cinema & TV, destacam-se Alyson Sullivan (“Power Rangers”), Olivia Morris (“The Librarians: The Next Chapter” do SYFY), Mark Pellegrino (“Supernatural”) e Chandler Riggs (“The Walking Dead”) e as mais recentes confirmações, Clara Galle e Agustin Della Corte da série Olympo, da Netflix.

Já na área de Banda Desenhada, o público poderá contar com a presença de John Romita Jr., um dos nomes mais reconhecidos da indústria. Na vertente de Literatura, Ian Livingstone, figura incontornável do universo da fantasia e dos jogos, será um dos convidados em destaque. O evento será ainda palco da estreia de um novo canal televisivo, o VinTV e da presença de Whigfield, cujo single “Saturday Night” se tornou um sucesso internacional.

A Comic Con Portugal continua assim a afirmar-se como um ponto de encontro privilegiado para fãs de Cultura Pop, reunindo diferentes universos como Cinema & TV, Banda Desenhada & Literatura, Gaming, Cosplay, Música, entre outros, num ambiente único de partilha, criatividade e entretenimento.

A última edição do evento Comic Con Portugal decorreu na Exponor e reuniu 155.234 participantes, refletindo uma trajetória notável de consolidação e impacto na cultura pop nacional e internacional. Ao longo destes 10 anos, o festival ultrapassou a marca de 900.000 visitantes, acolhendo milhares de criadores, artistas, marcas e fãs das mais diversas áreas. Esta progressão traduz-se também num impacto económico crescente: só em 2024, o evento gerou entre 53,4M€ e 89,6M€ de impacto para a economia nacional, consolidando-se como um dos maiores eventos do setor em Portugal e na Europa.

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3ª temporada de ‘Silo’ ganha teaser e data de estreia; veja

Apple TV divulgou o teaser da terceira temporada inédita de “Silo“, a elogiada série de construção de mundo criada pelo vencedor do Emmy Graham Yost, que assina como showrunner, estrelada por Rebecca Ferguson, que também é produtora executiva. Com 10 episódios, a nova temporada chega ao Apple TV no dia 3 de julho, com episódios inéditos lançados semanalmente às sextas-feiras até 4 de setembro.

Confira o teaser abaixo:

Sobre a 3ª temporada de Silo

A terceira temporada de “Silo” continua a saga de uma sociedade distópica de 10.000 pessoas vivendo debaixo da terra sob circunstâncias misteriosas, enquanto revela uma história de origem ambientada séculos antes.

No presente, Juliette Nichols (Ferguson) lida com a perda de memória após sobreviver à sua “limpeza” enquanto o silo recupera-se da rebelião e enfrenta uma nova ameaça perigosa. No passado, a jornalista Helen Drew (Jessica Henwick) e o congressista Daniel Keene (Ashley Zukerman) desvendam uma conspiração cujos desdobramentos trarão danos catastróficos e irreversíveis. A produção é baseada na trilogia best-seller do New York Times de Hugh Howey, “Silo”.

Além de Ferguson, o elenco principal retorna com CommonHarriet WalterChinaza UcheAvi NashAlexandria RileyShane McRaeRemmie MilnerRick GomezBilly Postlethwaite e Clare Perkins. Juntando-se ao elenco para a terceira temporada estão Zukerman e Henwick, que apareceram no final da segunda temporada, junto com Laura InnesJessica Brown FindlayMorven ChristieReed Birney e Matt Craven, com Colin Hanks definido para ser recorrente. Steve Zahntambém retornará.

Com a quarta e última temporada já confirmada, “Silo” segue conquistando audiências mundialmente e sendo elogiada como uma produção “genuinamente brilhante” e “uma das melhores séries de ficção científica da atualidade”. Você pode maratonar as duas primeiras temporadas completas no Apple TV.

Silo” é produzido pela Apple Studios. A série tem produção executiva de YostMichael DinnerNina JackJoanna ThapaFergusonMorten TyldumHoweyAmber TemplemoreFred GolanRémi Aubuchon e AMC Studios.

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Homem em Chamas, série com Yahya Abdul-Mateen II e Alice Braga, ganha trailer e data de estreia na Netflix 

A Netflix divulgou o trailer oficial da série de ação Homem em Chamas. A produção, baseada na série de livros de A.J. Quinnell, conta a história de John Creasy (Yahya Abdul-Mateen II), um letal ex-mercenário das Forças Especiais que enfrenta um severo transtorno de estresse pós-traumático, e busca redenção ao decidir começar uma nova vida. Porém, após uma tragédia inesperada, ele precisa voltar a ativa novamente em busca de justiça. 

Confira o trailer abaixo:

Com o vencedor do Emmy, Yahya Abdul-Mateen II, no papel principal, o elenco conta ainda com Alice Braga, Thomás Aquino, Billie Boullet, Bobby Cannavale e Scoot McNairy. A produção, cuja trama se passa em parte no Rio de Janeiro, também tem direção do brasileiro Vicente Amorim (Senna), responsável pelos episódios 3 e 4.

Criada por Kyle Killen, Homem em Chamas estreia em 30 de abril na Netflix. 

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‘Jack Ryan de Tom Clancy: Guerra Fantasma’, filme que dará continuidade a série, ganha trailer e data de estreia; veja

O Prime Video divulgou o trailer oficial do filme Jack Ryan de Tom Clancy: Guerra Fantasma, que estreia dia 20 de maio exclusivamente no Prime Video. A produção mostra o herói Jack Ryan novamente no mundo da espionagem para sua missão mais pessoal e perigosa até agora.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Jack Ryan de Tom Clancy: Guerra Fantasma

Na trama, Jack Ryan (John Krasinski) é forçado a retornar ao campo quando uma missão secreta internacional revela uma conspiração mortal, obrigando-o a enfrentar uma unidade rebelde de operações táticas. Com vidas em jogo e a ameaça aumentando a cada momento, Jack se reencontra com o experiente agente Mike November (Michael Kelly) e o ex-chefe da CIA James Greer (Wendell Pierce).

A experiência combinada do trio é a única vantagem contra um inimigo que antecipa todos os seus movimentos. Com o apoio de uma nova parceira improvável, a perspicaz agente do MI6 Emma Marlowe (Sienna Miller), Jack e a equipe enfrentam uma teia de traições, deparando-se com um passado que acreditavam ter ficado para trás há muito tempo, tornando esta a missão mais pessoal e de alto risco que qualquer um deles já enfrentou.

A produção é baseada nos personagens de Tom Clancy, sob a direção de Andrew Bernstein, roteiro assinado por Aaron Rabin e John Krasinski, e produzido por Allyson Seeger, John Krasinski e Andrew Form. A produção executiva é  de John J. Kelly, Alexa Ginsburg, Carlton Cuse e Tom Clancy. O filme conta ainda com um forte elenco de apoio, incluindo Max Beesley, JJ Feild, Douglas Hodge e Betty Gabriel. Combinando os gêneros de ação e drama, o título é uma realização do Amazon MGM Studios.

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“O Afinador”, thriller de ação com Leo Woodall, ganha primeiro trailer; veja

Paris Filmes acaba de divulgar os primeiros materiais de “O Afinador” (Tuner), thriller de ação com Leo Woodall, Havana Rose Liu e Dustin Hoffman. A produção estreia em 11 de junho nos cinemas brasileiros.

Confira o trailer abaixo:

Sobre O Afinador

No primeiro longa de ficção do diretor vencedor do Oscar Daniel Roher (“Navalny”), Leo Woodall interpreta Niki, um afinador de pianos talentoso treinado por Harry (vivido por Dustin Hoffman). Sua audição excepcional chama a atenção de criminosos. Essa habilidade rara não só o ajuda a trabalhar com instrumentos de alto padrão, como pianos Steinway, mas também a abrir cofres com precisão.

Ao longo do caminho, Niki conhece Ruthie (Rose Liu), uma estudante de composição, e os dois criam uma conexão inesperada. Porém, sua vida dupla como arrombador começa a ameaçar o relacionamento, enquanto ele se envolve em situações cada vez mais perigosas.

O filme passou pelos festivais Sundance, TIFF, BFI e Telluride. Daniel Roher assina o roteiro com Robert Ramsey.

O Afinador estreia em 11 de junho nos cinemas brasileiros.

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Com Ben Stiller, Robert De Niro, Ariana Grande e Owen Wilson no elenco, ‘Entrando na Maior Fria’ ganha primeiro trailer; veja

Robert De Niro, Owen Wilson e Ben Stiller estão juntos novamente nos cinemas. É o que o público poderá conferir no trailer inédito de “Entrando Na Maior Fria”, lançado pela Paramount Pictures.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Entrando na Maior Fria

Neste novo capítulo da franquia, Henry (Skyler Gisondo), filho de Greg (Ben Stiller) e Pam (Teri Polo), se apaixona por Olivia Jones (Ariana Grande), uma mulher que parece não combinar nada com ele. A sequência ainda conta com Beanie Feldstein e Blythe Danner no elenco. 

John Hamburg, que produziu “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, agora assume a direção e o roteiro do quarto longa. O filme é produzido pela Delirious Media e a Particular Pictures. A distribuição é da Paramount Pictures. 

No Brasil, a produção chega aos cinemas em 26 de novembro. 

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Maul: Lorde das Sombras | Relembre a jornada do vilão de Star Wars que ganhou sua própria série

A scene still from Lucasfilm's STAR WARS: MAUL - SHADOW LORD, exclusively on Disney+. Photo courtesy of Lucasfilm Ltd. © 2026 Lucasfilm Ltd. All Rights Reserved.

Star Wars: Maul – Lorde das Sombras traz de volta um dos vilões mais amados desta galáxia tão, tão distante. Após uma rápida e marcante aparição nos filmes como Darth Maul, o personagem ganhou nova vida nas animações, onde trilhou uma jornada marcada pela busca por vingança e pela ascensão no submundo do crime. Abaixo, reunimos uma retrospectiva completa para você conhecer uma das figuras mais importantes da saga.

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Relembre a jornada de Darth Maul no universo Star Wars

Darth Maul fez sua estreia no universo Star Wars em Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999), que deu início à “trilogia prelúdio”, composta por filmes que se passam antes da trilogia original, iniciada na década de 1970. A produção o apresentou como um Sith – nome dado aos guerreiros do Lado Sombrio da Força – que servia a Darth Sidious (lan McDiarmid), personagem que viria a se tornar o Imperador do maligno e poderoso Império Galáctico.

A primeira aparição de Maul foi marcada por mistério, visto que a produção não explicou sua origem e voltou suas atenções à missão dele no presente: capturar a princesa Padmé Amidala (Natalie Portman) e se livrar dos Jedi que a protegem no processo. Essa tarefa o levou à climática batalha contra o Jedi Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) e seu aprendiz, Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor).

Lembrado como um dos maiores combates da saga, o duelo destaca o poder de Darth Maul, que enfrenta dois Jedi sozinho, utilizando seu icônico sabre de luz duplo. Após matar Qui-Gon, o Sith acabou derrotado por Obi-Wan, que o partiu ao meio e o jogou no fosso de um reator. Dramática e memorável, essa conclusão fez uma geração de fãs acreditar que esse era o fim do vilão. Porém, ele voltou para espalhar caos e medo pela galáxia.

Maul renasce nas animações

Anos após a conclusão da trilogia prelúdio, o universo Star Wars retornou em forma de animação. Lançada em 2008, a série The Clone Wars (A Guerra dos Clones, em português) voltou suas atenções à guerra do título, situada entre os filmes Episódio II – Ataque dos Clones (2002) e Episódio III – A Vingança dos Sith (2005). E foi nessa produção que os fãs da saga reencontraram um de seus vilões mais queridos.

A volta de Darth Maul foi orquestrada aos poucos. A terceira temporada do seriado apresentou as raízes do vilão ao visitar Dathomir, um planeta dominado por energia sombria e que era habitado por clãs como as Irmãs da Noite, bruxas capazes de usar a Força, e seus lacaios, os Irmãos da Noite. Uma das figuras principais do primeiro grupo era a poderosa líder Mãe Talzin, que enviou seu filho caçula, chamado Savage Opress, para resgatar seu primogênito: Maul.

No quarto ano da série, Darth Maul foi encontrado pelo irmão e revelou ao público como sobreviveu. Após ser partido ao meio, ele caiu em um compactador de lixo ainda com vida e utilizou todo o poder e técnicas que reuniu ao longo do tempo para se manter vivo, empregando seu ódio e desejo de vingança como combustível. Ao ser jogado em um lixão, o dathomiriano usou o material disponível para construir membros inferiores em um processo doloroso que custou sua sanidade.

Após anos exilado e em agonia, ele foi resgatado por Savage Opress, que por sua vez o levou à Mãe Talzin em Dathomir. Através de magia, a líder das Irmãs da Noite reconstruiu não apenas o corpo de Maul com tecnologia de ponta, como também sua mente, despertando-o do frenesi de insanidade para destruir os Jedi e buscar vingança contra seu grande rival: Obi-Wan Kenobi.

Para atrair seu inimigo, que havia se tornado um mestre Jedi, Darth Maul invadiu um planeta onde matou inocentes e destruiu lares. De mãos atadas, Kenobi atendeu ao chamado, marcando o primeiro encontro entre os dois desde os eventos de A Ameaça Fantasma. Com participação de Savage Opress e Asajj Ventress – uma Irmã da Noite que serviu os Siths –, a batalha terminou com Obi-Wan batendo em retirada com a sinistra revelação de que um ser maligno e poderoso está à solta na galáxia.

Maul: Senhor do crime

Mais poderoso e odioso do que nunca, Maul se dividiu entre a missão de destruir Kenobi e a ambição de estabelecer uma organização criminosa que lhe conceda poder na galáxia. Na quinta temporada, ele firma uma aliança com o Olho da Morte, um grupo de mandalorianos radicais que discorda dos rumos pacíficos que seu povo tomou. Em troca de ajudá-los a derrubar o governo de Mandalore, o Sith ganha um exército e a legitimidade para firmar alianças com outras facções em um grande sindicato do crime.

O plano dá certo e o grupo retira a Duquesa Satine Kryze do poder, mas isso causa o fim na parceria entre Darth Maul e o Olho da Morte, já que seu líder, Pre Vizsla, aproveita a oportunidade para trair o Sith e seu irmão. Maul escapa, trava um duelo com o ex-aliado e o mata, se tornando assim o novo governante do planeta Mandalore.

Consolidado no poder ao liderar um enorme sindicato criminoso e um planeta vital para a galáxia, ele voltou suas atenções à vingança pessoal. Se aproveitando da profunda ligação entre Obi-Wan Kenobi e Satine Kryze, ex-governante de Mandalore que estava presa desde o golpe, Maul aguardou a chegada de seu velho inimigo para fazê-lo sofrer. Em vez de simplesmente matar Kenobi, o Sith assassinou Kryze e prendeu Obi-Wan para continuar saboreando seu sofrimento. Um plano frustrado rapidamente com a fuga do Jedi.

Reencontro com o antigo mestre

A ascensão de Darth Maul ao poder não passou despercebida. Ao mesmo tempo em que sua autoridade foi desafiada pelas Corujas Noturnas, um grupo de mandalorianos que não se curvou a ele e deu início a uma rebelião, o vilão recebeu a visita de Darth Sidious, seu antigo mestre.

Incomodado com o poder que seu ex-pupilo angariou pela galáxia, o futuro Imperador decidiu que era hora de colocar um basta. Em Mandalore, Sidious enfrentou Maul e seu caçula ao mesmo tempo, em um combate brutal que terminou com Savage Opress morto e o irmão mais velho preso.

O cerco a Mandalore

Para a surpresa de ninguém, Maul escapou da prisão de seu antigo mestre e voltou a Mandalore, onde usou o que restou de seu poder para intensificar suas atividades criminosas. Enquanto isso, os mandalorianos que resistiam ao seu governo pediram ajuda à República, que decidiu intervir no que ficou conhecido como o Cerco a Mandalore, a enorme batalha final que colocou fim à série The Clone Wars.

Maul aproveitou a oportunidade para preparar uma armadilha capaz de matar tanto seu eterno rival, Obi-Wan Kenobi, quanto Anakin Skywalker. O interesse do Sith pelo Jedi mais jovem se deu por uma visão de que Skywalker seria seduzido ao Lado Sombrio da Força e se tornaria o novo aprendiz de Darth Sidious – o que acontece, dando origem a Darth Vader.

A arapuca não saiu como planejado e em vez de Obi-Wan e Anakin, quem liderou o Cerco foi Ahsoka Tano, com quem o vilão travou um grande duelo. A batalha terminou com Tano vitoriosa e Maul capturado e preso. Porém, o que deveria ser um final feliz ganha um gosto amargo rapidamente, porque a prisão dele aconteceu no momento em que Darth Sidious derrubou a república e instaurou o Império Galáctico, dando a infame Ordem 66 que obrigou os soldados clones a se voltar contra os Jedi em um verdadeiro massacre.

Para conseguir sobreviver, Ahsoka libertou Maul, que estava prestes a ser morto pelos clones. Em vez de aniquilá-lo, ela o soltou para agir como uma distração e desviar a atenção do exército que a caçava, o que aconteceu. Por fim, eles travaram uma última briga rápida ao mesmo tempo em que ele derrubou a gigantesca nave em que estavam, dando à dupla a oportunidade de escapar.

A história continua em Maul – Lorde das Sombras

Maul – Lorde das Sombras retoma a história de seu protagonista a partir deste ponto. Situada após o fim da Guerra dos Clones, mostrada na emocionante conclusão de The Clone Wars, a nova série animada acompanha Maul tentando construir um novo sindicato do crime em Janix, um planeta livre do controle do Império.

Lá, ele vai cruzar o caminho de Devon Izara, uma ex-aprendiz de Jedi que pode tornar sua nova pupila. Além disso, ele entra na mira do Capitão Brander Lawson, personagem dublado no áudio original pelo ator brasileiro Wagner Moura, que investiga atividades criminosas em Janix.

Maul após Lorde das Sombras

A sombra que Maul projeta pelo universo Star Wars é tão grande, que a história dele continua em outros filmes e séries da franquia que se passam após os eventos de Lorde das Sombras.

Após assistir à nova série, você pode reencontrar o vilão no filme Solo – Uma Aventura Star Wars (2018) e na animação Star Wars Rebels, que inclusive traz um novo confronto entre Maul e Obi-Wan Kenobi.

Guia: Filmes e séries de Star Wars com Maul no Disney+

Se você quiser assistir à rica jornada de Maul pelos filmes e séries de Star Wars, o guia completo, em ordem cronológica, é o seguinte:

Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma

Star Wars Clone Wars

Temporada 3, Episódios 12 a 14

Temporada 4, Episódios 21 e 22

Temporada 5, Episódios 1; 14 a 16

Temporada 7, Episódios 8 a 12

Maul – Lorde das Sombras

Solo – Uma História Star Wars

Star Wars Rebels

Temporada 2, Episódios 21 e 22

Temporada 3, Episódios 3, 11 e 20

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Crítica | Michael – Um moonwalk brilhante que escorrega na própria grandeza

Até que demorou para um filme sobre Michael Jackson sair do papel e, de certa forma, esse intervalo acabou favorecendo o projeto que agora chega aos cinemas pelas mãos, até certo ponto inesperadas, de Antoine Fuqua. Ainda assim, depois de uma carreira tão espetacular quanto controversa, e 17 anos após sua morte trágica, a sensação é de que adaptar a vida da maior estrela do pop de todos os tempos é quase como tentar condensar universos como Game of Thrones ou A Torre Negra: algo, por essência, extremamente difícil de domar.

A complexidade de Jackson, com suas múltiplas fases ao longo de décadas, torna evidente que Michael não se propõe a ser um retrato definitivo. Longe disso, o filme assume sua natureza de homenagem, com pinceladas de realidade cuidadosamente medidas por uma produção que evita, deliberadamente, revisitar ou aprofundar as controvérsias já amplamente conhecidas.

Isso pode soar decepcionante dentro da proposta de uma cinebiografia, mas também é uma decisão compreensível. Ao aceitar essa jornada controlada, mais interessada no espetáculo visual do que no confronto, o espectador encontra um filme menos provocativo, porém mais coeso em sua intenção: humanizar seu ídolo e dar sentido às suas singularidades. E, dentro desse recorte, pelo bem ou para o mal, faz isso com notável eficiência.

Os acertos e erros de Michael

Mas, para mim, o maior problema de Michael não está em suavizar as polêmicas ou em reforçar a imagem mais doce do artista, algo que, convenhamos, sempre fez parte da figura de Michael Jackson. O que realmente pesa é a sensação de um filme previsível, apressado e, sobretudo, distante de qualquer intimidade real. O roteiro parece mais interessado em cumprir etapas do que em explorar nuances, organizando a trajetória do cantor de forma quase mecânica, sem espaço para respiração ou aprofundamento.

Há, claro, a tentativa de construir uma base para o que virá a seguir — com referências pontuais à sua condição de pele, à fixação pelo universo de Peter Pan e às questões de autoimagem que o acompanharam desde cedo. Esses elementos são importantes e até necessários, especialmente considerando que este é apenas o primeiro capítulo de uma história maior.

Ainda assim, a execução soa excessivamente protocolar: a homenagem, em diversos momentos, escancara sua intenção, enquanto o filme salta de hit em hit sem jamais mergulhar na complexidade de seu criador. O resultado é uma obra que luta para não transformar um dos artistas mais fascinantes da cultura pop em alguém surpreendentemente monótono e, em boa parte do tempo, perde essa batalha.

Claro que Michael Jackson dispensa apresentações, mas o filme parece não saber muito bem o que fazer com isso. Em vez de construir uma porta de entrada sólida para novos públicos, a narrativa se apoia quase exclusivamente em momentos que os fãs já conhecem de cor, como se estivesse cumprindo uma checklist de grandes sucessos, ou seja, é muito mais para o lado irritante e superficial de Bohemian Rhapsody do que para o lado corajoso de Better Man.

Ao final, até entendemos melhor algumas decisões, angústias e, principalmente, o peso da relação familiar, em especial com seu pai. Colman Domingo (Euphoria) entrega uma performance marcante como Joe Jackson, praticamente irreconhecível em cena, mas, ainda assim, falta ao filme a coragem de realmente nos levar para dentro da mente complexa de seu protagonista.

Por outro lado, é justo reconhecer que o longa não suaviza a figura de Joe Jackson, e isso é essencial. A relação abusiva e tóxica é retratada com clareza, evidenciando como esse ambiente moldou escolhas e feridas que acompanharam Michael ao longo da vida. Ainda assim, há um limite evidente no quanto o filme está disposto a ir.

Parte dessa abordagem mais “isentona” não parece ser apenas uma escolha criativa, mas também consequência de bastidores conturbados: mudanças de roteiro e refilmagens teriam sido necessárias após acordos legais impedirem que acusações de abuso infantil e os processos judiciais fossem abordados. Esse contexto ajuda a entender por que a obra, em muitos momentos, parece contida demais para dar conta de uma história que, por natureza, exige enfrentamento.

Pelas mãos de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, O Protetor), um nome mais associado ao cinema de ação do que a uma cinebiografia musical, a condução visual de Michael raramente encontra o tom ideal. Há uma sensação constante de desencontro entre proposta e execução, como se as escolhas de câmera nunca acompanhassem plenamente a grandiosidade do personagem retratado. O filme se sustenta mais pela montagem ágil, que tenta imprimir ritmo e energia, do que por uma visão estética realmente coesa. Ainda assim, muitas dessas ideias visuais soam desalinhadas, enfraquecendo o impacto de momentos que pediam mais precisão e sensibilidade.

Em contrapartida, é impossível não destacar o trabalho impressionante de Jaafar Jackson, grande responsável por manter o filme de pé. Além da semelhança física, ele entrega algo que vai além de qualquer recurso técnico: uma presença de palco e uma capacidade de dança que evocam Michael com uma precisão quase inquietante. Sobrinho do cantor, Jaafar demonstra respeito, entrega e uma leitura afetiva do ídolo, o que transparece em cena.

Se no drama há pequenas limitações, nas performances musicais ele compensa com folga, incorporando gestos, energia e carisma de forma impressionante. É aquele tipo raro de escalação que parece inevitável e não por acaso, ele desponta como uma das grandes revelações do ano. Os problemas do filme passam longe de serem responsabilidade sua.

Em diversos momentos, o roteiro parece insistir demais na tentativa de humanizar seu herói, estendendo sequências pouco envolventes, como a passagem no hospital ou os conflitos repetitivos em torno das turnês dos Jackson 5, enquanto deixa escapar oportunidades preciosas de explorar, com mais força, seus momentos mais icônicos no palco. Mesmo quando chega lá, o resultado soa surpreendentemente protocolar: a recriação de “Billie Jean”, em 1983, e os bastidores da icônica “Thriller” até impressionam pela fidelidade, mas carecem de impacto, energia e emoção, tudo aquilo que definiu Michael como performer.

Veredito

O grande objetivo de Michael é bem claro: despertar empatia e reforçar a humanidade de Michael Jackson e, em certa medida, o filme consegue cumprir essa missão. Ainda assim, o resultado final escancara suas limitações. Ao optar por uma abordagem segura, quase engessada, a cinebiografia evidencia a dificuldade de dar conta de uma trajetória tão vasta e complexa dentro de um único longa. A vida de Michael parece exigir fôlego, tempo e, principalmente, coragem narrativa. Falta justamente isso: disposição para ir além da superfície e encarar, de frente, as contradições que definem o artista.

À medida que avança, o filme se perde ao construir uma versão cada vez mais simplificada, por vezes caricata, do seu protagonista, aproximando-se mais da imagem pública distorcida do que de qualquer tentativa real de compreender sua intimidade. Antoine Fuqua não consegue escapar desse caminho mais óbvio, e o encerramento precoce (justamente no auge da carreira) deixa evidente a aposta em uma continuação que terá um desafio ainda maior pela frente. O gancho está dado, mas o terreno é delicado.

O retrato apresentado se distancia do carisma genuíno que transformou Michael em um fenômeno global, dificultando uma conexão mais profunda com o público e deixando a sensação de uma obra que, apesar das boas intenções, nunca alcança a grandeza de seu personagem. No fim das contas, Michael tenta fazer o moonwalk na linha tênue entre homenagem e verdade, mas acaba escorregando no próprio brilho.

NOTA: 5/10

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Tudo o que você precisa saber sobre ‘Os Testamentos: Das Filhas de Gilead’, série do universo de ‘The Handmaid’s Tale’

Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, a aguardada continuação de The Handmaid’s Tale, já chegou ao Disney+. Apesar de se tratar de uma sequência direta da premiada série protagonizada por Elisabeth Moss, a nova produção pode ser assistida de forma independente ao inaugurar uma nova era em Gilead com base no livro Os Testamentos (Editora Rocco), de Margaret Atwood.

Abaixo, reunimos tudo o que você precisa saber sobre o enredo e as personagens de Os Testamentos para poder curtir a série.

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Confira:

Qual é a história de Os Testamentos?

Os Testamentos: Das Filhas de Gilead se passa poucos anos após os eventos de The Handmaid’s Tale, que chega ao fim com uma rebelião que livra a cidade de Boston do controle de Gilead, o estado totalitário que retirou os direitos das mulheres. Apesar do golpe duro, o território continua de pé em boa parte do que um dia foram os Estados Unidos e serve de cenário para a nova história, que gira em torno de uma escola de elite que prepara futuras esposas para o regime, onde a obediência é incutida com brutalidade e com justificativa divina.

Quem são as personagens da série?

A trama gira em torno de Agnes (Chase Infiniti), obediente e piedosa estudante da escola de esposas, que cresceu em Gilead, mas passa a questionar o mundo que a cerca ao ser incumbida de receber uma nova aluna. Chamada Daisy (Lucy Halliday), a novata é uma convertida que veio do Canadá e precisa se adaptar para sobreviver às duras condições de seu novo lar.

Outras estudantes de destaque para a série são Shunammite (Rowan Blanchard) e Becka (Mattea Conforti), que têm origens distintas. Enquanto a primeira usufrui de certo respeito e poder por vir de uma família ilustre, a segunda luta para se encaixar em um ambiente que a rejeita por sua linhagem humilde.

A escola que o quarteto frequenta é comandada pela Tia Lydia (Ann Dowd), personagem importante em The Handmaid’s Tale. Em Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, ela segue responsável por doutrinar e disciplinar as jovens mulheres de Gilead. Porém, no novo capítulo, ela precisa lidar com as próprias crenças, moralidade e autoridade.

Outra figura importante no colégio é a Tia Vidala (Mabel Li), uma fervorosa e severa defensora das tradições e regras de Gilead. Tida como a herdeira aparente da área feminina do regime, ela é colocada à prova graças à inquietação que começa a surgir em suas alunas.

Os Testamentos também traz figuras importantes fora dos muros da escola. Um bom exemplo é Paula (Amy Seimetz), a madrasta com quem Agnes tem um relacionamento complicado. Outro destaque é Garth (Brad Alexander), um jovem Comandante que jurou proteger as garotas e começa a chamar a atenção por se envolver demais em suas vidas pessoais.

Você já pode curtir no Disney+ essa nova história e descobrir como as jornadas desses personagens se entrelaçam em Os Testamentos: Das Filhas de Gilead. Os capítulos seguintes serão lançados, semanalmente, às quartas-feiras.

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