Na Hora Max do mês de abril, o público poderá conferir o primeiro episódio da segunda temporada da série original da HBO e vencedora do Emmy®, THE LAST OF US. O episódio inicial da produção será exibido em quatro canais da Warner Bros. Discovery: Warner Channel, Cinemax, Space e TNT.
Confira os horários de cada canal:
Warner Channel | 21/04 – 22h30
Cinemax | 22/04 – 22h30
Space | 24/04 – 00h
TNT | 24/04 – 22h30
Índice
Sobre a 2ª temporada de the Last of Us
Cinco anos se passaram dos eventos da primeira temporada e o passado de Joel e Ellie os alcança, levando-os a um grande conflito e a um mundo ainda mais perigoso e imprevisível do que aquele que abandonaram.
Pedro Pascal está de volta como Joel, assim como Bella Ramsey como Ellie, Gabriel Luna como Tommy e Rutina Wesley como Maria. A série reúne ainda novos nomes como Kaitlyn Dever como Abby, Isabela Merced como Dina, Young Mazino como Jesse, Ariela Barer como Mel, Tati Gabrielle como Nora, Spencer Lord como Owen e Danny Ramirez como Manny. Catherine O’Hara também terá uma participação como convidada.
THE LAST OF US é escrita e produzida executivamente por Craig Mazin e Neil Druckmann. A série é uma coprodução com a Sony Pictures Television e também é produzida executivamente por Carolyn Strauss, Jacqueline Lesko, Cecil O’Connor, Asad Qizilbash, Carter Swan e Evan Wells. Empresas produtoras: PlayStation Productions, Word Games, The Mighty Mint e Naughty Dog.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
A Diamond Films acaba de divulgar o pôster e teaser de um dos lançamentos mais esperados do ano: A VIDA DE CHUCK (The Life of Chuck), drama baseado no conto homônimo de Stephen King (autor de À Espera de um Milagre).
Com direção de Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill) e protagonizado por Tom Hiddleston (Loki), o longa estreia nos cinemas brasileiros em 28 de agosto. A produção narra a tocante trajetória de um homem aparentemente comum, revelando as nuances e profundidades da experiência humana.
Confira o conteúdo abaixo:
Índice
Sobre A Vida de Chuck
Em A VIDA DE CHUCK, acompanhamos a jornada de Charles “Chuck” Krantz, vivido por Tom Hiddleston. A narrativa mistura diferentes gêneros para retratar, de forma única e comovente, os altos e baixos da vida. Ao longo da história, o protagonista experimenta a beleza do amor, a dor da perda e descobre as múltiplas camadas que compõem a essência humana.
Vencedor do prêmio do público na edição mais recente do Festival de Toronto, A VIDA DE CHUCK ganha vida sob a direção de Mike Flanagan, que também assina o roteiro do filme. O diretor, conhecido por suas adaptações de obras de Stephen King, já comandou produções como Jogo Perigoso, Doutor Sono e atualmente está comandando o desenvolvimento da série de TV A Torre Negra.
A VIDA DE CHUCK ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Karen Gillan, Jacob Tremblay e Mark Hamill no elenco.
Com distribuição da Diamond Films, A VIDA DE CHUCK estreia nacionalmente em 28 de agosto.
Um Robert Pattinson é bom, dois é demais? Prepare a pipoca e o refri porque Mickey 17 está chegando às plataformas digitais para compra e aluguel no próximo domingo, dia 20 de abril. Você pode fazer assim como Mickey, pagar uma única vez pelo filme e reveja 17 vezes, com seu múltiplo ou sozinho, e sem pausas para propagandas.
A compra ou aluguel do longa estará disponível nas plataformas Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Microsoft.
Índice
Sobre Mickey 17
O roteirista e diretor de “Parasita”, Bong Joon Ho, vencedor do Oscar, apresenta sua próxima experiência cinematográfica inovadora, Mickey 17. O herói improvável, Mickey Barnes (Robert Pattinson) encontra-se na extraordinária situação de ter um chefe que exige o compromisso máximo no emprego… morrer de trabalhar para viver.
Dirigido, produzido e escrito por Bong Joon Ho, baseado no romance Mickey 7, de Edward Ashton, Mickey 17 é estrelado por Robert Pattinson (“The Batman”, “Tenet”), Naomi Ackie (“Star Wars: Episódio IX – A Ascensão Skywalker”), Steven Yeun (“Não! Não Olhe!”), e com os indicados ao Oscar Toni Collette (“Hereditário”) e Mark Ruffalo (“Pobres Criaturas”). Mickey 17 tem produção de Dede Gardner e Jeremy Kleiner (vencedores do Oscar por “Moonlight: Sob a Luz do Luar” e “12 Anos de Escravidão”), e Bong Joon Ho e Dooho Choi (“Okja”, “Expresso do Amanhã”). Os produtores executivos são Brad Pitt, Jesse Ehrman, Peter Dodd e Marianne Jenkins.
A equipe de produção criativa do cineasta Bong Joon Ho inclui o diretor de fotografia Darius Khondji (indicado ao Oscar por “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, “Okja”); a designer de produção Fiona Crombie (indicada ao Oscar por “A Favorita”, “Cruella”); o editor Yang Jin Mo (indicado ao Oscar por “Parasita”, “Okja”); o supervisor de efeitos visuais Dan Glass (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”); e a figurinista Catherine George (“Okja”, “Expresso do Amanhã”).
Às vezes, só percebemos que estamos diante de um novo clássico muito tempo depois de sairmos da sala de cinema. Mas Pecadores (Sinners) não deixa espaço para dúvidas. Logo nos primeiros minutos, fica claro que Ryan Coogler está em sua forma mais ousada e visionária, entregando um filme com “F” maiúsculo, que mistura drama racial, suspense e terror raiz com uma maestria ímpar.
É como se algo realmente extraordinário ganhasse vida na tela, pronto para sacudir a mesmice de Hollywood. Com uma atmosfera hipnotizante — sensual, envolvente e absolutamente magnética — Coogler nos presenteia com sua obra mais criativa, mais divertida e, sem exagero, a melhor experiência que você vai ter nos cinemas este ano. Se você quer saber como nascem as grandes obras-primas, aqui está sua resposta.
Índice
Os acertos e erros de Pecadores
Em Pecadores, tudo parece acontecer com calma e sob uma notável liberdade criativa concedida ao diretor. O filme não tem pressa em seguir fórmulas prontas — ao contrário, quebra algumas, abraça outras e reinventa o que for necessário.
A história começa com uma introdução longa e bem construída, de quase 40 minutos, dedicada a apresentar personagens carismáticos e cativantes antes de mergulhar num banho de sangue. O ponto de partida é um drama racial ambientado nos Estados Unidos dos anos 1930, ainda marcados pela segregação, pela sombra da escravidão e pela violência da Ku Klux Klan.
Mas logo o roteiro ganha camadas de fantasia e uma forte dose de elementos sobrenaturais fascinantes, abraçando o terror com uma naturalidade surpreendente. O resultado é um filme de vampiro que entrega todos os elementos clássicos — alho, estacas de madeira, o som inconfundível de morcegos — mas que vai além do óbvio ao transformar seus monstros em uma poderosa metáfora sobre o roubo de identidade e da música negra. É nesse gesto ousado que Pecadores se firma como algo raro: um terror que respeita suas raízes e, ao mesmo tempo, dá um ar fresco ao próprio gênero.
Michael B. Jordan brilha em um papel duplo — uma tendência que parece estar ganhando força este ano, como já vimos em Mickey 17 e The Alto Knights. Aqui, ele interpreta gêmeos que retornam à cidade natal carregando dinheiro, postura e um objetivo claro: abrir um clube de blues voltado à comunidade negra, que ainda era proibida de frequentar os espaços destinados à população branca. Ao lado do primo Sammie (vivido por Miles Caton) e das misteriosas Mary (Hailee Steinfeld)e Annie (Wunmi Mosaku) — duas mulheres com laços profundos com os irmãos — eles se preparam para a grande noite de inauguração.
Mas algo sombrio ronda o local e é atraído pelo talento e pela voz hipnotizante de Sammie. É aí que o pesadelo começa. Com a chegada dos vampiros, o clube se transforma em um palco de horror.
E que vampiros! Coogler os retrata como verdadeiros monstros clássicos: assustadores, sanguinários e sedutores — herdeiros diretos de Um Drink no Inferno e das grandes obras da literatura gótica. São criaturas intensas, manipuladoras, que exalam carisma e um erotismo inquietante. Cada cena em que eles aparecem é eletrizante, especialmente uma sequência de dança em ciranda grotesca, tão impactante que provavelmente vai assombrar seus sonhos por dias.
Mas o mais provocativo é a ideia de que esses vampiros vivem numa espécie de consciência coletiva livre de preconceitos raciais. Uma vez transformado, tudo aquilo que nos divide — cor, classe, histórico social — simplesmente desaparece. Brancos e pretos dançam juntos, em harmonia. Uma utopia? Talvez. Mas a que custo? É essa provocação que eleva o filme a algo maior.
Jordan segura tudo com um magnetismo impressionante. Sua química com o restante do elenco, a diferença de personalidade entre os irmãos, e a sintonia afinada com a direção de Coogler fazem com que a gente se importe genuinamente com cada personagem. Quando o terror finalmente morde — literalmente — cada cena dói de assistir.
O elenco feminino também se destaca bastante, especialmente Steinfeld, que entrega uma performance encantadora e cheia de nuances. E quando o caos começa, não dá pra piscar. Coogler se diverte na direção, e com a potência das câmeras IMAX, transforma cada plano em uma explosão visual. Estilo, atmosfera, composição de cena, fotografia — tudo em Pecadores grita diversão. Um espetáculo estético e narrativo que parece ter resgatado a alma do cinema hollywoodiano.
Outro elemento fundamental que eleva a obra a um patamar especial é sua trilha sonora, que vai muito além do papel de fundo musical — ela está presente em todas as cenas, pulsando como se fosse um personagem vivo dentro da narrativa. A música corre solta nas veias do filme, moldando atmosferas, intensificando emoções e guiando a história com alma e identidade.
Ludwig Göransson, vencedor do Oscar e colaborador de longa data de Coogler, assina uma composição simplesmente magistral. Ele costura uma tapeçaria sonora que reúne ritmos e estilos da música negra global — do jazz ao soul, do blues ao hip-hop, passando pelo rock e até por sons ancestrais e folclóricos. Tudo isso se funde em cenas de impacto sensorial, que arrepiam não só pela intensidade visual, mas pela força emocional que a música carrega.
A trilha é, sem dúvida, o alicerce do filme. É o coração que bate por trás da ação, da tensão e do drama. Ela emociona, cativa e dá corpo à jornada dos personagens. E mesmo com toda a violência gráfica e os sustos dignos dos melhores filmes de terror, uma experiência visual deslumbrante do começo ao fim — um espetáculo criado para ser vivido na maior tela possível. Combinando som, imagem e narrativa com maestria, o filme amplifica tudo que o cinema tem de melhor.
Veredito
Ryan Coogler realiza um feito admirável: entrega um filme de autor, com identidade própria e uma mensagem potente, dentro da estrutura de um blockbuster de horror à moda antiga. Pecadores é quase um musical — vibrante, estilizado e ritmado — que parece nascer do encontro entre Quentin Tarantino e Jordan Peele, equilibrando violência, crítica social e puro entretenimento com uma precisão espetacular.
Por trás dos sustos, há muito o que decifrar em suas camadas mais profundas. A mensagem antirracista está lá, clara e cortante, mas nunca didática — ela pulsa na narrativa, nos personagens, na trilha, na estética. E quando mergulha no território do terror clássico, não decepciona: entrega tensão, atmosfera e diversão como poucos filmes de vampiro conseguiram nas últimas décadas. É seguro dizer: desde Entrevista com o Vampiro, não víamos uma produção tão inspirada dentro desse subgênero.
Depois de mostrar sua força na direção de um drama de boxe e de um super-herói negro icônico, Coogler agora prova que domina também o terror — e com estilo. Pecadores é, até aqui, o grande filme do ano. E será difícil ser superado. É reconfortante — e empolgante — perceber que ainda existem ideias frescas em Hollywood e cineastas apaixonados por fazer cinema com propósito, alma e ambição artística.
O Prime Video divulgou o trailer oficial de Outro Pequeno Favor, sequência de Um Pequeno Favor do diretor Paul Feig. O filme chega ao serviço de streaming em 1º de maio.
Assista ao trailer abaixo:
Índice
Sobre Outro Pequeno Favor
Em Outro Pequeno Favor, Stephanie Smothers (Anna Kendrick) e Emily Nelson (Blake Lively) se reencontram na bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junto com os convidados glamourosos, espere que o assassinato e a traição sejam o RSVP para um casamento com mais voltas e reviravoltas do que a estrada que liga a Marina Grande à praça da cidade de Capri.
Além de Anna e Blake, o longa também tem no elenco Andrew Rannells, Bashir Salahuddin, Elizabeth Perkins, Michele Morrone, Alex Newell, Henry Golding e Allison Janneyé. Ele foi dirigido por Paul Feig, produzido por ele e Laura Fischer, tem como produtores executivos Jennifer Booth, Jessica Sharzer e Marco Valerio Pugini, e foi escrito por Jessica Sharzer e Laeta Kalogridis. O filme foi baseado nos personagens de Darcey Bell.
Outro Pequeno Favor estreia dia 1º de maio no Prime Video.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
O penúltimo episódio da terceira temporada de “A Roda do Tempo“, do Prime Video, causa um grande choque no público ao matar um personagem importante. Intitulado “Goldeneyes”, o episódio foca na Batalha de Dois Rios.
Os Trollocs e os Amigos das Trevas estão a caminho da vila, e cabe a Perrin liderar seu povo, por mais destreinado e inexperiente que seja, na batalha que decidirá seu destino pelos próximos anos. Mas lutar não é a única maneira de vencer uma batalha. Eles também precisam garantir que o inimigo não receba reforços, e a tarefa de garantir isso é de Loial, que a realiza dando a própria vida pela causa.
ALERTA DE SPOILERS!
Entenda a morte do episódio 3×7 de A Roda do Tempo
Loial se sacrifica pelo bem maior
Antes que o exército de Trollocs ataque Dois Rios, Perrin supõe que seria inútil continuar lutando contra eles se quisessem receber reforços. Com a presença do Portal perto de Dois Rios e os Amigos das Trevas tomando conta dele, fica claro que não importa quantos Trollocs eles matem, o número será facilmente reabastecido.
A única maneira de impedir que isso aconteça é fechando o portão de uma vez por todas. Perrin confia a tarefa de fechar o portão a Loial, que está acompanhado pelas duas Donzelas da Lança. A única maneira de fechar o portão é entrando, então ele coloca os Aiels no portão para guardá-lo e impedir que alguém entre e o interrompa. Enquanto isso, ele atravessa e tenta destruir o portão. Embora Loial seja bastante forte, sua força bruta não é páreo para a magia que mantém o portão de pé.
Não importa o quanto ele tente, ele não consegue fazer um único amassado na porta. Enquanto isso, uma horda de Trollocs é vista caminhando em direção ao portão. Isso aumenta a urgência para fechar a porta, mas os golpes de Loial não a afetam. É então que ele pensa em outra maneira de fazer o trabalho. Em vez da porta, ele se concentra na ponte que a conecta ao resto dos Caminhos. Antes que os Trollocs possam alcançá-la, a ponte desaba, o Caminho cai no abismo, e Loial também.
A última vez que o vemos é a queda, e embora não haja nenhum corpo para confirmar isso, parece bastante claro que ele está morto. A queda da porta causa uma explosão, e é assim que todos sabem que Loial se foi. Para aumentar o impacto emocional, Perrin lê seu livro, que nos dá o monólogo de Loial, que não só se encaixa na situação, mas também serve como um lembrete esperançoso de que as coisas não são tão sombrias quanto parecem e que vão acabar bem.
A série faz mudanças significativas na história de Loial nos livros
Há muito derramamento de sangue e morte em A Roda do Tempo, mas quando personagens adoráveis como Loial morrem, somos forçados a considerar se as mortes são permanentes ou apenas um estratagema para chocar o público. No caso de Loial, o livro é a maior evidência de que ele ainda não desempenhou um papel significativo na história.
De acordo com os livros, Loial sobrevive aos eventos da Batalha dos Dois Rios. Ele é enviado para fechar o Portal, mas o faz sem ter que se sacrificar para o papel. Ele é ajudado no ato por um guerreiro Aiel chamado Gaul (que ainda não apareceu na série de TV). A partir daí, a jornada de Loial o leva por muitos altos e baixos, mas uma coisa importante que ele faz é trazer os Ogiers para a luta, convencendo-os a lutar lado a lado com os humanos.
Loial sobrevive o suficiente para aparecer na Última Batalha. No entanto, sua morte na terceira temporada da série sugere que ela está desviando seu enredo nos livros. A série já fez mudanças suficientes em algumas histórias e personagens principais, o que adicionou uma sensação de imprevisibilidade para os fãs dos livros. Embora a morte de Loial pareça bastante permanente, os fãs notarão que esta não é a primeira vez que sua morte é forjada.
Ele acabou em algumas circunstâncias bastante atenuantes na 1ª temporada, e embora parecesse que ele estava morto e enterrado, ele sobreviveu. Pode-se esperar que a mesma coisa aconteça desta vez também, mas as chances disso são bem baixas, já que forjar sua morte novamente reduziria drasticamente o investimento do público nele. Isso mostra que os escritores estão bem claros sobre o que querem para Loial, e considerando tudo, a morte é isso.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
Encontrar o equilíbrio entre qualidade e preço justo é o que muita gente busca na hora de comprar um novo par de tênis. A boa notícia é que, com um pouco de atenção, é possível aproveitar ótimas ofertas e garantir calçados de marcas confiáveis que unem conforto, durabilidade e estilo. E se tem um momento ideal para isso, é durante uma boa promoção de tênis — onde modelos variados entram em destaque com valores mais acessíveis.
Neste conteúdo, você vai descobrir quais marcas costumam oferecer as melhores oportunidades, entender o que realmente significa “custo-benefício” na prática e como avaliar um tênis além do preço. Também vamos falar sobre os modelos mais versáteis e duráveis, além de onde encontrar boas promoções online com variedade e segurança.
O que é custo-benefício quando falamos de tênis?
Antes de sair por aí caçando descontos, é importante entender o que realmente faz um tênis valer a pena. O termo “custo-benefício” vai muito além do valor pago: trata-se de obter o melhor retorno possível pelo investimento que você está fazendo. No caso dos tênis, isso envolve:
Conforto durante o uso: amortecimento, respirabilidade, formato adequado ao seu pé.
Durabilidade: materiais que resistem ao tempo, ao uso frequente e ao tipo de atividade.
Versatilidade: modelos que combinam com diferentes ocasiões ou estilos de roupa.
Design: estética moderna ou atemporal que se encaixa no seu gosto pessoal.
Um bom custo-benefício é aquele modelo que, mesmo com preço mais em conta durante uma promoção, ainda oferece tudo isso — ou ao menos a maior parte.
Marcas conhecidas por unir qualidade e bom preço
Algumas marcas se destacam por entregar tênis com ótima performance e preço justo, especialmente quando entram em promoção. Aqui estão algumas que vale a pena ficar de olho:
Olympikus
Fabricada no Brasil, a Olympikus é uma das marcas com melhor custo-benefício do mercado. Seus tênis são conhecidos pelo conforto, design moderno e preços acessíveis, além de serem ideais tanto para atividades físicas leves quanto para o dia a dia. Durante promoções, é comum encontrar modelos por menos da metade do valor original.
Rainha
Outra marca nacional que se destaca é a Rainha. Com forte presença nas décadas passadas, ela voltou com tudo apostando em linhas retrô, minimalistas e funcionais. Os tênis da marca são leves, resistentes e costumam agradar quem busca algo básico e versátil.
Mizuno
Embora tenha modelos mais caros, a Mizuno frequentemente entra em liquidações com descontos expressivos. Seus tênis são referência em amortecimento e durabilidade, sendo excelentes para quem pratica corrida ou passa muitas horas em pé.
Fila
A Fila conquistou seu espaço no segmento streetwear, mas também tem linhas esportivas muito funcionais. Os tênis da marca costumam agradar pelo visual arrojado e conforto acima da média. Em promoção, os preços se tornam bem atrativos.
Adidas e Nike
Mesmo sendo marcas de alto padrão, Nike e Adidas também oferecem boas oportunidades de custo-benefício quando entram em promoção. A dica é aproveitar os períodos de troca de coleção, datas comemorativas ou liquidações relâmpago. Modelos clássicos como o Nike Revolution ou o Adidas Duramo frequentemente aparecem com ótimos descontos.
Estilos de tênis com melhor aproveitamento em promoções
Nem sempre o mais barato é o mais vantajoso. Escolher bem o estilo do tênis pode fazer com que a promoção valha muito mais. Aqui estão alguns tipos de tênis que entregam bastante pelo que custam, principalmente em época de desconto:
Tênis casuais
Ideais para o dia a dia, os tênis casuais combinam com quase tudo: jeans, bermuda, vestidos e até looks mais sociais. Eles tendem a durar mais, já que não são expostos a tanto impacto. Além disso, modelos neutros nunca saem de moda, o que aumenta o aproveitamento da compra.
Tênis para caminhada
Feitos com foco em conforto e respirabilidade, os tênis de caminhada são leves, flexíveis e indicados para quem busca bem-estar. São ótimas escolhas para quem tem rotina corrida e precisa de um calçado confiável — e com bons preços em ofertas.
Tênis retrô
Os modelos retrô voltaram com tudo e estão entre os queridinhos da moda. Muitas marcas relançaram seus clássicos com novas cores e materiais, criando um mix de nostalgia e tendência atual. Aproveitar uma promoção para garantir esse tipo de modelo pode render um item estiloso e versátil.
Tênis esportivos multifuncionais
Existem tênis pensados para diferentes tipos de atividades físicas: corrida, treino, academia, funcional. Em vez de comprar um modelo específico para cada uma, vale investir em um tênis multifuncional, que atenda a várias necessidades. Quando aparecem em promoção, esses modelos têm um ótimo retorno para quem quer praticidade e economia.
Quando e onde encontrar uma boa promoção de tênis
Promoções de tênis acontecem com frequência, mas existem períodos estratégicos que oferecem descontos mais relevantes. Algumas dicas:
Datas comemorativas: Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal e Dia do Consumidor são clássicos momentos de grandes descontos.
Black Friday: A data mais esperada do ano por quem quer pagar menos. É comum ver tênis com até 70% de desconto.
Virada de coleção: Trocas de estação, como inverno para verão, costumam trazer liquidações de modelos da temporada anterior.
Compras online: Sites de marketplace e grandes ecommerces oferecem promoções diárias, com cupons, frete grátis e variedade de modelos.
Dicas para aproveitar melhor a promoção e evitar erros
Mesmo em uma boa liquidação, é importante fazer escolhas conscientes. Veja algumas dicas para garantir que a sua compra realmente valeu a pena:
Conheça seu número em diferentes marcas
Tamanhos podem variar de uma marca para outra. Por isso, consulte as tabelas de medidas e, se possível, leia comentários de outros compradores para entender se o modelo calça grande, pequeno ou padrão.
Leia a descrição do produto com atenção
Material do cabedal, tipo de solado, tecnologias usadas — tudo isso influencia no desempenho e na durabilidade. Entenda o que está levando para não ter surpresas.
Priorize conforto e funcionalidade
Evite comprar apenas pelo visual. Um tênis bonito, mas desconfortável, provavelmente ficará parado no armário. Em promoções, o ideal é unir estilo e praticidade.
Aproveite cupons e cashback
Além do preço promocional, muitos sites oferecem cupons de desconto adicionais ou programas de cashback. Isso torna a compra ainda mais vantajosa.
Compare preços antes de finalizar
Mesmo em promoção, um mesmo modelo pode ter valores diferentes em lojas distintas. Use comparadores de preços ou pesquise manualmente para garantir o melhor negócio.
Modelos que costumam aparecer com bom custo-benefício
Alguns modelos já são conhecidos no mercado por entregarem muito pelo valor que custam — e ficam ainda mais interessantes em promoção. Veja alguns exemplos:
Olympikus Veloz: ótimo para caminhada, com amortecimento eficiente e bom acabamento.
Fila Trend: modelo versátil para o dia a dia e treinos leves, com visual moderno.
Mizuno Jet 5: indicado para corridas e treinos, com destaque para a estabilidade.
Nike Revolution 6: uma das melhores opções de entrada da Nike, muito confortável.
Adidas Runfalcon: ideal para quem quer começar na corrida ou busca um tênis casual com estilo esportivo.
Esses modelos aparecem com frequência em promoções, e muitos deles são elogiados por usuários pela combinação de desempenho e durabilidade.
Vale mais a pena investir em um tênis barato ou esperar uma promoção de modelo melhor?
Depende do seu objetivo. Se o uso for eventual e não exigir muito do tênis, um modelo mais barato pode dar conta. Mas se você vai usar o calçado com frequência ou para atividades mais intensas, compensa esperar uma boa promoção de um modelo de qualidade superior.
Isso evita trocas frequentes, desconfortos ou até mesmo lesões por má absorção de impacto. O ideal é observar o custo-benefício no médio e longo prazo, e não apenas o valor no momento da compra.
Começaram esta semana, em São Paulo, as filmagens do longa “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você“, que tem direção de Diego Freitas. Baseado no livro homônimo de Fernanda de Castro Lima, o filme conta a história da forte amizade entre Gabi, interpretada por Any Gabrielly, e Julia, personagem de Giulia Be. Dos produtores Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf, o roteiro é assinado por Freitas ao lado de Rod Azevedo, com produção da Paris Entretenimento e distribuição da Paris Filmes.
Na trama, Julia e Gabi são uma dupla inseparável, amigas desde crianças, mas super diferentes. Enquanto Gabi é cautelosa, tímida e tem medo de sair de sua zona de conforto, Julia é extrovertida, carismática e vive intensamente. Tudo muda quando Julia sofre um acidente de carro e, antes de morrer, escreve para Gabi dez cartas, que buscam ajudá-la a deixar a timidez de lado e aproveitar todos os minutos da vida.
Cada recado contém uma missão e, enquanto Gabi segue desafios que nunca se imaginou fazendo, precisa lidar com o luto e com a saudade ao mesmo tempo em que sente a presença da amiga em todos os momentos.
As atividades propostas por Julia desafiam Gabi a enfrentar seus medos e a vencer sua timidez. Julia deixa cartas que estimulam a amiga a cantar, dançar, embarcar em uma viagem inesperada e dar chance para se apaixonar.
Enquanto completa essa e outras missões, Gabi aprende a se reconectar com si mesma e a entender melhor sobre o luto e a importância do perdão. Ela conta com a ajuda da nova colega Lorena (Pamela Germano) para completar as propostas, que a ensinam sobre o trauma e a importância da amizade com Julia, que estará sempre presente.
Sheron Menezzes e Paulo Lessa interpretam Marcia e André, os pais de Gabi. Ela é uma mãe preocupada com o futuro da menina e ele um pai focado em fazê-la se sentir melhor no momento difícil. No elenco ainda estão Léo Jaime, que vive Toninho, senhor divertidíssimo que fica amigo de Gabi durante um dos desafios; Michel Joelsas e Daniel Rangel, que vivem dois interesses amorosos da protagonista.
“As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” marca a estreia de Any Gabrielly nos cinemas como atriz e protagonista, após o sucesso como dubladora brasileira da animação “Moana”. Giulia Be, amiga pessoal e profissional de Any, também inicia um novo momento nos cinemas, depois de assinar um contrato global com a Sony Music.
A série dramática sobre crimes reais do Disney+, Uma Família Perfeita (“Good American Family”), conta a história da família Barnett. Começa com Kristine e Michael Barnett adotando uma menina chamada Natalia Grace, acreditando que ela poderia ser a peça que completaria sua família. Logo, eles começam a notar coisas sobre a menina que os convencem de que ela não é uma menina, mas uma mulher adulta. No entanto, essa é apenas a versão deles da história.
Criada por Katie Robbins, a série também conta a história da perspectiva de Natalia Grace para mostrar que as coisas muitas vezes não são o que parecem. Ao longo de oito episódios, uma história complexa é tecida para o público, que preenche todos os requisitos de um thriller de Hollywood. No entanto, a história é mais perturbadora porque é inspirada em eventos reais.
A história real que inspirou Uma Família Perfeita
Uma Família Perfeita captura a história tumultuada de Natalia Grace
Os eventos retratados em “Uma Família Perfeita” são inspirados nos relatos reais da família Barnett e de Natalia Grace e, em sua maior parte, a série utiliza elementos já comentados pelos familiares na mídia. No entanto, ao apresentar esses eventos, os criadores da série tomaram algumas liberdades criativas, preenchendo lacunas na narrativa para dar mais peso à história e, principalmente, capturando diferentes pontos de vista para examinar o caso, em vez de emitir um veredito sobre ele.
É importante ressaltar que nenhum dos Barnetts nem Natalia Grace esteve envolvido na produção da série, embora Michael Barnett tenha supostamente vendido seus direitos da história para a série de TV.
Natalia Grace nasceu na Ucrânia e tem displasia espondiloepifisária congênita, um distúrbio do desenvolvimento ósseo. Ela veio para os Estados Unidos em 2008 como parte de um programa de adoção. Kristine e Michael Barnett entraram em sua vida em 2010.
O casal de Indiana veio para a Flórida para concluir o processo de adoção emergencial. Eles foram informados de que Natalia havia sido abandonada por motivos não revelados por uma família que a havia adotado. Os Barnetts também não se preocuparam com os detalhes, pois estavam felizes em receber uma menina em sua casa. (Eles já tinham três filhos homens.) Logo, porém, os problemas começaram a surgir na família, e tudo parecia girar em torno de Natalia.
Kristine e Michael Barnett fizeram acusações graves contra Natalia
Ao longo dos anos, Kristine e Michael Barnett fizeram várias afirmações sobre o tempo que passaram com Natalia. Tudo começou com pequenas coisas, como um dia na praia. Kristine falou sobre a primeira vez que a levaram à praia. Nessa época, eles já sabiam que ela tinha dificuldade para andar devido às cirurgias.
Quando seus filhos entraram na água, ela também expressou o desejo de ser carregada para o mar. O casal afirma que, quando pediram que ela esperasse alguns minutos, ela mesma correu para o mar, deixando-os perplexos com sua dificuldade para andar.
Uma grande preocupação para os Barnetts era a idade de Natalia. Embora sua certidão de nascimento da agência de adoção mostrasse que seu ano de nascimento era 2003, eles começaram a acreditar que ela era mais velha do que isso. Kristine afirma que havia várias coisas sobre a menina que a convenceram de que ela não era uma criança.
Ela alegou que, ao dar banho em Natalia, notou que a menina tinha muitos pelos pubianos e, mais tarde, descobriu-se que ela também estava menstruada, mas manteve isso em segredo. Ela também afirma que Natalia não entendia ucraniano e nunca revelou nada sobre seu tempo em seu país natal.
Outra de suas alegações era que Natalia estava agindo além de sua idade, usando um vocabulário muito avançado para uma criança de sete anos, não gostando de bonecas e tentando fazer amizade com adolescentes. Essas alegações menores não são nada diante das outras atividades violentas das quais Kristine e Michael acusaram Natalia.
Eles alegaram que ela tentou matá-los e também compartilhou seus planos de machucar seus filhos. Kristine alegou que sua filha adotiva tentou empurrá-la em uma cerca elétrica. Ela alegou que, uma vez, encontrou Natalia colocando algo em sua bebida que ela acreditava ser venenoso, como água sanitária. Ela alegou que Natalia ficava em pé sobre eles no meio da noite e que eles ficaram com tanto medo da possibilidade de ela machucar alguém que tiveram que esconder todas as facas e outros objetos cortantes em sua casa.
Kristine alegou que, uma vez, viu Natalia atacando um menino em uma babá eletrônica quando não havia mais ninguém no quarto; que Natalia uma vez pulou de um carro em movimento; que ela estava espalhando sangue e outros fluidos corporais na parede; que ela estava ouvindo vozes (o que indicava sua doença mental); e que ela fez desenhos e escreveu coisas sobre querer matar seus familiares adotivos e enterrá-los no quintal.
O conflito na idade de Natalia acabou levando-a a deixar a Barnett House
Quando as coisas pareciam ter saído do controle, os Barnetts levaram Natalia para terapia. Eles alegaram que os médicos confirmaram suas suspeitas sobre sua idade, revelando que ela tinha problemas psicológicos encontrados apenas em adultos.
Natalia passou um ano entrando e saindo do Centro de Estresse St. Vincent, em Indianápolis, onde foi tratada por transtornos psiquiátricos e, posteriormente, encaminhada para uma unidade psiquiátrica estadual. O casal também afirma que, durante esse período, ela confessou ser mais velha do que aparentava.
Natalia Grace negou categoricamente todas as acusações feitas contra ela pelos Barnetts. Ela disse que as coisas estavam bem com os Barnetts nos primeiros dias de sua chegada à família, mas pioraram depois que ela passou por uma cirurgia. Ela alega que foi ela quem sofreu abusos da família, especialmente de Kristine, que Natalia alega ter tentado lhe dar uma overdose.
Quanto à sua idade, vários documentos foram revelados como tendo-a apoiado. Uma declaração de causa provável, apresentada anos depois, afirmou que, em 2010, Natalia foi examinada no Hospital Infantil Peyton Manning, onde sua idade foi estabelecida como sendo de oito anos na época. Outro relatório que a declaração menciona é o do hospital de Indianápolis, onde um exame esquelético de junho de 2012 indicou que Natalia tinha 11 anos.
Segundo relatos, a mãe biológica de Natalia também entrou em cena em um ponto, onde foi confirmado que Natalia nasceu por volta de 2003. Apesar de tudo isso, os registros de nascimento de Natalia foram alterados em 2012 por um juiz do Condado de Marion para refletir seu ano de nascimento como 1989, não 2003, o que a fez ter 22 anos na época, em vez de 11. O depoimento de causa provável revelou que os Barnetts disseram a Natalia para contar às pessoas que ela tinha 22 anos.
De acordo com Kristine Barnett, Natalia saiu da clínica psiquiátrica em agosto de 2012, quando alugaram um apartamento para ela, e ela foi colocada sob a supervisão da Aspire Indiana, uma provedora estadual de saúde. Eles também a inscreveram para outras coisas, como seu número de previdência social e vale-alimentação. Depois de um tempo, Natalia foi despejada do apartamento, e eles alugaram um novo apartamento para ela em Lafayette, Condado de Tippecanoe, em julho de 2013.
Os Barnetts foram acusados de negligência infantil
Depois que Natalia foi transferida para seu apartamento em Lafayette, os Barnetts se mudaram para o Canadá, pois seu filho, Jacob, foi aceito no Perimeter Institute for Theoretical Physics em Waterloo, Ontário. Kristine Barnett alegou que, a essa altura, a comunicação entre eles e Natalia havia parado. Ela expressou suas preocupações sobre sua filha adotiva ter parado de tomar medicamentos. Ela também alegou que Natalia parecia ter encontrado uma nova família.
Em fevereiro de 2014, Michael e Kristine se separaram e ele pediu o divórcio. Na mesma época, Natalia foi despejada de seu apartamento. A essa altura, ela parecia ter se unido a Cynthia e Antwon Mans, que tentaram obter sua tutela, mas o caso foi rejeitado em janeiro de 2018, pois isso significaria que o tribunal teria que anular a decisão sobre Natalia ser adulta.
Em 2019, a polícia bateu à porta de Michael, que havia se casado novamente e voltado para Indiana. De acordo com o boletim de ocorrência, ele disse que ele e Kristine sabiam que Natalia não era adulta quando a instalaram em um apartamento e partiram para o Canadá.
Mais tarde, Michael apareceu em um episódio da série documental “O Curioso Caso de Natalia Grace“, disponível na Max, onde alegou que também foi vítima de abuso por parte de sua ex-esposa, que ameaçou tirar os filhos dele se ele não fizesse o que ela pedia. Logo após o interrogatório de Michael com a polícia, acusações de negligência com um dependente foram apresentadas contra Kristine e Michael Barnett. Ambos se entregaram e saíram mediante pagamento de fiança de cerca de US$ 5.000 cada. Por fim, o tribunal absolveu Michael, enquanto as acusações contra Kristine foram retiradas.
A vida de Natalia depois dos Barnetts continuou igualmente turbulenta
Quando o tribunal inocentou os Barnetts das acusações contra eles, Natalia foi legalmente adotada pelo casal Mans. Ela se adaptou ao estilo de vida deles e os ajudou a cuidar de outras dez crianças da casa. Eles moraram em Indiana por alguns anos, mas depois se mudaram para Nashville, Tennessee. No início, as coisas pareciam estar indo bem por lá também, mas logo pioraram. Na série documental Investigation Discovery, foi revelado que os Mans a estavam maltratando.
Os relatos de testemunhas na série alegam que ela foi chicoteada com um cinto, trancada em seu quarto e esbofeteada, para citar alguns, pelo casal, embora a própria Natalia não pareça ter verificado essas alegações. Enquanto isso, Natalia também se conectou com Nicole e Vince DePaul, que tentaram adotá-la em 2009. Ela também tinha um namorado chamado Neil, que conheceu no Facebook. Em 2023, ela deixou a casa dos Mans e mora com os DePauls desde então. Ela planeja se tornar professora e anseia por um futuro melhor.
Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.
Com estreia exclusiva em outubro deste ano, o filme segue o sucesso sem precedentes de seus antecessores – Minha Culpa, que alcançou o top 10 em mais de 190 países, e Sua Culpa, que se tornou o filme Original internacional mais assistido do Prime Video no lançamento.
Confira o teaser abaixo:
Índice
Sobre Nossa Culpa
O casamento de Jenna e Lion prepara o palco para o tão esperado reencontro entre Noah e Nick, algum tempo depois do rompimento. A incapacidade de Nick de perdoar Noah cria uma barreira aparentemente inquebrável entre eles. Ele, agora herdeiro do império de negócios de seu avô, e ela, que está apenas começando sua carreira, resistem a reacender uma chama que ainda arde dentro deles. Mas agora que seus caminhos se cruzaram novamente, será que o amor se mostrará mais forte do que o ressentimento?
Em Nossa Culpa, Nicole Wallace (Skam España, Parot) e Gabriel Guevara (Mañana es hoy, Hit) dão vida aos amados personagens Noah e Nick pela última vez. Eles encerram este capítulo da saga Culpable ao lado de todo o elenco que retorna, incluindo Marta Hazas (Días mejores, Pequeñas coincidencias), Iván Sánchez (Bosé, Hospital Central), Victor Varona (Cielo Grande, Dani Who?), Eva Ruiz, Goya Toledo (Amores perros, Veneno), Gabriela Andrada (Los protegidos ADN, Los herederos de la tierra), Álex Béjar (Élite, Al fondo hay sitio), Javier Morgade (Desaparecidos, Delfines de plata), Felipe Londoño (Entrevías, Perfil falso), e Fran Morcillo (Money Heist) como Simon.
Nossa Culpa foi dirigido por Domingo González, que também repete o papel de roteirista ao lado de Sofía Cuenca, e produzido pela Pokeepsie Films (Banijay Iberia) (Veneciafrenia, 30 monedas, El bar), com Álex de la Iglesia e Carolina Bang como produtores.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.