Há algum tempo as animações do cinema parecem não ter sido feitas mais apenas para as crianças. O sucesso de bilheteria de Procurando Dory, por exemplo, mostra isso. Basta uma olhada rápida nas sessões de filmes de animação e é possível comprovar que nem todos os adultos da sala estão com uma criança ao lado.
A Illumination Entertainment fez seu nome em 2010 com Meu Malvado Favorito, animação que rendeu uma continuação, além do “spin off” Minions.
Desde seu trailer, Pets promete boas risadas ao abordar os hábitos dos bichos de estimação quando os seus donos não estão presentes. E essa premissa é cumprida ainda nos primeiros minutos de filme. Alguns comportamentos são até imagináveis, como um Fox Terrier que aguarda estático a volta de seu dono ou um gato que assalta sorrateiramente a geladeira, outros já bem mais inesperados, como um poodle que ouve heavy metal e um basset que recebe massagem de uma batedeira, mas todas as sacadas são inteligentes e divertidas.
A trama conta a história de Max, um cachorro que mora em um apartamento em Manhattan e tem seu espaço “invadido” quando sua dona adota um vira-lata espaçoso chamado Duke. Após uma briga no horário do passeio, os dois acabam se perdendo do restante do grupo e, na procura pela casa e fuga da carrocinha, os cães são incluídos na conspiração de um coelho revoltado que pretende criar um exército de animais abandonados para se vingar dos bichos de estimação.
A perseguição dos animais revoltosos aos domésticos ocupa a maior parte do enredo do filme, o que acaba deixando um pouco de lado aquelas boas sacadas iniciais sobre o comportamento dos animais – que até então tinham sido os principais momentos de risadas intermináveis na sala de cinema.
O filme funciona bem como uma animação para crianças e talvez até para adultos que tenham verdadeira paixão por animais, entretanto, para pessoas que não são tão entusiastas assim com a causa, a trama pode se mostrar um tanto quanto entediante.
O tema “cuidado com os animais versus maltrato aos bichinhos” é bem explorado no enredo e deixa a mensagem de que todos os Pets querem, precisam e devem ser bem tratados.
Com personagens fofinhos, animação bem feita e piadas legais, os objetivos do filme parecem ter sido alcançados, dentro da proposta de animação infantil é claro, mas nada mais que isso. “Pets” não traz nenhuma novidade, na verdade é só mais uma boa animação para o final de semana.
Há algum tempo as animações do cinema parecem não ter sido feitas mais apenas para as crianças. O sucesso de bilheteria de Procurando Dory, por exemplo, mostra isso. Basta uma olhada rápida nas sessões de filmes de animação e é possível comprovar que nem todos os adultos da sala estão com uma criança ao lado.
A Illumination Entertainment fez seu nome em 2010 com Meu Malvado Favorito, animação que rendeu uma continuação, além do “spin off” Minions.
Desde seu trailer, Pets promete boas risadas ao abordar os hábitos dos bichos de estimação quando os seus donos não estão presentes. E essa premissa é cumprida ainda nos primeiros minutos de filme. Alguns comportamentos são até imagináveis, como um Fox Terrier que aguarda estático a volta de seu dono ou um gato que assalta sorrateiramente a geladeira, outros já bem mais inesperados, como um poodle que ouve heavy metal e um basset que recebe massagem de uma batedeira, mas todas as sacadas são inteligentes e divertidas.
A trama conta a história de Max, um cachorro que mora em um apartamento em Manhattan e tem seu espaço “invadido” quando sua dona adota um vira-lata espaçoso chamado Duke. Após uma briga no horário do passeio, os dois acabam se perdendo do restante do grupo e, na procura pela casa e fuga da carrocinha, os cães são incluídos na conspiração de um coelho revoltado que pretende criar um exército de animais abandonados para se vingar dos bichos de estimação.
A perseguição dos animais revoltosos aos domésticos ocupa a maior parte do enredo do filme, o que acaba deixando um pouco de lado aquelas boas sacadas iniciais sobre o comportamento dos animais – que até então tinham sido os principais momentos de risadas intermináveis na sala de cinema.
O filme funciona bem como uma animação para crianças e talvez até para adultos que tenham verdadeira paixão por animais, entretanto, para pessoas que não são tão entusiastas assim com a causa, a trama pode se mostrar um tanto quanto entediante.
O tema “cuidado com os animais versus maltrato aos bichinhos” é bem explorado no enredo e deixa a mensagem de que todos os Pets querem, precisam e devem ser bem tratados.
Com personagens fofinhos, animação bem feita e piadas legais, os objetivos do filme parecem ter sido alcançados, dentro da proposta de animação infantil é claro, mas nada mais que isso. “Pets” não traz nenhuma novidade, na verdade é só mais uma boa animação para o final de semana.
Tá cansado de ouvir falar de Stranger Things e ficar voando? A gente separou alguns motivos pra conferir essa série que já ganhou nossos corações. Não seja um aparvalhado, confere aí e depois conta pra gente o que achou da série.
1. É uma produção original Netflix – a série é mais uma das super produções da gigante do streaming. Com uma fotografia excelente, bons efeitos especiais e uma trama de tirar o fôlego, Stranger Things recebe a assinatura da empresa que tem mostrado que sabe muito bem como montar uma série.
2. Referencia aos clássicos da década de 80 – um dos principais motivos que tem causado todo esse frisson em volta de ST é a infinidade de referências contidas na série. De singelos posters na parede à cenas inteiras, a série homenageia clássicos como ET, The Goonies, Exterminador do Futuro e Star Wars. Ao todo, são mais de 15 referências diretas, fora as outras, tão sutis que quase passam despercebidas até mesmo aos olhos mais atentos. Além disso, o próprio roteiro parece ser essencialmente uma grande homenagem aos dois gigantes das histórias de suspense: Steven Spielberg e Stephen King.
3. Estilo de vida oitentista – não bastante as referências aos clássicos cinematográficos dos anos 80, a série também é um prato cheio pra quem gosta de dar aquela mergulhada na nostalgia e relembrar tempos em que as crianças caçavam passarinhos e lagartixas ao invés de Pokemons. A produção leva os fãs aos tempos em que o ápice da infância de alguém era conseguir aquela bicicleta nova, não ser descoberto no esconde-esconde ou descobrir aonde a tia do lanche escondia o pudim. Walkie-Talkies, TVs de tubo, rádios amadores e telefones analógicos são apenas alguns dos muitos souvenires exibidos ao longo da primeira temporada de Strangee Things.
4. Trilha sonora – esse é um ponto crucial. Embalados ao som de bandas como The Clash, New Order e Moby, o grupo de jovens protagonistas relembra clássicos de antigamente e fazem até os marmanjos mais fortes marejarem os olhos de saudade. Impossível não destacar a cena fantástica de Will com seu irmão mais velho ouvindo ‘Should i Stay or Should i Go’, sendo introduzido ao universo do Rock n’ Roll.
5. Elenco – sem dúvida alguma o principal motivo do sucesso da série. É assustador o quanto o elenco da série é bom, especialmente as crianças que interpretam a trupe principal de heróis. Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp roubam a cena a todo tempo e fazem com que você mergulhe fundo nos acontecimentos de Hawkins (cidade onde se passa a história). Além dos jovens talentos, temos também a fantástica Wynona Ryder e David Harbour dando um show de envolvimento e interpretação. Só dá pra acreditar vendo, é muito bom mesmo.
6. Trama – o enredo arrojado dos irmãos Matt Duffer e Ross Duffer faz com que uma história extremamente complexa que aborda temas como física quântica e universos paralelos torne-se acessível até mesmo para os mais leigos. Com uma continuidade bem trabalhada e núcleos bem conectados, Stranger Things possui um roteiro que entretém e cativa, fazendo com que os fãs assistam vários episódios de uma vez, maratonando toda a temporada praticamente sem sentir.
7. Hype – não é de hoje que as séries estão bombando nas outras mídias, especialmente nas redes sociais. Quem nunca sofreu com a enxurrada de memes e spoilers que seguem grandes lançamentos como Game Of Thrones ou House Of Cards? Stranger Things então foi um caso ainda mais sério. Quem nunca se pegou tentando entender aquele meme das luzes de pisca-pisca acima do sofá que atire a primeira pedra. A série está tão em alta que em menos de dois meses de lançamento já desbancou a icônica Game Of Thrones do primeiro lugar em popularidade na lista oficial do Imdb. Todo mundo está falando, todo mundo está assistindo e você aí viajando na maionese.
Convencido? Então abra logo a Netflix e corre para assistir! Ah, não esquece de voltar aqui depois pra contar o que achou.
Robert Kirkman já é conhecido pelo público das séries por ser o escritor de The Walking Dead e Fear The Walking Dead. Em 2014, Kirkman apostou em algo diferente do seu maior sucesso, lançada pela Image Comics em junho de 2014, a HQ Outcast com a promessa de que teríamos personagens fortes e bons sustos. Promessa cumprida!
Sendo extremamente fiel a HQ e produzido pelo Cinemax, a série Outcast chegou a TV em junho e já estreou mostrando que realmente Kirkman não está para brincadeira.
Outcast acompanha a vida de Kyle Barnes (Patrick Fugit), um homem que tem sido atormentado por possessões demoníacas desde a infância. Já adulto, embarca em uma jornada para buscar respostas para seu problema, descobrindo coisas que podem mudar o modo de vida na Terra como conhecemos.
A grande questão é que as possessões não acontecem com Kyle, mas sempre com pessoas próximas a ele. Quando criança ocorreu com a sua mãe, deixando sequelas irreversíveis. Em seguida, sua parceira também fica possessa, causando traumas na filha do casal.
Quando um garoto da cidade é vítima da possessão, Barnes procura mais informações sobre o caso e acaba entrando em contato com o padre local, reverendo Anderson. Os dois passam a tentar salvar a criança e entender o que os demônios querem com o protagonista.
Em função dos acontecimentos de seu passado, Kyle se isolou da sociedade e passa a ter como único refúgio sua irmã Megan, que também tem seus conflitos interiores e um casamento em crise.
Os casos de possessão vão aumentando na cidade e a população começa a achar que o Reverendo está ficando louco, ainda mais por estar sempre com Kyle, que é julgado por todos como um perigo ao bem estar da região. É nesse cenário que surge Sidney, vivido por Brent Spiner, visto como a encarnação do próprio demônio. A primeira temporada não deixou clara o que Sidney e seus seguidores querem com Kyle, que é chamado pelos possessos de exilado (outcast). Vale notar que vários possessos vivem normalmente e até gostam da vida que estão tendo.
Com uma trilha sonora forte, planos em contra plongée (para basear o fato de que o mal vem de baixo) e enquadramentos sempre bem, vários fatores merecem destaque na excelente produção de Kirkman.
Apensar de bem feita, Outcast não traz nada de novo ao gênero do terror baseado em exorcismos. Água benta, influência do sol, orações e a boa e velha cruz ainda são os ingredientes da fórmula para o exorcismo. Entretanto, a série prova que, bem executado, esse clichê continua sendo assustador o bastante para tirar o sono de qualquer um.
No Brasil a série foi transmitida pelo canal Fox e está disponível no Fox + Play. E a boa notícia para os fãs de plantão: a série já foi renovada para a segunda temporada (antes mesmo da estreia), e, já que Fear The Walking Dead continua sem empolgar muita gente, com certeza Kirkman mostrou a que veio e conseguiu emplacar mais uma daquelas séries que chegaram para ficar.
Entre maio e setembro acontece no mundo das séries a famosa Mid Season, que nada mais é que a “temporada do meio” das produções norte-americanas. Essa época constitui aquele período de hiato entre uma temporada e outra das séries de maior sucesso. E é justamente durante esse intervalo que as emissoras fazem as apostas em suas séries menores. Algumas dessas produções dão certo e ganham espaço na grade de programação, outras não passam da primeira ou, no máximo, da segunda temporada. Dentro desse contexto, a série Preacher estreou na Mid Season desse ano pela AMC, indo ao ar entre maio e julho. A série é uma adaptação da obra dos quadrinhos criada por Garth Ennis e Steve Dillon publicada no final da década de 90.
A série
O drama conta a história de Jesse Custer, pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que é acidentalmente atingido durante um de seus sermões por uma entidade vinda dos céus chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino. O que Jesse descobre em seguida é que na verdade o que recebeu foi a dádiva da voz de Deus, fazendo com que todos o obedeçam, mesmo contra sua vontade. Acontece que Genesis está sendo procurado pelos anjos como fugitivo do paraíso, o que faz com que as legiões celestes passem a caçar Jesse na tentativa de resgatar a entidade. Daí em diante, o pastor parte em uma grande jornada para encontrar Deus.
Preacher traz um drama com misto de terror e ação, além de um elenco competente para dar vida aos personagens dos quadrinhos, contando com nomes como Dominic Cooper (Agent Carter), Joseph Gilgun (O Último Caçador de Bruxas) e Ruth Negga (Marvel’s Agents of Shield).
Preacher ainda não foi transmitida nas emissoras aqui no Brasil, porém quem acompanhou a série pela internet já sabe o quão linda é a produção, que tem uma história e fotografia incríveis. Além disso, a trilha sonora envolvente ajuda na construção do clima da trama, trazendo um ar cômico em meio às cenas de ação, lembrando um pouco a proposta de Breaking Bad.
Em termos de audiência, a série despontou e acabou ficando atrás apenas da aclamada ‘American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson‘, como a nova série mais assistida na TV a cabo norte-americana esse ano. Graças aos bons resultados e para felicidade de todos, vem a boa notícia: a AMC já renovou a série, embora ainda não tenha data prevista para estreia da segunda temporada.
Ah, e se você já assistiu conta pra gente aqui (sem spoilers) o que você achou da primeira temporada 😀
Cheio de altos e baixos, Esquadrão Suicida (Suicide Squad) deveria ter parado em seu fantástico planejamento de marketing. Seja com trailers bem bolados ou com projeções gigantescas em prédios da avenida paulista, claramente a equipe criou uma expectativa que não conseguiu suprir. Com algumas ressalvas, o filme decepciona e faz jus às críticas negativas que vem recebendo.
Péssimo roteiro, direção confusa, fotografia escura demais e atuações medianas (com algumas exceções). É difícil definir apenas um ponto que tenha sido o calcanhar de aquiles do filme, mas sem dúvida um dos principais fatores que influenciaram o resultado foi a pressão da Warner. Depois das avaliações negativas de Batman vs Superman, o estúdio teria ficado receoso com a recepção de Esquadrão Suicida. Além disso, o esmagador sucesso de Deadpool teria sido outro ponto relevante para que fossem realizadas regravações das cenas do novo filme da DC, incluindo mais humor à trama e mudando o tom “sombrio” que o diretor David Ayer tinha pensado inicialmente para algo mais “pop”.
Problemas de continuidade, enredo e direção
A história do filme tinha tudo para gerar uma produção com um enredo espetacular. Afinal de contas, alguns dos maiores vilões da DC seriam reunidos para, sob coação, executarem uma missão suicida contra um inimigo poderosíssimo que tentaria dominar o mundo. Sério, o quão fantástico é isso? Mas a equipe conseguiu estragar. Com uma apresentação corrida e superficial dos integrantes do time (alguns sequer foram apresentados) e vilões que pareciam ter sido copiados/plagiados dos vingadores (em alguns momentos a sensação era de estar assistindo Thor), o filme apresenta uma trama digna de sessão da tarde. As motivações, as paixões e até mesmo a maldade (dos VILÕES) são tratadas como aspectos secundários, deixando o longa com cara de filme infantil. Apesar de serem membros da “escória” da humanidade, os personagens tinham que, a cada cinco minutos, falar que eram vilões, pois suas atitudes pareciam mais com a de coelhinhos irritados. Sem dúvida alguma Bruce Wayne de Batman vs Superman faria até mesmo o pior dos “bad boys” do esquadrão tremer de medo.
Destaque para as atuações de Viola, Margot e… Will
Embora o filme não tenha chegado aos pés da expectativa criada em torno dele, a obra não é absolutamente descartável. A inicialmente subestimada atuação de Margot Robbie, cuja imagem parece ter sido criada para ser apenas o sex symbol da produção, foi um dos grandes destaques do filme como Arlequina. Os closes exagerados nas roupas mínimas não conseguiram apagar a caracterização excelente da personagem que, embora pudesse ter sido mais bem trabalhada no roteiro, conseguiu transpassar naturalidade as posturas insanas da palhacinha do crime. Apesar de algumas das piadas terem realmente ficado meio forçadas, a atriz conseguiu imprimir a loucura da personagem como algo intrínseco à sua personalidade, além de ter deixado claro a consciência e satisfação da criminosa com seu estado psíquico.
Outro destaque claro do filme foi a fantástica atuação de Viola Davis. Para quem acompanha How To Get Away With a Murder isso não é nenhuma surpresa, mas a atriz detonou no papel de Amanda Waller e conseguiu passar toda a força e ímpeto que a personagem exigia, comandando em alto nível o esquadrão de lunáticos montado por ela mesma.
Já Will Smith parece ter sido uma das principais vítimas do roteiro. Apesar da boa atuação (que não é muito diferente de todos os outros filmes de ação que fez) como Pistoleiro , encarnou um personagem que tinha tudo para ser complexo, mas que claramente teve sua personalidade adaptada para fazer piadinhas colegiais com seu novo colega, Rick Flag (Joel Kinnaman).
Participação do coringa
Poderíamos pular esse ponto. Foram tão poucas aparições e tão rápidas que mais pareceu que Jared Leto foi convidado para uma participação especial. Além de não fazer parte do Esquadrão, praticamente todas as suas aparições do Coringa eram nos flashbacks de Arlequina. Além disso, o coringa de Jared mais parece um “gangster” mimado. As falas do palhaço e até mesmo sua caracterização sempre soavam forçadas e deixou a sensação que o coringa quer mesmo parecer louco, mas não passa de um cara querendo meter medo nos outros. Apesar de a comparação ser injusta, não tem como não constatar o abismo existente entre a caracterização de Jared e a de Heath Ledger, em sua fantástica loucura e sadismo The Dark Knight.
Bilheteria
Apesar das pesadas críticas ao filme, Esquadrão Suicida teve a maior estreia do ano aqui no Brasil. O longa foi lançado em 1.405 salas, sendo 912 em 3D. De acordo com o Box Office Mojo, o filme levou cerca de três milhões de brasileiros ao cinema em sua estreia. Na Rússia, a produção teve uma audiência de quase quatro milhões de espectadores, a maior de toda a história por lá.
Conclusão
O filme não é ruim por completo, mas decepciona. A atuação de alguns personagens vale a saída de casa, mas sem dúvida não chega aos pés da produção que era esperada. Quem sabe agora a DC resolva de uma vez qual será sua linguagem no cinema e assuma postura, sem deixar que o sucesso de produções “concorrentes” dite como as coisas devem ser por lá.
E você, já viu o filme? Se sim, deixe aqui nos comentários sua avaliação 🙂
Com menos de uma semana de estreia, Stranger Things já é a mais nova queridinha dos fãs de séries no mundo todo. A série se passa em Montauk, Long Island, na década de 80, e conta a história do desaparecimento misterioso de Will Byers (Noah Schnapp). No meio da busca por Will, eis que surge uma garota, um tanto quanto esquisita, chamada Onze (Millie Brown). A família, juntamente com a polícia e amigos, acabam descobrindo a existência de um Mundo Invertido, cercado de mistérios e experimentos secretos do governo.
Ainda que sem nenhum indício de esperança, Joyce, mãe de Will (Winona Ryder) crê contra tudo e todos que o seu filho esteja vivo. Por vezes taxada de louca, Joyce aos poucos vai sendo compreendida quando as peças vão se juntando e o seu filho Jonathan e o policial Hopper começam a achar pistas de que o que ela falou faz sentido. Destaque para a brilhante atuação de Winona Ryder, que faz com que sintamos na pele o sofrimento e desespero de perder o filho.
Mas quem realmente rouba a cena na série são os amigos de Will: Mike, Dustin e Lucas que, em meio a um cenário de suspense, mostram toda coragem em cima suas bicicletas, desbravando os mistérios que envolvem o sumiço de seu companheiro. Esse núcleo da série traz alguns momentos cômicos e faz com que os espectadores mergulhem em um misto de sentimentos através do universo mágico introduzido pela produção em suas cabeças. A turma é liderada por Mike, que ao encontrar Onze, concede abrigo escondido de seus pais e descobre que ela tem a chave para desvendar o sumiço.
Na verdade, Onze é a figura central da trama. Com poderes de telepatia e telecinese, sua personalidade demonstra toda a angústia e dor que já experimentou nos testes realizados por seu pai, mas também se demonstra forte o suficiente pra entender que ainda que doa, ela deve estar disponível para ajudar todos a reencontrarem Will.
Continuação – A segunda temporada de Stranger Things já está confirmada, mas ainda não há data de estreia. Os irmãos Duffer, responsáveis pela série, em entrevista para Variety, já sinalizaram o que esperar da nova temporada da produção: ” temos um documento de 30 páginas, bem detalhado, em termo do que significa o Mundo Invertido (ou Lado Avesso) que não tivemos tempo de explorar ou sentimos que não cabia na primeira temporada, devido à tensão principal a respeito de Will. Nós temos todo esse mundo que não exploramos de verdade nessa temporada, e isso é bem intencional”, afirmou Ross Duffer. Ou seja, os ganchos que ficam ao fim do último episódio da primeira temporada e deixam muitas perguntas no ar vão ser explorados na segunda etapa da produção.
Se você ainda não conferiu, vale a pena maratonar e mergulhar fundo nessa ficção cientifica com o selo Netflix de produções (o que anda tendo a maior moral nos últimos tempos). Todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na serviço então, go go go!
Se você já conferiu a série e tá pirado como a gente, deixa seu comentário aqui.
A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA anunciou ontem os indicados ao Emmy 2016, apresentado por Anthony Anderson (Black-ish) e Lauren Graham (Gilmore Girls: Um Ano para Relembrar).
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 18 de setembro, revelando os melhores da televisão estadunidense no período de junho de 2015 a maio de 2016 e será apresentada por Jimmy Kimmel (Jimmy Kimmel Live!).
Game of Thrones é a série com mais indicações (23 no total), seguida por The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (22 indicações) e Fargo (18 indicações).
Confira as principais indicações abaixo:
Melhor série dramática
The Americans
Better Call Saul
Downton Abbey
Game of Thrones
Homeland
House of Cards
Mr. Robot
Melhor atriz em série dramática
Claire Danes – Homeland
Viola Davis – How To Get Away With Murder
Taraji P. Henson – Empire
Tatiana Maslany – Orphan Black
Keri Russell – The Americans
Robin Wright – House of Cards
Melhor ator em série dramática
Kyle Chandler – Bloodline
Rami Malek –Mr. Robot
Bob Odenkirk – Better Call Saul
Matthew Rhys – The Americans
Liev Schreiber – Ray Donovan
Kevin Spacey – House of Cards
Melhor atriz coadjuvante em série dramática
Maura Tierney – The Affair
Maggie Smith – Downton Abbey
Lena Headey – Game of Thrones
Emilia Clarke – Game of Thrones
Maisie Williams – Game of Thrones
Constance Zimmer – UnREAL
Melhor ator coadjuvante em série dramática
Jonathan Banks –Better Call Saul
Ben Mendelsohn – Bloodline
Peter Dinklage –Game of Thrones
Kit Harington – Game of Thrones
Michael Kelly – House of Cards
Jon Voight – Ray Donovan
Melhor atriz convidada em série dramática
Margo Martindale – The Americans
Carrie Preston – The Good Wife
Laurie Metcalf – Horace And Pete
Ellen Burstyn – House of Cards
Molly Parker – House of Cards
Allison Janney – Masters of Sex
Melhor ator convidado em série dramática
Max von Sydow – Game of Thrones
Michael J. Fox – The Good Wife
Reg E. Cathey – House of Cards
Mahershala Ali – House of Cards
Paul Sparks – House of Cards
Hank Azaria – Ray Donovan
Melhor direção em série dramática
Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey
Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones
Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones
Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland
Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick
David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan
Melhor roteiro em série dramática
Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans
Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey
David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones
Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife
Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot
Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL
Melhor série cômica
black-ish
Master of None
Modern Family
Silicon Valley
Transparent
Unbreakable Kimmy Schmidt
Veep
Melhor atriz em série cômica
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Amy Schumer – Inside Amy Schumer
Lily Tomlin – Grace And Frankie
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
Tracee Ellis Ross – black-ish
Laurie Metcalf – Getting On
Melhor ator em série cômica
Anthony Anderson – black-ish
Aziz Ansari – Master of None
Will Forte – The Last Man on Earth
William H. Macy – Shameless
Thomas Middleditch – Silicon Valley
Jeffrey Tambor – Transparent
Melhor atriz coadjuvante em série cômica
Niecy Nash – Getting On
Allison Janney – Mom
Kate McKinnon – Saturday Night Live
Judith Light – Transparent
Gaby Hoffmann – Transparent
Anna Chlumsky – Veep
Melhor ator coadjuvante em série cômica
Louie Anderson – Baskets
Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
Keegan-Michael Key – Key & Peele
Ty Burrell – Modern Family
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
Tony Hale – Veep
Matt Walsh – Veep
Melhor atriz convidada em série cômica
Laurie Metcalf – The Big Bang Theory
Christine Baranski – The Big Bang Theory
Tina Fey e Amy Poehler – Saturday Night Live
Melissa McCarthy – Saturday Night Live
Amy Schumer – Saturday Night Live
Melora Hardin – Transparent
Melhor ator convidado em série cômica
Bob Newhart – The Big Bang Theory
Tracy Morgan – Saturday Night Live
Larry David – Saturday Night Live
Bradley Whitford – Transparent
Martin Mull – Veep
Peter MacNicol – Veep
Melhor direção série cômica
Aziz Ansari por “Parents” – Master of None
Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley
Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley
Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent
Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep
Chris Addison por “Morning After” – Veep
Dale Stern por “Mother” – Veep
Melhor roteiro em série cômica
Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe
Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None
Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley
Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley
David Mandel por “Morning After” – Veep
Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep
Melhor minissérie
American Crime
Fargo
The Night Manager
The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Roots
Melhor filme feito para TV
All The Way
Confirmation
Luther
Sherlock: The Abominable Bride
A Very Murray Christmas
Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV
Sarah Paulson – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Kerry Washington – Confirmation
Kirsten Dunst – Fargo
Felicity Huffman – American Crime
Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill
Lili Taylor – American Crime
Melhor ator em minissérie ou filme feito para TV
Bryan Cranston – All The Way
Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride
Idris Elba – Luther
Cuba Gooding Jr. – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Tom Hiddleston – The Night Manager
Courtney B. Vance – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV
Melissa Leo – All The Way
Regina King – American Crime
Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel
Kathy Bates – American Horror Story: Hotel
Jean Smart – Fargo
Olivia Colman – The Night Manager
Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV
Jesse Plemons – Fargo
Bokeem Woodbine – Fargo
Hugh Laurie – The Night Manager
Sterling K. Brown – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
David Schwimmer – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
John Travolta – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor roteiro em minissérie ou filme feito para a TV
Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo
Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo
David Farr por The Night Manager
Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Joe Robert Cole por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor direção em minissérie ou filme feito para a TV
Jay Roach por All The Way
Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo
Susanne Bier por The Night Manager
Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
John Singleton por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor animação
Archer
Bob’s Burgers
Phineas and Ferb Last Day of Summer
The Simpsons
South Park
Melhor dublagem
Seth MacFarlane – Uma Família da Pesada
Trey Parker – South Park
Matt Stone – South Park
Keegan-Michael Key – SuperMansion
Chris Pine – SuperMansion
Melhor talk show e variedades
Comedians In Cars Getting Coffee
Jimmy Kimmel Live
Last Week Tonight With John Oliver
The Late Late Show With James Corden
Real Time With Bill Maher
The Tonight Show Starring Jimmy Fallon
Melhor programa de esquete e variedades
Documentary Now!
Drunk History
Inside Amy Schumer
Key & Peele
Portlandia
Saturday Night Live
Melhor especial de variedades
Adele Live In New York City
Amy Schumer: Live At The Apollo
The Kennedy Center Honors
The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special
Lemonade
Melhor reality show ou programa de competição
The Amazing Race
American Ninja Warrior
Dancing With The Stars
Project Runway
Top Chef
The Voice
Melhor apresentador de reality show
Ryan Seacrest – American Idol
Tom Bergeron – Dancing With The Stars
Jane Lynch – Hollywood Game Night
Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey
Após o sucesso da primeira HQ, “Aurora”, o ator e roteirista Felipe Folgosi adapta mais um roteiro de cinema para os quadrinhos lançando o projeto pelo Catarse da segunda Graphic Novel “Comunhão”.
“Comunhão” é um thriller de suspense misturado com terror psicológico, slasher e com boas doses de gore. Como em “Aurora”, Felipe desenvolveu inicialmente o roteiro de “Comunhão” para o cinema, mas escolheu a trama para ser seu novo projeto em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. “Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa histórica, mas mergulhando no lado mais sombrio do ser humano, basicamente o que cada um é capaz de fazer para sobreviver. Claro que tudo isso com muita ação, violência e gore”, relata.
Entre os brindes previstos para os financiamentos está uma blusa exclusiva da revista, pôster e adesivo. Além dos apoiadores Vips que ganharão convites para o lançamento em São Paulo, um print exclusivo do artista Will Conrad (Homem-Aranha, Stormwatch, Asa Noturna) e ainda poderá fazer parte da história de “Comunhão”. “Essas recompensas voaram no Aurora, então é melhor o pessoal correr para garantir”, avisa Felipe.
“Comunhão” já tem 60% de apoio. O apresentador Rodrigo Faro e Fernando Caruso fazem parte do time de personalidades que apóiam o projeto e foram horrorizados. Com mais de 25 anos de carreira o ator Felipe Folgosi retorna as telas na nova novela da Record “A Terra Prometida”.
SOBRE
“COMUNHÃO”
“Comunhão” é um thriller de suspense misturado com terror psicológico, slasher e com boas doses de gore. A história se passa no Brasil, quando um time de corrida de aventura, após uma prova, decide fazer uma trilha longe dos olhares da mídia e da organização. Eles acabam se deparando com uma tribo perdida, dominada por um reverendo misterioso com um passado suspeito. A partir daí a adrenalina corre a mil por hora. “Como toda boa história de terror, Comunhão é contada através dos olhos da protagonista, a Amy. Ela é uma das melhores corredoras do mundo, mas depois de uma decisão errada que causa um grave acidente no começo da história, ela fica traumatizada, para de correr e passa a coordenar a equipe do irmão, o Mark. Só que quando está no Brasil, perdida na selva, ela vai ter que correr, mas agora pela própria vida. É uma história que leva os personagens e o leitor ao limite da experiência humana”, conta Felipe, que repete a parceria com Instituto HQ para concretizar o projeto.
Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura gore e questões filosóficas. “Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, misturadas com as convenções clássicas do gênero que o leitor espera encontrar, mas sempre de forma inusitada, para surpreender o público”, explica o autor, que escreveu o roteiro em 2006. “Foi meu segundo longa. Um amigo americano que trabalha em um grande estúdio que sugeriu investir no gênero, por ter um mercado fiel e ser mais facilmente produzido. Mas não queria que fosse apenas um filme de slasher, então procurei incluir temas que me interessam, como a natureza do mal, sobre como a religião pode ser deturpada e como pessoas que passaram por tragédias terríveis conseguem continuar acreditando na vida “, finaliza.
Felipe conta com a arte incrível do JB Bastos, que já é um especialista no gênero, tendo trabalhado em títulos como “Night Trap” e “Knight Rider” para a Lion Forge e”Black Bag” para Legendary Comics. Nascido em Caxias, no Maranhão, Bastos é autodidata. “Me influencio pelo trabalho da Sara Pichelli, Olivier Coipel, Paulo Siqueira, Ivan Reis, Katsuhiro Otomo, Masakazu Katsura e outros” declara o artista.
CAMPANHA CATARSE
“A experiência com o “Aurora” foi uma aventura, mas muito positiva”, conta Felipe. “Conseguimos bater a meta no último dia, mas o importante foi o vínculo que criamos com os apoiadores, que esperamos que estejam com a gente de novo no Comunhão”. Algumas das recompensas que fizeram sucesso no primeiro projeto serão repetidas, como o “Horrorizado”, onde o colaborador terá sua foto transformada pelos artistas do Instituto dos Quadrinhos em cena de terror com muito gore, ser um VIP na festa de lançamento com imprensa e convidados na Stunt Burguer, e a mais bacana, poder virar um personagem da HQ.
AURORA ENTRE OS INDICADOS AO TROFÉU HQ MIX
Considerado “Oscar” dos quadrinhos no Brasil a Graphic Novel “Aurora” está entre os indicados ao Troféu HQ MIX, em três categorias: Roteiro, Novos Talentos e Publicação de Aventura, Terror e Fantasia. “Fui surpreendido de estar entre gente que respeito e admiro é o maior incentivo para continuar! Em nome de toda a equipe agradeço pela recepção e carinho que tenho recebido da comunidade dos quadrinhos. E vamos para o Comunhão”!!! declarou.
FELIPE FOLGOSI
Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde e a revista da Avianca, escrevendo sobre cinema, e em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.
Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor” e na trilogia “Os Mutantes” na Rede Record.
Como apresentador, esteve no programa “Tá Ligado” da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV SENAC, em “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, da série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX, e da novela “Chiquititas” do SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira. Atualmente faz parte do elenco da nova novela da Record “A Terra Prometida”.
INSTITUTO DOS QUADRINHOS
O Instituto dos Quadrinhos é um polo de criação de quadrinhos, animação e ilustração, fundado por Klebs Junior em 1999. Como escola, prepara uma nova geração de artistas para abraçar esta forma de arte que cresce e se difunde por outras mídias. Como estúdio, agencia e gerencia mais de 50 artistas no mercado internacional, em editoras como Marvel, DC, Dargaud e Bonelli. Como editora, o Instituto HQ é o selo que traz agora para as bancas e livrarias do Brasil histórias em quadrinhos feitas por artistas da terra. Quadrinhos por brasileiros, para o mundo. Aurora, Pátria Armada, Nikkey e O Caminho foram os lançamentos do Instituto em 2015.
SERVIÇO
Felipe Folgosi lança “Comunhão” no Catarse
Acesse:
www.catarse.me/ComunhaoHQ
Aurora – Nas bancas ou através do site http://www.institutodosquadrinhos.com.br/aurora.html
Após mais de uma década de espera, finalmente os fãs da consagrada produção da Disney “Procurando Nemo” puderam contemplar a tão aguardada continuação da saga e nada mais justo que essa sequencia seja com uma das personagens favoritas do público: a Dory. Procurando Dory começou com excelentes 1,4 milhão de espectadores, praticamente a mesma quantidade de todos os outros filmes que foram lançados junto a ele reunidos, de acordo com os números provisórios do Filme B.
A história da animação se passa cerca de um ano após Dory ajudar Marlin a reencontrar seu filho Nemo. Acontece que a peixinha tem um insight e lembra-se de sua família. Com a saudade batendo no peito, Dory inicia uma jornada em busca de reencontrar seus parentes. Através de flashbacks, o filme vai compondo a história de como a personagem se separou da família, além de dar pistas para ajudar na aventura.
Mais que uma animação fofinha, Procurando Dory aborda com muita sutileza um tema bem sério: a deficiência intelectual. “Oi, eu sou a Dory e sofro de perda de memória recente”, frase ensinada pelos seus pais, que com muita paciência e dedicação ajudaram para que a filha desenvolvesse a ciência de suas limitações. Porém, a deficiência não impede em nada que Dory seja forte e determinada na busca por seus objetivos.
O filme aborda também outros tipos de transtornos – como o polvo Hank que, após ser mutilado, desenvolve uma espécie de estresse pós-traumático. Há também o beluga Bailey com sérios problemas de autoestima e a tubarão Destiny com seus problemas de visão.
Alguns aspectos de Procurando Nemo são revividos na sequência e criam sentido na trama como, por exemplo, quando o filme aborda a maneira como Dory desenvolveu o famoso “baleiês”, língua própria das baleias, e de onde surgiu a música “Continue a nadar, continue a nadar”.
O filme reforça ainda alguns personagens já conhecidos, como Marlin, Nemo, Tio Raia e a tartaruga Crush. Novos personagens também são apresentados, merecendo destaque para as aparições do polvo Hank, dublado no Brasil por Antônio Tabet (Porta dos Fundos), e de Geraldo, o leão-marinho que tudo que quer é subir na pedra disputada pelos leões-marinhos.
A versão dublada da produção traz algumas surpresas, como Marília Gabriela representando ela mesma, além do uso de expressões e memes como “miga sua loca”.
Conclusão: os 13 anos de espera valem a sequencia. O roteiro do filme é bem direcionado, a história é envolvente e alterna muito bem entre os momentos de gargalhadas e de fofuras. A mensagem final de que amizade transpõe as barreiras e que o amor vence qualquer dificuldade é bem nítida e bela, fazendo com certeza com que os fãs se lembrem da pergunta de Marlin nos momentos de desafios: “O que a Dory faria?”.