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Planeta dos Macacos: O Reinado | Conheça os personagens do novo filme da franquia

Uma das sagas mais populares do cinema ganha uma nova história e convida o público a entrar em uma nova era. Planeta dos Macacos: O Reinado já está disponível nos cinemas e é o novo capítulo da aclamada franquia Planeta dos Macacos, dando continuidade à história da última trilogia iniciada em 2011 com Planeta dos Macacos: A Origem, seguido por Planeta dos Macacos: O Confronto em 2014 e por Planeta dos Macacos: A Guerra em 2017.

Com um jovem e talentoso elenco, efeitos visuais com tecnologia de captura de movimento de última geração e uma narrativa futurista que combina elementos de ficção científica com temas profundamente humanos, o novo filme se passa várias gerações após o reinado de Cesar, o icônico protagonista da saga, e explora os desafios de um império em transformação através dos olhos de Noa (Owen Teague), um jovem macaco prestes a se tornar adulto.

Ao seu lado são apresentados dois novos personagens, a humana Nova (Freya Allan) e Proximus Ceasar (Kevin Durand), o líder do novo reino dos macacos, que ajudam a expandir o universo da franquia para um território inexplorado.

Noa: Saindo para o mundo e revisitando o passado

Noa é um jovem macaco que ainda não explorou o mundo fora de sua aldeia e desconhece a história da raça humana que dominava o planeta tempos atrás. “Noa teve uma vida muito protegida e não sabe nada do mundo. Ele tem uma visão otimista do passado, o que é um elemento interessante do filme: há duas versões e interpretações totalmente diferentes da história, e Noa não sabe qual delas escolher”, explicaOwen Teague, que dá vida ao personagem. 

Na história, o protagonista está prestes a participar de um ritual de iniciação fundamental para sua chegada à idade adulta, mas este é interrompido por acontecimentos que o obrigam a deixar o mundo que conhece para entrar em um território desconhecido e descobrir parte da história do planeta em que vive. A partir daí, a história foca em seu processo de descoberta e seu amadurecimento pessoal.

 “Podemos dizer que Noa se deixa ser levado pela admiração. Essa é a palavra-chave, o sentimento-chave para entendê-lo. Ele é muito curioso e fica impressionado com as coisas que descobre. Mas esse deslumbramento não é completamente receptivo: dentro de Noa, existem forças em conflito”, diz Teague.

Para dar vida ao personagem, o ator contou com o apoio de diversos talentos que o cercaram durante o processo de filmagem. De um lado, ele escutou atentamente os conselhos do ator e diretor Andy Serkis, que deu vida ao icônico personagem Cesar na trilogia de Planeta dos Macacos. De outro, tanto Owen como os outros membros do elenco trabalharam com Alain Gauthier, ex-diretor artístico do Cirque du Soleil e coordenador de movimento do longa-metragem, cuja ajuda foi fundamental no processo de transformação em macacos.

Usando a técnica de captura de movimentos, os artistas tiveram que interpretar seus personagens com uma câmera presa em cima de suas cabeças e vários sensores por todo o corpo. Por fim, o ator apoiou-se fortemente no diretor Wes Ball. Segundo ele, o cineasta sempre teve as palavras perfeitas para ajudá-lo a se conectar emocionalmente com Noa em cada cena. “Ele sabia exatamente como ajudar a me colocar no lugar em que eu precisava estar” conclui.

Freya Allan as Nova in 20th Century Studios’ KINGDOM OF THE PLANET OF THE APES. Photo courtesy of 20th Century Studios. © 2024 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Nova/Mae: Vestígios de um mundo anterior

A atriz Freya Allan dá vida a Nova, assim chamada pelos macacos, mas cujo nome verdadeiro é Mae, uma mulher humana condenada a viver nas sombras, como todos os de sua raça. “Nossa personagem humana, homóloga ao personagem de Noa, representa o mundo anterior que morreu. Ela é a única personagem do filme que aparece na tela com sua aparência real”, diz Wes Ball.

Allan, por sua vez, descreve Nova como “corajosa, determinada e de grande força física”, ao mesmo tempo que comenta que ela se dedicou muito para descobrir quem Nova realmente era e como ela se tornou o que é. “Foi interessante interpretar alguém que tem tantas intenções conflitantes, e tendo tudo o que ela sempre soube questionado no decorrer do filme”, comenta a atriz.

Do ponto de vista físico, a personagem de Mae fez Allan se lembrar de sua própria infância, quando ela andava descalça e corria por entre as árvores. Nas filmagens, a atriz passou longas horas escalando, caminhando por terrenos desafiadores e correndo na água. Embora às vezes achasse cansativo, ela garante que gostou e aproveitou muito o processo.

Além disso, a experiencia também foi especialmente enriquecedora para ela graças à dinâmica que foi criada com Teague. A atriz conta que sente grande admiração pelo trabalho que seu colega fez com o personagem Noa, e que foi muito divertido colaborar com ele nas diversas cenas. 

“Tenho um senso de humor bastante bruto e eu queria ver se Owen conseguia acompanhá-lo. Tiveram momentos em que estávamos filmando à noite e que estávamos cansados e mais malucos que o normal, e nós rimos muito”, diz Allan, enquanto o ator acrescenta: “Também tiramos sorro um do outro. Nós nos divertimos muito”.

Proximus César: Liderando com tirania

O trio de personagens centrais de é completado por Proximus César, o imponente e carismático líder do novo reino dos macacos que ganha vida na pele do ator Kevin Durand. O personagem comanda um exército de macacos e deseja adquirir todo o conhecimento humano sobre tecnologia, história e comunicações. Além disso, é ele quem reinterpreta o legado de César à sua maneira, usando-o como arma de poder em seu próprio benefício.

Durand o descreve: “Proximus César tem a ideia de que se ele conseguisse encontrar as informações e toda tecnologia deixada pelos humanos, ele poderia fazer com que a evolução dos macacos acontecesse muito mais rapidamente nos próximos séculos. Ele tem um certo nível de carisma e os outros macacos começam a entender que a forma como ele vê o futuro pode ser benéfica para eles”.

Ball, por sua vez, acrescenta: “Sempre pensei que esse personagem tinha algo de Gengis Kan: a ideia de conquistar todos aqueles grupos diferentes e uni-los em um único grupo para o bem de todos. Ele tem uma ideia grandiosa do que os macacos poderiam se tornar e está disposto a impulsionar essa evolução”.

Para Durand, a criação do personagem através do processo de captura de movimento foi muito divertida. “É um processo tão imersivo, e funciona totalmente com a imaginação e a fantasia. Foi incrível mergulhar nesse personagem. Nós estudamos as diferenças anatômicas entre mim e o macaco, e foi algo incrivelmente informativo. Eu tinha a permissão para me tornar outra criatura. Wes me desafiou a tirar proveito das diferenças anatômicas. Foi realmente fantástico trabalhar com ele”, afirma Durant, acrescentando que trabalhar com Gauthier também foi extremamente enriquecedor.

 “Eu fiquei com ele durante um mês, o que foi maravilhoso. Nós dois trabalhamos sozinhos todos os dias e ele me ajudou a entrar nesse corpo e conquistar a atitude mental. E graças a todo o trabalho que fizemos juntos, o personagem começou a surgir”, conclui.

Planeta dos Macacos: O Reinado já está disponível nos cinemas.

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Baseado em uma história real, ‘Uma Vida de Esperança’ ganha trailer e tem data de estreia antecipada no Brasil

A Sony Pictures divulgou o pôster e o trailer de “Uma Vida de Esperança” (Ordinary Angels), filme que se tornou sucesso de bilheteria nos Estados Unidos. Estrelado pela atriz vencedora do Oscar Hilary Swank e baseado em uma emocionante história real, o filme teve sua estreia antecipada no Brasil e chega aos cinemas em 13 de junho

Confira abaixo:

Sobre Uma Vida de Esperança

Baseado em uma notável história verídica, UMA VIDA DE ESPERANÇA conta a história de Sharon (Hilary Swank), uma cabeleireira cheia de atitude, lutadora, residente em uma pequena cidade do Kentucky, que descobre um propósito em sua vida quando conhece Ed (Alan Ritchson), um viúvo que trabalha duro para sobreviver com suas duas filhas, sendo que a mais nova está esperando por um transplante de fígado.

Sharon, então, decide ajudar a família e se mudará montanhas para fazer isso. O que se desenrola a partir de aí é uma inspiradora história de fé, milagres cotidianos feitos por anjos e heróis do dia a dia, cuja missão é promover uma vida de esperança a outras pessoas.

Uma Vida de Esperança estreia dia 13 de junho nos cinemas.

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“Romário – O Cara”, documentário sobre o jogador brasileiro, ganha trailer

Max lançou hoje o trailer oficial de ROMÁRIO – O CARA, série documental Max Original, que trata de um dos nomes mais icônicos do futebol brasileiro. A produção estreia na plataforma no dia 23 de maio, com os dois primeiros episódios. Os lançamentos vão até dia 6 de junho, sempre com duas estreias semanais. 

Confira abaixo:

Sobre Romário – O Cara

Com depoimentos exclusivos e sem filtros do protagonista Romário e de outros grandes nomes do futebol mundial, como Roberto Baggio, Pep Guardiola, Hristo Stoichkov, Franco Baresi, Ronaldo, Neymar e Bebeto, o público vai acompanhar a trajetória de Romário até a histórica conquista do tetracampeonato mundial de 1994, que completa 30 anos no próximo mês de julho. 

ROMÁRIO – O CARA, dirigida por Bruno Maia e produzida por Feel the Match e Kromaki, recupera as origens e reconstrói os caminhos traçados por um dos maiores atacantes de todos os tempos. O arco narrativo começa em 1992, quando o jogador é colocado no banco de reservas da Seleção Brasileira, entra em conflito com a comissão técnica e fica de fora de importantes convocações seguintes. Entre idas e vindas cronológicas, a série se desenrola até o seu épico retorno à Seleção, que culmina com as conquistas da Copa do Mundo de 1994 e do prêmio de melhor jogador do planeta do mesmo ano. 

ROMÁRIO – O CARA é uma produção da Feel The Match e Kromaki para a Warner Bros. Discovery, dirigida por Bruno Maia. Pela WBD, assinam a produção Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Patricio Díaz. Pela Feel the Match e Kromaki, a produção ficou a cargo de Rodrigo Letier, Bruno Maia, Roberta Oliveira, Anna Julia Werneck e Victor Hugo Fiuza. 

Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.

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2ª temporada de “Rã e Sapo” ganha trailer e data de estreia

O Apple TV+ lançou o trailer da segunda temporada da adorada série de animação para família “Rã e Sapo” (“Frog and Toad”). Baseada na amada série de quatro livros de Arnold Lobel, ganhadora dos prêmios Caldecott and Newbery Honor, a animação estreia na sexta-feira, 31 de maio.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Rã e Sapo

Sapo é um sapo. A Rã é uma rã. Elas têm muito em comum… mas também são muito diferentes. Sapo e Rã são melhores amigas que sabem que o verdadeiro segredo da amizade não é apenas aproveitar as coisas que vocês têm em comum, mas abraçar as coisas que as tornam diferentes. Já que nossas diferenças são o que nos tornam especiais, Rã e Sapo celebram o que as torna únicas!

Os talentos de vozes originais incluem o vencedor do Oscar Nat Faxon (“Nossa Bandeira é a Morte”, “The Conners”) e o indicado ao Emmy Kevin Michael Richardson (“Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada”) como Rã e Sapo, além de Ron Funches (“Trolls”), Fortune Feimster (“Good  Fortune”, “Kenan”), Cole Escola (“At Home with Amy Sedaris”), Aparna Nancherla (“The Great North”), John Hodgman (“Amor Nas Alturas”), Yvette Nicole Brown (“Desencantada”, “Act Your Age”), Stephen Tobolowsky (“Os Goldbergs”), o indicado ao Emmy Tom Kenny (“Bob Esponja Calça Quadrada”), Selene Luna (“Viva: A Vida é uma Festa”), a indicada ao Emmy Margaret Cho (“Fire Island: Orgulho & Sedução”) e Betsy Sodaro (“Duncanville”). 

“Rã e Sapo” é baseada na amada série de quatro livros de Arnold Lobel, vencedora do Prêmio Caldecott e Newbery e publicada pela HarperCollins Children’s Books. A primeira temporada  da animação venceu o Common Sense Top TV Pick de 2023 (da organização americana que analisa e fornece classificações de mídia e tecnologia) e foi indicada ao prêmio Emmy para Crianças e Família.

O vencedor do Emmy Rob Hoegee (“Sereno – O Panda Zen”, “Niko e a Espada da Luz”) é o showrunner da série, e o estúdio Titmouse, também vencedor do Emmy (“O Pato e o Ganso”, “A Pequena Espiã”, “A Lenda de Vox Machina”) produz a animação. Hoegee é produtor executivo com Adrianne Lobel, Adam Lobel e também Chris Prynoski (“A Lenda de Vox Machina”), Shannon Prynoski (“Planeta dos Abutres”), Antonio Canobbio (“Digman”) e Ben Kalina (“Big Mouth”) da Titmouse.

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3ª temporada de Heartstopper ganha data de estreia e tem cena divulgada

heartstopper-netflix

A terceira temporada de Heartstopper estreia no dia 3 de outubro! A Netflix anunciou a data tão esperada pelos fãs, além de uma cena inédita da nova temporada. O vídeo também traz um trecho exclusivo de Birds of a Feather, música do próximo álbum de Billie Eilish, Hit Me Hard and Soft.

Confira o vídeo abaixo:

Sobre Heartstopper

A primeira temporada da série tem 8 episódios de 30 minutos cada. Heartstopper conta a história de Nick e Charlie, adolescentes britânicos em uma escola primária só para garotos. Charlie, sensível e abertamente gay, e Nick, um jogador de rúgbi alegre e de coração mole, precisam sentar juntos em uma aula. Eles rapidamente se tornam amigos, mas não demora para Charlie se apaixonar por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes, e Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imaginava.

Na segunda temporada, Nick e Charlie navegam por seu novo relacionamento; Tara e Darcy encaram desafios imprevistos e Tao e Elle descobrem se podem ser mais do que  apenas amigos. Com as provas no horizonte, uma excursão do colégio para Paris e um baile de formatura a ser planejado, o grupo tem muita coisa para lidar durante a jornada pelas novas fases da vida, do amor e da amizade.

Na terceira temporada, Charlie gostaria de dizer a Nick que o ama. Nick também tem algo importante a dizer a Charlie. À medida que as férias de verão terminam e os meses passam, os amigos começam a perceber que o ano letivo virá com alegrias e desafios. Enquanto entendem mais uns sobre os outros e sobre os seus relacionamentos, planejam eventos sociais e festas e começam a pensar nas escolhas universitárias, todos devem aprender a apoiar-se naqueles que amam quando a vida não corre como planejado. 

A 1ª temporada de Heartstopper tem 100% de avaliação da Crítica no Rotten Tomatoes e é “certified fresh” e atingiu o Top 10 da Netflix em 54 países.

A série em quadrinhos de Heartstopper vendeu mais de 8 milhões de cópias, foi publicada em 35 países pelo mundo e figurou nos rankings de livros mais vendidos internacionais, chegando ao 1o lugar tanto na lista do The Sunday Times (Reino Unido) quanto do The New York Times (Estados Unidos). 

O elenco conta com Kit Connor, Joe Locke, William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell, Tobie Donovan, Leila Khan, Rhea Norwood e Jenny Walser.

A 3ª temporada da adaptação está prevista para estrear em 3 de outubro de 2024 na Netflix.

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Corrida dos Bichos, filme distópico da Amazon sobre o Jogo do Bicho, inicia as filmagens

O Prime Video anuncia  o início das filmagens do novo filme brasileiro Original Amazon Corrida dos Bichos na próxima quarta-feira, dia 15 de maio, no Rio de Janeiro. Dirigido por Ernesto Solis, que também atua como criador e roteirista, Rodrigo Pesavento e Fernando Meirelles, a história se passa em um Rio de Janeiro distópico. 

Inspirado no universo ilegal do jogo do bicho, Corrida dos Bichos é um filme de ação onde um jovem destemido precisa vencer uma corrida voraz para salvar a vida de sua irmã. O filme se passa em um futuro distópico, onde o jogo do bicho evoluiu e cada animal do jogo passou a ser representado por um corredor de parkour em busca de um prêmio milionário.

Co-dirigido por Meirelles, ganhador do Globo de Ouro e indicado ao Oscar de Melhor Diretor, o filme retrata um Rio de Janeiro inimaginável e distópico, em que a tecnologia e o crime organizado se misturam na guerra pela sobrevivência. 

Corrida dos Bichos é estrelado por Matheus Abreu, Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Bruno Gagliasso, Grazi Massafera, Seu Jorge, João Guilherme, Silvero Pereira, Leandro Firmino, Jade Sassará, Thainá Duarte, Azzy e Jéssica Córes. Com roteiro de Ernesto Solis e Rodrigo Lages, o filme é produzido por Andrea Barata Ribeiro e Cris Abi, da O2 Filmes. 

O filme brasileiro de ação será a mais recente adição à assinatura Prime.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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10 motivos para assistir “Fúria Primitiva”, filme estrelado e dirigido por Dev Patel

O indicado ao Oscar®, Dev Patel, faz sua estreia impressionante como diretor de longas-metragens com um thriller de ação sobre um homem que busca vingança contra os líderes corruptos que assassinaram sua mãe e continuam a prejudicar sistematicamente os pobres e desamparados. FÚRIA PRIMITIVA estreia nos cinemas brasileiros em 23 de maio, com distribuição da Diamond Filmes.

Com uma combinação única de ação desenfreada, mitologia e um olhar afiado para questões sociais, FÚRIA PRIMITIVA promete ser uma experiência cinematográfica inesquecível, que ecoará por gerações, deixando uma marca indelével na história do cinema moderno.

Confira, abaixo, uma lista de dez motivos para não perder FÚRIA PRIMITIVA nos cinemas!

1. Como não amar Dev Patel? Além de estrelar como protagonista, ele também é diretor, roteirista e produtor neste thriller de ação envolvente.

2. Grandes referências: Patel se inspirou em gêneros cinematográficos que admira, como os filmes de ação e vingança coreanos, e em franquias de sucesso como “John Wick”, para criar uma narrativa original e impactante.

3. Locações incríveis: a maior parte foi filmada em Batam, Indonésia, um local deslumbrante que proporcionou o cenário ideal para representar a cidade fictícia Yatana, uma mistura de Mumbai com Gotham.

4. Mitologia indiana modernizada: a história do filme é uma reimaginação da lenda hindu de Hanuman, o Deus Macaco, trazendo uma narrativa antiga para os tempos modernos.

5. Efeitos impressionantes: a equipe de efeitos especiais criou cenas memoráveis, como o incêndio de uma vila e a explosão de um aquário gigante, com efeitos práticos de tirar o fôlego, sem exagerar no CGI.

6. Visual espetacular: os figurinos foram meticulosamente projetados para refletir a dualidade entre a opulência da elite e a autenticidade das ruas de Yatana, transportando o público para um mundo dividido entre brilho e decadência.

7.  Dev Patel entrega uma performance visceral que captura a dor e a determinação do protagonista complexo.

8. A visão inovadora de Jordan Peele, que atua como produtor, eleva ainda mais o filme, trazendo profundidade emocional e reflexões sociais instigantes.

9. Mensagem social poderosa: além da ação frenética, o filme aborda temas como corrupção, injustiça e redenção, oferecendo uma reflexão sobre o poder da vingança e a transformação do vingador em defensor.

10. Hino para os excluídos: segundo Dev Patel, FÚRIA PRIMITIVA é um hino para os excluídos, uma história de superação e coragem que celebra a força dos desfavorecidos e a busca pela justiça em um mundo injusto.

Sobre Fúria Primitiva

Produzido por Jordan Peele (Corra! e Não! Não Olhe!), FÚRIA PRIMITIVA apresenta a jornada de Kid (Patel), um jovem que ganha a vida em um clube de luta clandestino, onde, usando uma máscara de gorila, é brutalmente espancado todas as noites por lutadores mais populares. Após anos de raiva contida e uma vida muito dura, Kid encontra uma maneira de se infiltrar na elite da cidade. À medida que seu trauma de infância ressurge, ele não mede esforços para acertar as contas com os homens da alta sociedade que tiraram o pouco que ele tinha.

FÚRIA PRIMITIVA marca a estreia de Dev Patel na direção de um longa. A história original é do ator e diretor, que também assina o roteiro ao lado de Paul Angunawela e John Collee. O filme teve sua estreia no Festival SXSW e conquistou o selo Fresh no site de críticas Rotten Tomatoes.

O elenco também conta com Sharlto CopleySobhita DhulipalaPitobashVipin SharmaAshwini KalsekarAdithi KalkunteSikandar Kher e Makarand Deshpande.

Fúria Primitiva estreia dia 23 de maio nos cinemas brasileiros.

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Curta-metragem “A Menina e o Pote”, que será exibido em Cannes, ganha trailer oficial

Com direção e produção de Valentina Homem, A MENINA E O POTE ganha trailer oficial. O curta-metragem terá sua estreia mundial no Festival de Cannes. O curta em animação será exibido na mostra competitiva da Semana da Crítica, e terá sua primeira sessão no dia 21 de maio, às 14h15 e às 20h (horário local), no Cinéma Miramar (35 rue Pasteur).

Confira o trailer abaixo:

Sobre A Menina e o Pote

O curta parte de um conto escrito pela própria cineasta em 2012, um parábola que nasceu de uma tentativa catártica de traduzir experiências do início da vida adulta.

Alguns dos símbolos que organizam a narrativa são metáforas de episódios bastante íntimos: o pote, o seu rompimento, o vazio que o preenchia, a perda de contornos, a busca por uma tampa e a integração final com o vazio dentro do pote. Anos depois, eu estava investigando a cosmogonia ameríndia e fazendo experiências com Plantas Sagradas Amazônicas, e percebi como a trajetória da Menina espelhava, de alguma forma, a de uma iniciação xamânica. Quando começamos a fazer o filme, decidi imbuir a história com símbolos que enraizassem a menina na cultura ameríndia.”

Para transformar isso em filme, Valentina contou com a consultoria da antropóloga indígena Francy Baniwa, e o roteiro, além delas duas, teve a colaboração, também, de Nara Normande, Tati Bond e Eva Randolph. 

A história foi construída com referências à cosmologia Baniwa e também algumas influências da mitologia Yanomami, conforme descrito no livro seminal de Davi Kopenawa Yanonmi, A Queda do Céu. A realização do filme foi colaborativa durante todo o processo. Nara Normande foi a diretora de animação e Eva Randolph editou o filme. Tati Bond foi responsável pela direção artística e foi a única animadora do filme, assumindo a função de codiretora de Valentina.

O filme utiliza a técnica de pintura sobre vidro, que reflete a jornada da Menina, que está em constante transformação, materializada na fluidez, fusão e perda de contornos da animação. A escolha da técnica se deu, principalmente, pela possibilidade de trabalhar com traços, que são explorados em um crescendo: nos dois primeiros atos são dadas pistas sobre o que predominará no terceiro ato – uma metamorfose permanente que conecta tudo em um único todo.

A Menina fala Nheengatu, ou Língua Geral, que se desenvolveu a partir de uma língua indígena de influência europeia no século XVI, e se tornou então a língua mais falada em território brasileiro. Posteriormente foi proibida, mas continuou sendo a língua principal de alguns grupos indígenas da região do Alto Rio Negro. A Menina fala Nheengatu porque é a língua materna de Francy Baniwa e também pelas conexões que Valentina estabeleceu com a comunidade da antropóloga.

Por conta da parceria no filme, Francy e Valentina se tornaram colaboradoras em um projeto na aldeia natal da antropóloga, Assunção do Içana: AMARONAI – dignidade menstrual e geração de renda para mulheres indígenas, que está profundamente ligado simbólica e politicamente ao filme.

A MENINA E O POTE nasce na distopia em presente contínuo em que vivemos: o fim do mundo é agora, não num futuro distante. A floresta amazônica está perigosamente perto do ponto sem volta, só perceberemos isso quando não houver mais nada para ver? 

O filme é fruto do nosso sonho coletivo: sonhar com a floresta, ser floresta – resgatar memórias ancestrais, que conservam também o que está por vir. As mitologias ameríndias, ao contrário do pensamento ocidental, não concebem um mundo sem nós, por isso penso no nosso tempo como uma era pré-cosmogónica, mas é urgente reflorestar os nossos imaginários – E espero que o filme possa ser um portal para uma futuro possível“, conclui a diretora.

A MENINA E O POTE é uma produção da Sempre Viva.

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Uma Ideia de Você | Por que Hayes deixa seu relógio para Solene? Entenda

A diferença de idade entre Solene e Hayes se torna o assunto da cidade quando é revelado que eles estão namorando. Em ‘Uma Ideia de Você’, do Prime Video, acompanhamos a jornada tumultuada do casal enquanto eles se apaixonam e ao mesmo tempo tentam lidar com o julgamento do mundo que surge em seu caminho.

A popularidade de Hayes como vocalista de uma boy band chamada August Moon também se torna um dos fatores por trás do escrutínio incessante de seu relacionamento, mas entre tudo isso, eles também encontram esperança de que seu amor perseverará em todas as mudanças. O relógio de Hayes torna-se um dos símbolos dessa esperança.

ALERTA DE SPOILERS!

O relógio de Hayes representa seu amor contra todas as probabilidades por Solene

Hayes e Solene se conhecem no Coachella, mas é quando ele vem procurá-la em sua galeria de arte em Silver Lake que suas intenções ficam claras. Ele está apaixonado por ela e embora Solene também sinta atração, ela sabe que a diferença de idade entre eles atrairá críticas do mundo inteiro.

Depois de se beijarem apaixonadamente, Solene pede que ele vá embora, e é quando Hayes secretamente deixa seu relógio na casa dela. Isso é, de certa forma, uma garantia para o próximo encontro, uma desculpa para ver Solene novamente, como deixar seu suéter na casa deles no primeiro encontro, para que vocês possam se encontrar novamente, só para devolver o suéter e marcar um segundo encontro.

É uma jogada inteligente da parte de Hayes, e esta provavelmente não é a primeira vez que ele faz isso, como mais tarde ficou claro para Solene. Ele tem seus próprios métodos para cortejar mulheres e usou todas essas coisas em Solene. Porém, a diferença é que desta vez as coisas são muito mais sérias para ele, o que fica claro na segunda vez que ele deixa o relógio na casa de Solene.

A essa altura, ele e Solene já passaram por muita coisa. Eles se entregaram a um caso secreto que se transformou em um escândalo público e afetou tanto a vida deles, especialmente a de Solene, que ela decidiu se afastar do relacionamento mesmo quando isso a deixava mais feliz do que nunca.

A próxima vez que Hayes deixar seu relógio para Solene, será mais uma promessa do que uma desculpa para se encontrarem novamente. Este não é um movimento malicioso para conquistar a garota, mas um ato sincero para mostrar que ele realmente a ama e que esperará por ela. Nesse contexto, o relógio também representa o tempo que ele dá aos dois.

Quando Solene pede para terminar, ele propõe que seja mais uma pausa temporária do que um adeus permanente. Ele pede que ela o encontre novamente cinco anos depois, o que é o suficiente para mudar muitas coisas para os dois. Nessa altura, ele acredita que ambos estarão mais livres e com mais controle sobre as suas vidas. Até então, ele espera que eles estejam livres para amar um ao outro sem sofrer o julgamento do público.

O fato de Solene guardar o relógio e até usá-lo cinco anos depois prova que, embora ela tenha pedido a Hayes que seguisse em frente se encontrasse o amor com outra pessoa, ela não foi capaz de fazer isso por si mesma. Para ela, o relógio representa a vida que ela poderia ter tido com Hayes, o tempo que perderam porque o mundo não permitiu que ficassem juntos. Era o símbolo dessa perda, mas também de esperança, conectando-os mesmo quando eles se separaram e aparentemente nunca mais se encontrariam. Ou foi o que Solene pensou.

No final, Hayes volta, exatamente como havia prometido, e está pronto para ter a vida que esperava ter com Solene, agora que as coisas, especialmente o momento, estão muito mais a seu favor.

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Bodkin é uma verdadeira cidade irlandesa? Onde está localizado?

O programa de comédia policial da Netflix, ‘Bodkin’, gira em torno de uma série de desaparecimentos misteriosos que se desenrolam na cidade de mesmo nome na noite do festival Samhain. Durante 25 anos, o caso permanece sem solução – até que o podcaster Gilbert, a sua investigadora Emmy e o seu relutante companheiro jornalista de investigação, Dove, chegam à cidade para examinar o caso no seu podcast sobre crimes reais.

No entanto, onde Gilbert apenas esperava encontrar uma história convincente e incompleta na pequena cidade, a curiosidade imprudente de Dove coloca o trio num caminho perigoso à medida que a sua investigação os aproxima cada vez mais da verdade.

A série apresenta a pequena cidade irlandesa de Bodkin como elemento central de sua narrativa. Assim, a cidade torna-se fundamental neste enredo cheio de mistério através de sua comunidade unida e de segredos igualmente bem guardados. Consequentemente, é natural que os espectadores se perguntem se Bodkin é ou não um lugar real na Irlanda.

Bodkin é uma cidade fictícia criada na região de West Cork, na Irlanda

Bodkin, a cidade irlandesa titular da série de mistério de Jez Scharf, não é um lugar real na Irlanda. Em vez disso, é uma cidade fictícia criada pelas mentes por trás da série. Como a narrativa que se desenrola na cidade na tela é de natureza igualmente fictícia, o criador foi muito deliberado em manter distância da realidade para afirmar a fabricação da história. No Tudum da Netflix, Scharf discutiu o mesmo e disse: “Não é uma história real, não é um lugar real”.

“É uma cidade falsa, é um lugar falso. São todas pessoas falsas. Quanto ao mistério em si, trabalhamos muito para encontrar algo que não fosse de forma alguma adjacente a uma história de crime real e verdadeira”, esclareceu Scharf. “A ficcionalidade disso foi muito deliberada.”

Como tal, a cidade de Bodkin continua a ser um elemento fictício. Mesmo assim, é difícil ignorar a capacidade da cidade de transportar os espectadores para a cultura irlandesa de cidade pequena.

O mesmo é resultado das práticas de filmagem realistas utilizadas pela série, que foi filmado inteiramente em locações. Como tal, embora os fãs não consigam encontrar Bodkin no país irlandês, outras cidades, vilas e condados em West Cork fornecerão uma contrapartida fora da tela para o lugar fictício. Particularmente, áreas como Union Hall Village e sua vizinha Glandore Village servem como locais da vida real para a localidade que constitui a cidade de Bodkin.

Em conversa com o Tourism Ireland, Siobhan Cullen, a atriz que interpreta Dove, falou sobre a decisão de instalar a Bodkin em West Cork e disse: “Union Hall faz Bodkin perfeita. É tão impressionante e resume tudo o que as pessoas imaginam sobre a beleza da Irlanda. Está tudo aqui – é um lugar deslumbrante.”

Da mesma forma, Will Forte, que interpreta Gilbert, compartilhou sentimentos semelhantes em uma entrevista separada para o Screen Rant. “Cada local [de filmagem] foi uma delícia de se estar. Quero dizer, filmamos em Dublin e Wicklow por um tempo, e depois ficamos em um lugar chamado Union Hall em West Cork durante grande parte disso. Foi impressionante…”

Portanto, o programa equipa locais de filmagem realistas para adicionar autenticidade à sua cidade ficcional. Além disso, a adição de aspectos culturais locais menores, como o esporte recreativo de boliche, as práticas do festival Samhain e a relevância dos pubs irlandeses, acrescentam mais realismo à pequena cidade.

Da mesma forma, a cultura social clichê, mas secreta, dentro de Bodkin aumenta o seu status de cidade pequena – permitindo que as pessoas acreditem que ela pode ter sido um local real para um crime verdadeiro. No entanto, a cidade é apenas um dos muitos elementos fictícios da série.

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