Início Site Página 231

O Problema dos 3 Corpos | Criador revela detalhes da 2ª temporada

Tá vindo aí! A primeira temporada de O Problema dos 3 Corpos ainda repercute nas redes, mas os criadores já estão de olho no futuro da série. Em entrevista ao DeadlineD.B. Weiss comentou sobre o segundo ano do seriado, que ainda não foi confirmado pela Netflix.

Weiss fala sobre a adaptação da trilogia de livros, afirmando que conforme as obras se expandem, a adaptação para o audiovisual se torna mais desafiadora. “Por um lado, isso facilita a entrada no mundo da obra, mas a história realmente fica bem selvagem, no melhor sentido possível”, disse Weiss. 

“Com algo tão selvagem, há muitas escolhas a serem feitas e muitas coisas a serem descobertas. Temos nos esforçado nos últimos dois meses para descobrir esses caminhos”

Sobre O Problema dos 3 Corpos

A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 repercute no espaço e no tempo até aos dias de hoje. Quando as leis da natureza se revelam inexplicavelmente diante dos seus olhos, um grupo de cientistas brilhantes une forças com um detetive pouco ortodoxo para enfrentar a maior ameaça da história da humanidade. A série é estrelada (em ordem alfabética) por Alex Sharp, Benedict Wong, Eiza González, Jess Hong, John Bradley, Jonathan Pryce, Jovan Adepo, Liam Cunningham, Marlo Kelly, Rosalind Chao, Saamer Usmani, Sea Shimooka e Zine Tseng.

David Benioff e D.B. Weiss (Game of Thrones) e Alexander Woo (The Terror: InfamyTrue Blood) são co-criadores, produtores executivos e escritores da série. Bernadette Caulfield (Game of ThronesArquivo X) é produtora executiva. 

Rian Johnson (Entre Facas e SegredosStar Wars: Os Últimos Jedi), Ram Bergman e Nena Rodrigue são os produtores executivos pela T-Street. Lin Qi,  o falecido ex-presidente do Grupo Yoozoo, e Zhao Jilong, detentor dos direitos de The Three-Body Universe, são produtores executivos, juntamente com Xiaosong Gao e Lauren Ma. Brad Pitt, Jeremy Kleiner e Dede Gardner, da Plan B Entertainment, assinam também a produção executiva. Rosamund Pike e Robie Uniacke são produtores executivos pela Primitive Streak. Derek Tsang e Andrew Stanton dirigem e são co-produtores executivos. Diretores adicionais incluem Jeremy Podeswa e Minkie Spiro.

A adaptação é comandada por David Benioff e Dan Weiss (Game of Thrones), com supervisão do autor Cixin Liu.

O Problema dos 3 Corpos já está disponível na Netflix.

Leia também:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News.

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Sonic 3 terá Keanu Reeves como o vilão Shadow

De acordo com o THR, Keanu Reeves, das franquias de Matrix John Wick, realmente assinou com a Paramount Pictures para dar voz a Shadow em SONIC 3.

Originalmente, as especulações apontavam que Hayden Christensen (Obi-Wan Kenobi) havia sido escalado no papel.

Shadow, vale dizer, apareceu pela primeira vez em Sonic Adventure 2, de 2001. O personagem é, de muitas maneiras, uma espécie de anti-Sonic, ao mesmo tempo que reflete os poderes do herói.

Jim Carrey, intérprete do vilão Robotnik, voltará à pele do gênio maligno para o terceiro longa da franquia.

O filme também teve seu novo logo revelado, com o emblema antecipando a inevitável luta entre Sonic (Ben Schwartz) e Shadow — confira:

Sonic 3 tem estreia marcada para 20 de dezembro de 2024.

Leia também:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News.

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso canal no WhatsApp ou no Telegram.

Publicidade

Maxton Hall: O Mundo Entre Nós | Série sobre história de amor moderna ganha primeiro cartaz

O Prime Video divulgou o cartaz oficial de Maxton Hall: O Mundo Entre NósA série Original alemã chega no dia 9 de maio.

Maxton Hall: O Mundo Entre Nós é baseada no premiado romance best-seller Save Me, da autora Mona Kasten. Produzida pela UFA Fiction, a série centra-se em James e Ruby, que vivem uma moderna história de amor entre um rapaz rico e uma menina da classe trabalhadora em um mundo de glamour, prestígio, segredo e drama.

Confira abaixo:

Sobre Maxton Hall

Quando Ruby descobre, sem querer, um segredo na escola particular de Maxton Hall, o herdeiro James Beaufort é obrigado a lidar com a estudante bolsista e está determinado a silenciar Ruby. Porém, a mera troca de palavras entre os dois acende uma faísca difícil de apagar.

Maxton Hall: O Mundo Entre Nós é dirigido por Martin Schreier (Dreamfactory) e Tarek Roehlinger (A State of Emergency). Os protagonistas são interpretados por Harriet Herbig-Matten (Bibi & Tina: Einfach Anders) como Ruby e Damian Hardung (How to Sell Drugs Online (Fast) como James.

O elenco também inclui Sonja Weißer (Tatort) como Lydia, Ben Felipe (Pagan Peak) como Cyril, Fedja van Huêt (Speak no Evil) como Mortimer, Runa Greiner (Suck Me Shakespeer) como Ember, Justus Riesner (Loving Her) como Alistair Ellington, Govinda Cholleti (Encounters) como Keshav Patel e Esmael Agostinho (Ostfriesenmoor) como Wren Fitzgerald.

Todos os seis episódios estarão disponíveis no dia 9 de maio.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Romance gay brasileiro ganha estreia no Festival de Cannes 2024

O filme Baby, do diretor Marcelo Caetano (Corpo Elétrico), foi selecionado para a 63a Semana da Crítica, mostra paralela do Festival de Cannes 2024.

É a estreia mundial do longa-metragem, que é o segundo dirigido por Caetano. Organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema, a mostra competitiva reúne sete filmes de diretores de primeiro e segundo longa, escolhidos entre mais de 1000 inscritos.

Depois de estrear seu primeiro filme, Corpo Elétrico, no Festival de Roterdã, Marcelo comemora a seleção para a Semana da Crítica, em Cannes. “Baby não poderia nascer em melhor lugar. A Semana da Crítica é a mostra dedicada aos diretores em primeiro e segundo longa. É um espaço para um cinema de invenção, para novas temáticas e linguagens. Alguns dos cineastas que mais me influenciaram foram descobertos pela Semana.”

O filme também marca mais um projeto de Marcelo rodado no Centro de São Paulo. “Baby é uma carta cheia de paixão e dor ao Centro de São Paulo, lugar que eu filmo há quinze anos, desde meus primeiros curtas-metragens. Em Baby, os personagens estão em constante movimento. Eles cruzam as ruas da cidade em busca de liberdade e da realização de seus desejos. É um filme antes de tudo sobre a cumplicidade e a amizade, em meio ao caos”, conta o diretor.

Logo após ser liberado de um Centro de Detenção para jovens, Wellington (João Pedro Mariano) se vê à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.

O elenco conta com João Pedro Mariano, Ricardo Teodoro, Ana Flavia Cavalcanti, Bruna Linzmeyer, Luiz Bertazzo, Marcelo Varzea, Mauricio de Barros, Kyra Reis, Patrick Coelho, Baco Pereira, Sylvia Prado, Ariane Aparecida, Victor Hugo Martins e Kelly Campello.

O filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Giulia Benite está Morando com o Crush em nova comédia nacional; veja o trailer

A nova comédia romântica de Hsu Chien (Me Tira da Mira, Licença para Enlouquecer), Morando com o Crush acaba de ganhar cartaz e trailer oficiais.

Estrelado por Giulia Benite (Turma da Mônica – Lições) e Vitor Figueiredo, o filme conta a história de Luana e Hugo, dois jovens que vivem as emoções do primeiro crush adolescente. A produção é da Paris Entretenimento, com coprodução da Paramount Pictures e da Simba Content, e apoio do Telecine.

Confira abaixo:

Sobre Morando com o Crush

Em Morando com o Crush, Luana (Giulia Benite) se apaixona à primeira vista por Hugo (Vitor Figueiredo) quando ele é transferido para sua escola, mas não tem coragem para investir no crush. Ela mora com o pai, Fábio (Marcos Pasquim), que desde que perdeu sua esposa não consegue engatar em nenhum relacionamento sério. Quando Hugo convida Luana para um date nas férias parece que as coisas estão melhorando para ela. A maré de azar no amor também dá sinais de ter acabado para Fábio quando ele se apaixona por Antônia (Carina Sacchelli), sua colega de trabalho. Mas a nova namorada do pai de Luana também é… a mãe de Hugo. 

A vida de Luana e Hugo vira de cabeça para baixo quando seus pais decidem aceitar uma proposta de emprego em uma nova cidade e morar juntos na mesma casa. Agora em uma nova cidade no interior, Luana e Hugo vão precisar aprender a conviver juntos e lidar com a nova dinâmica familiar, além de disfarçar os sentimentos que têm um pelo outro, já que o relacionamento dos pais acaba gerando uma situação delicada: agora eles são praticamente “irmãos”. 

O elenco inda conta com Júlia Olliver, Ryancarlos de Oliveira, Juliana Alves, Amaurih Oliveira, Ed Gama, Sara Alves, Luísa Bastos, Alice Baltezam, Jenifer Ramos, Narjara Turetta, Edu Mendas, Mariana Catalane, Laura Tietz, Yonara Karam, Manuela Freitas e Diego de Lima.

Com direção de Hsu Chien, a estreia de Morando com o Crush está marcada para 23 de maio nos cinemas com distribuição da Paris Filmes.

Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Conheça a nova série documental da Max sobre Massacre dos Mórmons

A minissérie documental Massacre dos Mórmons, que explora o caso do assassinato de nove membros das famílias Lebaron, Langford e Miller, já está disponível na Max.

Produzida pela Pacha Films para a Warner Bros. Discovery, a minissérie de quatro episódios apresenta testemunhos, acesso exclusivo e uma abordagem abrangente das linhas de investigação. Além disso, oferece uma reconstrução cronológica e detalhada dos eventos para aprofundar a história por trás desse crime que ocorreu em 4 de novembro de 2019, entre os estados de Sonora e Chihuahua.

A violência do ataque que resultou na morte de mulheres e crianças gerou forte reação emocional e uma condenação social generalizada com grande atenção da mídia. Esse evento trouxe à tona o debate sobre a segurança ou a falta dela no México, bem como a capacidade e a eficiência das medidas do governo para lidar com a violência e o crime organizado.

Massacre dos Mórmons é uma minissérie documental Max Original, dirigida por Steven Grandison e com produção executiva de Luis del Valle, Angus Macqueen e Guillermo Galdós.

Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Quem é Bird Psycho em Heartbreak High?

A segunda temporada de ‘Heartbreak High‘ traz novas complicações para Amerie Wadia – cuja recém-descoberta determinação de ser uma pessoa melhor e mais agradável começa mal com o aparecimento de um crítico anônimo, “Bird Psycho”. O hater incógnito tem a intenção de lembrar Hartley High de todos os erros de Amerie, que acabam se estendendo muito além de seu erro social anterior, o “mapa do incesto”. Consequentemente, enquanto Amerie tenta provar seu valor concorrendo para o capitão da escola, Bird Psycho continua a atacá-la de várias maneiras.

Em retaliação, Amerie e seus amigos iniciam uma investigação para descobrir a identidade de seu inimigo e, ao mesmo tempo, lidam com o drama adolescente que os cerca o tempo todo. Com o mistério em torno de Bird Psycho permanecendo consistentemente relevante, sua identidade secreta facilmente convida a intriga do público.

ALERTA DE SPOILERS!

O mistério da 2ª temporada de Heartbreak High

Bird Psycho e sua vingança pessoal contra Amerie

A falta de simpatia social de Amerie entre o corpo discente da Hartley High é uma das primeiras coisas que a segunda temporada estabelece. Desde seu erro inicial no mapa do incesto, que introduziu o curso obrigatório Tutorial de Alfabetização Sexual, até sua inclinação geral para a grosseria – a garota desagradou mais do que seu quinhão de colegas. Pela mesma razão, ela decide concorrer a Capitã Estudantil, afirmando que entre a esmagadora correção política de Sasha So e a irresponsabilidade social misógina de Spencer “Spider” White, ela pode ser a candidata perfeita que os estudantes precisam.

No entanto, logo após a declaração da mesma intenção de Amerie, o Bird Psycho torna sua presença conhecida. Anteriormente, Amerie e Harper encontraram vários pássaros mortos deixados intencionalmente para eles e os confundiram como uma ameaça contra Harper. No entanto, uma vez que Bird Psycho lança uma imagem grafitada de Amerie para toda a escola, eles efetivamente estabelecem sua intenção de evitar que a garota encobre seus erros do passado. Como tal, eles criam um quadro de mensagens on-line para as pessoas compartilharem suas queixas com Amerie – uma opção da qual a maioria das pessoas aproveita.

Assim, ao longo da campanha de Amerie, a menina e seu grupo de amigos continuam tentando decifrar a identidade de Bird Psycho, enquanto este contra-ataca através de vários ataques. Por exemplo, durante o acampamento da turma, eles revelam imagens de áudio de Amerie e seus amigos insultando várias pessoas enquanto tentam descobrir quem é Bird Psycho. Mesmo assim, ao fazer isso, eles roubam o telefone de Quinni e deixam para trás um caminho óbvio para sua identificação.

Acontece que, apesar da lista de reclamações que os colegas de Amerie acumularam contra ela ao longo dos anos, foi Rowan Callaghan – o novo aluno da Hartley High que decidiu tomar medidas agressivas contra a garota. Rowan mudou-se de Dubbo para Sydney. No entanto, o menino morou na cidade quando criança e costumava sair com Amerie quando criança. Naquela época, ele era conhecido pelo apelido de “Spud” e costumava admirar Amerie de longe enquanto os dois andavam na mesma pista de skate.

Só quando um pássaro aleatório se machucou é que Amerie e Rowan se tornaram amigos quando começaram a cuidar juntos do pássaro, apelidado de Eggo. Consequentemente, os dois realizaram um funeral para o pássaro depois que ele faleceu, obrigando outras crianças a zombarem deles por sua aparente ingenuidade. Portanto, em sua busca para evitar o ridículo social, Amerie atribuiu a ideia do funeral apenas aos ombros de Rowan, traindo a confiança do menino. Como resultado disso, Rowan voltou correndo para casa frustrado, assustando seu irmão mais novo, Jett.

Depois que Jett saiu correndo de casa para encontrar seus pais, que estavam do outro lado da rua assistindo a um churrasco, o menino sofreu um acidente de carro e morreu. Assim, Rowan desprezou Amerie todos esses anos, atribuindo a morte de seu irmão à garota, já que a alternativa seria culpar a si mesmo. No entanto, uma parte dele permanece a par do fato de que, apesar de suas deficiências, Amerie não pode ser culpada pela morte de Jett. Pela mesma razão, ele simultaneamente a persegue romanticamente, abandonando periodicamente seu ódio por ela.

Rowan não consegue colocar suas emoções em ordem perto de Amerie. Como tal, os ataques de Bird Psycho contra a garota muitas vezes coincidem com o fato de ela ter feito algo particularmente terrível recentemente. No final, a revelação de Rowan como Bird Psycho chega logo após a queda e queimadura literal de Hartley High. Ainda assim, mesmo que sua busca por vingança quase acidentalmente mate a si mesmo, Amerie e Harper, seu personagem permanece colorido pela ambiguidade moral. No final das contas, Amerie perdoa Rowan por suas dúvidas, reconhecendo seu comportamento como um erro espetacular – mas evidente.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Uma Jornada Entre Amigos é uma história verdadeira? Conheça a inspiração do filme da Netflix

No filme dramático filipino da Netflix, ‘Uma Jornada Entre Amigos’, o poder da amizade, do amor e dos reencontros ocupa o centro das atenções. Quando a personagem de Kaye Abad recebe um diagnóstico de câncer, ela opta por renunciar ao tratamento. Em vez disso, ela convoca o marido, interpretado por Paolo Contis, para orquestrar uma viagem emocionante pela Tasmânia. Junto com a viagem emocional está seu melhor amigo, interpretado por Patrick Garcia, enquanto eles iniciam uma jornada de autodescoberta, reflexão e laços pronunciados.

Na viagem que se segue os três revisitam memórias antigas e a vida que viveram. Eles se livram de todas as suas inibições, compartilham e reorientam suas vidas na direção que desejam. Sob a direção de RC Delos Reyes, o filme ressalta a importância da jornada que se faz e das pessoas com quem a faz. Tenta transmitir a ideia de que o destino é apenas um produto do caminho que se escolhe e o foco deve estar sempre no que vem antes dele. Dada a emoção universal que o filme desperta, é importante examinar se alguma história da vida real inspirou o filme.

A inspiração de Uma Jornada Entre Amigos

Amizades genuínas tornam Uma Jornada Entre Amigos real

‘Uma Jornada Entre Amigos’ serve como uma reunião emocionante para os principais membros do elenco da amada série de TV ‘Tabing Ilog’, que cativou o público de março de 1999 a outubro de 2003. Esta série de sucesso apresentou alguns dos atores mais proeminentes da indústria do entretenimento filipina e rapidamente se tornou um favorito entre o público jovem. ‘Tabing Ilog’ foi celebrado por explorar a amizade e serviu como um drama sobre a maioridade, navegando pelas provações e triunfos das jornadas de seus personagens pela vida com humor e charme.

Kaye Abad, Paolo Contis e Patrick Garcia, que foram fundamentais para o sucesso da série, também desempenham os papéis principais do filme, homenageando seus queridos personagens de ‘Tabing Ilog’. Isto foi feito de várias maneiras. Primeiramente, no filme, os três personagens nascem e crescem em uma província onde o marco é um rio. Na série, o mesmo rio também foi uma referência importante. Da mesma forma, a icônica música tema da série também foi usada como trilha sonora de fundo para o trailer do filme.

A autenticidade de ‘Uma Jornada Entre Amigos’ está profundamente enraizada no vínculo genuíno compartilhado entre os atores durante o tempo que trabalharam juntos na série. Essa amizade sincera transparece no filme. A química e a camaradagem que se desenvolveram fora da tela entre os membros do elenco se traduzem perfeitamente na tela, infundindo no filme uma conexão sincera que ressoa no público. É esta camaradagem genuína que não só enriquece a narrativa, mas também confere uma inegável sensação de calor e sinceridade.

Em entrevista, os atores revelaram que o produtor de ‘Uma Jornada entre Amigos’ nutria uma profunda admiração por ‘Tabing Ilog’ e há muito imaginava um projeto de reencontro. Ao chegar ao set, eles experimentaram uma sensação imediata de familiaridade e camaradagem, como se nenhum tempo tivesse passado desde seus dias na série. Gratos pela oportunidade de colaborar mais uma vez, os atores se sentiram incrivelmente afortunados por se reunirem e darem vida à sua visão compartilhada na tela.

Após um hiato de quatro anos nas telas, Kaye Abad ficou nervosa ao voltar a atuar. Embora ela gostasse de atuar ocasionalmente para se divertir com o marido, isso marcou sua primeira vez em um cenário profissional. Mergulhar em um drama completo era uma perspectiva divertida, mas assustadora para ela, mas a presença de seus amigos tornou a transição mais suave. Da mesma forma, Patrick Garcia teve a sensação de recomeçar ao voltar a trabalhar no set de um filme.

Embora o filme possa não ser baseado em uma história verdadeira, é uma história verídica da amizade das pessoas que trabalham nos bastidores. Um deleite para os fãs de filmes de viagem, para os fãs de ‘Tabing Ilog’ e para os fãs de histórias comoventes que preparam o cenário para um filme emocionante, ‘Uma Jornada entre Amigos’ tem tudo para todos. É um lembrete de que as memórias queridas são mais preciosas do que qualquer coisa que alguém possa adquirir na vida e é tudo o que se procura.

LEIA TAMBÉM: Herança Roubada é uma história verdadeira? Conheça a inspiração do filme da Netflix


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Herança Roubada é uma história verdadeira? Conheça a inspiração do filme da Netflix

Herança Roubada‘ da Netflix é um thriller sueco centrado em Elsa, uma menina de 9 anos da comunidade Sami, um grupo indígena que habita partes da Suécia, Noruega, Finlândia e Rússia. Quando Elsa testemunha um caçador local matar uma de suas renas bebês e é ameaçada de silêncio, o evento traumático a assombra por anos. Uma década depois, alimentada pela dor e pela perda do incidente, Elsa parte em busca de vingança, determinada a descobrir a verdade e confrontar o assassino.

A diretora Elle Márjá Eira conseguiu abordar temas sociais mais amplos em ‘Herança Roubada’, esclarecendo particularmente as lutas enfrentadas pela comunidade Sami. O filme explora questões de xenofobia, bem como a batalha contínua da comunidade para preservar o seu património e cultura face a ameaças como as alterações climáticas. O filme também desafia as normas patriarcais tradicionais, destacando o conflito entre práticas ultrapassadas e valores modernos. Dada a sua base em desafios do mundo real, os espectadores podem se perguntar se a história também é baseada em eventos da vida real.

Herança Roubada mostra a história e a cultura da comunidade Sami

‘Herança Roubada’ se inspira no romance homônimo aclamado pela crítica, de Ann-Helén Laestadius, que também atua como produtora executiva do filme. O roteiro é elaborado por Peter Birro. Laestadius, natural da cidade ártica de Kiruna, no extremo norte da Suécia, tem raízes nas comunidades Sami e Tornedalian, ambas consideradas minorias na Suécia. A sua formação e experiências em primeira mão nestas comunidades permitem-lhe retratar com autenticidade as lutas e a resiliência do povo Sami retratado no filme.

A comunidade Sami, indígena das regiões do norte da Suécia, Noruega, Finlândia e Rússia, enfrenta uma infinidade de desafios enraizados em séculos de marginalização e discriminação. Historicamente, os Sami têm enfrentado esforços para assimilar a sua cultura e modo de vida tradicional, levando à perda da língua, da terra e da autonomia. Hoje, eles enfrentam questões contínuas de direitos fundiários, degradação ambiental e os impactos das alterações climáticas nas suas práticas de criação de renas.

Além disso, os Sami enfrentam frequentemente preconceitos e xenofobia, uma vez que a sua identidade única e as suas práticas culturais são encaradas com ceticismo e mal-entendidos. Laestadius relembrou suas próprias experiências durante a escola, quando ela sabia que não deveria contar a ninguém sobre sua identidade. Ela disse que estava ciente do tipo de tratamento dispensado às crianças Sami. Eles foram xingados e intimidados, e a única maneira de escapar foi não contar a ninguém que ela mesma era uma criança Sami.

Numa entrevista, Laestadius revelou o seu extenso processo de investigação ao analisar centenas de relatórios policiais detalhando incidentes de matança de renas e tortura. Ela enfatizou o imenso significado da criação de renas na comunidade Sami, servindo tanto como meio de subsistência tradicional quanto como pedra angular cultural. Apesar da sua ligação de longa data à terra, os Sami só ganharam direitos para gerir a caça e a pesca na sua região em 2020, na sequência de uma decisão histórica do Supremo Tribunal. Laestadius sublinhou a ligação estreita entre o povo Sami e as suas renas, descrevendo como são considerados membros queridos da família.

No filme, vários personagens masculinos enfrentam desafios de saúde mental, alguns sucumbindo tragicamente ao suicídio. Laestadius revelou uma ligação pessoal a este tema, tendo perdido dois primos por suicídio. Ela atribuiu as razões subjacentes a estas tragédias às imensas pressões sociais e financeiras enfrentadas pelos pastores de renas no mundo moderno. A incapacidade de desfrutar de recursos adequados de saúde mental agrava ainda mais estas dificuldades, exacerbando as dificuldades de saúde mental vividas pelos indivíduos da comunidade.

A diretora do filme, Elle Márjá Eira, também explicou em entrevista sua ligação com o filme. Ela disse: “Já é hora de o mundo conhecer essa história e o que está acontecendo em Sápmi hoje. Eu também sou dona de renas e me reconheço nesta história. Também sei que minhas irmãs, irmãos e ancestrais indígenas estão comigo”.

É através do influxo de histórias, conexões e paixões profundamente pessoais que se fundiram para trazer esta história para a tela. ‘Herança Roubada’ é um dos poucos filmes que traz à tona os perigos e experiências da comunidade Sami e é uma história importante para contar nos dias de hoje. Contribui para uma narrativa diversificada e compromete-se a nunca esquecer a linhagem da comunidade Sami.

LEIA TAMBÉM: Herança Roubada | Por que Robert Isaksson mata as renas? Entenda


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade

Herança Roubada | Por que Robert Isaksson mata as renas? Entenda

Dirigido por Elle Márjá Eira, ‘Herança Roubada’ da Netflix é um thriller sueco de 2024 que segue Elsa (Elin Oskal), uma jovem sámi que testemunha em primeira mão as adversidades de discriminação que seus povos indígenas enfrentam. À medida que as mudanças calamitosas no clima e a caça furtiva constante, que colocam em perigo a criação de renas, afetam as suas vidas, os jovens Sámi recorrem ao suicídio ao deixarem a sua depressão sem solução.

No filme, somos apresentados a Robert Isaksson (Martin Wallström), um caçador furtivo que há anos mata brutalmente renas pertencentes a Elsa, sua família e ao resto da comunidade Sámi. Embora Elsa e seu irmão confrontem Robert várias vezes, eles nunca conseguem fazê-lo dizer por que ele abateu barbaramente seus animais.

ALERTA DE SPOILERS!

Robert Isaksson: um caçador furtivo e discriminador

Nas sequências de abertura do filme, Elsa, então apenas uma criança, recebe seu primeiro filhote como introdução à cultura Sámi. Ela chama seu filhote de rena de Nástegállu. Aqui entendemos que para o povo Sámi as renas são mais do que apenas um meio de subsistência; os animais estão profundamente integrados em sua cultura.

Enquanto o resto da sociedade vê as renas como um incômodo, a comunidade indígena cuida delas como se fossem seus próprios filhos. Várias regras foram estabelecidas para evitar a interferência de pessoas de fora no rebanho Sámi, proibindo o uso de motos de neve dentro e ao redor das terras de pastoreio, a invasão de terras de pastoreio e, o mais importante, a matança de renas. No entanto, pessoas como Robert tendem a violar essas leis.

Um dia, Elsa encontra Nástegállu entre outras renas e vê um homem se aproximando do rebanho em seu snowmobile. Numa trágica reviravolta, o homem mata Nástegállu e, ao tentar levar embora o bezerro morto, percebe Elsa escondida atrás de um tronco de árvore. Ele pede que ela fique quieta e assim que tenta pegar o bezerro morto, o pai e o irmão de Elsa chegam ao local. O homem sai correndo, andando em seu snowmobile. Este homem nos é mais tarde apresentado como Robert, um caçador furtivo que está matando secretamente as renas da tribo indígena para obter lucro.

Inicialmente, Robert é retratado como um homem solitário, vivendo em uma casa isolada e amigo de policiais locais. Portanto, aos olhos de Elsa, as autoridades não o veem como suspeito. Quando questionada sobre a morte do bezerro, Elsa, que fica emocionada com o que viu, não consegue dizer às autoridades que Robert era o assassino das renas. Sem uma declaração, a polícia não consegue prosseguir com a investigação e durante anos o problema permanece classificado como caso de renas “roubadas”. Elsa, claro, não desiste. Ela cresce e se torna uma pastora de renas competente entre seu povo e uma voz contra a discriminação que prejudica a comunidade minoritária.

Ao longo dos anos, Robert matou muitas renas, mas conseguiu evitar a polícia. Ele dominou a limpeza da cena do crime, permitindo que as autoridades revistassem sua casa apenas quando tivessem um mandado. Essa série de acobertamentos termina quando Elsa entra furtivamente em seu galpão trancado para reunir provas de seus atos perversos. Ela vê inúmeras carcaças de renas, todas esfoladas e armazenadas, penduradas em correntes que lembram o açougue de um homem malvado. Ela fica enojada com o que vê, assim como qualquer Sámi nesta situação. Pelo que podemos perceber aqui, Robert aparentemente tem caçado renas para seus casacos e carne, que ele deve estar vendendo a um bom preço para compradores dispostos.

Além de ser um caçador furtivo, o que em si é um crime, Robert também é um discriminador das tradições Sámi e do seu direito de pastorear renas nas suas terras ancestrais. Sua coleção de façanhas está em plena exibição, pois seu galpão é forrado com carcaças de todos os tamanhos, esfoladas até a carne, deixando uma coisa clara: essas renas pertenciam ao povo Sámi. A exploração dos animais por Robert e seu parceiro caçador chega ao fim quando Elsa recupera amplas provas de seus crimes.

Neste momento, Robert percebe que Elsa está em seu galpão através da visão de uma câmera CCTV instalada em seu interior. Ele corre de volta para pegá-la. Elsa também percebe que Robert está por perto, ouvindo o som de seu snowmobile se aproximando. Ela sai correndo e sobe em seu snowmobile, mas ele a vê sair do local e uma perseguição começa. No final, o snowmobile de Robert cai em um rio coberto por gelo fino e mesmo Elsa tentando salvá-lo, ele se afoga e morre. Seu parceiro é posteriormente detido e o povo Sámi mais uma vez reivindica o privilégio de suas terras ancestrais como pastores de renas.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade