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‘A Cor Púrpura’ já tem data para chegar ao streaming; veja como assistir

O drama musical A COR PÚRPURA, da Warner Bros., estará disponível sem custo adicional na Max, a partir desta sexta-feira, dia 26 de abril. Baseado no musical homônimo, o longa estrelado por Fantasia Barrino emocionou o grande público após seu lançamento. 

O lançamento faz parte da franquia Do Cine Pra Max, uma proposta da marca em agregar diversos títulos que saem diretamente das telas de cinema para a plataforma de streaming, proporcionando conforto e entretenimento ao público que pode desfrutar de qualquer filme em qualquer lugar e a qualquer hora.   

Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.

Sobre A Cor Púrpura

A Warner Bros Pictures convida você a experimentar a extraordinária fraternidade de três mulheres que compartilham um vínculo indissolúvel em A Cor Púrpura. Esta nova versão ousada do amado clássico do cinema é dirigida por Blitz Bazawule, artista multimídia cuja estreia no cinema foi com o elogiado filme “O Enterro de Kojo”. Na produção estelar de A Cor Púrpura estão Oprah Winfrey, Steven Spielberg, Scott Sanders e Quincy Jones.

A Cor Púrpura é estrelado por Taraji P. Henson (“O Curioso Caso de Benjamin Button”), indicada ao Oscar; Danielle Brooks (series “O Pacificador”, “Orange is the New Black”), vencedora do Prêmio SAG e indicada ao Prêmio Tony; Colman Domingo (“A Voz Suprema do Blues”, série “Euphoria”), vencedor do Prêmio Emmy e indicado ao Tony; Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”, “Seis Graus de Separação”), indicado ao Tony; H.E.R. (“Judas e o Messias Negro”), vencedora do Oscar e do Grammy; Halle Bailey (“A Pequena Sereia”), indicada ao Grammy; Aunjanue Ellis-Taylor (“King Richard: Criando Campeãs”, “Ray”), indicada ao Oscar; e Fantasia Barrino, vencedora do Grammy, em sua grande estreia no cinema.

O roteiro foi escrito pelo aclamado dramaturgo Marcus Gardley, vencedor do Prêmio WGA (Associação dos Escritores da América) pela série “Maid”, baseado no romance de Alice Walker e no libreto do musical teatral, escrito por Marsha Norman, com música e letra de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray.

Na equipe de produção criativa do diretor Blitz Bazawule estão reconhecidos artistas como o diretor de fotografia Dan Laustsen (“A Forma da Água”); o designer de produção Paul Denham Austerberry (“A Forma da Água”), vencedor do Oscar; o editor Jon Poll (“O Escândalo”, “Entrando Numa Fria”); a figurinista Francine Jamison-Tanchuck (“Tempo de Glória”, “Uma Noite em Miami…”); e a coreógrafa Fatima Robinson (“Dreamgirls: Em Busca de um Sonho”). A trilha sonora foi composta pelo indicado ao Oscar Kris Bowers (“King Richard: Criando Campeãs”, Green Book: O Guia”, “A Concerto is a Conversation”).

O longa tem direção de Blitz the Ambassador (Black Is King).

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Crítica | Rivais – Zendaya e seus Dois Maridos

A rivalidade esportiva é comumente associada com questões amorosas. Seja pelo lado da competição e de envolver uma paixão dos atletas ou pelo lado sexual da atividade física, explosão muscular e suor. Se aproveitando dessa analogia, Rivais chega aos cinemas mostrando um complicado triângulo amoroso com Zendaya como o pilar principal. Entre saques e raquetadas, o filme acaba em um morno meio termo que não empolga.

Os acertos e erros de Rivais

Tashi é esposa e treinadora de Art, um atleta profissional de tênis em um momento de baixa na carreira. Como uma ex-atleta que deixou as quadras por conta de uma lesão, ela busca o melhor para o marido voltar aos grandes torneios do esporte. Para isso, ela o inscreve em um campeonato pequeno, onde ambos encontram Patrick, um antigo amigo que acabou se tornando desafeto dos dois. Entre flashbacks e revelações, aprendemos que existe muito mais por baixo dessas relações do que parece.

C_00654_R Zendaya stars as Tashi and Josh O’Connor as Patrick in director Luca Guadagnino’s CHALLENGERS An Amazon MGM Studios film Photo credit: Niko Tavernise © 2024 Metro-Goldwyn-Mayer Pictures Inc. All Rights Reserved.

Rivais teria mais potencial se abraçasse mais um dos dois lados no qual ele fica se equilibrando o tempo todo. Com tomadas longas e ritmo mais lento, ele tenta vender a ideia de um filme mais denso do que realmente é, apenas deixando o longa cansativo em diversos momentos. E isso o afasta de uma trama de romance mais leve que também poderia ser a saída. Em várias cenas está óbvio o que o filme vai fazer, mas ele segue o caminho da câmera lenta e foco no rosto dos personagens, como se estivesse prestes a revelar um grande segredo.

A trilha de Rivais também é um destaque negativo, além da música eletrônica alta que serve quase como uma placa de “aplausos” para as cenas de tensão sexual, todo flashback vem com um hit da época em que se passa. E tudo soa artificial, como se alguém buscasse músicas que fizeram sucesso no ano “X” no Google e colocasse de acordo com o ano em que cada flashback se passa.

E, para um filme em que a trama roda ao redor do tênis, a direção falha bastante na partida final. Durante todo o filme vemos diversas partidas interessantes e que direcionam a trama e os sentimentos do espectador para o lado que o filme quer. Mas, o momento final do longa faz escolhas ruins para tentar criar uma dinâmicas que não funciona, tirando todo o peso do jogo que, em teoria, é o resumo do que o filme foi até ali.

O ponto mais positivo de Rivais fica por conta da atuação. O triângulo amoroso dos protagonistas é intensificado pela qualidade de Zendaya, Mike Faist e Josh O’Connor. Ainda que cada um represente um clichê desse tipo de relacionamento (a pessoa dividida, o parceiro mais certinho e o cafajeste), a dinâmica entre os atores cria uma química que, mesmo entre os inúmeros erros do filme, convence o espectador.

Veredito

Rivais não é um filme ruim, mas também está longe de ser bom. Se ele se assumisse como algumas das narrativas que ele tanto flerta ao longo de suas duas horas, talvez ele fosse mais memorável. No fim das contas, é uma versão água com açúcar que se vende como uma cachaça forte.

Nota: 6/10

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Rivais, novo filme estrelado por Zendaya, conta com música de Caetano Veloso em sua trilha sonora

Aguardado filme da Warner Bros. Pictures, Rivais, estrelado por Zendaya, Josh O’Connor e Art Donaldson, chega às telonas de todo o país hoje, 25 de abril, e promete conquistar o coração dos fãs do elenco e também do diretor, Luca Guadagnino. Além de um cast de tirar o fôlego, o longa conta ainda com uma trilha sonora de destaque, que traz nomes como Trent Reznor, Atticus Ross e ninguém menos que Caetano Veloso, com a música ‘Pecado’.

Com aprovação de 95% no Rotten Tomatoes, Rivais conta a história de Tashi Duncan, interpretada por Zendaya, uma grande jogadora de tênis que se tornou treinadora e alavancou a carreira de seu marido Art (Mike Faist). O que Tashi não esperava é que as tensões do passado pudessem transformar seu presente. 

“É como um filme de tênis, mas não é realmente sobre tênis. Tênis é o meio pelo qual esses personagens escolhem expressar seu caos”, afirma Zendaya em vídeo especial divulgado pela Warner Bros. em suas redes sociais, enquanto afirma que o diretor tinha uma visão bem clara de o que o filme poderia ser. 

“Essa é uma história de muita paixão, na qual as regras do tênis se tornam as regras para a sedução e, para mim, isso se torna bem cinemático“, pontua Guadagnino, ressaltando a importância de uma trilha sonora que combinasse com a energia e tensão que o filme traz. “Nós realmente tentamos criar a experiência sonora mais poderosa possível.” 

Confira o vídeo abaixo:

Sobre Rivais

Dirigido pelo visionário cineasta Luca Guadagnino, Rivais é estrelado por Zendaya (Duna, série Euphoria), no papel de Tashi Duncan, atleta prodígio do tênis que se tornou treinadora, uma força da natureza que não pede desculpas por seu jogo dentro e fora da quadra. 

Casada com um campeão (Mike Faist, Amor, Sublime Amor) que tem acumulado apenas derrotas nos últimos jogos, a estratégia de Tashi para a redenção de seu marido toma um rumo surpreendente quando ele deve enfrentar o fracassado Patrick (Josh O’Connor, série The Crown) nas quadras. 

Patrick foi o melhor amigo de seu marido, e é ex-namorado de Tashi. Quando o passado e o presente entram em colisão, e as tensões aumentam, Tashi deve se perguntar qual será o custo dessa vitória.

Rivais estreia 25 de abril nos cinemas brasileiros, com sessões acessíveis. 

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Curta brasileiro “Amarela” concorre à Palma de Ouro no Festival de Cannes

O curta-metragem “Amarela“, escrito e dirigido pelo nipo-brasileiro André Hayato Saito, produzido por Mayra Faour Auad e Gabrielle Auad // MyMama Entertainment, está concorrendo à Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes. O filme foi selecionado entre mais de 4420 obras inscritas e disputa o prêmio máximo do festival com outras dez produções.

Sempre me senti japonês demais pra ser brasileiro e brasileiro demais pra ser japonês. A busca por uma identidade que habita o entrelugar se tornou a parte mais sólida de quem eu sou. “AMARELA” é uma ferida aberta não só do povo Nipo-Brasileiro, mas de todos os filhos das diásporas ao redor do globo que se conectam a esse sentimento de serem estrangeiros no próprio país. Erika, a protagonista, representa o desejo de encontrar nosso lugar no mundo“, comenta Saito. Outro fato celebrado pelo autor é o de ter composto uma equipe e elenco majoritariamente amarelos, acontecimento raro no audiovisual brasileiro.

As outras obras que disputam o prêmio são: “Volcelest” (França), de Éric Briche; “Ootide” (Lituânia), de Razumaitė Eglė; “Sanki Yoxsan” (Azerbaijão), de Azer Guliev; “Les Belles Cicatrices” (França), de Raphaël Jouzeau; “Rrugës” (Kosovo), de Samir Karahoda; “Across the Waters” (China), de Viv Li; “Perfectly a Strangeness” (Canadá), de Alison McAlpine; “Tea” (EUA), de Blake Rice”; “The Man Who Could Not Remain Silent” (Croacia), de Nebojša Slijepčević e “Mau Por Um Momento” (Portugal), de Daniel Soares. 

A Palma de Ouro de Curta-Metragem será entregue pelo Júri presidido pela atriz belga Lubna Azabal, no sábado, 25 de maio, durante a cerimônia de encerramento do 77º Festival de Cannes.

Sobre Amarela

São Paulo, julho de 1998. No dia da final da Copa do Mundo contra a França, Erika Oguihara (Melissa Uehara), de 14 anos, uma adolescente nipo-brasileira que rejeita as tradições de sua família japonesa, está ansiosa para comemorar um título mundial pelo seu país. Em meio a tensão que progride durante a partida, Erika sofre com uma violência que parece invisível e adentra em um mar doloroso de sentimentos.

“Me lembro quando Saito chegou para mim em 2019 com um material que rodou todo no Japão com sua família e me disse, quero fazer algo com isso, cinema, mas apesar das inúmeras falas e trocas com eles não falo japonês e não tenho ideia do que está ali. Ali naquele momento, nos unimos nas linhas invisíveis de sua criação autoral e descobrimos juntos uma voz linda, sensível, potente e muito necessária. Tem uma frase do Ailton Krenak que reforça para mim a importância da voz do Saito: ‘Por isso que os nossos velhos dizem: Você não pode se esquecer de onde você é e nem de onde você veio. Isso não é importante só para o indivíduo, é importante para o coletivo, para uma comunidade humana saber quem ela é, saber para onde ela está indo” –  Mayra Faour Auad, Produtora e Fundadora MyMama Entertainment.

“Amarela” é a terceira parte da trilogia de curtas da MyMama com o Saito que investiga sua ancestralidade japonesa a partir de um olhar autoral e íntimo. Tal busca identitária teve início com o curta-metragem “Kokoro to Kokoro”, que abordou os laços de amizade entre sua avó paterna e sua melhor amiga japonesa. 

O filme foi eleito melhor documentário de curta-metragem no Roma Short Film Festival, sendo exibido também em importantes festivais como o 40º Festival Internacional do Uruguay, o 24º Festival Internacional do Rio de Janeiro, o Tokyo International Film Festival (onde ganhou Menção Honrosa), o Hollywood Brazilian Film Festival e a Mostra Internacional de Cinema Atlântico.

A trilogia seguiu com “Vento Dourado”, obra que tem como personagem principal sua avó materna, Haruko Hirata, que aos 94 anos se encontra no limiar do existir. O cineasta explora a relação entre as gerações em um ensaio sobre a morte e a convivência íntima da matriarca com sua filha Sumiko, sua cuidadora por 18 anos. O curta fez sua estreia em abril deste ano no histórico 46º Festival Internacional de Cinema de Moscou e terá sua estréia européia no 31º Sheffield DocFest, que acontece em junho de 2024.

“Amarela”, produzido por uma equipe majoritariamente brasileira com ascendência asiática, será o ponto de partida para o primeiro longa-metragem do diretor, ‘Crisântemo Amarelo’, projeto que sintetiza a trilogia e está em processo de captação. Todos os filmes são produzidos pela MyMama Entertainment. 

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Animação brasileira “Sociedade da Virtude” chegará ao Max em Maio

A animação brasileira de super-heróis que conquistou o canal [adult swim]SOCIEDADE DA VIRTUDE, fará sua estreia na Max no dia 3 de maio!

No streaming, o público poderá acompanhar as aventuras imprevisíveis dos personagens icônicos Pantera Ruiva, Tenente Patriota, Salamandra Branca e Majestosa em uma seleção de 12 episódios com curadoria dos criadores da série Ian SBF, que também assina o roteiro e direção, e Thobias Daneluz, ilustrador da animação. 

SOCIEDADE DA VIRTUDE foi criada em 2017 pelo roteirista Ian SBF e ilustrada por Thobias Daneluz e conta as aventuras de super-heróis brasileiros com poderes um tanto quanto peculiares – misturando muito humor ácido, críticas e referências à cultura pop, e assim, se tornando um fenômeno entre os fãs. 

Os personagens vivem em Megalópolisville e são dublados por grandes nomes do audiovisual como Guilherme Briggs, na voz da Pantera Ruiva. A animação adulta passou a fazer parte do portfólio do Adult Swim no Brasil em 2023 e, desde então, vem fazendo grande sucesso no canal. 

A mesma seleção de episódios que estreia na Max em Maio vai ao ar no especial ‘Best of Sociedade da Virtude’ no canal [adult swim] de segunda a sexta, às 22h40; aos sábados, às 22h45; e domingos, às 22h40.

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Callum Turner é anunciado como protagonista de adaptação de “Neuromancer”

O Apple TV+ anunciou que o indicado ao prêmio BAFTA Callum Turner (“Mestres do Ar”, “Remando para o Ouro”) será o protagonista da série “Neuromancer“, novo drama de ficção científica, com 10 episódios, baseado no premiado romance homônimo de William Gibson (autor também de “Johnny Mnemonic”), que será criado para a televisão por Graham Roland (“Jack Ryan”, “Dark Winds”) e JD Dillard (“Irmãos de Honra”, “The Outsider”, “Sleight: O Truque Perfeito”). 

Uma coprodução entre a Skydance Television, Anonymous Content e Apple Studios, a série “Neuromancer” também será produzida pela DreamCrew Entertainment, com Roland atuando como showrunner e Dillard na direção do episódio piloto.

A produção vai acompanhar um traumatizado hacker de elite Case (Callum Turner), que é envolvido em uma trama de espionagem digital e crimes de alto risco com sua parceira Molly, uma assassina de olhos espelhados, com o objetivo de realizar um assalto a uma dinastia corporativa com segredos indescritíveis.

“Neuromancer” marca o mais novo projeto de Callum Turner após estrelas na série limitada de sucesso mundial da Apple, “Mestres do Ar”.

A produção executiva de “Neuromancer” será feita por Roland e Dillard, juntamente com David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell para a Skydance Television; Anonymous Content; Drake, Adel ‘Future’ Nur e Jason Shrier para a DreamCrew Entertainment; Zack Hayden e Gibson.

O romance de estreia de William Gibson, “Neuromancer”, foi elogiado como uma das primeiras e mais respeitadas obras do gênero cyberpunk e recebeu vários prêmios literários, incluindo o Prêmio Nebula, o Prêmio Philip K. Dick e o Prêmio Hugo. O romance inicia a trilogia “Sprawl” e foi seguido por “Count Zero” e “Mona Lisa Overdrive”.

Esta é a mais recente série original da Apple produzida pela Skydance Television, após o sucesso global da saga épica “Fundação“, atualmente em produção de sua terceira temporada; a série elogiada pela crítica “A Máquina do Destino“, que estreia sua segunda temporada; e a recém-anunciada série de comédia estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, do criador David West Read.

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Documentário sobre Romário ganha data de estreia

ROMÁRIO – O CARA, a série documental Max Original que trata de um dos nomes mais icônicos do futebol brasileiro, estreia na plataforma de streaming Max no dia 23 de maio. 

Com seis episódios, a produção mostra a trajetória de Romário até a histórica conquista do tetracampeonato mundial de 1994, que completa 30 anos no próximo mês de julho. A série também revela quais foram as motivações do ‘Baixinho’, como é conhecido, durante os momentos decisivos de sua carreira. A cada semana, serão lançados dois episódios. 

O público vai acompanhar os bastidores e os desdobramentos de conquistas e polêmicas protagonizadas pelo craque dentro e fora de campo. A produção Max Original conta com depoimentos exclusivos e sem filtros do protagonista Romário e de outros grandes nomes do futebol mundial, como Roberto Baggio, Pep Guardiola, Hristo Stoichkov, Franco Baresi, Ronaldo, Neymar e Bebeto. 

ROMÁRIO – O CARA, dirigida por Bruno Maia e produzida por Feel the Match e Kromaki, recupera as origens e reconstrói os caminhos traçados por um dos maiores atacantes de todos os tempos. O arco narrativo começa em 1992, quando o jogador é colocado no banco de reservas da Seleção Brasileira, entra em conflito com a comissão técnica e fica de fora de importantes convocações seguintes.

Entre idas e vindas cronológicas, a série se desenrola até o seu épico retorno à Seleção, que culmina com as conquistas da Copa do Mundo de 1994 e do prêmio de melhor jogador do planeta do mesmo ano. 

A produção também mergulha na intimidade de Romário e aborda relevantes assuntos de sua vida pessoal, como o sequestro de seu pai, às vésperas do Mundial de 1994. O documentário ainda apresenta imagens inéditas das passagens do craque por PSV e Barcelona, além de relembrar marcantes acontecimentos da história recente do Brasil, como a morte de Ayrton Senna e o impeachment do ex-presidente Fernando Collor.

ROMÁRIO – O CARA é uma produção da Feel The Match e Kromaki para a Warner Bros. Discovery, dirigida por Bruno Maia. Pela WBD, assinam a produção Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Patricio Díaz. Pela Feel the Match e Kromaki, a produção ficou a cargo de Rodrigo Letier, Bruno Maia, Roberta Oliveira, Anna Julia Werneck e Victor Hugo Fiuza. 

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HAIKYU! The Dumpster Battle ganha trailer legendado e data de estreia no Brasil

A Sony Pictures e a Crunchyroll divulgar o trailer legendado de HAIKYU! The Dumpster Battle, filme derivado do anime esportivo de sucesso. O longa chega em 30 de maio aos cinemas do Brasil.

Confira o trailer abaixo:

Sobre HAIKYU! The Dumpster Battle

Shoyo Hinata entra para o clube de vôlei do Colégio Karasuno para ser como seu ídolo, um ex-jogador do Karasuno conhecido como “Pequeno Gigante”. No entanto, Hinata logo descobre que precisa se unir ao seu rival da escola secundária, Tobio Kageyama. Suas estilos conflitantes se transformam em uma arma surpreendente, mas será que eles conseguem vencer seu rival, o Colégio Nekoma, na tão aguardada “Batalha do Lixão”, que será o confronto final entre essas duas equipes adversárias?

Sobre a franquia

Inspirado por um jogador de baixa estatura conhecido como o “Pequeno Gigante”, Hinata cria uma equipe em seu último ano do ensino fundamental. Infelizmente, sua equipe é colocada contra a equipe do “Rei da Quadra” Tobio Kageyama em seu primeiro torneio, com uma derrota que não poderia ser evitada.

Após essa derrota avassaladora, Hinata promete superar Kageyama. Ao entrar no ensino médio, ele se junta ao time de vôlei… mas acaba descobrindo que Tobio também entrou naquela escola, fazendo com que seu antigo rival se torne seu novo companheiro de equipe! A série de anime HAIKYU!! é produzida pela TOHO animation.

As primeira quatro temporadas de HAIKYU!! estão disponíveis para streaming agora na Crunchyroll.

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‘Às Vezes Quero Sumir’, com Daisy Ridley, ganha trailer e data de estreia no Brasil

O trailer legendado de “Às Vezes Quero Sumir” (“Sometimes I Think About Dying”), filme estrelado por Daisy Ridley – a Rey, da saga “Star Wars” – acaba de ser divulgado. O filme, que será distribuído no Brasil pela Synapse Distribution, tem previsão de estreia no país para 23 de maio.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Às Vezes Quero Sumir

“Às Vezes Quero Sumir” mistura romance, humor e sensibilidade para abordar temas como solidão e dificuldade de conexão. Ambientado numa pacata cidade costeira dos EUA, a história segue os passos de Fran (Daisy Ridley), uma jovem muito tímida que vê sua rotina mudar ao sentir o desejo de conhecer melhor um novo colega de trabalho, Robert (papel do ator e comediante Dave Merheje). Entre sessões de filme e jantares, os dois se aproximam, e logo a única barreira para um relacionamento será a própria Fran. 

Entremeado por ‘humor de escritório’ – já que o trabalho é o ambiente em que Fran se sente mais à vontade -, “Às Vezes Quero Sumir” tem como pano de fundo a convivência entre os funcionários de uma pequena empresa. A chegada do novo funcionário coloca a jovem numa jornada de autodescoberta, sobre como ser uma pessoa no mundo e como lidar com os outros.

O filme, que rendeu indicação do júri principal do Festival Sundance à diretora Rachel Lambert, é inspirado na peça “Killers”, de Kevin Armento, que assina o roteiro com Stefanie Abel Horowitz e Katy Wright-Mead. O elenco de “Às Vezes Quero Sumir” também reúne Parvesh Cheena, Marcia Debonis, Megan Stalter e Brittany O’Grady, entre outros.

O filme tem previsão de estreia no Brasil para 23 de maio.

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The Big Cigar | André Holland é o líder dos Panteras Negras em trailer de nova minissérie da Apple

O Apple TV+ revelou o trailer de “The Big Cigar“, aguardada série dramática limitada, estrelada por André Holland (“Moonlight: Sob a Luz do Luar”) ao lado de Alessandro Nivola (“Trapaça”), Tiffany Boone (“Hunters”), PJ Byrne (“O Lobo de Wall Street”), Marc Menchaca, Moses Ingram (“A Tragédia de Lady Macbeth”), Rebecca Dalton, Olli Haaskivi (“Lakers: Hora de Vencer”), Jordane Christie e Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”).

“The Big Cigar” estreia mundialmente na sexta-feira, 17 de maio, com os dois primeiros episódios, seguidos por novos todas as sextas-feiras até 14 de junho.

Confira o trailer abaixo:

Sobre The Big Cigar

Baseado em artigo de Joshuah Bearman (do filme “Argo”), que também assina como produtor executivo, “The Big Cigar” conta a incrível história real do encontro de Hollywood com revolucionários: a ousada fuga para Cuba do fundador dos Panteras Negras, Huey Newton, tentando escapar do FBI com a ajuda do famoso produtor cinematográfico Bert Schneider. O plano incrivelmente elaborado – envolvendo uma produção cinematográfica falsa – dá errado de todas as maneiras possíveis. 

A showrunner de “The Big Cigar” é a vencedora do NAACP Image Award (prêmio para produções com pessoas negras) Janine Sherman Barrois (“Mentes Criminosas”, “Claws”). O produtor executivo Jim Hecht (“Lakers: Hora de Vencer”), da Winning Time, escreveu o primeiro episódio. A série é produzida pela  Warner Bros. Television, onde Barrois e sua Folding Chair Productions estão sob contrato. Sherman Barrois e Hecht são produtores executivos ao lado de Bearman, Joshua Davis e Arthur Spector (“Little America”) por meio de sua produtora Epic.

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