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‘Nico’, comédia estrelada por Murilo Benicio e Kevin Vechiatto, inicia as gravações

NICO, comédia estrelada por Murilo Benício (“Assalto à Brasileira”) e Kevin Vechiatto (“Turma da Mônica”), dá início às suas filmagens, em São Paulo.

Com direção de Mariana Youssef (“LOV3”, “As Seguidoras”), o filme acompanha um pai e um filho que mal se conhecem, forçados a dividir um carro em uma viagem inesperada. De um lado, um adolescente desconstruído, do outro, um comediante quarentão em crise. No caminho, o que parecia um desastre se transforma em uma chance improvável de conexão.

Na trama, assinada pelo roteirista Filipe Valerim Serra (“LOV3”, “Samantha!”), Benício é Márcio, um comediante que um dia sentiu o gostinho do sucesso e, hoje, vive uma crise de meia idade. Já Vechiatto interpreta o personagem-título, um adolescente sensível que passa a maior parte do seu tempo online e pena para fazer amizades no mundo real. 

Além deles, a atriz Leandra Leal vive Leila, a mãe de Nico e ex-mulher de Márcio. NICO conta ainda com nomes como Claudia Missura, Clarisse Abujamra, Karol Lannes, Júlia Perré e Marcelo Mansfield.

Uma produção da LB Entertainment, com coprodução da +Galeria e do grupo Telefilms e distribuição da +Galeria, NICO é uma história leve e divertida sobre as dinâmicas familiares contemporâneas, cercada de situações inusitadas.

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Tudo é Justo | Nova série de Ryan Murphy traz grande elenco feminino; veja o teaser

O Disney+ apresentou o teaser, o pôster e as primeiras imagens do aguardado drama jurídico original de Ryan Murphy Tudo É Justo, que estreia em 2025 no Disney+.

Confira abaixo:

Sobre Tudo é Justo

Em Tudo É Justo, um grupo de advogadas especialistas em divórcio deixa um escritório de advocacia dominado por homens para abrir seu próprio e poderoso escritório. Ferozes, brilhantes e emocionalmente complexas, elas lidam com separações de alto perfil, segredos escandalosos e mudanças de lealdade, tanto no tribunal quanto dentro de sua própria equipe. Em um mundo onde o dinheiro domina e o amor é um campo de batalha, essas mulheres não apenas jogam o jogo, elas o transformam.

A série é estrelada por Kim Kardashian, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts, Teyana Taylor e Matthew Noszka, com Sarah Paulson e Glenn Close.

Tudo É Justo é produção da 20th Television em associação com a Ryan Murphy Television. O roteiro e a produção executiva são de Ryan Murphy, que também atua como diretor, Jon Robin Baitz, Joe Baken, Jamie Pachino, Lyn Greene e Richard Levine. Kim Kardashian, Glenn Close, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson protagonizam e são produtoras executivas. Anthony Hemingway é produtor executivo e diretor. Kris Jenner, Alexis Martin Woodall, Eric Kovtun, Scott Robertson e Nissa Diederich também são produtores executivos.

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‘Smurfs’ embarcam em aventura para salvar o Papai Smurf em novo trailer do filme; assista

No Name (James Corden) and Smurfette (Rihanna) in Smurfs from Paramount Animation.

Smurfette e seus amigos partem em uma nova aventura no novo trailer de “Smurfs”, divulgado hoje pela Paramount Pictures.

A comédia musical animada chega aos cinemas nacionais em 17 de julho e conta com música original de Rihanna, que dubla a personagem na versão americana. No Brasil, as vozes são de Bruno Gagliasso, Jennifer Nascimento, Diego Martins e Tatá Estaniecki. 

Confira o trailer abaixo:

Sobre Smurfs

Na história, o público vai acompanhar Smurfette (Rihanna) liderando os Smurfs em uma missão no mundo real para salvar o Papai Smurf (John Goodman), após ele ser misteriosamente levado pelos bruxos malignos, Razamel e Gargamel. Com a ajuda de novos amigos, os Smurfs terão que descobrir o que define seu destino para salvar o universo.

“Smurfs” traz um elenco de voz estrelado na versão original, incluindo Rihanna, James Corden, Nick Offerman, JP Karliak, Daniel Levy, Amy Sedaris, Natasha Lyonne, Sandra Oh, Octavia Spencer, Nick Kroll, Hannah Waddingham, Alex Winter, Maya Erskine, Billie Lourd, Xolo Maridueña com Kurt Russell e John Goodman.

Baseado nos personagens criados pelo artista belga Peyo, a direção do novo longa é assinada por um nome com vasta experiência no universo das animações: Chris Miller, que trabalhou nos três primeiros longas da franquia “Shrek” e  dirigiu os filmes “Shrek Terceiro (2007)” e “Gato de Botas” (2011), indicado a Melhor Filme de Animação no Oscar de 2012. “Smurfs” é uma parceria entre a Paramount Animation e a Ty Ty e Jay Brown. Escrito por Pam Brady, o longa é distribuído pela Paramount Pictures. 

Smurfs estreia dia 17 de julho nos cinemas brasileiros.

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Estrelado por Emma Mackey e Fiona Shaw, Hot Milk ganha trailer oficial

MUBI e a O2 Play lançaram o trailer oficial de Hot Milk, longa de estreia na direção da roteirista indicada ao BAFTA Rebecca Lenkiewicz (She SaidIdaDesobediência). O filme chega aos cinemas brasileiros em 3 de julho.

Confira abaixo:

Sobre Hot Milk

Ambientado no calor escaldante do verão espanhol, o filme acompanha Sofia (Emma Mackey) e sua mãe doente, Rose (Fiona Shaw), enquanto viajam para a cidade costeira de Almería em busca da ajuda de Dr. Gómez (Vincent Perez), um enigmático curandeiro que pode ter a chave para a misteriosa doença de Rose.

Enquanto tensões há muito enterradas fervilham entre elas, Sofia se vê atraída pela magnética e livre Ingrid (Vicky Krieps). Mas, sob o sol forte, a crescente independência e a busca por liberdade de Sofia se tornam demais para sua mãe controladora. E isso força a filha a questionar a verdadeira natureza da doença de Rose. Segredos, mentiras e revelações vêm à tona, levando Sofia a portas que talvez fosse melhor deixar fechadas.

Com performances envolventes e complexas do elenco principal, Hot Milk traz um olhar vívido e evocativo sobre libertação e desejo.

Hot Milk é estrelado pela vencedora do BAFTA Emma Mackey (Sex Education, Emily, Barbie), a indicada ao Emmy e BAFTA TV Fiona Shaw (Killing Eve, A Árvore da Vida), Vicky Krieps (Trama Fantasma, Corsage, A Ilha de Bergman),Vincent Perez (Alone in Berlin, Bolero – A Melodia Eterna), Yann Gael (Gladiador II, 1899) e Patsy Ferran (Mickey 17, O Jogo da Rainha).

Baseada no romance homônimo de Deborah Levy, indicado ao Booker Prize de 2016 e selecionado para o Goldsmiths Prize, a produção teve sua estreia mundial na Competição do 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim.

Hot Milk estreia dia 7 de julho nos cinemas brasileiros.

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Alien: Earth, série derivada da franquia, ganha data de estreia e novas imagens

O Disney+ revela a data de estreia da aguardada série dramática de ficção científica Alien: Earth, do produtor vencedor do Emmy® Noah Hawley.

Alien: Earth do FX, uma nova série dramática de Noah Hawley, baseada na renomada franquia Alien, estreia na terça-feira, 12 de agosto, com seus dois primeiros episódios no Disney+. Em seguida, um novo episódio da temporada de oito episódios será lançado todas as terças-feiras.

Além disso, já estão disponíveis novas imagens episódicas e o pôster da série. Confira abaixo:

Sobre Alien: Earth

Em Alien: Earth, do FX, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem (Sydney Chandler) e um desorganizado grupo de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca frente a frente com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, os ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e os sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas tudo muda quando o prodigioso fundador e CEO da Prodigy Corporation revela um novo avanço tecnológico: os híbridos (robôs humanoides dotados de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy, marca um novo amanhecer na corrida pela imortalidade. Quando a nave de Weyland-Yutani cai na Prodigy City, Wendy e os demais híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar. 

Liderada por Chandler, a série conta com um grande elenco internacional, incluindo Timothy Olyphant (Kirsh), Alex Lawther (Hermit), Samuel Blenkin (Boy Kavalier), Babou Ceesay (Morrow), Adrian Edmondson (Atom Eins), David Rysdahl (Arthur Sylvia), Essie Davis (Dame Sylvia), Lily Newmark (Nibs), Erana James (Curly), Adarsh Gourav (Slightly), Jonathan Ajayi (Smee), Kit Young (Tootles), Diêm Camille (Siberian), Moe Bar-El (Rashidi) e Sandra Yi Sencindiver (Yutani).

Alien: Earth do FX, foi criada para televisão por Noah Hawley, vencedor do Peabody e Emmy®, que atua como produtor executivo ao lado de Ridley Scott, David W. Zucker, Joseph Iberti, Dana Gonzales e Clayton Krueger. Alien: Earth é uma produção da FX Productions.

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4ª temporada de ‘O Urso’ ganha data de estreia

“THE BEAR” — “Next” — Season 3, Episode 2 (Airs Thursday, June 27th) — Pictured: Jeremy Allen White as Carmen “Carmy” Berzatto. CR: FX.

O Disney+ revelou a data de estreia da quarta temporada da série vencedora do Emmy®, O Urso. O aclamado sucesso vencedor do Emmy®, estreia sua quarta temporada na quarta-feira, 25 de junho com os 10 episódios disponíveis no Disney+.

Confira o pôster do anúncio abaixo:

Sobre a 4ª temporada de O Urso

A quarta temporada de O Urso, do FX, traz Carmen “Carmy” Berzatto (Jeremy Allen White), Sydney Adamu (Ayo Edebiri) e Richard “Richie” Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach) enquanto eles avançam, determinados a não apenas sobreviver, mas também levar “O Urso” para o próximo nível.

Com novos desafios surgindo a cada esquina, a equipe terá que se adaptar, se reajustar e superar tais contratempos. Nesta nova temporada, a busca pela excelência não se trata apenas de melhorar, mas de decidir o que vale a pena manter.

A série também é estrelada por Abby Elliott, Lionel Boyce, Liza Colón-Zayas e Matty Matheson, com Oliver Platt e Molly Gordon em papéis recorrentes.

O Urso do FX foi criada por Christopher Storer, que atua como produtor executivo ao lado de Josh Senior, Joanna Calo, Cooper Wehde, Tyson Bidner, Matty Matheson, Hiro Murai e Rene Gube.  Courtney Storer é coprodutora executiva e produtora culinária. A série é uma produção da FX Productions.

Eleita o Programa de Televisão do Ano pelo American Film Institute (AFI) em suas três primeiras temporadas, O Urso, do FX, recentemente ganhou 11 Emmys® por sua segunda temporada, o maior número de prêmios já recebidos por uma série de comédia em um único ano. 

A série também recebeu indicações e/ou prêmios do Globo de Ouro, Screen Actors Guild Awards, Peabody Awards, Critics’ Choice Awards, Writers Guild Awards, Directors Guild Awards, Producer Guild Awards, NAACP Image Awards, Independent Spirit Awards, MPSE Golden Reel Awards, CAS Awards, ACE Eddie Awards e TCA Awards, entre outros.

A 4ª temporada de O Urso estreia dia 25 de junho no Disney+.

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“Superman”, um dos filmes mais aguardados de 2025, ganha novo pôster

Warner Bros. Pictures Brasil acaba de divulgar o novo pôster de Superman, longa-metragem dirigido por James Gunn. Estrelado por David Corenswet em sua estreia como o homem de aço, acompanhado por Rachel Brosnaham (Lois Lane) e Nicholas Hoult (Lex Luthor), o filme é um dos principais destaques do cinema em 2025 e está sendo ansiosamente aguardado pelos fãs da DC Studios.  

A nova imagem traz o herói totalmente caracterizado em sua pose clássica, prometendo entregar fortes emoções. Superman  estreia no Brasil em 10 de julho, também em versões acessíveis.

Confira o cartaz abaixo:

Sobre Superman

Superman é o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, com sua estreia marcada para julho nos cinemas de todo o mundo. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, James Gunn, em seu estilo característico, assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.  

Os CEOs da DC Studios, Peter Safran and Gunn, produziram o longa-metragem, com direção e roteiro de Gunn, baseado nos personagens da DC. Superman foi criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. 

O filme é estrelado por David Corenswet (“Twisters”, série “Hollywood”) no papel duplo de Superman/Clark Kent; Rachel Brosnahan (série “The Marvelous Mrs. Maisel”) como Lois Lane, e Nicholas Hoult (os filmes “X-Men”, “Jurado Nº 2”) como Lex Luthor.

Coestrelam Superman os atores Edi Gathegi (série “For All Mankind”); Anthony Carrigan (séries “Barry”, “Gotham”); Nathan Fillion (os filmes “Guardiões da Galáxia”, “O Esquadrão Suicida”); Isabela Merced (“Alien: Romulus”); Skyler Gisondo (“Licorice Pizza”, “Fora de Série”); Sara Sampaio (“At Midnight”); María Gabriela de Faría (série “The Moodys”); Wendell Pierce (“Selma: Uma Luta pela Igualdade”; série “Jack Ryan”); Alan Tudyk (série “Andor”); Pruitt Taylor Vince (“Bird Box”); e Neva Howell (“Greedy People: Pessoas Gananciosas”). 

Os produtores executivos de Superman são Nikolas Korda, Chantal Nong Vo e Lars Winther. A equipe de produção criativa de James Gunn nos bastidores inclui seus colaboradores frequentes como o diretor de fotografia Henry Braham, a designer de produção Beth Mickle, a figurinista Judianna Makovsky, e o compositor John Murphy, ao lado dos editores William Hoy (“Batman”), Jason Ballantine (filmes “IT”, “The Flash”) e Craig Alpert (“Deadpool 2”, “Besouro Azul”). 

Superman vai estrear nos cinemas brasileiros em 10 de julho de 2025. 

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Clássico do cinema brasileiro Iracema – Uma Transa Amazônica ganha versão restaurada e já tem data de estreia

Um dos filmes mais emblemáticos da cinematografia brasileira, Iracema – Uma Transa Amazônica, dirigido por Jorge Bodanzky e Orlando Senna, retorna às telonas em uma versão restaurada que estreia no dia 17 de julho, com distribuição da Gullane+.

Restaurado na Alemanha, o processo técnico foi coordenado por Alice de Andrade e contou com o apoio de instituições como CTAV, Mnemosine, IMS, PUC-Rio, Instituto Guimarães Rosa e a Cinemateca Brasileira. A reestreia celebra os 50 anos da obra, lançada originalmente em 1974 e exibida em sessão comemorativa no Festival do Rio de 2024.

Sobre Iracema – Uma Transa Amazônica

Misturando ficção e realidade, o filme traça um retrato contundente da Amazônia durante a construção da Rodovia Transamazônica. A trama acompanha Iracema, uma jovem de 15 anos interpretada por Edna de Cássia, que chega a Belém durante o Círio de Nazaré e é empurrada para a prostituição. Ela embarca em uma jornada ao lado do caminhoneiro Tião Brasil Grande (Paulo César Peréio), que simboliza a fé no progresso promovido pela ditadura militar, enquanto Iracema representa os excluídos desse mesmo sistema.

Proibido no Brasil até 1981, o longa enfrentou anos de censura e dificuldades de exibição, mas se consolidou como uma obra essencial do nosso cinema. Segundo Bodanzky, revisitar o filme hoje é confrontar uma realidade que “permanece tão urgente, senão mais, quanto era na época”.

Reconhecido dentro e fora do país, Iracema – Uma Transa Amazônica foi incluído na prestigiada lista da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) como um dos 100 maiores filmes nacionais de todos os tempos. Entre os diversos prêmios, destacam-se o Festival de Brasília de 1980 (Melhor Filme, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Edição), além de conquistas internacionais como o Prix George Sadoul (França), o Adolf Grimme Preis (Alemanha) e uma menção especial no Festival de Cannes.

O relançamento reforça o compromisso da Gullane+ com a preservação e difusão do patrimônio cinematográfico brasileiro. A distribuidora, braço da produtora Gullane liderado por Debora Ivanov, tem investido em títulos que aliam relevância artística e impacto social. No portfólio, estão sucessos como Que Horas Ela Volta?, O Bicho de Sete Cabeças e Milton Bituca Nascimento, além de outros relançamentos importantes, como Um Céu de Estrelas e Castelo Rá-Tim-Bum.

A nova estreia de Iracema oferece ao público a oportunidade de redescobrir um filme que continua dialogando com os dilemas brasileiros — passados e presentes.

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Festival Cine Inclusão 60+ abre inscrições para mostras e concurso de roteiro com prêmio de R$5 mil

Com foco em novas formas de representar o envelhecimento nas telas e nos bastidores, o Festival Cine Inclusão 60+ chega à sua quinta edição celebrando a presença ativa de pessoas com mais de 60 anos no audiovisual. O evento, único no Brasil dedicado exclusivamente ao público 60+ nas áreas de difusão, capacitação e produção cinematográfica, acontece de 23 a 31 de agosto, com programação gratuita em São Paulo e no distrito de Sousas, em Campinas.

As inscrições para as mostras de curtas-metragens já estão abertas e vão até o dia 12 de junho. Este ano, o festival apresenta três categorias: a Mostra Competitiva, voltada a filmes com temáticas relacionadas ao envelhecimento ou protagonizados por pessoas idosas; a Mostra 60+ Em Ação, dedicada a obras realizadas por cineastas com mais de 60 anos; e a nova Mostra 60+ Latina, com curtas latino-americanos que também colocam a pessoa idosa em destaque, seja na frente ou atrás das câmeras.

Além das exibições, o festival também realiza o Concurso de Roteiro, que estará com inscrições abertas de 2 a 30 de junho. A iniciativa é voltada exclusivamente a roteiristas com mais de 60 anos e atuação comprovada no setor audiovisual. O projeto vencedor, escolhido por um júri especializado, será revelado durante a cerimônia de encerramento e receberá um prêmio de R$5 mil.

Ao todo, cerca de 30 curtas nacionais e internacionais compõem a programação, que inclui ainda oficinas práticas, rodas de conversa e um fórum sobre a presença da pessoa idosa na cadeia produtiva do cinema. Oficinas presenciais também serão oferecidas em comunidades da capital e do interior paulista, como Capão Redondo, Paraisópolis, Cidade Tiradentes, Guaianases, Heliópolis e Sousas. Nessas atividades, 120 participantes 60+ terão contato direto com a produção de curtas-metragens, que serão exibidos no encerramento do festival. Todo o transporte será oferecido gratuitamente para os participantes e o público das ações.

Criado e idealizado por Daniel Gaggini, sócio da produtora MUK, o Festival Cine Inclusão 60+ vem se consolidando como uma plataforma de estímulo à criatividade na maturidade. “Acreditamos que o envelhecimento pode ser um motor criativo poderoso. A cada edição, vemos como pessoas com mais de 60 anos têm voz, ideias e experiências transformadoras para compartilhar por meio do cinema”, destaca Gaggini.

Desde sua primeira edição em 2015, o festival já passou por diferentes comunidades e formatos, incluindo edições presenciais e on-line, homenagens a grandes nomes do cinema como Ruth de Souza e a realização de mais de 100 oficinas e exibições, atingindo milhares de pessoas e contribuindo para a valorização da diversidade geracional no audiovisual brasileiro.

As inscrições, regulamento completo e mais informações estão disponíveis no site oficial do festival.

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Crítica | Premonição 6 – Um retorno pulsante às veias abertas da franquia

Já se passaram 25 anos desde que a franquia Premonição passou a fazer parte do imaginário dos fãs de terror, com filmes criativos — e alguns terrivelmente ruins — mas todos marcados por um fator em comum: são divertidos. No entanto, faz 14 anos desde a última vez que visitamos esse universo macabro. E, curiosamente, esse longo hiato parece ter sido o tempo necessário para curar as feridas deixadas pelos capítulos mais fracos e reacender a lembrança do que tornou a série tão querida na era do DVD e das videolocadoras.

O sexto filme, Premonição 6 – Laços de Sangue, aproveita essa pausa de mais de uma década não para se reinventar, mas para redescobrir sua essência. Em vez de desperdiçar esforços tentando seguir modismos, o longa abraça a mitologia original e suas referências, resultando em uma obra que surpreende ao amarrar pontas soltas, criar origens inventivas e, acima de tudo, se divertir com as mortes mais angustiantes do cinema. Laços de Sangue tira a franquia do respirador e a resgata do coma criativo, provando que, às vezes, o tempo é mesmo o melhor remédio para a falta de ideias.

Os acertos e erros de Premonição 6 – Laços de Sangue

Este sexto filme da franquia mantém o mesmo conceito central dos filmes anteriores, mas traz uma nova abordagem à história. O capítulo marca mudanças importantes na mitologia de Premonição e funciona quase como uma recapitulação até aqui. Seu objetivo é claro: oferecer respostas que — sejamos honestos — nunca foram exatamente necessárias, mas que surpreendentemente funcionam. Entre elas, uma explicação para a obsessão da Morte em caçar sobreviventes de tragédias e, ainda mais ousado, uma revelação sobre um personagem que conecta todos os filmes desde o início.

A sequência de abertura, em um restaurante nas alturas, é eletrizante (e possívelmente os primeiros 20 melhores minutos da franquia!) e traz uma nova abordagem: agora, a premonição não vem de uma testemunha direta do acidente, mas se manifesta anos depois nos sonhos de uma jovem, revelando que a Morte está, há décadas, caçando linhagens sanguíneas que jamais deveriam ter existido. É um acerto de contas com o destino, envolvendo todas as tramas anteriores em um ciclo sombrio que finalmente se fecha.

Pela primeira vez, o roteiro mergulha na história de William John Bludworth, personagem misterioso que esteve presente em quase todos os filmes como o inquietante arauto da Morte. Aqui, sua origem é revelada com um tom sinistro e surpreendentemente coerente, aprofundando a mitologia da série de forma satisfatória. Essa escolha ganha ainda mais peso por marcar a despedida de Tony Todd, que faleceu em 2024 e foi, por mais de duas décadas, o rosto enigmático que uniu toda a franquia. A homenagem é justa, emocionante e dá ao personagem — e ao ator — a despedida que ambos mereciam.

Outro resgate ao espírito dos dois primeiros filmes está no suspense meticuloso que envolve cada morte. A tensão é constante, e o público volta a ficar na ponta da cadeira, atento a cada detalhe do ambiente, tentando prever como — e quando — a Morte vai atacar. Agora filmado para salas IMAX, o longa brinca com a própria linguagem visual: a proporção da tela muda sempre que a Morte começa sua jogada, criando quase uma quebra da quarta parede, em um recurso que remete ao espírito interativo da franquia na infame era do 3D.

Desta vez, porém, há também uma carga emocional mais densa. O foco não está mais em um grupo de amigos universitários, mas em conexões familiares, o que adiciona uma camada dramática mais envolvente. Kaitlyn Santa Juana brilha como uma protagonista carismática, e o elenco como um todo entrega performances mais profundas do que em praticamente todos os filmes anteriores. Até mesmo Richard Harmon, no papel do insuportável e inconsequente Erik, recebe uma construção interessante que subverte o estereótipo e acrescenta complexidade.

O roteiro não nega os clichês do gênero — pelo contrário, ele os abraça com inteligência, jogando com as expectativas do público para intensificar tanto a tensão quanto o humor. Aliás, este talvez seja o filme com o senso de humor mais sombrio da franquia. A Morte, aqui, parece ainda mais cruel e cínica, o que torna cada armadilha macabra ainda mais envolvente. E isso é parte do charme: as mortes são bizarras, criativas, sangrentas — e absolutamente sensacionais, como todo fã da série espera.

Os efeitos visuais e o uso exagerado de CGI, embora não sejam impressionantes, cumprem bem seu papel — e são especialmente sangrentos, mesmo dentro dos padrões já elevados da franquia. O filme também presenteia os fãs mais atentos com alguns easter eggs bem colocados, resgatando referências sutis a títulos anteriores e até a premonições clássicas, o que cria uma sensação animadora de continuidade.

As mortes, por sua vez, estão entre as mais criativas e chocantes de toda a série. Os acidentes em si evitam o grotesco exagerado típico do terror gore e se aproximam de situações bizarras, mas plausíveis — coisas que você quase consegue imaginar acontecendo na vida real. Essa escolha aumenta a tensão e reforça o caráter imprevisível do filme, que traz um frescor inédito à franquia.

A direção merece elogios à parte. Fica claro que os cineastas envolvidos conhecem profundamente a franquia e têm um respeito genuíno. A familiaridade com os filmes anteriores transparece em cada escolha de câmera, nos enquadramentos tensos e nas pistas visuais cuidadosamente posicionadas. A atenção aos detalhes é impressionante, de verdade.

Ainda assim, o longa não está livre de falhas. Como de costume, há momentos de lentidão, especialmente quando a trama investe no desenvolvimento da relação entre mãe e filha. Apesar de desacelerar o ritmo, essas cenas não comprometem a experiência, já que são breves e contribuem para a carga emocional da narrativa.

Veredito

Respeitando a mitologia original, Premonição 6: Laços de Sangue entrega exatamente o que os fãs esperavam — mas de formas surpreendentes! O filme amarra todas as pontas soltas da franquia e, ao mesmo tempo, cria um novo trampolim para futuras histórias, agora que o universo da Morte parece mais vasto do que nunca.

Mais do que apenas satisfazer quem acompanhou a série desde o início, o longa traz fôlego novo e revitaliza a saga com energia e inteligência. Um suspense envolvente, frenético e insano, que resgata os laços emocionais criados há décadas e os atualiza com propriedade. Felizmente, não é apenas um revival nostálgico — é uma continuação sólida, bem construída e essencial. Um retorno pulsante às veias abertas da franquia.

Nota: 8/10

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