Na última sexta-feira (25), os fãs que compareceram ao painel do Prime Video na San Diego Comic-Con tiveram a oportunidade de assistir ao trailer da segunda temporada de Gen V, série derivada da produção ganhadora do Emmy The Boys.
A nova temporada apresenta eventos e revelações importantes que alimentam diretamente o capítulo final de The Boys. Os três primeiros episódios estreiam em 17 de setembro, exclusivamente no Prime Video.
Os membros do elenco Jaz Sinclair, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Hamish Linklater e a produtora executiva Michele Fazekas subiram ao palco para participar do painel, que foi moderado por P.J. Byrne. O evento começou com uma saudação surpresa de um membro dos Sete e ex-aluno da Universidade Godolkin, o Profundo, interpretado por Chace Crawford, que retorna como convidado especial na segunda temporada de Gen V.
O trailer oficial da segunda temporada mostra desenvolvimentos emocionantes para os personagens favoritos dos fãs, participações especiais surpreendentes do universo de The Boys, a contratação de Ethan Slater para um papel recorrente como Thomas Godolkin e mais revelações inesperadas.
Além disso, entre as novidades, Sean Patrick Thomas (Till), que interpreta Polarity, foi promovido a personagem do elenco regular da série para a próxima temporada.
Confira o trailer abaixo:
Índice
Sobre a 2ª temporada de Gen V
Na nova temporada, as aulas estão de volta. Enquanto o resto da América se adapta ao punho de ferro de Homelander, na Universidade Godolkin, o misterioso novo reitor prega um currículo que promete tornar os alunos mais poderosos do que nunca. Cate e Sam são heróis celebrados, enquanto Marie, Jordan e Emma retornam relutantemente à faculdade, sobrecarregados por meses de trauma e perda.
Mas é difícil se preocupar com festas e aulas quando a guerra entre humanos e supers está se formando, dentro e fora do campus. A turma fica sabendo de um programa secreto que remonta à fundação da Universidade Godolkin e que pode ter implicações maiores do que eles imaginam. E, de alguma forma, Marie faz parte disso.
A segunda temporada é estrelada por Jaz Sinclair como Marie Moreau, Lizze Broadway como Emma Meyer, Maddie Phillips como Cate Dunlap, London Thor como Jordan Li, Derek Luh como Jordan Li, Asa Germann como Sam Riordan e Sean Patrick Thomas como Polarity, e Hamish Linklater como Dean Cipher.
Michele Fazekas atua como showrunner e produtora executiva. Eric Kripke, Seth Rogen, Evan Goldberg, James Weaver, Neal H. Moritz, Pavun Shetty, Ken Levin, Jason Netter, Garth Ennis, Darick Robertson, Michaela Starr, Ori Marmur, Thomas Schnauz, Steve Boyum e Brant Engelstein também atuam como produtores executivos. Loreli Alanís, Gabriel Garcia e Jessica Chou são produtores coexecutivos. A série é produzida pela Sony Pictures Television e o Amazon MGM Studios, em associação com a Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
IT: BEM-VINDOS A DERRY, novo drama original da HBO, acaba de ganhar um novo e arrepiante teaser, apresentado durante a San Diego Comic Con. A série estreará em outubro no canal e na HBO Max.
Confira abaixo:
Índice
Sobre IT: Bem-Vindos a Derry
Ambientada no universo de IT, criado por Stephen King, IT: BEM-VINDOS A DERRY se inspira no livro que deu origem à história e aprofunda a visão aterrorizante apresentada por Andy Muschietti nos filmes IT – A COISA e IT – CAPÍTULO DOIS.
O elenco da produção conta com Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk, James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe, além de Rudy Mancuso e Bill Skarsgård.
Produzida pela HBO e pela Warner Bros. Television, a série foi desenvolvida para a TV por Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Jason Fuchs. Eles também atuam como produtores executivos (os Muschietti por meio da Double Dream e Fuchs pela FiveTen) junto de Brad Caleb Kane, David Coatsworth, Bill Skarsgård, Shelley Meals, Roy Lee e Dan Lin. O roteiro do primeiro episódio é assinado por Fuchs, que é co-showrunner da série ao lado de Kane. Andy Muschietti dirige múltiplos capítulos.
Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.
O cenário do entretenimento digital no Brasil tem passado por uma revolução silenciosa, mas profunda. Com o avanço da conectividade, o aumento do uso de dispositivos móveis e o crescimento do público jovem nas plataformas online, o país vive uma nova era na forma de consumir conteúdo interativo. Muito além das séries e filmes, o brasileiro vem aderindo com entusiasmo a experiências imersivas que mesclam narrativa, interatividade e gamificação.
Essa mudança de comportamento não é isolada. Ela acompanha um movimento global de expansão dos universos digitais, onde o público não apenas assiste, mas participa, escolhe caminhos e influencia os resultados. O entretenimento contemporâneo se reinventa, conectando elementos de jogos, redes sociais e realidade aumentada em uma experiência única e personalizada.
Do espectador ao protagonista
Plataformas de streaming, estúdios de games e desenvolvedores independentes têm investido cada vez mais em conteúdos que rompem a passividade do público. Séries com enredos ramificados, experiências interativas baseadas em escolhas e transmissões ao vivo com participação em tempo real colocam o espectador no centro da narrativa.
Essa transformação do papel do usuário de mero espectador a protagonista ativo é uma das principais tendências da cultura digital atual. Games narrativos, RPGs imersivos e mundos virtuais compartilhados já demonstram que o envolvimento emocional do público cresce proporcionalmente ao seu grau de agência dentro da experiência.
A linguagem visual dos jogos como referência cultural
O impacto visual dos jogos digitais também se tornou um ponto central no entretenimento atual. Personagens carismáticos, cenários elaborados e trilhas sonoras marcantes moldam a estética de toda uma geração. Mais do que estilo, essa linguagem visual transmite valores, cria pertencimento e dialoga diretamente com a sensibilidade do público jovem.
Exemplo disso é Fortune Rabbit, jogo que une simplicidade mecânica a um design encantador e ritmo dinâmico. Com sua estética inspirada no zodíaco asiático e uma paleta de cores vibrante, ele representa perfeitamente como a combinação entre narrativa leve, gráficos carismáticos e interatividade pode criar uma experiência altamente envolvente. Jogos como esse transcendem o universo gamer e ganham espaço em comunidades, memes e até no mercado de produtos licenciados.
Convergência entre plataformas e gêneros
O entretenimento digital caminha para um modelo cada vez mais convergente. A separação entre jogos, séries, redes sociais e aplicativos de vídeo se torna menos evidente, dando lugar a plataformas híbridas onde o usuário navega entre diferentes formatos sem interrupção. É possível jogar e assistir, conversar e competir, tudo em um mesmo ambiente digital.
Essa integração favorece o surgimento de novos gêneros e narrativas experimentais, além de incentivar colaborações criativas entre áreas antes separadas. Produtores audiovisuais, roteiristas, ilustradores, músicos e programadores trabalham juntos para criar experiências ricas e multissensoriais. O resultado é um conteúdo mais vivo, imersivo e imprevisível, que desafia os limites da ficção tradicional.
O papel do Brasil na expansão da cultura interativa
O Brasil ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Com um dos maiores públicos digitais do mundo, o país se mostra cada vez mais receptivo a novas formas de entretenimento baseadas em participação e personalização. Estúdios nacionais ganham projeção com produções que dialogam com a realidade local, enquanto plataformas estrangeiras adaptam suas interfaces e conteúdos para o gosto brasileiro.
Além disso, a criatividade dos produtores independentes tem sido fundamental para explorar linguagens inovadoras. Streamers, youtubers, roteiristas e desenvolvedores brasileiros têm criado experiências únicas que conquistam públicos além das fronteiras. Essa produção descentralizada e conectada reforça o Brasil como polo criativo dentro do universo do entretenimento interativo.
Entretenimento como experiência emocional
Por fim, o que marca essa nova era não é apenas a tecnologia, mas a experiência afetiva que ela proporciona. O entretenimento digital atual é construído para gerar empatia, surpresa, engajamento emocional e pertencimento. O usuário não apenas interage: ele se identifica, se conecta e se expressa dentro dessas plataformas.
Com a ascensão dos jogos narrativos, mundos abertos e experiências interativas multiplataforma, o Brasil se posiciona como um dos protagonistas desse novo capítulo da cultura pop. Um capítulo em que o entretenimento deixa de ser algo que se consome passivamente para se tornar uma jornada vivida em tempo real.
Um dos destinos de ecoturismo mais emblemáticos do Brasil, Bonito (MS) abriu ontem, 25 de julho, a 3ª edição do CineSur – Festival de Cinema Sul-Americano, no Centro de Convenções da cidade, no Auditório Kadiwéu. A cerimônia de abertura foi conduzida pelos atores Antônio Pitanga e Maeve Jinkings, que destacaram o cinema como combustível dos sonhos e motor de transformação social. Para eles, festivais como o CineSur são territórios privilegiados desse ritual: de potência, de realização e de mudança.
A noite foi marcada por uma homenagem emocionante à atriz paraguaia Ana Brun, ovacionada de pé pelo público ao receber o Prêmio Pantanal, em reconhecimento à sua trajetória, talento e contribuição para a sétima arte. Muito emocionada, Ana celebrou o festival:
“Estou encantada com o que Bonito tem feito com o CineSur. É importante que fomentemos as produções, que contemos nossas histórias, nossas tristezas e nossas alegrias para que este mundo seja um pouco melhor”.
Ana Brun ganhou o Urso de Prata de Melhor Interpretação Feminina no Festival de Berlim por sua atuação em As Herdeiras (2018), de Marcelo Martinessi — filme exibido na noite de estreia. Até hoje, apenas cinco atrizes sul-americanas conquistaram esse reconhecimento.
O diretor do festival, Nilson Rodrigues, destacou o CineSur como um espaço de integração do audiovisual sul-americano, que valoriza a diversidade e busca superar barreiras culturais e econômicas:
“Bonito é um excelente cenário para iniciar um debate sobre a integração da América do Sul como bloco econômico e social. Temos um grande mercado a ser explorado, com muitos países, muita gente e um imenso potencial. É preciso criar condições para que nossas produções circulem entre os países do continente”.
Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo, ressaltou o impacto cultural e social do festival na cidade:
“Ter um evento desse porte em Bonito tem um valor imensurável. A comunidade pode beber diretamente da fonte do cinema. Isso deixa um legado — na formação de público, no acesso à cultura e até na capacitação profissional por meio das oficinas que podem gerar oportunidades de trabalho”.
Entre as novidades desta edição, está o projeto inédito “As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano”, desenvolvido em parceria com a prefeitura. Em dois momentos da programação (26/07 e 02/08), onze esculturas simbólicas serão criadas com a marca das mãos de artistas sul-americanos convidados, ao lado da pata de um animal típico dos biomas de Mato Grosso do Sul. A proposta é celebrar a conexão entre o ser humano e o meio ambiente. As obras ficarão expostas na Praça da Liberdade e, futuramente, no cinema da cidade.
A programação do CineSur se estende pelos próximos oito dias e inclui três mostras competitivas — de cinema sul-americano, ambiental e sul-mato-grossense — além de sessões infantojuvenis, oficinas, seminários, debates e a mostra Cine Memória. Cineastas, especialistas e o público em geral participarão de trocas intensas sobre os caminhos do cinema no continente.
A cerimônia de encerramento, no dia 2 de agosto, também no Auditório Kadiwéu, será apresentada por Cláudia Ohana e Thiago Lacerda e marcará a entrega dos troféus e prêmios das mostras competitivas, que somam R$ 57.500,00.
VEM AÍ! Entre os dias 30 de julho e 6 de agosto, a capital maranhense recebe a 48ª do Festival Guarnicê de Cinema, o mais longevo do Norte e Nordeste e um dos mais importantes do país. A cerimônia de abertura acontece no dia 30 de julho, às 19h, no Auditório Terezinha Jansen, no Multicenter Sebrae, com homenagens ao ator Silvero Pereira e à cineasta maranhense Tássia Dhur.
A noite contará ainda com a exibição do filme Uma Mulher Sem Filtro, de Arthur Fontes, com presença do diretor e do ator Samuel de Assis, além de apresentação da artista Adriana Bosaipo e da Orquestra UFMA Jazz Brasil.
De 31 de julho a 5 de agosto, as mostras competitivas nacionais e maranhenses ocupam a Sala 6 do Cinépolis no São Luís Shopping. No mesmo período, os filmes exibidos presencialmente também estarão disponíveis, com acesso gratuito, na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, a partir das 17h30 até às 18h do dia seguinte, contabilizando um período de 24 horas e 30 minutos de exibição online.
A programação paralela traz atividades para diferentes públicos. No Cine Sesc Deodoro, acontecem sessões da Mostra Universitária, da Mostra Guarnicêzinho, da Mostra Jovem, da Mostra Cinema Não Tem Idade e da Mostra Faz Todo Sentido, voltada para pessoas com deficiência auditiva e visual. Já o encerramento e a cerimônia de premiação ocorrem no dia 6 de agosto, no Basa Clube.
Entre os destaques, estão homenagens póstumas a Cacá Diegues e aos 50 anos do filme Os Pregoeiros de São Luís, roda de conversa com Daniel Furlan sobre humor e democracia, lançamentos de livros e sessões especiais de filmes maranhenses e nacionais.
Toda a programação é gratuita, com retirada de ingressos presencialmente ou via Sympla, de acordo com cada atividade. A votação popular das mostras competitivas também ocorre online, por meio do site guarnice.ufma.br e do aplicativo Cine Guarnicê.
Realizado pela Universidade Federal do Maranhão e Ministério da Cultura via Lei Paulo Gustavo, o Festival Guarnicê de Cinema conta com patrocínio do Banco do Nordeste e Governo Federal, e Itaú.
Além disso, conta com apoio institucional da Assembleia Legislativa, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa/Eduplay, do Sesc, da Fundação Sousândrade, do Canal Brasil, da Cardume, do Itaú Cultural Play. O Festival também tem apoio do São Luís Shopping, do Louvre Magazine, da Vallent Produções, da TV UFMA, da Rádio Universidade da Associação Maranhense de Desenvolvedores de Jogos (AMAGAMES) e Tudo Pronto Produções.
Confira a programação completa:
30/07 – CERIMÔNIA DE ABERTURA
LOCAL: MULTICENTER SEBRAE – AUDITÓRIO TEREZINHA JANSEN – Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n
homenagens à Silvero Pereira e a Tassia Dhur às 19h
CINÉPOLIS – São Luís Shopping – Av. Carlos Cunha, 1000 – Jaracaty
31/07 à 05/08 – Sessões das mostras competitiva nacional e maranhense
31/07 Segunda Sessão de Abertura
31/07 Homenagem Póstuma a Cacá Diegues
CINE SESC – DEODORO – Av. Silva Maia, 164 – Centro
04 e 05/08 – Mostra Universitária – 09h às 11h
04/08 – Cinema Não Tem Idade – 15h às 16h
05/08 – Cinema Não Tem Idade – 15h30 às 16h30
05/08 – Mostra Guarnicêzinho – 14h às 15h30
06/08 – Mostra Guarnicêzinho – 1ª Sessão: 08h30 às 09h30 | 2ª Sessão: 9h30 às 10h30
05/08 – Mostra Faz Todo Sentido (acessibilidade com LSE e LIBRAS) – 15h00
06/08 – Mostra Faz Todo Sentido (mostra com audiodescrição) – 1ª Sessão: 14h00 às 15h00 | 2ª Sessão: 15h30 às 16h30
06/08 – Mostra Jovem – 15h30 às 17h00
BASA CLUBE – Av. Neiva Moreira, 01 – Parque Shalon
06/08 – cerimônia de encerramento e premiação
RESUMO ONLINE – MOSTRAS COMPETITIVAS
No mesmo dia em que forem exibidos presencialmente, os filmes estarão disponíveis na plataforma guarnice.ufma.br a partir das 17h30 até às 18h do dia seguinte, contabilizando um período de 24 horas e 30 minutos de exibição online;
Para as mostras competitivas que possuem júri popular, os filmes estarão com votação aberta na plataforma e no aplicativo Cine Guarnicê das 17h30 do dia em que forem exibidos presencialmente até às 12h do dia seguinte. A votação ocorre por meio do site guarnice.ufma.br e do aplicativo Cine Guanicê
RESUMO – MOSTRAS PARALELAS
Todos os filmes das mostras paralelas entram na plataforma na quinta-feira (31/07) às 00h01 e saem na terça-feira (06/08) às 23h59.
OBSERVAÇÕES
Toda a programação do Festival Guarnicê de Cinema é gratuita.
Os horários das sessões presenciais são aproximados e levam em conta o tempo da fala dos representantes das obras, no caso das mostras competitivas.
A programação pode sofrer alterações.
Observe atentamente a classificação indicativa dos filmes.
Filme de aberturaUma Mulher Sem Filtro, de Arthur Fontes. Com presença do diretor e do ator Samuel de Assis.
Apresentação com a artista Adriana Bosaipo
Homenagem Nacional: Silvero Pereira
Homenagem Local: Tássia Dhur
Informações sobre a retirada de ingressos
Ingressos serão disponibilizados pelo Sympla.
Evento sujeito à lotação.
Nesta noite, 300 ingressos, sendo 1 por CPF. Estarão disponíveis para o público e 60 serão destinados para convidados.
QUINTA-FEIRA (31/07)
CINÉPOLIS – São Luís Shopping
Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 31/07 (quinta-feira) até às 18h do dia 01/08 (sexta-feira).
VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 31/07 (quinta-feira) até 12h do dia 01/08 (sexta-feira).
BLOCO 1 – TARDE
Retirada de ingressos a partir de 14h30 na bilheteria do Cinépolis.
229 lugares disponíveis.
Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 10 anos
COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 1 – 15H00
SÃO LUÍS HAVANA – Banda Criolinas – Coletivo – 5min17s – 2023 – Livre
BABADOOK – Banda Alikia – Allan Costa – 4min – 2024 – Livre
ENTRE CORPOS/ Direção: Mayra Costa / Ficção / Drama / 17min10s / 2024 / 14 anos / AL.
COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 1 – 20H30MIN
SENHORITAS / Direção: Mykaela Plotkin / Ficção / 77min / 2024 / 16 Anos / PE
SEXTA-FEIRA (01/08)
CINÉPOLIS – SÃO LUÍS SHOPPING
Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 01/08 (sexta-feira) até às 18h do dia 02/08 (sábado).
VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 01/08 (sexta-feira) até 12h do dia 02/08 (sábado).
BLOCO 1 – TARDE
Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.
229 lugares disponíveis.
Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos
COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 2 – 15H
TE LEVO NOS LENÇÓIS – Enme- Walber Sousa – 2min55s – 2024 – Livre
Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 02/08 (Sábado) até 18h do dia 03/08 (domingo).
VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 02/08 (Sábado) até 12h do dia 03/08 (Domingo).
BLOCO 1 – TARDE
Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.
229 lugares disponíveis.
Filme com a maior classificação indicativa do bloco: Livre
SESSÃO ESPECIAL 2 – 15H00
RODA DE CONVERSA COM DANIEL FURLAN, TEMA – HUMOR E DEMOCRACIA.
COMPETITIVA DE LONGAS MARANHENSES – SESSÃO 3 – 16H30
O TEATRO TE XAMA: FAMÍLIA DE CRIAÇÃO / Direção: Dani Lopes / Documentário / 50min / 2025 / Livre / MA.
COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 2 – 17h25
QUEM É ESSA MULHER? / Direção: Mariana Jaspe / Documentário / 70min / 2024 /Livre / BA
BLOCO 2 – NOITE
Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 18h30.
229 lugares disponíveis.
Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos
COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 5 – 19H
A CASA CENTENÁRIA / Direção: Mayara Pereira e Geovane Camargo / Ficção / 15min58s / 2025 / 14 anos / MA.
BOIUNA / Direção: Adriana de Faria / Ficção / 20min / 2025 / 14 anos / PA.
MEÇA TRÊS VEZES ANTES DE CORTAR / Direção: Zulmí Nascimento / Docdrama Musical / 20min / 2024 / 16 anos / BA | GO.
COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 3 – 19H55
O SILÊNCIO DAS OSTRAS / Direção: Marcos Pimentel / Ficção / 127min / 2024 / 10 Anos / BH
DOMINGO (03/08)
CINÉPOLIS – SÃO LUÍS SHOPPING
Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 03/08 (domingo) até 18h do dia 04/08 (segunda-feira).
VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma (guarnice. ufma.br) e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 03/08 (domingo) até 12h do dia 04/08 (segunda-feira).
BLOCO 1 – TARDE
Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.
229 lugares disponíveis. Sujeito à lotação.
Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos
COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 3 – 15H
TUMALINA – ADH4RAA feat GGi – Sunday James – 02min58s – 2024 – 14 anos
BARATINANDO PRA TODO LADO, LÁ VEM ELA, A MÁQUINA DE DESCASCAR’ALHO – Bloco Tradicional “Os Baratas” – César Barata – 4min20s – 2025 – Livre
ANDAMENTO – NÚBIA – Jonas Sakamoto – 5min19s – 2024 – 12 anos
“THE BEAR” — “Tomorrow” — Season 3, Episode 1 (Airs Thursday, June 27th) — Pictured: Jeremy Allen White as Carmen “Carmy” Berzatto. CR: FX.
Fogões acesos! A quarta temporada de O Urso – que foi renovada para uma quinta – já está disponível na íntegra exclusivamente no Disney+ e traz Carmen “Carmy” Berzatto (Jeremy Allen White), Sydney Adamu (Ayo Edebiri) e Richard “Richie” Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach) seguindo em frente, determinados a não apenas sobreviver, mas também levar “O Urso” para o próximo nível.
Com novos desafios surgindo a cada momento, a equipe terá que se adaptar, se reajustar e superar tais contratempos. Nesta nova temporada, a busca pela excelência não se trata apenas de melhorar, mas de decidir o que vale a pena manter.
Para preparar o seu paladar e aproveitar ao máximo a quarta temporada, o Disney+ compartilha os pontos principais desta história aclamada pela crítica que se tornou uma das favoritas do público no mundo todo:
Atenção: alerta de spoilers!
Tudo sobre a 4ª temporada de O Urso
Entrada fria: o Mise En Place da história
Lançada em junho de 2022, a primeira temporada de O Urso, do FX, transportou o público para a caótica cozinha do Original Beef of Chicagoland, um restaurante familiar decadente de Chicago, deixado aos cuidados de Carmy, um chef da alta gastronomia que assumiu o negócio após o suicídio de seu irmão Mickey (Jon Bernthal).
Atormentado e cheio de inseguranças, Carmy lidou simultaneamente com sua dor e com as constantes crises de um restaurante atolado em dificuldades financeiras, onde interage com personagens ecléticos, como seu explosivo “primo” Richie, um protetor ciumento do status quo do restaurante; Sydney, uma jovem e talentosa chef contratada por Carmy que descobre os desafios de trabalhar com seu ídolo profissional e novo chefe; e o rico tio Jimmy (Oliver Platt), um antigo patrocinador da família.
No final da primeira temporada, uma descoberta inesperada de dinheiro salvou o negócio da ruína, mas a segunda temporada viu Carmy dobrar a aposta e transformar o Beef no O Urso, um restaurante de alta gastronomia com aspirações de ganhar a cobiçada estrela Michelin. A reforma, que deixou Carmy em dívida com o tio, colocou ainda mais pressão sobre uma equipe forçada a encarar o desafio.
Na terceira temporada, a inauguração d’O Urso gerou grande expectativa no universo culinário de Chicago, mas a persistente disfunção da equipe comprometeu continuamente o sucesso do novo empreendimento. Perto do fim da temporada, Sydney considerou mudar de carreira para um projeto mais organizado e promissor, enquanto Carmy e Richie navegavam pelas águas turbulentas de sua relação, atravessados pelo conflito entre a cozinha problemática liderada por Carmy e as tentativas de Richie de manter a ordem no salão.
Entrada quente: os ingredientes do presente
Com as portas finalmente abertas, O Urso inicia a quarta temporada enfrentando uma crítica gastronômica negativa que ameaça selar o destino do projeto. Enquanto isso, Carmy e sua equipe recebem uma notícia urgente do tio Jimmy que dará o tom para o restante dos episódios: o restaurante está em crise e eles têm dois meses para se recuperar financeiramente e evitar que ele feche. Será que eles conseguirão manter O Urso aberto, e qual será a melhor maneira de fazer isso?
Esse “prato principal” narrativo, sem dúvida, prepara o cenário para novas tensões criativas entre os integrantes da equipe, ativando as papilas gustativas do público para saborear o drama que vem por aí. Agora, mais do que nunca, cada segundo conta.
A quarta temporada, por sua vez, reunirá o público com algumas subtramas que ficaram em aberto nos episódios anteriores: a relação rompida entre os irmãos Carmy e Natalie (Abby Elliott) e sua autoritária mãe Donna (Jamie Lee Curtis); o romance florescente entre Carmy e Claire (Molly Gordon); e, especialmente, o dilema profissional de Sydney, que afeta diretamente o futuro do restaurante.
Prato principal: aumenta a temperatura
Os fios narrativos da quarta temporada de O Urso, do FX, aumentam a temperatura da história e abrem caminho para uma conversa mais profunda sobre os temas que a permeiam. Alguns desses fios estão presentes desde o início: a busca pela excelência através do trabalho em equipe, o desenvolvimento dos laços interpessoais no ambiente de trabalho, a construção de uma família escolhida e a resiliência emocional após traumas do passado.
Os novos episódios expandem o universo temático da série, colocando os personagens em novas encruzilhadas. O poder do perdão, a liberdade de reinvenção, a identidade pessoal que transcende o local de trabalho e a natureza dinâmica da liderança são alguns dos temas que surgem, reafirmando a profundidade emocional de uma história que honra seu legado ao mesmo tempo que desbrava novos caminhos.
Sobremesa: a sensação mais doce
Desde o início, O Urso,do FX, soube comover o público, apostando fortemente nos laços forjados entre ele e cada um dos personagens. A quarta temporada colhe os frutos de uma relação delicadamente construída, baseada em uma confiança conquistada, e busca deixar uma sensação tão doce quanto as anteriores, que lhe renderam diversos prêmios, como o de Programa de Televisão do Ano pelo American Film Institute.
A segunda temporada conquistou 11 Emmys®, o maior número de prêmios já recebidos por uma série de comédia em um único ano na história. A série também foi indicada e venceu os prêmios Globo de Ouro®, Screen Actors Guild Awards, Peabody Awards, Critics’ Choice Awards, Writers Guild Awards, Directors Guild Awards, Producer Guild Awards, NAACP Image Awards, Independent Spirit Awards, MPSE Golden Reel Awards, CAS Awards, ACE Eddie Awards e TCA Awards, entre outros.
As quatro temporadas de O Urso,do FX,estão disponíveis exclusivamente no Disney+.
Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.
A Marvel Studios sempre soube como dar os primeiros passos — o problema é o depois. Desde Vingadores: Ultimato, o estúdio parece preso em um ciclo de promessas que não se cumprem, tentando repetir uma fórmula que já perdeu o brilho. Mas, em meio a essa maratona de excessos, 2025 marca um ponto de virada: finalmente, a qualidade voltou a falar mais alto que a quantidade.
Após a compra da Fox lá em 2019, o Quarteto Fantástico enfim ganha vida dentro do MCU. E a espera valeu muito a pena. Quarteto Fantástico:Primeiros Passos não apenas chega com fôlego renovado – uma vez que supera facilmente todas as suas adaptações anteriores – como quebra a previsibilidade visual da Marvel ao apostar em uma estética retrô-futurista ambientada nos anos 1960. Um deslumbre estético de brilhar os olhos. Só isso já é um sinal claro de mudança de rota.
Mais do que uma simples introdução de personagens, o filme captura com fidelidade o espírito da Era de Prata dos quadrinhos e se revela uma homenagem sincera — e emocionante — ao gênero de super-heróis. E, junto com o novo Supermande James Gunn, sinaliza o início de uma nova fase: mais vibrante, mais descomplicada, mais corajosa em ser, de fato, uma fantasia sem vergonha. E abraçar sua essência é o passo mais importante para funcionar nas telas.
Índice
Os acertos e erros de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não marca apenas a estreia do Quarteto no Universo Cinematográfico da Marvel — é também o início da jornada do pequeno bebê Franklin, além de uma nova abordagem para a origem dessa família de heróis. Assim como James Gunn faz em Superman, o filme parte do princípio de que este universo já está consolidado. Nada de longas introduções: a história se passa em uma Terra paralela, ainda nos anos 60 de um futuro alternativo, onde tudo já está em movimento.
Nada aqui é “história de origem” no sentido tradicional. O roteiro apresenta o Quarteto como os maiores — e únicos — heróis do planeta. Sem Vingadores, sem Capitã Marvel, o mundo depende inteiramente deles. Dotados de poderes vindos do cosmos, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) carregam dilemas que já conhecemos, mas agora com mais profundidade, charme e atenção aos detalhes.
A química entre os quatro é palpável. Eles funcionam como um verdadeiro time — não só nas sequências de ação bem coreografadas, mas também na construção da ideia de família. O filme entende que o poder do Quarteto está justamente nisso: na conexão entre eles. E é esse vínculo que torna Quarteto Fantástico:Primeiros Passos uma estreia tão promissora quanto emocionante.
O que o Quarteto Fantástico faz aqui é raro: funciona de forma impecável tanto como grupo quanto individualmente. Cada membro tem seu momento de destaque — ainda que Sue Storm, vivida por uma inspirada Vanessa Kirby, seja a verdadeira estrela do filme. Ela entrega uma versão poderosa e emocionalmente complexa da Mulher Invisível, com uma força maternal que transforma Sue em uma das melhores adições ao MCU dos últimos anos.
Joseph Quinn traz um Tocha Humana menos rebelde e inconsequente do que o interpretado por Chris Evans, mas ainda carregando aquela energia caótica que define o personagem. Ebon Moss-Bachrach entrega um Ben Grimm irresistivelmente humano — doce, gentil, com uma vulnerabilidade que só torna sua transformação no Coisa ainda mais comovente.
Pedro Pascal, o nome mais aguardado do elenco, cumpre bem o papel de Sr. Fantástico com seu carisma natural em uma versão mais melancólica, aterrorizada e um tanto monótona do herói. Mas, curiosamente, ele não é a coisa mais deslumbrante em cena — esse título vai para o visual do filme. A direção de arte é um espetáculo à parte: das paletas de cor à iluminação, tudo aqui remete a uma estética quase Wes Anderson encontra a Marvel, ousada e estonteante.
Infelizmente, os vilões não têm o mesmo brilho. A Surfista Prateado de Julia Garner até tem presença e entrega um momento de impacto no desfecho, mas acaba surfando demais na onda de Galactus (Ralph Ineson) — o “devorador de mundos” que, apesar da imponência, representa o elo mais tradicional da fórmula tediosa da Marvel em um filme que até então apostava mais. Ele funciona? Sim! Mas é a parte menos surpreendente de uma produção que parecia pronta para fazer algo além dos deuses cósmicos subutilizados.
Galactus não quer apenas destruir a Terra — ele quer Franklin, o filho de Sue e Reed. Um bebê com poderes além da compreensão, e que claramente desponta como uma das grandes promessas do futuro do MCU. A ameaça é tão grande que, para salvá-lo (e ao planeta), o Quarteto chega à ideia ousada de mover a própria Terra para fora da rota do devorador de mundos. A cena pós-créditos, aliás, deixa claro que Galactus não é o único interessado na criança — outros vilões também estão de olho em seu potencial.
O roteiro, embora ambicioso, tropeça em certos momentos. Há teorias demais, explicações apressadas e, em alguns pontos, o velho e conhecido deus ex machina ressurge. Ainda assim, quando o filme desacelera e volta seu olhar para o coração da história — os laços familiares, a relação com o público, a mídia e o peso da responsabilidade — ele realmente brilha. O tom de comédia familiar se equilibra com doses intensas de drama, resultando em uma experiência emocional e, em muitos momentos, comovente.
Visualmente, o filme é impressionante, mas não perfeito. O CGI supera a média recente da Marvel, mas ainda tem deslizes, especialmente nas cenas envolvendo o bebê — que às vezes escorregam para o artificial. Nada que comprometa a experiência, mas perceptível. Fora isso, o diretor Matt Shakman (WandaVision) dirige a ação com a mesma empolgação de ler um quadrinho de Stan Lee e Jack Kirby.
O que realmente se destaca é a atmosfera: um sentimento constante de urgência e desespero que se entrelaça com uma poderosa mensagem de esperança. Com a humanidade à beira da extinção, os personagens agem com mais egoísmo, paixão e intensidade — criando um cenário carregado de dilemas morais. Nesse contexto, o filme propõe uma reflexão sobre o papel dos heróis, o culto aos “deuses” e os limites da salvação.
Com menos de duas horas de duração, o filme acerta em cheio no ritmo. Não há gordura nem pressa: tudo é bem dosado, com cenas que se encaixam naturalmente, mantendo o espectador engajado do início ao fim. É um uso inteligente do tempo — e dos recursos narrativos — para entregar uma aventura divertida, cheia de energia e, felizmente, com pouquíssimas amarras ao restante do MCU. E isso, convenhamos, é um alívio.
A trilha sonora de Michael Giacchino é outro destaque colossal. É épica, inesquecível e gruda na cabeça. Nas sequências de ação, ela arrepia — e não por acaso remete à trilha de outra família heroica dos cinemas: Os Incríveis.
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é, acima de tudo, sobre família. Mas também é sobre conflito, sobre exploração, e sobre aquela curiosidade científica e existencial que marcou os anos 1960 durante a corrida espacial. O filme resgata com brilho a alma de uma era que acreditava estar olhando para o futuro — e nos obriga a pensar no nosso presente, nos lembrando que, no fim, somos só poeira flutuando na vastidão do cosmos.
Veredito
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não tenta correr antes de aprender a andar — e é justamente por isso que acerta bonito. Em vez de tropeçar nas promessas megalomaníacas que têm derrubado outros filmes da Marvel, ele escolhe caminhar com firmeza por um terreno mais íntimo, mais emocional. Ao fazer isso, constrói uma jornada bem pé-no-chão, mas cheia de coração, onde cada momento parece pensado para envolver, surpreender e, acima de tudo, reconectar o público com a magia que fez os super-heróis dominarem as telas.
Ele não pretende salvar o MCU de uma vez — mas planta um pé no futuro com novidade e identidade. Este Primeiro Passo é, na verdade, um salto. Um pulo ousado rumo a uma nova forma de contar histórias dentro de um universo que parecia preso no próprio peso. Ao mirar no passado, na estética retrô, na curiosidade científica dos anos 60 e na força dos laços familiares, o filme encontra um caminho original. Um pequeno passo para o Quarteto, mas um grande avanço para a Marvel depois de tantos tombos.
La forma en que vivimos el fútbol ha sufrido una transformación irreversible, impulsada por la revolución digital. Lo que antes era una cita pasiva frente al televisor, hoy es una experiencia interactiva, global y profundamente personal. La tecnología ha empoderado al aficionado, permitiéndole trascender su rol de mero espectador para convertirse en un participante activo. Un claro ejemplo de esta evolución se encuentra en el streaming de deportes en directo con 1xBet, una de las muchas plataformas que ilustran cómo las tendencias online están redefiniendo el consumo deportivo global. Este análisis explora el impacto de esta nueva era digital en el juego que amamos.
La Evolución del Aficionado: De Espectador a Participante Activo
El cambio más profundo en la era digital se observa en la conducta del fanático. Este ya no se limita a mirar el partido; se involucra y participa activamente. La democratización del acceso es clave, y el streaming de deportes es su principal motor. Ver un partido en directo se ha enriquecido con nuevas formas de interacción que, hasta hace poco, no estaban tan integradas. Los aficionados ahora disfrutan sino para formar parte del evento:
Seguimiento de partidos desde cualquier dispositivo, rompiendo barreras geográficas.
Acceso a estadísticas y métricas de rendimiento en tiempo real.
Participación en debates globales a través de redes sociales y foros especializados.
Interacción directa con el evento mediante plataformas que integran la visualización con la participación.
La Fusión del Contenido y la Interacción en Tiempo Real
El éxito de las plataformas modernas radica en su habilidad para combinar la transmisión en vivo con funcionalidades interactivas. Esta fusión crea una experiencia inmersiva, transformando los 90 minutos de juego en un evento dinámico.
El Papel de la Emoción y el Análisis Responsable
La opción de realizar pronósticos mientras se disfruta añade una capa innegable de adrenalina. Como se dice en la industria, la emoción se intensifica cuando se tiene un interés en el resultado. Sin embargo, es fundamental abordar esta faceta con una mentalidad analítica. El éxito no garantiza ganancias; es el resultado de un estudio constante del rendimiento, el contexto y, por supuesto, una dosis de suerte. Se trata de potenciar la experiencia, no de una estrategia financiera.
Tendencias Clave que Definen el Futuro
Acceso democratizado: El streaming ha ampliado drásticamente el acceso a competiciones de élite como la Champions League, antes con cobertura más limitada.
Expansión multideportiva: Aunque el fútbol es el rey, la revolución del streaming de deportes se extiende a una amplia gama de disciplinas, como tenis, baloncesto y los crecientes eSports.
Experiencia inmersiva: La combinación de una visualización de alta calidad, datos en tiempo real y participación activa, ha creado un ecosistema de entretenimiento deportivo integral.
En definitiva, la tecnología digital ha redefinido el rol del aficionado, quien busca experiencias que eleven la emoción del juego. Hemos pasado de ser una audiencia pasiva a una comunidad comprometida. El futuro del entretenimiento deportivo se perfila claramente como interactivo, personalizado y centrado en el poder del fanático.
Do samba à capoeira, dos terreiros de candomblé às rodas de conversa nas praças, o Brasil sempre se organizou em círculos. Essa forma geométrica — simples, porém simbólica — vem ganhando uma nova leitura na cultura pop nacional. Hoje, não é apenas uma estrutura social tradicional, mas um emblema visual e afetivo que aparece em videoclipes, cenografias de shows, estampas de roupas e até nos enredos das séries brasileiras contemporâneas.
Se antes o círculo simbolizava o espaço da oralidade, do afeto comunitário e da espiritualidade coletiva, hoje ele também representa resistência estética e pertencimento urbano. A roda voltou, mas não como um gesto nostálgico — e sim como estratégia de futuro.
A roda no audiovisual brasileiro
Em uma das cenas mais comentadas da série “Sintonia”, a roda de funk funciona como ponto de encontro simbólico entre fé, lealdade e disputa de território. Não se trata apenas de dançar ou cantar, mas de ocupar um espaço social com identidade. O círculo, nesse contexto, atua como fronteira e refúgio, palco e escudo.
Da mesma forma, em videoclipes de artistas como Linn da Quebrada, Emicida e Marina Sena, a roda aparece como elemento coreográfico e narrativo. Os corpos se movimentam em círculo para reconstruir alianças, provocar rupturas e criar novas formas de diálogo entre tradição e contemporaneidade.
Estética circular nas redes e palcos
O TikTok brasileiro, notadamente nas trends de dança coletiva, revive a lógica da roda — só que virtual. Usuários gravam performances em círculo, mesmo em espaços privados. Essa retomada visual carrega um significado coletivo inconsciente: o desejo de pertencimento, mesmo no individualismo das redes.
Nos palcos de festivais como o Afropunk Bahia e o Rock The Mountain, a cenografia circular tem sido cada vez mais frequente. Estruturas redondas, andaimes em forma de mandala e luzes dispostas em espiral criam uma experiência de imersão onde o público não é apenas espectador, mas parte do ritual.
O círculo também se manifesta na moda brasileira como símbolo de conexão. Estilistas independentes, como Isaac Silva e Jal Vieira, têm inserido padrões circulares em suas coleções — seja nos cortes das peças, nos bordados ou nas estampas. Muitas vezes, esses elementos vêm acompanhados de narrativas ligadas à ancestralidade afro-indígena.
Esse resgate visual não é decorativo. É uma resposta estética a uma sociedade que historicamente marginalizou saberes orais e coletivos. O círculo afirma o valor da escuta, da convivência, do tempo dilatado — tudo aquilo que o capitalismo da pressa tenta apagar.
O pop que gira no próprio eixo
Em um Brasil cada vez mais polarizado, a simbologia da roda oferece um contraponto. Ela sugere centralidade sem hierarquia, fluxo sem ruptura. E essa ideia tem encontrado eco nas novas linguagens do entretenimento — especialmente entre artistas independentes, produtores de conteúdo e coletivos culturais.
O coletivo Batekoo, por exemplo, estrutura suas festas em pistas circulares, onde não há centro fixo, apenas movimentação. Já grupos de teatro como o Corpo Rastreado, em Salvador, exploram montagens em que o público se posiciona em círculo ao redor da cena, recriando a lógica dos terreiros e das rodas de jongo.
Até mesmo iniciativas como a Roleta Brasileira, que mistura arte, humor e cultura digital em formatos interativos, têm usado a circularidade como princípio estético e narrativo, mostrando como o lúdico pode reforçar sentidos coletivos sem perder a leveza.
Rodar é um verbo político
A cultura brasileira está redescobrindo o poder do círculo como gesto. Sentar em roda é resistir à lógica da verticalidade autoritária. Dançar em roda é romper com a performance individualista. Girar junto é reivindicar tempo e espaço para existir com o outro.
Mais do que forma, o círculo é hoje linguagem. Uma linguagem que conecta tradição e inovação, o passado do quilombo e o futuro do algoritmo. Uma linguagem que pulsa nos corpos, nas telas, nos palcos e nas calçadas. No Brasil em círculos, o centro é onde a roda gira. E ela não para.
O Apple TV+ revelou o trailer da segunda temporada de “Amor Platônico” (“Platonic”), comédia de sucesso, com meia-hora, estrelada por Seth Rogen (“O Estúdio”, da Apple, “É o Fim”, “Superbad: É Hoje”) e Rose Byrne (“Physical” e “Spirited: Um Conto Natalino” da Apple, “Missão Madrinha de Casamento”), que também são produtores executivos.
A segunda temporada de dez episódios estreia mundialmente na quarta-feira, 6 de agosto, com os primeiros dois episódios, seguidos de um novo episódio semanal até 1º de outubro.
Confira o trailer abaixo:
Índice
Sobre a 2ª temporada de Amor Platônico
Cocriada, dirigida e coescrita por Nicholas Stoller (“Os Muppets”, “Goosebumps”, “Vizinhos”) e Francesca Delbanco (“Amigos da Faculdade”, “Ressaca de Amor”), a segunda temporada de “Amor Platônico” conta a história da dupla favorita de antigos melhores amigos (Rogen e Byrne) enquanto eles lidam com novos obstáculos de meia-idade, incluindo trabalho, casamentos e parceiros em crises. A dupla tenta ser uma rocha de apoio um do outro — mas às vezes rochas quebram coisas.
Além de Rogen e Byrne, a série também é estrelada por Luke Macfarlane (“Agentes Espaciais”, “Brothers & Sisters”) e Carla Gallo (“Vizinhos”, “Ressaca de Amor”), e apresenta Aidy Bryant (“Shrill”, “Saturday Night Live”), Kyle Mooney (“Zoolander 2”), Beck Bennett (“Big Mouth”, “Rick e Morty”) e Milo Manheim (“Feriado Sangrento”, “Zombies 4: A Era dos Vampiros”), como atores convidados.
“Amor Platônico” é produzida pela Sony Pictures Television, com quem a Stoller’s Global Solutions tem um acordo. Byrne, Stoller, Delbanco e Conor Welch são produtores executivos ao lado de Rogen, Evan Goldberg e James Weaver pela Point Green Pictures.
A primeira temporada completa de “Amor Platônico” está disponível mundialmente no Apple TV+. Os novos episódios estreiam dia 6 de agosto.
Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.