Início Site Página 43

Bonito CineSur | 3ª edição abre com homenagem à atriz paraguaia Ana Brun

Um dos destinos de ecoturismo mais emblemáticos do Brasil, Bonito (MS) abriu ontem, 25 de julho, a 3ª edição do CineSur – Festival de Cinema Sul-Americano, no Centro de Convenções da cidade, no Auditório Kadiwéu. A cerimônia de abertura foi conduzida pelos atores Antônio Pitanga e Maeve Jinkings, que destacaram o cinema como combustível dos sonhos e motor de transformação social. Para eles, festivais como o CineSur são territórios privilegiados desse ritual: de potência, de realização e de mudança.

A noite foi marcada por uma homenagem emocionante à atriz paraguaia Ana Brun, ovacionada de pé pelo público ao receber o Prêmio Pantanal, em reconhecimento à sua trajetória, talento e contribuição para a sétima arte. Muito emocionada, Ana celebrou o festival:

“Estou encantada com o que Bonito tem feito com o CineSur. É importante que fomentemos as produções, que contemos nossas histórias, nossas tristezas e nossas alegrias para que este mundo seja um pouco melhor”.

Ana Brun ganhou o Urso de Prata de Melhor Interpretação Feminina no Festival de Berlim por sua atuação em As Herdeiras (2018), de Marcelo Martinessi — filme exibido na noite de estreia. Até hoje, apenas cinco atrizes sul-americanas conquistaram esse reconhecimento.

O diretor do festival, Nilson Rodrigues, destacou o CineSur como um espaço de integração do audiovisual sul-americano, que valoriza a diversidade e busca superar barreiras culturais e econômicas:

“Bonito é um excelente cenário para iniciar um debate sobre a integração da América do Sul como bloco econômico e social. Temos um grande mercado a ser explorado, com muitos países, muita gente e um imenso potencial. É preciso criar condições para que nossas produções circulem entre os países do continente”.

Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo, ressaltou o impacto cultural e social do festival na cidade:

“Ter um evento desse porte em Bonito tem um valor imensurável. A comunidade pode beber diretamente da fonte do cinema. Isso deixa um legado — na formação de público, no acesso à cultura e até na capacitação profissional por meio das oficinas que podem gerar oportunidades de trabalho”.

Entre as novidades desta edição, está o projeto inédito “As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano”, desenvolvido em parceria com a prefeitura. Em dois momentos da programação (26/07 e 02/08), onze esculturas simbólicas serão criadas com a marca das mãos de artistas sul-americanos convidados, ao lado da pata de um animal típico dos biomas de Mato Grosso do Sul. A proposta é celebrar a conexão entre o ser humano e o meio ambiente. As obras ficarão expostas na Praça da Liberdade e, futuramente, no cinema da cidade.

A programação do CineSur se estende pelos próximos oito dias e inclui três mostras competitivas — de cinema sul-americano, ambiental e sul-mato-grossense — além de sessões infantojuvenis, oficinas, seminários, debates e a mostra Cine Memória. Cineastas, especialistas e o público em geral participarão de trocas intensas sobre os caminhos do cinema no continente.

A cerimônia de encerramento, no dia 2 de agosto, também no Auditório Kadiwéu, será apresentada por Cláudia Ohana e Thiago Lacerda e marcará a entrega dos troféus e prêmios das mostras competitivas, que somam R$ 57.500,00.

Publicidade

Festival Guarnicê de Cinema anuncia programação gratuita com sessões presenciais em São Luís

VEM AÍ! Entre os dias 30 de julho e 6 de agosto, a capital maranhense recebe a 48ª do Festival Guarnicê de Cinema, o mais longevo do Norte e Nordeste e um dos mais importantes do país. A cerimônia de abertura acontece no dia 30 de julho, às 19h, no Auditório Terezinha Jansen, no Multicenter Sebrae, com homenagens ao ator Silvero Pereira e à cineasta maranhense Tássia Dhur.

A noite contará ainda com a exibição do filme Uma Mulher Sem Filtro, de Arthur Fontes, com presença do diretor e do ator Samuel de Assis, além de apresentação da artista Adriana Bosaipo e da Orquestra UFMA Jazz Brasil.

De 31 de julho a 5 de agosto, as mostras competitivas nacionais e maranhenses ocupam a Sala 6 do Cinépolis no São Luís Shopping. No mesmo período, os filmes exibidos presencialmente também estarão disponíveis, com acesso gratuito, na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, a partir das 17h30 até às 18h do dia seguinte, contabilizando um período de 24 horas e 30 minutos de exibição online.

A programação paralela traz atividades para diferentes públicos. No Cine Sesc Deodoro, acontecem sessões da Mostra Universitária, da Mostra Guarnicêzinho, da Mostra Jovem, da Mostra Cinema Não Tem Idade e da Mostra Faz Todo Sentido, voltada para pessoas com deficiência auditiva e visual. Já o encerramento e a cerimônia de premiação ocorrem no dia 6 de agosto, no Basa Clube.

Entre os destaques, estão homenagens póstumas a Cacá Diegues e aos 50 anos do filme Os Pregoeiros de São Luís, roda de conversa com Daniel Furlan sobre humor e democracia, lançamentos de livros e sessões especiais de filmes maranhenses e nacionais.

Toda a programação é gratuita, com retirada de ingressos presencialmente ou via Sympla, de acordo com cada atividade. A votação popular das mostras competitivas também ocorre online, por meio do site guarnice.ufma.br e do aplicativo Cine Guarnicê.

Realizado pela Universidade Federal do Maranhão e Ministério da Cultura via Lei Paulo Gustavo, o Festival Guarnicê de Cinema conta com patrocínio do Banco do Nordeste e Governo Federal, e Itaú.

Além disso, conta com apoio institucional da Assembleia Legislativa, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa/Eduplay, do Sesc, da Fundação Sousândrade, do Canal Brasil, da Cardume, do Itaú Cultural Play. O Festival também tem apoio do São Luís Shopping, do Louvre Magazine, da Vallent Produções, da TV UFMA, da Rádio Universidade da Associação Maranhense de Desenvolvedores de Jogos (AMAGAMES) e Tudo Pronto Produções.

Confira a programação completa: 

30/07 – CERIMÔNIA DE ABERTURA

LOCAL: MULTICENTER SEBRAE – AUDITÓRIO TEREZINHA JANSEN – Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n

homenagens à Silvero Pereira e a Tassia Dhur às 19h

CINÉPOLIS – São Luís Shopping – Av. Carlos Cunha, 1000 – Jaracaty

31/07 à 05/08 – Sessões das mostras competitiva nacional e maranhense

31/07 Segunda Sessão de Abertura

31/07 Homenagem Póstuma a Cacá Diegues

CINE SESC – DEODORO – Av. Silva Maia, 164 – Centro

04 e 05/08 – Mostra Universitária – 09h às 11h

04/08 – Cinema Não Tem Idade – 15h às 16h

05/08 – Cinema Não Tem Idade – 15h30 às 16h30

05/08 – Mostra Guarnicêzinho – 14h às 15h30 

06/08 – Mostra Guarnicêzinho – 1ª Sessão: 08h30 às 09h30 | 2ª Sessão: 9h30 às 10h30

05/08 – Mostra Faz Todo Sentido (acessibilidade com LSE e LIBRAS) – 15h00 

06/08 – Mostra Faz Todo Sentido (mostra com audiodescrição) – 1ª Sessão: 14h00 às 15h00 | 2ª Sessão: 15h30 às 16h30

06/08 –  Mostra Jovem – 15h30 às 17h00

BASA CLUBE – Av. Neiva Moreira, 01 – Parque Shalon

06/08 – cerimônia de encerramento e premiação

RESUMO ONLINE – MOSTRAS COMPETITIVAS

  • No mesmo dia em que forem exibidos presencialmente, os filmes estarão disponíveis na plataforma guarnice.ufma.br a partir das 17h30 até às 18h do dia seguinte, contabilizando um período de 24 horas e 30 minutos de exibição online;
  • Para as mostras competitivas que possuem júri popular, os filmes estarão com votação aberta na plataforma e no aplicativo Cine Guarnicê das 17h30 do dia em que forem exibidos presencialmente até às 12h do dia seguinte. A votação ocorre por meio do site guarnice.ufma.br e do aplicativo Cine Guanicê

RESUMO – MOSTRAS PARALELAS

Todos os filmes das mostras paralelas entram na plataforma na quinta-feira (31/07) às 00h01 e saem na terça-feira (06/08) às 23h59.

OBSERVAÇÕES

  • Toda a programação do Festival Guarnicê de Cinema é gratuita.
  • Os horários das sessões presenciais são aproximados e levam em conta o tempo da fala dos representantes das obras, no caso das mostras competitivas.
  • A programação pode sofrer alterações.
  • Observe atentamente a classificação indicativa dos filmes.

QUARTA-FEIRA (30/07)

MULTICENTER SEBRAE – AUDITÓRIO TEREZINHA JANSEN – 19H

CERIMÔNIA DE ABERTURA E HOMENAGENS

Filme de abertura Uma Mulher Sem Filtro, de Arthur Fontes. Com presença do diretor e do ator Samuel de Assis. 

Apresentação com a artista Adriana Bosaipo

Homenagem Nacional: Silvero Pereira

Homenagem Local: Tássia Dhur

Informações sobre a retirada de ingressos

Ingressos serão disponibilizados pelo Sympla.

Evento sujeito à lotação.

Nesta noite, 300 ingressos, sendo 1 por CPF. Estarão disponíveis para o público e 60 serão destinados para convidados.

QUINTA-FEIRA (31/07)

CINÉPOLIS – São Luís Shopping 

Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 31/07 (quinta-feira) até às 18h do dia 01/08 (sexta-feira).

VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 31/07 (quinta-feira) até 12h do dia 01/08 (sexta-feira).

BLOCO 1 – TARDE

Retirada de ingressos a partir de 14h30 na bilheteria do Cinépolis.

229 lugares disponíveis.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 10 anos 

COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 1 – 15H00

  • SÃO LUÍS HAVANA – Banda Criolinas – Coletivo – 5min17s – 2023 – Livre
  • BABADOOK – Banda Alikia – Allan Costa – 4min – 2024 – Livre
  • BYE – Lucca Truta, Deon, Kaminski – Vitória Campos – 5min04s – 2024 – Livre
  • QUEM EU ERA – Yoonguesu – Thaynara Gomes – 4min51s – 2024 – 10 anos

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 1 – 15H30

  • SILÊNCIO DA BOIADA / Direção: Luiza Fernandes / Documentário / 20min / 2025 / Livre / MA
  • VER CÉU NO CHÃO / Direção: Isabel Veiga / Híbrido (Doc/Fic) / 23min / 2025 / Livre / CE | RJ.
  • O CÉU NÃO SABE MEU NOME / Direção: Carol AÓ / Ficção / 20min48s / 2024 / Livre / BA.
  • Vípuxovuko – Aldeia / Direção: Dannon Lacerda / Ficção / Drama / 15min / 2025 / Livre / MS.
  • SOLA / Direção: Natália Dornelas / Ficção / 15min / 2025 / 10 anos / ES.

COMPETITIVA DE LONGAS MARANHENSES – SESSÃO 1 – 17H10

  • SE NÃO HOUVESSE O DIVINO? / Direção: Paulo Fernando Barbosa Ribeiro / Documentário / 51min28s / 2024 / Livre / MA.

BLOCO 2 – NOITE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 18h30.

229 lugares disponíveis

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos

SESSÃO ESPECIAL 1 – HOMENAGENS – 19H00

  • Homenagem a Cacá Diegues
  • Homenagem aos 50 anos do filme Os Pregoeiros De São Luís / Direção: Murilo Santos / 10min / 1975 / MA  

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 2 – 19H30MIN

  • LADEIRA ABAIXO / Direção: Ismael Moura / Ficção / 17min / 2024 / 12 anos / PB.
  • ENTRE CORPOS / Direção: Mayra Costa / Ficção / Drama / 17min10s / 2024 / 14 anos / AL.

COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 1 – 20H30MIN

  • SENHORITAS / Direção: Mykaela Plotkin / Ficção / 77min / 2024 / 16 Anos / PE

SEXTA-FEIRA (01/08)

CINÉPOLIS – SÃO LUÍS SHOPPING

Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 01/08 (sexta-feira) até às 18h do dia 02/08 (sábado).

VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 01/08 (sexta-feira) até 12h do dia 02/08 (sábado).

BLOCO 1 – TARDE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.

229 lugares disponíveis.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos

COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 2 – 15H

  • TE LEVO NOS LENÇÓIS – Enme- Walber Sousa – 2min55s – 2024 – Livre
  • DERRETEU – Socris – Socris – 3min05s – 2025 – Livre
  • SAUDADE COM DENDÊ – Camila Reis – Nayra Albuquerque – 6min10s – 2025 – Livre
  • EH FOD@ – Yoongesu – Thiago Dosaro – 02min04s – 2024 – 10 anos
  • VEM DE LÁ – Gugs feat Mateus Fazeno Rock – Sunday James – 03min14s – 2024 – 16 anos

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 3 – 15H20

  • UM PÉ DE CAJU / Direção: Eduardo Marques & Pablo Monteiro / Documentário / 22min / 2025 / Livre / MA.
  • QUEIMANDO POR DENTRO / Direção: Enock Carvalho e Matheus Farias / Ficção / 16min36s / 2024 / Livre / PE.

COMPETITIVA DE LONGAS MARANHENSES – SESSÃO 2 – 16h

  • A HISTÓRIA DO INÍCIO DO SURF NO MARANHÃO / Direção: Marcelo Vasconcelos / Documentário / 129min / 2023 / Livre / MA.

BLOCO 2 – NOITE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 18h30.

229 lugares disponíveis.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 10 anos

LANÇAMENTO DE LIVROS – 18H00

Local: Sala LUC 307 Guarnicê – Entrada A – São Luís Shopping

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 4 – 19H

  • CATTY BETE / Direção: Mariel Haickel / Ficção | Suspense | Drama | Terror | Comédia / 20min / 2024 / Livre / MA.
  • JAVYJU – BOM DIA / Direção: Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães / Ficção / 25min / 2024 / 10 anos / SP.
  • A MULHER INVISÍVEL / Direção: R.B. Lima / Ficção / 21min / 2024 / 10 anos / PB.

COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 2 – 20h15

  • MAMBEMBE / Direção: Fabio Meira / Documentário / 97min / 2024 / Livre / SP

SÁBADO (02/08)

CINÉPOLIS – SÃO LUÍS SHOPPING

Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 02/08 (Sábado) até 18h do dia 03/08 (domingo).

VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 02/08 (Sábado) até 12h do dia 03/08 (Domingo).

BLOCO 1 – TARDE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.

229 lugares disponíveis.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: Livre 

SESSÃO ESPECIAL 2 – 15H00

  • RODA DE CONVERSA COM DANIEL FURLAN, TEMA – HUMOR E DEMOCRACIA. 

COMPETITIVA DE LONGAS MARANHENSES – SESSÃO 3 – 16H30

  • O TEATRO TE XAMA: FAMÍLIA DE CRIAÇÃO / Direção: Dani Lopes / Documentário / 50min / 2025 / Livre / MA.

COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 2 – 17h25

  • QUEM É ESSA MULHER? / Direção: Mariana Jaspe / Documentário / 70min / 2024 /Livre / BA

BLOCO 2 – NOITE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 18h30.

229 lugares disponíveis.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 5 – 19H

  • A CASA CENTENÁRIA / Direção: Mayara Pereira e Geovane Camargo / Ficção / 15min58s / 2025 / 14 anos / MA.
  • BOIUNA / Direção: Adriana de Faria / Ficção / 20min / 2025 / 14 anos / PA.
  • MEÇA TRÊS VEZES ANTES DE CORTAR / Direção: Zulmí Nascimento / Docdrama Musical / 20min / 2024 / 16 anos / BA | GO.

COMPETITIVA DE LONGAS NACIONAIS – SESSÃO 3 – 19H55

  • O SILÊNCIO DAS OSTRAS / Direção: Marcos Pimentel / Ficção / 127min / 2024 / 10 Anos / BH

DOMINGO (03/08)

CINÉPOLIS – SÃO LUÍS SHOPPING

Os filmes das MOSTRAS COMPETITIVAS desta programação estarão disponíveis gratuitamente na plataforma guarnice.ufma.br e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 03/08 (domingo) até 18h do dia 04/08 (segunda-feira).

VOTAÇÃO POPULAR aberta na plataforma (guarnice. ufma.br) e no aplicativo Cine Guarnicê, das 17h30 do dia 03/08 (domingo) até 12h do dia 04/08 (segunda-feira).

BLOCO 1 – TARDE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 14h30.

229 lugares disponíveis. Sujeito à lotação.

Filme com a maior classificação indicativa do bloco: 16 anos

COMPETITIVA DE VIDEOCLIPES – SESSÃO 3 – 15H

  • TUMALINA – ADH4RAA feat GGi – Sunday James – 02min58s – 2024 – 14 anos
  • BARATINANDO PRA TODO LADO, LÁ VEM ELA, A MÁQUINA DE DESCASCAR’ALHO – Bloco Tradicional “Os Baratas” – César Barata – 4min20s – 2025 – Livre
  • ANDAMENTO – NÚBIA – Jonas Sakamoto – 5min19s – 2024 – 12 anos
  • NOVAS DANÇAS – Klicia – Jessica Lauane – 3min24s – 2024 – Livre

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 6 – 15H20

  • A COLUNA / Direção: Joaquim Haickel (Documentário romanceado em animação) / 09min56s / 2025 / Livre / MA.
  • CATA / Direção: Lucas Sá / Documentário / 25min / 2025 / Livre / MA.
  • MALA PRETA / Direção: Áurea Maranhão / Ficção | Drama | Ação / 20min / 2025 / 16 anos / MA.
  • PIRAÍ: OS CANTOS DA ENCANTARIA AKOÁ GAMELLA / Direção: DIEGO JANATÃ & DJUENA TIKUNA / Documentário / 29min / 2024 / Livre / MA.

COMPETITIVA DE LONGAS MARANHENSES – SESSÃO 4 – 17H00

  • A CIGANA / Direção: Thiago Furtado / Documentário / 75min / 2025 / 12 Anos / MA

BLOCO 2 – NOITE

Retirada de ingressos na bilheteria do Cinépolis a partir de 18h30.

229 lugares disponíveis. Sujeito à lotação.

Filme com a maior classificação indicativa do programa: 16 anos

COMPETITIVA DE CURTAS – SESSÃO 7 – 19H

  • FARO / Di
Publicidade

O Urso | Tudo o que você precisa saber sobre a 4ª temporada da série

“THE BEAR” — “Tomorrow” — Season 3, Episode 1 (Airs Thursday, June 27th) — Pictured: Jeremy Allen White as Carmen “Carmy” Berzatto. CR: FX.

Fogões acesos! A quarta temporada de O Urso – que foi renovada para uma quinta – já está disponível na íntegra exclusivamente no Disney+ e traz Carmen “Carmy” Berzatto (Jeremy Allen White), Sydney Adamu (Ayo Edebiri) e Richard “Richie” Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach) seguindo em frente, determinados a não apenas sobreviver, mas também levar “O Urso” para o próximo nível.

Com novos desafios surgindo a cada momento, a equipe terá que se adaptar, se reajustar e superar tais contratempos. Nesta nova temporada, a busca pela excelência não se trata apenas de melhorar, mas de decidir o que vale a pena manter.

Para preparar o seu paladar e aproveitar ao máximo a quarta temporada, o Disney+ compartilha os pontos principais desta história aclamada pela crítica que se tornou uma das favoritas do público no mundo todo:

Atenção: alerta de spoilers!

Entrada fria: o Mise En Place da história 

Lançada em junho de 2022, a primeira temporada de O Urso, do FX, transportou o público para a caótica cozinha do Original Beef of Chicagoland, um restaurante familiar decadente de Chicago, deixado aos cuidados de Carmy, um chef da alta gastronomia que assumiu o negócio após o suicídio de seu irmão Mickey (Jon Bernthal). 

Atormentado e cheio de inseguranças, Carmy lidou simultaneamente com sua dor e com as constantes crises de um restaurante atolado em dificuldades financeiras, onde interage com personagens ecléticos, como seu explosivo “primo” Richie, um protetor ciumento do status quo do restaurante; Sydney, uma jovem e talentosa chef contratada por Carmy que descobre os desafios de trabalhar com seu ídolo profissional e novo chefe; e o rico tio Jimmy (Oliver Platt), um antigo patrocinador da família.

No final da primeira temporada, uma descoberta inesperada de dinheiro salvou o negócio da ruína, mas a segunda temporada viu Carmy dobrar a aposta e transformar o Beef no O Urso, um restaurante de alta gastronomia com aspirações de ganhar a cobiçada estrela Michelin. A reforma, que deixou Carmy em dívida com o tio, colocou ainda mais pressão sobre uma equipe forçada a encarar o desafio.

Na terceira temporada, a inauguração d’O Urso gerou grande expectativa no universo culinário de Chicago, mas a persistente disfunção da equipe comprometeu continuamente o sucesso do novo empreendimento. Perto do fim da temporada, Sydney considerou mudar de carreira para um projeto mais organizado e promissor, enquanto Carmy e Richie navegavam pelas águas turbulentas de sua relação, atravessados pelo conflito entre a cozinha problemática liderada por Carmy e as tentativas de Richie de manter a ordem no salão.

Entrada quente: os ingredientes do presente

Com as portas finalmente abertas, O Urso inicia a quarta temporada enfrentando uma crítica gastronômica negativa que ameaça selar o destino do projeto. Enquanto isso, Carmy e sua equipe recebem uma notícia urgente do tio Jimmy que dará o tom para o restante dos episódios: o restaurante está em crise e eles têm dois meses para se recuperar financeiramente e evitar que ele feche. Será que eles conseguirão manter O Urso aberto, e qual será a melhor maneira de fazer isso?

Esse “prato principal” narrativo, sem dúvida, prepara o cenário para novas tensões criativas entre os integrantes da equipe, ativando as papilas gustativas do público para saborear o drama que vem por aí. Agora, mais do que nunca, cada segundo conta.

A quarta temporada, por sua vez, reunirá o público com algumas subtramas que ficaram em aberto nos episódios anteriores: a relação rompida entre os irmãos Carmy e Natalie (Abby Elliott) e sua autoritária mãe Donna (Jamie Lee Curtis); o romance florescente entre Carmy e Claire (Molly Gordon); e, especialmente, o dilema profissional de Sydney, que afeta diretamente o futuro do restaurante.

Prato principal: aumenta a temperatura

Os fios narrativos da quarta temporada de O Urso, do FX, aumentam a temperatura da história e abrem caminho para uma conversa mais profunda sobre os temas que a permeiam. Alguns desses fios estão presentes desde o início: a busca pela excelência através do trabalho em equipe, o desenvolvimento dos laços interpessoais no ambiente de trabalho, a construção de uma família escolhida e a resiliência emocional após traumas do passado.

Os novos episódios expandem o universo temático da série, colocando os personagens em novas encruzilhadas. O poder do perdão, a liberdade de reinvenção, a identidade pessoal que transcende o local de trabalho e a natureza dinâmica da liderança são alguns dos temas que surgem, reafirmando a profundidade emocional de uma história que honra seu legado ao mesmo tempo que desbrava novos caminhos.

Sobremesa: a sensação mais doce

Desde o início, O Urso, do FX, soube comover o público, apostando fortemente nos laços forjados entre ele e cada um dos personagens. A quarta temporada colhe os frutos de uma relação delicadamente construída, baseada em uma confiança conquistada, e busca deixar uma sensação tão doce quanto as anteriores, que lhe renderam diversos prêmios, como o de Programa de Televisão do Ano pelo American Film Institute.

A segunda temporada conquistou 11 Emmys®, o maior número de prêmios já recebidos por uma série de comédia em um único ano na história. A série também foi indicada e venceu os prêmios Globo de Ouro®, Screen Actors Guild Awards, Peabody Awards, Critics’ Choice Awards, Writers Guild Awards, Directors Guild Awards, Producer Guild Awards, NAACP Image Awards, Independent Spirit Awards, MPSE Golden Reel Awards, CAS Awards, ACE Eddie Awards e TCA Awards, entre outros.

As quatro temporadas de O Urso, do FX, estão disponíveis exclusivamente no Disney+.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:

Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso canal no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Crítica | Quarteto Fantástico: Primeiros Passos – Depois de tantos tombos, um passo na direção certa

A Marvel Studios sempre soube como dar os primeiros passos — o problema é o depois. Desde Vingadores: Ultimato, o estúdio parece preso em um ciclo de promessas que não se cumprem, tentando repetir uma fórmula que já perdeu o brilho. Mas, em meio a essa maratona de excessos, 2025 marca um ponto de virada: finalmente, a qualidade voltou a falar mais alto que a quantidade.

Após a compra da Fox lá em 2019, o Quarteto Fantástico enfim ganha vida dentro do MCU. E a espera valeu muito a pena. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não apenas chega com fôlego renovado – uma vez que supera facilmente todas as suas adaptações anteriores – como quebra a previsibilidade visual da Marvel ao apostar em uma estética retrô-futurista ambientada nos anos 1960. Um deslumbre estético de brilhar os olhos. Só isso já é um sinal claro de mudança de rota.

Mais do que uma simples introdução de personagens, o filme captura com fidelidade o espírito da Era de Prata dos quadrinhos e se revela uma homenagem sincera — e emocionante — ao gênero de super-heróis. E, junto com o novo Superman de James Gunn, sinaliza o início de uma nova fase: mais vibrante, mais descomplicada, mais corajosa em ser, de fato, uma fantasia sem vergonha. E abraçar sua essência é o passo mais importante para funcionar nas telas.

Os acertos e erros de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não marca apenas a estreia do Quarteto no Universo Cinematográfico da Marvel — é também o início da jornada do pequeno bebê Franklin, além de uma nova abordagem para a origem dessa família de heróis. Assim como James Gunn faz em Superman, o filme parte do princípio de que este universo já está consolidado. Nada de longas introduções: a história se passa em uma Terra paralela, ainda nos anos 60 de um futuro alternativo, onde tudo já está em movimento.

Nada aqui é “história de origem” no sentido tradicional. O roteiro apresenta o Quarteto como os maiores — e únicos — heróis do planeta. Sem Vingadores, sem Capitã Marvel, o mundo depende inteiramente deles. Dotados de poderes vindos do cosmos, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) carregam dilemas que já conhecemos, mas agora com mais profundidade, charme e atenção aos detalhes.

A química entre os quatro é palpável. Eles funcionam como um verdadeiro time — não só nas sequências de ação bem coreografadas, mas também na construção da ideia de família. O filme entende que o poder do Quarteto está justamente nisso: na conexão entre eles. E é esse vínculo que torna Quarteto Fantástico: Primeiros Passos uma estreia tão promissora quanto emocionante.

O que o Quarteto Fantástico faz aqui é raro: funciona de forma impecável tanto como grupo quanto individualmente. Cada membro tem seu momento de destaque — ainda que Sue Storm, vivida por uma inspirada Vanessa Kirby, seja a verdadeira estrela do filme. Ela entrega uma versão poderosa e emocionalmente complexa da Mulher Invisível, com uma força maternal que transforma Sue em uma das melhores adições ao MCU dos últimos anos.

Joseph Quinn traz um Tocha Humana menos rebelde e inconsequente do que o interpretado por Chris Evans, mas ainda carregando aquela energia caótica que define o personagem. Ebon Moss-Bachrach entrega um Ben Grimm irresistivelmente humano — doce, gentil, com uma vulnerabilidade que só torna sua transformação no Coisa ainda mais comovente.

Pedro Pascal, o nome mais aguardado do elenco, cumpre bem o papel de Sr. Fantástico com seu carisma natural em uma versão mais melancólica, aterrorizada e um tanto monótona do herói. Mas, curiosamente, ele não é a coisa mais deslumbrante em cena — esse título vai para o visual do filme. A direção de arte é um espetáculo à parte: das paletas de cor à iluminação, tudo aqui remete a uma estética quase Wes Anderson encontra a Marvel, ousada e estonteante.

Infelizmente, os vilões não têm o mesmo brilho. A Surfista Prateado de Julia Garner até tem presença e entrega um momento de impacto no desfecho, mas acaba surfando demais na onda de Galactus (Ralph Ineson) — o “devorador de mundos” que, apesar da imponência, representa o elo mais tradicional da fórmula tediosa da Marvel em um filme que até então apostava mais. Ele funciona? Sim! Mas é a parte menos surpreendente de uma produção que parecia pronta para fazer algo além dos deuses cósmicos subutilizados.

Galactus não quer apenas destruir a Terra — ele quer Franklin, o filho de Sue e Reed. Um bebê com poderes além da compreensão, e que claramente desponta como uma das grandes promessas do futuro do MCU. A ameaça é tão grande que, para salvá-lo (e ao planeta), o Quarteto chega à ideia ousada de mover a própria Terra para fora da rota do devorador de mundos. A cena pós-créditos, aliás, deixa claro que Galactus não é o único interessado na criança — outros vilões também estão de olho em seu potencial.

O roteiro, embora ambicioso, tropeça em certos momentos. Há teorias demais, explicações apressadas e, em alguns pontos, o velho e conhecido deus ex machina ressurge. Ainda assim, quando o filme desacelera e volta seu olhar para o coração da história — os laços familiares, a relação com o público, a mídia e o peso da responsabilidade — ele realmente brilha. O tom de comédia familiar se equilibra com doses intensas de drama, resultando em uma experiência emocional e, em muitos momentos, comovente.

Visualmente, o filme é impressionante, mas não perfeito. O CGI supera a média recente da Marvel, mas ainda tem deslizes, especialmente nas cenas envolvendo o bebê — que às vezes escorregam para o artificial. Nada que comprometa a experiência, mas perceptível. Fora isso, o diretor Matt Shakman (WandaVision) dirige a ação com a mesma empolgação de ler um quadrinho de Stan Lee e Jack Kirby.

O que realmente se destaca é a atmosfera: um sentimento constante de urgência e desespero que se entrelaça com uma poderosa mensagem de esperança. Com a humanidade à beira da extinção, os personagens agem com mais egoísmo, paixão e intensidade — criando um cenário carregado de dilemas morais. Nesse contexto, o filme propõe uma reflexão sobre o papel dos heróis, o culto aos “deuses” e os limites da salvação.

Com menos de duas horas de duração, o filme acerta em cheio no ritmo. Não há gordura nem pressa: tudo é bem dosado, com cenas que se encaixam naturalmente, mantendo o espectador engajado do início ao fim. É um uso inteligente do tempo — e dos recursos narrativos — para entregar uma aventura divertida, cheia de energia e, felizmente, com pouquíssimas amarras ao restante do MCU. E isso, convenhamos, é um alívio.

A trilha sonora de Michael Giacchino é outro destaque colossal. É épica, inesquecível e gruda na cabeça. Nas sequências de ação, ela arrepia — e não por acaso remete à trilha de outra família heroica dos cinemas: Os Incríveis.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos é, acima de tudo, sobre família. Mas também é sobre conflito, sobre exploração, e sobre aquela curiosidade científica e existencial que marcou os anos 1960 durante a corrida espacial. O filme resgata com brilho a alma de uma era que acreditava estar olhando para o futuro — e nos obriga a pensar no nosso presente, nos lembrando que, no fim, somos só poeira flutuando na vastidão do cosmos.

Veredito

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não tenta correr antes de aprender a andar — e é justamente por isso que acerta bonito. Em vez de tropeçar nas promessas megalomaníacas que têm derrubado outros filmes da Marvel, ele escolhe caminhar com firmeza por um terreno mais íntimo, mais emocional. Ao fazer isso, constrói uma jornada bem pé-no-chão, mas cheia de coração, onde cada momento parece pensado para envolver, surpreender e, acima de tudo, reconectar o público com a magia que fez os super-heróis dominarem as telas.

Ele não pretende salvar o MCU de uma vez — mas planta um pé no futuro com novidade e identidade. Este Primeiro Passo é, na verdade, um salto. Um pulo ousado rumo a uma nova forma de contar histórias dentro de um universo que parecia preso no próprio peso. Ao mirar no passado, na estética retrô, na curiosidade científica dos anos 60 e na força dos laços familiares, o filme encontra um caminho original. Um pequeno passo para o Quarteto, mas um grande avanço para a Marvel depois de tantos tombos.

NOTA: 9/10

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

LEIA TAMBÉM:

Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso canal no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Análisis del Entretenimiento Deportivo: Tendencias Online que Redefinen la Pasión por el Fútbol

La forma en que vivimos el fútbol ha sufrido una transformación irreversible, impulsada por la revolución digital. Lo que antes era una cita pasiva frente al televisor, hoy es una experiencia interactiva, global y profundamente personal. La tecnología ha empoderado al aficionado, permitiéndole trascender su rol de mero espectador para convertirse en un participante activo. Un claro ejemplo de esta evolución se encuentra en el streaming de deportes en directo con 1xBet, una de las muchas plataformas que ilustran cómo las tendencias online están redefiniendo el consumo deportivo global. Este análisis explora el impacto de esta nueva era digital en el juego que amamos.

La Evolución del Aficionado: De Espectador a Participante Activo

El cambio más profundo en la era digital se observa en la conducta del fanático. Este ya no se limita a mirar el partido; se involucra y participa activamente. La democratización del acceso es clave, y el streaming de deportes es su principal motor. Ver un partido en directo se ha enriquecido con nuevas formas de interacción que, hasta hace poco, no estaban tan integradas. Los aficionados ahora disfrutan sino para formar parte del evento:

  • Seguimiento de partidos desde cualquier dispositivo, rompiendo barreras geográficas.
  • Acceso a estadísticas y métricas de rendimiento en tiempo real.
  • Participación en debates globales a través de redes sociales y foros especializados.
  • Interacción directa con el evento mediante plataformas que integran la visualización con la participación.

La Fusión del Contenido y la Interacción en Tiempo Real

El éxito de las plataformas modernas radica en su habilidad para combinar la transmisión en vivo con funcionalidades interactivas. Esta fusión crea una experiencia inmersiva, transformando los 90 minutos de juego en un evento dinámico.

El Papel de la Emoción y el Análisis Responsable

La opción de realizar pronósticos mientras se disfruta añade una capa innegable de adrenalina. Como se dice en la industria, la emoción se intensifica cuando se tiene un interés en el resultado. Sin embargo, es fundamental abordar esta faceta con una mentalidad analítica. El éxito no garantiza ganancias; es el resultado de un estudio constante del rendimiento, el contexto y, por supuesto, una dosis de suerte. Se trata de potenciar la experiencia, no de una estrategia financiera.

Tendencias Clave que Definen el Futuro

  • Acceso democratizado: El streaming ha ampliado drásticamente el acceso a competiciones de élite como la Champions League, antes con cobertura más limitada.
  • Expansión multideportiva: Aunque el fútbol es el rey, la revolución del streaming de deportes se extiende a una amplia gama de disciplinas, como tenis, baloncesto y los crecientes eSports.
  • Experiencia inmersiva: La combinación de una visualización de alta calidad, datos en tiempo real y participación activa, ha creado un ecosistema de entretenimiento deportivo integral.

En definitiva, la tecnología digital ha redefinido el rol del aficionado, quien busca experiencias que eleven la emoción del juego. Hemos pasado de ser una audiencia pasiva a una comunidad comprometida. El futuro del entretenimiento deportivo se perfila claramente como interactivo, personalizado y centrado en el poder del fanático.

Publicidade

Círculos culturais: o novo centro da brasilidade pop

Rodas que não param de girar

Do samba à capoeira, dos terreiros de candomblé às rodas de conversa nas praças, o Brasil sempre se organizou em círculos. Essa forma geométrica — simples, porém simbólica — vem ganhando uma nova leitura na cultura pop nacional. Hoje, não é apenas uma estrutura social tradicional, mas um emblema visual e afetivo que aparece em videoclipes, cenografias de shows, estampas de roupas e até nos enredos das séries brasileiras contemporâneas.

Se antes o círculo simbolizava o espaço da oralidade, do afeto comunitário e da espiritualidade coletiva, hoje ele também representa resistência estética e pertencimento urbano. A roda voltou, mas não como um gesto nostálgico — e sim como estratégia de futuro.

A roda no audiovisual brasileiro

Em uma das cenas mais comentadas da série “Sintonia”, a roda de funk funciona como ponto de encontro simbólico entre fé, lealdade e disputa de território. Não se trata apenas de dançar ou cantar, mas de ocupar um espaço social com identidade. O círculo, nesse contexto, atua como fronteira e refúgio, palco e escudo.

Da mesma forma, em videoclipes de artistas como Linn da Quebrada, Emicida e Marina Sena, a roda aparece como elemento coreográfico e narrativo. Os corpos se movimentam em círculo para reconstruir alianças, provocar rupturas e criar novas formas de diálogo entre tradição e contemporaneidade.

Estética circular nas redes e palcos

O TikTok brasileiro, notadamente nas trends de dança coletiva, revive a lógica da roda — só que virtual. Usuários gravam performances em círculo, mesmo em espaços privados. Essa retomada visual carrega um significado coletivo inconsciente: o desejo de pertencimento, mesmo no individualismo das redes.

Nos palcos de festivais como o Afropunk Bahia e o Rock The Mountain, a cenografia circular tem sido cada vez mais frequente. Estruturas redondas, andaimes em forma de mandala e luzes dispostas em espiral criam uma experiência de imersão onde o público não é apenas espectador, mas parte do ritual.

Leia também: O Brasil em círculos: quando a roda vira símbolo de pertencimento

Da ancestralidade à moda urbana

O círculo também se manifesta na moda brasileira como símbolo de conexão. Estilistas independentes, como Isaac Silva e Jal Vieira, têm inserido padrões circulares em suas coleções — seja nos cortes das peças, nos bordados ou nas estampas. Muitas vezes, esses elementos vêm acompanhados de narrativas ligadas à ancestralidade afro-indígena.

Esse resgate visual não é decorativo. É uma resposta estética a uma sociedade que historicamente marginalizou saberes orais e coletivos. O círculo afirma o valor da escuta, da convivência, do tempo dilatado — tudo aquilo que o capitalismo da pressa tenta apagar.

O pop que gira no próprio eixo

Em um Brasil cada vez mais polarizado, a simbologia da roda oferece um contraponto. Ela sugere centralidade sem hierarquia, fluxo sem ruptura. E essa ideia tem encontrado eco nas novas linguagens do entretenimento — especialmente entre artistas independentes, produtores de conteúdo e coletivos culturais.

O coletivo Batekoo, por exemplo, estrutura suas festas em pistas circulares, onde não há centro fixo, apenas movimentação. Já grupos de teatro como o Corpo Rastreado, em Salvador, exploram montagens em que o público se posiciona em círculo ao redor da cena, recriando a lógica dos terreiros e das rodas de jongo.

Até mesmo iniciativas como a Roleta Brasileira, que mistura arte, humor e cultura digital em formatos interativos, têm usado a circularidade como princípio estético e narrativo, mostrando como o lúdico pode reforçar sentidos coletivos sem perder a leveza.

Rodar é um verbo político

A cultura brasileira está redescobrindo o poder do círculo como gesto. Sentar em roda é resistir à lógica da verticalidade autoritária. Dançar em roda é romper com a performance individualista. Girar junto é reivindicar tempo e espaço para existir com o outro.

Mais do que forma, o círculo é hoje linguagem. Uma linguagem que conecta tradição e inovação, o passado do quilombo e o futuro do algoritmo. Uma linguagem que pulsa nos corpos, nas telas, nos palcos e nas calçadas. No Brasil em círculos, o centro é onde a roda gira. E ela não para.

Publicidade

2ª temporada de Amor Platônico ganha trailer oficial; veja

O Apple TV+ revelou o trailer da segunda temporada de “Amor Platônico” (“Platonic”), comédia de sucesso, com meia-hora, estrelada por Seth Rogen (“O Estúdio”, da Apple, “É o Fim”, “Superbad: É Hoje”) e Rose Byrne (“Physical” e “Spirited: Um Conto Natalino” da Apple, “Missão Madrinha de Casamento”), que também são produtores executivos.

A segunda temporada de dez episódios estreia mundialmente na quarta-feira, 6 de agosto, com os primeiros dois episódios, seguidos de um novo episódio semanal até 1º de outubro.

Confira o trailer abaixo:

Sobre a 2ª temporada de Amor Platônico

Cocriada, dirigida e coescrita por Nicholas Stoller (“Os Muppets”, “Goosebumps”, “Vizinhos”) e Francesca Delbanco (“Amigos da Faculdade”, “Ressaca de Amor”), a segunda temporada de “Amor Platônico” conta a história da dupla favorita de antigos melhores amigos (Rogen e Byrne) enquanto eles lidam com novos obstáculos de meia-idade, incluindo trabalho, casamentos e parceiros em crises. A dupla tenta ser uma rocha de apoio um do outro — mas às vezes rochas quebram coisas.

Além de Rogen e Byrne, a série também é estrelada por Luke Macfarlane (“Agentes Espaciais”, “Brothers & Sisters”) e Carla Gallo (“Vizinhos”, “Ressaca de Amor”), e apresenta Aidy Bryant (“Shrill”, “Saturday Night Live”), Kyle Mooney (“Zoolander 2”), Beck Bennett (“Big Mouth”, “Rick e Morty”) e Milo Manheim (“Feriado Sangrento”, “Zombies 4: A Era dos Vampiros”), como atores convidados.

“Amor Platônico” é produzida pela Sony Pictures Television, com quem a Stoller’s Global Solutions tem um acordo. Byrne, Stoller, Delbanco e Conor Welch são produtores executivos ao lado de Rogen, Evan Goldberg e James Weaver pela Point Green Pictures.

A primeira temporada completa de “Amor Platônico” está disponível mundialmente no Apple TV+. Os novos episódios estreiam dia 6 de agosto.

Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Netflix anuncia elenco principal e início das gravações da minissérie Brasil 70 – A Saga do Tri

Rodrigo Santoro (João Saldanha), Bruno Mazzeo (Zagallo) e Lucas Agrícola (Pelé) são os protagonistas de Brasil 70 – A Saga do Tri, nova minissérie de ficção da Netflix e O2 Filmes sobre a campanha da equipe nacional brasileira de futebol rumo ao tricampeonato no mundial de 1970. 

As filmagens já começaram e acontecem em cidades do Brasil e do México. Ainda sem data de estreia, a minissérie vai recriar, de forma imersiva, lances clássicos e momentos de bastidores que ajudaram a construir o legado de uma das maiores equipes de futebol de todos os tempos.

Um mergulho nos desafios, emoções e temores que acompanharam os jogadores como Pelé, Tostão, Félix, Carlos Alberto, Jairzinho, Gérson e Rivellino, além dos técnicos Saldanha e Zagallo durante a preparação e a disputa do torneio. O enredo se desenrola em um dos momentos mais marcantes tanto do futebol quanto da História política brasileira, em meio à fase mais dura do regime militar, enquanto a equipe demonstra sua genialidade em campo sob a enorme pressão de representar um país inteiro.

A direção geral é assinada por Paulo Morelli e Pedro Morelli, com episódios dirigidos também por Quico Meirelles. A criação é de Naná Xavier e Rafael Dornellas. A produção está a cargo de Paulo Morelli e Pedro Morelli, ao lado de Cris Abi, com Guto Gontijo na produção executiva de desenvolvimento. Felipe Sant’Angelo assina com Naná Xavier a redação final dos roteiros.

Completam o elenco nomes como Marcelo Adnet (Eusébio Teixeira), Bruna Mascarenhas (Rosemeri), Gui Ferraz (Jairzinho), Ravel Andrade (Tostão), Maicon Rodrigues (Paulo Cézar Caju), Caio Cabral (Carlos Alberto), Daniel Blanco (Rivellino), Val Perré (Mário Américo), Lara Tremouroux (Rosa), Felipe Frazão (Leo), Fillipe Soutto (Gérson), Hugo Haddad (Félix), Victor Salomão (Dadá Maravilha) e José Beltrão (Parreira).

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

‘Atena’, suspense estrelado por Mel Lisboa e Thiago Fragoso, ganha trailer e data de estreia

A2 Filmes lançou o trailer oficial do suspense policial ATENA (Atena), com direção de Caco Souza (“O Faixa Preta” e “Solteira Quase Surtando“) e estrelado por Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos” e das séries “Presença de Anita” e “Coisa Mais Linda“, daNetflix) e Thiago Fragoso (das novelas “Amor à Vida”, “O Profeta” e “Lado a Lado”), que será lançado exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 31 de julho.

Confira abaixo:

Sobre Atena

Atena, uma mulher que sofreu abusos por parte de seu pai na infância, transforma sua dor em determinação para combater a violência contra mulheres. Junto com Helena, outra sobrevivente, elas formam um grupo que atrai, captura e julga agressores, atuando como um tribunal clandestino.

Carlos, um repórter investigativo, descobre a existência desse grupo e passa a acompanhar suas atividades de perto. A jornada de Atena toma um rumo pessoal quando ela descobre o paradeiro de seu pai em Montevidéu.

Com o apoio de Carlos, ela parte em busca de vingança, confrontando não apenas seu passado traumático, mas também as implicações morais de suas ações. O filme aborda temas como justiça, vingança e a luta contra a impunidade, retratando a realidade de muitas mulheres que enfrentam abusos e a negligência das autoridades.

Lui Mendes, Gilberto Gawronski, Bruno Krieger, Luiz Franke, Mari Amaral, Jéssica Nigro, Marcelo Crawshaw, Marcos Verza completam o elenco.

Atena estreia dia 31 de julho nos cinemas brasileiros.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Nada, primeiro longa-metragem de Adriano Guimarães, ganha trailer oficial

A Embaúba Filmes acaba de lançar o trailer do filme NADA, o primeiro longa-metragem de Adriano Guimarães. Protagonizado por Bel Kowarick e Denise Stutz, o filme acompanha Ana, uma artista plástica que retorna à fazenda onde cresceu para reencontrar a irmã, Tereza.

Confira o trailer abaixo:

Índice

Sobre Nada

Com uma narrativa delicada conduzida pelo memória e ausência, em ‘NADA’, o cotidiano se funde com o extraordinário. Imagens do passado retornam, enquanto uma estranha tecnologia parece exercer uma influência silenciosa sobre os habitantes.

Para tratar da fantasmagoria da memória e das imagens, a obra evita qualquer conotação de terror, indo por um caminho mais sutil. 

Essa poética se reflete também no partido estético do filme. A fotografia de André Carvalheira trabalha com um enquadramento mais fechado, criando uma sensação de confinamento. O desenho de som, por sua vez, é tratado como um elemento narrativo fundamental, evocando a presença do que já se foi.

Desde sua estreia, NADA foi exibido em festivais na Espanha, Rússia, Índia, Argentina, México e Colômbia. O filme foi premiado no 25º Festival de Cinema de Tiradentes (2022) na categoria Work in Progress (WIP), no Festival de Málaga (2022) com o Prêmio WIP Iberoamericano e o Prêmio LatAm Cinema, além de ter recebido os prêmios de Melhor Direção, Melhor Direção de Arte e Melhor Edição de Som no 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Mostra Brasília. Este filme recebeu financiamento público do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal e da Secretaria do Audiovisual (SAV) do Ministério da Cultura, além do Fundo Setorial do Audiovisual.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade