Descancelado! A estrela de O Urso e vencedora do Emmy, Ayo Edebiri, está potencialmente próxima de se juntar à franquia Piratas do Caribe, em um filme que pode marcar o retorno de Johnny Depp.
De acordo com informações compartilhadas pelo conhecido insider Daniel RPK em seu Patreon, a atriz está sendo considerada para o papel principal no projeto liderado por Craig Mazin (conhecido por trabalhos como Chernobyl e The Last of Us).
RPK também ofereceu detalhes sobre a trama, sugerindo que o enredo do próximo Piratas do Caribe girará em torno de uma personagem chamada Anne, um papel que possivelmente seria interpretado por Ano Edebiri, ao lado de um grupo de piratas mais jovens em busca de um tesouro.
Além disso, MyTimeToShineHello adicionou um toque adicional à informação de RPK, indicando que parte do cenário do novo Piratas do Caribe seria no Haiti, e que a protagonista feminina seria uma personagem haitiana.
A insider também mencionou que a Disney estaria interessada em contar com Johnny Depp no projeto, possivelmente em um papel coadjuvante ou até mesmo em uma participação especial.
Prego no caixão! Mais duas mulheres acusaram Jonathan Majors de praticar abusos físicos e psicológicos durante relacionamentos mantidos com o ator. As denúncias de Emma Duncan e Maura Hooper foram reveladas em um novo artigo do New York Times.
A matéria também expõe que três membros da equipe de produção de Lovecraft Country, série da HBO estrelada por Jonathan Majors em 2020, fizeram uma queixa formal contra o ator junto à emissora. Duas delas eram as diretoras de segunda unidade Jessica Pollini e Lisa Zugschwerdt, enquanto a terceira não teve seu nome divulgado pelo jornal.
De acordo com o Times, os relatos das ex-namoradas de Majors foram incluídos no recente processo por violência doméstica contra o ator, que resultou em sua condenação, ainda pendente de sentença, mas não foram admitidos pelo tribunal como evidência.
Duncan alega que Jonathan Majors a ameaçou de estrangulamento e morte durante uma discussão em 2016. Em outro incidente, ele a empurrou contra uma caixa de correio, resultando em lesões nas costas e braços. Em uma terceira ocasião, ele a derrubou no chão e a cabeceou.
Hooper, cujo relacionamento com Majors coincidiu com o de Duncan (sem o conhecimento de ambas na época), relatou que o ator a proibiu de falar sobre o namoro deles e se recusou a acompanhá-la a uma clínica de aborto após o procedimento.
Após o término do relacionamento, Jonathan Majors descobriu que Hooper estava namorando outro homem conhecido por ele. Segundo ela, o ator a ligou furioso, chamando-a de “prostituta”, desejando sua morte e ameaçando arrancar-lhe o coração, assim como haviam feito com o bebê dela.
Quanto às denúncias no set de Lovecraft Country, Pollini e Zugschwerdt afirmam que Majors frequentemente se mostrava agressivo com as mulheres da equipe de produção e ameaçava usar violência durante discussões criativas.
As duas diretoras de segunda unidade se uniram a uma terceira colega para fazer a denúncia formal à HBO, desencadeando uma investigação que resultou na emissora obrigando Jonathan Majors a se desculpar. No entanto, segundo elas, o ator minimizou os incidentes como “mal entendidos” durante suas conversas.
20 Dias em Mariupol, filme dirigido por Mstyslav Chernov, entra em cartaz oficialmente no Brasil em 7 de março de 2024, com distribuição da Synapse Distribution.
Indicada ao Oscar deste ano na categoria de Melhor Documentário em Longa-metragem, e vencedora do Festival de Sundance, 20 Dias em Mariupol acompanha um grupo de jornalistas ucranianos que registram a invasão da Rússia na cidade de Mariupol. Sem saída, a equipe passa por desastres em alta escala, como o bombardeamento de um hospital-maternidade.
Confira o trailer:
Mstyslav Chernov é um cineasta e fotojornalista vencedor do prêmio Pulitzer pelo trabalho de cobertura do ataque retratado no filme. Já cobriu conflitos no Iraque, Afeganistão e em Kiev, capital da Ucrânia. Para compor o documentário, ele e seus companheiros de equipe — correspondentes da The Associated Press, também produtora do longa — estiveram presentes desde o início da invasão russa, do primeiro bombardeio ao corte de água, de suprimentos e das torres de sinal. Também foram os últimos jornalistas a permanecer na cidade. Enquanto filmavam a situação local, fugiam dos soldados russos para não serem capturados.
20 Dias em Mariupol já passou por quase 50 festivais internacionais, como Sundance – onde ganhou o prêmio de Melhor Documentário – Toronto e San Diego, conquistando mais de 20 prêmios no total. Além do Oscar 2024, o filme também está indicado ao BAFTA em duas categorias. No Rotten Tomatoes, o longa tem 100% de aprovação da crítica.
A Diamond Films anunciou o lançamento de PACTO DE REDENÇÃO (Knox Goes Away), novo suspense repleto de ação que chega aos cinemas em 21 de março. Estrelado e dirigido por Michael Keaton, o filme acompanha um assassino de aluguel em sua última missão depois de ser diagnosticado com uma doença rara que compromete sua memória.
Além de Keaton, o elenco conta com nomes como James Marsden, Al Pacino, Suzy Nakamura, Joanna Kulig, Ray McKinnon, John Hoogenakker e Marcia Gay Harden. Michael Keaton dirige o filme a partir de um roteiro de Gregory Poirier.
Em PACTO DE REDENÇÃO John Knox (Michael Keaton) tem uma última missão para cumprir antes de perder completamente a memória. Após um trabalho fracassado, ele tem a oportunidade de se redimir quando seu filho (James Marsden), com quem não tinha contato há anos, o procura desesperado por ajuda para encobrir um crime. Para se reconectar com o filho e evitar sua prisão, Knox conta com a ajuda de Xavier (Al Pacino) e inicia uma corrida contra a polícia e contra o relógio da sua própria mente, que se deteriora rapidamente.
A 20th Century Studios divulgou o trailer nacional de Todos Nós Desconhecidos, filme com Paul Mescal (Aftersun) e Andrew Scott (Fleabag). A produção também ganhou data e chega ao Brasil em 7 de março de 2024.
Confira:
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Sobre Todos Nós Desconhecidos
No longa, vamos acompanhar Adam (Scott), um autor solitário de 40 anos que se apaixona pelo vizinho Harry (Mescal) em Londres. Mas enquanto o relacionamento dos dois cresce, Adam é atraído de volta à casa onde cresceu – e abandonada por sua família há muito tempo. Lá, ele reencontra seus pais, mesmo que eles tenham morrido tragicamente em sua infância.
A Searchlight Pictures apresenta, em associação com a Film4 e TSG Entertainment, uma produção da Blueprint Pictures,Todos Nós Desconhecidos, produzido por Graham Broadbent, Pete Czernin e Sarah Harvey.
Com roteiro e direção de Andrew Haigh, baseado no romance Strangers de Taichi Yamada, o longa-metragem é estrelado por Andrew Scott, Paul Mescal, com Jamie Bell e Claire Foy.
Andrew Haigh (45 Anos) dirige e roteiriza o filme, baseado em Strangers, livros de Taichi Yamada.
Todos Nós Desconhecidos estreia em 7 de março nos cinemas brasileiros.
Nos últimos 10 anos o gênero de terror vem vivendo uma espécie de renascença. Após o sucesso do estilo slasher que predominou da década de 1970 até meados dos anos 90, e dos filmes ao estilo Pânico e Eu Sei o Que Vocês Fizeramno Verão passado nos anos 2000, o estilo parece ter criado uma nova identidade buscando novos tipos de monstros e assombrações com um background sempre mais elaborado que o anterior.
Baghead: A Bruxa dos Mortos, da Imagem Filmes, navega pelos mesmos mares que Invocação do Mal, Annabelle e A Freira, mas, ao tentar copiar o que é feito hoje em dia ao mesmo tempo que procura uma identidade própria, falha miseravelmente em tudo que tenta.
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A trama de Baghead: A Bruxa dos Mortos
Quando a jovem Iris recebe a notícia de que seu pai morreu, ela recebe de herança uma propriedade de 400 anos no coração da Inglaterra. O que ela não sabia é que junto de sua herança, uma inquilina maldita viria junto. Agora, ela tenta lidar com o espírito que vive no lugar ao mesmo tempo em que tenta organizar sua vida.
O maior problema de Baghead: A Bruxa dos Mortos não é ser um filme ruim. Produções de terror de qualidade duvidosa muitas vezes nos divertem, mas esse não é o caso. Baghead é um filme desinteressante e isso não tem conserto. Nada do que é apresentado em tela dá vontade de saber mais.
A trama da protagonista é rasa, apressada e sem desenvolvimento. Não há um momento em que o espectador se importe com aquela que deveria ser a condutora da trama. A subtrama do visitante misterioso que busca ver a Bruxa dos Mortos parece até promissora, mas cai por terra com diálogos bobos e a total falta de desenvolvimento mais uma vez.
Até mesmo a tentativa de um drama familiar entre Iris e o falecido pai, que justifica sua ausência na vida da garota pela maldição que a Bruxa traz, é completamente irrelevante e, mais uma vez, mal desenvolvida.
Se tem uma coisa que poderia se salvar é o visual de Baghead, uma entidade que cobre seu rosto apenas para mostrar a face do morto requerido por quem busca seus serviços. Mas nem isso o filme consegue fazer, dando um visual genérico para a Bruxa e tornando idiota a ideia de que ela cobre seu rosto antes de personificar algum falecido. Quando o longa decide explicar as origens da assombração, se utilizando dos mesmos clichês de todo filme do gênero na última década, mais uma vez o filme é completamente genérico.
Veredito
Não existe o que se elogiar em Baghead: A Bruxa dos Mortos. Nem mesmo se alguém entregasse a trama para qualquer IA escrever um roteiro, sairia algo tão mal feito. Evite o quanto você puder.
Filmes sobre a Segunda Guerra Mundial não são nenhuma novidade. O maior conflito bélico dos tempos modernos já foi apresentado nos cinemas por quase todos os ângulos possíveis: o lado dos vencedores, o lado dos perdedores, a visão dos soldados, dos comandantes, dos americanos, dos soviéticos, dos alemães, dos militares, dos civis, de quem foi afetado indiretamente e de quem viveu do primeiro ao último dia da guerra. Porém, em Zona Interesse (The Zone Of Interest), da Diamond Films, somos apresentados a um dos lados mais cruéis e inexplorados desse período histórico.
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A trama de Zona de Interesse
Em Zona de Interesse acompanhamos o dia a dia de Rudolf e Hedwig Höss, um casal que divide sua rotina com o marido trabalhando para sustentar a casa e a esposa cuidando do lar e dos filhos em uma bela casa bem ao lado do trabalho de Rudolf. Uma trama normal e sequer digna de nota, se não fosse pelo fato do marido ser o chefe do campo de concentração de Auschwitz, o local de um dos maiores massacres da história humana.
O grande trunfo do diretor Jonathan Glazer é poder se utilizar do fato de a Segunda Guerra Mundial ser um assunto amplamente debatido, reportado e retratado em suas diversas formas. Todos os horrores da guerra que o público está acostumado a ver em produções como essa jamais chega aos nossos olhos, mas nos circunda como um mau presságio durante o andamento do longa.
E, de maneira muito inteligente, o diretor de Zona de Interesse nos faz até gostar da família alemã em certos pontos, com suas histórias, seus amores, seus passeios e o cotidiano comum de qualquer família ideal, quase tudo como num comercial de margarina.
E é nesse local que mora a crueldade e o terror que Glazer quer que o espectador sinta. Diante de uma das maiores atrocidades que o ser humano já cometeu, reside a calma e o amor de uma família comum. Não é completamente absurdo para essa família que estamos vendo na tela que pessoas estejam sendo incineradas a um simples muro de distância, que possam ser seus antigos vizinhos ou até mesmo pessoas com quem trabalhavam antes da guerra. Oficiais se reúnem para discutir genocídio como homens de negócio sentam a mesa para falar sobre melhorias nas empresas ou centros de distruibuição.
Não existe aqui o estereótipo do filme de Segunda Guerra de um alemão grande assustador esbravejando a língua germânica com seu uniforme da Gestapo ou da SS diante de judeus aprisionados. Aqui o que vemos são pais cuidando dos filhos enquanto as pessoas choram ao lado da casa, com tiros ressoando entre o cantar dos pássaros e chaminés esfumaçando a todo vapor entre um amanhecer e outro. E talvez seja essa a grande tragédia que Jonathan Glazer queira mostrar: a banalização do inaceitável.
Talvez o único defeito de Zona de Interesse seja se alongar um pouco demais na parte burocrática nazista, ainda que sirva para deixar o espectador ainda pior em relação a total normalidade como a sociedade funciona diante do massacre do povo judeu. Mas não acho que isso tire qualquer impacto da mensagem que o longa quer transmitir.
Veredito
Zona de Interesse nos mostra o pior lado do ser humano da maneira mais surreal possível. Não com maldade ou violência, mas com um afago e o sorriso de uma criança alheia a todo seu redor. Certamente um dos grandes filmes desse ano.
O Prime Video divulgou o trailer oficial da série Original Rainha Vermelha.
Na prévia, podemos ver o rico universo por trás da adaptação do livro de Juan Gómez-Jurado e muitos dos elementos e easter-eggs da publicação original, além de Vicky Luengo e Hovik Keuchkerian como Antonia Scott. e Jon Gutiérrez pela primeira vez.
Rainha Vermelhaestreia dia 19 de fevereiro.
Assista:
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Sobre Rainha Vermelha
A adaptação do primeiro capítulo da trilogia de livros de sucesso de Juan Gómez-Jurado (Reina Roja, Loba Negra, Rey Blanco) é uma série de sete episódios estrelada por Vicky Luengo (Antidisturbios, Historias para no dormir) e Hovik Keuchkerian (La Casa de Papel, Antidisturbios). Koldo Serra (Sin huellas, La Casa de Papel) é o diretor principal ao lado de Julian de Tavira (Hernán), responsável pelos episódios 4 e 6.
Com um QI de 242, Antonia Scott é oficialmente a pessoa mais esperta do planeta. Sua inteligência fez dela a “Rainha Vermelha” de um projeto policial secreto e experimental, mas o que parecia um presente virou uma maldição, e ela acabou perdendo tudo. Quando o filho de um poderoso magnata é encontrado assassinado e a filha do homem mais rico da Espanha é raptada, a organização Rainha Vermelha é posta em ação. Mentor, ex-chefe de Antonia, recorre a Jon Gutiérrez, um policial basco temperamental que está prestes a ser expulso da polícia, para reativar Antonia.
O distorcido jogo de gato e rato em que Jon e Antonia se envolvem durante a investigação os ajuda a descobrir que eles se admiram e se complementam quase tanto quanto se irritam. Rainha Vermelha é um thriller assustador ambientado em Madrid, uma cidade que desempenha um papel central na história, e combina a urgência e a ação da investigação com a química espirituosa entre os seus dois personagens principais.
Rainha Vermelha é uma produção da Dopamine e Focus com Amaya Muruzábal como showrunner e produtora executiva. O roteiro é escrito por Muruzábal ao lado de Salvador Perpiñá.
O primeiro livro da trilogia Rainha Vermelha está disponível para venda na Amazon.com.br – clique aqui
O Amazon Prime custa R$ 14,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
Rainha Vermelhaestreia dia 19 de fevereiro no Prime Video.
Fim da Era dos heróis? Antecipa-se uma redução nos lançamentos anuais do Universo Cinematográfico Marvel, juntamente com um investimento mais substancial em heróis e franquias já estabelecidos. O CEO da Disney, Bob Iger, compartilhou insights sobre o futuro do MCU durante uma teleconferência com os acionistas da empresa, conforme relatado pelo The Wrap.
“Estamos direcionando nossa atenção para sequências de franquias estabelecidas. Dadas as condições atuais da indústria e o desafio de atrair o público para os cinemas, confiar em franquias familiares é uma estratégia sensata”, comentou o líder do estúdio.
Iger reconheceu que, na busca por aumentar a quantidade de conteúdo produzido, especialmente para alimentar o catálogo do Disney+, o estúdio e algumas de suas subsidiárias “se desviaram do foco”.
“O primeiro passo que estamos tomando é reduzir o volume de novos lançamentos e a quantidade de conteúdo que estamos desenvolvendo. Isso se aplica especialmente à Marvel”
Como resultado dessa nova abordagem da Disney, o MCU terá apenas um filme nos cinemas em 2024: Deadpool 3, com estreia marcada para 26 de julho.
Mais salgado! O Prime Video anunciou um aumento em seu preço de assinaturas a partir de 8 de março. Atualmente custando R$14,90, o plano mensal saltará para R$19,90. Já o plano anual, que hoje custa R$119, passará a cobrar R$166,80.
De acordo com um comunicado divulgado nas redes sociais, novos assinantes ainda poderão adquirir o plano mensal pelo preço atual, com o valor sendo atualizado apenas na renovação.
Confira:
A partir de 8 de março, o valor da assinatura mensal será R$19,90 e a anual R$166,80 – preço equivalente a 13,90/mês. Mas anota aí: ainda dá tempo garantir a maratona das suas séries e filmes favs no preço de 9,92/mês por mais um ano assinando o plano anual até 7 de março.
Para os assinantes atuais do plano mensal do Prime Video, o valor será atualizado a partir de 7 de abril.
O Amazon Prime custa R$ 14,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.