The House: Alguém consegue escapar da casa? Entenda os finais da animação

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Já está disponível na Netflix a animação em stop-motion The House (ou A Casa), um suspense dividido em três partes e repleto de segredos. Se você ficou em dúvida sobre o que acontece em cada um dos finais, aqui vamos explicar em detalhes. Vem ver!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Parte 1

A primeira parte de The House, que se passa em 1800, trata de uma família pobre que essencialmente faz um acordo com o diabo. Pai Raymond irritado com seus parentes esnobes decide ficar bêbado uma noite e dar um passeio pela floresta. Em suas viagens, ele se depara com uma visão de uma carruagem sem cavalos e uma figura misteriosa o conduz para dentro. No dia seguinte, um Sr. Thomas falando em nome do arquiteto Sr. Van Schoonbeek, faz uma oferta que Raymond não pode recusar.

Thomas, que é visto brigando consigo mesmo ou rindo, acaba sendo apenas um ator contratado por Van Schoonbeek. Ele também se virou para a garrafa e lamenta a pobre e perdida Mabel enquanto ela implora por ajuda. O Sr. Thomas afirma que o grande designer muda continuamente tudo na casa, a ponto de não haver mais escadas e os corredores se tornarem uma espécie de labirinto, sem chance de fuga.

Enquanto isso, os pais de Mabel ficaram completamente consumidos pela casa. Raymond é hipnotizado pela lareira e começa a queimar todos os seus pertences, enquanto a mãe Penny trabalha na máquina de costura dia e noite, mesmo enquanto dorme. Eles recebem roupas novas, que claramente se parecem com móveis, e os pais são subitamente transformados. Raymond se torna uma cadeira e Penny um conjunto de cortinas. Essa reviravolta é perturbadora, mas ainda dói quando uma Mabel angustiada entra em cena. Ela se depara com seus pais transformados e um fogo furioso e fora de controle. Mabel e sua irmã escapam pela janela, mas não parece ser um final feliz.

Parte 2

Na parte dois de The House, não há como negar, este termina em um infortúnio. O renovador rato faz um jogo no prédio amaldiçoado. Os convidados são rudes e não impressionados com todo o seu trabalho árduo. Eles deixam pegadas em todos os tapetes e espalham sorvete em todas as superfícies imagináveis. Embora, para sua surpresa, dois visitantes estranhos e de formas estranhas expressem seu interesse pela casa e investiguem mais os quartos. O único problema é que eles não vão embora. Experimentam a cama, o sofá e o banho, tratando o lugar como um hotel. Há muito humor a ser extraído dessa reviravolta e os cineastas aproveitam ao máximo a comédia.

O proprietário revida, mas mais e mais membros da família chegam. Ele os ameaça com o repelente de insetos, mas consegue se nocautear com a fumaça. Em seu retorno, os seres revelam sua verdadeira forma. Eles são uma espécie de híbrido roedor/inseto, camundongos com seis patas. Essa transformação atinge mais forte do que na Parte Um. É extremamente enervante e o que se segue é ainda pior. Cortes rápidos revelam a devastação que essas criaturas mutantes estão infligindo à casa, destruindo tudo em seu caminho, devorando tudo o que podem. É uma cena horrível e nessa cena final, encontramos nosso protagonista rato despiu sua roupa e se tornou selvagem, juntando-se aos monstros em sua destruição.

Parte 3

A terceira e última história é o elo fraco. Os cineastas corajosamente tentaram uma abordagem diferente, mas o tiro saiu pela culatra. A Parte Três nos levou para o futuro e se concentrou na felina Rosa enquanto ela tentava restaurar a casa à sua antiga glória em meio a inundações apocalípticas. Seus inquilinos (incluindo Helena Bonham Carter, de The Crown) imploram a ela para deixar as instalações e navegar com eles para o desconhecido, mas Rosa se recusa. Os outros partem e ela fica sozinha. Um nevoeiro potente desce sobre o prédio e Rosa tem suas próprias visões para lutar.

Em uma mudança, Rosa consegue escapar de sua destruição iminente, transformando a casa em um barco por meio de uma alavanca. O segmento final termina com otimismo quando todos partem para um futuro melhor. Sem morte, sem muita destruição, apenas um final esperançoso. A fábula final não se encaixa com a sensação das outras, mas soa verdadeira em um nível mais profundo. Durante todo o tempo, o objetivo é sempre escapar da casa a qualquer custo. Em cada história, os personagens são consumidos pelo prédio e lutam para sair. No entanto, algumas almas corajosas conseguem sair vivas.

E aí, gostou do final de The House? O filme já está disponível na Netflix.

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