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40 anos do Discovery Channel: saiba quais as produções mais queridas pelos fãs brasileiros

Há 40 anos, o Discovery se compromete com a missão de entreter, educar e inspirar por meio de histórias reais e fascinantes. Desde seu primeiro programa até os sucessos mais recentes, a marca se tornou sinônimo de qualidade, autenticidade e curiosidade – pilares que a mantêm como referência em conteúdo factual em todo o mundo. 

Para celebrar este marco histórico, o Discovery apresenta as produções mais queridas pelos fãs brasileiros. De aventuras extremas a documentários impactantes, a lista reflete a conexão única do público brasileiro com o universo Discovery. 

Largados e Pelados 

A sobrevivência é levada ao limite no reality mais icônico do Discovery, no qual um grupo de pessoas é desafiado a sobreviver em condições extremas nos lugares mais inóspitos – tudo isso sem roupas nem comida. 

Aeroporto – Área Restrita

Produção nacional que oferece uma perspectiva ampla das operações realizadas pelos órgãos fiscais que controlam as fronteiras aéreas brasileiras. A série acompanha as ações das autoridades nos aeroportos brasileiros e ainda tem um papel educativo, informando o público sobre as leis nacionais de importação e exportação. 

Febre do Ouro 

Os brasileiros também compartilham a fascinação pelo ouro, esta série de muito sucesso no canal mostra garimpeiros arriscando suas vidas pela chance de ficarem ricos. 

Operação Fronteira Brasil 

O que acontece nos limites entre os países? Esta série documental acompanha a rotina das autoridades que trabalham diariamente para combater o avanço do tráfico, contrabandos e imigração ilegal nas fronteiras do país. 

Desafio em Dose Dupla 

Duplas inesperadas precisam se unir para garantir sua sobrevivência. Suas habilidades e criatividade estão à prova a todo o momento com desafios complexos. 

Produções de Ed Stafford 

As aventuras e a resiliência do explorador britânico, um ícone da programação do Discovery, com mais de 10 programas próprios em que enfrenta os ambientes mais extremos do planeta. 

Com histórias que atravessam o tempo, as culturas e os formatos, o Discovery celebra 40 anos reforçando seu compromisso de seguir explorando o desconhecido, desafiando limites e conectando pessoas por meio de narrativas reais e transformadoras. Porque, quando o mundo muda, a curiosidade encontra novos caminhos — e o Discovery segue pronto para contá-los. 

As produções também estão disponíveis na plataforma de streaming Max

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Inspirado em eventos reais, ‘The Lost Bus’ – estrelado por Matthew McConaughey e America Ferrera – ganha teaser emocionante; confira

Apple Original Films revela o teaser trailer de “The Lost Bus“, um drama de resgate emocionante e cheio de ação dirigido pelo indicado ao Oscar Paul Greengrass (“Vôo United 93”, “Domingo Sangrento”, “Relatos do Mundo”) e inspirado em eventos reais.

Confira abaixo:

Sobre The Lost Bus

Com estreia prevista ainda para este ano, nos cinemas e no Apple TV+, “The Lost Bus” é uma jornada eletrizante por um dos incêndios florestais mais mortais dos Estados Unidos, em que um motorista de ônibus escolar (Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por “Clube de Compras Dallas”, “Interestelar”, “Amor Bandido”) e uma professora dedicada (America Ferrera, de “Barbie”, “Quatro Amigas e um Jeans Viajante”, “Ugly Betty”, vencedora do Emmy, do SAG e do Globo de Ouro) lutam para salvar 22 crianças de um inferno aterrorizante.

“‘The Lost Bus’ é uma história de heroísmo silencioso — de pessoas que se unem diante do impensável. Sinto-me honrado por ter sido encarregado de contar essa história”, afirma o diretor Paul Greengrass.
 
The Lost Bus” foi escrito por Paul Greengrass e Brad Inglesby (“Mare of Easttown”, “Noite Sem Fim”, “O Caminho de Volta”), e é baseado no livro Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire, de Lizzie Johnson.

O filme é produzido por Inglesby, Gregory Goodman (“A Vida é uma Comédia”, “Quarteto Fantástico”, “Entre Montanhas”, da Apple), Jason Blum (“Corra!”, “Infiltrado na Klan”, “A Caçada”) pela Blumhouse Productions, e por Jamie Lee Curtis (“True Lies”, “Halloween”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) pela Comet Pictures, com produção executiva da autora Lizzie Johnson. Após ouvir uma entrevista de Johnson na NPR (rádio dos EUA), Curtis leu o livro e levou o projeto para a Blumhouse, com quem mantém um contrato de prioridade.

Além de McConaughey e Ferrera, o elenco inclui Yul Vazquez (“Severance”, da Apple, “The Outsider”, “Boneca Russa”), Ashlie Atkinson (“A Idade Dourada”, “Infiltrado na Klan”) e Spencer Watson (“Eles”, “Mr. Student Body President”).

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Crítica | Como Treinar o seu Dragão (2025) – um voo visual que hesita em decolar emocionalmente

Quinze anos após conquistar plateias ao redor do mundo com uma animação que equilibrava afeto, aventura e amadurecimento, Como Treinar o Seu Dragão retorna às telas agora sob o manto do live-action. O comando segue nas mãos de Dean DeBlois — responsável pela trilogia original e agora roteirista solitário da nova versão — e não há dúvidas de que o diretor conhece intimamente o mundo de Berk. Mas o que se desenha em cena é uma batalha silenciosa entre a nostalgia e a tentativa de justificação artística num contexto saturado por remakes realistas.

Curiosamente, o lançamento surge meses após a chegada da versão em carne e osso de Lilo & Stitch, projeto que DeBlois também assinou nos primórdios dos anos 2000, e cuja nova versão não conta com sua participação. Não há como ignorar a tensão implícita entre Disney e Universal nesse momento, ambas lutando não apenas por bilheteria, mas por autoridade criativa na reinvenção de suas histórias mais amadas.

Os acertos e erros de Como Treinar o Seu Dragão

No centro da trama, permanece Soluço — agora com feições mais humanas, mas ainda preso à mesma trajetória narrativa. Ele é o garoto viking franzino, inventor talentoso e socialmente deslocado, que estabelece uma improvável aliança com um dragão da temida raça Fúria da Noite. A sinergia com Banguela, marcada pela construção de confiança e cumplicidade, resiste ao novo formato e mantém parte do encanto do original, sobretudo em passagens que optam pelo silêncio. É no não dito, nos olhares, nos gestos entre humano e criatura, que o filme encontra ecos de um cinema quase contemplativo — e que por instantes lembra a delicadeza de um Jacques Tati em plena fantasia digital.

O problema, porém, emerge no tempo e no tom. Com trinta minutos a mais que o filme de 2010, o live-action tropeça na própria ambição. Ao tentar expandir o escopo, dilui os momentos de maior impacto emocional, tornando previsíveis algumas viradas e burocrática a resolução de seus conflitos. Não se trata de má vontade com a obra, mas de uma constatação inevitável: o que no original era enxuto, simbólico e pungente, aqui se arrasta com certa hesitação.

Ainda assim, há um mérito inegável na construção visual. A fusão entre atores reais e criaturas digitais alcança um nível de harmonia que evita o efeito “boneco em cena”, tão comum em adaptações do tipo. Os dragões, com exceção de Banguela, seguem uma lógica estética que remete à brutalidade mística de Game of Thrones ou à iconografia monstruosa das franquias Jurassic Park/World. Já Banguela, que conserva seu traço mais cartunesco, exigiu que o próprio Soluço fosse levemente estilizado — um ajuste ousado que, surpreendentemente, funciona. Há um senso de estilização constante que confere unidade visual ao universo apresentado, mesmo quando ele escapa da verossimilhança naturalista.

Mais do que uma simples atualização tecnológica, o filme se posiciona como espetáculo visual. Os voos sobre Berk, os duelos com dragões, os momentos de contemplação no alto de um penhasco: tudo aqui clama por escala, por imersão, por grandiosidade. Em certos instantes, parece até buscar o impacto sensorial de Avatar (2009), e não seria exagero dizer que é nesse terreno da imagem como experiência que a refilmagem encontra sua razão de existir.

Veredito

No fim das contas, a versão live-action de Como Treinar o Seu Dragão se equilibra entre reverência e reformulação. É belo, é competente, mas também é cauteloso. Não trai a história original — o que já é um mérito num mar de adaptações apáticas —, mas tampouco a reinventa com a potência que poderia. Há bravura na tentativa, mas falta fogo no coração. E talvez seja exatamente aí que o voo não alcance o céu que deveria.

Nota: 6/10

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O Retorno, com Ralph Fiennes e Juliette Binoche, ganha data de estreia no Brasil

Após quase 30 anos, os atores Ralph Fiennes e Juliette Binoche voltam a contracenar juntos em O Retorno. Com estreia marcada para o dia 4 de setembro, o longa será distribuído no Brasil pela O2 Play.

O drama mitológico é dirigido por Uberto Pasolini (dos filmes Ou tudo ou nada, Uma vida comum e Bel Ami – O Sedutor) e narra a última parte do clássico de Homero, a Odisseia, com o retorno de Odisseu a sua ilha natal, Ítaca. Ulisses é o nome em latim para Odisseu, o nome grego.

O filme teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em 2024, e apresenta um elenco de peso, como, no papel de Odisseu, Ralph Fiennes, indicado ao Oscar 2025 na categoria Melhor Ator por sua interpretação em Conclave, e Juliette Binoche, interpretando Penélope, a esposa do protagonista. A atriz é ganhadora do Oscar 1997 de Melhor Atriz Coadjuvante, pelo filme O Paciente Inglês, última produção em que atuou ao lado de Fiennes. A dupla também esteve junta no filme O Morro dos Ventos Uivantes, de 1992.

Na trama do filme, depois de 20 anos longe, Odisseu volta a Ítaca, abatido e irreconhecível após a Guerra de Tróia, encontrando o seu reino em desordem. Sua esposa Penélope é cercada por pretendentes que disputam o trono, e seu filho Telêmaco, interpretado por Charlie Plummer, enfrenta ameaças de morte de quem busca ocupar o poder.

Em uma produção mais humanizada, o diretor Pasolini e os roteiristas John Collee e Edward Bond, optaram por narrar a etapa final da odisseia sem a presença de deuses e seres míticos, como o poema de Homero. Preferiram mostrar as feridas físicas e mentais de Odisseu como resultado de décadas envolvido em guerras. 

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‘Alien: Earth’, série derivada da franquia, ganha trailer oficial

Já estão disponíveis o trailer e o pôster oficiais de Alien: Earth, o aguardado drama de ficção científica do FX criado pelo produtor vencedor do Emmy® Noah Hawley. Formada por 8 episódios, a nova série dramátoca baseada na aclamada franquia, estreia na terça-feira, 12 de agosto, com seus dois primeiros episódios. Em seguida, um novo episódio será lançado toda terça-feira.

Confira abaixo o material divulgado:

Sobre Alien: Earth

Em Alien: Earth, quando a misteriosa nave espacial de investigação USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um desorganizado grupo de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca frente a frente com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, os ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e os sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas tudo muda quando o prodigioso fundador e CEO da Prodigy Corporation revela um novo avanço tecnológico: os híbridos (robôs humanoides dotados de consciência humana). O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy, marca um novo amanhecer na corrida pela imortalidade. Quando a nave de Weyland-Yutani cai na Prodigy City, Wendy e os demais híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

Liderada por Chandler, a série conta com um grande elenco internacional, incluindo Timothy Olyphant (Kirsh), Alex Lawther (Hermit), Samuel Blenkin (Boy Kavalier), Babou Ceesay (Morrow), Adrian Edmondson (Atom Eins), David Rysdahl (Arthur Sylvia), Essie Davis (Dame Sylvia), Lily Newmark (Nibs), Erana James (Curly), Adarsh Gourav (Slightly), Jonathan Ajayi (Smee), Kit Young (Tootles), Diêm Camille (Siberian), Moe Bar-El (Rashidi) e Sandra Yi Sencindiver (Yutani).

Alien: Earth do FX, foi criada para televisão por Noah Hawley, vencedor do Peabody e Emmy®, que atua como produtor executivo ao lado de Ridley Scott, David W. Zucker, Joseph Iberti, Dana Gonzales e Clayton Krueger. Alien: Earth é uma produção da FX Productions.

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Suspense “Salve Rosa” aborda a vida de influenciadora digital mirim e o relacionamento com sua mãe; veja o cartaz

A ELO STUDIOS, coprodutora e distribuidora do suspense “Salve Rosa“, acaba de divulgar o cartaz oficial do longa protagonizado por Klara Castanho e Karine Teles, com direção de Susanna Lira. O material foi apresentado em primeira mão a exibidores brasileiros durante o Show de Inverno, evento voltado ao mercado de cinema realizado em Campos do Jordão.

Confira abaixo:

Sobre Salve Rosa

Com ideia original de Mara Lobão e roteiro assinado por Ângela Hirata Fabri, o filme acompanha Rosa (Klara Castanho), uma influenciadora digital de 12 anos que conquista milhões de seguidores com seus vídeos sobre brinquedos. O sucesso transforma a vida da menina e de sua mãe, Dora (Karine Teles), que se mudam para um condomínio fechado no Rio de Janeiro. Dora não mede esforços para cuidar da carreira da filha — mas, em um thriller repleto de reviravoltas, nada é o que parece ser.

Produzido pela Panorâmica, em coprodução com a ELO STUDIOS e a Paramount Pictures, o longa debate os bastidores do mercado da influência digital infantil e a exposição de crianças nas redes sociais.

Salve Rosa estreia nos cinemas no segundo semestre, com distribuição da ELO STUDIOS.

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Aclamado em Cannes, “O Agente Secreto” ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

“O Agente Secreto” chegará aos cinemas brasileiros no dia 6 de novembro. A data foi revelada, por Silvia Cruz, diretora da Vitrine Filmes, responsável pela distribuição do longa, e o anúncio ocorreu durante o Show de Inverno, evento que reúne os principais players do mercado cinematográfico brasileiro em Campos do Jordão.

Antes do lançamento oficial, o filme de Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura, poderá ser conferido pelo público brasileiro pela primeira vez em sessões especiais e antecipadas já em setembro e outubro.  

Segundo o diretor, o filme já foi selecionado para mais de 20 festivais por todo o mundo, e segue sua trajetória internacional na próxima semana na Austrália, durante o Festival de Cinema de Sydney, onde compete com outros nove títulos.  

Uma coisa muito bonita nessa edição da competição é que desses dez filmes do mundo inteiro, que é uma seleção super extensa para muito pouco filme, “O Agente Secreto” está em competição com “O Último Azul”, do Gabriel Mascaro. Então, dois dos dez filmes são de Pernambuco”, afirma Kleber Mendonça Filho. 

O longa chegará ao circuito brasileiro cercado de expectativas após estrear na 78ª Edição do Festival de Cannes e conquistar quatro premiações no evento: Melhor Direção (Kleber Mendonça Filho); o inédito prêmio de Melhor Ator (Wagner Moura); o Prêmio FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema), que reúne jornalistas de mais de 50 países; e o “Art et Essai”, concedido pela AFCAE (Associação Francesa de Cinema d’Art et d’Essai). Atualmente, o filme conta com 100% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. 

Sobre O Agente Secreto

Ambientado no Recife de 1977, “O Agente Secreto” é um thriller político, que acompanha Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz, mas logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. 

O elenco reúne grandes nomes do cinema nacional, incluindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, entre outros artistas.

A produção é assinada por Emilie Lesclaux, e é uma coprodução com a CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha), e conta com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes. Internacionalmente, será lançado pela NEON (EUA e Canadá) e pela MUBI (Reino Unido, Irlanda, Índia e América Latina, exceto Brasil).  

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Paris, Texas, de Wim Wenders, volta aos cinemas brasileiros em versão restaurada em 4K

A versão restaurada em 4K do filme Paris, Texas ganhou data de lançamento no Brasil. Distribuído pela O2 Play, o longa dirigido pelo cineasta alemão Wim Wenders chega aos cinemas no dia 25 de setembro. A estreia mundial aconteceu em Cannes 2024, como parte da mostra Cannes Classics, onde Wim Wenders subiu ao palco para apresentar a nova versão restaurada em 4K ao público do festival, em celebração aos 40 anos do seu lançamento.

Paris, Texas é considerado o filme mais popular e internacionalmente bem-sucedido de Wim Wenders, que comemora 80 anos em 2025. Aclamado pela crítica, recebeu uma série de prêmios internacionais importantes, incluindo a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1984.

A O2 Play adquiriu os direitos da versão restaurada de Paris, Texas, após o sucesso de Dias Perfeitos nos cinemas brasileiros, com o objetivo de apresentar a obra-prima de Wim Wenders a um novo público cinéfilo, além de presentear os fãs desse clássico que encanta gerações há décadas. Esse esforço faz parte da curadoria de clássicos da O2 Play, que recentemente trouxe outro relançamento comemorativo e restaurado para os cinemas brasileiros: o filme-concerto Stop Making Sense, de Jonathan Demme e Talking Heads.

Sobre Paris, Texas

Paris, Texas conta a história de Travis (Harry Dean Stanton), um homem que é encontrado exausto e sem memória em um deserto no Texas, após quatro anos desaparecido. Aos poucos, ele começa a se recordar de sua vida e é acolhido pelo irmão Walt (Dean Stanton), que vive com sua esposa Anne (Aurore Clément). Juntos, eles também cuidam de Hunter (Hunter Carson), o filho de Travis, que gradualmente vai se reconectando com o pai. À medida que Travis e Hunter reconstroem seu relacionamento e desenvolvem uma forte amizade, o homem sai em busca de sua ex-esposa Jane (Nastassja Kinski).

Dirigido por Wim Wenders e magnificamente fotografado por Robby Müller, Paris, Texas é uma poderosa declaração sobre autodescoberta, perda, redenção, reconciliação e os laços inquebráveis do amor e da família. As atuações excepcionais de Harry Dean Stanton e Nastassja Kinski, o roteiro magistral de Sam Shepard e a trilha sonora envolvente de Ry Cooder contribuíram para o status de filme cult de Paris, Texas. A nova restauração em 4K faz com que o filme brilhe mais do que nunca.

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Espécies Raras, série documental sobre animais à beira da extinção, ganha trailer oficial

O Apple TV+ apresentou o trailer de “Espécies Raras” (“The Wild Ones”), série documental de aventura em seis episódios, que acompanha uma equipe de especialistas de elite em vida selvagem em sua jornada pelos locais mais remotos e implacáveis do planeta para encontrar, filmar e ajudar a proteger espécies criticamente ameaçadas de extinção. Todos os episódios da série estarão disponíveis mundialmente na sexta-feira, 11 de julho, no Apple TV+.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Espécies Raras

Conduzida pelo ex-integrante do Royal Marines Commando (força de elite da Marinha Real do Reino Unido) Aldo Kane; o especialista em vida selvagem e armadilhas fotográficas Declan Burley; e o cinegrafista de vida selvagem especialista em narrativas ecológicas Vianet Djenguet, “Espécies Raras” combina aventura de alto risco com ciência e conservação inovadoras. Juntos, o trio viaja para seis países – Malásia, Mongólia, Armênia, Indonésia, Canadá e Gabão – instalando câmeras com tecnologias inovadoras para capturar imagens raras e frequentemente inéditas de diferentes espécies, incluindo o tigre-malaio, o urso-de-gobi, o leopardo-do-Cáucaso, o rinoceronte-de-Java, a baleia-franca-do-atlântico-norte e o gorila-ocidental-das-terras-baixas da África Central.

Com a instalação de mais de 350 câmeras remotas personalizadas, drones solares térmicos, identificadores subaquáticos portáteis e tecnologia de imagem baseada em inteligência artificial, a equipe está revolucionando a forma de filmar a vida selvagem — registrando comportamentos íntimos de animais nunca antes vistos e apoiando missões de conservação ativas no local. As descobertas da equipe já contribuíram para a identificação de um novo rinoceronte, a proteção de uma ninhada recém-descoberta de filhotes de tigre e o fortalecimento de ações contra a caça ilegal.

Em parceria com especialistas locais, o trio usa tecnologia de câmera de última geração para desvendar os segredos dessas criaturas raras, incluindo a primeira filmagem do tigre selvagem mais ameaçado do mundo filmado na Royal Tiger Reserve da Malásia; imagens noturnas térmicas do intrépido urso de Gobi, filmadas nas entranhas do deserto da Mongólia; um encontro cara a cara com um gorila selvagem de costas prateadas nas florestas do Gabão; e um resgate de baleia em tempo real no Atlântico Norte.

A série mostra os perigos que essas espécies ameaçadas de extinção enfrentam e como cada uma delas está intimamente ligada ao ecossistema em que vivem, além de conscientizar e apoiar os esforços científicos e de conservação de longo prazo para ajudar a salvá-las.

“Espécies Raras” é produzida pela Offspring Films, a equipe responsável pelas séries “Noite na Terra em Cores” (“Earth at Night in Color”) e “Sons do Planeta” (“Earthsounds”), do Apple TV+, e tem produção executiva de Alex Williamson e Isla Robertson.

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3ª e última temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’ ganha novidades no elenco

O Prime Video anunciou novos nomes do elenco da terceira temporada da série de sucesso global O Verão que Mudou Minha Vida. A série Original Amazon retornará na quarta-feira, 16 de julho, e terá 11 episódios.

Isabella Briggs (Atração Fatal, Sugar) e Kristen Connolly (O Segredo da CabanaHouse of Cards) se juntam ao elenco fixo da série. Novos atores recorrentes incluem Sofia Bryant (A Guardiã da Floresta, I’m Not Okay With This), Lily Donoghue (Daisy Jones & The SixNatal Sangrento), Zoé de Grand’Maison (Riverdale, Orphan Black), Emma Ishta (Stitchers), e Tanner Zagarino (Falando a Real, Reféns na Ponte). 

Sobre a terceira temporada de O Verão Que Mudou Minha Vida

É o fim de seu primeiro ano na faculdade e Belly está ansiosa por mais um verão em Cousins com sua alma gêmea, Jeremiah. Seu futuro parece estar definido, até que alguns eventos que abalam seu coração trazem seu primeiro amor, Conrad, de volta à sua vida. Agora, quase adulta, Belly se encontra em uma encruzilhada e precisa decidir qual irmão tem seu coração. O verão nunca mais será o mesmo.

A terceira temporada de O Verão Que Mudou Minha Vida é dirigida pelas showrunners Jenny Han e Sarah Kucserka. Han, Kucserka e Karen Rosenfelt são produtoras executivas, juntamente com Paul Lee, Hope Hartman e Mads Hansen pela wiip. A série é uma coprodução de Amazon Studios e wiip. 

Baseada na trilogia de livros best-seller de Jenny Han, a série conquistou os corações dos fãs em todo o mundo. A primeira temporada estreou em 2022 e se tornou o programa número 1 no fim de semana de estreia do serviço de streaming. A segunda temporada estreou no ano seguinte e mais do que duplicou o número de espectadores da primeira temporada nos três dias seguintes ao lançamento.

O Verão Que Mudou a Minha Vida é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, a relação em constante evolução entre mães e filhos e o poder duradouro de uma forte amizade feminina. É uma história de amadurecimento sobre o primeiro amor, a primeira decepção e a magia de um verão perfeito.

Jenny Han é a autora best-seller nº 1 do New York Times das séries Para Todos os Garotos Que Já Amei O Verão Que Mudou Minha Vida.  Seus livros foram publicados em mais de 30 idiomas. 

Para a televisão, criou duas novas séries baseadas nos seus livros – O Verão Que Mudou Minha Vida, do Prime Video, na qual também é produtora executiva e co-showrunner, e a série XO, Kitty, da Netflix, um spin-off do universo Para Todos os Garotos Que Já Amei, cuja produção executiva também é sua. Para filmes, foi produtora executiva das três produções da trilogia Para Todos os Garotos Que Já Amei, sucesso mundial da Netflix. Han vive em Brooklyn, Nova Iorque.

A 3ª temporada de O Verão que Mudou Minha Vida estreia dia 16 de julho no Prime Video.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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