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Emmy 2016: teve surpresa e recorde na noite de premiações

Numa cerimônia chique e cheia de piadas internas como só o Emmy sabe fazer, teve estreante levantando uma das principais estatuetas e ainda produção batendo recorde como série mais premiada da história. Ufa! Que noite.

Desde que a lista de indicações foi divulgada a edição desse Emmy já causava burburinho. Apontada como representativa com relação a diversidade dos indicados, o evento contou com diversidade também na distribuição das premiações e nos discursos.

Seja na surpreendente conquista do novato Rami Malek ou na estonteante marca atingida por Game of Thrones, a cerimônia desse ano quebrou precedentes e mostrou que a galera da TV não está pra brincadeira. Confira abaixo alguns destaques da cerimônia.

Mr Robot – Entre as inúmeras premiações, impossível não ressaltar a estatueta conquistada por Malek por sua atuação em Mr Robot, série da USA, transmitida no Brasil pelo canal fechado Space. Indicado pela primeira vez, até mesmo o próprio Rami parece ter sido pego de surpresa, apresentando um discurso improvisado e emocionado. Apesar da surpresa, não se enganem, tudo indica que veremos Mr Robot figurando outras vezes daqui pra frente.

Veep – Partindo para o terreno dos veteranos, a consagrada série VEEP, protagonizada por Julia Louis-Dreyfus – eleita cinco (sim, C-I-N-C-O) vezes consecutiva melhor atriz em série de comédia – também brilhou alto na palco do evento. A série acumulou 10 estatuetas nesta edição do Emmy e ainda levou o grande prêmio da noite de sua categoria: melhor série de comédia.

The People v. O.J. Simpson: American Crime Story – se descrevêssemos a quantidade de indicações dessa série de drama sem citar seu nome você claramente chutaria Game of Thrones ou House of Cards. Acontece que a produção foi indicada a nada menos que 23 estatuetas, das quais levou pra casa 12. A série composta com um dos melhores elencos disponíveis hoje em dia, conta com nomes como Cuba Gooding Jr, John Travolta e David Schwimmer. Embora tenha esse elenco de peso, suas premiações ficaram por conta dos não menos incríveis Sterling K. Brown, Sarah Paulson e Courtney B. Vance, além das premiações por melhor roteiro em minissérie ou filme feito para a tv e melhor minissérie.

Game of Thrones – sim, mais do que nunca hoje podemos descrever GOT como O Senhor dos Anéis da televisão. Nunca na história uma única produção faturou tantas estatuetas quanto a série de David Benioff e D.B. Weiss. Game of Thrones levou os prêmios de direção, roteiro e melhor série de drama, se tornando assim o seriado mais premiado da história. Somente nesta edição, a produção da HBO levou 12 prêmios. E olhe que Peter Dinklage nem entrou no páreo hoje. Confira abaixo a lista completa de vencedores do Emmy 2016

COMÉDIA

ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA: LOUIE ANDERSON – BASKETTS

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA: AZIZ ANSARI E ALAN YANGI – MASTER OF NONE – EPISÓDIO PARENTS

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM COMÉDIA: KATE MCKINNON (SATURDAY NIGHT LIVE)

MELHOR DIRETOR DE COMÉDIA – JILL SOLLOWAY, PELO EPISÓDIO “MAN ON THE LAND” DE TRANSPARENT

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA – JULIA LOUIS-DREYFUS (VEEP) CINCO VEZES CONSECUTIVAS!

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA – JEFFREY TAMBOR (TRANSPARENT)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA – VEEP

REALITY SHOW

MELHOR REALITY SHOW – THE VOICE

MINISSÉRIE OU TELEFILME

MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY – D.V. DEVINCENTIS POR “MARCIA, MARCIA, MARCIA”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – REGINA KING (THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY)

MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – SUSANE BIER (THE NIGHT MANAGER)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – STERLING K. BROWN (THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY)

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – SARAH PAULSON (THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME – COURTNEY B. VANCE (THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY)

MELHOR TELEFILME – SHERLOCK

MELHOR MINISSÉRIE – THE PEOPLE V. O.J. SIMPSON: AMERICAN CRIME STORY

VARIEDADE

MELHOR ROTEIRO DE PROGRAMA DE VARIEDADE – PATTON OSWALT (TALKING FOR CLAPPING)

MELHOR TALK SHOW E VARIEDADES – LAST WEEK TONIGHT WITH JOHN OLIVER

MELHOR DIRETOR DE ESPECIAL DE VARIEDADES – THOMAS KAIL E ALEX RUDZINSKI (GREASE LIVE)

MELHOR PROGRAMA DE ESQUETE – KEY & PEELE

DRAMA

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DRAMÁTICA – DAVID BENIOFF, D.B. WEISS (GAME OF THRONES)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA – MAGGIE SMITH (DOWNTON ABBEY)

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMÁTICA – MIGUEL SAPOCHNIK (GAME OF THRONES) EM BATTLE OF THE BASTARDS.

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA – BEN MENDELSOHN (BLOODLINE)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA – RAMI MALEK (MR. ROBOT)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA – TATIANA MASLANY (ORPHAN BLACK

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – GAME OF THRONES

Gostou dos premiados? Seus favoritos estão na lista? Conta pra gente o que achou e não esquece de acompanhar nossas redes sociais.

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NARCOS – ascensão e queda de Pablo Escobar

Quem conhecia a história de Pablo Escobar antes de assistir Narcos já devia se perguntar desde o início quanto tempo a série duraria, afinal, cedo ou tarde chegaria a hora da morte do traficante. A primeira temporada foi rápida, objetiva e assertiva em conseguir tratar em 10 episódios o envolvimento de Pablo no tráfico, sua candidatura política, sua prisão e por fim a famosa fuga de La Catedral.

Pois bem, para segunda temporada a Netflix não mediu esforços ao jogar em nossa cara, antecipadamente, que não há spoiler maior que a própria história. Pablo morreu na real e a hora dele também chegaria na produção ainda nessa segunda temporada. Sendo assim, o grande desafio de Narcos passa a ser prender a atenção de um espectador que já sabe o “final” da história, lidando com a ansiedade e angústia que conduz até a fatídica hora da morte.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor Eric Newman disse: “Nós amamos Pablo. Não amamos o homem, mas amamos o nosso personagem, que construímos e que Wagner [Moura] interpretou tão bem. Queremos que as pessoas fiquem de luto conosco, porque é difícil dizer adeus para Pablo”. Bem, missão cumprida Newman!

A segunda temporada aborda os últimos 18 meses da vida de Pablo Escobar sem nenhuma enrolação. Após sair de cena em La Catedral, o traficante ainda tem todo seu imenso poder e glória, entretanto também mantém seus vários inimigos. Foram um ano e meio de perseguição policial e pelos sanguinários Los Pepes, grupo formado pela rainha do tráfico Judy Moncada, o Cartel de Cali e os guerrilheiros anticomunistas Los Castaños.

Dentro desse cenário de verdadeira guerra em que se encontrava a Colômbia, quem mais pagava era o próprio povo. A relação do povo colombiano com Pablo Escobar, especialmente o de Medellín, era de intenso amor e ódio. Por vezes, o traficante mais poderoso do mundo se demonstrava um grande defensor dos pobres e oprimidos, ajudando a população até mesmo com a construção de um bairro inteiro. Além disso, Pablo foi um verdadeiro homem de família, que amava sua esposa e filhos mais que qualquer coisa no mundo. Essa dualidade, bem parecida com o que experimentamos em Breaking Bad, por exemplo, flerta constantemente com a ideia de que ninguém é 100% mau. Em contrapartida, as abordagens maquiavélicas feitas para os personagens Javier Peña, Agente Murphy e Coronel Carrillo, durante a incessante cassada a Pablo, também mostram que ninguém é 100% bom. Mas, as imagens reais exibidas ao longo da série, demonstram as assustadores consequências da guerra vivida na Colômbia nos dias de Pablo Escobar. O traficante era o causador de tantas mortes ao ponto de declarar coisas do tipo “as vezes, eu sou Deus. Se disser que um homem deve morrer, ele morre no mesmo dia.”

Ao longo dos 10 episódios intensos dessa segunda etapa da produção, é possível notar a transição de emoções nas feições do personagem Escobar através da fabulosa atuação de Wagner Moura. Pablo sai da prisão imponente, com o rosto erguido e com toda sua autoridade, mas aos poucos começa a falar mais baixo, com a voz mais embargada e um tom mais pensativo.

A produção de Narcos é espetacular. A série dá um show de fotografia, trilha sonora, cenografia e atuação. Suas cenas de ação não deixam a desejar em momento algum nem mesmo para grandes produções orçamentos recheados. A forma como as imagens reais são utilizadas na série também é outro fator que merece destaque. Elas são tão bem inseridas que chegam a confundir o público, resultando em uma experiência de completa imersão na história. Outro fator que também colabora nisso é a espetacular caracterização dos atores, tão parecidos com seus personagens.

Impossível não frisar a brilhante atuação de Wagner Moura em Narcos. O ator cresceu ainda mais no personagem nessa temporada e traz toda veracidade que o papel exigia. Seja nos momentos de austeridade ou de comoção, Moura faz com que conheçamos dos aspectos mais psicóticos aos mais sensíveis do Rei da Cocaina. Pedro Pascal também brilha no papel do agente Javier Peña, tornando-se o elemento essencial da produção em seu gancho para a terceira temporada. Sim, haverá terceira temporada.

A ideia de tratar a história de Pablo em apenas 20 episódios é fantástica e demonstra respeito com a série e com o público, não empurrando com a barriga elementos inevitáveis ou alongando a narrativa ao ponto de tornar o enredo maçante, pelo contrário, a dinâmica com a qual os fatos são apresentados cativa o público do início ao fim. A maioria das pessoas que conhecemos, por exemplo, finalizou a segunda temporada em dois ou três dias, maratonando no mínimo três episódios a cada vez que assistiam.

Vale lembrar que a intenção de Narcos é abordar a luta do DEA contra o narcotráfico colombiano que, em seu auge, provia 90% da cocaína consumida em todo o mundo. Sendo assim, com a morte de Pablo a produção confirma sua independência da história de Escobar e promete novos ares para as temporadas seguintes. Sim, haverá temporadas seguintes.

A Netflix confirmou nesta terça (6) que Narcos terá terceira e quarta temporadas e, se não há spoiler maior que a própria História, a continuação deve abordar o domínio do cartel de Cali no império do tráfico da Colômbia. Por enquanto não há nada confirmado, mas sem dúvida teremos mais algum tempo para maratonar a vontade as duas temporadas dessa série sensacional.

E você, já assistiu a segunda temporada de Narcos? Conta pra gente o que achou!
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PETS – mais uma animação sobre bichinhos

Há algum tempo as animações do cinema parecem não ter sido feitas mais apenas para as crianças. O sucesso de bilheteria de Procurando Dory, por exemplo, mostra isso. Basta uma olhada rápida nas sessões de filmes de animação e é possível comprovar que nem todos os adultos da sala estão com uma criança ao lado.

A Illumination Entertainment fez seu nome em 2010 com Meu Malvado Favorito, animação que rendeu uma continuação, além do “spin off” Minions.

Desde seu trailer, Pets promete boas risadas ao abordar os hábitos dos bichos de estimação quando os seus donos não estão presentes. E essa premissa é cumprida ainda nos primeiros minutos de filme. Alguns comportamentos são até imagináveis, como um Fox Terrier que aguarda estático a volta de seu dono ou um gato que assalta sorrateiramente a geladeira, outros já bem mais inesperados, como um poodle que ouve heavy metal e um basset que recebe massagem de uma batedeira, mas todas as sacadas são inteligentes e divertidas.

A trama conta a história de Max, um cachorro que mora em um apartamento em Manhattan e tem seu espaço “invadido” quando sua dona adota um vira-lata espaçoso chamado Duke. Após uma briga no horário do passeio, os dois acabam se perdendo do restante do grupo e, na procura pela casa e fuga da carrocinha, os cães são incluídos na conspiração de um coelho revoltado que pretende criar um exército de animais abandonados para se vingar dos bichos de estimação.

A perseguição dos animais revoltosos aos domésticos ocupa a maior parte do enredo do filme, o que acaba deixando um pouco de lado aquelas boas sacadas iniciais sobre o comportamento dos animais – que até então tinham sido os principais momentos de risadas intermináveis na sala de cinema.

O filme funciona bem como uma animação para crianças e talvez até para adultos que tenham verdadeira paixão por animais, entretanto, para pessoas que não são tão entusiastas assim com a causa, a trama pode se mostrar um tanto quanto entediante.

O tema “cuidado com os animais versus maltrato aos bichinhos” é bem explorado no enredo e deixa a mensagem de que todos os Pets querem, precisam e devem ser bem tratados.

Com personagens fofinhos, animação bem feita e piadas legais, os objetivos do filme parecem ter sido alcançados, dentro da proposta de animação infantil é claro, mas nada mais que isso. “Pets” não traz nenhuma novidade, na verdade é só mais uma boa animação para o final de semana.

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PETS – mais uma animação sobre bichinhos

Há algum tempo as animações do cinema parecem não ter sido feitas mais apenas para as crianças. O sucesso de bilheteria de Procurando Dory, por exemplo, mostra isso. Basta uma olhada rápida nas sessões de filmes de animação e é possível comprovar que nem todos os adultos da sala estão com uma criança ao lado.

A Illumination Entertainment fez seu nome em 2010 com Meu Malvado Favorito, animação que rendeu uma continuação, além do “spin off” Minions.

Desde seu trailer, Pets promete boas risadas ao abordar os hábitos dos bichos de estimação quando os seus donos não estão presentes. E essa premissa é cumprida ainda nos primeiros minutos de filme. Alguns comportamentos são até imagináveis, como um Fox Terrier que aguarda estático a volta de seu dono ou um gato que assalta sorrateiramente a geladeira, outros já bem mais inesperados, como um poodle que ouve heavy metal e um basset que recebe massagem de uma batedeira, mas todas as sacadas são inteligentes e divertidas.

A trama conta a história de Max, um cachorro que mora em um apartamento em Manhattan e tem seu espaço “invadido” quando sua dona adota um vira-lata espaçoso chamado Duke. Após uma briga no horário do passeio, os dois acabam se perdendo do restante do grupo e, na procura pela casa e fuga da carrocinha, os cães são incluídos na conspiração de um coelho revoltado que pretende criar um exército de animais abandonados para se vingar dos bichos de estimação.

A perseguição dos animais revoltosos aos domésticos ocupa a maior parte do enredo do filme, o que acaba deixando um pouco de lado aquelas boas sacadas iniciais sobre o comportamento dos animais – que até então tinham sido os principais momentos de risadas intermináveis na sala de cinema.

O filme funciona bem como uma animação para crianças e talvez até para adultos que tenham verdadeira paixão por animais, entretanto, para pessoas que não são tão entusiastas assim com a causa, a trama pode se mostrar um tanto quanto entediante.

O tema “cuidado com os animais versus maltrato aos bichinhos” é bem explorado no enredo e deixa a mensagem de que todos os Pets querem, precisam e devem ser bem tratados.

Com personagens fofinhos, animação bem feita e piadas legais, os objetivos do filme parecem ter sido alcançados, dentro da proposta de animação infantil é claro, mas nada mais que isso. “Pets” não traz nenhuma novidade, na verdade é só mais uma boa animação para o final de semana.

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Sete motivos pelos quais você deve largar tudo e assistir Stranger Things

Tá cansado de ouvir falar de Stranger Things e ficar voando? A gente separou alguns motivos pra conferir essa série que já ganhou nossos corações. Não seja um aparvalhado, confere aí e depois conta pra gente o que achou da série.

1. É uma produção original Netflix – a série é mais uma das super produções da gigante do streaming. Com uma fotografia excelente, bons efeitos especiais e uma trama de tirar o fôlego, Stranger Things recebe a assinatura da empresa que tem mostrado que sabe muito bem como montar uma série.

2. Referencia aos clássicos da década de 80 – um dos principais motivos que tem causado todo esse frisson em volta de ST é a infinidade de referências contidas na série. De singelos posters na parede à cenas inteiras, a série homenageia clássicos como ET, The Goonies, Exterminador do Futuro e Star Wars. Ao todo, são mais de 15 referências diretas, fora as outras, tão sutis que quase passam despercebidas até mesmo aos olhos mais atentos. Além disso, o próprio roteiro parece ser essencialmente uma grande homenagem aos dois gigantes das histórias de suspense: Steven Spielberg e Stephen King.

3. Estilo de vida oitentista – não bastante as referências aos clássicos cinematográficos dos anos 80, a série também é um prato cheio pra quem gosta de dar aquela mergulhada na nostalgia e relembrar tempos em que as crianças caçavam passarinhos e lagartixas ao invés de Pokemons. A produção leva os fãs aos tempos em que o ápice da infância de alguém era conseguir aquela bicicleta nova, não ser descoberto no esconde-esconde ou descobrir aonde a tia do lanche escondia o pudim. Walkie-Talkies, TVs de tubo, rádios amadores e telefones analógicos são apenas alguns dos muitos souvenires exibidos ao longo da primeira temporada de Strangee Things.

4. Trilha sonora – esse é um ponto crucial. Embalados ao som de bandas como The Clash, New Order e Moby, o grupo de jovens protagonistas relembra clássicos de antigamente e fazem até os marmanjos mais fortes marejarem os olhos de saudade. Impossível não destacar a cena fantástica de Will com seu irmão mais velho ouvindo ‘Should i Stay or Should i Go’, sendo introduzido ao universo do Rock n’ Roll.

5. Elenco – sem dúvida alguma o principal motivo do sucesso da série. É assustador o quanto o elenco da série é bom, especialmente as crianças que interpretam a trupe principal de heróis. Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp roubam a cena a todo tempo e fazem com que você mergulhe fundo nos acontecimentos de Hawkins (cidade onde se passa a história). Além dos jovens talentos, temos também a fantástica Wynona Ryder e David Harbour dando um show de envolvimento e interpretação. Só dá pra acreditar vendo, é muito bom mesmo.

6. Trama – o enredo arrojado dos irmãos Matt Duffer e Ross Duffer faz com que uma história extremamente complexa que aborda temas como física quântica e universos paralelos torne-se acessível até mesmo para os mais leigos. Com uma continuidade bem trabalhada e núcleos bem conectados, Stranger Things possui um roteiro que entretém e cativa, fazendo com que os fãs assistam vários episódios de uma vez, maratonando toda a temporada praticamente sem sentir.

7. Hype – não é de hoje que as séries estão bombando nas outras mídias, especialmente nas redes sociais. Quem nunca sofreu com a enxurrada de memes e spoilers que seguem grandes lançamentos como Game Of Thrones ou House Of Cards? Stranger Things então foi um caso ainda mais sério. Quem nunca se pegou tentando entender aquele meme das luzes de pisca-pisca acima do sofá que atire a primeira pedra. A série está tão em alta que em menos de dois meses de lançamento já desbancou a icônica Game Of Thrones do primeiro lugar em popularidade na lista oficial do Imdb. Todo mundo está falando, todo mundo está assistindo e você aí viajando na maionese.

Convencido? Então abra logo a Netflix e corre para assistir! Ah, não esquece de voltar aqui depois pra contar o que achou.

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Outcast: terror de primeira do HQ para as telinhas

Robert Kirkman já é conhecido pelo público das séries por ser o escritor de The Walking Dead e Fear The Walking Dead. Em 2014, Kirkman apostou em algo diferente do seu maior sucesso, lançada pela Image Comics em junho de 2014, a HQ Outcast com a promessa de que teríamos personagens fortes e bons sustos. Promessa cumprida!
Sendo extremamente fiel a HQ e produzido pelo Cinemax, a série Outcast chegou a TV em junho e já estreou mostrando que realmente Kirkman não está para brincadeira.
Outcast acompanha a vida de Kyle Barnes (Patrick Fugit), um homem que tem sido atormentado por possessões demoníacas desde a infância. Já adulto, embarca em uma jornada para buscar respostas para seu problema, descobrindo coisas que podem mudar o modo de vida na Terra como conhecemos.

A grande questão é que as possessões não acontecem com Kyle, mas sempre com pessoas próximas a ele. Quando criança ocorreu com a sua mãe, deixando sequelas irreversíveis. Em seguida, sua parceira também fica possessa, causando traumas na filha do casal.
Quando um garoto da cidade é vítima da possessão, Barnes procura mais informações sobre o caso e acaba entrando em contato com o padre local, reverendo Anderson. Os dois passam a tentar salvar a criança e entender o que os demônios querem com o protagonista.

Em função dos acontecimentos de seu passado, Kyle se isolou da sociedade e passa a ter como único refúgio sua irmã Megan, que também tem seus conflitos interiores e um casamento em crise.

Os casos de possessão vão aumentando na cidade e a população começa a achar que o Reverendo está ficando louco, ainda mais por estar sempre com Kyle, que é julgado por todos como um perigo ao bem estar da região. É nesse cenário que surge Sidney, vivido por Brent Spiner, visto como a encarnação do próprio demônio. A primeira temporada não deixou clara o que Sidney e seus seguidores querem com Kyle, que é chamado pelos possessos de exilado (outcast). Vale notar que vários possessos vivem normalmente e até gostam da vida que estão tendo.

Com uma trilha sonora forte, planos em contra plongée (para basear o fato de que o mal vem de baixo) e enquadramentos sempre bem, vários fatores merecem destaque na excelente produção de Kirkman.

Apensar de bem feita, Outcast não traz nada de novo ao gênero do terror baseado em exorcismos. Água benta, influência do sol, orações e a boa e velha cruz ainda são os ingredientes da fórmula para o exorcismo. Entretanto, a série prova que, bem executado, esse clichê continua sendo assustador o bastante para tirar o sono de qualquer um.

No Brasil a série foi transmitida pelo canal Fox e está disponível no Fox + Play. E a boa notícia para os fãs de plantão: a série já foi renovada para a segunda temporada (antes mesmo da estreia), e, já que Fear The Walking Dead continua sem empolgar muita gente, com certeza Kirkman mostrou a que veio e conseguiu emplacar mais uma daquelas séries que chegaram para ficar.

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Precisamos falar sobre “Preacher”

Entre maio e setembro acontece no mundo das séries a famosa Mid Season, que nada mais é que a “temporada do meio” das produções norte-americanas. Essa época constitui aquele período de hiato entre uma temporada e outra das séries de maior sucesso. E é justamente durante esse intervalo que as emissoras fazem as apostas em suas séries menores. Algumas dessas produções dão certo e ganham espaço na grade de programação, outras não passam da primeira ou, no máximo, da segunda temporada. Dentro desse contexto, a série Preacher estreou na Mid Season desse ano pela AMC, indo ao ar entre maio e julho. A série é uma adaptação da obra dos quadrinhos criada por Garth Ennis e Steve Dillon publicada no final da década de 90.

A série

O drama conta a história de Jesse Custer, pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que é acidentalmente atingido durante um de seus sermões por uma entidade vinda dos céus chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino. O que Jesse descobre em seguida é que na verdade o que recebeu foi a dádiva da voz de Deus, fazendo com que todos o obedeçam, mesmo contra sua vontade. Acontece que Genesis está sendo procurado pelos anjos como fugitivo do paraíso, o que faz com que as legiões celestes passem a caçar Jesse na tentativa de resgatar a entidade. Daí em diante, o pastor parte em uma grande jornada para encontrar Deus.

Preacher traz um drama com misto de terror e ação, além de um elenco competente para dar vida aos personagens dos quadrinhos, contando com nomes como Dominic Cooper (Agent Carter), Joseph Gilgun (O Último Caçador de Bruxas) e Ruth Negga (Marvel’s Agents of Shield).

Preacher ainda não foi transmitida nas emissoras aqui no Brasil, porém quem acompanhou a série pela internet já sabe o quão linda é a produção, que tem uma história e fotografia incríveis. Além disso, a trilha sonora envolvente ajuda na construção do clima da trama, trazendo um ar cômico em meio às cenas de ação, lembrando um pouco a proposta de Breaking Bad.

Em termos de audiência, a série despontou e acabou ficando atrás apenas da aclamada ‘American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson‘, como a nova série mais assistida na TV a cabo norte-americana esse ano. Graças aos bons resultados e para felicidade de todos, vem a boa notícia: a AMC já renovou a série, embora ainda não tenha data prevista para estreia da segunda temporada.

Ah, e se você já assistiu conta pra gente aqui (sem spoilers) o que você achou da primeira temporada 😀

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Esquadrão Suicida: apenas uma obra prima de marketing

Cheio de altos e baixos, Esquadrão Suicida (Suicide Squad) deveria ter parado em seu fantástico planejamento de marketing. Seja com trailers bem bolados ou com projeções gigantescas em prédios da avenida paulista, claramente a equipe criou uma expectativa que não conseguiu suprir. Com algumas ressalvas, o filme decepciona e faz jus às críticas negativas que vem recebendo.

Péssimo roteiro, direção confusa, fotografia escura demais e atuações medianas (com algumas exceções). É difícil definir apenas um ponto que tenha sido o calcanhar de aquiles do filme, mas sem dúvida um dos principais fatores que influenciaram o resultado foi a pressão da Warner. Depois das avaliações negativas de Batman vs Superman, o estúdio teria ficado receoso com a recepção de Esquadrão Suicida. Além disso, o esmagador sucesso de Deadpool teria sido outro ponto relevante para que fossem realizadas regravações das cenas do novo filme da DC, incluindo mais humor à trama e mudando o tom “sombrio” que o diretor David Ayer tinha pensado inicialmente para algo mais “pop”.

Problemas de continuidade, enredo e direção

A história do filme tinha tudo para gerar uma produção com um enredo espetacular. Afinal de contas, alguns dos maiores vilões da DC seriam reunidos para, sob coação, executarem uma missão suicida contra um inimigo poderosíssimo que tentaria dominar o mundo. Sério, o quão fantástico é isso? Mas a equipe conseguiu estragar. Com uma apresentação corrida e superficial dos integrantes do time (alguns sequer foram apresentados) e vilões que pareciam ter sido copiados/plagiados dos vingadores (em alguns momentos a sensação era de estar assistindo Thor), o filme apresenta uma trama digna de sessão da tarde. As motivações, as paixões e até mesmo a maldade (dos VILÕES) são tratadas como aspectos secundários, deixando o longa com cara de filme infantil. Apesar de serem membros da “escória” da humanidade, os personagens tinham que, a cada cinco minutos, falar que eram vilões, pois suas atitudes pareciam mais com a de coelhinhos irritados. Sem dúvida alguma Bruce Wayne de Batman vs Superman faria até mesmo o pior dos “bad boys” do esquadrão tremer de medo.

Destaque para as atuações de Viola, Margot e… Will

Embora o filme não tenha chegado aos pés da expectativa criada em torno dele, a obra não é absolutamente descartável. A inicialmente subestimada atuação de Margot Robbie, cuja imagem parece ter sido criada para ser apenas o sex symbol da produção, foi um dos grandes destaques do filme como Arlequina. Os closes exagerados nas roupas mínimas não conseguiram apagar a caracterização excelente da personagem que, embora pudesse ter sido mais bem trabalhada no roteiro, conseguiu transpassar naturalidade as posturas insanas da palhacinha do crime. Apesar de algumas das piadas terem realmente ficado meio forçadas, a atriz conseguiu imprimir a loucura da personagem como algo intrínseco à sua personalidade, além de ter deixado claro a consciência e satisfação da criminosa com seu estado psíquico.
Outro destaque claro do filme foi a fantástica atuação de Viola Davis. Para quem acompanha How To Get Away With a Murder isso não é nenhuma surpresa, mas a atriz detonou no papel de Amanda Waller e conseguiu passar toda a força e ímpeto que a personagem exigia, comandando em alto nível o esquadrão de lunáticos montado por ela mesma.
Will Smith parece ter sido uma das principais vítimas do roteiro. Apesar da boa atuação (que não é muito diferente de todos os outros filmes de ação que fez) como Pistoleiro , encarnou um personagem que tinha tudo para ser complexo, mas que claramente teve sua personalidade adaptada para fazer piadinhas colegiais com seu novo colega, Rick Flag (Joel Kinnaman).

Participação do coringa

Poderíamos pular esse ponto. Foram tão poucas aparições e tão rápidas que mais pareceu que Jared Leto foi convidado para uma participação especial. Além de não fazer parte do Esquadrão, praticamente todas as suas aparições do Coringa eram nos flashbacks de Arlequina. Além disso, o coringa de Jared mais parece um “gangster” mimado. As falas do palhaço e até mesmo sua caracterização sempre soavam forçadas e deixou a sensação que o coringa quer mesmo parecer louco, mas não passa de um cara querendo meter medo nos outros. Apesar de a comparação ser injusta, não tem como não constatar o abismo existente entre a caracterização de Jared e a de Heath Ledger, em sua fantástica loucura e sadismo The Dark Knight.

Bilheteria

Apesar das pesadas críticas ao filme, Esquadrão Suicida teve a maior estreia do ano aqui no Brasil. O longa foi lançado em 1.405 salas, sendo 912 em 3D. De acordo com o Box Office Mojo, o filme levou cerca de três milhões de brasileiros ao cinema em sua estreia. Na Rússia, a produção teve uma audiência de quase quatro milhões de espectadores, a maior de toda a história por lá.

Conclusão

O filme não é ruim por completo, mas decepciona. A atuação de alguns personagens vale a saída de casa, mas sem dúvida não chega aos pés da produção que era esperada. Quem sabe agora a DC resolva de uma vez qual será sua linguagem no cinema e assuma postura, sem deixar que o sucesso de produções “concorrentes” dite como as coisas devem ser por lá.

E você, já viu o filme? Se sim, deixe aqui nos comentários sua avaliação 🙂

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Stranger Things: atuações brilhantes e muitos mistérios na nova série original da Netflix

Com menos de uma semana de estreia, Stranger Things já é a mais nova queridinha dos fãs de séries no mundo todo. A série se passa em Montauk, Long Island, na década de 80, e conta a história do desaparecimento misterioso de Will Byers (Noah Schnapp). No meio da busca por Will, eis que surge uma garota, um tanto quanto esquisita, chamada Onze (Millie Brown). A família, juntamente com a polícia e amigos, acabam descobrindo a existência de um Mundo Invertido, cercado de mistérios e experimentos secretos do governo.

Ainda que sem nenhum indício de esperança, Joyce, mãe de Will (Winona Ryder) crê contra tudo e todos que o seu filho esteja vivo. Por vezes taxada de louca, Joyce aos poucos vai sendo compreendida quando as peças vão se juntando e o seu filho Jonathan e o policial Hopper começam a achar pistas de que o que ela falou faz sentido. Destaque para a brilhante atuação de Winona Ryder, que faz com que sintamos na pele o sofrimento e desespero de perder o filho.

Mas quem realmente rouba a cena na série são os amigos de Will: Mike, Dustin e Lucas que, em meio a um cenário de suspense, mostram toda coragem em cima suas bicicletas, desbravando os mistérios que envolvem o sumiço de seu companheiro. Esse núcleo da série traz alguns momentos cômicos e faz com que os espectadores mergulhem em um misto de sentimentos através do universo mágico introduzido pela produção em suas cabeças. A turma é liderada por Mike, que ao encontrar Onze, concede abrigo escondido de seus pais e descobre que ela tem a chave para desvendar o sumiço.

Na verdade, Onze é a figura central da trama. Com poderes de telepatia e telecinese, sua personalidade demonstra toda a angústia e dor que já experimentou nos testes realizados por seu pai, mas também se demonstra forte o suficiente pra entender que ainda que doa, ela deve estar disponível para ajudar todos a reencontrarem Will.

Continuação – A segunda temporada de Stranger Things já está confirmada, mas ainda não há data de estreia. Os irmãos Duffer, responsáveis pela série, em entrevista para Variety, já sinalizaram o que esperar da nova temporada da produção: ” temos um documento de 30 páginas, bem detalhado, em termo do que significa o Mundo Invertido (ou Lado Avesso) que não tivemos tempo de explorar ou sentimos que não cabia na primeira temporada, devido à tensão principal a respeito de Will. Nós temos todo esse mundo que não exploramos de verdade nessa temporada, e isso é bem intencional”, afirmou Ross Duffer. Ou seja, os ganchos que ficam ao fim do último episódio da primeira temporada e deixam muitas perguntas no ar vão ser explorados na segunda etapa da produção.

Se você ainda não conferiu, vale a pena maratonar e mergulhar fundo nessa ficção cientifica com o selo Netflix de produções (o que anda tendo a maior moral nos últimos tempos). Todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na serviço então, go go go!

Se você já conferiu a série e tá pirado como a gente, deixa seu comentário aqui.

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Indicações ao Emmy 2016

A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA anunciou ontem os indicados ao Emmy 2016, apresentado por Anthony Anderson (Black-ish) e Lauren Graham (Gilmore Girls: Um Ano para Relembrar).

A cerimônia de premiação acontecerá no dia 18 de setembro, revelando os melhores da televisão estadunidense no período de junho de 2015 a maio de 2016 e será apresentada por Jimmy Kimmel (Jimmy Kimmel Live!).

Game of Thrones é a série com mais indicações (23 no total), seguida por The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (22 indicações) e Fargo (18 indicações).

Confira as principais indicações abaixo:

Melhor série dramática

  • The Americans
  • Better Call Saul
  • Downton Abbey
  • Game of Thrones
  • Homeland
  • House of Cards
  • Mr. Robot

Melhor atriz em série dramática

  • Claire Danes – Homeland
  • Viola Davis – How To Get Away With Murder
  • Taraji P. Henson – Empire
  • Tatiana Maslany – Orphan Black
  • Keri Russell – The Americans
  • Robin Wright – House of Cards

Melhor ator em série dramática

  • Kyle Chandler – Bloodline
  • Rami Malek –Mr. Robot
  • Bob Odenkirk – Better Call Saul
  • Matthew Rhys – The Americans
  • Liev Schreiber – Ray Donovan
  • Kevin Spacey – House of Cards

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

  • Maura Tierney – The Affair
  • Maggie Smith – Downton Abbey
  • Lena Headey – Game of Thrones
  • Emilia Clarke – Game of Thrones
  • Maisie Williams – Game of Thrones
  • Constance Zimmer – UnREAL

Melhor ator coadjuvante em série dramática

  • Jonathan Banks –Better Call Saul
    Ben Mendelsohn – Bloodline
  • Peter Dinklage –Game of Thrones
  • Kit Harington – Game of Thrones
  • Michael Kelly – House of Cards
  • Jon Voight – Ray Donovan

Melhor atriz convidada em série dramática

  • Margo Martindale – The Americans
  • Carrie Preston – The Good Wife
  • Laurie Metcalf – Horace And Pete
  • Ellen Burstyn – House of Cards
  • Molly Parker – House of Cards
  • Allison Janney – Masters of Sex

Melhor ator convidado em série dramática

  • Max von Sydow – Game of Thrones
  • Michael J. Fox – The Good Wife
  • Reg E. Cathey – House of Cards
  • Mahershala Ali – House of Cards
  • Paul Sparks  – House of Cards
  • Hank Azaria – Ray Donovan

Melhor direção em série dramática

  • Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey
  • Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones
  • Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones
  • Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland
  • Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick
  • David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan

Melhor roteiro em série dramática

  • Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans
  • Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey
  • David Beniof e D.B. Weiss  por  “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones
  • Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife
  • Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot
  • Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL

Melhor série cômica

  • black-ish
  • Master of None
  • Modern Family
  • Silicon Valley
  • Transparent
  • Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Veep

Melhor atriz em série cômica

  • Julia Louis-Dreyfus – Veep
  • Amy Schumer – Inside Amy Schumer
  • Lily Tomlin – Grace And Frankie
  • Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Tracee Ellis Ross – black-ish
  • Laurie Metcalf – Getting On

Melhor ator em série cômica

  • Anthony Anderson – black-ish
  • Aziz Ansari – Master of None
  • Will Forte – The Last Man on Earth
  • William H. Macy – Shameless
  • Thomas Middleditch – Silicon Valley
  • Jeffrey Tambor – Transparent

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

  • Niecy Nash – Getting On
  • Allison Janney – Mom
  • Kate McKinnon – Saturday Night Live
  • Judith Light – Transparent
  • Gaby Hoffmann – Transparent
  • Anna Chlumsky – Veep

Melhor ator coadjuvante em série cômica

  • Louie Anderson – Baskets
  • Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
  • Keegan-Michael Key – Key & Peele
  • Ty Burrell – Modern Family
  • Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Tony Hale – Veep
  • Matt Walsh – Veep

Melhor atriz convidada em série cômica

  • Laurie Metcalf – The Big Bang Theory
  • Christine Baranski – The Big Bang Theory
  • Tina Fey e Amy Poehler – Saturday Night Live
  • Melissa McCarthy – Saturday Night Live
  • Amy Schumer – Saturday Night Live
  • Melora Hardin – Transparent

Melhor ator convidado em série cômica

  • Bob Newhart – The Big Bang Theory
  • Tracy Morgan – Saturday Night Live
  • Larry David – Saturday Night Live
  • Bradley Whitford – Transparent
  • Martin Mull – Veep
  • Peter MacNicol – Veep

Melhor direção série cômica

  • Aziz Ansari por “Parents” – Master of None
  • Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley
  • Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley
  • Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent
  • Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep
  • Chris Addison por “Morning After” – Veep
  • Dale Stern por “Mother” – Veep

Melhor roteiro em série cômica

  • Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe
  • Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None
  • Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley
  • Alec Berg por “The Uptick”  – Silicon Valley
  • David Mandel por “Morning After” – Veep
  • Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep

Melhor minissérie

  • American Crime
  • Fargo
  • The Night Manager
  • The People v. O.J. Simpson: American Crime Story 
  • Roots

Melhor filme feito para TV

  • All The Way
  • Confirmation
  • Luther
  • Sherlock: The Abominable Bride
  • A Very Murray Christmas

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV

  • Sarah Paulson – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • Kerry Washington – Confirmation
  • Kirsten Dunst – Fargo
  • Felicity Huffman – American Crime
  • Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill
  • Lili Taylor – American Crime

Melhor ator em minissérie ou filme feito para TV

  • Bryan Cranston – All The Way
  • Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride
  • Idris Elba – Luther
  • Cuba Gooding Jr. – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • Tom Hiddleston – The Night Manager
  • Courtney B. Vance – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

  • Melissa Leo – All The Way
  • Regina King – American Crime
  • Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel
  • Kathy Bates – American Horror Story: Hotel
  • Jean Smart – Fargo
  • Olivia Colman – The Night Manager

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

  • Jesse Plemons – Fargo
  • Bokeem Woodbine – Fargo
  • Hugh Laurie – The Night Manager
  • Sterling K. Brown – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • David Schwimmer – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • John Travolta – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor roteiro em minissérie ou filme feito para a TV

  • Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo
  • Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo
  • David Farr por The Night Manager
  • Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • Joe Robert Cole por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor direção em minissérie ou filme feito para a TV

  • Jay Roach por All The Way
  • Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo
  • Susanne Bier por The Night Manager
  • Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
  • John Singleton por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor animação

  • Archer
  • Bob’s Burgers
  • Phineas and Ferb Last Day of Summer
  • The Simpsons
  • South Park

Melhor dublagem

  • Seth MacFarlane – Uma Família da Pesada
  • Trey Parker – South Park
  • Matt Stone – South Park
  • Keegan-Michael Key – SuperMansion
  • Chris Pine –  SuperMansion

Melhor talk show e variedades

  • Comedians In Cars Getting Coffee
  • Jimmy Kimmel Live
  • Last Week Tonight With John Oliver
  • The Late Late Show With James Corden
  • Real Time With Bill Maher
  • The Tonight Show Starring Jimmy Fallon

Melhor programa de esquete e variedades

  • Documentary Now!
  • Drunk History
  • Inside Amy Schumer
  • Key & Peele
  • Portlandia
  • Saturday Night Live

Melhor especial de variedades

  • Adele Live In New York City
  • Amy Schumer: Live At The Apollo
  • The Kennedy Center Honors
  • The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special
  • Lemonade

Melhor reality show ou programa de competição

  • The Amazing Race
  • American Ninja Warrior
  • Dancing With The Stars
  • Project Runway
  • Top Chef
  • The Voice

Melhor apresentador de reality show

  • Ryan Seacrest – American Idol
  • Tom Bergeron – Dancing With The Stars
  • Jane Lynch – Hollywood Game Night
  • Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey
  • Tim Gunn – Project Runway
  • RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race

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