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Bafta 2017: La La Land zera mais uma premiação

No último domingo (12) ocorreu um dos prêmios mais importantes da Europa, concedido pela Academia Britânica das Artes Cinematográficas e da Televisão: O Bafta.O prêmio, mais conhecido como o “Oscar Britânico”, reúne uma série de grandes produções e serve quase como um termômetro para o Oscar, marcado para daqui duas semanas, em 26 de fevereiro.

Conforme o legado que vem deixando nas premiações que o antecederam, La La Land mais uma vez arrebentou a boca do balão e emplacou nada mais nada menos que os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz (Emma Stone), entre outros.

Conheça a lista completa de vencedores (em negrito):

Melhor Filme

La La Land: Cantando Estações – vencedor

Eu, Daniel Blake

A Chegada

Manchester à Beira-mar

Moonlight: Sob a Luz do Luar

 

Melhor Filme Britânico

American Honey

Negação

Animais Fantásticos e Onde Habitam

Eu, Daniel Blake – vencedor

Notes onBlindness

Sob a Sombra

Melhor Diretor

Denis Villeneuve – A Chegada

Ken Loach – Eu, Daniel Blake

DamienChazelle – La La Land: Cantando Estações – vencedor

Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-mar

Tom Ford – Animais Noturnos

Melhor Atriz

Amy Adams – A Chegada

Emily Blunt – A Garota no Trem

Emma Stone – La La Land: Cantando Estações – vencedora

Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

Natalie Portman – Jackie

Melhor Ator

Andrew Garfield – Até o Último Homem

Casey Affleck – Manchester à Beira-mar – vencedor

JakeGyllenhaal – Animais Noturnos

Ryan Gosling – La La Land: Cantando Estações

Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis – Um Limite Entre Nós – vencedora

Naomie Harris – Moonlight – Sob a Luz do Luar

Nicole Kidman – Lion – Uma Jornada Para Casa

HayleySquires – Eu, Daniel Blake)

Michelle Williams – Manchester À Beira-Mar

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali – Moonlight – Sob a Luz do Luar

Jeff Bridges – A Qualquer Custo

Hugh Grant – Florence – Quem é Essa Mulher?

Aaron Taylor-Johnson – Animais Noturnos

DevPatel – Lion – Uma Jornada Para Casa – vencedor

Melhor Filme em Língua Estrangeira

Dheepan: O Refúgio

Julieta

Mustang

O Filho de Saul – vencedor

Toni Erdmann

Melhor Documentário

A 13ª Emenda – vencedor

The Beatles: EightDays A Week – The TouringYears

The EagleHuntress

Notes onBlindness

Weiner

Melhor Fotografia

A Chegada – Bradford Young

A Qualquer Custo – GilesNuttgens

La La Land: Cantando Estações – Linus Sandgren – vencedor

Lion – Greig Fraser

Animais Noturnos – Seamus McGarvey

Melhor Edição

A Chegada – Joe Walker

Até o Último Homem – John Gilbert – vencedor

La La Land: Cantando Estações – Tom Cross

Animais Noturnos – Joan Sober

Manchester à Beira-mar – Jennifer Lame

Melhor Maquiagem e Cabelo

Florence: Quem é Essa Mulher? – J. Roy Helland e Daniel Phillips – vencedores

Doutor Estranho – Jeremy Woodhead

Até o Último Homem – Shane Thomas

Animais Noturnos – Donald Mowat e Yolanda Toussieng

Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Design de Produção

Doutor Estranho – John Bush e Charles Wood

Animais Fantásticos e Onde Habitam – Stuart Craig e Anna Pinnock – vencedores

Florence: Quem é Essa Mulher? – Consolata Boyle

Jackie – Madeline Fontaine

La La Land: Cantando Estações – Mary Zophres

Melhores Efeitos Visuais

A Chegada – Louis Morin

Doutor Estranho – Richard Bluff, StephaneCeretti, Paul Corbould e Jonathan Fawkner

Animais Fantásticos e Onde Habitam – Tim Burke, Pablo Grillo, Christian Manz e David Watkins

Mogli, O Menino Lobo – Robert Legato, Dan Lemmon, Andrew R. Jones e Adam Valdez – vencedores

Rogue One: Uma História Star Wars – Neil Corbould, Hal Hickel, Mohen Leo, John Knoll e Nigel Sumner

Melhor Canção Original

A Chegada – JóhannJóhannsson

Jackie – Mica Levi

La La Land: Cantando Estações – Justin Hurwitz

Lion – Dustin O’Halloran e Hauschka

Animais Noturnos – Abel Korzeniowski

Melhor Animação

Procurando Dory

Kubo e as cordas mágicas – vencedor

Moana: Um Mar de Aventuras

Zootopia

Melhor Som

A Chegada – Claude La Haye, Bernard GariépyStrobl e SylvainBellemare – vencedores

Horizonte Profundo: Desastre no Golfo – Mike Prestwood Smith, DrorMohar, WylieStateman e David Wyman

Animais Fantásticos e Onde Habitam – NivAdiri, Glenn Freemantle, Simon Hayes, Andy Nelson e Ian Tapp

Até o Último Homem – Peter Grace, Robert Mackenzie, Kevin O’Connell e Andy Wright

La La Land: Cantando Estações – Mildred Iatrou Morgan, Ai-Ling Lee, Steve A. Morrow e Andy Nelson

Melhor Curta-metragem Britânico

Consumed

Home – vencedor

MouthofHell

The Party

Standby

Melhor Curta-metragem de Animação Britânico

The Alan Dimension

A Love Story – vencedor

Tough

Revelação (voto do público)

Anya Taylor-Joy

Laia Costa

Lucas Hedges

Tom Holland – vencedor

Ruth Negga

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Vencedores do NAACP Image Awards 2017

No último sábado, dia 11, aconteceu na Califórnia, o NAACP Image Awards, organizado pela American National Association for the Advancement of Colored People para homenagear os destaques não-caucasianos no cinema, televisão, música e literatura.

A premiação esse ano foi apresentada por Anthony Anderson (Black-ish),que não perdeu tempo em cutucar o presidente dos EUA, Donald Trump: “Eu gostaria de agradecer Trump por expandir meu vocabulário. Eu não faço grandes coisas mais – eu as faço grandemente. Não minto mais. Estou apenas oferecendo fatos alternativos”, brincou.

Confira a lista completa dos vencedores na categoria Televisão:

Melhor série de comédia

Black-ish

Melhor ator em série de comédia

Anthony Anderson (Black-ish)

Melhor atriz em série de comédia

Tracee Ellis Ross (Black-ish)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Laurence Fishburne (Black-ish)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Tichina Arnold (Survivor’s Remorse)

Melhor série de drama

Wueen Sugar

Melhor ator em série de drama

Sterling K. Brown (THis is Us)

Melhor atriz em série de drama

Taraji P. Henson (Empire)

Melhor ator coadjuvante em série de drama

Jussie Smollett (Empire)

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

Naturi Naughton (Power)

Melhor filme para televisão, série limitada ou especial de drama

The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor ator em filme para televisão, série limitada ou especial de drama

Courtney B. Vance (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)

Melhor atriz em filme para televisão, série limitada ou especial de drama

Regina King (American Crime)

Melhor performance de um jovem (série, especial, filme para televisão ou série limitada)

Marsai Martin (Black-ish)

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Crítica | Santa Clarita Diet – 1° Temporada

Esqueça tudo o que você já assistiu até agora sobre zumbis: Madrugada dos Mortos-Vivos, iZombie, Zumbilândia ou todas as temporadas de The Walking Dead. Santa Clarita Diet rompe logo de de cara com todos os famosos clichês das tramas de apocalipse zumbi.  Na verdade, a série não chega nem a ser sobre um apocalipse.

Pouco se sabia (e pouco realmente foi divulgado) sobre a nova série de comédia original Netflix até o seu lançamento, apesar do elenco barra pesada, que conta com a talentosa Drew Barrymore e o entusiasmado Timothy Olyphant.

A série é ambientada na pacata cidade de Santa Clarita, em Los Angeles, e acompanha a vida de Sheyla (Drew Barrymore), seu esposo Joel (Olyphant) e a filha adolescente do casal Abby (Liv Hewson). Sheyla e Joel são corretores de imóveis e vivem sua vida normal retrato da cidade pacata resumida a casa e trabalho, quando um “enjoo” faz com que Sheyla vomite tudo o que tinha dentro dela, inclusive seu coração. Com seu sangue trocado por uma gosma e sua dieta substituída por carne humana, o que explica o nome da série, Sheyla agora “vive” de uma maneira bem diferente.

Essa mudança em Sheyla mudou mais que sua alimentação, a deu um novo vigor e a motivou a ser mais impulsiva, metendo os pés pelas mãos e comprando carro novo, saindo na noite com as amigas, tento até mesmo uma vida sexual mais ativa com o seu marido. Enquanto a mãe zumbi desfruta de sua nova “vida”, Joel, seu esposo, se desdobra entre procurar uma cura e tentar sustentar a base familiar para que essas mudanças não afetem a convivência da família. Já Abby parece se empolgar com as mudanças da mãe e se inspira para aproveitar a vida loucamente.

Com um roteiro despretensioso e arcos bastante vagos, Santa Clarita Diet traz um humor ácido, caricato, recheado de palavrões, sangue, órgãos humanos que vai exigir do espectador um estômago forte e expectativas baixas. Não há desenvolvimento de outros personagens, muito menos lições expressivas. O dilema constante que conduz o roteiro é o de matar para sobreviver, com aquela já conhecida justificativa de “julgar” as melhores (ou piores) pessoas, que não são dignas de viver, para que virem refeição da protagonista.

Com episódios curtos (todos com menos de 30 minutos) Santa Clarita Diet é daquelas séries que você pode assistir para aliviar a carga de stress do dia e rir, ou ao menos tentar, de suas besteiras. Apesar do enredo fraco, a produção deixou vários ganchos para uma segunda temporada que pode trazer algumas correções e explorar melhor o elenco de ponta com o qual conta.

E você, já assistiu Santa Clarita Diet? Se sim, conta pra gente o que você achou. Ah, e não esquece de seguir a gente nas redes sociais: Facebook | Twitter | Instagram | Youtube: pipocasclub

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PIPOCAS TV | O QUE PODE ACONTECER NAS PRÓXIMAS TEMPORADAS DAS NOSSA SÉRIES PREFERIDAS

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Encerrando nossa trilogia sobre as expectativas das séries em 2017 vamos falar sobre o que achamos que pode acontecer nas próximas temporadas de Stranger Things, The Walking Dead, Prison Break, Game Of Thrones e outras.

Confira também os outros vídeos dessa série:
CINCO SÉRIES PRA FICAR DE OLHO EM 2017 -https://www.youtube.com/watch?v=fq2NfcN3e1A
OS HERÓIS NA TV EM 2017 – https://www.youtube.com/watch?v=0IBOV0DXQO8

 

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LISTA DE VENCEDORES DO SAG AWARDS 2017

Ontem, dia 29, o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos distribuiu os troféus da 23° Edição do Screen Actors Guild Awards (SGA), considerado uma das principais prévias do Oscar.

“La La Land” levou mais uma premiação com Emma Stone. Viola Davis confirmou seu favoritismo como atriz coadjuvante em “Fences” e três produções originais Netflix levaram também as estatuetas.

Confira a lista completa:

MELHOR ELENCO EM FILME

Estrelas Além do Tempo

MELHOR ATOR

Denzel Washington por “Fences”

MELHOR ATRIZ

Emma Stone por “La La Land”

MELHOR PERFORMANCE POR ATOR COADJUVANTE

Mahershala Ali por “Moonlight”

MELHOR PERFORMANCE POR ATRIZ COADJUVANTE

Viola Davis por “Fences”

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DRAMÁTICA

“Stranger Things”

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA

“Orange is the New Black”

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Claire Foy por “The Crown”

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

John Lithgow por “The Crown”

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

William H. Macy por “Shameless”

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

Julia Louis-Dreyfus por “Veep”

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Bryan Cranston por “All the Way”

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Sarah Paulson por “The People vs O.J. Simpson: American Crime Story”

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PIPOCAS TV |OS HERÓIS VÃO DOMINAR A TV EM 2017

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Que todo ano tem filmes e séries nos cinemas e na TV a gente já aguarda. Mas você sabe quais as séries de super-heróis que chegam esse ano? Vem que nesse vídeo a gente conta!

Aproveita e assina o nosso canal. youtube.com/pipocasclub

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A Chegada, La La Land e Moonlight lideram indicações ao Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou os indicados às 24 categorias do prêmio na manhã desta terça-feira (24).

Com 14 indicações em 13 categorias, “La la land: Cantando estações” igualou o recorde do Oscar. A marca é a mesma de “Titanic” (1997) e “A malvada” (1950). O musical disputa as estatuetas melhor filme, melhor diretor (Damien Chazelle), melhor ator (Ryan Gosling) e melhor atriz (Emma Stone), dentre outras (veja a lista completa abaixo). “A Chegada” e “Moonlight” também tiveram destaque na lista divulgada, emplacando oito indicações cada.

A 89ª edição da cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro, em Los Angeles. O apresentador será Jimmmy Kimmel, escolhido após comandar o Emmy em 2012 e em 2016.

Confira, abaixo, a lista completa dos indicados ao Oscar 2017.

Melhor filme

 

“A chegada”

“Até o último homem”

“Estrelas além do tempo”

“Lion”

“Moonlight: Sob a luz do luar”

“Cercas”

“A qualquer custo”

“La la land: Cantando estações”

“Manchester à beira-mar”

 

Melhor diretor

Dennis Villeneuve (“A chegada”)

Mel Gibson (“Até o último homem”)

Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)

Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)

Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

 

Melhor ator

 

Casey Affleck (“Manchester a beira mar”)

Denzel Washington (“Cercas”)

Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)

Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)

Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”)

 

Melhor atriz

Natalie Portman (“Jackie“)

Emma Stone (“La La Land – Cantando estações“)

Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?“)

Ruth Negga (“Loving“)

Isabelle Huppert (“Elle“ )

 

Melhor ator coadjuvante

Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar“)

Jeff Bridges (“Até o Último Homem”)

Lucas Hedges (“Manchester à beira-mar”)

Dev Patel (“Lion: uma jornada para casa”)

Michael Shannon (“Animais noturnos”)

 

Melhor atriz coadjuvante

Viola Davis (“Cercas”)

Naomi Harris (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

Nicole Kidman (“Lion”)

Octavia Spencer (“Estrelas além do tempo”)

Michelle Williams (“Manchester à beira-mar”)

 

Melhor fotografia

“A chegada”

“La la land”

“Moonlight”

“O silêncio”

 

Melhor animação

“Kubo e as cordas mágicas”

“Moana”

“My life Courgette”

“The red turtle”

“Zootopia”

 

Melhor filme em língua estrangeira

“Land of mine”

“A mand called Ove”

“O apartamento”

“Tanna”

Toni Erdmann”

 

Melhor roteiro original

“La la land: Cantando estações”

“Manchester à beira-mar”

“A qualquer custo”

“O lagosta”

“20th century woman”

 

Melhor roteiro adaptado

“Moonlight”

“Lion”

“Cercas”

“Estrelas além do tempo”

“A chegada”

 

Melhor documentário

“Fire at sea”

“I am no your negro”

“Life, animated”

“O.J. Made in America”

“13th”

 

Melhor curta-metragem

“Ennemis Intérieurs”

“La femme et le TGV”

“Silent night”

“Sing”

“Timecode”

 

Melhor curta-metragem de animação

“Blind Vaysha”

“Borrowed time”

“Pear Cider and Cigarettes”

“Pearl”

“Piper”

 

Melhor documentário em curta-metragem

“Extremis”

“41 miles”

“Joe’s violin”

“Watani: My homeland”

“The white helmets”

 

Melhor edição

“A chegada”

“Até o último homem”

“A qualquer custo”

“La la land: Cantando estações”

“Moonlight: Sob a luz do luar”

 

Melhor edição de som

“A chegada”

“Deepwater horizon”

“Até o último homem”

“La la land: Cantando estações”

“Sully: O herói do rio Hudson”

 

Melhor mixagem de som

“A chegada”

“Até o último homem”

“La la land: Cantando estações”

“Rogue One: Uma história Star Wars”

“13 Hours: The secret soldiers of Benghazi”

 

Melhor design de produção

“A chegada”

“Animais fantásticos e onde habitam”

“Ave, Cesar!”

“La la land: Cantando estações”

“Passageiros”

 

Melhores efeitos visuais

“Deepwater horizon”

“Doutor Estranho”

“Mogli”

“Kubo and the two string”

“Rogue One: Uma história Star Wars”

 

Melhor canção original

“Audition (The fools who dream)” (“La la land: Cantando estações”

“Can’t stop the feeling” (Trolls”)

“City of stars” (: Cantando estações”)

“The empty chair” (Jim: The James Foley Story”)

“How far I’ll go” (“Moana”)

 

Melhor trilha sonora

Micha Levi (“Jackie”)

Justin Hurwitz (“La la land: Cantando estações”)

Nicholas Britell (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

Thomas Newman (“Passageiros”)

 

Melhor cabelo a maquiagem

“A man called Ove”

“Star Trek: Sem fronteiras”

“Esquadrão suicida”

 

Melhor figurino

“Allied”

“Animais fantásticos e onde habitam”

“Florence: Quem é essa mulher?”

“Jackie”

“La la land: Cantando estações”

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Crítica |La La Land – Cantando Estações

Centenas de carros engarrafados e buzinas ecoando na rodovia Century Freeway, em Los Angeles. Cada um ao som de sua trilha favorita para enfrentar o trânsito e tirar o stress das buzinadas infindas. Quando de repente ao som de Another Day of Sun todo aquele trânsito explode em um número musical, e como num jazz onde cada um toca o que quer, todos os ritmos se misturam ali e chamam ao espectador para o que há de vir.

A essa altura do campeonato você já deve ter escutado falar de La La Land em algum lugar. O musical reinou na premiação do Globo de Ouro deste ano levando sete estatuetas.

O filme acompanha a história de Mia (Emma Stone), uma atriz iniciante que trabalha como barista em uma cafeteria dos estúdios Warner e tenta incontáveis vezes adentrar na indústria do entretenimento e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de Jazz que sonha em abrir o seu próprio clube de Jazz. Na tentativa de cada um de perseguir seus sonhos, as histórias se cruzam e agora eles precisam tentar fazer esse relacionamento dar certo enquanto batalham pela fama e sucesso.

La La Land é na verdade uma grande homenagem a Los Angeles, conhecida como a “Cidade dos Sonhos”, destino de muitos que almejam deslanchar carreiras no cinema, na música ou na moda. No filme vemos que, mesmo com tantos contrapontos à vida real, muito pode acontecer em apenas quatro estações.

Emma Stone, sem dúvidas uma das novas atrizes de Hollywood que mais tem evoluído, desenvolve magistralmente seu personagem, dando um verdadeiro show frente a cada desafio colocado diante de Mia. Os constantes testes de elenco e as decepções de cada um deles evidenciam o mote principal da produção: nem sempre é fácil alcançar seus sonhos.

Já Sebastian vive a difícil escolha de seguir seus objetivos e fundar um clube de jazz em uma época em que o gênero não é mais tão forte, ou se vender ao mercado, tocando os hits do momento apenas pelo retorno financeiro. Esse dilema ganha destaque quando Damien Chazelle (Whiplash – Em Busca da Perfeição), roteirista e diretor de um filme, ousa fazer um musical em épocas de escassez do gênero. “Há quem diga que não se faz mais musicais como antigamente”, dizem. “Não é por falta de quem faça”, responde Chazelle.

É importante ressaltar que já é de conhecimento público que Emma e Ryan tem uma refinada sintonia de atuação, já provada e aprovada no fantástico filme Amor a Toda Prova (2011), mas ainda assim os sapateados e duetos à beira do piano em La La Land  são de deixar qualquer um bobo com tamanha harmonia. Dois fatos chamam ainda mais atenção sobre a performance da dupla: a atriz fez apenas três meses de aula de canto e sapateado para o filme e Ryan em momento algum usou dublê de mãos, ou seja, ele mesmo é que toca o piano nos números musicais.

E, se estamos falando de um musical, é óbvio que o público é sutilmente embalado ao gênero durante toda a produção, de maneira que a narrativa inteira parece um convite ao que estar por vir, como em um espetáculo teatral, onde o roteirista conduz cada evento de maneira maestral rumo ao Grand Finale. Se começamos com Another Day of Sun, apresentado nas alturas logo nos primeiros minutos (como que representando um choque proposital para que o público entenda que o filme é, em sua essência, um musical) e seguirmos em direção ao ápice, embalado ao som de City of Stars, podemos perceber como o enredo é construído de maneira cativante e como cada apresentação colabora na construção da narrativa. Stone e Gosling não são os melhores cantores, de fato, mas a equipe do filme foi bem generosa, baixando os tons para que os números musicais convencessem a plateia.

Por fim, e não menos importante (NÃO MESMO), a fotografia é uma das partes mais lindas de La La Land. O filme é dividido em estações (o que justifica o nome em Português “Cantando Estações) e é possível perceber que a cada uma delas temos uma nova paleta de cores que refletem os eventos que daquela estação, seja nas músicas ou acontecimentos que cercam a trama. A iluminação também parece ter vida própria e por vezes escolher sozinha quem quer iluminar e destacar nesse espetáculo de sonhos.

La La Land prova que os musicais não morreram e que, se o gênero teve seus dias de glória com Gene Kelly e Debby Reinolds ou Julie Andrews e Christopher Plummer, hoje pode ser ressuscitado e restaurado, agradando até mesmo quem não é tão fã assim do gênero.

E para quem quiser continuar a vivenciar a magia de La La Land após a saída do cinema, a trilha sonora está disponível em playlist no Spotify (https://open.spotify.com/album/5p0H50uFCdWTpLY640HoPc).

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O trailer de Power Rangers e a dura realidade de que nostalgia não tem cura

“This your time” é a frase que abre o novo trailer do novo filme dos Power Rangers.
Essa frase de abertura soa de forma curiosa se pararmos para pensar que essa é uma franquia que teve o seu auge há bastante tempo – pode colocar uns 20 anos aí na conta – quando marcou uma geração inteira de crianças que brincavam de se imaginar sendo o ranger vermelho, o azul (apenas quando havia a concorrência dos demais amigos da rua, vamos combinar), o preto ou a rosa se a criança fosse uma menina. Sem falar nos inúmeros bonecos que giravam a cabeça, nos cartuchos de Super Nintendo, ah… definitivamente os Power Rangers são heróis “do meu tempo”.

Sim, eu era uma das crianças dos anos 90 que se apaixonou perdidamente pela Kimberly, que ficou horas grudado na TV vendo aquele show de cores morphando na minha cara enquanto megazords lutavam contra monstros gigantes. Ai ai ai ai ai… tudo era tão perfeito.

Quando o novo filme foi anunciado, com status de remake da clássica Mighty Morphin que eu tanto amei, lógico que criei expectativas. Eu finalmente poderia matar a nostalgia que me assolava. Mal sabia eu que nostalgia não tem cura!

A cada nova imagem divulgada, cada anuncio feito, cada novidade que saia sobre a produção do novo longa, minha decepção só aumentava. Os novos trajes, o novo Alpha 5, a Rita Repulsa, informações sobre o enredo, tudo me fazia pensar: “Isso não é Power Ranger”. E de fato não eram os Power Rangers, pelo menos não os do meu tempo. E, repensando, isso pode ser ótimo!

Esse trailer me fez perceber que a forma como eu conhecia a franquia, com personagens caricatos, vilões com viés humorístico, cabeças flutuantes, armaduras de tecido e zords de plástico não funcionariam nos dias de hoje. Essa fórmula que parece perfeita na minha memória não se adequa aos dias atuais e vive apenas na minha nostalgia que, como vocês já sabem, me acompanhará para o resto da vida.

Esses, meus amigos, são os novos Power Rangers, e “this is their time”. Talvez por isso a frase do início seja também a frase que encerra o trailer – que só por se tratar de um trailer é, na verdade, apenas o convite para um novo começo!

Go go power rangers!

Por: Pedro Henrique Rangel

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Moana é sobre ser o que você quiser ser

Para nossa alegria (rs), a Disney parece  decidida em romper cada vez mais com o tradicionalismo hollywoodiano e se mostrar mais aberta à narrativas que quebrem paradigmas cinematográficos. Nos dois últimos filmes de Star Wars, por exemplo, tivemos mulheres decididas e fortes como protagonistas, que não deixaram nada a desejar em relação a quaisquer personagens masculinos. E agora Moana vem para quebrar mais algumas dessas regras, só que dessa vez no campo da animação. Se você esperava que a nova princesa da Disney viesse em uma carruagem, com aparatos reais, bons modos, vestidos luxuosos ou com uma história romântica que terminaria com um beijo do príncipe encantado, você está bem enganado.

A sinopse oficial retrata Moana Waialiki como uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. A questão é que sua tribo abandonou as grandes navegações e esqueceu-se de suas orignes. Sendo assim, Moana parte em uma aventura mar adentro para ajudar sua tribo e descobrir mais sobre sua história.

Cá entre nós, a verdade é que a Disney está novamente em bons ventos no mundo das animações. Se os anos 90 foram marcados por A Bela e a Fera (1991), Aladdin (1992), O Rei Leão (1994) e Hércules (1997), a década atual com certeza está sendo marcada por Frozen (2013), Zootopia (2016) e Moana (2017). Essa mistura do tradicional com o novo que conferimos na nova produção é marcada pela direção de Ron Clements e John Musker, os mesmos responsáveis por trazer as adaptações dos contos de fadas A Pequena Sereia (1989), Aladdin (1992), Hércules (1997) entre outros.

E, se estamos falando do contraste entre tradicionalismo e atualidade ,não poderíamos deixar faltar o principal: a parte musical. Moana não só se estabelece como um excelente musical, mas ainda traz consigo representatividade e saudação ao povo polinésio. As letras de Lin-Manuel Miranda (conhecido pelo musical Hamilton) captam a essência dos personagens com os ritmos oriundos da cultura local.

A riqueza de detalhes técnicos em Moana é de deixar até mesmo o público mais exigente boquiaberto. A perfeição na finalização do filme chega ao ponto de passar a sensação exata do cabelo ao vento e da água do mar, fazendo com que mergulhemos fundo com a princesa em sua aventura.

Além da ótima protagonista, o filme ainda conta com o icônico semi-deus  Maui, um metamorfo cheio de tatuagens,  chamadas por ele de mini Maui, que além de trazer alívio cômico à produção, ajudam na compreensão de sua história. Somando forças à dupla destaque do filme, temos ainda o porco Pua e o galinho Heihei, que tem como função principal serem bonecos à venda para crianças, pouco contribuindo para narrativa, mas promovendo tambémalgumas piadas. Outro detalhe fantástico é que no filme o mar também tem vida própria, interagindo com os protagonistas todo tempo. O humor da produção é bem dosado e contenta desde o público mais jovem aos adultos que não dispensam uma animação.

“Você é uma princesa. É a filha do ‘rei’ e tem um animalzinho, é uma princesa”, diz Maui.

Princesa ou não, Moana aceita quem ela é e mostra para sua tribo quem verdadeiramente eles são. Com chave de ouro, o ano de 2017 brinda mais uma animação para os novos tempos de glória nas animações da Disney.

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