Sem dúvida os painéis mais esperados desta quinta-feira (13), primeiro dia da CCXP Tour Recife, eram os do Canal Fox e da Fox Studios. E, claro, as empresas não decepcionaram os fãs.
Dominando o auditório Twitch por toda a tarde, o primeiro painel da Fox foi dedicado exclusivamente à nova produção brasileira do canal: Prata da Casa. O momento contou com a participação de Diogo Vilela, Françoise Forton e Rodrigo Pandolfo, protagonistas do show, em uma roda de bate papo com Érico Borgo sobre as experiências na produção da série.
O segundo momento foi dedicado às telonas. Usando as próprias palavras de Borgo, o painel da Fox Studios começou logo “chutando a porta”: os fãs foram contemplados com nada menos que um prólogo exclusivo do aguardadíssimo “Alien: Covenant”, além de um trailer estendido que levou a galera a loucura. Não bastasse o agrado, outro blockbuster arrebatador teve conteúdo exclusivo divulgado: “Planeta dos Macacos: A Guerra”. Foram aproximadamente 10 minutos de trechos de entrevistas com os atores e produtores envolvidos no filme e mais um trailer estendido que deixou todo mundo roendo as unhas.
Foram divulgados ainda conteúdos exclusivos das animações a serem lançadas em 2017, valendo o destaque para “Lino”, animação encabeçada pelo brasileiro Rafael Ribas. O flme conta a história de Lino, jovem frustrado com a vida que decide procurar ajuda para endireitar seus caminhos, mas acaba encontrando em uma terapia nada convencional um problema ainda mais sério para lidar. A excelente produção leva o selo dos mesmos softwares utilizados pela Pixar e conta com a dublagem magistral de Selton Melo.
Experience – Para além dos painés, os fãs da Fox também contam com um stand exclusivo dedicado à divulgação de “Alien: Covenant”, onde é possível fazer algumas fotos bem legais com o “baby alien” agarrado ao rosto.
E olhem que foi apenas o primeiro dia. Que venham os próximos #VaiSerEpico
Sem dúvida os painéis mais esperados desta quinta-feira (13), primeiro dia da CCXP Tour Recife, eram os do Canal Fox e da Fox Studios. E, claro, as empresas não decepcionaram os fãs.
Dominando o auditório Twitch por toda a tarde, o primeiro painel da Fox foi dedicado exclusivamente à nova produção brasileira do canal: Prata da Casa. O momento contou com a participação de Diogo Vilela, Françoise Forton e Rodrigo Pandolfo, protagonistas do show, em uma roda de bate papo com Érico Borgo sobre as experiências na produção da série.
O segundo momento foi dedicado às telonas. Usando as próprias palavras de Borgo, o painel da Fox Studios começou logo “chutando a porta”: os fãs foram contemplados com nada menos que um prólogo exclusivo do aguardadíssimo “Alien: Covenant”, além de um trailer estendido que levou a galera a loucura. Não bastasse o agrado, outro blockbuster arrebatador teve conteúdo exclusivo divulgado: “Planeta dos Macacos: A Guerra”. Foram aproximadamente 10 minutos de trechos de entrevistas com os atores e produtores envolvidos no filme e mais um trailer estendido que deixou todo mundo roendo as unhas.
Foram divulgados ainda conteúdos exclusivos das animações a serem lançadas em 2017, valendo o destaque para “Lino”, animação encabeçada pelo brasileiro Rafael Ribas. O flme conta a história de Lino, jovem frustrado com a vida que decide procurar ajuda para endireitar seus caminhos, mas acaba encontrando em uma terapia nada convencional um problema ainda mais sério para lidar. A excelente produção leva o selo dos mesmos softwares utilizados pela Pixar e conta com a dublagem magistral de Selton Melo.
Experience – Para além dos painés, os fãs da Fox também contam com um stand exclusivo dedicado à divulgação de “Alien: Covenant”, onde é possível fazer algumas fotos bem legais com o “baby alien” agarrado ao rosto.
E olhem que foi apenas o primeiro dia. Que venham os próximos #VaiSerEpico
Sem dúvida os painéis mais esperados desta quinta-feira (13), primeiro dia da CCXP Tour Recife, eram os do Canal Fox e da Fox Studios. E, claro, as empresas não decepcionaram os fãs.
Dominando o auditório Twitch por toda a tarde, o primeiro painel da Fox foi dedicado exclusivamente à nova produção brasileira do canal: Prata da Casa. O momento contou com a participação de Diogo Vilela, Françoise Forton e Rodrigo Pandolfo, protagonistas do show, em uma roda de bate papo com Érico Borgo sobre as experiências na produção da série.
O segundo momento foi dedicado às telonas. Usando as próprias palavras de Borgo, o painel da Fox Studios começou logo “chutando a porta”: os fãs foram contemplados com nada menos que um prólogo exclusivo do aguardadíssimo “Alien: Covenant”, além de um trailer estendido que levou a galera a loucura. Não bastasse o agrado, outro blockbuster arrebatador teve conteúdo exclusivo divulgado: “Planeta dos Macacos: A Guerra”. Foram aproximadamente 10 minutos de trechos de entrevistas com os atores e produtores envolvidos no filme e mais um trailer estendido que deixou todo mundo roendo as unhas.
Foram divulgados ainda conteúdos exclusivos das animações a serem lançadas em 2017, valendo o destaque para “Lino”, animação encabeçada pelo brasileiro Rafael Ribas. O flme conta a história de Lino, jovem frustrado com a vida que decide procurar ajuda para endireitar seus caminhos, mas acaba encontrando em uma terapia nada convencional um problema ainda mais sério para lidar. A excelente produção leva o selo dos mesmos softwares utilizados pela Pixar e conta com a dublagem magistral de Selton Melo.
Experience – Para além dos painés, os fãs da Fox também contam com um stand exclusivo dedicado à divulgação de “Alien: Covenant”, onde é possível fazer algumas fotos bem legais com o “baby alien” agarrado ao rosto.
E olhem que foi apenas o primeiro dia. Que venham os próximos #VaiSerEpico
O Canal Fox marcou presença no primeiro dia de CCXP Tour com a novidade brasileira do canal, a série Prata da Casa. A série traz um elenco bastante conhecido pelo público nacional como Diogo Vilela, Françoise Forton, Pedro Paulo Rangel, Rodrigo Pandolfo, Wagner Santisteban, Marina Palha e outros.
A trama gira em torno de Sérgio Henrique (Rodrigo Pandolfo), atleta de Salto com Varas (sim, terá várias piadas de duplo sentido com isso), que após perder o emprego descobre a traição da esposa, abandona a vida no Rio de Janeiro e volta a morar com os pais, em São Paulo. O que ele não sabe é que os pais também estão em processo de separação pelo mesmo motivo.
A série é uma sitcom e no primeiro episódio já podemos perceber o tom presente nas séries de comédias brasileiras, como A Grande Família. O que pode incomodar de cara é a movimentação da câmera que não fica estabilizada e dá uma certa agonia. No mais, podemos esperar mais uma comédia brasileira, dessa vez em canal fechado, de arrancar várias risadas e se assistir com a família inteira.
A primeira temporada ainda nem estreou e já se cogita uma segunda temporada da série. Vamos aguardar o que vem por ai!
O Canal Fox marcou presença no primeiro dia de CCXP Tour com a novidade brasileira do canal, a série Prata da Casa. A série traz um elenco bastante conhecido pelo público nacional como Diogo Vilela, Françoise Forton, Pedro Paulo Rangel, Rodrigo Pandolfo, Wagner Santisteban, Marina Palha e outros.
A trama gira em torno de Sérgio Henrique (Rodrigo Pandolfo), atleta de Salto com Varas (sim, terá várias piadas de duplo sentido com isso), que após perder o emprego descobre a traição da esposa, abandona a vida no Rio de Janeiro e volta a morar com os pais, em São Paulo. O que ele não sabe é que os pais também estão em processo de separação pelo mesmo motivo.
A série é uma sitcom e no primeiro episódio já podemos perceber o tom presente nas séries de comédias brasileiras, como A Grande Família. O que pode incomodar de cara é a movimentação da câmera que não fica estabilizada e dá uma certa agonia. No mais, podemos esperar mais uma comédia brasileira, dessa vez em canal fechado, de arrancar várias risadas e se assistir com a família inteira.
A primeira temporada ainda nem estreou e já se cogita uma segunda temporada da série. Vamos aguardar o que vem por ai!
O Canal Fox marcou presença no primeiro dia de CCXP Tour com a novidade brasileira do canal, a série Prata da Casa. A série traz um elenco bastante conhecido pelo público nacional como Diogo Vilela, Françoise Forton, Pedro Paulo Rangel, Rodrigo Pandolfo, Wagner Santisteban, Marina Palha e outros.
A trama gira em torno de Sérgio Henrique (Rodrigo Pandolfo), atleta de Salto com Varas (sim, terá várias piadas de duplo sentido com isso), que após perder o emprego descobre a traição da esposa, abandona a vida no Rio de Janeiro e volta a morar com os pais, em São Paulo. O que ele não sabe é que os pais também estão em processo de separação pelo mesmo motivo.
A série é uma sitcom e no primeiro episódio já podemos perceber o tom presente nas séries de comédias brasileiras, como A Grande Família. O que pode incomodar de cara é a movimentação da câmera que não fica estabilizada e dá uma certa agonia. No mais, podemos esperar mais uma comédia brasileira, dessa vez em canal fechado, de arrancar várias risadas e se assistir com a família inteira.
A primeira temporada ainda nem estreou e já se cogita uma segunda temporada da série. Vamos aguardar o que vem por ai!
A mais recente produção original Netflix, “13 Reasons Why” é um soco no estômago. Mostra, sem floreios, nem romance, um tema proibido e cheio de tabus na sociedade: o suicídio. A história, apesar de densa, prende do início ao fim. O enredo, em forma de retrospectiva, mostra o calvário da estudante Hannah Baker, as tentativas que fez para sobreviver ao bullying, machismo e preconceito sofrido por dois anos em uma escola norte-americana. Os estereótipos estão presentes, mas com críticas muito mais próximas da realidade.
Além do drama da jovem, acompanhamos a agonia dos pais, a omissão da escola e o cotidiano dos demais alunos – que participaram ou se omitiram – das agressões sofridas pela protagonista. Os pais de Hannan não enxergaram, a escola se omitiu, o tempo passou. A rotina dela se tornou solitária e ela desistiu!
“13 reasons Why”, deveria ser pauta obrigatória na comunidade escolar. Tratar de temas tão enraizados na nossa sociedade se faz necessário. É preciso ensinar, desde cedo, que determinados comportamentos, brincadeiras e crueldades já tiraram a vida de jovens demais. O bullying mata o corpo e a alma. É urgente falar sobre isso.
Foi em uma sessão das 16h30 (e, por isso, lotada de adolescentes aos berros em cada cena fofinha) que assisti “A Bela e a Fera” em seu dia de estreia. Poucos filmes me fizeram esperar tanto como este. E não é para menos: finalmente “gente de verdade” ia dar vida ao desenho animado e história que mais gostei na infância. Muitas pessoas foram com esta expectativa e, neste sentido, o filme alcança o objetivo.
Não é mistério que a Disney sabe contar histórias como poucos, e a adaptação clássica que fez em 1991 de “A Bela e a Fera” (bastante diferente do tradicional conto de fadas francês) nos convence disso. Exatamente por isso é que fica claro o esforço da produtora em remontar (literalmente) as passagens, tornando o longa o mais fiel possível à produção clássica – o que parece ser a “fórmula do sucesso” das adaptações do estúdio. Se por um lado os fãs comemoram cada semelhança, os mais resistentes criticam a mesmice e a pouca inovação criativa.
Emma Watson traz uma Bela muito convincente e sem exageros. A “novidade” fica por conta das “pitadas” pós-modernas de ode à mulher segura, forte e independente – tão em voga nas personagens femininas do cinema atual. O núcleo da personagem com os moradores do castelo da Fera é desenvolvido de forma doce e gradual, em uma relação que alimenta os anseios de libertação das duas partes: o dela, por algo além da medíocre aldeia natal; o deles, pelo fim do feitiço.
O outro núcleo, que também merece destaque, é o de Gastão e seu fiel amigo Lefou, que conquistam o público pela comicidade da auto estima exagerada do primeiro e a adulação apaixonada e cega do segundo. Eles trazem boa parte do alívio cômico, mesmo em momentos de maior tensão da narrativa.
Se o elenco “de carne e osso” não deixa a desejar, o estranho no filme é exatamente a representação visual do fantástico – o que, em se tratando de uma história que tem como base tais elementos, é desapontador. A Fera e seus serviçais enfeitiçados tem personalidades cativantes, mas graficamente mantém praticamente a mesma expressão facial o tempo inteiro.
Encantador e respeitoso com a nostalgia do público, “A Bela e a Fera” consegue divertir e emocionar sem ser enfadonho em suas 2 horas de duração.
Continuação do despretensioso, mas excelente, “De Volta ao Jogo” (2014), o novo filme da franquia coloca Keanu Reeves pra matar outras centenas de caras maus por um motivo pouco plausível. E não poderia ser melhor.
Desde o filme original, os diretores Chad Stahelski David Leitch se propuseram a trazer de volta às telonas bons filmes de ação. Filmes daqueles em que a porrada e a bala correm soltas com o mínimo de roteiro e diálogo, fazendo com que você se grude na cadeira do cinema a cada pontapé do protagonista.,
No novo filme, após recuperar seu carro, John acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D’Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini). O ato dá início a uma verdadeira guerra em que somente o mais letal assassino sobreviverá.
Claro que não havia nome melhor para isso que Keanu Reeves. O astro de cinema já tem notório saber em artes marciais e apresenta coreografias impressionantes e golpes muito bem aplicados, dando uma verossimilhança brutal a cada cena de luta. Nem de longe Reeves apresenta a energia e disposição dos seus 52 anos. Parece que temos um novo Bruce Willis em Hollywood.
Diferente dos famosos filmes de Steven Seagal, Wick tanto bate quanto apanha. Na verdade apanha MUITO também. Digamos que o mercenário é um verdadeiro saco de pancada ambulante. As cenas são bem feitas, longas e violentas, o que pode impressionar os expectadores mais fracos.
Em contraste com o que vimos na jornada solitária do protagonista em “De Volta ao Jogo”, na nova empreitada John usa seus privilégios enquanto membro da Alta Cúpula dos assassinos em sua nova missão. São armas, hotéis e diversos outros serviços à disposição do mercenário que trata toda a situação com o mais alto profissionalismo. Desta forma, a Alta Cúpula não só é mais bem explicada na nova produção, como ganha ramificações, em âmbito mundial. Além disso, também somos apresentados às regras pelas quais os assassinos se pautam de maneira a resguardar a integridade da organização. Tudo com uma sutileza digna de filmes bem elaborados.
Outro fato interessantíssimo acerca do filme é que na continuação somos presenteados com o reencontro mais que bem vindo entre Keanu e Laurence Fishburne, pela primeira vez reunidos no cinema após a trilogia Matrix. Impossível não perceber o clima saudosista na sala de cinema durante esses momentos.
Com uma narrativa mais complexa, porém menos emocional, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” mantém o ritmo, a violência e a expressividade esperada por quem busca nas telonas um bom filme de ação. No filme, vemos a simplicidade do roteiro tratada com seriedade (ponto para Stahelski) e cenas bem construídas transformando o que poderia ser apenas mais um filme violento em uma excelente produção que remete à era de ouro do gênero. Vale, e como vale, o ingresso.
Se existe algo que vem atrapalhando as produções televisivas e cinematográficas nos últimos anos, é a tal da expectativa. Ela mesma, a que frustrou os espectadores de Batman Vs Superman, Esquadrão Suicida e tantos outros nos últimos tempos. A coisa é ainda mais séria quando a campanha de marketing é excelente, caso de Esquadrão Suicida e da mais recente obra original Netflix em parceria com a Marvel. Punho de Ferro é o último herói a aparecer em série própria antes do lançamento dos Defensores, previsto para o próximo semestre. E é bem verdade que, se essa parceria já começava a mostrar falhas desde Jessica Jones, em Punho de Ferro os erros parecem ser ainda mais evidentes.
A trama acompanha a história do jovem Danny Rand, herdeiro de um império industrial que em sua infância perdeu seus pais e foi o único sobrevivente de um grave acidente de avião próximo ao Himalaia. O protagonista é resgatado e treinado pelos monges de K’un-lun, (cidade situada em outra dimensão, mas que aparece no plano terrestre a cada quinze anos), para ser a nova arma viva, o Punho de Ferro, o maior dos guerreiros.
Apesar de bem produzida, a série dá a impressão de ser um longo filme cortado em 13 partes. Com diálogos longos, recheados de frases de efeitos clichês e um roteiro que demora a engatar, a produção não consegue preencher as expectativas do público nos primeiros episódios. A prova da demora no desenvolvimento da narrativa é que são necessários quatro episódios apenas para que Danny prove ser quem diz e contar um pouco sobre o que aconteceu após seu acidente.
Tal qual Doutor Estranho para o universo cinematográfico, esperava-se que Punho de Ferro nos mostrasse mais do mundo místico da Marvel, diferenciando o herói dos outros Defensores. Ao contrário disso, Rand acaba sendo apenas mais um herói urbano, como Jessica Jones e Luke Cage. A própria realidade dele em K’un-lun não é bem explorada, muito menos seu treinamento, falha grave para quem quer construir um personagem com um histórico tão rico. Além disso, Finn Jones tem considerável dificuldade em transparecer a dureza necessária ao protagonista, e por vezes acaba imprimindo uma inocência que tira um pouco da credibilidade do maior dos guerreiros. O ator, que ficou bastante conhecido por interpretar Loras Tyrrel em Game Of Thrones, se esforça, mas nem sempre convence no papel.
Outro fato problemático acerca da série está na construção dos objetivos do personagem. O grande inimigo de K’un-lun, e por consequência do Punho de Ferro, é o Tentáculo, aqui representado (assim como em Demolidor) pela Madame Gao, figura pouco explorada na série. Embora Danny enfatize diversas vezes ao longo dos episódios que o principal objetivo do Punho de Ferro é derrotar o tentáculo, isso não é aparente em suas atitudes. Como afirmado pela própria Gao no sétimo episódio, a sensação é que o protagonista na verdade quer apenas voltar a ser o velho Danny. Nunca dá pra saber de qual lado Joy e Ward Meechum está, num piscar de olhos podem ser mocinhos ou vilões. Harold que usa Danny para se libertar do jugo do Tentáculo tem uma evolução repentina na trama. Por fim, a ascensão de Bakuto como substituto de Gao torna o objetivo cada vez mais confuso.E, convenhamos, não é isso que o público espera.
Colleen Wing é uma das personagens mais bem construídas, com uma trama bem desenvolvida e uma atriz (Jessica Henwick) que faz jus ao papel. Além de apresentar boas coreografias de luta, Jessica consegue transparecer muito bem todas as emoções de Wing, fazendo com que facilmente shippemos Colleen e Danny. Já Claire Temple surge meio que do nada, em uma cena superficial e descuidada, apesar de sabermos que ela é na verdade o principal elo entre as séries da Marvel e possivelmente a responsável por unir os Defensores. Seu papel já é bem estabelecido dentro do universo das séries da Marvel e é através dela que surgem as poucas citações aos outros heróis, que fez com que ela tivesse a experiência a ser passada para o herói novato.
Esperávamos que nessa primeira temporada pudéssemos entender mais sobre K’un-lun, sobre o passado dos personagens, sobre o treinamento do Punho de Ferro, sobre o Tentáculo, mas a série parece se preocupar tanto com as rotinas da vida do protagonista e com a saúde corporativa da Rand que todo o background do enredo parece acabar ficando pra segundo plano.
Apesar do fracasso frente à crítica – a série tem atingido índices inferiores a 40% de aprovação em sites como Rotten Tomatoes e Metacritic – Punho de Ferro parece ter caído no gosto popular: a audiência tem atribuídos percentuais superiores a 80% de aprovação em sites como Rotten Tomatoes e IMDB.
Vista fora do panorama dos heróis da Marvel, “Iron Fist” (nome original da série) não impressiona, mas também está longe de ser uma série ruim. Com um enredo interessante e bons personagens, o contexto da história cativa e mantém o expectador atento aos acontecimentos episódio a episódio. No entanto, quando analisada dentro do universo Marvel e do contexto dos Defensores, há inegáveis pontos negativos que devem ser assumidos e – esperamos que – corrigidos.
Resta-nos agora esperar a reunião dos Defensores e que Danny Rand, o pior Punho de Ferro da história (palavras da própria série), possa aprender alguma coisa com quem já está nas ruas e apresentar a força e dureza que o “cargo” impõe.