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Madelyn Cline e KJ Apa estrelam ‘O Mapa Que Me Leva Até Você’, novo romance do Prime Video; confira as primeiras imagens

O Prime Video divulgou as primeiras imagens e a data de estreia de O Mapa Que Me Leva Até Você. O filme de romance chega ao streaming em 20 de agosto.

Confira as imagens abaixo:

Sobre O Mapa que Me Leva Até Você

Baseado no livro homônimo escrito por J.P. MonningerO Mapa Que Me Leva Até Você acompanha Heather (Madelyn Cline), uma jovem que se aventura pela Europa junto às suas melhores amigas antes de se estabelecer em sua vida perfeitamente planejada. Quando seu caminho se cruza com o de Jack (KJ Apa), um rapaz carismático e misterioso, uma faísca imediata dá início a uma jornada emocional que nenhum dos dois esperava. À medida que a conexão entre eles se aprofunda, segredos testam a relação — e transformam a vida de Heather de uma forma que ela jamais poderia imaginar.

Dirigido por Lasse Hallström (Querido John, Um Porto Seguro), o filme ainda conta com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas no elenco. A produção é de Martin Bowen, Wyck Godfrey, John Fischer e Isaac Klausner. O roteiro é de Vera Herbert e Les Bohem. 

 O Mapa Que Me Leva Até Você estreia dia 20 de agosto no Prime Video.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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Série de ‘Harry Potter’ inicia a produção e anuncia novidades no elenco

Bem-vindos a Hogwarts! A produção da nova série original da HBO baseada no universo de HARRY POTTER já começou nos estúdios da Warner Bros. em Leavesden, no Reino Unido. A estreia está prevista para 2027, na HBO e na HBO Max

Além disso, a tão aguardada produção anunciou novos nomes no elenco: Rory Wilmot interpretará Neville Longbottom; Amos Kitson assume o papel de Duda Dursley; Louise Brealey será a Madame Rolanda Hooch e Anton Lesser dará vida a Garrick Olivaras.  

Também foram revelados os profissionais que lideram os departamentos criativos da série, responsáveis pela magia por trás das câmeras: o diretor de fotografia Adriano Goldman, a designer de cabelo e maquiagem Cate Hall, o coordenador de dublês Paul Herbert, o supervisor de efeitos especiais Mark Holt, a designer de produção Mara LePere-Schloop, a decoradora de set Naomi Moore, o supervisor de criação de criaturas John Nolan, o supervisor de efeitos visuais Alexis Wajsbrot, o produtor de VFX Dom Sidoli, além da designer de figurino Holly Waddington, anunciada anteriormente. 

Sobre Harry Potter

A série promete ser uma adaptação fiel dos livros escritos por J.K. Rowling, que atua como produtora executiva ao lado de nomes como David HeymanNeil Blair e Ruth Kenley-Letts. A produção está sendo realizada em parceria com a Brontë Film and TVHeyday Films e a Warner Bros. Television.

Dominic McLaughlin foi escalado para o papel de Harry Potter, enquanto Arabella Stanton e Alastair Stoutinterpretarão Hermione Granger e Ron Weasley, respectivamente.

Cada temporada da produção — que será exclusiva do catálogo da HBO Max — trará um novo capítulo da jornada de Harry Potter e seus amigos, mesclando nostalgia e novidade para conquistar tanto o público veterano quanto novas gerações. As filmagens acontecem no icônico complexo Warner Bros. Studios Leavesden, na Inglaterra, local associado há anos ao mundo mágico criado por Rowling.

A série é produzida pela HBO em parceria com a Brontë Film and TV e Warner Bros. Television. O roteiro e produção são de Francesca Gardiner, com Mark Mylod na produção executiva e direção de vários episódios. Também estão na produção executiva J.K. Rowling, Neil Blair e Ruth Kenley-Letts, da Brontë Film and TV, e David Heyman, da Heyday Films. 

Vale lembrar que os filmes originais da franquia Harry Potter seguirão disponíveis nas plataformas digitais para os fãs revisitarem a versão cinematográfica da história.

Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.

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“A Sogra Perfeita 2” ganha nova data de estreia nos cinemas

A comédia “A Sogra Perfeita 2”, estrelada por Cacau Protásio, tem uma nova data de estreia e chegará aos cinemas no dia 11 de setembro. Dirigida por Cris D’Amato e Bianca Paranhos, a sequência ainda conta com Evelyn Castro, Marcelo Laham, Fafy Siqueira, Ricardo Pereira e Maria Bopp no elenco, além de participações especiais de Luis Miranda e Xande de Pilares.

Flávia Guimarães assina o roteiro, com colaboração de Bia Crespo. A produção é da Paris Entretenimento, em coprodução com Globo Filmes, Globoplay e Telecine, e distribuição da Paris Filmes. 

Sobre A Sogra Perfeita 2

“A Sogra Perfeita 2” acompanha Neide (Cacau Protásio) em novas aventuras. Independente e bem-sucedida, a cabeleireira e empresária está feliz da vida, curtindo sua liberdade depois que os dois filhos saíram de casa. Sua paz acaba no dia em que ela é pedida em casamento por Oliveira (Marcelo Laham), seu namorado português.

Neide não aceita, mas, quando se dá conta, toda a vizinhança do fictício bairro de Vila Cleide já está sabendo que vai ter casório. Para complicar, Dona Oliveira (Fafy Siqueira), sua quase sogra, chega de Portugal para a suposta festa, trazendo até os bem-casados na mala. Agora, sem poder contar com a ajuda da sua melhor amiga, Sheila (Evelyn Castro), com quem se desentendeu durante a preparação para um disputadíssimo concurso de penteados, Neide terá que lidar com a confusão que se instalou no bairro e com uma sogra que nem é sua ainda.

No filme, as mulheres são as protagonistas não só do elenco, como também da equipe. Estrelada por Cacau Protásio, a produção é dirigida por Cris D’Amato e Bianca Paranhos. Flávia Guimarães (“10 Horas para o Natal”, “Berenice”, “Stella Models”) assina o roteiro, com colaboração de Bia Crespo (“Férias Trocadas”), autora da ideia original. 

O elenco também conta com um timaço feminino, que inclui ainda Evelyn Castro, Fafy Siqueira, Maria Bopp, Carolina Borelli, Heloisa Barbosa, Tuna Dwek, Vera Mancini, Dirce Couto, Barbára Rìcciardi e Agda Aguiar.

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“Muito Prazer”, nova comédia de Jorge Furtado, conclui as filmagens em Porto Alegre  

“Muito Prazer”, nova comédia roteirizada e dirigida por Jorge Furtado (“Saneamento Básico”), acaba de concluir suas filmagens. Uma produção da Casa de Cinema de Porto Alegre em coprodução com a Globo Filmes, o longa é estrelado por Luisa Arraes (“Grande Sertão”), Daniel de Oliveira (“Cazuza), Drica Moraes (“Pérola), Samantha Jones, Felipe Velozo e Nicolas Vargas.

O flme foi rodado em estúdio e motéis de Porto Alegre entre junho e julho, e a previsão de estreia nos cinemas brasileiros é 2026, com distribuição da Elo Studios.

Sobre Muito Prazer

A trama acompanha Rubem (Daniel de Oliveira), que herda um antigo motel do seu tio, uma propriedade que ele acredita estar abandonada. Ao chegar no local, ele encontra Grace (Luisa Arraes), ex-funcionária do estabelecimento, que vive no imóvel fechado. Para quitar as dívidas de ambos, eles decidem reativar o “Motel Pérola”, mas, com a ajuda de Nalva (Samantha Jones), desenvolvem um plano nada convencional para salvar o estabelecimento. 

Foi um processo muito rico, como sempre, onde a gente parte de um roteiro, ensaia muito, e, quando chega na filmagem, muitas coisas novas surgem por colaboração de toda equipe, especialmente dos atores, que sugerem cenas, falas e detalhes. Muitas piadas surgem na filmagem“, explica Jorge Furtado sobre o processo de rodar “Muito Prazer”, sua primeira comédia para os cinemas desde “Saneamento Básico”. 

A comédia é fundamental. Nós precisamos rir, nos identificar com os personagens, criar situações diante das adversidades que a gente vive em tempos de inteligência artificial. A inteligência artificial ajuda muito, mas não sabe fazer piadas“, declara Nora Goulart, produtora do projeto.  

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“Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil”, de João Amorim, ganha trailer e data de estreia

Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil” acaba de divulgar seu trailer, antecedendo a estreia nos cinemas, que ocorre no dia 24 de julho, encerrando as férias escolares com uma aventura cheia de surpresas, música e emoção nas telonas!

No longa dirigido por João Amorim, os irmãos Thiago e Ísis embarcam com seu pai em uma jornada pelos biomas do Brasil — Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica — onde cada parada reserva um novo desafio, um animal em perigo e um segredo da natureza a ser revelado. Misturando animação, live-action e fantoches carismáticos, o filme convida o público infantil para uma verdadeira expedição repleta de humor, ritmo e descobertas. 

Confira o trailer abaixo:

Sobre Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil

Inspirado nas duas temporadas da série exibida diariamente no Canal Futura, TV Brasil, Canal Educação e disponível na Globoplay, o filme estreia justamente no ano da COP30, reforçando de forma divertida e acessível a importância de proteger nossos ecossistemas. 

As canções originais da aventura estarão disponíveis no Spotify e a história também chega às livrarias pela Editora Franco, expandindo o universo de Thiago & Ísis além das telas. 

Prepare-se para rir, cantar e se encantar com uma história que conecta famílias, inspira crianças e celebra a beleza da natureza brasileira. 

O lançamento comercial de “Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil” ocorre após uma bem-sucedida trajetória em 25 festivais brasileiros e internacionais, onde garantiu sete prêmios, incluindo o de Melhor Filme Infantojuvenil, no FESTin; Melhor Longa-Metragem Documentário Ambiental, no New York Documentary Film Awards 2024; e Melhor Diretor de Longa-Metragem, no Portugal Indie Film Festival 2024.  

“Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil” é uma produção da Amorim Filmes. 

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4ª temporada de “The Morning Show” ganha primeiro teaser; assista

O Apple TV+ apresentou um teaser da quarta temporada do drama mundialmente elogiado e premiado “The Morning Show”, estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, que são produtoras executivas ao lado da showrunner Charlotte Stoudt e da diretora Mimi Leder. A quarta temporada de 10 episódios estreia mundialmente, no Apple TV+, na quarta-feira, 17 de setembro, com o primeiro episódio, que será seguido por estreias semanais até 19 de novembro.

Confira o teaser abaixo:

Sobre The Morning Show

A quarta temporada de “The Morning Show” começa na primavera de 2024, quase dois anos após os eventos da terceira temporada. Com a fusão entre a UBA e a NBN concluída, a redação precisa lidar com novas responsabilidades, motivações ocultas e a natureza evasiva da verdade na América polarizada. Em um mundo repleto de deepfakes, teorias da conspiração e encobrimentos corporativos — em quem confiar? E como saber o que é realmente real?

Além de Aniston e Witherspoon, o elenco de estrelas da quarta temporada inclui Billy Crudup, Karen Pittman, Nicole Beharie, Nestor Carbonell, Mark Duplass, Greta Lee, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Aaron Pierre, William Jackson Harper, Boyd Holbrook e o retorno de Jon Hamm.

O drama tem produção executiva da showrunner Charlotte Stoudt, e direção e produção executiva de Mimi Leder. A série é produzida pelo estúdio Media Res e tem produção executiva de Michael Ellenberg (“Prometheus”, “Pachinko”, da Apple, “Robin Hood”) e Lindsey Springer (“Pachinko”, da Apple, “Sou de Virgem”) por meio da Media Res, juntamente com Stoudt e Leder.

Aniston e Kristin Hahn são produtoras executivas por meio da Echo Films, enquanto Witherspoon é produtora executiva ao lado de Lauren Neustadter (“Um Lugar Bem Longe Daqui”, “Na Sua Casa ou na Minha?”) para a Hello Sunshine.  Zander Lehmann (“Casual, “As Crônicas de Shannara”) e Micah Schraft (“Mr. América”, “Jessica Jones”) também são produtores executivos.

Atualmente disponível no Apple TV+, a terceira temporada de “The Morning Show” recebeu 16 indicações ao Emmy e rendeu a Crudup o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática por sua atuação como Cory Ellison. Crudup também ganhou o Critics Choice Award por sua interpretação de Ellison na terceira temporada da série. A terceira temporada também foi premiada pelo American Film Institute (AFI) em sua prestigiada lista dos dez melhores programas de televisão de 2023.

Na segunda temporada, “The Morning Show” recebeu indicações para os prêmios Emmy de Melhor Atriz Série Dramática para Reese Witherspoon; Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática para Billy Crudup, que também ganhou o prêmio na primeira temporada; e Melhor Atriz Convidada em Série Dramática para Marcia Gay Harden. Na primeira temporada da série, Crudup ganhou um Emmy na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática, além de um Critics Choice Award.

A poderosa atuação de Aniston como Alex Levy ganhou o SAG Award de Melhor Performance de uma Atriz em Série Dramática. Mimi Leder foi indicada a dois prêmios Emmy na categoria Melhor Direção para Série Dramática por seu trabalho no encerramento da primeira e da terceira temporadas, que também assinou como produtora executiva.

Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.

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Austin Butler, Zoë Kravitz e Matt Smith são destaques no pôster oficial de “Ladrões”, thriller dirigido por Darren Aronofsky

Ladrões“, novo filme dirigido pelo premiado e indicado ao Oscar Darren Aronofsky (“Cisne Negro” e “Mãe!”), acaba de ganhar pôster oficial e data de estreia no Brasil: 28 de agosto.

O material destaca os personagens de Austin Butler (“Elvis”), Matt Smith (“A Casa do Dragão”), Zoë Kravitz (“The Batman”), Regina King (“Watchmen”), Benito A Martínez Ocasio (“Trem-Bala”) e o gato, que está no meio de toda a confusão com os gângsteres.  

Confira o cartaz abaixo:

Sobre Ladrões

Com distribuição da Sony Pictures, o thriller acompanha Hank Thompson (Austin Butler), um jovem que ama beisebol e trabalha em um bar em Nova York. Quando seu vizinho, Russ (Matt Smith), pede para Hank cuidar de seus gatos por alguns dias, a vida do jovem muda completamente. Hank se envolve com um grupo de gângsteres que querem a todo custo algo dele – o problema é que ele não faz ideia do quê – e precisa lutar pela sua vida. 

O longa é baseado no livro “Caught Stealing“, de Charlie Huston, que também assina o roteiro do filme. Estrelado por Austin Butler, Matt SmithZoë Kravitz, o elenco ainda conta com nomes como Regina King (“Watchmen”), Liev Schreiber (“Spotlight: Segredos Revelado”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Griffin Dunne (“Depois de Horas”), Benito A Martínez Ocasio (“Trem-Bala”) e Carol Kane (“Entre os Templos”). 

Ladrões estreia dia 28 de agosto nos cinemas brasileiros.

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‘Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada’ ganha seu primeiro trailer

Bob Esponja, Patrick, Seu Sirigueijo e Lula Molusco estão de volta às telonas em “Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada”, longa que acaba de ganhar seu primeiro trailer. O novo filme da Paramount Pictures chega aos cinemas em 25 de dezembro.

Confira abaixo:

Sobre Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada

No novo filme, Bob Esponja tem a missão de provar que é um “cara grande”. Determinado a mostrar sua bravura ao Sr. Sirigueijo, ele segue o Holandês Voador – um misterioso pirata fantasma – e embarca em uma aventura marítima que o leva às profundezas do mar, onde nenhum outro Esponja jamais esteve.

Mark Hamill, conhecido por interpretar Luke Skywalker na saga Star Wars, cede a voz ao pirata fantasma no idioma original e se junta ao elenco com nomes como Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke, Carolyn Lawrence, Mr. Lawrence, George Lopez, Isis “Ice Spice” Gaston, Arturo Castro, Sherry Cola e Regina Hall.

A direção é de Derek Drymon e o roteiro de Pam Brady e Matt Lieberman. A produção é uma parceria entre a Paramount Animation, a Nickelodeon Movies, Domain Entertainment e MRC. 

Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada estreia dia 25 de dezembro.

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2ª temporada de Wandinha ganha novo trailer e imagens inéditas; confira

A contagem regressiva para o retorno de Wandinha já começou! A Netflix divulgou o trailer da Parte 1 da segunda temporada da série, que estreia em 6 de agosto com quatro episódios. Já a Parte 2 chega em 3 de setembro, também com quatro episódios. 

Confira o trailer e as imagens abaixo:

Sobre a 2ª temporada de Wandinha

Wandinha Addams (Jenna Ortega) volta aos corredores góticos da Escola Nunca Mais, onde novos inimigos e infortúnios esperam por ela. Nesta temporada, Wandinha precisa encarar a família, os amigos e antigos adversários, em mais um ano de caos deliciosamente sombrio e excêntrico. 

Com sua inteligência afiada e seu charme inexpressivo, Wandinha também mergulha em um novo mistério sobrenatural de arrepiar. Os criadores e showrunners Alfred Gough e Miles Millar estão de volta para a segunda temporada eletrizante de Wandinha, ao lado do produtor executivo e diretor Tim Burton.

O elenco ainda conta com Emma Myers, Steve Buscemi, Catherine Zeta-Jones, Luis Guzman, Isaac Ordonez, Joy Sunday, Billie Piper, Luyanda Unati Lewis-Nyawo, Moosa Mostafa, Georgie Farmer, Victor Dorobantu, Evie Templeton, Owen Painter, Noah B. Taylor e Hunter Doohan.

A 2ª temporada contará com participações especiais de Jamie McShane, Joanna Lumley, Joonas Suatamo, Fred Armisen, Christopher Lloyd, Thandiwe Newton, Heather Matarazzo e Frances O’Connor.

A primeira parte da 2ª temporada de Wandinha estreia em 6 de agosto e a segunda em 3 de setembro na Netflix.

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Crítica | Superman – James Gunn faz a DC decolar novamente

Saber que o Superman ganharia mais um remake nos cinemas não parecia motivo de empolgação. Vamos ser honestos: esse ciclo interminável de reboots já cansou até pros fãs. Embora seja uma figura imponente e central da cultura pop, o herói já teve todas as suas versões possíveis nas telonas — e depois da abordagem desastrosa com Henry Cavill sob a direção terrível de Zack Snyder, parecia um erro insistir em recomeçar o universo da DC justamente por ele. Mas não é uma delícia estar redondamente enganado?

James Gunn provou (mais uma vez!) ter algo raro entre os cineastas pop: visão de futuro. Com ousadia e um otimismo, mostrou que o Superman ainda pode ser um excelente ponto de partida — e, mais que isso, uma peça-chave para colocar a DC de volta no jogo, especialmente após o desgaste evidente da outrora dominante Marvel Studios.

Assumir o desafio de reconstruir o universo da DC praticamente do zero, apostando em mais cor, humor e leveza, exigia coragem de sobra. E muitos já dizem que a DC se “marvetizou”, mas a verdade é que Gunn propõe algo melhor: uma versão do Superman mais política e emocional — e sem medo de abraçar o tom clássico, até cafona, do personagem criado lá nos anos 1930.

Não é surpresa que o diretor responsável por transformar um grupo B da Marvel nos adorados Guardiões da Galáxia tenha descoberto como fazer o Superman decolar novamente. Seu novo filme não só entrega um Homem de Aço como ele sempre deveria ter sido, como também inaugura com força um novo e promissor universo compartilhado. Um recomeço digno e, quem diria, esperançoso.

Os acertos e erros de Superman

O primeiro acerto de James Gunn é entender que o público já está exausto de histórias de origem. Por isso, ele escolhe começar seu filme em um ponto em que tudo já está em movimento. O passado do Superman é mostrado apenas o suficiente: sabemos da sua origem em outro planeta, do papel de seus pais e da sua já estabelecida relação com Lois Lane — vivida com carisma e segurança por Rachel Brosnahan. Esse atalho narrativo é crucial para afastar a sensação de déjà vu e abrir espaço para algo mais fresco.

A partir daí, o herói decola — literalmente e narrativamente — em aventuras que remetem a passagens clássicas dos quadrinhos. Gunn ainda mergulha em uma abordagem política que, com sutileza, reforça o simbolismo do Superman como um imigrante: alguém poderoso, mas deslocado, tentando encontrar seu lugar em um mundo que nem sempre o compreende.

David Corenswet entrega um Clark Kent mais mimado e até arrogante em alguns momentos, mas com a ingenuidade, a bondade e o idealismo exagerado que sempre definiram o personagem. Mais expressivo e leve que seu antecessor, ele parece genuinamente se divertir no papel, e isso se reflete na tela. Sua química com Brosnahan é outro ponto forte, impulsionada pelo timing cômico preciso da atriz de A Maravilhosa Sra. Maisel, que dá uma nova energia à dinâmica clássica entre Lois e Clark, especialmente no Planeta Diário.

A obra remete ao espírito dos longas de super-herói dos anos 2000, como X-Men e Homem-Aranha, ao centrar sua narrativa em torno da responsabilidade de ter poderes em um mundo frágil e em constante conflito. Esse dilema, que é a espinha dorsal de qualquer boa história de herói, ganha peso real aqui. Mas a grande diferença desta nova versão está na sensação de mundo vivido. O universo apresentado é amplo, seus personagens são sólidos e tudo parece já existir há muito tempo. Em apenas duas horas, o filme não só reintroduz o Superman como estabelece com segurança as bases de um novo e promissor DCU nos cinemas. E isso, por si só, já é um feito considerável.

Gunn aposta em uma abordagem mais cósmica (quem diria?) ao amplificar a megalomania de seu vilão, Lex Luthor — agora interpretado por Nicholas Hoult. Apesar da expectativa, Luthor acaba sendo um ponto fraco do filme: seus diálogos flertam com o cafona, e sua obsessão pelos meta-humanos beira a forçação de barra. Patético demais. Hoult entrega o necessário para o papel, mas sem camadas ou complexidade real. Todo o núcleo vilanesco, aliás, parece uma herança desgastada da era Snyder.

Por outro lado, quem realmente brilha é Krypto. O cão do Superman rouba a cena com seu comportamento caótico, impulsivo e adoravelmente realista — quase como um cachorro de verdade em meio a super-heróis. Ele funciona como o melhor alívio cômico do filme, equilibrando a trama com leveza.

Há muitos elementos em cena (kaiju, Gangue de Justiça, universos compactos e etc) — talvez até demais — e nem todos recebem o tempo ou o desenvolvimento que merecem. Mas, curiosamente, isso não atrapalha tanto quanto poderia. Ao invés de parecer desorganizado, o excesso de personagens e tramas paralelas ajuda a comunicar que o universo da DC já está em funcionamento, com conflitos e histórias que nem sempre terão o Superman como protagonista.

No desafio de criar um novo mundo do zero, Gunn faz justamente o oposto: nos apresenta a um universo que já existe, já pulsa. A construção é simples, criativa e funcional. O roteiro, ainda que simplista em alguns momentos, reserva boas nuances e surpresas pontuais. Sim, há tropeços — como a reviravolta boba envolvendo um clone do herói —, mas o saldo final é positivo.

A invencibilidade do Superman sempre foi um desafio narrativo — e aqui não é diferente. Sem grandes traumas em seu passado, o herói muitas vezes soa mais como uma entidade divina em busca de propósito do que como alguém com quem o público possa se identificar. Gunn tenta contornar isso ao inserir dúvidas internas no personagem: um Superman em conflito com suas próprias convicções, perdido entre seu ideal de justiça e a descrença da humanidade em aceitá-lo como salvador. Funciona, até certo ponto, mas ainda é pouco para dar profundidade real.

As sequências de ação, por sua vez, seguem a assinatura de Gunn: são agitadas, coloridas e embaladas por uma câmera nervosa que dá ritmo e energia às cenas, mesmo em meio ao excesso de CGI. São cenas divertidas, mas não exatamente inovadoras. Nada aqui soa realmente novo ou surpreendente — com exceção da trilha sonora, que se destaca ao preencher bem os silêncios e reforçar o tom animado da narrativa.

As lutas são sim grandiosas, imersivas e bem coreografadas — mas isso, honestamente, já era o mínimo esperado. A sensação é de competência técnica, mas sem grandes ousadias. Gunn entrega o espetáculo, mas ainda falta à obra aquele impacto que faz um filme de super-herói se tornar inesquecível.

Veredito

Sem perder tempo com mais uma história de origem já conhecida, James Gunn inicia sua jornada na DC com um filme otimista, assumidamente divertido e fiel à essência do Superman. E não é justamente assim que o herói sempre deveria ser? Superman marca um excelente recomeço para o novo universo compartilhado da DC, apostando em inventividade e leveza. Mesmo com um vilão raso e diálogos que soam cafonas em alguns momentos, o longa se sustenta como uma explosão de energia, confiança e carisma — o tipo de entretenimento que lembra por que o cinema de super-heróis pode ser, sim, um parque de diversões nas telonas.

Há uma profusão de elementos e personagens em cena — muitos ainda a serem desenvolvidos nos próximos capítulos —, mas David Corenswet já se mostra um Superman promissor, superando com folga o carisma limitado de seu antecessor. O filme tem seus excessos e certa afobação em querer mostrar tudo de uma vez, mas acerta no mais difícil: nos convencer de que esse mundo já está vivo e pronto para ser explorado. A DC, enfim, parece ter compreendido que um bom filme — seja ele de super-herói ou não — precisa tocar o público. E se isso significa repetir fórmulas que funcionam, tudo bem. Superman é grandioso e simbólico, mas também acessível e apaixonante. E, nesse momento, isso já é mais do que suficiente.

Nota: 8/10

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