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Festa Da Salsicha: Comilândia ganha cartaz HILÁRIO e data de lançamento

O Prime Video divulgou o cartaz e a data de estreia da série animada Festa Da Salsicha: Comilândia. Os oito episódios da produção estreiam juntos em 11 de julho no Prime Video.

Baseada no filme de animação Festa da Salsicha, lançado em 2016, a série Festa Da Salsicha: Comilândia acompanha Frank, Brenda, Barry e Sammy enquanto eles tentam construir a própria sociedade de alimentos.

Sobre Festa da Salsicha: Comilândia

Nomes como Seth Rogen, Kristen Wiig, Michael Cera, David Krumholtz e Edward Norton, que fizeram parte do elenco original do longa-metragem, retornarão para a equipe de dublagem. Will Forte, Sam Richardson, Natasha Rothwell e Yassir Lester também estão prontos para emprestar suas vozes à série animada.

A série de animação Festa Da Salsicha: Comilândia tem a produção executiva assinada por Ariel Shaffir e Kyle Hunter, que também atuam como showrunners. Shaffir e Hunter coescreveram o longa-metragem de 2016 ao lado de Seth Rogen e Evan Goldberg. Rogen, Goldberg, James Weaver e Alex McAtee serão os produtores executivos pela Point Grey Pictures e Madeline Blair é supervisora da Point Grey Pictures.

Conrad Vernon, que codirigiu o longa-metragem, retorna como diretor da série e também será o produtor executivo ao lado de Megan Ellison, Patrick Chu e Andrew Millstein, da Annapurna Television. Festa Da Salsicha: Comilândia é uma coprodução da Annapurna Television, Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios. O filme original foi uma coprodução entre a Columbia Pictures e a Great Beyond.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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Os Inseparáveis | Nova animação dos criadores de Toy Story ganha teaser nacional; vem ver

A animação Os Inseparáveis (The Inseparables) chega aos cinemas em 18 de julho, com distribuição da Paris Filmes. A produção acompanha uma história de aventura e amizade, no coração de Nova York, e mostra que mesmo as menores pessoas podem desempenhar papéis heroicos.

Confira:

Sobre Os Inseparáveis

Quando as luzes se apagam em um antigo teatro do Central Park, os bonecos ganham vida. Entre eles está Don, que sonha em desbravar o mundo e ter uma vida própria. Quando sai do teatro em busca dessa realização, ele conhece DJ Doggie Dog, um animal de pelúcia abandonado que quer se tornar uma estrela do rap. Juntos, vão tentar transformar seus sonhos em realidade.

Dirigido por Jerémie Degruson e roteirizado por Joel Cohen e Alec Sokolow (Toy Story) – com adaptação de Bob Barlen e Cal Brunker -, o filme traz as vozes originais de Éric Judor, Jean-Pascal Zadi, Ana Girardot e Chris Marques.

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Cinderela vira monstro e busca vingança em novo terror; veja o trailer

Dos mesmos produtores de Ursinho Pooh: Sangue e Mel, a A2 Filmes divulgou o cartaz e o trailer legendado do terror britânico A Maldição de Cinderela (Cinderella’s Curse), que chegará aos cinemas brasileiros no dia 20 de junho.

Baseado no mesmo conto popular que a Disney atualizou e popularizou para crianças na década de 1950. Desta vez, uma pequena adaptação da história coloca Cinderela e todos ao seu redor dentro de uma bola sangrenta que eles nunca esquecerão.

Confira:

Sobre A Maldição de Cinderela

O novo filme inspirado na famosa princesa dos contos de fadas, A MALDIÇÃO DE CINDERELA conta com a direção de Louisa Warren (A Maldição das Sereias) e tem no seu elenco nomes como os de Kelly Rian Sanson (“The Bad Nun 3”, “Magic Mike: A Última Dança” e “Barbie”), Chrissie Wunna (“Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2”), Natasha Tosini (da franquia “Ursinho Pooh: Sangue e Mel”) e Sam Barrett (“Missão: Impossível – Acerto de Contas”).

A Maldição de Cinderela estreia nos cinemas brasileiros dia 20 de junho, pela A2 Filmes.

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Jake Gyllenhaal é suspeito de ASSASSINATO no trailer de nova minissérie

O Apple TV+ lançou o trailer de “Acima de Qualquer Suspeita” (“Presumed Innocent”), série limitada em oito episódios, estrelada por Jake Gyllenhaal (“O Segredo de Brokeback Mountain”, “Os Suspeitos”, “O Abutre”). 

Gyllenhaal, David E. Kelley (“O Desafio”, “Big Little Lies”, “L.A. Law”, “Ally McBeal: Minha Vida de Solteira”), ganhador de vários prêmios Emmy, e J.J. Abrams (“Lost”, “Star Trek”, “Star Wars: O Despertar da Força”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker”) são produtores executivos.

Confira o trailer:

Sobre Acima de Qualquer Suspeita

Baseada no romance homônimo de Scott Turow (também autor dos livros “O inocente”, “Declarando-se culpado”, “Erros irreversíveis”), best-seller do The New York Times, a série emocionante leva os espectadores a uma jornada pelo terrível assassinato que abala o escritório do promotor público de Chicago quando o vice-promotor-chefe Rusty Sabich (interpretado por Gyllenhaal) é suspeito do crime. A série explora obsessão, sexo, política, poder e os limites do amor, enquanto o acusado luta para manter sua família e seu casamento intactos.

O elenco de estrelas também inclui Ruth Negga (“Agentes da S.H.I.E.L.D.”, “Loving: Uma História de Amor”), Bill Camp (“12 Anos de Escravidão”, “Som da Liberdade”), O-T Fagbenle (“O Conto da Aia”, “Viúva Negra”), a estreante Chase Infiniti, Elizabeth Marvel (“Bravura Indômita”, “Lincoln”), Nana Mensah (“Queen of Glory”, “An African City”), Renate Reinsve (“A Pior Pessoa do Mundo”, “Oslo, 31 de Agosto”), Peter Sarsgaard (“O Preço de uma Verdade”, “Blue Jasmine”) e Kingston Rumi Southwick (“9 Full Moons”).

“Acima de Qualquer Suspeita” é produzida pela Bad Robot Productions e David E. Kelley Productions em associação com a Warner Bros. Television, que tem contrato com a Bad Robot. Abrams e Rachel Rusch Rich (“Lovecraft Country”, “Castle Rock”) são os produtores executivos da Bad Robot.

Kelley atua como showrunner e produtor executivo em parceria com Matthew Tinker (“Big Little Lies”, “Nove Desconhecidos”), da David E. Kelley Productions. Dustin Thomason (“Castle Rocks”, “Engana-me se Puder”, “Manhattan”), Sharr White (“The Affair: Infidelidade”, “Generation”) e Gyllenhaal também atuam como produtores executivos. Turow e Miki Johnson (“Ozark”, “Ray Donovan”) atuam como coprodutores executivos.

Anne Sewitsky (“Happy, Happy”, “Jørgen + Anne = sant”) atua como produtora executiva e dirige os dois primeiros episódios e o oitavo episódio, e Greg Yaitanes (“Dr. House”, “A Casa do Dragão”), ganhador do prêmio Emmy, é produtor executivo e dirige dos episódios três ao sete.

“Acima de Qualquer Suspeita” estreia mundialmente, no Apple TV+, na quarta-feira, 12 de junho, com os dois primeiros episódios, seguidos por um novo toda quarta-feira até 24 de julho.

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Espaço Itaú de Cinema anuncia seu fim

Espaço Itaú de Cinema não existe mais. As salas que antes eram administradas pelo Itaú Unibanco passarão ao controle da Cinesystem, rede exibidora baseada no Paraná.

https://twitter.com/itaucinemas/status/1785674984716636270

A Cinesystem assume a administração das unidades do Shopping Frei Caneca e Bourbon Shopping, em São Paulo; do Shopping Casa Park, em Brasília; e do Espaço Itaú de Cinema em Botafogo, no Rio de Janeiro.

As únicas unidades do Espaço que não passarão ao Cinesystem serão as duas localizadas na Rua Augusta, em São Paulo. Essas serão chefiadas totalmente por Adhemar de Oliveira, que anteriormente era parceiro do Itaú na administração.

Detalhes de mudanças nas operações, instalações e equipes das salas do Espaço não foram divulgados.

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Capitão América 4 | Hulk Vermelho aparece em nova imagem do filme

Harrison Ford irá interpretar o General Presidente Thaddeus “Thunderbolt” Ross, famoso personagem que se transforma em Hulk Vermelho, no longa Capitão América: Admirável Mundo Novo, e foi finalmente revelada arte conceitual do ator como o Gigante Vermelho.

Confira:

 

Sobre Capitão América: Admirável Mundo Novo

Capitão América: Admirável Mundo Novo será o quarto filme do herói americano e o primeiro de Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América. Além de Tim Blake Nelson (como o vilão O Líder), Liv Tyler (Betty Ross), também de O Incrível Hulk (2008), retornará ao elenco.

Capitão América: Admirável Mundo Novo tem estreia marcada para 14 de fevereiro de 2025.

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Novo filme de Mad Max já está em desenvolvimento

Mais um! Em entrevista com a Entertainment Weekly, o diretor George Miller confirmou que um novo filme de Mad Max está em desenvolvimento. Deve ser centrado em Max um ano antes de Mad Max: Estrada da Fúria.

O cineasta já elaborou uma história, que ele pretende transformar em um roteiro em breve. Outros detalhes não foram revelados. Vale lembrar que a franquia está ganhando um prelúdio, Furiosa: Uma Saga Mad Max.

Sobre Furiosa: Uma Saga Mad Max

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes “Mad Max”. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, “Mad Max: Estrada da Fúria”. 

O novo longa-metragem da Warner Bros Pictures e da Village Roadshow Pictures tem produção de Miller e seu parceiro de longa data, o produtor indicado ao Oscar, Doug Mitchell (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Babe – O Porquinho Atrapalhado”), pela produtora australiana da dupla, Kennedy Miller Mitchell. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pela terra desolada, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.

Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

George Miller assina o roteiro de Furiosa: Uma Saga Mad Max, em parceria com seu corroterista de “Mad Max: Estrada da Fúria”, Nico Lathouris. A equipe de produção criativa de Miller inclui o primeiro assistente de direção PJ Voeten; o diretor de segunda unidade de produção e coordenador de dublês Guy Norris; o diretor de fotografia é Simon Duggan (“Até o Último Homem”, “O Grande Gatsby”); o compositor Tom Holkenborg; o designer de som Robert Mackenzie; o editor Eliot Knapman; o supervisor de efeitos visuais Andrew Jackson; e o colorista Eric Whipp. 

Na equipe estão ainda colaboradores de longa data de George Miller como o designer de produção Colin Gibson, a editora Margaret Sixel, o mixador de som Ben Osmo, a figurinista Jenny Beavan, e a maquiadora Lesley Vanderwalt, todos premiados com um Oscar por seu trabalho em “Mad Max: Estrada da Fúria”. 

A Warner Bros Pictures apresenta, em associação com a Village Roadshow Pictures, uma produção da Kennedy Miller Mitchell, um filme de George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max. O filme será distribuído mundialmente pela Warner Bros Pictures a partir de 22 de maio de 2024.

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João Grilo e Chicó estão de volta no teaser de O Auto da Compadecida 2

OLHA ELES! Estrelado por Matheus Nachtergaele e Selton MelloO Auto da Compadecida 2 acaba de receber um teaser oficial.

A aguardada sequência chegará aos cinemas brasileiros no Natal deste ano, em 25 de dezembro.

Confira:

O longa é dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda, com produção da ConspiraçãoGuel Produções e H2O Films, que também assina a distribuição do longa, que conta com apoio da RioFilme.

Sobre O Auto da Compadecida 2

Quase 25 anos depois do sucesso, “O Auto da Compadecida 2” reflete o prazer em ser brasileiro — um sentimento perdido por parte da sociedade nos últimos anos, como comenta o diretor: “Achamos interessante fazer um filme sobre amizade neste momento do Brasil”. 

Para Guel Arraes, o maior desafio da continuação foi o novo roteiro, uma história original, construída a partir de alguns personagens da peça “O Auto da Compadecida”. O roteiro é de Guel Arraes e João Falcão com a colaboração de Adriana Falcão e Jorge Furtado. “Não se passaram 25 anos somente na vida real, mas na própria narrativa fictícia. Mesmo que seja um filme de época, temos que falar de assuntos de hoje, assim como Ariano foi extremamente atual em 1955 ao escrever sobre a religião e a sobrevivência dos mais pobres”. 

O reencontro de Chicó e João Grilo vem atualizado, com a aprovação e a “benção” da família de Ariano. Como Flávia Lacerda reflete: “nesses 25 anos, a história amadureceu, os atores amadureceram, os personagens amadureceram. Então, o público vai perceber que o novo filme tem muito mais camadas e temas”. Dessa maneira, “O Auto da Compadecida 2” ganhou reforços de peso no elenco, como a já anunciada Taís Araujo interpretando Nossa Senhora. “A gente precisava dar uma virada no que significava a Compadecida nessa nova versão, e Taís encaixou perfeitamente”, comenta a diretora. 

Outras novidades são Eduardo Sterblitch no papel de Arlindo, um comerciante e radialista poderoso; Humberto Martins como Coronel Ernani; Fabiula Nascimento como Clarabela; Luis Miranda como Antônio do Amor; Juliano Cazarré como Omar; Luellem de Castro como Iracema; e Virginia Cavendish, que permanece como a icônica personagem Rosinha, e Enrique Diaz, que dará vida mais uma vez a Joaquim Brejeiro. 

As escolhas estéticas da direção também se modernizaram. Assim como a obra de Ariano é extremamente visual, a escolha dos diretores para a nova versão é levar o universo de Suassuna de forma ainda mais fabular para as telonas: “O cinema andou, a tecnologia andou, então a gente tem a possibilidade de trazer um nordeste ainda mais encantador”, pontua Guel. A produção virtual vai recriar a cidade de Taperoá nos anos 1950, 25 anos depois da história original. 

Mas a essência dos personagens e do mundo ao mesmo tempo real e farsesco criado por Ariano Suassuna vão permanecer intactas. Ou melhor, vão ganhar ainda mais força por causa do reencontro dessa amizade e do reencontro dos criadores do filme original tanto tempo depois, como comenta Virginia Cavendish: “As pessoas estão muito curiosas com o que aconteceu com o casal Rosinha e Chicó e acho que a história vai surpreender a todos. Na nova versão, a Rosinha virou uma mulher avançada para época”.

E Selton Mello celebra: “Fazer o Chicó de novo é uma emoção gigante, que nunca imaginei reviver. Nosso time é de craques, faremos ‘O Auto da Compadecida 2’ à altura da grandeza do nosso filme do peito e celebrando a memória de Ariano Suassuna. O Brasil esperava e merecia este presente”. 

Para Matheus Nachtergaele, o envelhecimento dos personagens provoca algumas mudanças em seus arquétipos, mas a trama não perde a delicadeza: “há uma homenagem ao primeiro, muita coisa vai ser revisitada e o público quer isso, mas há novidades. Éramos trintões, jovens atores, agora somos cinquentões. No que isso vai atingir e transformar os personagens, não sei, mas alguma coisa deve acontecer. O novo roteiro é muito bonito”. 

O Auto da Compadecida 2 estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 25 de dezembro de 2024.

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Tartarugas Até Lá Embaixo | Qual o significado do título? Entenda

Em Tartarugas Até Lá Embaixo, da HBO Max, uma adolescente navega no romance e na amizade complicados pela desordem que ela vem tentando controlar durante toda a sua vida. Aza Holmes tem TOC e é bombardeada por todos os tipos de pensamentos, especialmente se entrar em contato com algo ou alguém que faça seu cérebro convencê-la de que se ela não fizer algo a respeito, ela pegará uma infecção.

Aza faz terapia e tenta encontrar um sentido para sua vida por meio das filosofias compartilhadas pelo professor de uma faculdade que ela sonha frequentar. É após o encontro com o professor que o significado do título da história entra em contexto.

Por que o filme se chama “Tartarugas Até Lá Embaixo”?

A história das tartarugas até o fim ajuda Aza a se entender

Para alguém como Aza, que pensa excessiva e obsessivamente, é natural inclinar-se para a filosofia para encontrar significado nas coisas que acontecem com ela e ao seu redor. Ela acaba acompanhando os vídeos de uma professora de filosofia chamada Lucia Abbott e fica tão impressionada com ela que começa a sonhar em ir para a faculdade onde Abbott leciona e ter suas aulas. Com a ajuda de Davis, seu sonho de conhecer Abbott se torna realidade, e a conversa que se segue dá a Aza muita perspectiva.

Quando ela diz a Abbott que sente que não é real, que sente que seu verdadeiro eu está guardado em algum lugar dentro de seu corpo como a última boneca de uma matryoshka, Abbott lhe conta uma história. Nele, um cientista explica o conceito de universo, sobre como a Lua orbita a Terra, e a Terra orbita o Sol, e assim por diante.

Ele é contestado por uma mulher que diz que a Terra na verdade está apoiada nas costas de uma tartaruga gigante. Quando o cientista pergunta em quem a tartaruga está apoiada, ela diz que está nas costas de outra tartaruga. Esse discurso continua e, eventualmente, a mulher diz que toda tartaruga está nas costas de outra tartaruga, e são tartarugas até embaixo.

O conceito principal da história é a regressão infinita, que existe tudo dentro de tudo ou que tudo é construído sobre outra coisa. Quando o autor John Green se deparou com essa história quando era estudante universitário, ficou fascinado pelo conceito.

Em vez da ideia do regresso e da tartaruga em cima da tartaruga, ele ficou mais impressionado com o fato de que tanto o cientista quanto a mulher estão certos em suas crenças porque o mundo, em sua essência, são as histórias que contamos a nós mesmos. Isso o levou a perceber que nossas experiências não podem ser vistas de uma forma ou de outra e, como pessoas, não podemos ser vistos como uma coisa ou outra.

Somos as histórias que contamos a nós mesmos e, não importa se é uma história ou muitas, somos todas elas. Para Aza, isso significa que ela não é apenas seu TOC. Embora possa parecer que tudo o que ela faz é lutar contra os pensamentos dentro de sua cabeça, tudo o que ela pensa é em bactérias e no risco de infecção, esse não é o quadro completo.

Ela está magoada pelo fato de que sua obsessão clínica impulsiona toda a sua vida, desde suas amizades até seu romance e sua sanidade. Mas depois de conversar com Abbott e ouvir a história, ela acredita que não é definida por essa única coisa em sua vida. O verdadeiro eu que ela acredita ter enterrado em algum lugar profundo não é a única versão dela, porque mesmo quando ela o encontrar, ela descobrirá que há outra camada nela, outro conjunto de bonecos dentro daquele que ela pensava ser o último.

Ao longo do filme, vemos Aza lutando contra seu TOC e encontrando uma maneira de conquistar seus demônios até se convencer de que ela é o demônio. Mas a questão não é vencer o TOC ou erradicá-lo completamente. Isso não pode ser removido dela porque faz parte dela e, em vez de cortar essa parte, ela deve se concentrar em se reconciliar com ela, aceitando que esta é uma das coisas que ela é, mas a que não está limitada. Seu TOC é apenas uma tartaruga nas costas de outra tartaruga, apenas uma minúscula parte de seu eu infinito.

Tartarugas Até Lá Embaixo já está disponível da Max.

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LEIA TAMBÉM: Tartarugas Até Lá Embaixo é baseado em uma história verdadeira? Conheça a inspiração do filme


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Tartarugas Até Lá Embaixo é baseado em uma história verdadeira? Conheça a inspiração do filme

Tartarugas Até Lá Embaixo é um romance adolescente perspicaz que gira em torno de uma estudante do ensino médio com TOC e ansiedade. Aza Holmes leva uma vida desafiadora, conciliando germofobia, ansiedade e baixa autoestima. Ela é apoiada em sua vida diária por pessoas próximas, especialmente por sua peculiar melhor amiga, Daisy.

Dirigido por Hannah Marks, o filme acompanha Aza e sua luta contínua contra a doença mental enquanto ela aprende métodos para controlá-la enquanto tenta viver uma vida plena.

As coisas tomam um rumo dramático quando Aza se reencontra com sua paixão de infância, Davis, e os dois começam uma jornada romântica juntos. Apesar de suas espirais de pensamento e falta de confiança, Davis é solidária e empática, tratando-a com cuidado e consideração. Muitos espectadores podem encontrar uma ressonância profunda com a história de Aza e investigar se ela se baseia em experiências da vida real.

A inspiração por trás de Tartarugas Até Lá Embaixo

Tartarugas Até Lá Embaixo é inspirado nas experiências de John Green

A história de Tartarugas Até Lá Embaixo é baseada no romance homônimo do renomado autor John Green e baseia-se em suas próprias experiências com doenças mentais. Essa compreensão pessoal em relação aos processos de pensamento e ao isolamento sentido por alguém com comportamentos obsessivos imbui Aza Holmes de um senso de identificação com outras pessoas com experiências semelhantes.

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“Tive que escrever com distância suficiente de mim mesmo para que tudo ficasse bem, para que parecesse seguro”, disse John Green em uma entrevista. “E então Aza tem um enfoque um pouco diferente de suas preocupações obsessivas e dos comportamentos que ela usa para gerenciá-las. Ainda não consigo falar diretamente sobre minhas próprias obsessões.”

Ele acrescentou: “A palavra desencadeamento tornou-se amplamente usada na cultura popular, mas qualquer pessoa que tenha sofrido um ataque de ansiedade sabe o quanto deseja evitá-lo”.

Tartarugas Até Lá Embaixo retrata autenticamente as lutas de Aza contra o TOC, a ansiedade e a germofobia, lançando luz sobre os desafios enfrentados por indivíduos que lutam contra doenças mentais.

O filme investiga as complexidades do TOC, um distúrbio de saúde mental caracterizado por pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos, bem como ansiedade, que muitas vezes acompanha o TOC e agrava as dificuldades de Aza.

A germofobia, uma manifestação específica do TOC, é retratada no filme como o medo intenso de contaminação e doença de Aza. Esse medo a leva a evitar os germes e suas possíveis fontes, causando aversão ao contato físico com outras pessoas. Conforme visto no filme, a germofobia pode impactar significativamente a vida diária de uma pessoa, causando angústia, isolamento e interrupção das atividades normais.

Essa dificuldade e isolamento são apresentados de forma pungente no filme, à medida que Aza cai regularmente em espirais de pensamento durante as atividades cotidianas, sendo muitas vezes resgatada por Daisy.

Embora Green tenha escrito best-sellers como A Culpa é das Estrelas , Tartarugas Até Lá Embaixo é a primeira vez que ele se aprofundou profundamente em uma questão pessoal de problemas mentais. saúde muito perto dele.

Foi muito difícil, especialmente no início, escrever sobre isso que tem sido uma parte tão importante da minha vida. Mas, por outro lado, foi realmente fortalecedor porque senti que se pudesse dar forma ou expressão, poderia olhar para isso e falar sobre isso diretamente, em vez de ter medo disso”, continuou Green na entrevista mencionada.

Ele acrescentou ainda: “E uma das principais coisas que eu queria fazer no livro era entender como pode ser isolador viver com uma doença mental e também como pode ser difícil para as pessoas que estão ao seu redor porque você está tão isolado.”

Uma diferença fundamental entre a narrativa de Green em Tartarugas Até Lá Embaixo e alguns trabalhos semelhantes que exploram a saúde mental é a resolução e o resultado da história.

Aza não supera milagrosamente seus problemas aparentemente intransponíveis, mas aprende a se adaptar e a viver uma vida feliz com eles. Isto ocorre porque Green também teve a mesma jornada de saúde mental ao longo dos anos, o que provavelmente é verdade para a maioria das pessoas que lidam com distúrbios desta magnitude.

É uma batalha contínua e muitas vezes tumultuada que prossegue com intensidades variadas. Através do personagem de Aza, Tartarugas Até Lá Embaixo fornece uma representação matizada do custo emocional e psicológico de viver com TOC e ansiedade.

A turbulência interna de Aza, amplamente vista no filme por meio de suas incansáveis ​​espirais de pensamento e lutas com pensamentos intrusivos, nos oferece uma visão das batalhas diárias de indivíduos com TOC. O filme também explora o impacto da doença mental de Aza em seus relacionamentos, incluindo seu romance com Davis.

Ela adota desde o início uma atitude pessimista em relação ao possível relacionamento, reconhecendo o esforço monumental necessário para estar com ele. No entanto, com a ajuda de seus entes queridos e do próprio Davis, Aza explora seu espírito resiliente e percebe que é aceita e apreciada por quem ela é e não definida pelos problemas que a atormentam.

A abordagem cuidadosa da diretora Hannah Marks para retratar as experiências de Aza garante que o filme permaneça fiel à mensagem central do romance original e à compreensão dos indivíduos que vivem com TOC e ansiedade.

Baseando-se nas próprias experiências de John Green com doenças mentais, Tartarugas Até Lá Embaixo oferece um retrato comovente da jornada de Aza em direção à auto-aceitação e compreensão. Através da história de Aza, somos lembrados da importância da empatia, da compaixão e do apoio face às lutas de saúde mental, promovendo uma maior consciência e compreensão destas condições muitas vezes incompreendidas.

Tartarugas Até Lá Embaixo já está disponível da Max.

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LEIA TAMBÉM: Tartarugas Até Lá Embaixo | Qual o significado oculto do título?


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