A Diamond Films acaba de revelar o trailer oficial de MARIA CALLAS (Maria), novo longa do diretor Pablo Larraín que chega aos cinemas de todo o país em 13 de fevereiro. Estrelado por Angelina Jolie, o filme reimagina os últimos dias da maior cantora de ópera de todos os tempos, conforme ela questiona sua identidade e suas escolhas.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Maria Callas
Realçando tanto a grandiosidade da artista, quanto a vulnerabilidade da mulher real, Larraín faz de MARIA CALLAS o encerramento certeiro para a sua trilogia sobre importantes figuras femininas, que inclui ainda “Spencer” e “Jackie”, ambos distribuídos pela Diamond Films nos cinemas brasileiros.
Recepcionado com muitos aplausos pelo público na sua estreia mundial no Festival de Veneza e na sua primeira exibição na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, MARIA CALLAS já é considerado um forte candidato para a temporada de premiações de 2025. Jolie, em especial, desponta como um nome forte para o Oscar de Melhor Atriz dada a força da sua performance, considerada por muitos críticos como o grande papel da sua carreira.
Além dela, o longa conta com a indicada ao Oscar Kodi Smit-McPhee, Alba Rohrwacher, Pierfrancesco Favino e Valeria Golino no elenco.
Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, MARIA CALLAS estreia nacionalmente em 13 de fevereiro.
O novo longa-metragem estrelado pelo vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2024 por Oppenheimer, Cillian Murphy, Pequenas Coisas Como Estas, ganhou trailer nacional nesta quarta-feira.
O vídeo apresenta cenas de Bill Furlong (Cillian Murphy), descobrindo sobre as lavanderias (ou asilos) de Madalena, episódio sombrio da história da Irlanda em que a sociedade se curvou aos dogmas e ao poder patriarcal da igreja. O filme que abriu o Festival de Berlim 2024, tem distribuição no Brasil da O2 Play.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Pequenas Coisas Como Estas
O longa-metragem conta a história de Bill Furlong, um respeitado vendedor de carvão e madeira de New Ross, em Wexford. Em uma usual entrega para um convento, o comerciante acaba descobrindo sobre os maus tratos sofridos por jovens mulheres marginalizadas pela sociedade local, em sua maioria mães solo, assim como havia sido sua mãe. Isso faz com que ele relembre seu passado e sinta a necessidade de agir diante da situação.
O roteiro de Pequenas Coisas Como Estas é uma adaptação do livro homônimo da escritora irlandesa Claire Keegan. A obra venceu o Orwell Prize e foi finalista do Booker Prize 2022 e do Rathbones Folio. A publicação também entrou na lista dos 100 Melhores Livros do século XXI, divulgada por The New York Times, e os leitores do veículo americano, um dos mais influentes do mundo, também o incluíram nessa mesma seleção. No Brasil, o livro foi recém-lançado pela Relicário Edições.
Pequenas Coisas Como Estas é dirigido por Tim Mielants, com roteiro adaptado por Enda Walsh. O longa tem como produtores Ben Affleck, Matt Damon e Cillian Murphy. Na produção, Murphy também trabalhou em conjunto com Eileen Walsh, Michelle Fairley, Emily Watson, Clare Dunne e Helen Behan. O longa-metragem é uma produção da Artists Equity e Big Things Films.
A Embaúba Filmes acaba de revelar o trailer oficial de CORPO PRESENTE, novo filme do diretor Leonardo Barcelos que chega aos cinemas em 28 de novembro. Como bem ilustra a prévia, a produção é um documentário bastante original que, conforme destrincha as muitas maneiras de interpretar o corpo humano, introduz o espectador a um vocabulário visual rico e particular. Desta forma, ainda que seu tema central seja a matéria, CORPO PRESENTE é um filme igualmente sobre identidade, cultura e sociedade.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Corpo Presente
Para abordar o corpo humano para além da carne que nos forma – ou seja, como expressão individual, artística e política em constante interação com o espaço e o outro –, Leonardo Barcelos colhe depoimentos de artistas, teóricos e grandes personalidades, entre os quais Ailton Krenak e Erika Hilton. Contudo, o fio condutor desta narrativa é uma protagonista fictícia, cujas experiências pessoais e confissões são a porta de entrada para o que é universal a todo ser humano, isto é, nossa existência física e simbólica no mundo.
“O documentário aborda um assunto atual, altamente relevante e, de certa forma, urgente. A sociedade deve participar e se engajar no debate sobre o corpo, o que ele significa e o que será no futuro”, reflete o cineasta.
Parte de um projeto mais extenso do diretor, chamado Trilogia do Corpo, CORPO PRESENTE une reflexão e performances artísticas, conforme cria uma experiência estética que apela para todos os sentidos, inclusive o tato. Assim, Barcelos constrói uma discussão complexa não só pela qualidade e extensão da sua pesquisa. Afinal, experimental e subjetivo por essência, CORPO PRESENTE faz da arte seu vetor e seu propósito.
CORPO PRESENTE chega aos cinemas em 28 de novembro, com distribuição da Embaúba Filmes.
Após sucesso estrondoso no ano passado, vem aí a segunda temporada de O Agente Noturno: a série estreia no dia 23 de janeiro de 2025 e acaba de ganhar teaser oficial. A produção foi a mais assistida da Netflix em 2023, e está atualmente em sétimo lugar no Top 10 das séries mais vistas da Netflix de todos os tempos, com mais de 98 milhões de visualizações nos seus primeiros 91 dias.
Confira o teaser da 2ª temporada abaixo:
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Sobre a 2ª temporada de O Agente Noturno
Costurada com muito suspense e ação, a história de O Agente Noturno é focada no perfil dos personagens e, agora em sua segunda temporada, se volta a questões ainda mais profundas, fazendo com que o protagonista Peter Sutherland repense seus relacionamentos. Agora que faz parte da Night Action, depois de seus esforços para proteger o presidente dos Estados Unidos, na temporada 1, ele sabe que o perigo está em toda parte e que a confiança é algo escasso.
Do showrunner Shawn Ryan (The Shield – Acima da Lei, S.W.A.T. – Força de Intervenção) e com realização da MiddKid Productions, O Agente Noturno é baseada nos livros de Matthew Quirk. A história acompanha Peter Sutherland (Gabriel Basso), um agente do FBI, que, após atender a uma ligação letal e quase improvável, se vê no centro de uma conspiração na Casa Branca. Sucesso entre os fãs, a série já tem sua terceira temporada confirmada.
A lendária franquia Alien ganha vida com um novo e aterrorizante thriller de ficção científica quando Alien: Romulus, da 20th Century Studios, estrear no streaming em 21 de novembro no Disney+.
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O diretor Fede Alvarez leva o fenomenal sucesso da saga de volta a suas raízes mais icônicas neste novo filme aclamado pela crítica como uma experiência de “puro terror” (Brian Truitt, USA Today) e “absolutamente impressionante” (Andrew J. Salazar, Discussing Film).Alien: Romulus recebeu o Certified-Fresh no Rotten Tomatoes™ e já impressionou o público no mundo inteiro, tornando-se o segundo filme de maior bilheteria da franquia.
Alien: Romulusmarca o início de um novo capítulo com uma história completamente nova que se afasta das edições anteriores. Os fãs podem mergulhar a fundo assistindo a todos os filmes de Alien no Disney+, incluindo Alien: O Oitavo Passageiro (1979), Aliens: O Resgate (1986) – disponível na versão remasterizada 4K – Alien 3 (1992), Alien: A Ressurreição (1997), Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017).
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Sobre Alien: Romulus
Neste thriller de ficção científica e terror, retornamos às raízes da franquia de sucesso ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO(1979), disponível no Star+, e agora, enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
O longa é estrelado por Cailee Spaeny (Priscilla), David Jonsson (Agatha Christie’s Murder is Easy), Archie Renaux(Sombra e Ossos), Isabela Merced (The Last of Us), Spike Fearn (Aftersun) e Aileen Wu.Fede Alvarez (Evil Dead, O Homem nas Trevas) é o diretor do filme a partir de um roteiro que escreveu com seu frequente colaborador Rodo Sayagues (O Homem nas Trevas 2), baseado nos personagens criados por Dan O’Bannon e Ronald Shusett.
ALIEN: ROMULUS tem produção de Ridley Scott (Napoleão), que dirigiu o longa original ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO(1979) e, também, produziu e dirigiu PROMETHEUS (2012) e ALIEN: COVENANT (2017), ambos filmes da franquia disponíveis no Star+. Michael Pruss (O ESTRANGULADOR DE BOSTON) e Walter Hill (ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO), juntamente com Fede Alvarez, Elizabeth Cantillon (As Panteras), Brent O’Connor (Trem Bala) e Tom Moran (INCONTROLÁVEL) são os produtores executivos.
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Em entrevistas recentes, Ridley Scott afirmou que Gladiadorfoi um dos filmes que mais o assombrou após seu aclamado lançamento. Ele contou que sempre quis revisitar esse universo, mas estava esperando pela história certa, no momento certo. Afinal, continuar um longa que venceu o Oscar de Melhor Filme não é algo que se faz de maneira apressada, e muitas vezes essas sequências nem veem a luz do dia. No entanto, me pergunto qual foi essa tal “história certa”, já que Gladiador II, lançado agora 24 anos após o original, acaba sendo um repeteco da fórmula do primeiro, sem tirar nem pôr.
O novo filme repete diversos pontos da trama original e não oferece nenhuma grande surpresa que justifique sua existência. Ainda assim, claro, a produção herda do antecessor seu caráter épico e colossal, que continua a impressionar. A escala é grandiosa, e a representação visual da Roma Antiga, agora auxiliada pela computação gráfica de última geração, é deslumbrante na tela grande como sempre foi. Gladiador II não compromete o legado cultural do original, mas dificilmente terá o mesmo impacto.
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Os acertos e erros de Gladiador II
No auge dos seus 86 anos, o prolífico Ridley Scott não perde a capacidade de nos impressionar com um cinema feito para a tela grande — cinema com “C” maiúsculo, que utiliza som e imagem ao máximo para nos envolver em uma aventura que, embora previsível, garante diversão de alto nível. Gladiador IIé desses filmes que seguem a tendência das sequências-legado, tentando revisitar pontos não resolvidos do passado para encontrar algum propósito continuativo.
No entanto, sem uma justificativa realmente forte, o filme apenas traz de volta alguns personagens e, mais uma vez, questiona a tirania do Império Romano, no meio de sequências sanguinárias no Coliseu – que fazem valer o ingresso. O retorno ao mundo que Scott criou (e que segue até hoje como sua melhor produção) é, mesmo que superficial, uma jornada repleta de nostalgia e respeito pela obra original, como é típico das sequências-legado. Não chega a ser uma perda de tempo, longe disso, mas também não deixa nenhum impacto significativo no cânone.
Felizmente, Gladiador II não se preocupa em complicar demais sua trama. Na verdade, o filme oferece uma reinterpretação bastante simples do conto de revolta política que marcou o primeiro longa, agora visto pelos olhos de um novo protagonista: Lucius, interpretado pelo astro em ascensão e queridinho do cinema cult Paul Mescal (Aftersun). Um personagem já conhecido do público, que retorna agora como adulto e seguindo um destino semelhante ao de Maximus (Russell Crowe), que, [Alerta de Spoilers!] em uma surpresa nada surpreendente, se revela seu pai.
Assim como Maximus, Lucius é vendido como escravo e obrigado a lutar nas arenas sangrentas do Coliseu, apenas para o entretenimento cruel da elite. Movido pela raiva e pelo desejo de vingança, ele se transforma no guerreiro que Roma precisa. Lucius entra na arena determinado a se vingar de Acacius (Pedro Pascal mal se destaca, coitado), um general carismático que conquistou a terra natal de sua família. Porém, a narrativa logo deixa de lado as motivações pessoais de Lucius, utilizando-o como um símbolo de força para uma nova geração de guerreiros.
O filme se eleva ao retratar a política maquiavélica que permeia as paredes de Roma e corrompe seus valores. Enquanto Lucius luta contra a tirania, Macrinus (Denzel Washington), um ex-escravo que se tornou treinador de gladiadores, emerge como um líder ambíguo, manipulando a política da cidade com idealismos controversos, resultado de sua própria vivência como vítima da brutalidade local.
E Paul Mescal, em um papel que promete catapultá-lo para o estrelato de Hollywood, entrega uma atuação convincente, marcada por carisma e olhar penetrante. Embora não seja uma performance digna de Oscar, ele cumpre o que o filme propõe. Já Denzel Washington traz uma presença magnética ao seu personagem, tornando cada momento de cena comicamente sedutor, uma vez que o filme prepara o palco por quase 2 horas para que, no fim, ele possa brilhar.
Os irmãos e coimperadores Geta (Joseph Quinn) e Caracalla (Fred Hechinger), por sua vez, são os elementos mais excêntricos, simbolizando a juventude irresponsável e inconsequente. Suas atuações são propositalmente exageradas, flertando com o pastelão e destoando um pouco do restante da produção.
As cenas de luta — com babuínos assustadores, rinocerontes e até tubarões — são exatamente o que o público espera ver em um blockbuster, e Ridley Scott sabe equilibrar o monumental e o emocional como poucos cineastas. O diretor enche a tela com uma ação frenética, envolvente e imersiva, embora agora dependa muito mais dos efeitos visuais, o que acaba tirando um pouco do charme da grandiosidade do cinema analógico presente no original.
Veredito
Gladiador II permanece fiel à estrutura do original até o último ato, e mesmo que o enredo soe excessivamente familiar, a sequência-legado acompanha a qualidade e a grandiosidade do épico que marcou o cinema contemporâneo. O roteiro se fortalece com a introdução de novos personagens e celebra o clássico, ainda que não consiga justificar plenamente sua própria existência.
Ridley Scott retorna a um terreno conhecido e, como poucos cineastas, sabe equilibrar a ação colossal com o drama emocional, criando um blockbuster que oferece sangue, dor e luta, mas também demonstra um carinho evidente pelo universo que retrata e pelo legado que precisa inevitavelmente respeitar.
Paul Mescal se mostra promissor, enquanto Denzel Washington rouba a cena, mas são as intrigas políticas e o destino de Roma que servem como o verdadeiro pano de fundo para uma sequência que, mesmo sem inovar nas batalhas, deveria servir como exemplo em Hollywood de como fazer uma continuação memorável.
Inspirado na obra de Vinícius de Moraes, “Arca de Noé” ajudou o Brasil a brilhar nas bilheterias deste fim de semana. A produção contribuiu para o destaque do audiovisual brasileiro ao levar mais de 120 mil espectadores aos cinemas entre quinta-feira e domingo. Neste período, o longa-metragem foi a animação mais assistida nas telonas, e teve o quarto melhor desempenho entre os títulos em cartaz. Na segunda semana, o filme continuará a ser exibido em mais de 750 salas em todo o Brasil.
O resultado positivo de “Arca de Noé” é motivo de orgulho nacional por marcar um momento singular de celebração da nossa cultura, além de mostrar o interesse do público brasileiro em viver a experiência da sala de cinema com filmes de seu próprio país.
Em entrevista inédita divulgada pela Gullane, o produtor Fabiano Gullane explica o processo de construção do projeto e toda a dimensão que o filme tomou até se tornar uma das maiores animações brasileiras de todos os tempos.
Confira o vídeo abaixo:
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Sobre Arca de Noé
Tom, um guitarrista talentoso e pragmático, e Vini, um poeta romântico e sonhador, são uma dupla carismática e caótica de ratos. Quando o grande dilúvio se aproxima, apenas um macho e uma fêmea de cada espécie são permitidos na Arca de Noé. Tom consegue entrar, mas Vini fica para fora e conta com a ajuda de uma barata engenhosa e a boa sorte do destino para se juntar ao amigo.
Durante a viagem, brigas por território e alimentos se instauram, deixando os animais mais fortes contra os mais fracos. Surge a ideia de um concurso de música, que vira o maior objetivo de todos eles e que faz Tom e Vini, os verdadeiros músicos dali, se destacarem e serem requisitados.
Baseado numa obra que faz parte do imaginário de várias gerações brasileiras, “Arca de Noé” é uma produção de Caio Gullane e Fabiano Gullane, da Gullane, de Walter Salles e Maria Carlota Bruno, da Videofilmes, em coprodução com Symbiosys, Globo Filmes, Telecine e Imagem Filmes, que também assina a distribuição, em associação com NIP, CMG e Kabuletê.
Com apresentação da Brasilprev, o filme tem o apoio institucional da Ancine, investimento da BB Aset e do Fundo Setorial do Audiovisual, patrocínio Telecine, Suzano e RioFilme e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e fomento via ProAC LAB.
O Fortune Mouse, conhecido também como o “jogo do ratinho”, é um dos slots mais populares inspirados na cultura oriental, especialmente no zodíaco chinês. Desenvolvido pela PG Soft, o jogo traz o rato como símbolo de sorte e prosperidade, oferecendo uma experiência envolvente e repleta de boas energias. Com gráficos vibrantes e uma jogabilidade simples, o Fortune Mouse rapidamente conquistou os jogadores brasileiros que buscam diversão e prêmios interessantes. Para conhecer mais sobre esse emocionante slot, visite https://fortune-mouse-online.com.br/.
Como Funciona o Fortune Mouse?
O Fortune Mouse é um caça-níqueis de três rolos com cinco linhas de pagamento, ideal para quem prefere jogos diretos e de fácil entendimento. A mecânica é acessível tanto para iniciantes quanto para jogadores experientes, com símbolos tradicionais que representam fortuna, como moedas de ouro e lingotes.
O objetivo do jogo é simples: alinhar os símbolos na linha central para garantir uma combinação vencedora. A temática do zodíaco chinês acrescenta um toque de sorte e positividade à experiência, tornando o slot ainda mais atrativo para quem acredita na força dos amuletos e na influência dos astros. Além disso, o ratinho, como mascote do jogo, traz consigo a promessa de prêmios especiais sempre que aparece.
Um dos grandes atrativos do Fortune Mouse é seu recurso especial, onde o rato pode preencher os rolos com símbolos idênticos, garantindo uma vitória significativa para o jogador. Esse bônus aumenta a expectativa a cada giro, pois pode transformar uma jogada comum em um momento de sorte inesperado.
Funcionalidades e Recursos Especiais do Jogo do Ratinho
O jogo do ratinho tem uma característica única que diferencia sua experiência de outros slots. Quando o símbolo do rato aparece, ele pode acionar um recurso especial em que o roedor preenche todo o rolo com símbolos de alta recompensa, criando uma combinação que garante um grande prêmio. Esse recurso especial é acionado aleatoriamente, o que adiciona um elemento de surpresa e emoção ao jogo.
Outro aspecto positivo do Fortune Mouse é sua volatilidade baixa, o que significa que ele oferece vitórias frequentes, embora com prêmios menores. Essa característica o torna perfeito para jogadores que preferem um ritmo constante de vitórias, mantendo o saldo e proporcionando uma experiência de jogo prolongada e divertida.
A simplicidade do Fortune Mouse é o que o torna tão popular: com um design limpo e uma interface intuitiva, o jogo é perfeito para quem quer diversão sem complexidade. Os símbolos são desenhados com detalhes e cores vivas, criando um visual agradável e convidativo, especialmente para quem está apenas começando no mundo dos caça-níqueis online.
Por Que o Fortune Mouse é Popular Entre os Jogadores Brasileiros?
O sucesso do Fortune Mouse no Brasil é fácil de entender. A temática leve e a chance de ganhos frequentes atraem jogadores que buscam entretenimento e uma boa dose de sorte. Além disso, a possibilidade de jogar em dispositivos móveis permite que o jogo do ratinho seja acessado de qualquer lugar, seja no celular ou no tablet, mantendo a mesma qualidade gráfica e jogabilidade.
Muitos jogadores elogiam a experiência imersiva do Fortune Mouse, destacando o design do jogo e a sensação de leveza que ele traz. As vitórias frequentes criam uma sensação de recompensa contínua, o que aumenta a satisfação do jogador e mantém o interesse no jogo por mais tempo.
Para aqueles que gostam de jogos rápidos, com uma atmosfera positiva e chances constantes de prêmio, o Fortune Mouse é a escolha ideal. A combinação de sorte, diversão e boas recompensas faz com que o slot continue a ganhar popularidade entre os brasileiros, que veem no ratinho da sorte uma opção agradável e acessível para os momentos de lazer.
A A24 tem se destacado como especialista em criar altas expectativas em torno de seus lançamentos. No entanto, quanto maior o hype, maior o risco de decepção. Esse excesso de antecipação parece estar prejudicando muitos dos filmes do estúdio que, embora sejam bons, acabam sendo ofuscados por uma expectativa exagerada. A busca incansável pelo título de “o maior do ano” ou “o mais comentado” frequentemente resulta em uma aceitação negativa do público, que sempre espera encontrar “o novo Hereditário” nas telas.
Herege (Heretic), por exemplo, dirigido pela dupla Scott Beck e Bryan Woods, é um exemplo de suspense competente que nos mantém intrigados, mas é menos profundo do que se propõe a ser. O filme é até bastante previsível, mas compensa com uma narrativa bem estruturada e diálogos envolventes. Se deixarmos de lado o pedestal em que o colocaram, podemos apreciá-lo como um suspense provocador, que explora de maneira interessante o exercício da religião na sociedade e a fé cega dos crentes fervorosos, que vendem o perdão divino como se fosse um produto da AVON, de porta em porta. Nada mais que isso.
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Os acertos e erros de Herege
Claro que o filme está longe de ser simplista ou apresentar um discurso superficial como a grande maioria — na verdade, é o oposto. O roteiro de Heregeé bem estruturado e se apoia em diálogos interessantes sobre as diferentes manifestações da religião ao longo da história.
O vilão, interpretado por Hugh Grant (Um Lugar Chamado Notting Hill) em uma performance carismática, cumpre o papel de questionar a realidade e expor a fantasia que envolve a figura divina. Aliás, Grant oferece uma verdadeira masterclass de atuação, sustentando o filme quase que inteiramente por si só.
No entanto, o problema reside mesmo é no fato de que a trama é tão cuidadosamente planejada que o mistério sobre a casa acolhedora e o anfitrião aparentemente simpático que acolhe duas jovens missionárias Mórmons durante uma tempestade se dissipa rapidamente, deixando apenas a expectativa de descobrir quem será a próxima vítima – e como ela vai morrer.
No melhor estilo Noites Brutais, assim que as jovens — a alegre Irmã Paxton (Chloe East) e a cética Irmã Barnes (Sophie Thatcher) — entram na casa que mais parece uma escape room do Sr. Reed, um estudioso religioso, o filme se transforma em uma verdadeira descida ao inferno, alimentada pela nossa curiosidade sobre como elas vão escapar desse lugar bizarro e nada divino.
O jogo de gato e rato é o grande motor da narrativa, mas o longa sofre com uma dilatação temporal que, em certos momentos, beira o tedioso. Ainda assim, a atmosfera de mistério, intensificada pela tempestade lá fora, cria um clima divertido de acompanhar, mesmo nos trechos mais arrastados.
De forma interessante, as protagonistas percebem rapidamente que algo está errado, o que aumenta a tensão em torno de suas vidas. Embora sejam religiosamente insistentes e até um pouco irritantes, elas se revelam inteligentes e, possivelmente, tão perdidas quanto suas próprias ideologias cristãs.
São apenas três personagens e uma casa que, por si só, se transforma em protagonista, com diálogos extensos sobre a disseminação da religião, a manipulação e a massificação da figura divina. Cada personagem carrega suas próprias crenças, e o roteiro nos instiga a refletir, embora nunca deixe claro qual é sua verdadeira posição. Ele permanece ambíguo, sem tomar partido, mas apresenta ideias interessantes sobre a fé cega em algo etéreo.
O terror aqui, felizmente, não surge da presença do diabo ou de um mal encarnado, mas sim da dúvida plantada na cabeça das protagonistas — porque, afinal, poucas coisas são tão aterrorizantes quanto perder a fé em algo ou alguém em que você sempre acreditou.
A primeira hora do filme é praticamente impecável, com um ritmo acentuado e envolvente. No entanto, a trama começa a se perder em mistérios superficiais, truques previsíveis e um desfecho decepcionante, especialmente se comparado ao horror psicológico que vinha sendo habilmente construído. É justamente quando a direção recorre aos clichês do gênero que a narrativa sai dos trilhos. A última cena, por exemplo, foi um foreshadowing preguiçoso anunciado descaradamente ao público no começo.
Veredito
Heregenão apresenta nada realmente novo ou original em sua fórmula, mas o enredo é tão bem construído e cheio de reviravoltas, com diálogos tão afiados que parecem infectar nossa mente, que é difícil não ficar em alerta constante. O suspense na primeira metade do filme cria uma atmosfera de pânico meticulosamente elaborada, assim como a narrativa que explora descrença, manipulação e fé cega.
No entanto, quando o filme finalmente se aprofunda no terror que tanto prometia, ele acaba desmoronando em um inferno previsível, inconsistente e sem a engenhosidade que sugeria inicialmente. Felizmente, Hugh Grant coloca toda a sua fé nesse papel, trazendo carisma e complexidade a esse personagem intrigante. Se deixarmos de lado o altar em que o marketing colocou Herege, temos um filme deliciosamente perverso, sólido e cheio de malícia, que funciona muito bem — mas está longe de ser essa divindade toda.
A Warner Bros. Discovery acaba de confirmar sua participação na CCXP24, que será realizada entre os dias 5 e 8 de dezembro, com conteúdos exclusivos e atividades especiais de suas grandes marcas: Warner Bros. Pictures, Max, Warner Bros. Games, Warner Bros. Consumer Products e muito mais. Repetindo o movimento da última edição, as marcas estarão em um espaço único na convenção, promovendo uma experiência imersiva e sem igual aos fãs.
Em quatro dias de evento, as marcas transportarão o público para o universo das mais amadas produções e franquias de sucesso dentro de seu estande, além de trazer um gostinho do que vem por aí com spoilers de alguns dos mais esperados lançamentos. Confira:
Warner na CCXP24
WARNER BROS. PICTURES
A Warner Bros. Pictures contará com estande interativo e ativações especiais de O SENHOR DOS ANÉIS: A GUERRA DOS ROHIRRIM e UM FILME MINECRAFT, projetadas para encantar os fãs e criar memórias extraordinárias.
MAX
Os fãs poderão imergir no universo único da Max, interagindo com os personagens e as franquias mais icônicas do entretenimento, dos mais diferentes gêneros e nichos – desde os sucessos da HBO, O PINGUIM e A CASA DO DRAGÃO, o maior sucesso da animação adulta de [adult swim]RICK AND MORTY, até clássicos adorados até hoje, como FRIENDS e HARRY POTTER, e sucessos da cultura pop como IRMÃO DO JOREL, que comemora 10 anos este ano. A Max é o principal destino de entretenimento no streaming, com o portfólio mais diversificado e completo, com conteúdo para todas as pessoas e momentos; sua participação na CCXP 2024 irá refletir toda essa variedade em seu estande e ativações pensadas especialmente para os fãs.
WARNER BROS. GAMES
A Warner Bros. Games traz para a CCXP24 a emoção de jogar os mais famosos jogos da franquia de HARRY POTTER, como HARRY POTTER: CAMPEÕES DO QUADRIBOL, HOGWARTS LEGACY e LEGO HARRY POTTER COLECTION, e a experiência das novidades de MORTAL KOMBAT 1.
LOJA OFICIAL
A Warner Bros. Discovery Global Consumer Products marca presença na CCXP2024 com sua já tradicional loja integrada ao estande, apresentando uma seleção imperdível de produtos das maiores franquias do estúdio.
Entre os destaques nesta edição, está a coleção Batman & Ozob – lançamento exclusivamente disponível no evento – em uma parceria inédita entre DC e Jovem Nerd celebrando 85 anos de Batman. Os visitantes também podem garantir itens que antecipam a aguardada estreia do novo filme do Superman em 2025. E, claro, não faltarão novidades em vestuário, decoração e colecionáveis dos personagens icônicos da Cartoon Network, DC, Looney Tunes, Harry Potter, F.R.I.E.N.D.S, Ricky and Morty, entre outros.