A CCXP 2024 anunciou nesta quarta-feira (6) uma lista de grandes participações internacionais e nacionais que estarão presentes na edição deste ano.
Entre os principais nomes estão a atriz Anya Taylor-Joy (Furiosa), o ator Miles Teller (Top Gun: Maverick), além dos elencos de Sonic 3 e das séries Ruptura, Invencível, A Roda do Tempo e Reacher.
O evento de cultura pop acontece de 5 a 8 de dezembro no São Paulo Expo, em São Paulo, com painéis especiais no sábado, 7 de dezembro.
A apresentação da Apple TV+ traz Anya Taylor-Joy e Miles Teller para falar sobre o filme Entre Montanhas, além dos atores Adam Scott, Britt Lower, Tramell Tillman e o roteirista Dan Erickson, da série Ruptura.
A Paramount Pictures marcará presença na CCXP 2024 com um painel dedicado a Sonic 3, que contará com James Marsden, Ben Schwartz (voz do famoso ouriço azul) e o diretor Jeff Fowler.
O Prime Video também trará um time de peso: os atores Alan Ritchson e Maria Sten, junto ao escritor Lee Child, da série Reacher; Sandra Oh, Gillian Jacobs e Robert Kirkman, da animação Invencível; e Josha Stradowski, Madeleine Madden e Rafe Judkin, de A Roda do Tempo.
AÍ SIM! Wagner Moura, estrela de Guerra Civil — um dos maiores sucessos do ano — será um dos destaques na CCXP 2024.
A organização do evento anunciou hoje (6) que o ator será o grande homenageado desta edição e participará de um painel especial no Palco Thunder.
Embora a data do painel ainda não tenha sido divulgada, sabe-se que Wagner compartilhará momentos de sua trajetória, desde seu início no teatro, enquanto ainda era estudante de jornalismo, até a preparação para seu primeiro filme como diretor em Hollywood, Last Night at the Lobster.
Last Night at the Lobster contará com um elenco de peso, incluindo Brian Tyree Henry (Atlanta), Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) e Sofia Carson (Descendentes). Além de dirigir, Wagner Moura também será o protagonista, interpretando Manny. As filmagens estão previstas para começar no início do próximo ano.
A CCXP 2024 acontece de 5 a 8 de dezembro na São Paulo Expo.
BABYGIRL, acaba de ter seu trailer oficial divulgado pela Diamond Films. Com estreia marcada para 9 de janeiro, o aguardado longa traz os atores Nicole Kidman e Harris Dickinson interpretando personagens em um arriscado romance, que pode prejudicar a vida profissional de ambos.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Babygirl
Nicole Kidman, a protagonista do longa, interpreta uma CEO bem sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Dickinson). O relacionamento dos dois pode arriscar a vida profissional e pessoal de ambos. BABYGIRL rendeu a Kidman o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza deste ano e é o mais novo longa da diretora Halina Reijn (“Morte, Morte, Morte”). Além dos dois astros, o filme ainda conta com Antonio Banderas e Sophie Wilde.
Já cotado como um forte candidato na temporada de premiações, BABYGIRL estreia nacionalmente em 9 de janeiro, com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina.
A Música de John Williams – da Lucasfilm Ltd, Amblin Documentaries e Imagine Documentaries – já está disponível no Disney+! O documentário oferece um olhar fascinante e profundo da vida e carreira do lendário compositor John Williams, e contou com um lançamento limitado nos cinemas de Nova York, Los Angeles e Londres na última sexta-feira (01).
Aproveitando a estreia da produção, separamos os principais temas abordados em A Música de John Williams, além dos trabalhos mais marcantes realizados pelo músico ao longo de sua carreira.
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Conheça A Música de John Williams
O início do sucesso de uma lenda
John Williams nasceu em 1932, em Nova York, e teve sua infância rodeada de músicos por parte de sua família, com destaque para seu pai que era percussionista de jazz no quinteto Raymond Scott. Isso o levou ao caminho da arte desde seus primeiros trabalhos, quando começou atuando como pianista de jazz. Porém, sua carreira musical começou a ganhar forma de uma maneira bastante adversa, já que no começo dos anos 1950, Williams foi convocado pela Força Aérea dos Estados Unidos para compor arranjos musicais épicos que fizessem referência a vitória militar norte-americana. Posteriormente, em 1955 o músico finalizou seu serviço na Força Aérea consolidou seus estudos na universidade de Juilliard School.
Seu trabalho ganhou destaque logo após esse período, quando trabalhou como músico de estúdio em Hollywood, participando de gravações para diversos filmes, e teve seu primeiro grande projeto como compositor de trilhas sonoras com o filme Daddy-O. (1959). Já na década de 1960, Williams continuou a compor para televisão e cinema, mas seu grande sucesso veio especialmente com o filme Tubarão, lançado em 1975, que o consolidou como um dos principais músicos da história.
Composições para franquias que marcaram gerações
Após o sucesso estrondoso dessa trilha sonora icônica que mudou sua carreira, John Williams começou a ter oportunidades para colaborar com diretores como Steven Spielberg e George Lucas em projetos memoráveis no cinema, incluindo franquias icônicas como STAR WARS, disponível no Disney+, Harry Potter (2001-2011), Jurassic Park (1993), ET. O Extraterrestre (1982) e muitos outros longas que despertam memórias afetivas.
O documentário A Música de John Williams, do Disney+ que – inclusive – abriu a 38ª edição do AFI Fest no último dia 23 de outubro, mostra a trajetória desse compositor que desde seus primeiros dias como pianista de jazz, até suas 54 indicações ao Oscar® e cinco vitórias, segue inovando sua carreira, bem como sua música para concertos, tendo grande impacto e relevância na cultura popular.
A produção apresenta entrevistas com artistas e cineastas cujas vidas foram tocadas por sua música atemporal. Dirigido pelo premiado cineasta e autor best-seller Laurent Bouzereau, o documentário é produzido por Steven Spielberg, Brian Grazer, Ron Howard, Darryl Frank, Justin Falvey, Sara Bernstein, Justin Wilkes, Meredith Kaulfers, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Laurent Bouzereau, com Markus Keith e Michael Rosenbergatuando como produtores executivos.
A Música da John Williams já está disponível no Disney+.
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A Netflix divulgou um vídeo inédito sobre os bastidores da aguardada minissérie Senna, que estreia globalmente em 29 de novembro. Reproduzindo a atmosfera e estética dos anos 80 e 90, a partir da recriação de pistas de corrida e carros icônicos, a produção e elenco relembram a sensação de acompanhar Ayrton Senna na televisão e os motivos pelos quais o piloto se tornou um herói nacional e ícone da Fórmula 1.
A fim de transportar o público à época em que a série acontece, muitos efeitos práticos e visuais foram usados. “Foi um trabalho de recriação extraordinário, numa escala enorme”, comenta o diretor-geral Vicente Amorim, que também assina como diretor e showrunner. “É quase uma ficção-científica, porque os carros não existem mais, as pistas não existem mais“, completa o diretor de fotografia, Azul Serra. Dramatizando diferentes pontos da vida pessoal e profissional de Senna, a minissérie foi filmada em vários países, incluindo Brasil, Argentina, Uruguai e Irlanda do Norte.
As cenas de corrida foram gravadas, principalmente, em autódromos argentinos e 22 réplicas idênticas de carros foram construídas. Além disso, os efeitos visuais foram essenciais para trazer de volta mais de 80 carros, compondo equipes completas, e reconstituir por completo autódromos em 21 corridas emblemáticas da carreira de Ayrton Senna.
A vida pessoal do piloto também está presente na série, dando aos fãs a oportunidade de conhecer melhor as ambições, sonhos, desafios e obstáculos que marcaram quem foi Ayrton. A produção apresenta familiares, amigos, rivais de pista e outras pessoas que fizeram parte do círculo íntimo do piloto. “Não tenho a menor dúvida de que foi o maior desafio da minha carreira. É a maior honra que já tive, como ator, poder dar vida ao Ayrton Senna”, declara Gabriel Leone, protagonista da minissérie.
Confira o vídeo abaixo:
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Sobre Senna
Ao longo de seis episódios, Senna vai mostrar, pela primeira vez, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais. O ponto de partida é o começo da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o GP de San Marino.
Com direção geral de Vicente Amorim, que também assina como showrunner e diretor, e direção de Julia Rezende, Senna é produzida pela Gullane e realizada com o apoio da Senna Brands e da família do piloto.
A emocionante história de um dos maiores heróis mundiais do esporte conta também com os atores Alice Wegmann (Lilian, primeira mulher de Ayrton), Camila Márdila (Vivianne Senna, sua irmã), Christian Malheiros (Maurinho, amigo do piloto), Gabriel Louchard (Galvão Bueno), Hugo Bonemer (Nelson Piquet), Julia Foti (Adriane Galisteu), Marco Ricca (Maurão, pai de Ayrton), Nicolas Cruz (Leonardo, seu irmão), Rodrigo Veloso (Flávio, cunhado) e Susana Ribeiro (Zaza, mãe de Ayrton).
Além dos brasileiros mencionados e do francês Matt Mella (Prost), fazem parte do elenco Kaya Scodelario (vivendo a jornalista Laura, personagem fictício), Arnaud Viard (Jean-Marie Balestre), Patrick Kennedy (Ron Dennis), Joe Hurst (Keith Sutton), Johannes Heinrichs (Nikki Lauda), Keisuke Hoashi (Osamu Goto), Leon Ockenden (James Hunt), Richard Clothier (Peter Warr), Steven Mackintosh (Frank Williams) e Tom Mannion (Sid Watkins), entre outros.
Se ainda restava dúvidas sobre a versatilidade e a potência do cinema brasileiro frente ao que consumimos de fora,Arca de Noé chega para provar que o preconceito não se sustenta. Com um investimento surreal de cerca de 34 milhões de reais, esta é a animação mais cara já produzida no país, trazendo um elenco estelar e uma inovadora combinação de animação 3D e 2D.
De fato, o filme já nasce como um marco do cinema nacional, mostrando que o Brasil pode e deve competir de igual para igual com as grandes animações do ano. A obra impressiona tanto pela escala da produção quanto pela dedicação e carinho em cada mínimo detalhe, indo além do simples entretenimento infantil dos estúdios hollywoodianos atuais — uma verdadeira prova do potencial do cinema brasileiro.
Mas Arca de Noé tem inúmeras outras qualidades e méritos além de reunir uma vastidão de artistas brasileiros em apenas um único filme. Embora aborde um tema universal e de fundo religioso, o filme subverte expectativas ao adotar uma linguagem contemporânea, divertida e bem elaborada, que reflete a essência do Brasil e o público de hoje. Ele reinterpreta os poemas musicais do compositor Vinícius de Moraes com suavidade e doçura, apresentando à nova geração um pedaço da cultura brasileira de forma especial e atemporal.
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Os acertos e erros de Arca de Noé
A premissa, como podemos imaginar, parte da lendária história da arca de madeira construída por Noé, o justo e humilde personagem do livro de Gênesis, na Bíblia. Segundo a narrativa, Deus, ao observar a corrupção da humanidade, decide purificar a Terra com um dilúvio, mas poupa Noé e sua família em reconhecimento à sua retidão. Ele instrui Noé a construir uma arca e a levar consigo um casal de cada espécie animal para preservar a vida.
Na animação, porém, essa história ganha um toque lúdico e imaginativo, afastando-se do foco religioso. A trama usa apenas a ideia central da obra e a mistura com o livro infantil de poemas de Vinícius de Moraes, lançado em 1970, transformando-a em um musical cativante sobre convivência, amizade e empatia.
A animação se inspira na base da trama bíblica, mas introduz algumas alterações assertivas. A principal delas está nos protagonistas: os espirituosos ratinhos Tom e Vini, uma homenagem a Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Diante do iminente dilúvio que permite apenas a entrada de um macho e uma fêmea de cada espécie, os dois amigos tentam encontrar uma maneira de entrar juntos na arca, mesmo sob a vigilância do severo leão Baruk.
Nesse ambiente, convivem com vários outros animais e enfrentam o desafio de sobreviver com pouca comida durante a longa jornada no mar. Tudo isso é acompanhado, naturalmente, das clássicas músicas que dão ritmo à história, como “A Casa”, “O Pato”, “O Leão” e “Corujinha”. Para dar vida aos protagonistas, foram escalados grandes nomes: Rodrigo Santoro como Vini e Marcelo Adnet como Tom. Fora Lázaro Ramos, Alice Braga, Gregório Duvivier, Bruno Gagliasso, Eduardo Sterblitch, Ingrid Guimarães, Heloisa Périssé, entre outros.
A narrativa é ágil (com cortes em excesso de deixar tonto), em alguns momentos, não acopanha o desenvolvimento emocional das personagens. Claro que para preencher um longa, é necessário certa dose de imaginação e mais tempo de tela para alguns elementos que não são as melhores escolhas, como o próprio vilão, apesar de divertido com sua linguagem equivocada, acaba sendo mais do mesmo dentro de uma história tão empenhada em sair do óbvio.
Ainda assim, esses pontos não chegam a cansar o espectador, pelo menos não o infantil. Cada personagem — e olha que são muitos — tem seu papel na construção do humor e faz com que nos importemos com suas escolhas. Embora a dupla de protagonistas seja a mais carismática e sua conexão a mais emotiva, todas as engrenagens funcionam de maneira harmoniosa para a proposta, seja nas deliciosas canções que agregam nostalgia ou mesmo na condução frenética dos experientes Sérgio Machado e Alois Di Leo – às vezes caótica demais, às vezes fora de controle.
É evidente o alto nível de afeto, dedicação e esforço investidos em cada detalhe da animação, que não deixa nada a desejar em comparação com produções internacionais. A tecnologia 3D é impecável e proporciona uma explosão vibrante de cores que enche os olhos de entusiasmo. Desde a composição dos cenários até a identidade de cada animal, tudo parece ter sido cuidadosamente planejado.
Uma das melhores escolhas, porém, é o uso de uma linguagem contemporânea, repleta de memes e referências ao humor da internet, que torna a comédia ainda mais envolvente e dá um belo contraste com a temática bíblica através dos tempos. A produção é pensada tanto para entreter as crianças quanto para arrancar risinhos dos adultos.
Veredito
É um prazer em dobro ver uma obra brasileira alcançar o nível de qualidade de Arca de Noé, um verdadeiro divisor de águas para o gênero animado no Brasil. Mais do que um marco técnico, o filme eterniza a doçura e a potência de Vinicius de Moraes, trazendo sua poesia com a essência brasileira para a geração TikTok e se conectando a públicos de todas as idades e culturas. No entanto, nem tudo é tranquilo nessa jornada: a narrativa hiperativa e frenética pode se tornar exaustiva após meia hora, embora o carisma dos personagens ajude a equilibrar o ritmo.
Arca de Noéevita a mesmice e compreende que adaptar essa história clássica para os dias atuais é uma tarefa cheia de bênçãos e desafios. Talvez o filme não seja visto como “sagrado” pelo público evangélico, mas é uma obra marcada por doçura, eficiência e uma vontade genuína de fazer história no cinema nacional. É essa dedicação que mantém a animação firme e forte como uma das produções infantis mais divertidas e apaixonantes do ano. Assim como a própria arca, o filme carrega um legado que certamente marcará o nosso audiovisual por muito tempo.
Após sucesso em festivais ao redor do mundo, Salão de Baile: This is Ballroom estreia nos cinemas brasileiros em 5 de dezembro. O filme é um mergulho no universo efervescente da cena ballroom do Rio de Janeiro, uma comunidade protagonizada por pessoas pretas e LGBTQIAPN+, que segue a trilha da cultura criada na década de 70, em Nova York.
Ganhador do prêmio de Melhor Montagem e uma Menção Honrosa no Prêmio Félix no Festival do Rio 2024, este é o primeiro longa-metragem documental sobre o movimento ballroom no Brasil a ser lançado nos cinemas. Dirigido e roteirizado pelas diretoras Juru e Vitã, a produção é assinada pela Couro de Rato, e a distribuição é Retrato Filmes.
Para além das estatuetas no Festival do Rio, Salão de Baile: This is Ballroom foi exibido em mais de quinze países. A estreia mundial do longa foi em março deste ano, no Festival Internacional de Documentários de Copenhagen – CPH:DOX, na Dinamarca, com muita repercussão. Desde então, o longa recebeu diversos prêmios internacionais, como Prêmio de Público no Queer Porto, em Portugal; Melhor Documentário no Oslo/Fusion Festival Internacional de Cinema, na Noruega; e Prêmio Diversidade no Afrika Film Festival, em Colônia, Alemanha.
No Brasil, o longa encerrou a 13ª edição do Olhar de Cinema, compôs a programação da 48ª Mostra de São Paulo, e agora faz parte da programação do festival Primeiro Plano em Juiz de Fora e Festival Mix Brasil, em São Paulo.
Confira o teaser abaixo:
Em Salão de Baile: This is Ballroom, a câmera acompanha uma “ball” (baile) da cena fluminense, onde pessoas negras e/ou LGBTQIAPN+ têm a liberdade para experimentar novas possibilidades de expressão de identidade, de gênero e exercitar seus potenciais artísticos. Várias modalidades de competição acontecem ao longo da celebração: moda, beleza, dança, música, desfile… “A ballroom é um lugar de potencialização desses corpos dissidentes, um espaço criado por e para pessoas trans e pretas, especialmente, poderem resistir às opressões e celebrar suas existências”, explica Juru, que assina a direção e roteiro do projeto em parceria com Vitã.
Tanto Juru como Vitã fazem parte do movimento ballroom do Rio de Janeiro, assim como a maioria da equipe do longa. “Mais do que um filme sobre a cena ballroom, nós fizemos um filme em conjunto com a comunidade ballroom. Queremos proporcionar ao espectador uma experiência de imersão no universo, com o nosso olhar ‘de dentro'”, explica Vitã. “A cena ballroom é talvez a mais radical e mais interessante do underground fluminense. Em termos de força, de enfrentamento, de expressividade, de cultura, de movimentar os subterrâneos da cidade, não tem nada que chegue aos pés dela”, afirma Luis Carlos de Alencar, da produtora carioca Couro de Rato.
A Max anunciou que Matheus Nachtergaele retorna ao papel de Cenoura na segunda temporada de CIDADE DE DEUS: A LUTA NÃO PARA, produção original da HBO, produzida pela O2 Filmes. Sequência do premiado filme de 2002, a primeira temporada completa já está disponível na plataforma de streaming Max.
Conhecido por seu papel como poderoso traficante de drogas e rival de Zé Pequeno, o Cenoura está de volta à comunidade após conquistar sua liberdade. Figura central na violenta guerra de facções em 1980, apresentado no filme, o personagem retorna após os eventos que o levaram à prisão. Mesmo desejando manter-se longe do crime, uma dívida com o amigo Curió e o comprometimento com a comunidade faz ele reassumir o papel de liderança no tráfico de Cidade de Deus.
“Fazer o filme CIDADE DE DEUS foi uma experiência maravilhosa! Deixei de lado o protocolo comum de criação de um personagem e me lancei no convívio profundo com o elenco, quase todo formado por não atores, e com a vivência nas locações reais! O longa de Fernando Meirelles marcou época, deixou marcas profundas no público e na estética do nosso cinema”, comenta Matheus. “A transposição para a série, com direção de Aly Muritiba está maravilhosa! A primeira temporada é realmente incrível! Eu estou muito animado pra voltar ao Sandro Cenoura e rever amigos, temas e me aventurar nessa viagem de entretenimento cheio de realismo, aventura e denúncias! Vai ser lindo!”.
CIDADE DE DEUS: A LUTA NÃO PARA é uma série HBO Original produzida pela O2 Filmes. Os produtores responsáveis pelo projeto são Andrea Barata Ribeiro e Fernando Meirelles, os coprodutores são Cris Abi e Gustavo Gontijo. Aly Muritiba assina a direção geral, Bruno Costa assina a direção de episódios, e Thatiane Almeida entra como co-diretora de episódios. A sala de roteiro é liderada por Maíra Oliveira, Patricia Andrade e Paulo Lins, e conta com os roteiristas Estevão Ribeiro, Luiz Guilherme Assis, Rodrigo Felha, Clara Meirelles e Vicente Ferraz. Por parte da Warner Bros. Discovery a produção executiva é de Mariano Cesar, Anouk Aaron e Vanessa Miranda.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
Com estreia marcada para 21 de novembro nos cinemas brasileiros, o longa documental “Razões Africanas” acaba de ganhar seu trailer oficial. Dirigida por Jefferson Mello, a produção aborda a influência da diáspora africana na formação de três ritmos musicais: jongo, rumba e blues.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Razões Africanas
Filmado em seis países diferentes – Brasil, Cuba, Estados Unidos, Angola, Congo e Mali -, o documentário acompanha três personagens que simbolizam cada um dos ritmos: a brasileira Lazir Sinval, a cubana Eva Despaigne e o americano Terry ‘Harmonica’ Bean. Eles falam sobre as origens da música que tocam – e dançam, no caso das mulheres – e também sobre as diferentes culturas de que são representantes. Seus depoimentos são entremeados de imagens do cotidiano de cada um, além de comentários de pesquisadores e especialistas.
Entre 2023 e 2024, “Razões Africanas” passou por uma temporada de exibições especiais, sendo selecionado para mais de dez festivais de cinema no Brasil e no mundo. Foi o vencedor do prêmio de Melhor Documentário Especial pelo Júri no Festival Cinema on the Bayou, em Louisiana (EUA), e ainda de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema Africano da Argentina. Nos dias 1 e 2 de novembro, também teve sessões especiais em Angola.
O filme é uma produção da Tremè Produções, em coprodução com a Carmela Conteúdos, e conta com patrocínio do Instituto Cultural Vale e da A&M Álvares Marsal. Será distribuído em 14 estados brasileiros também pela Tremè Produções.
A Kodansha anunciou oficialmente a lista de dubladores da Seleção Sub-20 do Japão da 2ª temporada de BLUE LOCK., no episódio exibido no último dia 02. A adaptação do popular arco “BLUE LOCK vs. Japan’s U-20” começa no episódio 29, que vai ao ar neste sábado, dia 9 de novembro, às 13h (Horário de Brasília).
O BLUE LOCK XI dará o seu melhor contra a nova Seleção Nacional Sub-20 do Japão, formada por Oliver Aiku, Ryusei Shidou e Sae Itoshi, o irmão de Rin Itoshi do Blue Lock XI.
A escalação completa da Seleção Nacional Sub-20 do Japão, junto com o novo elenco de vozes japonesas, inclui:
Ranse Kurosa dublado por Chiaki Kobayashi
Kento Cho dublado por Jun Kasam
Teru Kitsunezato dublado por Gakuto Kajiwara
Sae Itoshi dublado por Takahiro Sakurai
Itsuki Wakatsuki dublado por Taito Ban
Haru Hayate dublado por Kensho Ono
Miroku Darai dublado por Yusuke Shirai
Kazuma Nio dublado por Takuya Sato
Teppei Neru dublado por Shunichi Toki
Gen Fukaku dublado por Chikahiro Kobayashi
Ryusei Shidou dublado por Yuichi Nakamura
Oliver Aiku dublado por Satoshi Hino
Shuto Sendo dublado por Akihisa Wakayama
Os novos episódios da 2ª temporada de BLUE LOCK chegam semanalmente à Crunchyroll, com transmissão simultânea todos os sábados às 13h, no horário de Brasília. A primeira temporada da série e BLUE LOCK THE MOVIE – EPISODE NAGI – também já estão disponíveis no serviço.
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Sobre BLUE LOCK
BLUE LOCK acompanha o sonho de 300 alunos do ensino médio em se tornar um atacante absoluto e liderar a Seleção Masculina de Futebol do Japão na próxima Copa do Mundo. No entanto, se eles forem eliminados do programa de treinamento Blue Lock, nunca poderão jogar pela seleção nacional, encerrando de vez as suas carreiras. Apenas aquele cujo ego e habilidade triunfarem sobre todos chegará ao topo. Baseado no premiado mangá de mesmo nome escrito por Muneyuki Kaneshiro, ilustrado por Yusuke Nomura e serializado na Weekly Shonen Magazine da Kodansha com mais de 30 milhões de cópias em circulação, o anime estreou em outubro de 2022 e foi uma das séries mais populares durante sua temporada de simulcast.
BLUE LOCK 2ª temporada – Sinopse Oficial
Após chegarem tão longe, somente 35 jogadores permanecem na disputa. Mas, agora, o próprio programa Blue Lock enfrenta a eliminação da própria Seleção Sub-20 do Japão. Os rivais são cruéis e o time terá que se unir para derrotar a seleção nacional juvenil se algum deles quiser uma chance na posição de atacante. Eles poderão deixar de lado seus egos para vencer juntos? Ou perderão divididos?
BLUE LOCK é baseado na série de mangá de Muneyuki Kaneshiro, publicada pela Kodansha, que atualmente consiste em 30 volumes e mais de 40 milhões de cópias publicadas. A série de anime BLUE LOCK é produzida pelo Studio 8bit. BLUE LOCK 2ª temporada é dirigida por Yuji Haibara (The Slime Diaries), com design de personagens de Kenji Tanabe e música de Jun Murayama.