O Disney+ anunciou uma nova data de estreia da próxima série da Lucasfilm Star Wars: Skeleton Crew. Agora, os fãs poderão assistir aos dois primeiros episódios da emocionante série de aventura a partir da segunda-feira, 2 de dezembro, às 23h, horário de Brasília, exclusivamente na plataforma. Os episódios seguintes serão lançados às terças-feiras às 23h pelo restante da temporada.
Também foi lançada uma nova arte para celebrar a mais nova estreia galáctica da Lucasfilm. Confira abaixo:
Índice
Sobre Star Wars: Skeleton Crew
Star Wars: Skeleton Crew acompanha a jornada de quatro crianças que fazem uma misteriosa descoberta em seu planeta aparentemente seguido e que, em seguida, se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Encontrar o caminho de casa – e deparar com aliados e inimigos inesperados – será uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.
A série é estrelada por Jude Law,Ravi Cabot-Conyers, Ryan Kiera Armstrong, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith, Tunde Adebimpe, Kerry Condon e Nick Frost. Os episódios têm direção de Jon Watts, David Lowery, os Daniels (Daniel Kwan e Daniel Scheinert), Jake Schreier, Bryce Dallas Howard e Lee Isaac Chung, Jon Watts e Christopher Ford são os roteiristas principais e também produtores executivos ao lado de Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy e Colin Wilson. Chris Buongiorno, Karen Gilchrist e Carrie Beck são os coprodutores executivos, e Susan McNamara e John Bartnicki são os produtores.
Star Wars: Skeleton Crew estreia exclusivamente no Disney+ em 3 de dezembro com seus dois primeiros episódios.
Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.
Inspirado na história real de Maixabel Lasa, cujo marido, Juan María Jaúregui, foi assassinado pela ETA no ano 2000, o drama espanhol REDENÇÃO acaba de ganhar nova data de estreia no Brasil: 9 de janeiro. Dirigido por Icíar Bollaín, o filme explora temas profundos como dor, perdão e reconciliação, em meio à violência do terrorismo.
A história se passa onze anos após a tragédia, quando Maixabel recebe a informação de que um dos responsáveis pela morte de seu marido deseja encontrá-la na prisão de Nanclares de la Oca, onde cumpre pena após romper seus laços com o grupo terrorista. Apesar da dor e das dúvidas, Maixabel aceita o encontro.
O longa recebeu 14 indicações ao Prêmio Goya, a maior premiação do cinema espanhol, e conquistou o troféu de Melhor Atriz Protagonista pela atuação de Blanca Portillo, uma das mais renomadas atrizes do país. Portillo já havia sido premiada como Melhor Atriz em Cannes pelo seu papel em “Volver”, filme dirigido por Pedro Almodóvar. Além disso, o longa competiu no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, onde recebeu cinco indicações, incluindo a Concha de Ouro, principal prêmio do evento, e também foi indicado a Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Chicago.
A diretora Icíar Bollaín destaca o impacto emocional desses encontros, em que vítimas e agressores buscam, de maneiras distintas, algum tipo de reparação. Maixabel, além de ser conhecida por seu trabalho no Governo Basco no atendimento a vítimas de terrorismo, teve um papel pessoal crucial nas Reuniões Restaurativas de 2011. O objetivo era fazer com que os agressores entendessem a dor que causaram e avaliassem a sinceridade de seus arrependimentos.
REDENÇÃO explora não apenas o impacto da violência nas vítimas, mas também nas pessoas que a perpetuam. Segundo Bollaín, o filme é uma tentativa de contar essa história com sensibilidade, sinceridade e profundo respeito pelos envolvidos.
Icíar Bollaín começou sua carreira como atriz aos 15 anos, no filme O SUL (1983), de Víctor Erice. Em 1991, fundou a Producciones La Iguana, onde deu início à sua trajetória como diretora. Entre seus trabalhos, estão OI, ESTÁS SOZINHA?(1995), FLORES DO OUTRO MUNDO (1999) e TE DAREI MEUS OLHOS (2003), que lhe rendeu dois prêmios Goya de melhor direção e melhor roteiro.
A produção de REDENÇÃO é da Kowalski Films, uma produtora independente do País Basco, que tem em seu catálogo filmes como A GRANDE FAMÍLIA ESPANHOLA e A SOMBRA DA LEI. A Kowalski busca produzir tanto filmes comerciais quanto projetos mais autorais, com o objetivo de promover o talento basco e atrair co-produções nacionais e internacionais.
A Feelgood Films, também envolvida na produção, é liderada por Juana Macías, Guillermo Sempere e Juan Moreno. O trio, que compartilha uma paixão comum pelo cinema, tem como objetivo fazer filmes comerciais de alta qualidade.
A série original Amor da Minha Vida conquistou o público e se tornou a maior estreia de uma série nacional do Disney+ em 2024. A produção, uma comédia romântica que estreou na última sexta-feira (22) rapidamente se consolidou como um dos maiores sucessos da plataforma, destacando-se pela abordagem moderna e envolvente do gênero, e pela química inegável de seus protagonistas, Bruna Marquezine e Sergio Malheiros.
Além de liderar a audiência no Disney+, Amor da Minha Vida se posicionou entre os Top 5 títulos mais assistidos da semana, dividindo espaço com gigantes do cinema como Deadpool & Wolverine, Moana e Divertida Mente 2. O sucesso da série não se limitou aos números, na repercussão da crítica especializada e nas redes sociais muitos comentários positivos exaltam a química de Danilo Mesquita, Rayssa Bratillieri, João Guilherme, Sophia Abrahão, Fernanda Paes Leme, Ana Hikari, entre outros.
Índice
Sobre Amor da Minha Vida
Combinando humor afiado, romance cativante e uma abordagem madura, Amor da Minha Vida reafirma o compromisso do Disney+ em oferecer produções diversificadas e de qualidade para todas as idades. A série já é apontada como um marco no catálogo da plataforma e promete continuar conquistando fãs ao redor do mundo.
Dividida em 10 episódios, a série – que é autoclassificada pela plataforma como não recomendado para menores de 18 anos – acompanha dois melhores amigos que vivem momentos diferentes em suas vidas. Victor (Sergio Malheiros) está em um relacionamento que entrou no piloto automático enquanto tenta salvar a loja de lustres de seu pai e apoiar as decisões, muitas vezes equivocadas, de Bia (Bruna Marquezine). Já ela coleciona namoros rápidos e sem profundidade, repleto de desilusões reais que a levam a desacreditar do amor. Desiludida com a carreira de atriz e também com o amor, Bia conhece Marcelo (Danilo Mesquita) e, pela primeira vez, acha que encontrou o amor da sua vida.
Amor da Minha Vida já está disponível no Disney+.
Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.
Seja pela enorme expectativa que agora recai sobre os ombros de Moana, que desde seu estrondoso sucesso em 2016 se tornou o conteúdo mais assistido no catálogo do Disney+, ou pela visão fragmentada trazida pelos três novos diretores, o fato é que Moana 2 tropeça catastroficamente onde o original brilhou.
A sequência, embora mantenha o mínimo do padrão visual impecável, carece do frescor e da originalidade que fizeram do primeiro filme um marco. O que deveria ser uma evolução da história soa mais como um spin-off barato para o streaming, com uma narrativa apressada e sem grandes momentos memoráveis — especialmente no quesito musical, onde nenhuma canção se destaca para aliviar o ritmo morno. A sensação é de que Moana, como personagem e como legado, merecia e merece algo muito maior.
Índice
Os acertos e erros de Moana 2
Embora pareça muito mais tempo, apenas oito anos separam os dois filmes da franquia. Nesse intervalo, claro que a pandemia transformou radicalmente a maneira como consumimos filmes e deixou marcas profundas na criatividade da Disney, que até 2019 reinava absoluta no topo do mercado. Paradoxalmente, foi esse contexto que fez Moanaexplodir no streaming, ampliando ainda mais seu sucesso. Uma continuação era inevitável, e, ao contrário de franquias como Toy Story, parecia haver espaço legítimo para aprofundar a história.
Voltar às terras havaianas era um desejo compartilhado por muitos, especialmente considerando o vasto potencial ainda inexplorado da mitologia de Moana: sua ancestralidade, sua conexão com a natureza e sua luta para romper com o molde de princesa tradicional. No entanto, em vez de se aprofundar nesses temas, a sequência opta por um tom mais raso, exagerando no alívio cômico e infantilizando a narrativa, que resulta em um retrocesso que passa longe da força emocional e da autenticidade esperada.
Na pior das hipóteses, Moana 2 poderia ser apenas um derivado competente, mas nem isso o filme consegue entregar por completo. Desta vez, a jovem Moana (Auli’i Cravalho) — agora mais velha e madura — continua com o desejo de explorar além de sua zona de conforto, buscando conhecer outros povos e culturas pelo mundo. Após receber uma visão divina, ela reúne uma equipe disfuncional e parte para uma nova aventura, cruzando com antigos conhecidos e revisitando locais familiares – até aí tudo certo.
Enquanto isso, Maui (Dwayne Johnson) enfrenta seus próprios dilemas e inimigos, até que seus caminhos inevitavelmente se cruzam novamente, resultando em mais uma divertida parceria inseparável. Porém, a narrativa soa apressada e genérica. Se o primeiro filme já apresentava uma motivação simples para impulsionar a jornada dos personagens, essa sequência exagera ao tornar tudo forçado e conveniente.
A essência de Moana — o desejo de romper com o papel de princesa tradicional, sua ligação com a família e sua conexão com o meio ambiente — ainda está presente, mas a jornada desta vez é cansativa, previsível e repetitiva. Nem mesmo as músicas, tão marcantes no original, conseguem salvar o filme, já que nenhum número musical se destaca ou permanece na memória.
Apesar disso, as performances de Auli’i Cravalho (Meninas Malvadas) no original e de Any Gabrielly na versão brasileira continuam arrebatadoras, mostrando que o talento vocal segue sendo um dos poucos pontos altos da produção. Mas é alívio cômico em excesso para piadas que pouco funcionam. As cenas com o galo Hei Hei, embora fofas, dominam 3 a cada 5 momentos do filme e rapidamente se tornam cansativas, especialmente após os primeiros 30 minutos. Muito insignificante.
O roteiro é, no mínimo, péssimo. Além da já mencionada falta de motivação clara para a história, nada parece se conectar de forma orgânica. A vilã clichê Matangi (Awhimai Fraser), por exemplo, é tão dispensável que sua subtrama poderia ser eliminada sem causar qualquer impacto no resultado final, assim como praticamente todos os coadjuvantes.
É um Frankenstein narrativo de fazer Mary Shelley sentir inveja, com ideias desconexas e decisões dramáticas forçadas que deixam evidente o efeito colateral de ter três diretores conduzindo o projeto. A falta de unidade é visível e prejudica demais o fluxo da história. Apesar disso, o clímax traz momentos pontuais de impacto, como Maui erguendo uma ilha do fundo do mar e Moana enfrentando uma provação que ressalta sua essência de heroína. No entanto, essas cenas isoladas não conseguem sustentar o interesse ou compensar a repetição do que já foi visto — e melhor executado — no primeiro filme.
Como era de se esperar, a qualidade visual continua a ser um dos grandes trunfos da franquia. Assim como o primeiro filme impressionou com sua inovação para as animações da época — em um impacto comparável ao de Frozen —, Moana 2, felizmente, mantém o padrão com cores vibrantes, visuais deslumbrantes e uma exploração ainda mais detalhada das maravilhas do Oceano Pacífico e suas paisagens solares. Assistir a algo tão bonito assim na tela grande é sempre um prazer.
E claro, uma novidade é a introdução da irmã mais nova de Moana, Simea, uma personagem adorável com sua vozinha fofa de criança que claramente tenta conquistar o coração do público. Embora até funcione em alguns momentos, a insistência do roteiro em criar um vínculo emocional acaba se tornando repetitiva ao longo da trama.
A missão de Moana não é salvar a irmã, mas simplesmente retornar para ela, e talvez o filme tivesse muito mais força narrativa se essa relação fosse o foco principal, colocando ambas como protagonistas centrais. Essa abordagem poderia, quem sabe, render uma sequência realmente digna de seguir os passos do original.
Veredito
Em uma era em que animações de alto nível, como o recente Robô Selvagem, elevam o padrão do gênero, a Disney parece mais uma vez retroceder na qualidade e criatividade que uma vez definiram seu império nas telas. Moana 2é apenas uma sombra do brilho e da inovação que tornaram o original um fenômeno nos cinemas. Claramente apressada, a sequência tropeça em uma visão criativa fragmentada, com canções esquecíveis e excesso de alívio cômico. Oceanos de distância de ser tão memorável quanto costumava ser.
Embora não pareça ter a intenção de superar o original (o que é uma pena!), o filme ainda assim decepciona por ser meramente morno, mal desenvolvido e excessivamente derivativo. Se o primeiro Moana foi como um dia revigorante na praia, esta sequência se assemelha ao terrível pós-praia: cansativo, sem energia e até desconfortável. Nem mesmo os cenários deslumbrantes do Pacífico conseguem salvar uma narrativa que se afoga na falta de propósito.
No final, Moana e seu legado merecem muito mais do que esta continuação oferece, e sabemos muito bem que a Disney é capaz de entregar algo além disso.
A Max trará os talentos da sua mais nova série dramática original da HBO, DUNA: A PROFECIA, para o Thunder, da CCXP24.
A série, que estreou em 17 de novembro na plataforma e na HBO, tem transportado o público para um mundo de intrigas políticas e destinos poderosos. O painel, que revelará novos segredos e detalhes empolgantes sobre este universo, será moderado por Valentina Pulgarín, no domingo, 8 de dezembro, às 18h.
Em DUNA: A PROFECIA, a maior ameaça à ordem é a luta pelo poder. Para mergulhar no Imperium, a Max proporcionará ao público da CCXP uma conversa aprofundada de meio de temporada, abordando desde os acontecimentos dos episódios já lançados até o que esperar para os próximos, apresentando sneak peeks exclusivos.
O Palco Thunder receberá a showrunner e produtora executiva Alison Schapker, o produtor executivo Jordan Goldberg, e os atores Travis Fimmel (Desmont Hart) e Jade Anouka (Irmã Theodosia).
Índice
Sobre Duna: A Profecia
A trama de DUNA: A PROFECIA acompanha a jornada de duas irmãs Harkonnen, que lutam contra forças que representam uma ameaça ao futuro da humanidade. Ao mesmo tempo, elas trabalham para estabelecer a seita lendária que se tornará conhecida como Bene Gesserit.
Além disso, a atriz Jessica Barden, indicada ao Prêmio de Cinema Independente Britânico (BIFA) na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, acaba de ser juntar ao elenco da série. Barden irá interpretar a ambiciosa, teimosa e enérgica jovem Valya Harkonnem, que sonha em restaurar o status nobre de sua família. Mas, quando uma tragédia despedaça seus planos para o futuro, ela se vê em um novo caminho que a leva à Irmandade.
Ao lado de Jessica, Tabu, Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin, completam o elenco de estrelas da série.
DUNA: A PROFECIA é coproduzida pela Max e pela Legendary Television, a última sendo responsável pela produção da franquia de filmes, que foram aclamados pela crítica, com o primeiro ganhando seis prêmios da Academia.
Alison Schapker é a showrunner e produtora executiva da série. Diane Ademu-John co-desenvolveu a série e é produtora executiva. Anna Foerster é produtora executiva e dirigiu vários episódios, dentre eles o primeiro. Jordan Goldberg, Mark Tobey, John Cameron, Matthew King, Scott Z. Burns e Jon Spaihts também assinam como produtores executivos, ao lado de Brian Herbert, autor de best-sellers pela New York Times, e Byron Merritt e Kim Herbert como produtores executivos do espólio de Frank Herbert. Kevin J. Anderson, autor best-seller pela New York Times, atua como coprodutor.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
The online casino industry is renowned for its continuous innovation, offering players new and exciting ways to enjoy classic games. Among these innovative creations is BacBo, a game that seamlessly combines elements of traditional Baccarat with the thrill of dice-based mechanics. Designed by Evolution Gaming, BacBo brings a fresh perspective to casino gameplay, appealing to both seasoned gamblers and newcomers seeking something different.
What is BacBo?
BacBo is a groundbreaking live casino game that introduces dice rolls to the world of Baccarat. Developed by Evolution Gaming, a leader in live casino entertainment, this game adds a dynamic twist to the traditional Baccarat format.
Unlike standard Baccarat, which relies on card values, BacBo uses four dice to determine the outcomes. Two dice represent the Player’s hand, while the other two represent the Banker’s hand. The objective is straightforward: wager on which hand will have the higher total or predict a tie for potentially significant payouts.
This innovative fusion of mechanics creates a fast-paced and engaging experience. With its live dealer interaction, sleek visual design, and easy-to-understand rules, BacBo has quickly become a favorite among gambling enthusiasts.
How to Play BacBo
The simplicity of BacBo makes it accessible to players of all experience levels. Here’s a detailed breakdown of the game’s flow:
Placing Bets
At the start of each round, players can place bets on one of three possible outcomes:
Player: Predict that the Player’s hand will have the higher total.
Banker: Bet on the Banker’s hand scoring higher.
Tie: Wager on both hands having the same total.
Rolling the Dice
Once bets are placed, the live dealer rolls four dice using a transparent dice shaker. The dice are split into pairs, with one pair assigned to the Player and the other to the Banker.
Calculating the Winner
The hand with the highest total wins the round. If the totals of both hands are equal, the Tie bet wins.
Payouts
BacBo offers competitive payouts based on the outcome:
Bet Type
Payout
Player
1:1
Banker
1:1
Tie
Up to 88:1 (varies by casino)
Why Choose BacBo?
BacBo stands out from other casino games for several reasons, including its innovative mechanics, engaging gameplay, and competitive payouts. Let’s take a closer look at what makes it special:
The incorporation of dice into a Baccarat-style game adds an element of randomness and excitement. Each roll of the dice brings a new level of unpredictability, making every round unique and exhilarating.
BacBo is designed for players who enjoy dynamic and quick gameplay. Each round lasts only a few moments, allowing for an intense and engaging experience.
The game is hosted by professional live dealers, who ensure an immersive and authentic casino experience. Players can watch the dice rolls unfold in real time, adding to the thrill of the game.
With three distinct betting choices, BacBo caters to both risk-takers and cautious players. The Tie bet offers higher payouts, while Player and Banker bets provide steady odds.
Strategies for Playing BacBo
While BacBo is largely a game of chance, employing strategic approaches can enhance your overall experience and potentially increase your winnings:
Understand the Odds
Familiarize yourself with the odds and payouts of each bet type. While the Tie bet offers the highest reward, it also comes with the lowest probability. Balancing high-risk bets with safer options like Player or Banker can help manage your bankroll effectively.
Start Small
If you’re new to BacBo, begin with smaller bets to get a feel for the game’s dynamics. This strategy allows you to enjoy the game while minimizing potential losses.
Manage Your Bankroll
Set a clear budget before starting your gaming session and stick to it. Avoid chasing losses, as this can lead to poor decision-making. Responsible bankroll management is key to long-term success.
Observe Patterns
Although BacBo relies heavily on luck, observing patterns and streaks in outcomes can provide insights. For example, consecutive wins for Player or Banker might influence your betting decisions in subsequent rounds.
Perguntas Frequentes Sobre
Is BacBo available on mobile devices?
Yes, BacBo is fully optimized for mobile play. Whether you use a smartphone or tablet, you can enjoy a seamless gaming experience on the go.
What is the RTP for BacBo?
The Return to Player (RTP) varies by bet type:
Player and Banker: Approximately 98.87%
Tie: Approximately 95.52%
Can I play BacBo for free?
Some online casinos offer demo versions of BacBo, allowing players to practice and familiarize themselves with the game mechanics without wagering real money.
Are there bonuses for BacBo players?
Many online casinos provide bonuses and promotions for live dealer games like BacBo. Look out for deposit bonuses, cashback offers, or exclusive rewards tailored to this game.
Conclusion
BacBo is a stellar example of how traditional casino games can be reimagined for the modern online gaming audience. By combining the elegance of Baccarat with the unpredictability of dice rolls, BacBo delivers an engaging and fast-paced experience.
Whether you’re a seasoned gambler or a curious newcomer, this game has something to offer. Its simple rules, immersive live dealer interaction, and exciting payouts make BacBo a must-try for anyone looking to explore the ever-evolving world of online casino entertainment.
Hollywood parece enfrentar uma crise criativa no gênero musical. O que já foi motivo de orgulho na Era de Ouro agora é muitas vezes omitido do material de divulgação, já que o público tem demonstrado certa resistência a filmes com números musicais (e sim, o problema vem de antes de Coringa 2!). Ainda assim, felizmente, essas produções continuam a ser realizadas, mesmo que mascaradas. Adaptar Wicked, por exemplo, é uma tarefa monumental, comparável a trazer A Torre Negra para as telas e Game of Thrones para a TV.
O universo de Oz é incrivelmente rico em detalhes, e o filme precisa fazer jus a um clássico do cinema, a um livro best-seller e a um musical da Broadway aclamado — sem mencionar a responsabilidade de agradar a uma legião de fãs fiéis e exigentes.
Mesmo diante desse desafio, o projeto finalmente ganhou forma, resultando em um filme que – rufem os tambores! – beira a perfeição. E suas pequenas falhas são compensadas pelo evidente cuidado em criar algo à altura de seu legado. Para garantir que nenhum detalhe ficasse de fora e evitar desagradar o público, a história foi dividida em duas longas partes, cada uma com quase três horas de duração. O resultado? Uma adaptação cinematográfica de Wickedque, assim como sua origem no teatro, é um espetáculo deslumbrante e um clássico instantâneo.
Índice
Os acertos e erros de Wicked: Parte 1
Baseado no livro de Gregory Maguire, que por sua vez reimagina o universo de Oz sob a perspectiva da vilã de O Mágico de Oz— o icônico filme de 1939 que marcou a história do cinema —, Wicked: Parte 1explora com maestria a ambiguidade moral de seus personagens. Sem desconsiderar a trama do clássico, a obra subverte a mentalidade de sua época, trazendo questões muito mais profundas e relevantes para os dias de hoje.
Em vez de simplesmente julgar a bruxa, Wicked convida o público a refletir: e se a temida, verde e cruel Bruxa Má do Oeste não nasceu má, mas foi moldada pela crueldade, o bullying e a hipocrisia de uma sociedade conservadora? Mais do que suas grandiosas canções, compostas com excelência para a Broadway por Stephen Schwartz, Wicked é, essencialmente, uma narrativa sobre preconceito e sobre a zona cinzenta que existe entre o preto e branco que habita cada um de nós.
Elphaba, interpretada de forma arrebatadora por Cynthia Erivo (Harriet) — uma atriz negra cuja presença no papel traz ainda mais sentido do que a performance de Idina Menzel no teatro —, deixa de ser um mero símbolo do mal para se tornar o coração de uma narrativa doce e triste. A história acompanha a jovem bruxa em seus anos escolares, antes de Oz se transformar no que conhecemos e muito antes de sua trágica morte no filme de 1939, pelas mãos da jovem Dorothy Gale (Judy Garland).
Curiosamente, esta Parte 1 de Wicked começa exatamente onde o clássico dos anos 1930 termina, o que traz uma melancolia inevitável ao nos lembrar que a protagonista, por quem inevitavelmente nos afeiçoamos, já está condenada desde o início. O bem venceu — mas será que havia realmente um mal a ser derrotado, ou tudo não passava de hipocrisia?
Glinda, a Bruxa Boa, é retratada como enjoativamente carente e ávida por atenção, características que Ariana Grande (Não Olhe para Cima) interpreta com surpreendente brilhantismo. A cantora se revela uma estrela completa, entregando uma performance que surpreende por sua originalidade em relação ao material de base. Sua versão de Glinda é uma combinação irresistível de humor perverso e carisma, quase como uma Regina George saída de Meninas Malvadas. Cantando, dançando e encantando, Ariana transforma a bruxa cor-de-rosa em uma figura cativante e hilária. É impossível não se divertir com sua atuação.
Aqui, o papel do vilão clichê é desconstruído minuciosamente, revelando traumas e motivações que despertam empatia, mesmo que suas ações permaneçam questionáveis. Elphaba, assim, emerge como uma heroína trágica, carregando o peso de temas como aceitação e injustiça. Sua pele verde simboliza diretamente questões raciais, tanto no mundo fictício de Oz quanto no nosso.
O musical é uma montanha-russa emocional de deixar os fãs enlouquecidos, alternando momentos de dor e tragédia com instantes de pura beleza visual. Embora a paleta de cores seja mais neutra e lavada em comparação ao vibrante filme de 1939 — um detalhe lamentável —, o espetáculo compensa com números musicais cativantes e coreografias engenhosas que aproveitam ao máximo os cenários luxuosos e feitos, na maioria, com efeitos práticos.
Apesar de sua duração estendida, que ocasionalmente deixa o ritmo cair em função do cafona triângulo amoroso que surge, a direção criativa de Jon M. Chu (Podres de Ricos e Em um Bairro de Nova York) mantém a energia e a magia do universo de Oz sempre em alta. A escola de magia, com suas peculiaridades, remete a Hogwarts, mas Chu transforma a comparação em algo único com uma direção de câmera que nos imerge completamente nesse mundo mais artificial. Seu maior trunfo, no entanto, está na exploração emocional profunda da dupla protagonista e na dinâmica complexa de amizade, admiração, raiva e inveja entre elas.
Entre os pontos fracos, o CGI deixa e muito a desejar, com muitas cenas de computação gráfica quebrando a imersão da história, em contraste com os momentos em que os efeitos práticos são melhor aproveitados. A direção de fotografia também não impressiona, ficando aquém do esplendor da cenografia. Jeff Goldblum (Jurassic Park), sempre excêntrico, assume o papel do enigmático Mágico da Cidade das Esmeraldas. No entanto, sua performance, apesar de sugerir uma reviravolta prometida para a Parte 2, não se destaca.
O mesmo acontece com Michelle Yeoh (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo), cuja personagem, uma versão menos interessante de Minerva McGonagall, é bem interpretada, mas pouco desenvolvida. Suas nuances e motivações ficam em segundo plano, com a esperança de que ganhem mais profundidade na continuação, assim como a aguardada guerra contra os Animais falantes.
Muitas questões permanecem em aberto, e o filme faz grandes promessas para o futuro — uma escolha arriscada, já que cria expectativas que podem não ser atendidas. Sabemos desde o início do desfecho trágico de Elphaba, mas resta a dúvida: o que a Parte 2 pode oferecer de novo ou significativo diante do que já conhecemos? Só nos resta aguardar para descobrir se a continuação será capaz de reverter a tragédia ou, pelo menos, oferecer à protagonista o final digno que ela tanto merece.
Veredito
Wickedé uma daquelas histórias atemporais que atravessam gerações, sendo constantemente reinventada para refletir as nuances do rico universo de Oz. Assim como o aclamado musical da Broadway, o filme aprofunda temas como preconceito, injustiça e a responsabilidade coletiva da sociedade na criação de vilões.
Esse abismo emocional que a narrativa apresenta é impactante, sustentado de forma magistral pelo elenco estelar e pela direção cuidadosa. Os números musicais são vibrantes, e as performances de Cynthia Erivo e Ariana Grande são intensas e marcantes, que eleva Wicked: Parte 1 a uma experiência cinematográfica poderosa e inesquecível.
Porém, esta é apenas a Parte 1 de uma história maior, e resta acompanhar como a narrativa será concluída. Ainda que não tenha o brilho colorido e a magia artesanal do clássico de 1939, o filme encontra sua própria identidade e entrega um espetáculo visual deslumbrante que reacende a fé nos musicais de Hollywood. É impossível não se apegar a Elphaba, e agora só nos resta ansiar por muito mais desse universo fascinante.
O Paramount+ anunciou suas atrações para a CCXP24. O estúdio e streaming participará do evento com elencos de Dexter: Pecado Original, prólogo da popular série, e também do drama Yellowjackets.
Os fãs poderão conferir paineis dos dois conteúdos no sábado, dia 7 de dezembro, em horário ainda a ser definido. O painel de Dexter: Pecado Original terá astros como como PatrickGibson, que viverá o jovem Dexter, PatrickDempsey, SarahMichelleGellar, ChristianSlater e MollyBrow. Já o painel de Yellowjackets contará com SophieNélisse, JasminSavoyBrown, SophieTatcher, CourneyEaton e KevinAlves.
Sobre a CCXP24
Datas: de 5 de dezembro a 8 de dezembro de 2024. Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, 1,5KM – São Paulo/SP Venda de ingressos em 09 de Abril de 2024, às 12h (Horário de Brasília) Mais informações em: https://www.ccxp.com.br/ Solicitações comerciais podem ser enviadas para comercial@omeletecompany.com.
Horário de funcionamento do evento
Unlock CCXP (03 e 04/12/2024): horário a definir Spoiler Night (04/12/2024): das 18h às 21h [acesso restrito a convidados] Quinta-feira (05/12/2024): das 12h às 21h Sexta-feira (06/12/2024): das 12h às 21h Sábado (07/12/2024): das 11h às 21h Domingo (08/12/2024): das 11h às 20h
A CCXP anunciou que a edição deste ano terá um painel especialíssimo dedicado a O Auto da Compadecida 2. Para promover a comédia, os atores Selton Mello e Matheus Nachtergaele, que interpretam Chicó e João Grilo, estarão no evento.
O filme conta com o retorno de Selton Mello e Matheus Natchergaele como Chicó e João Grilo, respectivamente, e terá Taís Araújo como Nossa Senhora, substituindo Fernanda Montenegro que não pôde retornar para a sequência.
A trama começa 20 anos depois do original, e acontece durante uma eleição para prefeito na cidade, com Alinod (Eduardo Sterblitch) e Coronel Ernani (Humberto Martins) disputando a vaga.
O Auto da Compadecida 2 estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia de Natal, em 25 de dezembro de 2024.
Sobre a CCXP24
Datas: de 5 de dezembro a 8 de dezembro de 2024. Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, 1,5KM – São Paulo/SP Venda de ingressos em 09 de Abril de 2024, às 12h (Horário de Brasília) Mais informações em: https://www.ccxp.com.br/ Solicitações comerciais podem ser enviadas para comercial@omeletecompany.com.
Horário de funcionamento do evento
Unlock CCXP (03 e 04/12/2024): horário a definir Spoiler Night (04/12/2024): das 18h às 21h [acesso restrito a convidados] Quinta-feira (05/12/2024): das 12h às 21h Sexta-feira (06/12/2024): das 12h às 21h Sábado (07/12/2024): das 11h às 21h Domingo (08/12/2024): das 11h às 20h
Olha que demais! O filme Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa será exibido pela primeira vez na CCXP24. A exibição ocorre no dia 8 de dezembro, úiltima dia do evento, às 11h. O filme só estreia nos cinemas em 9 de janeiro de 2025.
Além disso, a exibição contará com um painel prévio com a presença do elenco, incluindo Isaac Amendoim (Chico Bento), Pedro Dantas (Zé Lelé), Anna Julia Dias (Rosinha), Guilherme Tavares (Zé da Roça), Davi Okabe (Hiro) e Lorena de Oliveira (Tábata). O diretor Fernando Fraiha e Marcos Saraiva, diretor-executivo da Mauricio de Sousa Produções, taambém estarão presentes.
Sobre a CCXP24
Datas: de 5 de dezembro a 8 de dezembro de 2024. Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, 1,5KM – São Paulo/SP Venda de ingressos em 09 de Abril de 2024, às 12h (Horário de Brasília) Mais informações em: https://www.ccxp.com.br/ Solicitações comerciais podem ser enviadas para comercial@omeletecompany.com.
Horário de funcionamento do evento
Unlock CCXP (03 e 04/12/2024): horário a definir Spoiler Night (04/12/2024): das 18h às 21h [acesso restrito a convidados] Quinta-feira (05/12/2024): das 12h às 21h Sexta-feira (06/12/2024): das 12h às 21h Sábado (07/12/2024): das 11h às 21h Domingo (08/12/2024): das 11h às 20h