Início Site Página 136

Destaque em premiações, ‘Ainda Estou Aqui’ volta ao pódio dos filmes mais vendidos na Ingresso.com

Com a vitória histórica de Fernanda Torres no Globo de Ouro, a conquista recente no renomado Festival de Palm Springs e a presença do filme na lista de pré-indicados ao Oscar 2025, “Ainda Estou Aqui“, drama dirigido por Walter Salles (‘Central do Brasil’) ganhou um novo fôlego nas telonas nacionais.

Em cartaz desde novembro do ano passado, o longa voltou a figurar entre os mais assistidos do Brasil. No acumulado dos últimos 7 dias, “Ainda Estou Aqui” esteve entre os três filmes mais vendidos no site e aplicativos da Ingresso.com. Em comparação à primeira semana de janeiro, antes de Fernanda Torres ser laureada como Melhor Atriz em Filme de Drama no Globo de Ouro, “Ainda Estou Aqui” apresentou um crescimento de mais de 600% na plataforma de venda de ingressos.

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

Sobre Ainda Estou Aqui

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice - cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas - é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país. 

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Crítica | Aqui – Conceito audacioso em drama existencialista

Às vezes, a linguagem é o elemento que define um filme e o torna único. Após explorar diversos gêneros e desafiar os limites do cinema moderno, Robert Zemeckis (Forrest Gump, De Volta Para o Futuro) se aventura por um terreno quase inexplorado, criando um filme sem a principal matéria-prima do cinema: o movimento. De um lado, o drama Aqui (Here) é uma obra profundamente engenhosa, que desafia convenções do início ao fim. Por outro, pode ser vista como um exercício existencialista que perde o fôlego muito cedo.

Com uma câmera imóvel e um quadro estático posicionado em um canto de sala, o filme acompanha a trajetória de uma família ao longo de quase um século. Ainda assim, vai além, conectando o presente aos primórdios da humanidade para transmitir uma ideia poderosa: cada ambiente carrega as vozes e memórias de tudo e todos que um dia ali existiram. Poético e reflexivo, a produção flerta com a profundidade, mas corre o risco de se tornar extensa demais para muitos espectadores.

Os acertos e erros de Aqui

Assistir a Aqui é uma experiência assustadoramente peculiar, marcada pela sensação de estar diante de algo quase único, embora não completamente inovador — afinal, filmes como A Ghost Story já exploraram técnicas não-lineares semelhantes. No entanto, o que diferencia esta obra é sua capacidade de evocar a ternura e o afeto de folhear um álbum de fotografias de família. Essa conexão emocional, mesmo que sutil, é reforçada pela inspiração na graphic novel homônima de Richard McGuire, onde o conceito funciona com ainda mais precisão.

Apesar de seu formato estático, o filme cativa ao nos convidar a explorar cada detalhe do quadro fixo (aqui, o que se move são nossos olhos pela tela!), enquanto as mudanças no tempo revelam como a casa absorve e reflete as transformações ao longo dos anos. Embora o roteiro insista em um sentimentalismo que nem sempre convence, a técnica visual cumpre seu papel com maestria, prendendo nossa atenção como um peixe fisgado pelo anzol.

E então entra em cena a horrenda inteligência artificial para rejuvenescer Tom Hanks e Robin Wright, aliás, marcando o primeiro reencontro da dupla em 30 anos desde Forrest Gump. Apesar da dose de nostalgia ser saborosa e a química boa, o resultado técnico deixa a desejar, flertando perigosamente com o vale da estranheza (com olhos sem vida!). Talvez o uso de maquiagem e próteses tivesse alcançado um resultado mais convincente. Enquanto a montagem e edição do filme impressionam pela sagacidade, as atuações acabam aquém do esperado, com uma entrega que soa excessivamente ensaiada e teatral.

O distanciamento da câmera, tal como nos primórdios do cinema com Georges Méliès, elimina a possibilidade do emotivo close-up, privando o público das nuances emocionais que poderiam gerar maior conexão com esses personagens rasos. Tudo é muito óbvio e previsível. Zemeckis sabe brincar com a câmera e com o tempo como poucos de sua geração e faz um truque divertido, junto com o diretor de fotografia Don Burgess, mas sofrido para realmente comover como alguns de seus ótimos filmes anteriores.

Veredito

O filme explora com sensibilidade as alegrias e angústias da vida, a saudade e os encontros fortuitos do destino, tudo com leveza e acessibilidade. Aqui impressiona mais pelo impacto técnico do que pela força narrativa, mas ainda assim se destaca como uma obra engenhosa e criativa de um cineasta que não teme subverter as convenções para evitar a mesmice, como muitos andam fazendo por aí.

O conceito é brilhante, mas acaba preso em uma trama previsível, com um elenco que entrega atuações superficiais. Mesmo assim, o passeio ao cinema vale a pena pelo experimento audacioso que Robert Zemeckis propõe, provando mais uma vez seu talento em brincar com as possibilidades na tela grande no auge dos seus 70 anos.

Nota: 7/10

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Moana 2 bate recordes de bilheteria na América Latina

O ano começa com um novo marco na indústria cinematográfica na América Latina: MOANA 2 se torna o filme #1 do Walt Disney Animation Studios, com uma bilheteria acumulada de 100 milhões de dólares até o momento e 26 milhões de espectadores alcançados na região.

No cenário global, até 31 de dezembro de 2024, MOANA 2 superou 906 milhões de dólares em bilheteria e se consolidou como:

  • quarto lançamento mais bem-sucedido de 2024.
  • lançamento de 5 dias mais lucrativo da história do cinema.
  • final de semana de estreia animada mais bem-sucedido já registrado.
  • maior lançamento da história do Walt Disney Animation Studios.
  • Além disso, o filme obteve: classificação A- no CinemaScore; 62% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes; 86% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Sobre Moana 2

Moana 2 marca o reencontro de Moana e Maui três anos depois para uma nova grande aventura ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. 

Após receber um chamado inesperado de seus ancestrais, Moana deve navegar para os mares distantes da Oceania e águas perigosas, em uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou. 

Com direção de David Derrick Jr.Jason Hand e Dana Ledoux Miller, e produção de Christina Chen e Yvett MerinoMoana 2 apresenta músicas das vencedoras doGrammy® Abigail Barlow e Emily Bear, do indicado ao Grammy® Opetaia Foaʻi, e do três vezes vencedor do Grammy®Mark Mancina.

MOANA 2 está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Como Jogar Crash Games de Forma Eficiente

Os crash games, como o popular jogo aviator, estão ganhando destaque nos cassinos online do Brasil por sua simplicidade e emoção. Apesar de serem jogos baseados na sorte, é possível aplicar algumas estratégias para jogar de forma mais eficiente e aproveitar ao máximo essa modalidade. Confira dicas essenciais para melhorar sua experiência e suas chances de sucesso.

1. Entenda como funciona o crash game

Nos crash games, os jogadores fazem apostas enquanto observam um multiplicador que aumenta progressivamente. O objetivo é retirar a aposta antes que o multiplicador “trave”, garantindo assim o lucro baseado no valor retirado.

No entanto, se o crash ocorrer antes do saque, o jogador perde sua aposta. Essa mecânica simples, mas cheia de adrenalina, exige atenção e decisões rápidas, tornando o jogo empolgante e desafiador.

2. Defina um orçamento e siga à risca

A primeira regra para jogar crash games de forma eficiente é definir um orçamento. Determine quanto você está disposto a gastar e nunca ultrapasse esse valor. Essa abordagem ajuda a evitar perdas significativas e garante que o jogo permaneça uma forma de entretenimento.

Dividir o orçamento em apostas menores também é uma estratégia inteligente, permitindo mais rodadas e aumentando as chances de aproveitar o jogo sem grandes riscos.

3. Use estratégias de apostas

Embora o fator sorte seja predominante nos crash games, aplicar estratégias pode ajudar a otimizar suas apostas. Algumas das estratégias mais comuns incluem:

  • Apostas em multiplicadores baixos: Retirar a aposta em multiplicadores menores reduz o risco de perder, garantindo ganhos mais frequentes.
  • Apostas paralelas: Dividir o valor apostado em duas apostas simultâneas permite equilibrar risco e recompensa. Por exemplo, uma aposta pode ser retirada cedo, enquanto a outra é mantida para tentar um multiplicador maior.
  • Histórico do jogo: Muitos crash games, como o jogo aviator, mostram o histórico recente de multiplicadores. Use essas informações para identificar padrões e ajustar sua estratégia.

4. Escolha plataformas confiáveis

Para jogar com segurança e eficiência, é essencial escolher cassinos online confiáveis. Procure plataformas licenciadas e com boas avaliações, que ofereçam suporte ao cliente em português e métodos de pagamento adequados para o público brasileiro.

O jogo aviator, por exemplo, está disponível em diversas plataformas respeitáveis, garantindo uma experiência fluida e justa para todos os jogadores.

Os crash games combinam simplicidade e emoção, e com as estratégias certas, você pode melhorar sua eficiência e aproveitar ainda mais cada rodada. Lembre-se sempre de jogar com responsabilidade e manter o foco na diversão.

Publicidade

Crítica | Babygirl – Nicole Kidman vai ao clímax em filme que fica na preliminar

O uso do sexo no cinema continua sendo tema de discussões calorosas, especialmente diante da resistência da nova geração a esse recurso como parte da narrativa. Enquanto algumas produções utilizam cenas de sexo para preencher lacunas em roteiros vazios, outras conseguem usá-las para construir atmosferas que ampliam o impacto da obra. Babygirl, ousado projeto de Nicole Kidman (que se aproxima de seus 60 anos!) e que chega ao Brasil pela Diamond Films, é um exemplo dessa segunda (e fantástica!) abordagem.

Dirigido pela cineasta holandesa Halina Reijn, o filme explora a manipulação sexual como um instrumento de poder e transforma o constrangimento humano em uma crítica social pungente. Aqui, o problema não é a presença do sexo, mas sim a incapacidade de muitas produções de mergulharem a fundo nos tabus que pretendem abordar. Tudo é soft e o pé está sempre no freio, quando o que se pede é sem limites.

Apesar das atuações brilhantes do elenco, Babygirl se esforça para evocar uma sensualidade convincente – algo que, por exemplo, o recente Queer, com Daniel Craig, executa de forma impecável e muito melhor. Curiosamente, a ausência de nudez, comum a ambas as obras, não é o problema para conjurar o tesão. A dificuldade está na construção do clima.

Os acertos e erros de Babygirl

Em Babygirl, o sexo é retratado como submissão e fetichismo, centrando-se em uma mulher madura, Romy (vivida por Kidman), CEO de uma grande companhia e poderosa, mas insatisfeita sexualmente, que se envolve com um jovem estagiário ambicioso e marrento que flerta com alpinismo social. Apesar de contar com uma base narrativa intrinsecamente erótica e repleta de possibilidades picantes, o roteiro acaba tropeçando exatamente no que pretende criticar: a moralidade e a necessidade de preservar convenções tradicionais, ou seja, o sentimento de culpa.

O desejo de Romy, válido e feroz, é tratado como algo sombrio e inaceitável, mesmo para ela própria. No entanto, a submissão sexual, quando bem explorada, nada tem a ver com moralidade ou comportamento cotidiano – trata-se de um espaço seguro puramente ligado ao desejo carnal. Infelizmente, Babygirl se prende à ideia de que esse desejo é pervertido demais para ser verdadeiramente libertador.

A principal diferença entre Babygirl e obras eróticas horrendas como Cinquenta Tons de Cinza e 365 Dias é o selo da A24 e, claro, a performance radiante de Nicole Kidman em um papel forte, denso e emocionalmente desgastante. Embora não seja o ponto alto de sua carreira, a interpretação de Kidman adiciona peso a uma crítica social urgente: o descarte de mulheres acima de 50 anos em Hollywood. Kidman brilha ao exibir sua sexualidade e naturalidade com o texto, tornando o filme magnético e intrigante, algo que diferencia Babygirl das produções mencionadas.

Ainda assim, essas obras compartilham a promessa de profundidade que nunca chega a ser totalmente entregue, evitando a explicitude de seus temas. Na realidade, muitas vezes, a nudez gratuita serve mais como distração do que como um recurso narrativo, mascarando lacunas criativas nos roteiros. É graças à entrega de Kidman que Babygirl transcende essa armadilha e consegue oferecer algo mais genuíno.

Mas a história em si, o desenrolar da trama, nada é tão especial quanto aparenta. Harris Dickinson é um ótimo ator e sexy por natureza, mas há uma camada fria na sua performance que nem mesmo Kidman consegue derreter. Afinal, é difícil ser mais tentador que Antonio Banderas, que vive o marido “soca fofo” da protagonista.

Claro que o roteiro de Babygirl demonstra um domínio impressionante ao explorar a dinâmica de poder que permeia tanto empresas quanto lares, revelando o desejo que surge dessa tensão entre controlar e ser controlado – uma dinâmica frequentemente entrelaçada com dinheiro e status.

Romy confessa sentir desejos “diferentes” desde a infância e está disposta a desafiar sua família tradicional para vivê-los, embora carregue o peso da culpa que a acompanha. Enquanto sua fome parece insaciável, a diretora Halina Reijn adota um controle cuidadoso, preferindo a sutileza à explicitude, evitando com elegância o olhar masculino que poderia transformar o filme em um fetiche barato (como tantos!) – e, ironicamente, mais palatável para o público machista.

O resultado é uma narrativa que sim, celebra o poder e a autonomia feminina, apresentando uma personagem que reivindica seus instintos mais primordiais por pura satisfação pessoal, sem desculpas. É raro (e revigorante!) testemunhar uma obra cinematográfica onde uma mulher é plenamente dona de seu desejo, navegando por territórios carnais com uma coragem que transcende tabus e desafia convenções – tal como vemos no recente Anora, também um dos destaques do ano.

Veredito

Em uma Hollywood ainda fortemente dominada por homens brancos e velhos, Babygirl surge como um raro e ousado milagre narrativo, subvertendo dinâmicas de poder e explorando a história de uma mulher madura em busca de satisfação, vista como imoral sob o olhar tradicional sobre sexo. Aqui, sexo é retratado em sua essência mais selvagem, humana e carnal, a perversão que guardamos dentro de nós.

Nicole Kidman entrega uma atuação magnética, alcançando o ápice de sua capacidade e mais uma vez reafirmando seu talento – que deve estar no Oscar 2025. No entanto, o filme não acompanha a intensidade que promete. Embora se venda como sexy e provocador, falta coragem para mergulhar na transgressão e na libertação que sua premissa sugere.

A trilha sonora constante cria uma atmosfera sensual e erótica bastante envolvente, mas o roteiro hesita em explorar com profundidade o poder e a perversão de sua protagonista. Kidman é um deleite de assistir, mas Babygirl, no fim das contas, não vai além das preliminares.

Nota: 7/10

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Round 6 | Cho Hyun-ju, a jogadora 120, é uma mulher trans? Quem é o ator que interpreta a personagem? Entenda

Embora seja verdade que a segunda temporada de ‘Round 6‘ da Netflix teve a tarefa quase impossível de pelo menos igualar o sucesso mundial de sua parcela inicial, ela realmente conseguiu superar as expectativas. Isso porque ela compreende a mistura perfeita do antigo e do novo para apoiar o antigo vencedor Seong Gi-Hun (Jogador 456) enquanto ele tenta derrubar toda a competição de sobrevivência de 6 dias para sempre. Mal sabia ele que acabaria participando dos jogos novamente!

Cho Hyun-ju caiu em dívidas paralisantes por causa de sua verdade

Como Hyun-ju nasceu e foi criada por uma família atenciosa no coração da sociedade, ela teve o apoio total deles quando decidiu se juntar ao Comando de Guerra Especial do Exército da República da Coreia. Na verdade, como ela provou sua coragem, ela foi promovida ao posto de sargento nesta unidade militar, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ela finalmente escolheu compartilhar sua verdade com o mundo. No momento em que ela se assumiu como uma mulher transgênero e expressou que desejava fazer a transição completa antes de seguir em frente com sua vida, ela foi essencialmente, infelizmente, cortada da sociedade.

De acordo com os próprios relatos de Hyun-ju, quando ela saiu, sua mãe chorou, seu pai parou de falar com ela completamente, e ela foi até mesmo demitida de seu trabalho no exército sem nenhuma compensação. No entanto, ela corajosamente continuou no caminho em que estava, sem saber que suas despesas diárias, cirurgia de ponta, bem como outros custos médicos, a deixariam em uma dívida incapacitante de mais de ₩ 330 milhões. Portanto, ela entrou no Jogo da Lula para pagar essas dívidas e ganhar dinheiro suficiente para se mudar para a Tailândia, onde espera completar sua transição e se estabelecer para sempre. Afinal, não é segredo que há uma enorme comunidade solidária de pessoas como ela na Terra dos Sorrisos.

A escalação para viver Cho Hyun-ju é diferente do esperado

Embora muitos fãs esperassem compreensivelmente que a personagem de Cho Hyun-ju fosse interpretada por uma atriz transgênero, ela foi interpretada por um homem cis e supostamente heterossexual, o ator Park Sung-hoon. De acordo com relatos, ele deu início à sua carreira no teatro sob a companhia Route 21 antes de conseguir alguns papéis inovadores na televisão, o que realmente o ajudou a expandir suas asas. Na verdade, antes de ‘Round 6’, ele era mais conhecido por sua aparição em ‘My Only One’ (2018-2019), bem como por sua liderança vilã em programas como ‘The Glory’ (2018-2019) e ‘Queen of Tears’ (2024).

Portanto, quando Sung-hoon foi anunciado como Cho Hyun-ju no original da Netflix, houve uma reação significativa de fãs em todo o mundo sobre a escalação não ser autêntica ou inclusiva. No entanto, sem nem mesmo comentar o assunto diretamente, ele logo conseguiu ganhar confiança simplesmente falando da personagem de Cho Hyun-ju de uma maneira muito cuidadosa e tridimensional. Ele realmente entendeu que precisava expressar a dor de Hyun-ju por suas perdas, sua força contra a adversidade e sua esperança por um futuro melhor sem ser explícito, e ele fez isso perfeitamente bem.

O criador de Round 6 apoiou a decisão do elenco

De acordo com uma entrevista recente com o criador e diretor Hwang Dong-hyuk pelo TV Guide, ele sabia desde o início que haveria um problema quando Park Sung-hoo fosse anunciado como Cho Hyun-ju. No entanto, ele foi em frente de qualquer maneira porque era quase impossível para ele escalar autenticamente para o personagem transgênero devido ao fato de que a comunidade LGBTQ+ na Coreia infelizmente ainda não tem apoio. Portanto, não há muitos profissionais abertamente queer na indústria do entretenimento lá, então ele não poderia ter o tipo de elenco inclusivo que ele queria e sabia que seria o ideal.

“No começo, estávamos fazendo nossa pesquisa, e eu estava pensando em fazer um casting autêntico de uma atriz trans”, disse Hwang Dong-hyuk com franqueza. “Quando pesquisamos na Coreia, não havia quase nenhum ator abertamente trans, muito menos abertamente gay, porque infelizmente, na sociedade coreana atualmente, a comunidade LGBTQ ainda é marginalizada e mais negligenciada, o que é de partir o coração. Era quase impossível encontrar alguém que pudéssemos escalar autenticamente.”

Portanto, com o preconceito da nação contra aqueles na comunidade LGBTQ+, mesmo que houvesse tais profissionais, eles provavelmente estavam com muito medo de se apresentar tão publicamente de uma só vez. Então, Dong-hyuk ficou essencialmente sem escolha a não ser escalar um indivíduo cis, entre os quais ele escolheu Park Sung-hoo, já que ele estava assistindo “seu trabalho desde sua estreia e tinha total confiança nele de que ele seria a pessoa certa em termos de talento para retratar esse personagem”. Ele estava certo.

Leia também: Round 6 | O que acontece com Seong Gi-hun? Entenda o final da 2ª temporada


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Round 6 | O que acontece com Seong Gi-hun? Entenda o final da 2ª temporada

A série dramática coreana da Netflix, ‘Round 6‘, traz uma segunda temporada emocionante que aumenta as apostas dez vezes em comparação aos eventos da temporada anterior. Ela continua de onde a primeira temporada parou, com Seong Gi-hun jurando encontrar as pessoas por trás dos jogos e fazê-las pagar pelo que fizeram a pessoas inocentes, tudo para entreter um grupo de pessoas ricas que não atribuem valor à vida humana. A segunda temporada dá um salto temporal de dois anos, onde vemos Gi-hun tão dedicado à tarefa que construiu toda a sua vida em torno dela. O primeiro passo é encontrar o Recrutador, o que o leva a uma espiral que termina em mais derramamento de sangue do que ele queria.

Na mesma época, sem o conhecimento de Gi-hun, o policial Hwang Jun-ho estava ocupado tentando encontrar a ilha onde os jogos acontecem. A última vez que ele esteve lá, ele viu seu irmão, In-ho, que é revelado como o Front Man, comandando toda a operação. As coisas são colocadas em um caminho rápido quando Gi-hun e Jun-ho unem forças, mas mesmo assim, eles têm muitos problemas com os quais precisam lidar. Quando seu plano inicial de capturar o Front Man dá errado, Gi-hun decide voltar para os jogos. Ele tem um chip instalado em um de seus dentes para que ele possa ser rastreado por In-ho e a equipe que será capaz de encontrar a ilha dessa forma. Mas assim que ele entra no primeiro jogo, ele percebe que o chip se foi, o que significa que ele está sozinho.

Quando In-ho e a equipe descobrem que o chip foi removido, eles são deixados por conta própria para encontrar a ilha. In-ho tenta envolver os policiais, mas sem sucesso. Ainda assim, ele tem Woo-seok e sua equipe de soldados altamente treinados para ajudá-lo desta vez, e eles fazem alguns avanços importantes. Enquanto isso, os jogos continuam, e apesar dos melhores esforços de Gi-hun, as coisas pioram a cada jogo. No episódio final, seu desejo de lutar é posto à prova, pois, um após o outro, uma reviravolta chocante de eventos ameaça desvendar tudo.

ALERTA DE SPOILERS!

Por que o Front Man se torna o Jogador 001?

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Em seus sete episódios, a segunda temporada de Round 6 traz muitas reviravoltas, mas uma das reviravoltas mais importantes é revelada no final do episódio 3, quando descobrimos que In-ho, também conhecido como Front Man, também conhecido como irmão de Jun-ho, entrou no jogo como jogador 001. A última vez que vimos tal reviravolta foi na primeira temporada, quando o jogador 001, Oh Il-nam, foi revelado como o homem que organizou os jogos. Considerando como foi da última vez, talvez Gi-hun devesse ter desconfiado do Jogador 001 dessa vez também, mas ele estava muito tenso procurando a coisa que estava bem na sua frente. A chegada de In-ho como jogador é uma surpresa, mas não é totalmente inesperada. Considerando quantos problemas Gi-hun criou enquanto procurava o Front Man nos últimos dois anos, faz sentido que o Front Man queira ficar de olho nele.

In-ho assume a capa de ser um dos jogadores por vários motivos. O primeiro é entender Gi-hun e por que ele escolheu voltar quando tinha todo o dinheiro do mundo e poderia ter passado o resto da vida com conforto, sem nunca mais ter que pensar nos jogos. Esta é a primeira vez que um vencedor se preocupou em vingar os jogadores mortos e fez um esforço consciente para parar os jogos de uma vez por todas, e isso é fascinante para In-ho. Em segundo lugar, ele quer saber exatamente o que Gi-hun tem em mente quando se trata de parar os jogos. Ele quer estar ciente das coisas que o Jogador 456 pode ter colocado em movimento fora do conhecimento de In-ho, embora, pelo que parece, nada pareça ter escapado ao conhecimento do Front Man.

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Acima de tudo, o trabalho de In-ho é deixar os jogos continuarem sem problemas e mantê-los o mais interessantes possível. Ele faz isso em várias ocasiões. Por exemplo, na primeira vez que a votação é feita, é o voto de In-ho que garante que os Xs percam e todos os jogadores continuem para o segundo turno. Em outra votação decisiva, que acontece após o terceiro jogo, ele garante um empate porque sabe que isso agravaria a situação entre os Xs e Os, o que não apenas tornaria os jogos mais interessantes, mas também forçaria a mão de Gi-hun. Seu plano funciona quando, após o banho de sangue entre as duas partes, Gi-hun decide assumir o controle da situação atacando os guardas e encenando uma rebelião. Saber exatamente o que vai acontecer torna mais fácil para o Front Man assumir o controle na hora certa e esmagar a coisa toda.

Jung-bae está morto? Por que o líder não mata Gi-hun?

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Muitas coisas dão errado com a rebelião de Gi-hun ao mesmo tempo. Para começar, ele não tem ideia de que o Front Man que ele está procurando está bem na sua frente o tempo todo. Em segundo lugar, ele não leva em consideração a parte sobre ficar sem munição e os pés frios que as pessoas em sua equipe podem sofrer. Isso, e muita má administração, custam a ele a rebelião, e tudo termina tão rápido quanto começou. In-ho aproveita o momento e mata os rebeldes, finge sua própria morte e então volta para sua roupa de Front Man para confrontar Gi-hun, que está tentando manter a frente com seu melhor amigo, Jung-bae. A essa altura, a munição deles acabou, e a dupla é forçada a se render.

A mesma coisa acontece com o resto do time, onde Dae-ho e Hyun-ju são os únicos que sobrevivem, enquanto o resto é morto. Quando Gi-hun e Jung-bae se rendem, eles acreditam que serão poupados e enviados de volta ao salão principal para continuar o jogo, mas esse não era o objetivo de permitir que a rebelião fosse tão longe. O trabalho do Front Man era frustrar qualquer façanha que Gi-hun fosse fazer, mas mais do que isso, era mostrar ao ex-vencedor dos jogos que ele continua tão insignificante quanto era quando começou a jogar. Seu status de vencedor não lhe dá nenhum privilégio especial, e ele terá que enfrentar as consequências de suas ações.

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Para ensinar a Gi-hun uma lição que ele nunca esquecerá, o Front Man decide poupá-lo enquanto mata seu melhor amigo, Jung-bae. In-ho sabe que a razão pela qual Gi-hun voltou é porque ele é assombrado pelas mortes de todas as pessoas que jogaram ao lado dele na primeira vez. Portanto, ter o sangue de outro inocente, que também é um de seus amigos mais próximos, é a maneira mais eficaz de mostrar a Gi-hun que ele não pode vencer esta luta. Os poderes contra os quais ele está lutando são muito fortes. Tudo o que seu teatro fará é custar a vida das pessoas que ele ama, nada mais. A morte de Jung-bae deve quebrar a determinação de Gi-hun de uma vez por todas para que ele possa parar sua busca, que já dura os últimos dois anos. Claro, o que o Front Man não percebe é que perder seu amigo só vai alimentar o fogo de Gi-hun, e ele não descansará até que tenha destruído tudo.

Por que o Capitão Park mata o Soldado? Por que ele trai Jun-ho?

Nenhum personagem em ‘Round 6’ está sem um propósito, e isso fica claro no final da 2ª temporada, onde descobrimos que um personagem aparentemente menor tem jogado seu próprio jogo até agora. O Capitão Park é apresentado no início da segunda temporada. Ele é dono de um barco e por acaso é o cara que encontrou Jun-ho depois que ele foi abatido por seu irmão, In-ho, no final da 1ª temporada. O Capitão afirma que encontrou Jun-ho flutuando na água e que estava tão longe de qualquer ilha que era difícil para ele descobrir de qual ilha Jun-ho tinha vindo. De qualquer forma, ele salvou a vida do policial, e eles até se tornaram amigos. O Capitão e Jun-ho ficaram tão apegados que quando Jun-ho decidiu voltar para o mar e procurar a ilha, ele confiou a tarefa ao Capitão. Ele nem mesmo deixou seus superiores saberem que ele ainda estava investigando os jogos.

No início, o Capitão se apresenta como alguém que não acredita nas histórias de Jun-ho sobre os jogos ilegais onde as pessoas jogam por uma grande quantia de dinheiro enquanto arriscam suas vidas. Enquanto ele leva Jun-ho para o oceano, ele não acha que realmente exista tal ilha, e ele só se entrega às teorias do jovem porque gosta dele. Por dois anos, a dupla sai para o oceano, mas eles sempre retornam de mãos vazias. A razão para isso é revelada no final da 2ª temporada, onde descobrimos que o Capitão tem sabotado ativamente a busca de Jun-ho. Isso é revelado quando um dos homens da equipe do policial o encontra mexendo no drone que eles usam para examinar diferentes ilhas. Quando o homem o confronta sobre isso, o Capitão o mata e o joga ao mar.

A revelação sobre o Capitão é interessante, mas não totalmente inesperada. O personagem começa como uma pessoa inócua, mas lentamente, seu comportamento mostra sinais de que ele sabe mais do que deixa transparecer. Além disso, quando a equipe de Jun-ho enfrenta uma emboscada em uma das ilhas, ele imagina que alguém os está denunciando aos organizadores dos jogos. Ele acha que pode ser por causa de algum lapso na segurança de seus canais de comunicação, mas não para pra questionar a lealdade dos homens ao seu redor, especialmente o Capitão, principalmente porque ele deve a vida ao homem.

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

A verdade sobre a lealdade do Capitão coloca várias coisas em perspectiva, incluindo o motivo pelo qual Jun-ho não conseguiu encontrar a ilha depois de dois anos de busca contínua. Primeiro de tudo, o Capitão encontrar Jun-ho no oceano no final da 1ª Temporada não foi aleatório. Jun-ho foi baleado por seu irmão, In-ho, que atirou nele propositalmente em um lugar que pode parecer fatal, mas não é. Isso mostra que In-ho não quer que seu irmão morra. Então, quando Jun-ho cai do penhasco e no oceano, faz sentido que In-ho envie alguém para procurá-lo e garantir que ele sobreviva. É aqui que o Capitão entra.

In-ho sabe que por ter chegado tão perto dele, seu irmão mais novo ficará ainda mais inflexível em encontrá-lo novamente. Ele não pode impedir Jun-ho de continuar a busca, então ele coloca o Capitão na tarefa de monitorar suas ações para que Jun-ho sempre permaneça longe de encontrar a ilha e os jogos, e, portanto, não chegue nem perto de qualquer problema. Isso funciona por dois anos inteiros até Jun-ho encontrar Seong Gi-hun, e sua busca toma uma direção completamente diferente. Mesmo assim, o Capitão está envolvido no plano, o que lhe dá muita agência para interferir na busca. Ele sabota seus esforços, mas apesar de ter sido discreto todo esse tempo, ele desliza quando um dos homens de Jun-ho o encontra com o drone. Ainda assim, as coisas estão no controle do Capitão, e permanecerão assim até que Jun-ho tome conhecimento de sua traição. Até agora, o traidor cobriu seus rastros bem o suficiente para não convidar nenhum problema.

Por que Gi-hun decide não intervir na luta entre Xs e Os?

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

A razão pela qual Gi-hun decide voltar ao jogo é porque ele quer chegar à raiz do problema. Ele quer encontrar o Front Man e, através dele, as pessoas ricas que estão por trás da criação dos jogos desumanos. Ele tenta o seu melhor para tirar as pessoas do jogo confiando nos votos, mas no final, ele é forçado a tomar uma decisão difícil quando a oportunidade se apresenta. Quando a última votação termina empatada, Gi-hun percebe que o momento da violência está próximo. Fica ainda mais evidente quando ele descobre que os jogadores receberam garfos com sua comida, o que os torna uma arma muito eficiente em uma luta. Com certeza, uma briga começa no banheiro masculino, e várias pessoas morrem lá. Isso serve como prelúdio para algo que Gi-hun temia desde o primeiro dia. Agora que os Os não têm tantos votos restantes, eles tentarão matar os Xs para obter o próximo voto a seu favor. Todo mundo sabe disso, e alguns Xs querem se preparar para isso, mas Gi-hun tem outros planos.

Por sua experiência anterior, Gi-hun sabe que quando uma luta dessas acontece, os organizadores deixam que ela siga seu curso, e somente depois que muito derramamento de sangue acontece é que eles enviam a cavalaria para controlar a situação. Esta é a única oportunidade que ele e seu grupo terão de dominar os guardas, pegar suas armas e encontrar o caminho para a seção de gerenciamento, onde certamente encontrarão o Front Man. Para isso, Gi-hun e sua equipe precisam sobreviver à luta entre os Os e os Xs, mas em vez de ajudar seu lado, eles devem tomar a difícil decisão de se esconder e não fazer nada. Se eles não sobreviverem à luta, eles não serão capazes de atacar os guardas e encenar uma rebelião, e tudo até agora terá sido desperdiçado. Então, mesmo que os inocentes sejam massacrados na frente dele, ele tem que fazer a difícil escolha de ficar parado porque a coisa real começa quando os guardas entram.

Por que Dae-ho não pega munição?

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Uma coisa é pensar em se rebelar e outra completamente diferente é realmente fazê-lo. Como Gi-hun já passou pela farsa dos jogos e está esperando por esse momento há muito tempo, ele não precisa pensar duas vezes antes de colocar sua vida em risco e tomar a decisão ousada de atacar os guardas e as pessoas nos bastidores. Para muitas outras pessoas, mesmo aquelas que apoiam Gi-hun, não é uma decisão fácil pegar em armas e piorar significativamente suas chances quando poderiam arriscar na próxima votação ou no próximo jogo. Então, quando solicitado a se esconder e não participar do banho de sangue entre os Os e os Xs, muitas pessoas seguem seu conselho, mas quando chega a hora de segui-lo para a batalha, várias pessoas optam por ficar para trás. Considerando como as coisas vão, talvez Dae-ho devesse ter sido uma dessas pessoas.

O jovem é apresentado logo após o primeiro jogo, onde se junta ao grupo de Gi-hun, especialmente depois de descobrir que ele é um ex-vencedor. Dae-ho também revela que é um fuzileiro naval, o que lhe rende muitos pontos de brownie com Jung-bae, que também serviu no exército. Considerando seu passado, alguém poderia imaginar que Dae-ho se sairia bem na rebelião. No entanto, ao pousar no calor da ação, a inexperiência de Dae-ho com a guerra vem à tona. Acontece que ou ele exagerou seu tempo nos fuzileiros navais, ou ele serviu, mas nunca chegou a ver nenhuma ação ou recebeu qualquer treinamento adequado para prepará-lo para tudo isso. Isso contrasta fortemente com Hyun-ju, que estava nas forças especiais e não hesita em assumir o comando da rebelião.

Considerando que eles eram apenas um punhado, para começar, ninguém esperava que a rebelião fosse bem. Gi-hun foi movido por seu desejo de vingança, e é por isso que ele não pensou bem nas coisas. Como esperado, as coisas vão para o sul muito facilmente, especialmente considerando que o Front Man estava envolvido em tudo desde o começo. Ele deixou sua máscara e se juntou aos participantes para se aproximar de Gi-hun e descobrir o que ele estava planejando fazer. Ele sempre esteve um passo à frente, e Gi-hun não levou esse ponto em consideração ao decidir lançar uma guerra total contra os organizadores do jogo.

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Um grande obstáculo no plano acontece quando os rebeldes ficam sem munição. Eles tinham tomado as armas dos soldados que foram enviados para acabar com a briga entre os jogadores, mas ninguém pensou duas vezes sobre a possibilidade de ficar sem munição e ficar basicamente preso no meio da briga. Para seu crédito, Gi-hun descobre que os guardas têm munição extra nos bolsos e ele repassa essa informação para o resto do grupo. Dae-ho se oferece para voltar ao salão principal e pegar a munição dos bolsos dos soldados mortos. Mesmo assim, parece uma má decisão deixá-lo ter essa responsabilidade. Durante a luta, ele perde completamente os nervos e desperdiça sua munição atirando às cegas; até mesmo os civis lutando ao lado dele sabem melhor do que isso. Ele fica tão assustado que quando a parte sobre conseguir munição é abordada, ele vê isso como uma chance de fugir de todas as balas voando ao redor e para a segurança.

Não é que Dae-ho nunca tenha pretendido voltar com a munição. Ele só queria uma pausa e pensou que não estava sendo muito útil na linha de frente, então talvez ele devesse fazer isso para ajudar o time. Seu nervosismo é aparente o caminho todo, mesmo quando ele volta pela seção onde não há mais soldados. Ele reúne toda a munição com a ajuda de outros jogadores, mas quando chega a hora de voltar, ele é parado em seu caminho pelo som das balas, que não sinalizam nada além de morte para ele. Ele está tão paralisado pelo medo que se esquece completamente das pessoas que estão contando com ele, esperando que ele chegue com a munição que lhes daria uma melhor chance de lutar. Em vez disso, Dae-ho se resigna à covardia e se esconde enquanto o resto dos jogadores o observam confusos.

Hyun-ju ataca os soldados?

Crédito da imagem: No Ju-han/Netflix

Quando Dae-ho não retorna com a munição, os outros começam a se perguntar o que o está segurando. Hyun-ju decide encontrá-lo, acreditando que ele pode ter sido pego pelos guardas. Mas quando ela volta para o salão principal, ela o encontra encolhido em um canto. Ela fica chocada com o comportamento dele, embora não totalmente surpresa. De qualquer forma, ela sabe que sua equipe precisa da munição, e ela decide pegar tudo de volta sozinha. Mas a essa altura, os ventos se voltam contra os rebeldes e os homens mascarados assumem o controle.

Antes mesmo que ela pudesse deixar o salão principal, os guardas voltaram, dessa vez em maior número. No entanto, isso não diminuiu a luta nela, e ela se preparou para atirar nos guardas, especialmente agora que ela tinha tanta munição à disposição. Não importa o que acontecesse, a luta não teria terminado a favor de Hyun-ju. Ela ainda permanecia em menor número, e os guardas a teriam dominado e matado facilmente. Além disso, várias outras pessoas também teriam perdido suas vidas, mesmo que elas nem fizessem parte da luta. No geral, seria um esforço totalmente inútil continuar lutando quando estava claro que os rebeldes tinham perdido a luta.

No entanto, Hyun-ju não considera os fins. Ela não consegue parar de lutar, e talvez seja por causa do soldado dentro dela. No entanto, este não é um campo de batalha normal, e ela é forçada a ver essa realidade quando Geum-ja aponta para ela. A velha, apesar das probabilidades contra ela, conseguiu sobreviver até agora no jogo. Embora sua velhice possa parecer uma desvantagem, sua experiência de vida se torna o trunfo que vira a maré a seu favor. Ela sabe que a melhor maneira de sobreviver é ficar fora do conflito o máximo possível.

É por isso que, quando chega a hora, ela faz seu filho ficar para trás e não se juntar ao plano rebelde de Gi-hun. Ela sabe que isso vai acabar em vão, embora ela espere que não. No final, quando ela vê Hyun-ju carregar sua arma para atacar os guardas, ela diz à jovem para não prosseguir com isso. Ela diz que não é uma boa maneira de morrer, o que mostra a Hyun-ju que o único resultado possível da luta seria sua morte, e não serviria para nada. A melhor coisa que ela pode fazer agora é sobreviver e arriscar no próximo jogo, como qualquer outro sobrevivente. Ela lutou pela rebelião, e isso é louvável, mas ela deve aprender a recuar de uma luta quando está claro que ela vai perder. Então, ela larga sua arma e aceita a derrota para sobreviver e ver outro dia.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Gladiador II já tem data para chegar às plataformas digitais; veja

O público poderá reviver a emoção de entrar no Coliseu agora em casa: Gladiador II chega às plataformas digitais no dia 2 de janeiro de 2025 pela Paramount Home Entertainment, com uma grande quantidade de conteúdo bônus dos bastidores. Quem optar pela compra poderá fazer por meio do Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play e Microsoft Store. Já quem decidir alugar o filme tem como opções a Claro TV+, Vivo Play e Oi

Os fãs que adquirirem o filme* terão acesso a mais de 100 minutos de cenas de bastidores e entrevistas.  Descubra a jornada épica do tão aguardado filme enquanto o elenco e os cineastas compartilham suas experiências pessoais. Explore algumas das exóticas locações de filmagem, incluindo Malta e Marrocos, e veja os extraordinários cenários que trouxeram o Império Romano de volta à vida. Além disso, entre na arena para descobrir como o combate cuidadosamente coreografado e os efeitos visuais se combinaram para dar vida ao filme.

Do lendário diretor Ridley Scott, Gladiador II continua a épica saga de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos após testemunhar a morte do venerado herói Maximus pelas mãos de seu tio, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu após seu lar ser conquistado pelos imperadores tirânicos que comandam Roma com punho de ferro. Com raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius terá que olhar para o passado para encontrar força e honra para devolver a glória de Roma a seu povo. O longa chega às plataformas digitais já tendo arrecadado mais de US$ 416 milhões nas bilheterias mundiais. 

A produção conta com um elenco de peso com nomes como Paul Mescal, Denzel Washington, Pedro Pascal, Joseph Quinn, Fred Hechinger e Connie Nielsen. Ridley Scott também assina a produção do longa, ao lado de Douglas Wick, Lucy Fisher, Michael Pruss e David Franzoni. O roteiro é assinado por David Scarpa.  A produção é da Scott Free Productions para a Paramount e Universal Pictures. 

Confira o conteúdo bônus abaixo:

  • O Sonho que era Roma: Origens — O diretor Ridley Scott e os produtores mergulham na história por trás de Gladiador II e como foi desenvolvida muitos anos antes de chegar às telas. 
  • O que fazemos em vida ecoa na Eternidade: O Elenco — Confira como é o processo de seleção de elenco de Ridley Scott. 
  • Na Arena: Cineastas — Veja os bastidores do elenco e da equipe nas gravações em Malta, no Marrocos, e no Reino Unido para essa produção épica. 
  • Àqueles que vão morrer, nós os saudamos: Combate — Descubra como Ridley Scott e seu time combinaram combate coreografado com efeitos visuais para elevar a ação a um novo nível. 
  • Construindo um Império: Pós-produção Junte-se aos cineastas para conhecer o fascinante processo de finalização do filme, que inclui uma sessão de trilha sonora conduzida pelo compositor Harry Gregson-Williams.
  • Fazendo Gladiador II —Explore como Ridley Scott, o elenco e a equipe trabalharam para dar vida a Gladiador II.
  • Cenas deletadas

Sobre Gladiador II

Gladiador II” continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

Ridley Scott volta à cadeira de direção para a sequência e também assina a produção do longa, ao lado de Douglas Wick, Lucy Fisher, Michael Pruss e David Franzoni. O roteiro é assinado por David Scarpa.  A produção é da Scott Free Productions para a Paramount e Universal Pictures. 

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Crítica | Sua Culpa – Saga ‘Culpados’ ganha filme brochante

Após o sucesso inesperado de Minha Culpa, soft porn romântico lançado no Prime Video em 2023, a sequência Sua Culpa (Culpa Tuya) chega para dar continuidade à adaptação da trilogia best-seller da autora espanhola Mercedes Ron. Sob a direção de Domingo González, o filme traz novamente Nicole Wallace e Gabriel Guevara no papel do casal cuja relação carece de química, mas não de drama.

Impulsionada pelo fenômeno de audiência do primeiro longa, a Saga Culpados tenta se firmar como um prato cheio para os fãs de romances clichês, recheados de cenas de sexo desconexas e personagens tão superficiais quanto uma piscina infantil. No entanto, Sua Culpa sofre com a maldição do “filme do meio” de trilogias: pouco avança na trama, apenas introduzindo novos conflitos que serão explorados no próximo capítulo – e olhe lá.

Sem uma narrativa realmente envolvente ou coesa, o que resta é o que o público desse gênero aprecia: um melodrama espanhol repleto de exageros, focado nas futilidades amorosas da classe média alta. Um verdadeiro novelão para quem busca entretenimento despretensioso – ou uma perda de tempo de vida para alguns.

Os acertos e erros de Sua Culpa

Enquanto o primeiro filme da saga tinha um toque de conto de fadas moderno e até conseguia se sustentar como uma comédia de ação que mistura (ou tenta!) Velozes e Furiosos com a trilogia After, Sua Culpa se esforça para soar mais maduro, mas tropeça pela falta de uma base sólida, afinal, os livros de Mercedes Ron são uma mina infinita de dramas irrelevantes e situações pouco plausíveis, e isso pesa ainda mais na adaptação.

Porém, o maior problema está na visão masculina que permeia a direção de González: uma tentativa forçada de abraçar mulheres independentes como protagonistas acaba servindo apenas como fachada para engrandecer ainda mais os homens bem-sucedidos desse universo oco e volúvel.

Não que os envolvidos estejam interessados nesse debate, mas em um mundo que avança em conversas sobre representatividade e igualdade de gênero, o filme é um retrocesso colossal. Para alguns, pode ser, claro, um reflexo fiel de uma sociedade ainda presa em padrões heteronormativos, mas, na prática, soa mais como uma paródia desajeitada. As camadas mais profundas que o roteiro tenta tocar são rasas e inconsistentes, e o resultado é um desfile de diálogos constrangedores que parecem conscientes de seu próprio terreno instável.

No centro da “história”, o romance tóxico entre Noah e Nick é apresentado como um amor inabalável, mesmo com as tentativas de seus pais de separá-los. Porém, o novo emprego dele e a entrada dela na faculdade introduzem novas dinâmicas e personagens, incluindo uma ex-namorada vingativa e a mãe de Nick, com segundas intenções. Esses elementos são supostamente desenhados para testar se a relação deles é baseada em amor genuíno ou apenas desejo carnal, mas acabam reforçando a superficialidade do enredo – ou a falta dele.

Assim como outras franquias no mesmo nível de pesadelo como 50 Tons de Cinza e 365 Dias, Sua Culpa faz das cenas de sexo o verdadeiro foco. Embora essas cenas façam sentido dentro do universo proposto pelo filme, elas não adicionam profundidade ou desenvolvimento à história, permanecendo como um espetáculo vazio que pouco contribui para sustentar o enredo. Veja bem, o problema não é ter sexo demais, é que nada disso funciona em nenuma escala. É só ruim, desconcertante e violento.

O elenco de Sua Culpa, por sua vez, atua sem ânimo, e o casal protagonista não faz o mínimo esforço para criar química em cena (na realidade, Nicole Wallace sempre parece constragida demais para estar envolvida). O que antes era um charme do filme original — corridas de rua e lutas clandestinas — é praticamente descartado. Ao invés de amplificar esses elementos, a sequência aposta em um visual ainda mais barato, com ação reduzida, mais falação desnecessária e poucos cenários.

A energia adolescente de Romeu e Julieta presente no primeiro longa dá lugar a uma tentativa de maturidade absurdamente mal-executada. Agora, os personagens enfrentam a temida transição do ensino médio para a faculdade, mas essa nova fase é tratada de maneira boba. A adição de personagens que poderiam facilmente ser vilões de novela também não ajuda, e o roteiro se perde ao tentar oferecer profundidade sem encontrar um propósito claro, afinal, o filme é sobre o que mesmo? Nem mesmo os segredos do passado que vêm à tona conseguem contribuir para o suspense prometido.

Noah continua sendo insuportavelmente arrogante e sem graça, enquanto Nick veste a máscara de cafajeste sedutor — embora seu suposto charme seja frágil e pouco convincente. Ambos permanecem estereótipos que sustentam esse tipo de narrativa erótica, mas sem evolução ou calor. O maior problema é que, ao extrair o romance e as cenas de sexo, o filme não oferece nada além de uma aula do que não fazer numa sequência.

Veredito

O vazio narrativo torna Sua Culpa uma experiência tão frustrante quanto esquecível, falhando em cativar mesmo os fãs mais indulgentes do gênero. Muito menos divertido e enérgico que seu antecessor, a sequência se afunda no óbvio ao tentar forçar algum conflito no drama desses jovens fúteis.

Assistir a Sua Culpa é tão prazeroso quanto lidar com uma dor de cabeça, e suas tentativas de sensualidade são tão convincentes quanto as de Transformers. Nada se salva aqui e a culpa recai sobre a combinação terrível de um material de origem lamentável com uma direção sem inspiração. O resultado é um Belo Desastre cinematográfico — mas essa já é outra franquia.

Nota: 2/10

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Nova série de Goosebumps, novo filme de Amy Addams e mais: veja o que chega no Disney+ em Janeiro

Disney+ anunciou lançamentos de produções exclusivas, que chegam para complementar o extenso catálogo do serviço de streaming.

Entre os dias 23 de dezembro de 2024 e 6 de janeiro de 2025 os novos assinantes do Disney+ poderão acessar o site oficial do serviço de streaming e assinar o Disney+ Premium por R$ 29,90/mês final por três meses ou o Disney+ Padrão por R$ 19,90/mês final por três meses. Após os três meses, a assinatura do Disney+ será renovada automaticamente para o preço mensal vigente (atualmente R$ 62,90/mês final para o Disney+ Premium e R$ 43,90/mês final para o Disney+ Padrão) até seu cancelamento. Para mais informações sobre a oferta por tempo limitado do Disney+, acesse www.disneyplus.com.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

Confira as novidades abaixo:

Goosebumps: O Desaparecimento

Sexta-feira, 10 de janeiro

Goosebumps: O Desaparecimento inicia com Devin (Sam McCarthy) e Cece (Jayden Bartels), gêmeos que estão se adaptando à vida com seu pai recém-divorciado, Anthony (David Schwimmer). Quando a dupla descobre que uma grande ameaça está se aproximando, logo percebem que há segredos obscuros entre eles, desencadeando eventos que desvendam um profundo mistério. À medida que se aprofundam no desconhecido, Devin, Cece e seus amigos – Alex (Francesca Noel), CJ (Elijah M. Cooper) e Frankie (Galilea La Salvia) – se envolvem na arrepiante história de quatro adolescentes que desapareceram misteriosamente em 1994.

Doctor Odyssey

Quarta-feira, 15 de janeiro

Doctor Odyssey que acompanha Max (Joshua Jackson), o novo médico a bordo de um cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha muito e se diverte ainda mais. Max e sua pequena mas poderosa equipe médica enfrentam crises médicas únicas, a quilômetros da costa.

Doctor Odyssey é protagonizada por JacksonPhillipa SooSean Teale e Don Johnson.

Uma Verdadeira Vida de Inseto – Temporada 2

Quarta-feira, 15 de janeiro

Inspirada no clássico da Disney e Pixar VIDA DE INSETO, o s novos episódios levam os espectadores a uma aventura ao redor do mundo, desde as praias tropicais da Malásia e as florestas envoltas em névoa das Montanhas Smoky, até os pântanos de Derbyshire e até mesmo ao outro lado do mundo, onde as menores criaturas enfrentam os maiores desafios.

O público acompanhará histórias incríveis de heróis minúsculos, explorando seus dramas diários, peculiaridades únicas e superpoderes extraordinários, como aranhas pavão que podem ver mais cores do que os humanos e saltar 40 vezes o comprimento de seu corpo; vaga-lumes que podem criar uma luz fria com uma enzima chamada “luciferase”; e ninfas de libélulas que podem capturar suas presas em apenas 40 milissegundos, menos da metade do tempo necessário para piscar os olhos.

Fight Night: The Million Dollar Heist

Quarta-feira, 22 de janeiro

Fight Night: The Million Dollar Heist conta a história de como um roubo a mão armada ocorrido na noite da histórica luta de Muhammad Ali em 1970 mudou a vida de uma pessoa. Após seu retorno ao boxe depois de se esquivar do recrutamento, Ali vence Jerry Quarry. Nesta mesma noite, centenas de pessoas são assaltadas a mão armada em sua festa, organizada por Chicken Man (Kevin Hart). Suspeito de ser o cérebro por trás do roubo, Chicken Man deve convencer o detetive J.D. Hudson (Don Cheadle) da sua inocência.  Samuel L. JacksonTaraji P. HensonTerrence Howard e Chloe Bailey completam o elenco da série.

Uma Mente Excepcional

Quinta-feira, 23 de janeiro

Escrita por Drew Goddard (The Good Place), Uma Mente Excepcional acompanha uma mãe solteira com uma mente excepcional, cujo dom pouco convencional para resolver crimes a leva a uma incomum e imparável colaboração com um experiente detetive (Daniel Sunjata). Baseada na popular série francesa Morgana: A detetive genial, a série é estrelada por Kaitlin OlsonDaniel SunjataJavicia LeslieDeniz AkdenizAmirah JMatthew Lamb e Judy Reyes.

Canina

Sexta-feira, 24 de janeiro

A diretora, roteirista e produtora Marielle Heller (Um lindo dia na vizinhançaPoderia Me Perdoar?) traz sua visão satírica e singular a CANINA, baseada no aclamado romance de estreia de Rachel Yoder. Estrelado pela seis vezes indicada ao Oscar® Amy Adams (A ChegadaTrapaça) ao lado de Scoot McNairy (UM COMPLETO DESCONHECIDOSempre em Frente), com Arleigh Patrick Snowden e Emmett James Snowden em sua estreia nos cinemas.

O filme acompanha uma mulher (Adams) que decide fazer uma pausa na sua carreira para se tornar mãe e dona de casa, mas logo sua nova vida doméstica dá um giro surreal. O elenco também conta com Zoë Chao (Na Sua Casa ou na Minha?De Volta ao Baile), Mary Holland (Maggie Moore(S), De Volta ao Baile), Archana Rajan (A Pequena MorteThe Goldbergs) e Jessica Harper (Até os Ossos, Suspiria).

Paradise

Terça-feira, 28 de janeiro

Paradise se passa em uma comunidade serena habitada por algumas das pessoas mais proeminentes do mundo. Mas esta tranquilidade é abalada quando ocorre um assassinato chocante e se inicia uma investigação de alto risco. A série é estrelada por Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson, Sarah ShahiNicole Brydon BloomAliyah Mastin e Percy Daggs IV.

Com produção executiva de Dan Fogelman, Sterling K. Brown, John Requa, Glenn Ficarra, John Hoberg, Jess Rosenthal e Steve Beers, a série é uma produção de 20th Television. 

Tudo Por Um Popstar 2

Quarta-feira, 15 de janeiro

Tudo Por Um Pop Star 2 acompanha a saga de três amigas que moram em Resende, no interior do Rio de Janeiro, e planejam uma viagem para celebrar seus 15 anos de amizade e assistir ao show de encerramento da turnê de um grande Pop Star, que estudou com elas na adolescência e hoje é o cantor jovem mais famoso do Brasil.

O Melhor Infarto da Minha Vida

Janeiro

Baseada no livro homônimo do escritor argentino Hernán Casciari, e inspirada em fatos reais, a nova comédia dramática acompanha um escritor frustrado que sobrevive a um infarto graças a ajuda dos anfitriões da casa de aluguel temporário em que se hospeda e, a partir desse acontecimento, sua vida e a daqueles que o rodeiam muda para sempre. A série é protagonizada por Alan SabbaghOlivia MolinaRogelio Gracia e Romina Peluffo, com as participações especiais de Imanol AriasRita Cortese e Eleonora Wexler.

Outros lançamentos

Disney Junior Ariel – Quarta-feira, 8 de janeiro. Estreia com os episódios 14 a 18.

Star Wars: Skeleton Crew – Estreia de um novo episódio todas as terças. Final de temporada em 14 de janeiro.

OutlanderTemporada 7 – Estreia de um novo episódio todos os sábados. Final de temporada em 18 de janeiro.

O Rastreador – Temporada 2 – Estreia de um novo episódio todas as quartas. Final de temporada em 22 de janeiro.

What we do in the shadows – Temporada 6 – Quarta-feira, 22 de janeiro, estreia de todos os episódios.

Morphle and the Magic Pets – Quarta-feira, 29 de janeiro. Estreia com os primeiros 18 episódios.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade