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Happy Face: Um Serial Killer | Série baseada em fatos reais ganha trailer oficial; assista

O Paramount+ acaba de divulgar o novo trailer da sua aguardada série dramática original, baseada em uma história real, HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER, protagonizada por Dennis Quaid e Annaleigh Ashford. A produção de oito episódios vai estrear dia 20 de março, quinta-feira, exclusivamente na plataforma de streaming premium.

Confira abaixo:

Sobre Happy Face: Um Serial Killer

HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER conta com um elenco de estrelas, incluindo o ator indicado duas vezes ao Emmy® e ao Globo de Ouro®, Dennis Quaid, a atriz indicada ao Emmy® e ao Tony Awards®, Annaleigh Ashford, e James Wolk, Tamera Tomakili, Khiyla Aynne e Benjamin Mackey, atores regulares da série.

HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER é inspirado na história real de Melissa G. Moore, em seu podcast aclamado pela crítica, “Happy Face”, no iHeartPodcasts, e em sua autobiografia “Shattered Silence”, escrita em conjunto com M. Bridget Cook. Aos 15 anos, Melissa descobriu que seu amado pai era o prolífico assassino em série conhecido como “Happy Face”. Quando adulta, ela mudou de nome e manteve seu segredo enquanto seu pai cumpria prisão perpétua.

A nova série original do Paramount+ acompanha Melissa (Ashford) e seu pai encarcerado, conhecido como o assassino Happy Face (Quaid). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra um caminho de volta à vida de sua filha. Em uma corrida contra o tempo, Melissa precisa descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido por seu pai e, ao mesmo tempo, descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas, precisando assim repensar sua própria identidade.

A série é produzida pela CBS Studios em associação com King Size Productions, iHeartPodcasts e Semi-Formal Productions. Jennifer Cacicio (Your Honor, Shooter) atua como showrunner e produtora executiva da série, ao lado de Robert e Michelle King, Liz Glotzer, Melissa G. Moore, Conal Byrne, Will Pearson, Michael Showalter e Jordana Mollick. Michael Showalter (The Dropout, Os Olhos de Tammy Faye) também dirigiu o primeiro episódio. A série é distribuída pela Paramount Global Content Distribution.

Happy Face: Um Serial Killer estreia dia 20 de março no Paramount+.

Se você ainda não é assinante do Paramount +, pode assinar clicando aqui.

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Crítica | O Melhor Amigo – Tão intenso (e fugaz) quanto um amor de verão

O verão é o cenário perfeito para filmes sobre amadurecimento. A transição dessa estação reflete o próprio processo de crescimento, como se, em poucos meses, a vida passasse do inverno ao solar. E Allan Deberton (do ótimo Pacarrete) combina elementos que, em mãos menos hábeis, poderiam resultar em um completo desastre. Mas, com seu olhar intuitivo e sensível ao drama humano, entrega em O Melhor Amigo um inesperado (e surpreendente ótimo!) musical cearense vibrante, que pulsa vivacidade — e ainda o faz dentro de uma gentil comédia romântica convencional.

Essa mistura de elementos cria um espetáculo espirituoso, sem perder, claro, a simplicidade. Aqui o verão, assim como em filmes como Me Chame Pelo Seu Nome e Aftersun, funciona como um catalisador de amadurecimento, uma força solar que nos empurra para novos caminhos, para uma nova estação. Entre risos e emoções contidas, o que realmente cativa em O Melhor Amigo é a sinceridade com que retrata seus personagens e o amor efêmero em tempos tão voláteis.

Os acertos e erros de O Melhor Amigo

O longa é uma expansão do curta homônimo do próprio Deberton, que agora tem a oportunidade de explorar mais a fundo seu protagonista e ambientar a trama em um cenário ardido, quase como um personagem vivo. Acompanhamos Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem arquiteto que viaja para a praia de Canoa Quebrada, no Ceará, onde reencontra Felipe (Gabriel Fuentes), um amor do passado que ressurge como um verdadeiro tsunami em sua vida.

É nesse contexto que o filme se transforma em um inesperado musical tropical e caliente, misturando as cores e o melodrama dignos de Almodóvar e Luca Guadagnino com a energia descontraída de um episódio de férias de Glee. Entre shows de drags e noites de pegação, Lucas percebe, aos poucos, que pode ser feliz sem depender de nenhum homem para isso. E, felizmente, essa história LGBT+ foge do clichê de dor e tragédia, focando nos desafios e desilusões do amor moderno — especialmente na era dos aplicativos.

O calor está presente em todos os sentidos — nas deliciosas (porém poucas, infelizmente) cenas de sexo, quentes na medida certa (com a tonalidade saborosa de corpos nus ardentes, queimados pelo sol), na fotografia incandescente, nos personagens constantemente suados. A vibe tropical transpira Brasil e cria uma atmosfera envolvente, reforçada por personagens relacionáveis e pela sensação de que aquela praia está congelada no tempo, como uma dimensão paralela onde vamos para nos encontrar antes de seguir em frente.

A mensagem central da trama é bem clara: fazer as pazes com o passado, aceitar-se como realmente é e descobrir a autossuficiência. Lucas é cheio de falhas e está preso em seus próprios conflitos de aceitação. Mas, ao se deparar com um mundo mais livre e leve de pessoas trans e drag queens, percebe que a mudança que busca precisa começar de dentro para fora. É clichê, mas sempre funciona.

A narrativa é ágil e o roteiro, embora simples e direto, cumpre bem sua proposta, sem deixar muito espaço para interpretações mais profundas. E tá tudo bem! Talvez um toque a mais de sensualidade estilizada — algo na linha de Motel Destino — trouxesse o nível de ousadia que tornaria a obra mais adulta e menos juvenil, ainda que se trate de uma comédia para o público 30+. A comédia ocupa bastante espaço e, embora o humor funcione muito bem, os momentos dramáticos poderiam ter um impacto emocional maior.

Como um bom musical, as canções cumprem seu papel de forma eficiente, tanto para avançar a trama quanto para revelar os pensamentos e emoções dos personagens. Os números musicais são deliciosos, fotografados sob a luz amarelada do entardecer, e muito bem dirigidos por Deberton, deixando a sensação de que queremos ver mais trabalhos do diretor nesse gênero — o potencial é enorme.

Vinicius Teixeira surpreende pela capacidade de equilibrar carisma cômico e ternura, sendo uma revelação total. Lucas é emocionado como todos nós — um sonhador iludido, mas impossível de não se identificar. Já Gabriel Fuentes, no papel do sedutor e galã de novela das sete, entrega um personagem cheio de camadas e com molho brasileiro. Apesar de desejado por todos, ele carrega uma solidão e um desejo de liberdade que transbordam na tela. A química entre os dois é tão forte que daria tranquilamente para imaginar uma série de TV com oito episódios só sobre esse casal.

Veredito

O Melhor Amigo é a essência do cinema de verão brasileiro, pulsando com vivacidade e calor em um terreno ainda pouco explorado no cinema nacional: os musicais. Com alegria e autenticidade, entrega uma comédia romântica gay simples, sincera e quente pra cara***. A trama é provocativa, carregada de desejo e tesão, ambientada em um cenário paradisíaco que reflete o romantismo tropical do Brasil.

Um toque a mais de sensualidade poderia elevar o filme a um patamar ainda mais ousado, mas já se destaca ao colorir a tela com uma história de amor agridoce, relacionável e honesta, que combina o melodrama vibrante de Almodóvar com o erotismo sofisticado de Luca Guadagnino. O resultado é uma proposta divertida, inesperada e altamente representativa — perfeita para encerrar a temporada de verão com um beijo na boca.

NOTA: 8/10

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Millie Bobby Brown e Irmãos Russo virão ao Brasil para lançar o novo filme ‘The Electric State’

A Netflix anunciou a vinda da atriz Millie Bobby Brown e dos diretores Anthony e Joe Russo a São Paulo para o lançamento do filme The Electric State, que estreia mundialmente em 14 de março. Em mês de Carnaval, a celebração não poderia ser outra: uma festa com direito a trio elétrico – o Trio Electric State, é claro! -, abadá, confete e muita música, fechando o Carnaval com chave de ouro.

Com participação de Millie Bobby Brown e dos Irmãos Russo, o evento dedicado a fãs e convidados acontece em São Paulo, no próprio dia 14 de março, e promete uma mistura inusitada do universo retrofuturista de The Electric State com a maior festa popular brasileira. 

Sobre The Electric State

No filme, Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) interpreta Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade em que robôs, que lembram desenhos animados e mascotes, já serviram aos humanos de forma pacífica. Esses robôs, agora, estão exilados após uma rebelião fracassada, mas tudo muda quando ela encontra Cosmo, um robô que a leva a acreditar que seu irmão Chris, está vivo e Keats (Chris PrattGuardiões da Galáxia, Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros) um contrabandista que vai se mostrar muito mais que um ânimo nessa jornada. 

The Electric State tem direção de Anthony e Joe Russo e conta com estrelas como Millie Bobby BrownChris Pratt, o vencedor do Oscar Ke Huy QuanJason Alexander, Giancarlo Esposito, o indicado ao Oscar Stanley Tucci e Woody Norman. Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk emprestam seus talentos vocais na versão em inglês na dublagem dos robôs. O filme é baseado na graphic novel de Simon Stålenhag e tem roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.

E não para por aí! A partir do dia 18 de março, o público também poderá entrar no universo de The Electric State pelos olhos dos irmãos Chris e Michelle em The Electric State: Kid Cosmo, um novo jogo de aventura e quebra-cabeça em formato compacto. Este jogo se passa 5 anos antes dos eventos do filme, misturando jogabilidade e narrativa emocional para criar uma experiência imersiva. O jogo estará disponível para IOS e Android, exclusivamente para assinantes Netflix.

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Clémence Poésy entra para o elenco de “Neuromancer”, adaptação do premiado romance de William Gibson

O Apple TV+ anunciou que a atriz Clémence Poésy (“A Serpente de Essex” da Apple, e “Genius”) entrou para o elenco de “Neuromancer“, novo drama de 10 episódios, baseado no premiado romance homônimo de William Gibson (autor também de “Johnny Mnemonic”), criado por Graham Roland (“Jack Ryan”, “Dark Winds”) e JD Dillard (“Irmãos de Honra”, “The Outsider”, “Sleight: O Truque Perfeito”). 

Clémence Poésy interpretará a personagem “Marie-France Tessier”, uma das figuras centrais da trama. A série é estrelada por Callum Turner (“Mestres do Ar”, também da Apple, “Remando para o Ouro”), Briana Middleton (“Sharper: Uma Vida de Trapaças”, da Apple, “Bar Doce Lar”), Joseph Lee (“Treta”, “Star Trek: Picard”) e Mark Strong (“Shazam!”, “Kingsman: Serviço Secreto”).

Sobre Neuromancer

Neuromancer” acompanha um traumatizado hacker de elite Case (Callum Turner), que é envolvido em uma trama de espionagem digital e crimes de alto risco com sua parceira Molly (Briana Middleton), uma assassina de olhos espelhados, com o objetivo de realizar um assalto a uma dinastia corporativa com segredos indescritíveis.

A série é uma coprodução entre Skydance Television, Anonymous Content e Apple Studios, com produção da DreamCrew Entertainment, de Drake. Graham Roland será o showrunner, enquanto JD Dillard dirige o episódio piloto. Os produtores executivos incluem Roland, Dillard, David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell pela Skydance Television, Anonymous Content, Drake, Adel ‘Future’ Nur e Jason Shrier pela DreamCrew Entertainment, além de Zack Hayden e William Gibson.

O romance de estreia de William Gibson, “Neuromancer” foi elogiado como uma das primeiras e mais respeitadas obras do gênero cyberpunk e recebeu vários prêmios literários, incluindo o Nebula, o Philip K. Dick e o Hugo. O romance inicia a trilogia “Sprawl” e foi seguido por “Count Zero” e “Mona Lisa Overdrive”.

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Cinemark vai encher qualquer balde de pipoca para comemorar o Dia da Pipoca

Dia da Pipoca, celebrado em 11 de março, pode não ser um feriado, mas, neste ano, a Cinemark decidiu comemorar a data em grande estilo com uma ação nacional inédita dedicada ao seu snack premiado e irresistível!

No dia 16 de março, a rede realiza a promoção ‘Traga seu Balde’, que permite que o público leve um recipiente de sua preferência – aquele balde colecionável icônico de um filme específico, ou o balde favorito de pipoca que está na família há gerações ou até um recipiente super original e inédito no melhor estilo “faça você mesmo” –  em um cinema da rede para encher com até 10 litros de pipoca por apenas R$ 19,00. 

A promoção será a primeira ação do gênero feita pela rede no Brasil. Nos Estados Unidos, uma ação similar foi uma febre entre o público, com centenas de pessoas levando as mais diversas embalagens para serem abastecidas com o snack. Aqui no Brasil, qualquer balde está liberado, mas é necessário seguir uma regra: o recipiente precisa estar higienizado, ser impermeável (caso o cliente queira a manteiga na pipoca) e adequado ao consumo de alimentos. Baldes, potes, bacias… a criatividade não tem limites! 

Pelo valor de R$ 19,00, o público garante até 10 litros de pipoca, equivalente a 2 baldes de pipoca da Cinemark. É importante se atentar: não será oferecido refil, ou seja, a promoção não garante o reabastecimento fracionado dos baldes, e sim apenas de forma única. Se o cliente levar um balde menor que 10 litros, o mesmo será preenchido até a sua capacidade. Cinemas com snack bar prime não participam (Iguatemi São Paulo, Cidade Jardim, Lar Center, Iguatemi Campinas Prime e Village Mall). Consulte a unidade mais próxima ou o site da Rede para mais informações.

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‘Ainda Estou Aqui’ supera US$ 30 milhões em bilheteria e se torna o maior filme brasileiro da Sony Pictures

Após conquista histórica para o Brasil no Oscar, com a vitória da estatueta de Melhor Filme Internacional, “Ainda Estou Aqui” divulgou novo cartaz e segue ampliando seu impacto nas bilheterias brasileiras.

O filme de Walter Salles, estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, acaba de se tornar o maior lançamento brasileiro da Sony Pictures com um total de 5,5 milhões de espectadores. A produção é também a segunda maior bilheteria (R$ 112 milhões) da distribuidora no Brasil, atrás apenas do blockbuster hollywoodiano “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”.

No ranking histórico, “Ainda Estou Aqui” também se tornou o filme brasileiro com o 11º maior público já registrado nos cinemas, segundo informações do OCA (Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual), da Ancine, e do Filme B. Em sua 18ª semana de exibição, a trama segue em cartaz em 617 cinemas e 800 salas. 

No mundo, “Ainda Estou Aqui” também superou a importante marca de US$ 30 milhões, com destaque para o desempenho nos Estados Unidos e Canadá, onde soma US$ 5,4 milhões, e França e Portugal, ambos mercados onde vendeu mais de 300 mil ingressos.

No Reino Unido, o longa arrecadou US$ 600 mil nos primeiros dias de exibição, e, segundo o site especializado Screen Daily, se tornou a maior abertura de um filme latino-americano no território, onde é também a maior abertura do ano de um filme em língua não inglesa. No mercado britânico, a produção expandiu seu circuito, tomando conta de 200 cinemas, e totaliza mais de US$ 1 milhão arrecadados.

Também já receberam o lançamento do filme em circuito comercial: Itália, Bolívia, Chile, Venezuela, Colômbia, Israel, Argentina, República Dominicana, Equador, Nova Zelândia, Paraguai, Peru, Uruguai, México, Romênia, Espanha, Polônia, Austrália, Eslováquia e Turquia. As próximas paradas acontecem na Alemanha e Benelux (13/03), Suécia (04/04) e Escandinávia (12/09). 

Selecionado para mais de 50 festivais nacionais e internacionais, “Ainda Estou Aqui” já recebeu 27 prêmios nacionais e internacionais, incluindo cinco prêmios de Melhor Filme segundo o Júri Popular: no Festival Internacional de Cinema de Miami; 48ª Mostra de S. Paulo; Festival Internacional de Cinema de Vancouver, no Canadá; Festival de Cinema de Mill Valley, nos Estados Unidos; e Festival de Pessac, na França, onde também recebeu o Prêmio Danielle Le Roy, dado pelo júri jovem.

O filme já foi exibido em festivais de mais de 20 países, incluindo Itália, Canadá, França, Estados Unidos, China, Suíça, Inglaterra, Turquia, Áustria, Portugal, Espanha, Marrocos, Egito, Alemanha, Estônia, Eslovênia, Sérvia, Bulgária, Irlanda, Austrália e Holanda.  

Confira o novo pôster:

Sobre Ainda Estou Aqui

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice - cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas - é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país. 

O filme continua em cartaz nos cinemas brasileiros. 

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“Vidas Processadas”, nova comédia da Apple TV+ com David Oyelowo, ganha trailer oficial

O Apple TV+ revela o trailer de “Vidas Processadas” (“Government Cheese”), série estrelada pelo multipremiado David Oyelowo (de “Silo”, da Apple; “Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), que também assina como produtor executivo.

A comédia de dez episódios fará sua estreia mundial no Apple TV+ na quarta-feira, 16 de abril, com os quatro primeiros episódios, seguidos por novos todas as quartas-feiras até 28 de maio.

Simone Missick (“All Rise”, “Luke Cage”, “Jinn”), Jahi Di’Allo Winston (“Os Mortos Não Morrem”, “Queen & Slim”, “Fantasma e CIA”) e Evan Ellison (“Viciados em Amor”, “O Diabo em Ohio”) estrelam, ao lado de Oyelowo, a série Apple Original, criada pelos produtores Paul Hunter e Aeysha Carr.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Vidas Processadas

“Vidas Processadas” é uma comédia familiar surrealista ambientada no Vale de San Fernando (Califórnia, EUA), em 1969, que conta a história dos Chambers, uma família excêntrica que persegue sonhos grandiosos e aparentemente impossíveis, sem se deixar levar pela realidade do mundo. Quando Hampton Chambers (Oyelowo) é libertado da prisão, o tão esperado reencontro familiar não acontece exatamente como ele havia planejado. Durante a sua ausência, a esposa de Hampton, Astoria (Missick), e os filhos Einstein (Ellison) e Harrison (Di’Allo Winston) formaram uma unidade familiar pouco convencional, e o retorno de Hampton faz o mundo deles virar de cabeça para baixo.

O elenco também inclui Jean-Michel Richaud (“Passengers”, “Frozen: Uma Aventura Congelante”), London Garcia (“Barry”), Djilali Rez-Kallah (“My Hero”), Bokeem Woodbine (“Fargo”), Jeremy Bobb (“Boneca Russa”), Louis Cancelmi (“O Irlandês”), Julien Heron (“Baskets”), Louis Ferreira (“Stargate Universe”), Thomas Beaudoin (“Hubert & Fanny”), Kyle Mac (“The Boys”), com John Ortiz (“Bad Monkey”, da Apple) e Adam Beach (“Sinais de Fumaça”).

Produzida pela Apple Studios e MACRO Television Studios, “Vidas Processadas” é escrita, tem produção executiva e coprodução dos coshowrunners Paul Hunter (“Tyrese Gibson: Shame”) e Aeysha Carr (“The Carmichael Show”). Hunter também dirige a série. Além de atuar, Oyelowo é produtor executivo sob sua marca Yoruba Saxon. A série também tem produção executiva de Charles D. King (“Judas e o Messias Negro”) e Jelani Johnson pela MACRO Television Studios. Ali Brown (“De Tirar o Fôlego”) é produtora executiva pela Ventureland.

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Começou a pré-venda de “Vitória”, novo filme estrelado por Fernanda Montenegro baseado em uma história real


A emocionante história de uma mulher que desafiou o crime organizado e revelou um dos casos mais impactantes do jornalismo brasileiro agora já pode ser garantida pelo público. A pré-venda de ingressos para Vitória, novo filme estrelado pela nominada ao Oscar Fernanda Montenegro e Alan Rocha, já começou.

O longa, dirigido por Andrucha Waddington, tem lançamento nacional marcado para 13 de março, exclusivamente nos cinemas. 

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Sobre Vitória

O filme é inspirado na história verídica de Joana da Paz, aposentada que desmascarou uma quadrilha de traficantes e policiais corruptos, na Ladeira das Tabajaras, na Zona Sul do Rio, com filmagens em fitas VHS. Incluída no Serviço de Proteção à Testemunha, foi apelidada de “Vitória” e teve a sua identidade mantida em sigilo por 17 anos, até falecer em 2023, após o término das filmagens do longa-metragem. A atriz Fernanda Montenegro se emociona ao falar de Joana, “uma mulher que nos comove por sua coragem e amor”.

Inspirado na obra literária “Dona Vitória da Paz“, de Fábio Gusmão, jornalista que noticiou o caso, o filme Original Globoplay tem produção assinada pela Conspiração em coprodução com a MyMama Entertainment e apoio da Globo Filmes. O longa é produzido por Andrucha Waddington e Breno Silveira, com produção executiva de Renata Brandão, Mariana Vianna, Tania Pacheco, Mayra Faour Auad e Ilda Santiago, e produção associada de Leonardo M. Barros. Paula Fiúza assina o roteiro.

A estreia nos cinemas brasileiros será no dia 13 de março, com distribuição da Sony Pictures.

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“Paddington: Uma Aventura na Floresta” já está disponível para compra e aluguel nas plataformas digitais

Dos telefones vermelhos de Londres ao coração da Floresta Amazônica no Peru, o ursinho Paddington agora embarca em mais uma aventura: das telonas do cinema para as TVs de casa. “Paddington: Uma Aventura na Floresta” já está disponível para aluguel ou compra em lojas virtuais e operadoras de TV.

Nas plataformas digitais, o consumidor que optar pelo aluguel terá o filme disponível por 48 horas, enquanto a compra garante a aquisição do conteúdo sem prazo de validade.

O filme está disponível para aluguel e compra no Apple TV (iTunes), Amazon Prime, Claro TV+, Google Play e Microsoft Films & TV (Xbox).

Sobre Paddington: Uma Aventura na Floresta

O terceiro filme do carismático ursinho inglês é a história perfeita para toda a família, repleto de bom humor, mistério e cenas de aventura. Na narrativa, o personagem vai até o Peru atrás da sua desaparecida tia Lucy, e entra em uma divertida jornada de autoconhecimento e união familiar.

O elenco é recheado de grandes nomes do cinema, como Antonio Banderas, Hugh Bonneville, Julie Walters e a vencedora do Oscar Olivia Colman. No Brasil, Paddington é dublado pelo ator Bruno Gagliasso.

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Krysten Ritter fará participação especial na nova série Dexter: Ressurreição

Paramount+ e a SHOWTIME® acabam anunciar que Krysten Ritter (AmorMorte, Jessica Jones da Marvel) se juntará ao elenco da nova série original da SHOWTIME®, DEXTER®: RESSURREIÇÃORitter será a estrela convidada no papel de “Mia”. A produção da série começou em janeiro deste ano, em Nova York, e será lançada em breve no Paramount+.

Krysten Ritter é uma atriz versátil que já trabalhou no cinema, na televisão e no teatro. Ela é conhecida por estrelar a série vencedora do Peabody Award, Jessica Jones, da Marvel, na qual recebeu uma indicação ao Critics Choice Award por seu papel principal. Mais recentemente, Ritter estrelou Sonic 3, Orphan Black: Echoes e Amor e Morte, e apareceu em outras produções como Breaking Bad, Noitários de Arrepiar e Grandes Olhos. Seus créditos teatrais incluem Heart of the Matter, All New People, All This Intimacy e 24 Hour Plays.

A nova série dramática original é estrelada pelo vencedor do SAG e do Globo de Ouro®, Michael C. Hall (DEXTER®, Six Feet Under) no papel principal de Dexter Morgan. Além de Hall, DEXTER®: RESSURREIÇÃO também será estrelado por Uma Thurman como “Charley”, David Zayas como o detetive “Angel Batista”, Jack Alcott como o filho de Dexter, “Harrison Morgan” Ntare Guma Mbaho Mwine como “Blessing Kamara”, Kadia Saraf como a detetive “Claudette Wallace”, Dominic Fumusa como o detetive “Melvin Oliva”, Emilia Suárez como “Elsa Rivera”, com James Remar como o pai de Dexter, “Harry Morgan” e Peter Dinklage como “Leon Prater”.

Mais recentemente, DEXTER®: PECADO ORIGINAL, uma série pré-sequência que acompanha Dexter (interpretado por Patrick Gibson) em sua transição de estudante para serial killer, estreou no ano passado e se tornou a série original global mais transmitida da SHOWTIME® em dez anos. O final da temporada foi ao ar em fevereiro e atraiu 2,68 milhões de telespectadores globais, tornando-se o episódio mais transmitido da temporada. A série, que já está disponível no Paramount+, gerou mais de 15 milhões de interações nas redes sociais durante a temporada.

DEXTER®: RESSURREIÇÃO tem produção executiva do indicado ao Emmy®, Clyde Phillips (DEXTER®, DEXTER®: PECADO ORIGINAL, Nurse Jackie), que também retorna para atuar como showrunner, e é produzido pela SHOWTIME® Studios e Counterpart Studios. Michael C. Hall (DEXTER®, Six Feet Under) também atua como produtor executivo ao lado de Scott Reynolds (Jessica Jones), Tony Hernandez (Emily em Paris) e Lilly Burns (Boneca Russa), com Marcos Siega (DEXTER®: NEW BLOOD) atuando como diretor de produção. Monica Raymund (DEXTER®: PECADO ORIGINAL) dirigirá quatro episódios e Marcos Siega dirigirá seis episódios da série. A série é distribuída pela Paramount Global Content Distribution.

Assista todas as temporadas de Dexter e suas séries derivadas no Paramount+.

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