Remakes, Reboots e Continuações que ninguém pediu

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Texto enviado por Daniel Carneiro

Falando de forma resumida, a diferença entre remake e reboot é que um acontece quando é feito um novo filme de outro já existente e o reboot é quando uma franquia é refeita.

Mas quem é que pediu um remake? Um reboot? Ou pior, uma continuação onde não tinha que acontecer? Sabemos que é apenas para lucrar, cada vez mais saturando o mercado e não deixando espaço para que obras realmente relevantes ganhem produções e espaço.

Os estúdios tem que lucrar, afinal é um trabalho com um monte de profissionais e grandes nomes envolvidos. Mas quando esse é o único objetivo, temos produções cada vez menos inspiradas e que já passou do tempo de acabarem. Continuações intermináveis – leia-se Velozes E Furiosos, que além de 8 filmes já produzidos e lançados, tem mais dois filmes e um spin-off a caminho.

Alguns filmes ficam sim datados, e merecem uma atualizada. O que leva a outro problema: adaptações; mas esse é assunto para outro post. Essa atualizada, algumas vezes, são meros ctrl+c e ctrl+v, como é o caso de Violência Gratuita do Michael Haneke de 1997 que ganhou um xerox em 2008.

 

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Mas o pior dessa lista, eu guardei para o final: os reboots. Ninguém aguenta mais pagar um ingresso caro para ver filmes rebootados apenas porque o estúdio não quer perder os direitos daqueles personagens. E assim tivemos Quarteto Fantástico de 2015 e os filmes O Espetacular Homem-Aranha e O Espetacular Homem-Aranha – A Ameaça De Electro (era pra ser uma trilogia, mas o resultado não foi o que o estúdio esperava, então parou no segundo, ainda bem!).

É triste ver que Hollywood está desse jeito. E por culpa e ganância dela mesma, afinal tem a The Black List, um projeto anual onde reúne os roteiros ignorados pelos grandes estúdios.

A boa notícia é: muitos desses filmes saem de lá e são produzidos. Alguns deles são os vencedores do Oscar de Melhor Filme Quem Quer Ser Um Milionário, O Discurso Do Rei, Argo e Spotlight: Segredos Revelados.

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