Início Site Página 7

Magnum | 5 curiosidades sobre a nova série da Marvel

A Marvel Studios abriu o ano de 2026 com uma obra diferente. A série Magnum volta suas atenções não para um super-herói, mas sim para a produção de um filme do gênero. Um mergulho metalinguístico e bem humorado trazido justamente pelo estúdio que é a casa dos VingadoresQuarteto Fantástico e mais.

O novo título do Disney+ acompanha Simon Williams (Yahya Abdul-Mateen II), um aspirante a ator que vê a chance de sua carreira decolar ao descobrir que o remake do famoso filme do super-herói Magnum está em produção. Na corrida pelo papel principal, ele cruza o caminho de Trevor Slattery (Ben Kingsley), ator que busca uma segunda chance após se passar pelo terrorista Mandarim no filme Homem de Ferro 3 (2013). Enquanto batalha pelos holofotes, Williams precisa esconder que possui superpoderes em um mundo que proíbe atores de possuírem dons especiais.

Para te preparar para as desventuras de Simon e Trevor em busca de um lugar ao sol em Hollywood, separamos abaixo cinco curiosidades sobre Magnum. Confira abaixo:

1- Magnum, um herói de cinema nas páginas das HQs

Dentro do Universo Marvel, não há personagem melhor para estrelar uma produção sobre filmes de super-heróis do que o Magnum, que é um ator desde as histórias em quadrinhos. É verdade que Simon Williams não tinha dotes cênicos quando foi criado, em 1964, por Stan Lee Don Heck – pais de Homem de FerroViúva Negra e mais. Porém, na HQ The Avengers #181, de 1978, ele decide se tornar um astro das telas. A partir daí, Williams passou a conciliar a vida heróica com a de ator e dublê para o cinema e TV.

Esse aspecto do personagem foi a grande inspiração para o time responsável pela série Magnum. Cocriador e roteirista, Andrew Guest afirma que ao contrário das HQs, em que o herói se tornou um astro, a série vai mostrar um ator lidando com seus dons especiais: “As principais questões para mim eram: como Simon se sente em relação a ter superpoderes? E se realmente vamos contar histórias sobre atuação em Hollywood, esses poderes estão ajudando ou atrapalhando o desejo de Simon de ser bem-sucedido?”

2- Magnum nasceu de outro filme da Marvel

Magnum é protagonizado por um personagem inédito no MCU, mas a semente do projeto nasceu de um outro filme deste universo. Um dos criadores da série é Destin Daniel Cretton, diretor de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021), longa que marcou o retorno de Trevor Slattery após Homem de Ferro 3 – e o curta Todos Saúdem o Rei (2014).

O cineasta diz ter amado trabalhar com Ben Kingsley e a forma como o ator interpretou “um ator decadente que, de alguma forma, tropeçou no mundo dos super-heróis”. Essa paixão foi tanta que ele chegou a sugerir à Marvel uma série focada nas desventuras de Trevor por Hollywood. Em contrapartida, o estúdio já estava desenvolvendo um projeto focado em um outro ator-herói, chamado Magnum. Por fim, as ideias se alinharam e as jornadas de Slattery e Williams se encontraram na nova série do Disney+.

3- Inspiração no próprio Ben Kingsley

Por falar no Sir Ben Kingsley, é preciso dizer que ele serviu de inspiração para a jornada do próprio personagem em Magnum. Segundo Andrew Guest, o ator foi uma espécie de guia para a construção de Trevor Slattery, ajudando a equipe a relembrar o passado dele dentro do MCU e expandindo essa origem para motivar suas ações na nova história.

Porém, a paixão e o valor que Kingsley dá à arte da atuação também serviram de base para os caminhos de Slattery no seriado. “Há uma fala no episódio piloto que surgiu das minhas conversas com Ben, em que Trevor fala sobre estar perdido em relação a como interpretar Lear [protagonista de Rei Lear, de William Shakespeare] até se lembrar de um trecho de Hamlet sobre como o propósito da peça é ‘colocar um espelho frente à natureza’. Essa foi uma história que Ben me contou sobre si mesmo e eu pude usá-la para Trevor”, relembrou Guest.

4- Uma comédia diferenciada

Um ingrediente importante para Magnum se destacar entre as produções de super-heróis é a comédia, afinal a série se propõe a fazer rir com os perrengues dos atores de Hollywood. Para isso, a obra contou com um time de roteiristas capitaneado por Andrew Guest (Brooklyn Nine-Nine30 Rock) e formado escritores de séries como Brooklyn Nine-NineMiracle Workers e mais.

Acontece que, conforme a produção foi tomando forma, os criadores perceberam que o título foi além do rótulo de “comédia” e desenvolveu um tom próprio. Algo tão singular que o diretor Destin Daniel Cretton promete nunca ter visto antes, seja no MCU ou fora dele: “Magnum é uma comédia dramática de ação, fantasia e camaradagem que vai te fazer rir, chorar, se encolher de vergonha alheia e sentir que pode voar”.

5- Sátira com carinho

Pela premissa, você deve ter percebido que Magnum é uma sátira a Hollywood e seus integrantes. Porém, toda a equipe fez questão de reforçar que essa zombaria é feita com respeito e afeto.

Intérprete de Simon Williams, Yahya Abdul-Mateen II afirma que aceitou o papel de primeira por se identificar com a jornada dele: “Há muita gente por aí se esforçando para entrar nesse ramo agora. (…) Ben e eu sentíamos uma certa proteção em relação aos Simons e Trevors da comunidade. Temos um grande respeito mútuo como atores.” Já Ben Kingsley celebrou “a oportunidade de construir uma nova maneira de contar histórias de atores que podem curar e elevar. Para mim, pessoalmente, a oportunidade de dar vida a um ator com um certo respeito e carinho foi muito gratificante”.

Porém, a produção também deixou um espaço para que os astros pudessem fazer graça de si mesmos. “Há duas camadas: eu me divirto interpretando a jornada sincera pela qual Simon passa, mas também me divirto dando um passo para trás e rindo de tudo isso”, explicou Abdul-Mateen II.

Os oito episódios da minissérie Magnum já estão disponíveis no Disney+.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso canal no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

As melhores minisséries pouco conhecidas para ver num fim de semana

Hoje em dia, muitas pessoas passam o tempo livre online. Jogam no telemóvel, fazem apostas, veem filmes e séries em streaming ou acompanham jogos ao vivo. A internet faz parte da rotina e oferece várias formas de passar o tempo. Quem gosta de apostas procura bookmakers portugueses para comparar opções e encontrar um site mais adequado. Ao mesmo tempo, outras pessoas preferem ver uma minissérie durante o fim de semana e ficar em casa.

Black Bird (Apple TV+)

Black Bird é uma minissérie de 2022 baseada em uma história real. A série acompanha Jimmy Keene, um homem condenado a 10 anos de prisão, que recebe uma proposta: infiltrar-se em uma prisão de segurança máxima e obter uma confissão de Larry Hall, um suspeito de assassinatos em série, para garantir sua liberdade. Para isso, Keene precisa conquistar a confiança de Hall, o que o leva a mergulhar no perigoso mundo do crime.

A série mistura tensão psicológica ao desenvolvimento de personagens, explorando o dilema moral de Keene. A história é adaptada do livro In with the Devil, de James Keene e Hillel Levin, e oferece uma visão profunda das motivações dos envolvidos. Além disso, com seis episódios, Black Bird apresenta uma abordagem única sobre o crime real e está disponível no Apple TV+. Esta é uma boa opção para quem busca um enredo envolvente sem se preocupar com a duração de várias temporadas.

Under the Banner of Heaven (Hulu / FX on Hulu)

Under the Banner of Heaven (Hulu / FX on Hulu) é uma minissérie baseada no livro de Jon Krakauer e inspirada num caso real ocorrido em 1984, no Utah. A história acompanha o assassinato de Brenda Wright Lafferty e da sua filha bebé, dentro de uma comunidade ligada ao fundamentalismo mórmon. A série segue o detetive Jeb Pyre, responsável pela investigação do crime.

Ao longo dos episódios, a investigação leva Pyre a analisar o contexto religioso e familiar dos suspeitos. Ao mesmo tempo, o caso levanta questões sobre fé, crença e responsabilidade. Com sete episódios, a minissérie apresenta os factos do caso e mostra como certas interpretações religiosas influenciaram decisões que resultaram no crime.

Irma Vep (HBO / HBO Max)

Irma Vep é uma minissérie criada por Olivier Assayas e disponível no HBO Max. A trama segue Mira Harberg, uma atriz americana que viaja para a França para interpretar o papel de Irma Vep em um remake de Les Vampires, clássico filme mudo. À medida que ela se envolve no papel, as fronteiras entre sua vida real e o personagem começam a se confundir. Aqui estão alguns detalhes importantes sobre a série:

  • Elenco: Alicia Vikander interpreta Mira Harberg, enquanto Vincent Macaigne interpreta René Vidal, o diretor.
  • Narração: A série foca na experiência de Mira, abordando sua relação com o personagem e o processo criativo durante as filmagens.
  • Estilo: Irma Vep oferece uma abordagem única sobre o cinema e o trabalho artístico, destacando o vínculo entre o ator e a personagem.
  • Lançamento: A minissérie estreou em junho de 2022, com oito episódios que exploram o mundo da arte e do cinema.

South: A Brookside Special (STV Player)

South: A Brookside Special é uma minissérie britânica de 1988, disponível no STV Player. A história acompanha Tracy e Jamie, dois jovens de Liverpool que se mudam para Londres à procura de trabalho, mas enfrentam dificuldades, como o desemprego e a dura realidade da cidade. Com apenas dois episódios, a trama foi originalmente transmitida no Channel 4 e agora pode ser assistida em versão compacta de 48 minutos. Considerada uma das séries top, a série foi criada por Phil Redmond e oferece uma visão realista dos desafios que muitos jovens enfrentam ao tentar mudar de vida, sendo uma opção interessante para quem busca uma história rápida e intensa.

Baby Reindeer (Netflix)

Baby Reindeer é uma minissérie britânica de 2024 disponível na Netflix, criada e protagonizada por Richard Gadd, baseada em sua própria experiência. A trama segue Donny Dunn, um comediante que trabalha como barman em Londres. Sua vida vira de cabeça para baixo depois que ele oferece uma bebida a uma mulher chamada Martha, que se torna obsessiva e passa a persegui‑lo, afetando seu dia a dia de maneiras inesperadas.

Com sete episódios, a série mistura humor negro e drama, mostrando como um simples gesto pode ter consequências complexas. Embora tenha gerado alguma atenção em círculos menores, ainda não ganhou o destaque mainstream. Se você está em busca de algo diferente e de uma história que mistura comédia e emoções intensas, Baby Reindeer pode ser uma boa opção.

Publicidade

“Anistia 79” é o grande vencedor da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes

O documentário “Anistia 79”, dirigido por Anita Leandro (RJ), foi o grande destaque da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, ao conquistar o Prêmio Carlos Reichenbach, principal reconhecimento da Mostra Olhos Livres, concedido pelo júri oficial. O filme também venceu o Prêmio de Melhor Longa-Metragem do Júri Popular, consolidando sua forte recepção junto ao público e à crítica.

Na justificativa, o júri ressaltou a apropriação criativa de um registro amador que, segundo os jurados, “multiplica no filme as possibilidades de cada fotograma”. A comissão destacou ainda a potência política da obra ao revelar imagens de “dois homens negros — um líder camponês e o cinegrafista — pouco acessadas pelo imaginário coletivo sobre aqueles que lutaram pelo fim da ditadura civil-militar”, afirmando o cinema como um instrumento fundamental de construção da memória.

No palco, Anita Leandro descreveu a exibição como a experiência de recepção mais intensa de sua carreira. “As pessoas em silêncio assistindo a esse filme, um filme difícil, sobre um assunto difícil. Parecia uma liturgia”, afirmou a diretora, que celebrou o reconhecimento e manifestou a expectativa de que a premiação contribua para a circulação do documentário em salas comerciais.

Curtas e novas vozes em destaque

Na Mostra Foco, dedicada aos curtas-metragens, o Prêmio de Melhor Curta pelo Júri Oficial foi concedido a “Entrevista com Fantasmas” (RS/SP), de LK. O júri destacou a capacidade do filme de articular cinema, memória e cidade, ressaltando que a obra aborda temas como preservação, gentrificação e precarização do trabalho “com pitadas de absurdo e uma poética gigante”, a partir de recursos simples e do “desejo de cinema”.

Já o Prêmio Canal Brasil de Curtas ficou com “Grão” (RS), de Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa, reconhecido por desconstruir estereótipos e retratar “uma juventude emparedada numa melancolia invisível, atolada num deserto de oportunidades”, abrindo espaço para que “uma juventude made in favela possa ousar sentir”.

O Prêmio de Melhor Curta pelo Júri Popular foi para “Recife Tem um Coração” (RN), de Rodrigo Sena, reforçando a diversidade de olhares e territórios presentes na edição.

Formação, autorias e experimentação

Na Mostra Formação, o júri concedeu Menção Honrosa a “Diálogo Bulbul”, dirigido por Bruno Churuska, Gledson Augusto, Nicole Mendes, Yan Altino e Zimá Domingos, por “abrir caminhos na história do cinema brasileiro” ao deslocar o arquivo para uma dimensão crítica e experimental. O Prêmio de Melhor Filme da Mostra Formação foi para “De Barriga para Cima” (ES), realizado pelo Instituto Marlin Azul em parceria com moradores da Comunidade Quilombola de Monte Alegre, reconhecido por “costurar relações e sonhos no ato fílmico” e abrir “espaços de invenção e fabulação impulsionados pelos afetos”.

O Prêmio Helena Ignez – Destaque Feminino, concedido pelo júri oficial, foi para Gabriela Mureb, pela direção do curta “Crash” (RJ). Segundo a justificativa, o filme propõe uma experiência estética e política que “nos faz repensar o uso do som e o modo de ver uma imagem”, operando uma síntese entre o estético e o político.

Na Mostra Aurora, o Prêmio do Júri Jovem, formado por estudantes, foi atribuído a “Para os Guardados” (MG), de Desali e Rafael Rocha, definido como um filme que imagina outros caminhos para a realidade e aposta no experimental como desvio frente à literalidade dominante das imagens.

Já o Prêmio Abraccine de Melhor Longa da Mostra Autorias foi concedido a “Atravessa Minha Carne” (GO/DF), de Marcela Borela, elogiado pelo rigor formal da montagem e do desenho sonoro, em diálogo com uma escrita fotográfica livre e sensorial.

Conexão Brasil CineMundi premia projetos em desenvolvimento

No Conexão Brasil CineMundi, segmento dedicado ao mercado e aos futuros do cinema brasileiro, foram premiados projetos em diferentes estágios de desenvolvimento, incluindo trabalhos em Work in Progress (WIP).

Os Prêmios Cinecolor e O2 Pós foram concedidos a “Pedra de Raio” (RJ/CE), de Lucas Parente e Pedro Lessa, descrito como um filme que recusa se fixar em gêneros e códigos exteriores, inventando um universo de grande fôlego estético e poético. Já os Prêmios CTAV e The End foram para “Bate e Volta Copacabana” (MG), de Juliana Antunes e Camila Matos, cuja narrativa é atravessada por uma força vital organizada a partir do desejo das protagonistas.

O Prêmio Málaga WIP foi para “Pequenas Tragédias” (GO), de Daniel Nolasco, reconhecido por transformar o humor queer em ato de resistência ao abordar o exílio forçado das dissidências. Por fim, o Prêmio Sesc em Minas – Work in Progress foi atribuído a “Paisagem de Inverno” (MG), de Marco Antonio Pereira, por apresentar um olhar atento e deslocado sobre Minas Gerais e afirmar a imaginação e a esperança como forças vivas do cotidiano.

Publicidade

Mostra de Cinema de Tiradentes reúne mais de 38 mil pessoas

A 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes encerrou sua programação reafirmando seu papel estratégico no calendário cultural brasileiro. Consolidada como espaço de lançamento, reflexão crítica, formação e articulação do audiovisual nacional, a Mostra reuniu, ao longo de nove dias, público, realizadores, profissionais do setor, pesquisadores e imprensa em uma intensa programação gratuita.

Guiada pelo tema “Soberania Imaginativa”, a edição propôs um olhar sobre a invenção como gesto central do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando a autonomia criativa e a diversidade de vozes, linguagens e territórios que compõem a produção nacional.

Impacto econômico e mobilização da cidade

Mais de 38 mil pessoas participaram das ações da Mostra, movimentando a cidade histórica e seu entorno. O impacto direto na economia local é estimado em mais de R$ 10 milhões, gerados a partir da cadeia produtiva da cultura, do turismo e dos serviços.

Ao todo, foram contratadas 280 empresas mineiras, com a geração de mais de 2.500 empregos diretos e indiretos. A equipe do evento contou com 184 profissionais, envolvidos nas etapas de montagem, execução e pós-produção. A edição também teve a parceria de 21 pousadas e hotéis e 16 restaurantes, reforçando a integração entre o festival e o setor turístico de Tiradentes.

Visibilidade nacional e internacional

A estratégia de comunicação da 29ª Mostra garantiu ampla visibilidade ao evento nas plataformas digitais e na imprensa. Foram 97 jornalistas credenciados e cobertura de mais de 600 veículos de comunicação, com repercussão nacional e internacional.

Nas redes e canais oficiais, o evento somou 4,2 milhões de visualizações, além de mais de 300 mil acessos ao site, registrados a partir de 74 países, confirmando o alcance global da Mostra.

Cinema brasileiro em foco

Celebrando a força do cinema nacional, a Mostra exibiu 137 filmes brasileiros, provenientes de 23 estados, todos em pré-estreia. A programação reuniu 43 longas-metragens e 93 curtas-metragens, distribuídos em 21 mostras e sessões especiais, refletindo a diversidade estética, temática e territorial da produção contemporânea.

Os filmes vieram de estados como Rio de Janeiro (30), Minas Gerais (27), São Paulo (22), Pernambuco (8), Rio Grande do Sul (7), Ceará (7), Bahia (6), Goiás (5), Pará (4), Paraná (3), Paraíba (3), além do Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Maranhão, Espírito Santo, Sergipe, Amazonas, Amapá, Santa Catarina, Rondônia, Piauí, Mato Grosso e Alagoas.

Formação e pensamento crítico

Um dos pilares da Mostra, o eixo formativo contou com 17 atividades educativas, oferecendo 623 vagas ao público. Foram realizadas 10 oficinas, dois workshops, dois laboratórios e três masterclasses, voltadas a estudantes, jovens realizadores e profissionais do audiovisual, promovendo troca de experiências e aprofundamento técnico.

O Seminário do Cinema Brasileiro reuniu cerca de 160 profissionais em 59 debates e bate-papos, consolidando-se como espaço fundamental de reflexão sobre os rumos do cinema nacional, políticas públicas, modelos de produção, circulação e os desafios do setor no cenário contemporâneo.

Fórum de Tiradentes e políticas públicas

A 29ª edição sediou o 4º Fórum de Tiradentes – Encontros pelo Audiovisual, que reuniu mais de 70 profissionais em seis grupos de trabalho. A programação incluiu sessão de abertura, três debates temáticos, seis painéis e uma plenária final.

Com o tema “Convergências de políticas públicas para o fortalecimento do setor audiovisual brasileiro”, o Fórum contou com a participação de representantes do governo e do setor, como Joelma Gonzaga (Secretaria do Audiovisual/MinC), Durval Ângelo (presidente do TCE-MG), Frei Betto, Patrícia Barcelos (Ancine), Jandira Feghali (deputada federal) e Eliane Parreira (secretária municipal de Cultura de Belo Horizonte), entre outros.

As discussões resultaram na Carta de Tiradentes 2026, documento que reúne propostas e diretrizes a serem encaminhadas a gestores públicos e instituições do setor, defendendo a convergência entre União, estados e municípios e a construção de um Sistema Nacional do Audiovisual baseado na descentralização, no equilíbrio federativo e no planejamento de longo prazo.

Mercado e internacionalização

Consolidado como plataforma de negócios, o Brasil CineMundi conectou a produção nacional à indústria audiovisual internacional. Participaram 20 projetos — sendo 14 longas-metragens em desenvolvimento e seis projetos em fase de finalização (WIP) — que realizaram rodadas de negócios com 22 convidados e players internacionais, vindos de 12 países.

Ao todo, foram realizadas 70 reuniões, ampliando oportunidades de cooperação, intercâmbio e parcerias entre produtores brasileiros, curadores e distribuidores de diferentes partes do mundo.

Homenagem a Karine Teles

A atriz, roteirista e diretora Karine Teles foi a homenageada da 29ª Mostra. Com uma trajetória marcada pelo trânsito entre o cinema independente e produções de grande alcance, Karine construiu uma carreira que equilibra o autoral e o experimental com obras de ampla circulação. Durante o evento, foram exibidos sete filmes que destacam sua contribuição para o cinema brasileiro contemporâneo.

Artes, cidade e acessibilidade

Além do cinema, a Mostra promoveu uma programação artística diversa, com 32 atrações espalhadas pela cidade, além do lançamento de sete livros, ampliando o debate sobre audiovisual e cultura brasileira.

O compromisso com a acessibilidade também esteve presente, com tradução em Libras em 11 atividades, incluindo cerimônia de abertura, debates e painéis. Nas exibições, 21 filmes brasileiros contaram com recursos acessíveis, como legendas abertas, janela de Libras, audiodescrição e Closed Caption, disponíveis por meio do aplicativo MLOAD.

Cinema e identidade local

A Mostra Valores reafirmou Tiradentes como protagonista de sua própria narrativa, com exposição em painéis urbanos no Cine Petrobras na Praça, a exibição de cinco filmes realizados na cidade e a participação de uma ala temática no Cortejo da Arte, inspirada na Serra de São José. Mais do que cenário, Tiradentes se afirmou como espaço de memória, experiência e imaginação coletiva.

Publicidade

Herança de Narcisa tem pré-estreia nacional na Mostra de Cinema de Tiradentes

O longa-metragem Herança de Narcisa terá sua pré-estreia nacional nesta quinta-feira (29), às 21h, no Cine Petrobras na Praça, dentro da programação da Mostra de Cinema de Tiradentes. Dirigido por Clarissa Appelt e Daniel Dias, o filme reúne Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Müller e Elvira Helena no elenco.

A trama acompanha Ana, uma mulher atravessada pelas memórias da mãe recém-falecida, Narcisa, uma vedete que marcou sua época. Decidida a vender a casa onde passou a infância e dividir o valor com o irmão mais novo, Diego, Ana vê o plano se transformar em um percurso inquietante quando a presença da mãe começa a se manifestar de forma sobrenatural no local.

À medida que o espírito de Narcisa ocupa o espaço doméstico, o filme revela como sua influência sobre a filha persiste mesmo após a morte, tensionando os limites entre afeto, dominação e herança emocional. A narrativa flerta com o suspense psicológico e o fantástico, explorando a permanência do passado no presente.

Com 85 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos, Herança de Narcisa aposta em uma construção sensorial que mescla imagens em cor e preto e branco, reforçando a atmosfera de memória, luto e laços familiares que atravessam o filme.

Publicidade

Carta de Tiradentes 2026 defende regulamentação do streaming e articulação permanente do audiovisual brasileiro

A leitura da Carta de Tiradentes 2026 marcou, na tarde desta quarta-feira (28), o encerramento do 4º Fórum de Tiradentes, consolidando um posicionamento coletivo do setor audiovisual diante dos desafios políticos, institucionais e econômicos que se desenham para os próximos meses. Elaborado pelos Grupos de Trabalho do Fórum, o documento se apresenta como um chamado público à articulação permanente e à transformação das propostas debatidas em ações concretas.

A leitura foi conduzida pela coordenadora geral do Fórum, Raquel Hallak, que destacou o caráter processual, coletivo e contínuo da Carta. “A efetividade da Carta de Tiradentes 2026 dependerá do compromisso contínuo de todos nós — profissionais, instituições, redes e territórios representados aqui — em difundir, incorporar e transformar essas proposições em práticas concretas”, afirmou.

Segundo Raquel, o encerramento do Fórum não representa um ponto final, mas o início de uma agenda compartilhada de trabalho. “O Fórum termina hoje, mas o trabalho que ele propõe começa agora”, reforçou. A coordenadora defendeu a manutenção do diálogo, o fortalecimento das articulações e a ampliação dos espaços de construção coletiva, ressaltando que os desafios do audiovisual brasileiro exigem cooperação, inovação, vontade política e coragem para sustentar políticas públicas estruturantes em um cenário de instabilidade e disputas institucionais.

A Carta de Tiradentes 2026 reconhece os avanços recentes obtidos com a reconstrução do Ministério da Cultura e da Secretaria do Audiovisual, além da projeção internacional alcançada por filmes brasileiros nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o documento alerta para os riscos à continuidade dessas políticas, especialmente em um ano marcado por disputas eleitorais.

O texto reafirma a necessidade de maior convergência entre União, estados e municípios para enfrentar as assimetrias regionais e garantir a consolidação de um Sistema Nacional do Audiovisual, baseado no equilíbrio federativo, na descentralização e no planejamento de longo prazo.

Entre os eixos centrais destacados estão o reconhecimento do audiovisual como estratégia de Estado, a convergência na gestão do fomento, a regulação das plataformas de vídeo sob demanda (VoD) e a internacionalização do audiovisual brasileiro. A Carta defende a aprovação urgente da regulação do streaming, com fortalecimento do Fundo Setorial do Audiovisual, garantia de cotas e maior visibilidade para obras brasileiras independentes.

O documento também aponta a ampliação de públicos como prioridade, por meio de políticas de comunicação, formação e valorização da experiência coletiva, tanto nas salas de cinema quanto nos circuitos não comerciais.

Outros temas elencados incluem governança e participação social, aprovação de marcos legais no Congresso Nacional, aprimoramento das políticas de fomento direto, inserção da exibição nas políticas públicas, proteção da cadeia de direitos autorais e trabalhistas, formação audiovisual, preservação da memória, qualificação de dados e ampliação do depósito legal obrigatório.

A íntegra da Carta de Tiradentes 2026 está disponível para consulta no site oficial do evento.

Publicidade

História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette ganha data de estreia

Na quinta-feira, 12 de fevereiro, às 23h, os três primeiros episódios de História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, a nova série do FX, estreiam exclusivamente no Disney+. Os outros seis episódios serão lançados semanalmente às sextas-feiras.

Sobre História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette

Esta primeira entrega da antologia Histórias de Amor, criada por Ryan Murphy, explora a química inegável, o romance arrebatador e o casamento de grande visibilidade pública de um dos casais mais icônicos do século 20. A nova produção é inspirada no livro de Elizabeth Beller Once Upon a Time: The Captivating Life of Carolyn Bessette-Kennedy.

Foi uma história de amor que capturou a atenção de todo um país: John F. Kennedy Jr. (Paul Anthony Kelly) era o mais próximo que os Estados Unidos tinham de uma realeza. A nação o viu crescer, de menino a solteiro cobiçado e figura constante nos holofotes. Já Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon) era uma estrela que brilhava por si só. Ferozmente independente e dona de um estilo único, ela passou de assistente de vendas a executiva da Calvin Klein, tornando se uma confidente de seu fundador homônimo. A conexão entre John e Carolyn foi imediata, elétrica e inegável.

À medida que sua história de amor se desenrolava sob o olhar do público, a fama intensa e a atenção constante da mídia ameaçavam separá-los. Estrelada por Grace Gummer (Caroline Kennedy), Naomi Watts (Jackie Kennedy Onassis), Alessandro Nivola (Calvin Klein), Leila George (Kelly Klein), Sydney Lemmon (Lauren Bessette) e Constance Zimmer (Ann Marie Messina), História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette narra a complexa e emocionante trajetória de um casal cujo amor privado se tornou uma obsessão nacional.

A série de nove episódios História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, do FX, foi criada por Connor Hines, com a produção executiva de Ryan Murphy, Nina Jacobson, Brad Simpson, Connor Hines, Eric Kovtun, Nissa Diederich, Scott Robertson, Monica Levinson, Kim Rosenstock, D.V. DeVincentis e Tanase Popa. Max Winkler serviu como produtor executivo e dirigiu o episódio piloto. A série é uma produção da 20th Television.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

#EuFaçoaMostra destaca filmes verticais de um minuto na programação da Mostra de Tiradentes

A campanha #EuFaçoaMostra integra a programação online da Mostra de Cinema de Tiradentes e apresenta uma seleção de filmes verticais de um minuto, exibidos ao longo do evento no Cine-Lounge e também no Instagram oficial da Mostra. A iniciativa amplia o acesso do público à programação e dialoga diretamente com as linguagens audiovisuais contemporâneas, cada vez mais presentes nas redes sociais.

Ao todo, a #EuFaçoaMostra reúne 12 curtas-metragens de um minuto, como do realizador Thiago Muniz em “Voltar é um Plano Longo”, produzidos em formato vertical e enviados a partir de uma chamada pública realizada nas redes sociais do evento. As obras partem da temática Soberania Imaginativa, eixo curatorial da edição, e resultam em uma curadoria diversa, que reflete diferentes olhares, narrativas e experimentações formais.

Os filmes podem ser conferidos em múltiplos canais: na plataforma oficial da Mostra, no perfil do Instagram @universoproducao e também presencialmente, por meio de projeções no Cine-Lounge, em Tiradentes.

Além da campanha, a programação digital da Mostra de Cinema de Tiradentes reúne ainda 27 filmes das mostras Homenagem, Panorama e Soberania Imaginativa, reforçando o alcance nacional e internacional do evento.

Toda a programação online acontece na plataforma oficial da Mostra, com acesso gratuito pelo site mostratiradentes.com.br. O sinal permanece aberto para o público de todo o mundo, oferecendo, além dos filmes, debates temáticos, cinejornais com notícias do evento, cobertura fotográfica, conteúdos produzidos diretamente de Tiradentes e informações gerais sobre a programação.

Publicidade

Mostra de Tiradentes | Debate discute regulação das plataformas de streaming no Brasil

A programação desta segunda-feira, 26 de janeiro, contou com o debate “Regulação das Plataformas de Streaming no Brasil: o que está em debate neste momento?”, realizado das 15h às 17h30, no Cine-Teatro. A mesa integrou o eixo de reflexões da Mostra de Cinema de Tiradentes dedicado às políticas públicas para o audiovisual e propôs uma análise aprofundada sobre os rumos da regulação do setor no país.

O encontro colocou em pauta os Projetos de Lei nº 2.331/2022 e nº 8.889/2017, atualmente em tramitação no Congresso Nacional, destacando os pontos mais sensíveis da discussão, como a definição de alíquotas, critérios de descontos e modelos de tributação aplicáveis às diferentes plataformas de streaming. Também foram debatidas medidas de estímulo à produção audiovisual brasileira independente, a cota de conteúdo nacional nos catálogos e a criação de uma janela entre a exibição nos cinemas e o VoD.

Ao longo da conversa, os participantes buscaram esclarecer não apenas os aspectos técnicos e setoriais das propostas, mas também as implicações políticas de um debate que se arrasta há cerca de nove anos no Legislativo e que se tornou central para o futuro do audiovisual brasileiro diante do crescimento das plataformas digitais.

Participaram da mesa a deputada federal Jandira Feghali, o secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), João Brant, a produtora audiovisual Mariza Leão, a diretora da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Patrícia Barcelos, e Tiago de Aragão, diretor Centro-Oeste da API. A mediação foi conduzida por Ana Paula Sousa, coordenadora do GT Exibição/Difusão.

Publicidade

29ª Mostra de Cinema de Tiradentes amplia diálogo com a cidade em programação artística gratuita

A 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes transforma a cidade histórica em um grande território de encontros artísticos. Entre os dias 23 e 31 de janeiro, além das exibições de filmes, o público vivencia uma intensa programação artística gratuita, que reúne música, teatro, circo, literatura, exposições e intervenções urbanas, ampliando a experiência da Mostra para além das salas de cinema.

Com atrações pensadas para todas as idades, a programação artística reafirma a Mostra como um evento cultural múltiplo e transversal, ocupando ruas tricentenárias, praças e espaços emblemáticos de Tiradentes. Um dos destaques é o tradicional Cortejo da Arte, que percorre o centro histórico em celebração aos 308 anos da cidade, reunindo manifestações da cultura popular, blocos, performances e intervenções cênicas.

A agenda musical ocupa papel central e dialoga com diferentes linguagens e sonoridades. Passam pelo palco artistas como Nath Rodrigues, Luiza Lian, Beth Leivas e Danuza Menezes, em homenagem a Vander Lee, além do rapper Hiran, um dos principais nomes do rap queer nacional, o Baile da Bôta, Regina Souza, Jéssica Gaspar e Aninha Felipe, entre outros. DJs e performances transformam o Cine-Lounge em ponto de encontro noturno da Mostra.

A noite de abertura apresenta, no Cine-Tenda, uma performance audiovisual dirigida por Chico de Paula e Lira Ribas, que traduz o tema da edição, “Soberania Imaginativa”, por meio de uma recriação poética da Folia de Reis. A encenação propõe um percurso coletivo entre cantos, gestos, imagens e deslocamentos, articulando o sagrado e o profano como campos de potência criativa. A apresentação reúne músicos, performers, DJ, videomaker e atriz, inaugurando simbolicamente o festival como espaço de encontro, movimento e criação coletiva.

Música ocupa as noites da Mostra

Os shows acontecem no Cine-Lounge, sempre à noite, encerrando a programação diária. A abertura fica por conta da cantora e multi-instrumentista mineira Nath Rodrigues, seguida pela discotecagem do DJ David Maurity. Nos dias seguintes, passam pelo palco Luiza Lian, em apresentação que une música, performance e artes visuais, e o espetáculo Entre nós, Vander Lee, uma homenagem afetiva ao compositor mineiro.

A programação segue com o DJ Cabra Guaraná, o rapper Hiran, que leva ao palco uma apresentação marcada por força performática e discurso político, o Baile da Bôta, com forte recorte queer e sonoridades do Norte e Nordeste, além do lançamento do álbum SOU, de Regina Souza. O encerramento musical reúne Jéssica Gaspar, artista multidisciplinar que articula música, poesia e performance, e a sambista Aninha Felipe, celebrando o samba de raiz e a presença feminina no gênero.

Cortejo da Arte e programação para toda a família

Realizado no sábado, 24 de janeiro, o Cortejo da Arte sai da Igreja do Rosário e segue até o Cine Petrobras na Praça, reunindo grupos locais e artistas convidados. Entre as atrações estão a Batucada das Minas, coletivo feminino de percussão; a intervenção Dia de Reis, com grandes bonecos dos Reis Magos; a palhaçaria de Lu Gatelli; o bloco Unidos do Samba do Queixinho; e a Trupe Balão Mágico, coletivo circense que mescla circo, teatro, dança e música.

As atividades voltadas ao público infantil e familiar também ganham destaque. O Cine Petrobras na Praça recebe o show de mágica da Família Kradyn e o espetáculo Circo do Sufoco, que combina comicidade, virtuosismo técnico e emoção em uma apresentação solo.

Exposições e lançamentos de livros

Durante toda a Mostra, o público pode visitar três exposições temáticas. A Mostra Homenagem, instalada no Cine-Tenda, destaca a trajetória da atriz e diretora Karine Teles, homenageada desta edição, cuja obra se consolida como referência no cinema brasileiro contemporâneo.

No Centro Cultural Sesiminas Yves Alves, a Mostra Cinema Brasileiro Contemporâneo apresenta uma instalação em painéis fotográficos inspirada no tema “Soberania Imaginativa”, reunindo informações sobre os longas, mostras temáticas e homenageados. Já a Mostra Valores, montada na praça principal da cidade, traz o tema “Tiradentes é Cinema”, colocando a cidade como protagonista e afirmando seu papel como território de memória, experiência e imaginação.

A programação artística inclui ainda lançamentos de livros que dialogam com cinema, cultura e memória, entre eles A mulher do futuro, de Luiza Lusvarghi; Cinema com Passaporte, de Marcelo Pereira Rodrigues; Cultura é Poder, de Jandira Feghali; Ladeiras da Memória, de Raabe Andrade; Marta Rodríguez: uma vida frente à câmera, de Hugo Chaparro Valderama; e Na Zona Leste, de André Novais Oliveira.

Publicidade