Bob Esponja, Patrick, Seu Sirigueijo e Lula Molusco estão de volta às telonas em “Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada”, longa que acaba de ganhar seu primeiro trailer. O novo filme da Paramount Pictures chega aos cinemas em 25 de dezembro.
Confira abaixo:
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Sobre Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada
No novo filme, Bob Esponja tem a missão de provar que é um “cara grande”. Determinado a mostrar sua bravura ao Sr. Sirigueijo, ele segue o Holandês Voador – um misterioso pirata fantasma – e embarca em uma aventura marítima que o leva às profundezas do mar, onde nenhum outro Esponja jamais esteve.
Mark Hamill, conhecido por interpretar Luke Skywalker na saga Star Wars, cede a voz ao pirata fantasma no idioma original e se junta ao elenco com nomes como Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke, Carolyn Lawrence, Mr. Lawrence, George Lopez, Isis “Ice Spice” Gaston, Arturo Castro, Sherry Cola e Regina Hall.
A direção é de Derek Drymon e o roteiro de Pam Brady e Matt Lieberman. A produção é uma parceria entre a Paramount Animation, a Nickelodeon Movies, Domain Entertainment e MRC.
Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada estreia dia 25 de dezembro.
A contagem regressiva para o retorno de Wandinha já começou! A Netflix divulgou o trailer da Parte 1 da segunda temporada da série, que estreia em 6 de agosto com quatro episódios. Já a Parte 2 chega em 3 de setembro, também com quatro episódios.
Confira o trailer e as imagens abaixo:
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Sobre a 2ª temporada de Wandinha
Wandinha Addams (Jenna Ortega) volta aos corredores góticos da Escola Nunca Mais, onde novos inimigos e infortúnios esperam por ela. Nesta temporada, Wandinha precisa encarar a família, os amigos e antigos adversários, em mais um ano de caos deliciosamente sombrio e excêntrico.
Com sua inteligência afiada e seu charme inexpressivo, Wandinha também mergulha em um novo mistério sobrenatural de arrepiar. Os criadores e showrunners Alfred Gough e Miles Millar estão de volta para a segunda temporada eletrizante de Wandinha, ao lado do produtor executivo e diretor Tim Burton.
O elenco ainda conta com Emma Myers, Steve Buscemi, Catherine Zeta-Jones, Luis Guzman, Isaac Ordonez, Joy Sunday, Billie Piper, Luyanda Unati Lewis-Nyawo, Moosa Mostafa, Georgie Farmer, Victor Dorobantu, Evie Templeton, Owen Painter, Noah B. Taylor e Hunter Doohan.
A 2ª temporada contará com participações especiais de Jamie McShane, Joanna Lumley, Joonas Suatamo, Fred Armisen, Christopher Lloyd, Thandiwe Newton, Heather Matarazzo e Frances O’Connor.
A primeira parte da 2ª temporada de Wandinha estreia em 6 de agosto e a segunda em 3 de setembro na Netflix.
Saber que o Superman ganharia mais um remake nos cinemas não parecia motivo de empolgação. Vamos ser honestos: esse ciclo interminável de reboots já cansou até pros fãs. Embora seja uma figura imponente e central da cultura pop, o herói já teve todas as suas versões possíveis nas telonas — e depois da abordagem desastrosa com Henry Cavill sob a direção terrível de Zack Snyder, parecia um erro insistir em recomeçar o universo da DC justamente por ele. Mas não é uma delícia estar redondamente enganado?
James Gunn provou (mais uma vez!) ter algo raro entre os cineastas pop: visão de futuro. Com ousadia e um otimismo, mostrou que o Superman ainda pode ser um excelente ponto de partida — e, mais que isso, uma peça-chave para colocar a DC de volta no jogo, especialmente após o desgaste evidente da outrora dominante Marvel Studios.
Assumir o desafio de reconstruir o universo da DC praticamente do zero, apostando em mais cor, humor e leveza, exigia coragem de sobra. E muitos já dizem que a DC se “marvetizou”, mas a verdade é que Gunn propõe algo melhor: uma versão do Superman mais política e emocional — e sem medo de abraçar o tom clássico, até cafona, do personagem criado lá nos anos 1930.
Não é surpresa que o diretor responsável por transformar um grupo B da Marvel nos adorados Guardiões da Galáxia tenha descoberto como fazer o Superman decolar novamente. Seu novo filme não só entrega um Homem de Aço como ele sempre deveria ter sido, como também inaugura com força um novo e promissor universo compartilhado. Um recomeço digno e, quem diria, esperançoso.
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Os acertos e erros de Superman
O primeiro acerto de James Gunn é entender que o público já está exausto de histórias de origem. Por isso, ele escolhe começar seu filme em um ponto em que tudo já está em movimento. O passado do Superman é mostrado apenas o suficiente: sabemos da sua origem em outro planeta, do papel de seus pais e da sua já estabelecida relação com Lois Lane — vivida com carisma e segurança por Rachel Brosnahan. Esse atalho narrativo é crucial para afastar a sensação de déjà vu e abrir espaço para algo mais fresco.
A partir daí, o herói decola — literalmente e narrativamente — em aventuras que remetem a passagens clássicas dos quadrinhos. Gunn ainda mergulha em uma abordagem política que, com sutileza, reforça o simbolismo do Superman como um imigrante: alguém poderoso, mas deslocado, tentando encontrar seu lugar em um mundo que nem sempre o compreende.
David Corenswet entrega um Clark Kent mais mimado e até arrogante em alguns momentos, mas com a ingenuidade, a bondade e o idealismo exagerado que sempre definiram o personagem. Mais expressivo e leve que seu antecessor, ele parece genuinamente se divertir no papel, e isso se reflete na tela. Sua química com Brosnahan é outro ponto forte, impulsionada pelo timing cômico preciso da atriz de A Maravilhosa Sra. Maisel, que dá uma nova energia à dinâmica clássica entre Lois e Clark, especialmente no Planeta Diário.
A obra remete ao espírito dos longas de super-herói dos anos 2000, como X-Men e Homem-Aranha, ao centrar sua narrativa em torno da responsabilidade de ter poderes em um mundo frágil e em constante conflito. Esse dilema, que é a espinha dorsal de qualquer boa história de herói, ganha peso real aqui. Mas a grande diferença desta nova versão está na sensação de mundo vivido. O universo apresentado é amplo, seus personagens são sólidos e tudo parece já existir há muito tempo. Em apenas duas horas, o filme não só reintroduz o Superman como estabelece com segurança as bases de um novo e promissor DCU nos cinemas. E isso, por si só, já é um feito considerável.
Gunn aposta em uma abordagem mais cósmica (quem diria?) ao amplificar a megalomania de seu vilão, Lex Luthor — agora interpretado por Nicholas Hoult. Apesar da expectativa, Luthor acaba sendo um ponto fraco do filme: seus diálogos flertam com o cafona, e sua obsessão pelos meta-humanos beira a forçação de barra. Patético demais. Hoult entrega o necessário para o papel, mas sem camadas ou complexidade real. Todo o núcleo vilanesco, aliás, parece uma herança desgastada da era Snyder.
Por outro lado, quem realmente brilha é Krypto. O cão do Superman rouba a cena com seu comportamento caótico, impulsivo e adoravelmente realista — quase como um cachorro de verdade em meio a super-heróis. Ele funciona como o melhor alívio cômico do filme, equilibrando a trama com leveza.
Há muitos elementos em cena (kaiju, Gangue de Justiça, universos compactos e etc) — talvez até demais — e nem todos recebem o tempo ou o desenvolvimento que merecem. Mas, curiosamente, isso não atrapalha tanto quanto poderia. Ao invés de parecer desorganizado, o excesso de personagens e tramas paralelas ajuda a comunicar que o universo da DC já está em funcionamento, com conflitos e histórias que nem sempre terão o Superman como protagonista.
No desafio de criar um novo mundo do zero, Gunn faz justamente o oposto: nos apresenta a um universo que já existe, já pulsa. A construção é simples, criativa e funcional. O roteiro, ainda que simplista em alguns momentos, reserva boas nuances e surpresas pontuais. Sim, há tropeços — como a reviravolta boba envolvendo um clone do herói —, mas o saldo final é positivo.
A invencibilidade do Superman sempre foi um desafio narrativo — e aqui não é diferente. Sem grandes traumas em seu passado, o herói muitas vezes soa mais como uma entidade divina em busca de propósito do que como alguém com quem o público possa se identificar. Gunn tenta contornar isso ao inserir dúvidas internas no personagem: um Superman em conflito com suas próprias convicções, perdido entre seu ideal de justiça e a descrença da humanidade em aceitá-lo como salvador. Funciona, até certo ponto, mas ainda é pouco para dar profundidade real.
As sequências de ação, por sua vez, seguem a assinatura de Gunn: são agitadas, coloridas e embaladas por uma câmera nervosa que dá ritmo e energia às cenas, mesmo em meio ao excesso de CGI. São cenas divertidas, mas não exatamente inovadoras. Nada aqui soa realmente novo ou surpreendente — com exceção da trilha sonora, que se destaca ao preencher bem os silêncios e reforçar o tom animado da narrativa.
As lutas são sim grandiosas, imersivas e bem coreografadas — mas isso, honestamente, já era o mínimo esperado. A sensação é de competência técnica, mas sem grandes ousadias. Gunn entrega o espetáculo, mas ainda falta à obra aquele impacto que faz um filme de super-herói se tornar inesquecível.
Veredito
Sem perder tempo com mais uma história de origem já conhecida, James Gunn inicia sua jornada na DC com um filme otimista, assumidamente divertido e fiel à essência do Superman. E não é justamente assim que o herói sempre deveria ser? Supermanmarca um excelente recomeço para o novo universo compartilhado da DC, apostando em inventividade e leveza. Mesmo com um vilão raso e diálogos que soam cafonas em alguns momentos, o longa se sustenta como uma explosão de energia, confiança e carisma — o tipo de entretenimento que lembra por que o cinema de super-heróis pode ser, sim, um parque de diversões nas telonas.
Há uma profusão de elementos e personagens em cena — muitos ainda a serem desenvolvidos nos próximos capítulos —, mas David Corenswet já se mostra um Superman promissor, superando com folga o carisma limitado de seu antecessor. O filme tem seus excessos e certa afobação em querer mostrar tudo de uma vez, mas acerta no mais difícil: nos convencer de que esse mundo já está vivo e pronto para ser explorado. A DC, enfim, parece ter compreendido que um bom filme — seja ele de super-herói ou não — precisa tocar o público. E se isso significa repetir fórmulas que funcionam, tudo bem. Supermané grandioso e simbólico, mas também acessível e apaixonante. E, nesse momento, isso já é mais do que suficiente.
Jack Black chegou com tudo na HBOMax. No último dia 20 de junho, a plataforma estreou com exclusividade UM FILME MINECRAFT, primeira adaptação live-action do fenômeno global dos games. No longa, Black dá vida a Steve, o criador e guia improvável do Overworld, mundo onde blocos se tornam armas, castelos ou pontes — dependendo da imaginação de quem joga.
Produzido pela Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, e com direção de Jared Hess (Nacho Libre), o filme mergulha em uma jornada de criatividade e superação, com personagens transportados do nosso mundo para o universo de Minecraft. Entre ameaças como Piglins e Zumbis, a história convida o público a celebrar a amizade, o humor e o poder da construção coletiva — com o carisma inconfundível de Jack Black no centro da ação.
E para quem saiu do Overworld querendo mais, a Max preparou uma seleção de filmes estrelados pelo ator, com aventuras e comédias que atravessam gerações.
Confira:
Filmes com Jack Black para todas as idades
PARA TODA A FAMÍLIA
UM FILME MINECRAFT (2025)
Quando quatro jovens comuns são sugados para o Overworld, precisam aprender a trabalhar juntos para salvar o mundo pixelado de uma ameaça crescente. Ao lado de Steve (Jack Black), eles descobrem que a criatividade pode ser a arma mais poderosa de todas. Uma aventura épica para fãs de todas as idades.
GOOSEBUMPS: MONSTROS E ARREPIOS (2015)
Nesta adaptação dos livros de R.L. Stine, Jack Black interpreta o próprio autor — mas com um detalhe: suas criaturas imaginárias ganham vida quando os manuscritos são abertos. Preso em uma cidade infestada por abominações literárias, ele se une a um grupo de adolescentes para conter o caos.
PARA OS ADOLESCENTES
ANO UM (2009)
Nesta sátira histórica, Black vive Zed, um homem das cavernas exilado de sua tribo que embarca em uma jornada (hilária e completamente anacrônica) com o amigo Oh (Michael Cera). Juntos, eles atravessam o Antigo Testamento — literalmente — e tropeçam com figuras como Caim, Abel e até Abraão. É o absurdo em sua forma mais escancarada, com direito a figurinhas bíblicas e piadas sem filtro.
MULHER INFERNAL (2001)
Jack Black interpreta J.D. McNugent, um dos três amigos inseparáveis que formam uma banda cover de Neil Diamond. Quando Darren, o mais sensível do grupo, se envolve com Judith — uma mulher controladora e manipuladora —, os amigos temem perdê-lo para sempre. Para salvá-lo das garras do “relacionamento tóxico”, J.D. e Wayne (Steve Zahn) elaboram um plano completamente insano: sequestrar Judith e tentar reaproximar Darren de uma antiga paixão. Uma comédia de humor absurdo, com toques de crime e romantismo torto — do jeito que só o início dos anos 2000 sabia fazer.
PARA OS PAIS
TURMA 94: O GRANDE ENCONTRO (2015)
Diferente de seus papéis mais espalhafatosos, neste drama com toques de comédia, Jack Black vive Dan Landsman, um homem preso ao passado que tenta, a qualquer custo, reunir sua turma do colégio para um reencontro inesquecível. Mas à medida que força situações e manipula amizades antigas, ele se vê confrontado com verdades que evitou por décadas. Um filme sobre autoimagem, nostalgia e a difícil arte de amadurecer.
Esses filmes estrelados por Jack Black — que vão do humor escrachado ao absurdo afetivo — já estão disponíveis na Max, ao lado de UM FILME MINECRAFT. Juntos, formam uma seleção perfeita para quem quer mergulhar no talento cômico (e caótico) do ator, seja com a família, com os amigos ou em uma maratona solo repleta de gargalhadas e nostalgia.
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O Apple TV+ revelou o trailer da temporada final da amada comédia de sucesso “Acapulco“. A quarta e última temporada de 10 episódios estreia mundialmente, com os dois primeiros episódios, na quarta-feira, 23 de julho, seguidos de uma estreia semanal até 17 de setembro.
Confira abaixo:
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Sobre a 4ª temporada de Acapulco
Na quarta temporada, o Máximo dos dias atuais (Eugenio Derbez, de “Não Aceitamos Devoluções”, “No Ritmo do Coração” – “CODA”, da Apple) trabalha incansavelmente para restaurar o resort Las Colinas à sua antiga glória antes da grande reabertura. Em 1986, quando um concorrente conquista o primeiro lugar no ranking anual dos “Melhores Hotéis de Acapulco”, o jovem Máximo (Enrique Arrizon – “Las hijas de Abril”, “Marco & Luna”) fará o que for preciso para voltar ao topo e garantir o futuro do Las Colinas.
Além de Derbez e Arrizon, o elenco de “Acapulco” conta com Fernando Carsa (“La Mosca en la Pared”, “At Midnight”), Rafael Cebrián (“Narcos”, “Borgia”), Vanessa Bauche (“Amores Brutos”, “Três Enterros”, “A Máscara do Zorro”), Camila Perez (“Gotham”, “A Teacher”), Carlos Corona (“Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, “Uma Cidade de Loucura”), Chord Overstreet (“Glee”, “Uma Quedinha de Natal”, “Coração de Guerreiro”), Regina Reynoso (“Enquanto o Lobo Não Vem”, “Entrenando a mi papá”), Jessica Collins (“Prenda-Me se for Capaz”, “It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Regina Orozco (“Vermelho Sangue”, “Plano de Fuga”).
A nova temporada também traz de volta os queridos Damián Alcázar (“As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”, “O Crime do Padre Amaro”), Jaime Camil (“Viva: A Vida é uma Festa”, “A Feia Mais Bela”), Cristo Fernández (“Ted Lasso”, da Apple, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, “Transformers: O Despertar das Feras”) e Carolina Moreno (“The Barriers”, “Clementine”), e apresenta como estrelas convidadas Keyla Monterroso Mejia (“O Estúdio”, da Apple) e Omar Chaparro (“Ninguém Merece, Frida”, “Pokémon: Detetive Pikachu”) que se juntam à nova temporada.
Jack McBrayer (“Um Maluco na TV”, “Ressaca de Amor”, “Murderbot”, da Apple) faz uma participação especial.
Produzida pela Lionsgate Television, a série bilingue, elogiada mundialmente, “Acapulco” é inspirada no sucesso de bilheteria da 3Pas Studios e Pantelion Films “Como se Tornar um Conquistador” e é produzida para a Apple pela Lionsgate Television, 3Pas Studios, Zihuatanejo Productions e The Tannenbaum Company. Além de estrelar a série, Derbez assina como produtor executivo ao lado de Ben Odell (“Radical”, “Casal de Fachada”, “Um Conto Chinês”).
A série tem criação de Austin Winsberg (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”, “O Natal Extraordinário de Zoey”, “A Verdade Nua e Crua”), Eduardo Cisneros (“Não Aceitamos Devoluções”, “Bespoke”) e Jason Shuman (“Perigo em Bangkok”, “No Cair da Noite”, “O Grande Herói”). Winsberg também assina como produtor executivo com Sam Laybourne (“Black-ish”, “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”, “O Show de Michael J. Fox”), que assina como showrunner. Outros produtores executivos incluem Kim e Eric Tannenbaum (“Dois Homens e Meio”, “Você de Novo”, “O Natal Extraordinário de Zoey”) e Jason Wang (“O Natal Extraordinário de Zoey”, “The Last O.G.”) para a The Tannenbaum Company.
Jaime Eliezer Karas (“Abbott Elementary”, “Ghosts”) também assina como produtor executivo e diretor e Sonia Gambaro é coprodutora executiva pela 3Pas Studios.
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O Apple TV+ anunciou a sétima temporada de seis episódios do elogiado drama de espionagem com humor ácido “Slow Horses”. A série, vencedora dos prêmios Emmy e BAFTA (da Academia Britânica de Cinema), é estrelada pelo vencedor do Oscar Sir Gary Oldman (Melhor Ator em “O Destino de uma Nação”), que já recebeu indicações ao Globo de Ouro,Emmy e BAFTA por sua atuação marcante como o querido e temperamental Jackson Lamb.
As quatro primeiras temporadas completas de “Slow Horses” estão disponíveis no Apple TV+, com a estreia da quinta temporada marcada para 24 de setembro, e a sexta temporada anunciada no ano passado.
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Sobre Slow Horses
“Slow Horses” é um drama de espionagem com humor ácido que acompanha uma equipe desajustada de agentes da inteligência britânica que atua em uma subdivisão rejeitada do MI5, conhecida “carinhosamente” como Slough House(casa dos degredados). Gary Oldman interpreta Jackson Lamb, o brilhante, porém antissocial líder dos espiões que acabam em Slough House devido a erros que comprometeram as suas carreiras, em confusões no mundo da espionagem.
Na sétima temporada, Lamb e seus agentes estão em uma caçada para encontrar e neutralizar um espião infiltrado no coração do governo britânico, antes que ele consiga enfraquecer o Estado.
“Slow Horses” foi elogiada como “certamente a melhor série de espionagem da televisão”, um “thriller de espionagem verdadeiramente notável” que é “absolutamente brilhante” e simplesmente “tão bom”.
Todas as quatro primeiras temporadas de “Slow Horses” têm uma pontuação Certified Fresh (aprovação), com duas temporadas recebendo uma rara e perfeita pontuação de 100% dos críticos e a quarta temporada escolhida como a série número um de 2024, segundo o Rotten Tomatoes. A terceira temporada, elogiada mundialmente, conquistou nove indicações para o prêmio Emmy e venceu o prêmio de “Melhor Roteiro em Série Dramática” e a produção segue recebendo elogios tanto de fãs quanto de críticos.
A série é produzida para o Apple TV+ pela See-Saw Films, com Jamie Laurenson (“A Serpente de Essex”, “Sequestro no Ar”, ambas da Apple), Hakan Kousetta (“A Serpente de Essex”, da Apple, “Estado de União”), Iain Canning (“Ataque dos Cães”, “Lion: Uma Jornada para Casa”), Emile Sherman (“Ataque dos Cães”, “Lion: Uma Jornada para Casa”), Dan Hassid (“Não Tenha Medo do Escuro”, “O Cavaleiro Solitário”), Mick Herron (“Down Cemetery Road”, “Kulturplatz”), Gail Mutrux (“A Garota Dinamarquesa”, “Show Me a Hero”), Douglas Urbanski (“A Rede Social”, “O Destino de uma Nação”) e Gary Oldman como produtores executivos.
Ben Vanstone (“Um Cavalheiro Em Moscou”, “As Aventuras de Merlin”) assina a adaptação da sétima temporada e também a produção executiva, com Robert McKillop (“Guilt”, “Clique”, “Diário de um Jovem Médico”) na direção. A See-Saw Films faz parte do grupo Mediawan.
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Vem aí um novo festival! O 53º Festival de Cinema de Gramado divulgou nesta terça-feira os longas-metragens brasileiros de ficção que disputarão o Kikito em 2025. O anúncio foi realizado durante coletiva de imprensa na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, que também apresentou outros destaques da programação, como os curtas-metragens gaúchos selecionados para o Prêmio Assembleia Legislativa e os agraciados com o Troféu Leonardo Machado e os Prêmios IECINE, além de detalhes sobre o Conexões Gramado Film Market, segmento mercadológico do evento serrano. Os demais conteúdos e homenagens desta edição serão divulgados em coletivas de imprensa no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de julho, e em São Paulo, no dia 17.
Realizado pela Gramadotur, autarquia municipal de turismo e cultura, o Festival de Cinema de Gramado, o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, que faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, acontece entre os dias 13 e 23 de agosto.
A programação terá início com a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil Educavídeo e a abertura oficial será no dia 15 de agosto, com a exibição hors concours do inédito O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o filme conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano.
Para a competição, foram escolhidos seis longas de ficção inéditos no Brasil, que serão exibidos no Palácio dos Festivais. A partir de curadoria assinada pelo ator e diretor Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico Marcos Santuario, a seleção deste ano sublinha a força de Gramado como a primeira janela de exibição dos mais recentes títulos da cinematografia brasileira.
“Nesta seleção de obras, reunidas sob o olhar atento de uma curadoria comprometida com a pluralidade, a urgência e a sensibilidade, apresentamos um panorama potente do cinema atual. Os seis filmes — ‘Sonhar com Leões’, ‘Cinco Tipos de Medo’, ‘Papagaios’, ‘Querido Mundo’, ‘Nó’ e ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’— compõem uma amostra vibrante e necessária de narrativas que dialogam com o presente, sem abrir mão da complexidade humana e estética”, comenta o curador Marcos Santuario.
“Não foi uma tarefa simples [escolher esses seis títulos], pois vimos muitos trabalhos criativos, poderosos e com vozes próprias, que reafirmam a força do nosso audiovisual e da nossa cultura. Buscamos selecionar obras que apostam na diversidade de temas, linguagens, territórios, gêneros e nos convidam a refletir. São filmes com marcas autorais que provocam, sensibilizam e, acima de tudo, nos representam”, diz Camila Morgado, que estreia este ano na curadoria.
“Nosso foco foi contemplar essa variedade de temas, de narrativas, mesclar nomes consagrados com novas promessas. Espero que o público se deslumbre com a força do nosso cinema, com o vigor com que ele se renova e se reafirma”, complementa Caio Blat.
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:
“A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF), de Rafaela Camelo
“Cinco Tipos de Medo” (MS), de Bruno Bini
“Nó” (PR), de Laís Melo
“Papagaios” (RJ), de Douglas Soares
“Querido Mundo” (RJ), de Miguel Falabella
“Sonhar com Leões” (SP), de Paolo Marinou-Blanco
Todos os títulos podem ser encontrados no site oficial do Festival de Cinema de Gramado: www.festivaldegramado.net.
Eles viajam entre realidades, desafiam a lógica e destroem o tempo-espaço com uma arma caseira. Mas talvez o mais explosivo em RICK AND MORTY não seja o multiverso — e sim o que ele revela sobre nós mesmos. Com a oitava temporada já na metade, a série animada do Adult Swim, disponível com exclusividade na Max, segue abordando grandes questões da existência com irreverência, genialidade e uma dose generosa de niilismo.
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Debaixo da zoeira interestelar e dos alienígenas bizarros, a série sempre foi um playground filosófico — explorando de forma irreverente conceitos como niilismo, existencialismo, livre-arbítrio e ética. E ao invés de dar respostas, RICK AND MORTY multiplica as perguntas: o que nos torna únicos quando há infinitas versões de nós mesmos? O que significa “escolher” quando tudo parece roteirizado por um roteirista bêbado no espaço? E se Deus for só mais um personagem mal escrito?
Se uma aula de filosofia fosse dada por um cientista sociopata e seu neto confuso, talvez fosse algo assim:
As filosofias de Rick and Morty
Niilismo: o nada como ponto de partida
Rick Sanchez é a representação viva do niilismo: inteligente demais para se apegar a qualquer sistema de valor, ele trata tudo como descartável — realidades, pessoas, até a própria família. O universo não tem sentido? Ótimo. Menos peso para carregar. Mas a série também mostra as rachaduras desse pensamento: os surtos, os vazios, o álcool, a autodestruição em silêncio. O niilismo aqui é radical, mas também é humano — e isso é o que o torna potente.
Existencialismo: somos o que escolhemos ser (mesmo sem saber o porquê)
Morty é o oposto de Rick. Onde Rick vê o absurdo, Morty busca sentido. Ele é o adolescente que, mesmo cercado de caos cósmico, ainda acredita em certo e errado, ainda sofre por amor, ainda quer “ser alguém”. Esse embate filosófico constante entre os dois personagens (e também com Summer, Beth, Jerry…) revela que, mesmo em um universo onde nada importa, ainda tentamos ser bons. Porque talvez isso seja o que nos define.
Determinismo e livre-arbítrio: o dilema de ser você em infinitas versões
Um dos conceitos mais fascinantes da série é a ideia de infinitas realidades — e, com elas, infinitas versões dos mesmos personagens. Isso transforma RICK AND MORTY num espelho quântico da filosofia do livre-arbítrio: se em outro universo você fez uma escolha diferente, o que torna essa versão sua mais verdadeira? Ao mostrar Mortys tiranos, Ricks burocratas e Jerrys bem-sucedidos, a série escancara a pergunta: quem você é quando tudo é possível?
Ética e responsabilidade: fazer o bem em um universo que não liga
Mesmo num multiverso indiferente, as consequências existem — e elas batem na porta. Seja quando Rick abandona civilizações inteiras, quando Morty altera uma linha do tempo ou quando Jerry tenta ser útil pela milésima vez, RICK AND MORTY nos força a refletir: se não existe um código moral universal, como escolhemos agir? A série brinca com dilemas éticos clássicos — como o valor de uma vida, o peso da culpa e a ideia de responsabilidade coletiva — com acidez e (às vezes) dor.
Ao longo de oito temporadas, RICK AND MORTY provou que pode, sim, fazer piada com tudo — inclusive com as perguntas mais antigas da humanidade. A série conta com episódios inéditos às segundas-feiras, exclusivamente na Max.
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A Diamond Films revelou o novo trailer do filme A VIDA DE CHUCK (The Life of Chuck), adaptação do conto homônimo de Stephen King. Dirigido por Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill) e estrelado por Tom Hiddleston (Loki), o longa chega aos cinemas do Brasil em 4 de setembro.
A obra retrata a comovente jornada de um homem aparentemente comum, explorando com sensibilidade as complexidades da experiência humana.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre A Vida de Chuck
Em A VIDA DE CHUCK, acompanhamos a jornada de Charles “Chuck” Krantz, vivido por Tom Hiddleston. A narrativa mistura diferentes gêneros para retratar, de forma única e comovente, os altos e baixos da vida. Ao longo da história, o protagonista experimenta a beleza do amor, a dor da perda e descobre as múltiplas camadas que compõem a essência humana.
Vencedor do prêmio do público na edição mais recente do Festival de Toronto, A VIDA DE CHUCK ganha vida sob a direção de Mike Flanagan, que também assina o roteiro do filme. O diretor, conhecido por suas adaptações de obras de Stephen King, já comandou produções como Jogo Perigoso, Doutor Sono e atualmente está comandando o desenvolvimento da série de TV A Torre Negra.
A VIDA DE CHUCK ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Karen Gillan, Jacob Tremblay e Mark Hamill no elenco.
Com distribuição da Diamond Films, A VIDA DE CHUCK estreia nacionalmente em 4 de setembro.
Como a educação pode se tornar o agente transformador de uma comunidade, capaz de mudar a vida de seus habitantes? É isso que será retratado no filme “Escola Sem Muros”, que iniciou as filmagens em 30 de junho, em São Paulo, e terá duração de seis semanas.
A produção é uma adaptação livre da história da Escola Campos Salles, localizada em Heliópolis, na capital paulista, que se tornou referência por suas inovações pedagógicas e uma forte integração com o bairro. Com direção de Cao Hamburger, que também assina o roteiro com Thayna Mantesso, Tom Hamburger e Marcelo Gomes, a produção é da Gullane, coproduzido pela Ukbar Filmes (Portugal), Globo Filmes, Telecine e Caos Produções, e em associação com o grupo Playtime.
A trama se passa em 1995, quando um novo diretor chamado Braz Nogueira, interpretado por Júlio Andrade, chega à Campos Salles. A escola, conhecida como “lixão” ou “fábrica de bandido”, para onde os piores alunos da região eram transferidos, se mantinha à distância da comunidade que ela atendia. Entretanto, Braz, ao lado dos líderes comunitários Orlando (Flavio Bauraqui) e Rose (Larissa Bocchino), enfrenta os desafios impostos pela violência do bairro e o estigma que seus alunos enfrentam todo dia, determinado a devolver a escola a quem ela realmente pertence: os habitantes de Heliópolis.
O longa conta com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual, apoio do Governo Federal, do Ministério da Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo e da Spcine através da Lei Paulo Gustavo, além do apoio institucional da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Chegará aos cinemas pela Califórnia Filmes.