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PIPOCAS TV| TERMOS QUE TODO VICIADO EM SÉRIE PRECISA SABER

Crossover, Spin-off, Fall season, Mid Season, Season Finale. Talvez você já leu esses termos em algum lugar e não entendeu bem o que significava. A verdade é que essas palavras podem ser chaves para o entendimento do contexto de alguma série que você esteja assistindo, todo viciado em série precisa conhecer esses termos. Então a gente do Pipocas Club preparou pra vocês um vídeo explicando cada termo desses. Confere ai:

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PIPOCAS TV | CINCO PIORES FILMES QUE ESTREARAM EM 2016

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Definitivamente 2016 não foi um ano fácil e nem mesmo as grandes produtoras de cinema conseguiram lidar com isso. Sendo assim, decidimos perguntar à nossos seguidores nas redes sociais quais, na opinião deles, foram os piores filmes do ano. Eis aqui o resultado 🙂 Ah, e se você achou que algum filme ficou de fora da lista ou que algum não merecia estar aqui, conta pra gente nos comentários!

 

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Designated Survivor entra em “hiato” com episódio de tirar o fôlego

Designated Survivor precisou de apenas três meses para provar a que veio. Com uma trama bem elaborada e contando com bons personagens, a série alcançou bons resultados de audiência e já garantiu a exibição dos 22 episódios de sua primeira temporada. A produção, distribuída internacionalmente pela Netflix, se estabelece cada vez mais como uma boa opção para quem quer curtir uma série política complexa, mas sem perder aquela boa dose de ação.

A série, criada por David Guggenheim (Protegendo o Inimigo ) e protagonizada por Kiefer Sutherland (24 horas), conta a história do Secretário de Habitações e Desenvolvimento Urbano e funcionário da Casa Branca Tom Kirkman, que, durante o discurso do Estado da União, grande encontro que reúne praticamente todos os agentes políticos do país, é escolhido para desempenhar o papel de “sobrevivente designado”, devendo permanecer escondido sob forte vigilância ao longo de todo o evento para, em caso de uma catástrofe, assumir a presidência do país. Ainda no primeiro episódio, os temores são confirmados: uma imensa explosão aniquila o capitólio, matando praticamente todo o congresso e, claro, o presidente dos Estados Unidos. Sob a incumbência de gerir a nação em meio à tamanha crise, o novo presidente precisará enfrentar desafios internos e externos para conseguir provar competência suficiente e continuar ocupando a sala oval. Enquanto isso, a Agente Wells do FBI (Maggie Q) encabeça uma investigação não convencional para descobrir toda a verdade por trás da explosão.

Bebendo da fonte de House of Cards, umas das coisas apaixonantes da série é a possibilidade de conhecer mais profundamente o sistema político norte-americano, adentrando, inclusive, nas formas com as quais a maior potência do mundo lida com toda sorte de crises. Ao longo dos 10 primeiros episódios, podemos acompanhar Kirkman gerir crises que vão desde motins internos, ameaças terroristas e até mesmo problemas familiares, sem deixar de lado a intensa pressão da imprensa durante todo o processo.

Em meio a todos esses eventos, a escolha de um senador sobrevivente, suspeito de envolvimento no atentado, para vice-presidência parece colocar em prática um plano conspiratório para derrubar Kirkman e entregar um novo presidente à Nação Americana. No último episódio, as estratégias para consumação do plano se estruturam rapidamente ao ponto em que nos deparamos com a fatídica cena final onde, durante o discurso de nomeação de seu novo vice, Tom é alvo de um tiro vindo de um prédio próximo.

Com um cliffhanger bem pensado, a série deixa aberta a principal questão levantada na cena: o atirador acertou ou não seu alvo? Bem, só saberemos daqui a três meses, pois a série entrou em hiato, só retornando no dia 8 de março do ano vindouro. Até lá só nos resta aguardar e torcer para que o sobrevivente designado sobreviva mais uma vez. Os dez primeiros episódios da primeira temporada já estão disponíveis na Netflix.

Já assistiu a série? Conta pra gente o que achou!

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Crítica| Once Upon a Time – 5° Temporada

Magia, conto de fadas e histórias infantis que se entrelaçam e formam um único enredo. Esse é o universo de Once Upon a Time, série da ABC que é reproduzida aqui no Brasil pelo canal Sony. A Season Finale da quinta temporada dowin peas seriado foi ao ar nos EUA no último domingo com dois episódios seguidos, de uma hora cada, fechando com chave de ouro a quinta temporada da trama.

Fisgado para assistir Once Upon a Time não apenas pelos contos de fadas em live-action, mas também pelo interessante roteiro que conecta diversas histórias (as vezes inclusive frustrando o que aprendemos quando criança), me envolvi completamente com a trama e hoje acompanho a série esperando, além do entretenimento, a lição de moral que as histórias guardam ao final de cada temporada.

ALERTA DE SPOILER, continue por sua conta e risco.

O final da quarta temporada deixou os fãs apreensivos para saber o que aconteceria agora que Emma Swan tinha virado a Senhora das Trevas. Talvez o desfecho, com Gancho também virando Senhor das Trevas e se sacrificando para acabar com o mal, tenha sido pouco emocionante e muito rápido, porém criou uma ponte para a próxima trama da temporada que se passa no Submundo, por sinal também é em Storybrooke. De repente todos os heróis estavam lutando contra Hades para resgatar Gancho, mas permanecia a seguinte pergunta: como tirar do Submundo alguém que já estava morto?

O Submundo nos fez rever vários personagens que já tinham partido, mas que tinham casos inacabados em suas “vidas”. É o caso de Cora, por exemplo, que com sua aparição consegue fazer com que suas duas filhas, Regina e Zelena, façam as pazes. E por falar em aparições, a princesa Merida (Valente) foi a grande surpresa nessa temporada, protagonizando alguns pontos fortes da trama principal. O Rei Arthur também esteve presente e descobriu através dos acontecimentos que o reino para o qual tinha sido destinado pela profecia de Merlin na verdade era o Submundo. Outra aparição que vale destaque foi a de Hades, o “DEUS DA MORTE”, que mostra que nem só de contos de fadas é feita a série. Vimos novos casais se formando. Chapeuzinho Vermelho foi a Oz procurar um novo rumo na sua caminhada e se apaixonou perdidamente por Dorothy, formando assim o primeiro casal LGBT da série. Henry também conseguiu uma namorada deixando suas mães totalmente surpresas. Choramos também a triste morte de Robin Hood. Mas podemos nos alegrar com a ressurreição do Capitão Gancho como gratificação de Zeus por ajudar na morte de Hades.
Resumindo: Teve morte, ressurreição, aventura, batalha contra o mal, maldições, magia, viagens entre os mundos, chegou gente nova, e amor, MUITO AMOR!

Essa temporada nos traz as lições da nossa luta diária contra o mal dentro de nós e que só o amor pelos outros vai nos fazer vencer, amor verdadeiro é o amor que se doa pelo outro. E também que muitos as vezes morrem com seus casos inacabados, no caso da série os heróis tiveram uma segunda chance, a nós espectadores sugiro tentar resolver tudo logo.

Por fim, como Once Upon a Time é daquelas séries que quando tudo está dando certo aparece alguma coisa pra acabar com alegria, o final da temporada também apresentou os novos personagens Dr. Jekyll e Mr. Hyde, capazes de dividir suas personalidades em duas pessoas separadas com uma poção. Quando Regina usou em si mesma, ela foi capaz de matar a Rainha Má, esmagando seu coração, e depois se sentiu segura o suficiente para escapar de volta para casa. Mas parece que não funcionou e a Rainha Má está de volta.

A série já está renovada para a sexta temporada e mesmo que os vilões estejam cada vez mais poderosos de uma coisa temos certeza: Os vilões nunca têm finais felizes.

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Sense8 volta em Especial de Natal nada tradicional

Não é de hoje que os especiais de Natal das séries que acompanhamos nos cativam e fazem com que passemos todo o feriado natalino envoltos nas telas de TV e computadores, afinal, não adianta negar: ver seus personagens favoritos comemorando o Natal “junto com a gente” dá uma sensação ainda maior de proximidade com a trama. E esse especial de Sense8 é exatamente sobre isso, sobre se conectar, sobre proximidade e sobre sensações.

Na verdade, o episódio natalino de Sense8 tem mais cara de “aguenta mais um pouquinho que estamos voltando” do que de fato “voltamos”. Sim, apesar de a Netflix ter disponibilizado um especial de duas horas da série, os 120 minutos pouco contribuem para a narrativa, mas definitivamente acalenta os saudosos fãs que aguardam há um ano e meio o retorno da série.

O especial retoma com os personagens imediatamente após os eventos transcorridos na season finale: (1) Will (Brian J. Smith) e Riley (Tuppence Middleton) escondendo-se de Sussurros, (2) Sun (Doona Bae) permanecendo na solitária e lidando com as armações de seu irmão, (3) Nomi (Jamie Clayton) e Amanita (Freema Agyeman) fugindo de agentes do governo, (4) Kala (Tina Desai) com seu conflito interno entre a angústia pelo casamento com Rajan e seu amor por Wolfgang (Max Riemelt) que continua sua procura por seu lugar no mundo, (5) Capheus lida com o que restou de sua Van Damme (apesar de que o grande desafio do personagem está em apresentar o novo ator que interpreta o papel e o episódio brinca muito bem com isso) e, por fim, (6) Lito (Miguel Àngel Silvestre) e Hernando (Alfonso Herrera) tendo que lidar com a revelação de sua homossexualidade e as consequências profissionais decorrentes dos fatos, como a rejeição da sociedade e possíveis consequências familiares.

Sense8 é na verdade uma obra que reflete um grito pela quebra de paradigmas sociais e esse clamor pela aceitação das diferenças está escancarado na trama desde o início da série. Oito pessoas de países, etnias, costumes, culturas e orientações sexuais diferentes se conectam de uma maneira singular e a única forma de fazer com que isso dê certo é quebrando essas diferenças e aceitando todas as nuances que os fazem diferentes e, ao mesmo tempo, iguais.

“Arte é o amor tornado público.” – diz Hernando pra um dos seus alunos que tenta expor a relação dele com Lito de forma constrangedora. E por falar em arte e amor, todo mundo já esperava o episódio especial trouxesse aquela boa “suruba”, mas não, a cena apresenta o extremo oposto, construindo uma relação nada vulgar. Lana Wachowski conseguiu transformar o que seria considerado explícito e chocante em algo artístico e belo, mesmo sem perder a sensualidade, elaborando algo talvez antes nunca visto, do jeito que a Netflix gosta.

Sense8 cresceu. O especial de natal tem cenas bem alinhadas, boa fotografia e um desenvolvimento cativante. Quando os Sensates estão em conjunto, a série dá um show de sincronia e direção, mostrando que as Wachowskis já tem sim a série muito bem amarrada. Já os críticos que acharam o enredo maçante, talvez percebam através deste episódio que a lentidão vista na temporada de estreia talvez fosse necessária para que os acontecimentos futuros fossem bem estabelecidos (como parecem estar).

Enfim, mais que aprovado, esse especial de Sense8 com certeza já figura na lista de Especiais de Natal para se assistir com a família, ou não.

A Série

Sense8 conta a história de um grupo de oito pessoas que podem se conectar mentalmente e, em alguns casos, presencialmente, sendo caçados por indivíduos que encaram essas habilidades como ameaças à sociedade. A primeira temporada da produção estreou no Brasil em junho de 2015 através do serviço de streaming Netflix. Apesar de ter feito um enorme sucesso, figurando constantemente entre os Trendind topics do Twitter, a segunda temporada de Sense 8 teve sua estreia prevista apenas para maio de 2017. Um dos motivos alegados para o atraso foi a troca do ator Aml Ameen, que fazia o personagem Capheus, pelo ator Toby Onwumere, o que implicou na regravação de inúmeras cenas. Outro motivo que parece estar por trás da demora é o fato de que boa parte da coordenação do projeto (roteiro, direção, montagem e pós-produção) é centralizada em apenas uma pessoa: Lana Wachowski.

Conta pra gente o que achou do episódio. E segue a gente nas redes sociais: Facebook | Twitter | Instagram | Youtube – @pipocasclub

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Cinco melhores séries que estrearam em 2016

As produções de séries novas superaram o tempo que temos para dar conta de assisti-las. Fizemos a lista das cinco melhores séries que estrearam esse ano.

Confira no vídeo as séries que você não pode deixar de assistir. Ah, e conta pra gente nos comentários qual a sua lista deste ano!

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CINCO FILMES PARA CURTIR O HALLOWEEN

Pelo fato do 1° de novembro estar cercado de um valor sagrado e extremamente positivo, os celtas, antigo povo que habitava as Ilhas Britânicas, acreditavam que o mundo seria ameaçado na véspera do evento pela ação de terríveis demônios e fantasmas. Dessa forma, o “halloween” nasce como uma preocupação simbólica onde a festa cercada por figuras estranhas e bizarras teria o objetivo de afastar a influência dos maus espíritos que ameaçariam suas colheitas.

Por ter essa relação intrínseca ao mundo dos espíritos, o halloween foi logo associado à figura das bruxas e feiticeiras. Na Idade Média, elas se tornaram ainda mais recorrentes na medida em que a Inquisição perseguiu e acusou várias pessoas de exercerem a bruxaria. Da mesma forma, os mortos também se tornaram comuns nesta celebração, por não mais pertencerem a essa mesma realidade etérea.

Contos à parte, a data é a desculpa perfeita para dedicar um tempinho para as fantasias encostadas no armário e uns filmes de terror pra garantir as noites de insônia. Pensando nisso, separamos uma lista pra arrepiar os cabelos até dos mais metidos a corajosos. Confira abaixo a lista.

REC
Uma obra prima do found footage, o filme latino conta a história de uma equipe de reportagem designada para acompanhar as ações do corpo de bombeiros por uma noite. No meio da noite as equipes recebem um chamado para um determinado prédio e deslocam-se pra lá. Acontece que, lá chegando, o que antes parecia uma simples ocorrência, passa a se revelar como algo muito mais sério e perturbador. Com um elenco excelente e uma fotografia super sombria, o filme dá calafrios até mesmo nos mais antigos fãs do gênero. Ótima pedida!

INVOCAÇÃO DO MAL
Um casal se muda para uma casa nova ao lado de suas cinco filhas. Inexplicavelmente, estranhos acontecimentos começam a assustar as crianças, o pai e, principalmente, a mãe. Preocupada com algumas manchas que aparecem em seu corpo e com uma sequência de sustos que levou, ela decide procurar um famoso casal de investigadores paranormais (Patrick Wilson e Vera Farmiga) que descobrem que algo muito poderoso e sombrio reside ali. É quando o passado começa a revelar uma entidade demoníaca querendo continuar sua trajetória de maldades.

ATIVIDADE PARANORMAL 2
Os fatos deste segundo filme são em agosto de 2006, antes dos acontecimentos do primeiro, que foram em Setembro/Outubro de 2006. O Filme mostra quando a família de Katie chega de uma viagem e percebe que a casa foi invadida. Eles instalam câmeras de segurança pela casa em que moram Kristi (irmã de Katie), Daniel, (marido de Kristi, cunhado de Katie), Ali (enteada de Kristi) e Hunter (filho de Kristi), além da cadela Abby. Além das câmeras de segurança, o casal e a adolescente têm por costume filmar tudo que acontece ao redor. Acontece que as gravações começam a revelar cenas estarrecedoras e situações estranhas, o que faz com que a família acredite que algum mal reside na casa.

A CASA DA COLINA
Um clássico de 1999! Nesse thriller, um grupo de pessoas é convidado a participar de uma espécie de reality show em um antigo sanatório, utilizado anteriormente para experimentos aterrorizantes com os pacientes. O desafio consiste em passar todo o final de semana trancado no local. Apesar das artimanhas já programadas pelo organizador do evento, acontecimentos demonstram que nem tudo está sob controle.

O EXORCISMO DE EMILY ROSE
Se o gênero “terror” já faz muita gente desistir de encarar os filmes, imagina quando a história é baseada em fatos reais. Basta uma rápida pesquisa na internet para ver uma série de matérias horripilantes sobre a história de Emily Rose, protagonista desse filme. A produção conta a história da jovem que deixou sua casa em uma região rural para cursar a faculdade. Um dia, sozinha em seu quarto no alojamento, ela tem uma alucinação assustadora, perdendo a consciência logo em seguida. Como seus surtos ficam cada vez mais frequentes, Emily, que é católica praticante, aceita ser submetida a uma sessão de exorcismo. Quem realiza a sessão é o sacerdote de sua paróquia, o padre Richard Moore (Tom Wilkinson). Porém Emily morre durante o exorcismo, o que faz com que o padre seja acusado de assassinato. Erin Bruner (Laura Linney), uma advogada famosa, aceita pegar a defesa do padre Moore em troca da garantia de sociedade em uma banca de advocacia. À medida que o processo transcorre o cinismo e o ateísmo de Erin são desafiados pela fé do padre Moore e também pelos eventos inexplicáveis em torno do caso.

E você, tá pensando em outras obras pra comemorar o Halloween? Se sim, conta pra gente!
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Heroes Vs Aliens – Análise do mega crossover da DC na TV

ALERTA! O texto a seguir contém spoilers das atuais temporadas de Supergirl, Flash, Arrow e Legends Of Tomorrow.

Antes de qualquer coisa, nos dediquemos a uma rápida cronologia. Tudo começou em 2012, quando a CW iniciou a adaptação dos quadrinhos do Arqueiro Verde (Arrow). De cara o herói boa pinta e cheio de dramas arrebatou o público e mostrou que nem só de Superman vive o mundo das séries de super-heróis. No ano seguinte, Barry Allen, alter ego do velocista Flash, apareceu em um dos episódios da série e em seguida ganhou sua própria produção. Em contrapartida, em 2015, o canal CBS também passa a explorar o mundo fantástico dos quadrinhos, mas com outra personagem da DC: a Supergirl. Aproveitando o sucesso do gênero, a CW lança em 2016 um spin-off das séries Arrow e Flash, chamado Legends Of Tomorrow. A nova série reúne um time de verdadeiras “lendas” integrado por personagens das duas séries anteriores.

Mesmo com a audiência batendo 10 milhões de espectadores, a CBS cedeu a prata Supergirl para a CW (canal que faz parte do mesmo conglomerado de mídia), dados os altos custos de produção e as possibilidades que a centralização em um único canal traria para as séries traria reunindo todo o time de heróis numa única emissora.

Falando em possibilidades, desconhecemos na atualidade algum outro canal que tenha mais material para crossovers que a CW. Seguindo uma linha totalmente oposta à carga sombria da DC no cinema, as séries de TV trazem cores fortes, um clima mais ameno, piadinhas (de uma forma que não vemos NUNCA nos filmes da DC), lembrando muito o próprio estilo da Marvel. Na verdade os crossovers já vinham sendo utilizados nas produções para TV, afinal, eram constantes as aparições de Flash em Arrow, dos personagens de Arrow em Legends Of Tomorrow e assim por diante. Até mesmo na primeira temporada de Supergirl pudemos ver Flash levantando novas possibilidades para o universo, mesmo Kara Denvers estando em outro Planeta Terra no Multiverso.

Com todos reunidos, chegou a hora da CW fazer uma reanálise das séries e, com isso, realizar algumas “correções”, a maioria delas em Supergirl. O início da temporada traz elementos como a aparição do Superman, a mudança de função da Cat Co Media, alterações no DOE (Departamento de Operações Extranormais), a chegada da família Luthor (o que tem aberto várias possibilidades para as batalhas de vilões, mesmo com Lex preso) e, por fim, o fatídico final do relacionamento da protagonista com James Olsen – que nunca engatou mesmo.

Já em Flash, tivemos na última temporada o episódio Flashpoint, evento que alterou a linha do tempo no universo de Flash, Arrow, e possivelmente Legends of Tomorrow e Supergirl. Nela vimos Cisco perder seu irmão, Caitlin ganhar os poderes da Nevasca assim como a Caitilin da Terra 2 e que John e Lyla não tem mais filha e sim filho.

Finalmente, o pano de fundo já estava preparado e tudo ajustado para a derradeira hora pela qual aguardávamos desde o início da fall season: o mega crossover com todas as séries de heróis da DC. O evento foi baseado no arco Invasão, publicado pela DC em 88/89, e que conta a saga dos heróis da Terra combatendo os Dominators, uma raça alienígena que convenceu várias outras espécies de que, por ter meta-humanos demais, a Terra seria um risco para toda a Galáxia.

O crossover tem início no final do episódio “Medusa” de Supergirl, com a chegada de Barry e Cisco na casa de Kara para pedir ajuda contra a invasão, afinal de contas, convenhamos, a melhor forma de combater um alienígena é pedindo socorro a outro. Já no episódio de Flash, pudemos acompanhar a chegada dos Dominators e o empenho de Barry em recrutar Arrow com parte de seu antigo time (Diggle, Thea e Felicity), as Lendas do Amanhã e, por fim, saindo para chamar a Supergirl. O episódio mostra ainda o treinamento dos heróis e o primeiro combate, que resulta na abdução dos “não-meta humanos” pelos Dominators. Com relação à série do nosso querido arqueiro, além de entrelaçar a trama do crossover, o episódio também comemora a marca de 100 programas gravados, trazendo verdadeiros presentes aos fãs da série, como a volta de Laurel, Moira Queen, Robert Queen, Malcom Merlin, Slade Wilson e Damian Darhk, personagens das temporadas anteriores que aparecem devido à uma alucinação causada pela abdução. A sequência de episódios que compõe o crossover se encerra no em Legends Of Tomorrow que explica as causas da invasão.

Mais que apenas reunir um bando de heróis em um crossover de quatro horas, o evento traz ainda mais sentido as narrativas das séries da CW, especialmente com relação às mudanças causadas pelo Flashpoint, que até então só eram conhecidas pelos personagens de Flash e por Felicity (Arrow). A partir de então podemos ter um novo olhar sobre o Doutor Stein, que em alguns episódios de Legends tinha se encontrado com o seu “eu” do passado e dado alguns conselhos, cujos resultados agora passaram a ser conhecidos pelos fãs – inclusive sua repercussão na linha do tempo. Por fim, como uma cereja que finaliza um delicioso bolo, ainda somos agraciados com uma ótima referência durante o diálogo de Ray Palmer com Felicity sobre a Supergirl: “Ela realmente se parece com minha prima”, fazendo alusão à época em que Brandon Routh vestia o manto do Homem de Aço em Superman: O Retorno.

Mas, independente das inúmeras justificativas narrativas e comerciais, com certeza o melhor de tudo isso é poder ver todos esses heróis juntos, arrebentando com os alienígenas como gostamos de ver! Pra se ter uma ideia do hype, o crossover Heroes Vs. Alliens dobrou a audiência de todas as séries envolvidas, chegando à mais de 4 milhões de espectadores em The Flash, mostrando à CW que nos fãs queremos, é MUITO, ver ainda mais crossovers! Até mesmo a audiência de Legends, que há semanas incomodava a emissora, conseguiu entregar bons resultados depois da experiência. Outra vantagem clara do uso de crossovers é poder apresentar todas as séries do universo DC para quem apenas acompanhava algumas produções. Os episódios entrelaçados meio que obrigam o fã a acompanhar todas as séries do universo, o que é uma excelente oportunidade se apaixonar pelas outras obras também.

Segura as pontas: ainda nesta temporada teremos um novo crossover entre Supergirl e Flash, mas dessa vez em forma de musical, atendendo os fãs das séries que pediram para rever Grant Gustin e Melissa Benoist cantando, relembrando os tempos de Glee.

Os episódios do crossover chegaram ao Brasil através do canal Warner, nos dias 14 e 15 de dezembro. No dia 14 foi exibido o episódio de Supergirl, se caracterizando mais como um prólogo do evento, contribuindo para a trama apenas em seus minutos finais. Já no dia 15, os episódios foram exibidos em forma de especial, totalizando 3 horas de exibição.

E aí? Já assistiu Heroes Vs. Aliens? Conta pra gente o que achou!

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Rogue One: uma nova fase Star Wars

A franquia Star Wars é um universo à parte quando se fala em cinema. Muito mais que fãs, a saga coleciona verdadeiros fanáticos no mundo todo, gerando um negócio que continua quebrando recordes financeiros a mais de três décadas. Portanto, não é para menos todo o frisson visto na internet nos últimos meses em torno do primeiro Spin Off da franquia.

Rogue One narra eventos que aconteceram imediatamente após a consagrada trilogia da década de 70, se situando cronologicamente entre os episódios III e IV. No filme, Jyn Erso (Felicity Jones), filha do famoso engenheiro do império Galen Erso (Mads Mikkelsen), é recrutada pela Aliança Rebelde para encontrar seu pai e com ele os planos estruturais da Estrela da Morte, arma imperial de destruição em massa.

Com um enredo bem cativante, o filme entretém do começo ao final, pecando apenas no excesso de passos necessários para consumação do plano original, o que pode acabar confundindo os espectadores mais desatentos. Entretanto, o final sacrificial do filme, a ausência do tão batido “romance obrigatório” e os (bem inseridos) elementos nostálgicos (Lorde Vader, Léia e R2 por exemplo) fazem do filme uma perfeita mescla entre o saudosismo inerente a franquia e as novidades que justificam a gravação de novos filmes.

Elementos como a Força e a própria existência dos jedis permeiam a narrativa, mas diferentemente dos outros filmes, não ocupam posição de destaque em momento algum. Entretanto, apesar de ter uma história “propria”, o entendimento dos fatos de Rogue One ajuda a compreender melhor o universo Star Wars é até mesmo as inclinações malignas do império.

Já aclamado pelos críticos e fãs como um dos melhores filmes da franquia, Rogue One impressiona por diversos aspectos. Diferentes do que estamos acostumados a ver, a produção tem fortes alternâncias de fotografia, hora mais escura, para enfatizar a sobriedade das cenas, hora mais clara e saturada, para que os embates militares se tornem ainda mais vivos e emocionantes. Outro destaque é o elenco. Apesar de nao apresentar muitos nomes de peso, o filme não só conta com boas atuações, como também com personalidades bem trabalhadas, aproveitando um pouco das características que consagraram a franquia. Os personagens incorporam desde tons mais saudosistas, como é o caso do humor ácido do droide K-2SO, uma clara referência a C-3PO, à tons mais inovadores e contemporâneos, como o da própria protagonista, que inicialmente é bem mais cética com relação a supostamente “clara” divisão entre o bem e o mal assumidos pela Aliança.

Para os mais entusiasmados, como eu, foram feitas cenas especiais: a aparição de Darth Vader apenas à luz de seu sabre vermelho, a anedota contada por C-3PO e inclusive a própria aparição de princesa Léia. Até os mais contidos sentiram um arrepio na espinha só de ouvir o som do sabre de luz.

A nós, fãs da Guerra intergalática mais famosa de todos os tempos, cabe apenas uma atitude (que inclusive presenciei na sessão em que fui): aplausos de pé. Que filme!

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Critics’ Choice Awards: confira a lista de vencedores do prêmio

O Critics’ Choice Movie Awards de 2016, realizada em dezembro, é a vigésima segunda edição do evento. A premiação, pertencente ao Broadcast Film Critics Association, formada por críticos e jornalistas estadunidenses, homenageia os melhores da televisão e do cinema no ano.

Uma coincidência interessante é que neste ano já tivemos uma edição do Critics’ Choice Awards, em 17 de janeiro. A edição de 2017 acabou sendo antecipada para um mês antes da data tradicional, caindo também em agora no final de 2016. Ambas foram apresentadas por T.J. Miller.
Confira abaixo relação dos vencedores.

Cinema

Melhor Filme
La La Land: Cantando Estações

Melhor Ator
Casey Affleck – Manchester À Beira-Mar

Melhor Atriz
Natalie Portman – Jackie

Melhor Ator Coadjuvante
Mahershala Ali – Moonlight

Melhor Atriz Coadjuvante
Viola Davis – Fences

Melhor Jovem Ator/Atriz
Lucas Hedges – Manchester À Beira-Mar

Melhor Elenco
Moonlight

Melhor Diretor
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações

Melhor Roteiro Original
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações (empate)
Kenneth Lonergan – Manchester À Beira-Mar (empate)

Melhor Roteiro Adaptado
Eric Heisserer – A Chegada

Melhor Fotografia
Linus Sandgren – La La Land: Cantando Estações

Melhor Direção de Arte
La La Land: Cantando Estações – David Wasco, Sandy Reynolds-Wasco

Melhor Edição
Tom Cross – La La Land: Cantando Estações

Melhor Figurino
Madeline Fontaine – Jackie

Melhor Cabelo e Maquiagem
Jackie

Melhores Efeitos Visuais
Mogli – O Menino Lobo

Melhor Filme de Animação
Zootopia

Melhor Filme de Ação
Até o Último Homem

Melhor Ator em Filme de Ação
Andrew Garfield – Até o Último Homem

Melhor Atriz em Filme de Ação
Margot Robbie – Esquadrão Suicida

Melhor Filme de Comédia
Deadpool

Melhor Ator em Filme de Comédia
Ryan Reynolds – Deadpool

Melhor Atriz em Filme de Comédia
Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

Melhor Filme de Terror/Ficção
A Chegada

Melhor Filme de Língua-Estrangeira (não-inglesa)
Elle (França)

Melhor Canção Original
“City of Stars” – La La Land: Cantando Estações

Melhor Trilha Sonora
Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações

Televisão

Melhor Série (Comédia)
Silicon Valley – HBO

Melhor Série (Drama)
Game of Thrones – HBO

Melhor Telefilme ou Série Limitada
The People v. O.J. Simpson – FX

Melhor Atriz em Comédia
Kate McKinnon – Saturday Night Live – NBC

Melhor Ator em Comédia
Donald Glover – Atlanta – FX

Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia
Jane Krakowski – Unbreakable Kimmy Schmidt – Netflix

Melhor Ator Coadjuvante em Comédia
Louie Anderson – Baskets – FX

Melhor Ator ou Atriz Convidado (a) em Comédia
Alec Baldwin – Saturday Night Live – NBC

Melhor Ator em Drama
Bob Odenkirk – Better Call Saul – AMC

Melhor Atriz em Drama
Evan Rachel Wood – Westworld – HBO

Melhor Ator Coadjuvante em Drama
John Lithgow – The Crown – Netflix

Melhor Atriz Coadjuvante em Drama
Thandie Newton – Westworld – HBO

Melhor Ator ou Atriz Convidado (a) em Drama
Jeffrey Dean Morgan – The Walking Dead – AMC

Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada
Courtney B. Vance – The People v. O.J. Simpson – FX

Melhor Ator Coadjuvante em Telefilme ou Série Limitada
Sterling K. Brown – The People v. O.J. Simpson – FX

Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada
Sarah Paulson – The People v. O.J. Simpson – FX

Melhor Atriz Coadjuvante em Telefilme ou Série Limitada
Regina King – American Crime – ABC

Melhor Animação
BoJack Horseman – Netflix

Melhor Reality Show de Competição
The Voice – NBC

Melhor Reality Show Estruturado
Shark Tank – ABC

Melhor Reality Show Sem Estrutura
Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN

Melhor Talk-Show
The Late Late Show with James Corden – CBS

Melhor Apresentador (a) em Reality Show
Anthony Bourdain – Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN

Melhor Série para Maratonar
Outlander

#SeeHer Award
Viola Davis

Entertainer of the Year Award
Ryan Reynolds

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