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Crítica | Mulher-Maravilha é o filme da DC que os fãs precisavam

Setenta e cinco anos. Esse foi o tempo de espera para finalmente vermos um filme solo da principal heroína da DC: a Mulher-Maravilha. Até então tudo o que tínhamos além dos quadrinhos era a série de TV da década de 70, estrelada por Lynda Carter, e os desenhos animados. Faltava, entretanto, a representatividade feminina nas telonas.Mesmo com uma (inicialmente) criticada escalação, Gal Gadot mostrou ainda em Batman Vs. Superman ser merecedora do título de Mulher-Maravilha, roubando a cena inúmeras vezes e sendo responsável inclusive por uma das melhores cenas do filme.

E por falar em BvS, vale começar lembrando que já havia uma grande preocupação com a aparição da guerreira no universo cinematográfico estendido sem que ela tivesse sido devidamente apresentada ao público. Agora porém a pergunta é outra: como vão continuar um universo estendido sem que as pessoas entendam a conexão entre sua história e as demais? A questão é que o filme solo de Diana consegue ser único e suficiente em si, mas ainda estabelecer todas as conexões necessárias para situá-lo no universo estendido da DC. Após os eventos de BvS, em forma de flashback, Diana relembra sua história, desde a infância até ela se descobrir como Mulher-Maravilha.

Bebendo da fonte dos Novos 52, o filme começa contando a história da pequena Diana, vivida por Lilly Aspell, única criança da ilha de Temíscira, local onde habitam as Amazonas. Mesmo contra a vontade de sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana consegue iniciar seu treinamento de batalha sob a tutela de sua tia, a general Antíope (Robin Wright). Essa parte da história tem fundamental importância para que o público compreenda a inocência inicial presente na personagem neste filme, totalmente diferente da experiente amazona que vimos em BvS. Com a chegada de Steve Trevor, nossa Wonder Woman descobre que a verdadeira guerra na verdade acontece fora da proteção de Temiscira e então parte em sua missão. O filme conta a infância de Diana, o seu treinamento, seu anseio por vencer Ares, o deus da Guerra, entre outros aspectos de sua jornada.

Este é um filme de criação e apresentação de personagem e para isso o roteiro de Allan Heinberg (baseado em argumentos de Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs) é fluído e segue um ritmo leve, não deixando a peteca cair em nenhum momento. Com relação à direção, uma observação mais que pertinente: nada melhor que uma mulher para dirigir um filme da Mulher-Maravilha. Patty Jenkins acerta em cheio e nos presenteia com uma história muito bem retratada, feita com todo o cuidado que um filme desse porte merece. Podemos dizer ainda que a Jenkins tinha uma baita batata quente na mão, já que esse é o primeiro filme da heroína, mas o terceiro do universo estendido da DC (e após dois fracassos de crítica).

Mulher-Maravilha fala de empoderamento e representatividade sem esbanjar conceitos feministas (ao contrário do que muitos pensavam) e tudo acontece de forma natural, mostrando uma Diana que conquista seus espaços sendo quem é, independente dos que diziam “não vá”, “não faça”, e principalmente “uma mulher não pode fazer isso”.

Quanto ao casal vivido por Gadot e Chris Pine, o que podemos contemplar é uma verdadeira “química instantânea” sob o batido (mas vivo) clichê “opostos que se atraem”. A experiência que falta a Diana, ainda que sobre vontade de lutar, abunda em Steve, que mesmo experiente se torna um desacreditado pelas coisas que viu. Um detalhe interessante da trama é que em momento algum a presença de Trevor atrapalha ou ofusca o desenvolvimento da personagem de Gadot. Ainda que falte fé a Steve, que acha tudo o que viu em Temiscira e que ouviu de Diana pura lenda, é perceptível contemplar como o “quê” divino que habita em Diana chama sua atenção.

Além dos dois, soma-se ao grupo mais quatro personagens: Etta Candy, secretaria de Steve, que explica bem como as mulheres eram vistas na época em que o filme é ambientado; e o trio formado pelo árabe Sameer, pelo escocês Charlie e pelo nativo-americano Chefe, responsáveis pelo alívio humorístico com piadas bem colocadas, equilibradas e distante das famosas fórmulas da concorrência marveliana.

A escolha da ambientação na I Guerra Mundial, por mais que fuja do que vimos nos quadrinhos ou na série de TV, é bastante justificável, já que a luta é contra o deus da guerra e a 1ª é considerada a mãe de todas as guerras.

Como nos últimos filmes da DC, a fotografia da produção permanece escura durante a maior parte do filme, mas, longe de ser como o toque de Snyder, aqui essa paleta de cores faz todo sentido. Enquanto em Temiscira percebemos maiores tonalidades de amarelo e dourado, o que ajuda a transparecer a sensação de “paraíso” da ilha, além das fronteiras temos uma Londres cinzenta, com muita fumaça, névoa, e cada vez mais sombria, a medida que a trama avança para o confronto final.

E como nem tudo são flores (e ainda é um filme da DC), Mulher-Maravilha apresenta a já esperada queda no terceiro ato, quando opta por uma resolução de narrativa diferente de tudo o que assistimos até então. Doutora Veneno e o General Ludendorff são bons vilões, mas apresentam tramas rasas e acabam por tornar-se facilmente descartáveis. Até mesmo Ares, principal vilão filme e que participa de todo o enredo como uma força atuante por trás da guerra, não recebe o final merecido. Nem mesmo a fotografia escapa: a fotografia bela ambientação retrô apresentada nos atos iniciais dá lugar a um CGI clichê, como que em uma busca para caracterizar aquele “final de filme de herói”.

Apesar dos problemas, Mulher Maravilha cumpre bem demais seu papel de apresentar às telas dos cinemas a princesa de Temiscira, filha de Zeus. É difícil não sair satisfeito da sala. Sem dúvida, este é o melhor filme da DC após a trilogia de Nolan e parece apresentar uma certa sobrevida ao universo estendido produzido pela Warner. Agora só nos resta esperar dias melhores. Avante DC!

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Crítica | Mulher-Maravilha é o filme da DC que os fãs precisavam

Setenta e cinco anos. Esse foi o tempo de espera para finalmente vermos um filme solo da principal heroína da DC: a Mulher-Maravilha. Até então tudo o que tínhamos além dos quadrinhos era a série de TV da década de 70, estrelada por Lynda Carter, e os desenhos animados. Faltava, entretanto, a representatividade feminina nas telonas.Mesmo com uma (inicialmente) criticada escalação, Gal Gadot mostrou ainda em Batman Vs. Superman ser merecedora do título de Mulher-Maravilha, roubando a cena inúmeras vezes e sendo responsável inclusive por uma das melhores cenas do filme.

E por falar em BvS, vale começar lembrando que já havia uma grande preocupação com a aparição da guerreira no universo cinematográfico estendido sem que ela tivesse sido devidamente apresentada ao público. Agora porém a pergunta é outra: como vão continuar um universo estendido sem que as pessoas entendam a conexão entre sua história e as demais? A questão é que o filme solo de Diana consegue ser único e suficiente em si, mas ainda estabelecer todas as conexões necessárias para situá-lo no universo estendido da DC. Após os eventos de BvS, em forma de flashback, Diana relembra sua história, desde a infância até ela se descobrir como Mulher-Maravilha.

Bebendo da fonte dos Novos 52, o filme começa contando a história da pequena Diana, vivida por Lilly Aspell, única criança da ilha de Temíscira, local onde habitam as Amazonas. Mesmo contra a vontade de sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana consegue iniciar seu treinamento de batalha sob a tutela de sua tia, a general Antíope (Robin Wright). Essa parte da história tem fundamental importância para que o público compreenda a inocência inicial presente na personagem neste filme, totalmente diferente da experiente amazona que vimos em BvS. Com a chegada de Steve Trevor, nossa Wonder Woman descobre que a verdadeira guerra na verdade acontece fora da proteção de Temiscira e então parte em sua missão. O filme conta a infância de Diana, o seu treinamento, seu anseio por vencer Ares, o deus da Guerra, entre outros aspectos de sua jornada.

Este é um filme de criação e apresentação de personagem e para isso o roteiro de Allan Heinberg (baseado em argumentos de Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs) é fluído e segue um ritmo leve, não deixando a peteca cair em nenhum momento. Com relação à direção, uma observação mais que pertinente: nada melhor que uma mulher para dirigir um filme da Mulher-Maravilha. Patty Jenkins acerta em cheio e nos presenteia com uma história muito bem retratada, feita com todo o cuidado que um filme desse porte merece. Podemos dizer ainda que a Jenkins tinha uma baita batata quente na mão, já que esse é o primeiro filme da heroína, mas o terceiro do universo estendido da DC (e após dois fracassos de crítica).

Mulher-Maravilha fala de empoderamento e representatividade sem esbanjar conceitos feministas (ao contrário do que muitos pensavam) e tudo acontece de forma natural, mostrando uma Diana que conquista seus espaços sendo quem é, independente dos que diziam “não vá”, “não faça”, e principalmente “uma mulher não pode fazer isso”.

Quanto ao casal vivido por Gadot e Chris Pine, o que podemos contemplar é uma verdadeira “química instantânea” sob o batido (mas vivo) clichê “opostos que se atraem”. A experiência que falta a Diana, ainda que sobre vontade de lutar, abunda em Steve, que mesmo experiente se torna um desacreditado pelas coisas que viu. Um detalhe interessante da trama é que em momento algum a presença de Trevor atrapalha ou ofusca o desenvolvimento da personagem de Gadot. Ainda que falte fé a Steve, que acha tudo o que viu em Temiscira e que ouviu de Diana pura lenda, é perceptível contemplar como o “quê” divino que habita em Diana chama sua atenção.

Além dos dois, soma-se ao grupo mais quatro personagens: Etta Candy, secretaria de Steve, que explica bem como as mulheres eram vistas na época em que o filme é ambientado; e o trio formado pelo árabe Sameer, pelo escocês Charlie e pelo nativo-americano Chefe, responsáveis pelo alívio humorístico com piadas bem colocadas, equilibradas e distante das famosas fórmulas da concorrência marveliana.

A escolha da ambientação na I Guerra Mundial, por mais que fuja do que vimos nos quadrinhos ou na série de TV, é bastante justificável, já que a luta é contra o deus da guerra e a 1ª é considerada a mãe de todas as guerras.

Como nos últimos filmes da DC, a fotografia da produção permanece escura durante a maior parte do filme, mas, longe de ser como o toque de Snyder, aqui essa paleta de cores faz todo sentido. Enquanto em Temiscira percebemos maiores tonalidades de amarelo e dourado, o que ajuda a transparecer a sensação de “paraíso” da ilha, além das fronteiras temos uma Londres cinzenta, com muita fumaça, névoa, e cada vez mais sombria, a medida que a trama avança para o confronto final.

E como nem tudo são flores (e ainda é um filme da DC), Mulher-Maravilha apresenta a já esperada queda no terceiro ato, quando opta por uma resolução de narrativa diferente de tudo o que assistimos até então. Doutora Veneno e o General Ludendorff são bons vilões, mas apresentam tramas rasas e acabam por tornar-se facilmente descartáveis. Até mesmo Ares, principal vilão filme e que participa de todo o enredo como uma força atuante por trás da guerra, não recebe o final merecido. Nem mesmo a fotografia escapa: a fotografia bela ambientação retrô apresentada nos atos iniciais dá lugar a um CGI clichê, como que em uma busca para caracterizar aquele “final de filme de herói”.

Apesar dos problemas, Mulher Maravilha cumpre bem demais seu papel de apresentar às telas dos cinemas a princesa de Temiscira, filha de Zeus. É difícil não sair satisfeito da sala. Sem dúvida, este é o melhor filme da DC após a trilogia de Nolan e parece apresentar uma certa sobrevida ao universo estendido produzido pela Warner. Agora só nos resta esperar dias melhores. Avante DC!

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Crítica | Mulher-Maravilha é o filme da DC que os fãs precisavam

Setenta e cinco anos. Esse foi o tempo de espera para finalmente vermos um filme solo da principal heroína da DC: a Mulher-Maravilha. Até então tudo o que tínhamos além dos quadrinhos era a série de TV da década de 70, estrelada por Lynda Carter, e os desenhos animados. Faltava, entretanto, a representatividade feminina nas telonas.Mesmo com uma (inicialmente) criticada escalação, Gal Gadot mostrou ainda em Batman Vs. Superman ser merecedora do título de Mulher-Maravilha, roubando a cena inúmeras vezes e sendo responsável inclusive por uma das melhores cenas do filme.

E por falar em BvS, vale começar lembrando que já havia uma grande preocupação com a aparição da guerreira no universo cinematográfico estendido sem que ela tivesse sido devidamente apresentada ao público. Agora porém a pergunta é outra: como vão continuar um universo estendido sem que as pessoas entendam a conexão entre sua história e as demais? A questão é que o filme solo de Diana consegue ser único e suficiente em si, mas ainda estabelecer todas as conexões necessárias para situá-lo no universo estendido da DC. Após os eventos de BvS, em forma de flashback, Diana relembra sua história, desde a infância até ela se descobrir como Mulher-Maravilha.

Bebendo da fonte dos Novos 52, o filme começa contando a história da pequena Diana, vivida por Lilly Aspell, única criança da ilha de Temíscira, local onde habitam as Amazonas. Mesmo contra a vontade de sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana consegue iniciar seu treinamento de batalha sob a tutela de sua tia, a general Antíope (Robin Wright). Essa parte da história tem fundamental importância para que o público compreenda a inocência inicial presente na personagem neste filme, totalmente diferente da experiente amazona que vimos em BvS. Com a chegada de Steve Trevor, nossa Wonder Woman descobre que a verdadeira guerra na verdade acontece fora da proteção de Temiscira e então parte em sua missão. O filme conta a infância de Diana, o seu treinamento, seu anseio por vencer Ares, o deus da Guerra, entre outros aspectos de sua jornada.

Este é um filme de criação e apresentação de personagem e para isso o roteiro de Allan Heinberg (baseado em argumentos de Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs) é fluído e segue um ritmo leve, não deixando a peteca cair em nenhum momento. Com relação à direção, uma observação mais que pertinente: nada melhor que uma mulher para dirigir um filme da Mulher-Maravilha. Patty Jenkins acerta em cheio e nos presenteia com uma história muito bem retratada, feita com todo o cuidado que um filme desse porte merece. Podemos dizer ainda que a Jenkins tinha uma baita batata quente na mão, já que esse é o primeiro filme da heroína, mas o terceiro do universo estendido da DC (e após dois fracassos de crítica).

Mulher-Maravilha fala de empoderamento e representatividade sem esbanjar conceitos feministas (ao contrário do que muitos pensavam) e tudo acontece de forma natural, mostrando uma Diana que conquista seus espaços sendo quem é, independente dos que diziam “não vá”, “não faça”, e principalmente “uma mulher não pode fazer isso”.

Quanto ao casal vivido por Gadot e Chris Pine, o que podemos contemplar é uma verdadeira “química instantânea” sob o batido (mas vivo) clichê “opostos que se atraem”. A experiência que falta a Diana, ainda que sobre vontade de lutar, abunda em Steve, que mesmo experiente se torna um desacreditado pelas coisas que viu. Um detalhe interessante da trama é que em momento algum a presença de Trevor atrapalha ou ofusca o desenvolvimento da personagem de Gadot. Ainda que falte fé a Steve, que acha tudo o que viu em Temiscira e que ouviu de Diana pura lenda, é perceptível contemplar como o “quê” divino que habita em Diana chama sua atenção.

Além dos dois, soma-se ao grupo mais quatro personagens: Etta Candy, secretaria de Steve, que explica bem como as mulheres eram vistas na época em que o filme é ambientado; e o trio formado pelo árabe Sameer, pelo escocês Charlie e pelo nativo-americano Chefe, responsáveis pelo alívio humorístico com piadas bem colocadas, equilibradas e distante das famosas fórmulas da concorrência marveliana.

A escolha da ambientação na I Guerra Mundial, por mais que fuja do que vimos nos quadrinhos ou na série de TV, é bastante justificável, já que a luta é contra o deus da guerra e a 1ª é considerada a mãe de todas as guerras.

Como nos últimos filmes da DC, a fotografia da produção permanece escura durante a maior parte do filme, mas, longe de ser como o toque de Snyder, aqui essa paleta de cores faz todo sentido. Enquanto em Temiscira percebemos maiores tonalidades de amarelo e dourado, o que ajuda a transparecer a sensação de “paraíso” da ilha, além das fronteiras temos uma Londres cinzenta, com muita fumaça, névoa, e cada vez mais sombria, a medida que a trama avança para o confronto final.

E como nem tudo são flores (e ainda é um filme da DC), Mulher-Maravilha apresenta a já esperada queda no terceiro ato, quando opta por uma resolução de narrativa diferente de tudo o que assistimos até então. Doutora Veneno e o General Ludendorff são bons vilões, mas apresentam tramas rasas e acabam por tornar-se facilmente descartáveis. Até mesmo Ares, principal vilão filme e que participa de todo o enredo como uma força atuante por trás da guerra, não recebe o final merecido. Nem mesmo a fotografia escapa: a fotografia bela ambientação retrô apresentada nos atos iniciais dá lugar a um CGI clichê, como que em uma busca para caracterizar aquele “final de filme de herói”.

Apesar dos problemas, Mulher Maravilha cumpre bem demais seu papel de apresentar às telas dos cinemas a princesa de Temiscira, filha de Zeus. É difícil não sair satisfeito da sala. Sem dúvida, este é o melhor filme da DC após a trilogia de Nolan e parece apresentar uma certa sobrevida ao universo estendido produzido pela Warner. Agora só nos resta esperar dias melhores. Avante DC!

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Crítica | The Flash – 3° Temporada

Após duas temporadas lutando contra velocistas, a nova etapa de The Flash começou com um baita cliffhanger que prometia renovar toda a trama da série: o Flashpoint. O fato de Barry ter voltado no tempo e criado uma nova realidade trouxe vários prejuízos não só aos seus companheiros de equipe, como também ao Team Arrow.

Essas mudanças oriundas do Flashpoint seguraram um pouco o início da temporada, já que Barry teve que reconquistar a confiança de toda a equipe e lidar com algumas mudanças de personalidades. Porém, era necessário que fosse criada uma ameaça maior. É aí que surge Alquimia, que viria a ser chamado posteriormente de Savitar, o deus dos velocistas. Ninguém sabia ao certo quem ele era, como surgiu e nem muito menos como derrotá-lo, ponto da trama que acaba ficando meio solto, fragilizando o roteiro e impedindo a narrativa de construir uma linha mais sólida. E, nesse aspecto, por mais que isoladamente funcionem bem, os episódios crossovers ou subtramas, como a do Grodd, mais atrapalham que ajudam.

Na verdade, sejamos sinceros: o que carrega a série nas costas é a empatia do público pelo time. Por falar nisso, super vale o destaque para a nova versão de Harrison Wells, vivido por Tom Cavanagh, que se torna responsável pelo alívio cômico da temporada e ensina a equipe a lidar com as diferenças, trazendo harmonia ao time. Caitlin, graças ao Flashpoint, precisa lidar com a Nevasca vindo à tona e cada vez mais a dominando. A adição de Tom Felton ao elenco (como Julian), ajuda a sustentar essa trama, afinal enquanto os outros estão preocupados com os demais vilões, Julian busca formas de ajudar Caitlin a reverter sua vilã interior. Além disso, o personagem de Felton também tem papel fundamental nas descobertas da equipe sobre Savitar.

Já o final da temporada parece ter sido feita de maneira preguiçosa e desleixada. A ideia de que o Savitar é o Barry em outra linha temporal é inteligente e até surpreende na hora da revelação, mas a conclusão segue o clichê das séries de heróis: mais uma vez Barry tem que se sacrificar para que as ameaças realmente deixem Central City (até que surja uma nova reviravolta).

Os produtores já confirmaram que o vilão da próxima temporada não será um velocista (aleluia) e provavelmente a série já deixou o spoiler de quem virá. Agora é só esperar e torcer por uma temporada melhor para o homem mais rápido do mundo.

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Crítica | The Flash – 3° Temporada

Após duas temporadas lutando contra velocistas, a nova etapa de The Flash começou com um baita cliffhanger que prometia renovar toda a trama da série: o Flashpoint. O fato de Barry ter voltado no tempo e criado uma nova realidade trouxe vários prejuízos não só aos seus companheiros de equipe, como também ao Team Arrow.

Essas mudanças oriundas do Flashpoint seguraram um pouco o início da temporada, já que Barry teve que reconquistar a confiança de toda a equipe e lidar com algumas mudanças de personalidades. Porém, era necessário que fosse criada uma ameaça maior. É aí que surge Alquimia, que viria a ser chamado posteriormente de Savitar, o deus dos velocistas. Ninguém sabia ao certo quem ele era, como surgiu e nem muito menos como derrotá-lo, ponto da trama que acaba ficando meio solto, fragilizando o roteiro e impedindo a narrativa de construir uma linha mais sólida. E, nesse aspecto, por mais que isoladamente funcionem bem, os episódios crossovers ou subtramas, como a do Grodd, mais atrapalham que ajudam.

Na verdade, sejamos sinceros: o que carrega a série nas costas é a empatia do público pelo time. Por falar nisso, super vale o destaque para a nova versão de Harrison Wells, vivido por Tom Cavanagh, que se torna responsável pelo alívio cômico da temporada e ensina a equipe a lidar com as diferenças, trazendo harmonia ao time. Caitlin, graças ao Flashpoint, precisa lidar com a Nevasca vindo à tona e cada vez mais a dominando. A adição de Tom Felton ao elenco (como Julian), ajuda a sustentar essa trama, afinal enquanto os outros estão preocupados com os demais vilões, Julian busca formas de ajudar Caitlin a reverter sua vilã interior. Além disso, o personagem de Felton também tem papel fundamental nas descobertas da equipe sobre Savitar.

Já o final da temporada parece ter sido feita de maneira preguiçosa e desleixada. A ideia de que o Savitar é o Barry em outra linha temporal é inteligente e até surpreende na hora da revelação, mas a conclusão segue o clichê das séries de heróis: mais uma vez Barry tem que se sacrificar para que as ameaças realmente deixem Central City (até que surja uma nova reviravolta).

Os produtores já confirmaram que o vilão da próxima temporada não será um velocista (aleluia) e provavelmente a série já deixou o spoiler de quem virá. Agora é só esperar e torcer por uma temporada melhor para o homem mais rápido do mundo.

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Após duas temporadas lutando contra velocistas, a nova etapa de The Flash começou com um baita cliffhanger que prometia renovar toda a trama da série: o Flashpoint. O fato de Barry ter voltado no tempo e criado uma nova realidade trouxe vários prejuízos não só aos seus companheiros de equipe, como também ao Team Arrow.

Essas mudanças oriundas do Flashpoint seguraram um pouco o início da temporada, já que Barry teve que reconquistar a confiança de toda a equipe e lidar com algumas mudanças de personalidades. Porém, era necessário que fosse criada uma ameaça maior. É aí que surge Alquimia, que viria a ser chamado posteriormente de Savitar, o deus dos velocistas. Ninguém sabia ao certo quem ele era, como surgiu e nem muito menos como derrotá-lo, ponto da trama que acaba ficando meio solto, fragilizando o roteiro e impedindo a narrativa de construir uma linha mais sólida. E, nesse aspecto, por mais que isoladamente funcionem bem, os episódios crossovers ou subtramas, como a do Grodd, mais atrapalham que ajudam.

Na verdade, sejamos sinceros: o que carrega a série nas costas é a empatia do público pelo time. Por falar nisso, super vale o destaque para a nova versão de Harrison Wells, vivido por Tom Cavanagh, que se torna responsável pelo alívio cômico da temporada e ensina a equipe a lidar com as diferenças, trazendo harmonia ao time. Caitlin, graças ao Flashpoint, precisa lidar com a Nevasca vindo à tona e cada vez mais a dominando. A adição de Tom Felton ao elenco (como Julian), ajuda a sustentar essa trama, afinal enquanto os outros estão preocupados com os demais vilões, Julian busca formas de ajudar Caitlin a reverter sua vilã interior. Além disso, o personagem de Felton também tem papel fundamental nas descobertas da equipe sobre Savitar.

Já o final da temporada parece ter sido feita de maneira preguiçosa e desleixada. A ideia de que o Savitar é o Barry em outra linha temporal é inteligente e até surpreende na hora da revelação, mas a conclusão segue o clichê das séries de heróis: mais uma vez Barry tem que se sacrificar para que as ameaças realmente deixem Central City (até que surja uma nova reviravolta).

Os produtores já confirmaram que o vilão da próxima temporada não será um velocista (aleluia) e provavelmente a série já deixou o spoiler de quem virá. Agora é só esperar e torcer por uma temporada melhor para o homem mais rápido do mundo.

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Crítica | The Flash – 3° Temporada

Após duas temporadas lutando contra velocistas, a nova etapa de The Flash começou com um baita cliffhanger que prometia renovar toda a trama da série: o Flashpoint. O fato de Barry ter voltado no tempo e criado uma nova realidade trouxe vários prejuízos não só aos seus companheiros de equipe, como também ao Team Arrow.

Essas mudanças oriundas do Flashpoint seguraram um pouco o início da temporada, já que Barry teve que reconquistar a confiança de toda a equipe e lidar com algumas mudanças de personalidades. Porém, era necessário que fosse criada uma ameaça maior. É aí que surge Alquimia, que viria a ser chamado posteriormente de Savitar, o deus dos velocistas. Ninguém sabia ao certo quem ele era, como surgiu e nem muito menos como derrotá-lo, ponto da trama que acaba ficando meio solto, fragilizando o roteiro e impedindo a narrativa de construir uma linha mais sólida. E, nesse aspecto, por mais que isoladamente funcionem bem, os episódios crossovers ou subtramas, como a do Grodd, mais atrapalham que ajudam.

Na verdade, sejamos sinceros: o que carrega a série nas costas é a empatia do público pelo time. Por falar nisso, super vale o destaque para a nova versão de Harrison Wells, vivido por Tom Cavanagh, que se torna responsável pelo alívio cômico da temporada e ensina a equipe a lidar com as diferenças, trazendo harmonia ao time. Caitlin, graças ao Flashpoint, precisa lidar com a Nevasca vindo à tona e cada vez mais a dominando. A adição de Tom Felton ao elenco (como Julian), ajuda a sustentar essa trama, afinal enquanto os outros estão preocupados com os demais vilões, Julian busca formas de ajudar Caitlin a reverter sua vilã interior. Além disso, o personagem de Felton também tem papel fundamental nas descobertas da equipe sobre Savitar.

Já o final da temporada parece ter sido feita de maneira preguiçosa e desleixada. A ideia de que o Savitar é o Barry em outra linha temporal é inteligente e até surpreende na hora da revelação, mas a conclusão segue o clichê das séries de heróis: mais uma vez Barry tem que se sacrificar para que as ameaças realmente deixem Central City (até que surja uma nova reviravolta).

Os produtores já confirmaram que o vilão da próxima temporada não será um velocista (aleluia) e provavelmente a série já deixou o spoiler de quem virá. Agora é só esperar e torcer por uma temporada melhor para o homem mais rápido do mundo.

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Crítica | Supergirl – 2° Temporada

Após ser apresentada ao mundo das séries em 2015 pela CBS, Supergirl voltou para segunda temporada, mas em casa nova, mas essa não foi a única coisa que mudou. O novo endereço da heroína, agora na CW, trouxe muitas novidades para a produção, fazendo com que Kara trilhasse caminhos mais certos, afinal o canal já detém a maior quantidade de séries do universo DC e isso conta bastante.

Para o segundo ano, a heroína volta ainda mais confiante e ciente de quem é. Agora, como agente integral da DEO, Supergirl manteve o foco em acabar com o projeto Cadmus, que, dirigido por Lillian Luthor (sim, a mãe de Lex), propõe eliminar os alienígenas da Terra, incluindo a própria Kara. É notório que uma temporada de 22 episódios apenas com esse arco se tornaria cansativa, mas a série construiu uma vilã tão boa que abriu espaços para que algumas ameaças menores preenchessem os fillers, trazendo-a de volta sempre que preciso.

Podemos sim classificar supergirl como uma produção Girlpower, não somente pela sua protagonista, mas também porque as mulheres tomam conta de toda a série. Seja no namoro de Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã de Kara com Maggie Sawyer (Floriana Lima); seja com Rhea (Teri Hatcher), que assumiu a ponta de vilã nos episódios finais; com Lena Luthor (Katie McGrath), para provar que nem todo Luthor é vilão; ou ainda com a ótima Lillian Luthor (Brenda Strong), o show é realmente empoderador e diversificado quando o assunto são as diversas facetas femininas. Os homens têm papéis importantes, mas são quase que coadjuvantes na trama central.

Uma das (boas) mudanças iniciais da temporada foi o ponto final no relacionamento entre Kara e James, que não tinha conseguido cativar muita empatia do público, e era possível notar que não ia para lugar nenhum. Já o relacionamento com Mon-El foi construído aos poucos, com a série trabalhando bem no time, trazendo ainda na primeira parte da temporada os dilemas do casal para se firmar. Já na segunda metade, os dois estão juntos, mas  os problemas naturais de casais põe o sentimento da dupla à prova. Aliás, o namoro dos dois não serve apenas como apoio para adquirir a empatia do público teen, mas também integra a própria construção narrativa, desencadeando uma nova vilã para o fim da temporada, Rhea, mãe de Mon-El.

Um dos pontos de destaque da série é o quanto a CW não mede esforços para atingir a melhor qualidade possível nos efeitos visuais. O que podemos ver em Supergirl é uma verdadeira megaprodução ( claro que dentro das limitações orçamentárias de uma série de TV), seja na maquiagem dos alienígenas ou nos efeitos visuais com portais, naves, e tudo o que for preciso para trazer a essência dos quadrinhos para as telas.

Vale lembrar que até mesmo o Superman deu uma força no início da temporada, o que já alavancou a audiência da série e chamou a atenção de quem ainda não estava acompanhando o show. Além disso, a temporada contou ainda com dois episódios crossovers, um com todo o time de heróis da CW e outro apenas com o Flash, para a alegria dos fãs de Glee.

Verdade seja dita: National City está protegida e nós estamos bem servidos de heróis vindos de Krypton. Bem que a galera que cuida dos filmes da DC podiam ter umas aulas né?

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Crítica | Supergirl – 2° Temporada

Após ser apresentada ao mundo das séries em 2015 pela CBS, Supergirl voltou para segunda temporada, mas em casa nova, mas essa não foi a única coisa que mudou. O novo endereço da heroína, agora na CW, trouxe muitas novidades para a produção, fazendo com que Kara trilhasse caminhos mais certos, afinal o canal já detém a maior quantidade de séries do universo DC e isso conta bastante.

Para o segundo ano, a heroína volta ainda mais confiante e ciente de quem é. Agora, como agente integral da DEO, Supergirl manteve o foco em acabar com o projeto Cadmus, que, dirigido por Lillian Luthor (sim, a mãe de Lex), propõe eliminar os alienígenas da Terra, incluindo a própria Kara. É notório que uma temporada de 22 episódios apenas com esse arco se tornaria cansativa, mas a série construiu uma vilã tão boa que abriu espaços para que algumas ameaças menores preenchessem os fillers, trazendo-a de volta sempre que preciso.

Podemos sim classificar supergirl como uma produção Girlpower, não somente pela sua protagonista, mas também porque as mulheres tomam conta de toda a série. Seja no namoro de Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã de Kara com Maggie Sawyer (Floriana Lima); seja com Rhea (Teri Hatcher), que assumiu a ponta de vilã nos episódios finais; com Lena Luthor (Katie McGrath), para provar que nem todo Luthor é vilão; ou ainda com a ótima Lillian Luthor (Brenda Strong), o show é realmente empoderador e diversificado quando o assunto são as diversas facetas femininas. Os homens têm papéis importantes, mas são quase que coadjuvantes na trama central.

Uma das (boas) mudanças iniciais da temporada foi o ponto final no relacionamento entre Kara e James, que não tinha conseguido cativar muita empatia do público, e era possível notar que não ia para lugar nenhum. Já o relacionamento com Mon-El foi construído aos poucos, com a série trabalhando bem no time, trazendo ainda na primeira parte da temporada os dilemas do casal para se firmar. Já na segunda metade, os dois estão juntos, mas  os problemas naturais de casais põe o sentimento da dupla à prova. Aliás, o namoro dos dois não serve apenas como apoio para adquirir a empatia do público teen, mas também integra a própria construção narrativa, desencadeando uma nova vilã para o fim da temporada, Rhea, mãe de Mon-El.

Um dos pontos de destaque da série é o quanto a CW não mede esforços para atingir a melhor qualidade possível nos efeitos visuais. O que podemos ver em Supergirl é uma verdadeira megaprodução ( claro que dentro das limitações orçamentárias de uma série de TV), seja na maquiagem dos alienígenas ou nos efeitos visuais com portais, naves, e tudo o que for preciso para trazer a essência dos quadrinhos para as telas.

Vale lembrar que até mesmo o Superman deu uma força no início da temporada, o que já alavancou a audiência da série e chamou a atenção de quem ainda não estava acompanhando o show. Além disso, a temporada contou ainda com dois episódios crossovers, um com todo o time de heróis da CW e outro apenas com o Flash, para a alegria dos fãs de Glee.

Verdade seja dita: National City está protegida e nós estamos bem servidos de heróis vindos de Krypton. Bem que a galera que cuida dos filmes da DC podiam ter umas aulas né?

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Crítica | Supergirl – 2° Temporada

Após ser apresentada ao mundo das séries em 2015 pela CBS, Supergirl voltou para segunda temporada, mas em casa nova, mas essa não foi a única coisa que mudou. O novo endereço da heroína, agora na CW, trouxe muitas novidades para a produção, fazendo com que Kara trilhasse caminhos mais certos, afinal o canal já detém a maior quantidade de séries do universo DC e isso conta bastante.

Para o segundo ano, a heroína volta ainda mais confiante e ciente de quem é. Agora, como agente integral da DEO, Supergirl manteve o foco em acabar com o projeto Cadmus, que, dirigido por Lillian Luthor (sim, a mãe de Lex), propõe eliminar os alienígenas da Terra, incluindo a própria Kara. É notório que uma temporada de 22 episódios apenas com esse arco se tornaria cansativa, mas a série construiu uma vilã tão boa que abriu espaços para que algumas ameaças menores preenchessem os fillers, trazendo-a de volta sempre que preciso.

Podemos sim classificar supergirl como uma produção Girlpower, não somente pela sua protagonista, mas também porque as mulheres tomam conta de toda a série. Seja no namoro de Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã de Kara com Maggie Sawyer (Floriana Lima); seja com Rhea (Teri Hatcher), que assumiu a ponta de vilã nos episódios finais; com Lena Luthor (Katie McGrath), para provar que nem todo Luthor é vilão; ou ainda com a ótima Lillian Luthor (Brenda Strong), o show é realmente empoderador e diversificado quando o assunto são as diversas facetas femininas. Os homens têm papéis importantes, mas são quase que coadjuvantes na trama central.

Uma das (boas) mudanças iniciais da temporada foi o ponto final no relacionamento entre Kara e James, que não tinha conseguido cativar muita empatia do público, e era possível notar que não ia para lugar nenhum. Já o relacionamento com Mon-El foi construído aos poucos, com a série trabalhando bem no time, trazendo ainda na primeira parte da temporada os dilemas do casal para se firmar. Já na segunda metade, os dois estão juntos, mas  os problemas naturais de casais põe o sentimento da dupla à prova. Aliás, o namoro dos dois não serve apenas como apoio para adquirir a empatia do público teen, mas também integra a própria construção narrativa, desencadeando uma nova vilã para o fim da temporada, Rhea, mãe de Mon-El.

Um dos pontos de destaque da série é o quanto a CW não mede esforços para atingir a melhor qualidade possível nos efeitos visuais. O que podemos ver em Supergirl é uma verdadeira megaprodução ( claro que dentro das limitações orçamentárias de uma série de TV), seja na maquiagem dos alienígenas ou nos efeitos visuais com portais, naves, e tudo o que for preciso para trazer a essência dos quadrinhos para as telas.

Vale lembrar que até mesmo o Superman deu uma força no início da temporada, o que já alavancou a audiência da série e chamou a atenção de quem ainda não estava acompanhando o show. Além disso, a temporada contou ainda com dois episódios crossovers, um com todo o time de heróis da CW e outro apenas com o Flash, para a alegria dos fãs de Glee.

Verdade seja dita: National City está protegida e nós estamos bem servidos de heróis vindos de Krypton. Bem que a galera que cuida dos filmes da DC podiam ter umas aulas né?

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