Ficou triste com o cancelamento precoce de Sense8? Fica triste não, muitos fãs te entendem. Olha só essa lista de séries que foram canceladas sem final.
VÍDEO | Séries canceladas sem final
Cinco filmes diferentes para curtir o Dia dos namorados
Chegando aquela data linda em que todos os pombinhos aproveitam para se aninhar juntinhos em frente a tela da TV e dividir uma pipoca embalados por um filme romântico… lindo não é verdade? Bem, não é sempre assim.
É por conhecer profundamente a natureza humana e saber que sempre haverá a briga entre mulheres que querem filmes românticos e homens que querem comédia que nós do Pipocas Club viemos nobremente trazer a solução para essa celeuma. Então, segurem as mãos e confiram abaixo nossa lista de cinco filmaços longe da melação tradicional de dia dos namorados.
Sr e Sr Smith (ação)
Sério, se você não conhece esse é porque não gosta de filme. Dizer que tem Brad Pitt e Angelina Jolie deveria ser o suficiente para lhe convencer, mas caso não, aqui vai a sinopse: John (Pitt) e Jane Smith (Jolie) trabalham como assassinos de aluguel. Eles são também casados, mas um não sabe do trabalho do outro e vivem atualmente uma vida entediada. A situação entre eles muda de rumo quando cada um recebe um novo trabalho de sua respectiva agência, que faz com que eles se encontrem para realizar a mesma missão.
A Verdade Nua e Crua (comédia)
Poucos filmes conseguem ser tão realistas quanto esse sem destruir completamente a visão de amor tradicional que temos. Em alguns momentos as verdades são tão duras que acabam por dar um frio na barriga de quem assiste, mas o desfecho é fantástico. No filme Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa de televisão competente e conservadora. Com os indíces de audiência caindo, seu chefe tem a ideia de contratar da concorrência Mike Chadway (Gerard Butler) do programa “A Verdade Nua e Crua”. Assim, de um hora para outra, a controladora e eterna romântica Abby se vê obrigada a aceitar como colaborador um cara machista, grosseiro e “especialista” em revelar o que – realmente – atrai os homens nas mulheres. Com as relações amorosas em baixa, ela recorre aos “serviços do consultor” para conquistar o vizinho e o resultado obtido acabou sendo além do esperado.
Cinquenta Tons de Cinza (sexy)
E é claro que nós não íamos deixar os mais afoitos de fora né? Afinal de contas tem muita gente que usa o filme do dia dos namorados como pretexto. Para esses, já trouxemos um esquenta. O filme narra a história de quando a estudante de literatura Anastasia Steele entrevista o jovem bilionário Christian Grey e descobre nele um homem atraente e profundamente intimidador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que o deseja.
Doce Novembro (drama)
Para quem quer conquistar, nada melhor que mostrar seu lado sensível né? E vai ser bem difícil acabar esse aqui sem derramar algumas lágrimas. Em Doce Novembro, Nelson Moss (Keanu Reeves) é um atarefado executivo que só pensa em seu trabalho e parece ter se esquecido o que é ser amado por alguém. Até que conhece Sara Deever (Charlize Theron), que lhe traz novamente um sentimento de romantismo à sua vida. Ela termina convencendo-o a passarem um mês juntos e depois se separarem, pois considera este um tempo suficiente para que possam resolver seus problemas emocionais. Porém, com o passar dos dias Nelson se apaixona cada vez mais por Sara e busca descobrir qual é o motivo pelo medo de compromisso que ela possui.
https://www.youtube.com/watch?v=nbNgJMBbvP0
Extermínio (Terror)
Aha! Aposto que você pensou “eles não vão achar um filme de terror romântico!” Nunca subestime o Pipocas. Em Extermínio, um vírus que causa raiva incontrolável em seres humanos eliminou praticamente todas as pessoas na Inglaterra. A sensação de isolamento que acompanhamos no início junto ao personagem Jim vai aos poucos sendo suplantada pelo amor que ele sente por Selena.
E aí, gostou da lista? Tem algum outro filme diferentão que você acha que podia entrar aqui? Então deixa aqui nos comentários 😀
Cinco filmes diferentes para curtir o Dia dos namorados
Chegando aquela data linda em que todos os pombinhos aproveitam para se aninhar juntinhos em frente a tela da TV e dividir uma pipoca embalados por um filme romântico… lindo não é verdade? Bem, não é sempre assim.
É por conhecer profundamente a natureza humana e saber que sempre haverá a briga entre mulheres que querem filmes românticos e homens que querem comédia que nós do Pipocas Club viemos nobremente trazer a solução para essa celeuma. Então, segurem as mãos e confiram abaixo nossa lista de cinco filmaços longe da melação tradicional de dia dos namorados.
Sr e Sr Smith (ação)
Sério, se você não conhece esse é porque não gosta de filme. Dizer que tem Brad Pitt e Angelina Jolie deveria ser o suficiente para lhe convencer, mas caso não, aqui vai a sinopse: John (Pitt) e Jane Smith (Jolie) trabalham como assassinos de aluguel. Eles são também casados, mas um não sabe do trabalho do outro e vivem atualmente uma vida entediada. A situação entre eles muda de rumo quando cada um recebe um novo trabalho de sua respectiva agência, que faz com que eles se encontrem para realizar a mesma missão.
A Verdade Nua e Crua (comédia)
Poucos filmes conseguem ser tão realistas quanto esse sem destruir completamente a visão de amor tradicional que temos. Em alguns momentos as verdades são tão duras que acabam por dar um frio na barriga de quem assiste, mas o desfecho é fantástico. No filme Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa de televisão competente e conservadora. Com os indíces de audiência caindo, seu chefe tem a ideia de contratar da concorrência Mike Chadway (Gerard Butler) do programa “A Verdade Nua e Crua”. Assim, de um hora para outra, a controladora e eterna romântica Abby se vê obrigada a aceitar como colaborador um cara machista, grosseiro e “especialista” em revelar o que – realmente – atrai os homens nas mulheres. Com as relações amorosas em baixa, ela recorre aos “serviços do consultor” para conquistar o vizinho e o resultado obtido acabou sendo além do esperado.
Cinquenta Tons de Cinza (sexy)
E é claro que nós não íamos deixar os mais afoitos de fora né? Afinal de contas tem muita gente que usa o filme do dia dos namorados como pretexto. Para esses, já trouxemos um esquenta. O filme narra a história de quando a estudante de literatura Anastasia Steele entrevista o jovem bilionário Christian Grey e descobre nele um homem atraente e profundamente intimidador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que o deseja.
Doce Novembro (drama)
Para quem quer conquistar, nada melhor que mostrar seu lado sensível né? E vai ser bem difícil acabar esse aqui sem derramar algumas lágrimas. Em Doce Novembro, Nelson Moss (Keanu Reeves) é um atarefado executivo que só pensa em seu trabalho e parece ter se esquecido o que é ser amado por alguém. Até que conhece Sara Deever (Charlize Theron), que lhe traz novamente um sentimento de romantismo à sua vida. Ela termina convencendo-o a passarem um mês juntos e depois se separarem, pois considera este um tempo suficiente para que possam resolver seus problemas emocionais. Porém, com o passar dos dias Nelson se apaixona cada vez mais por Sara e busca descobrir qual é o motivo pelo medo de compromisso que ela possui.
https://www.youtube.com/watch?v=nbNgJMBbvP0
Extermínio (Terror)
Aha! Aposto que você pensou “eles não vão achar um filme de terror romântico!” Nunca subestime o Pipocas. Em Extermínio, um vírus que causa raiva incontrolável em seres humanos eliminou praticamente todas as pessoas na Inglaterra. A sensação de isolamento que acompanhamos no início junto ao personagem Jim vai aos poucos sendo suplantada pelo amor que ele sente por Selena.
E aí, gostou da lista? Tem algum outro filme diferentão que você acha que podia entrar aqui? Então deixa aqui nos comentários 😀
Cinco filmes diferentes para curtir o Dia dos namorados
Chegando aquela data linda em que todos os pombinhos aproveitam para se aninhar juntinhos em frente a tela da TV e dividir uma pipoca embalados por um filme romântico… lindo não é verdade? Bem, não é sempre assim.
É por conhecer profundamente a natureza humana e saber que sempre haverá a briga entre mulheres que querem filmes românticos e homens que querem comédia que nós do Pipocas Club viemos nobremente trazer a solução para essa celeuma. Então, segurem as mãos e confiram abaixo nossa lista de cinco filmaços longe da melação tradicional de dia dos namorados.
Sr e Sr Smith (ação)
Sério, se você não conhece esse é porque não gosta de filme. Dizer que tem Brad Pitt e Angelina Jolie deveria ser o suficiente para lhe convencer, mas caso não, aqui vai a sinopse: John (Pitt) e Jane Smith (Jolie) trabalham como assassinos de aluguel. Eles são também casados, mas um não sabe do trabalho do outro e vivem atualmente uma vida entediada. A situação entre eles muda de rumo quando cada um recebe um novo trabalho de sua respectiva agência, que faz com que eles se encontrem para realizar a mesma missão.
A Verdade Nua e Crua (comédia)
Poucos filmes conseguem ser tão realistas quanto esse sem destruir completamente a visão de amor tradicional que temos. Em alguns momentos as verdades são tão duras que acabam por dar um frio na barriga de quem assiste, mas o desfecho é fantástico. No filme Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa de televisão competente e conservadora. Com os indíces de audiência caindo, seu chefe tem a ideia de contratar da concorrência Mike Chadway (Gerard Butler) do programa “A Verdade Nua e Crua”. Assim, de um hora para outra, a controladora e eterna romântica Abby se vê obrigada a aceitar como colaborador um cara machista, grosseiro e “especialista” em revelar o que – realmente – atrai os homens nas mulheres. Com as relações amorosas em baixa, ela recorre aos “serviços do consultor” para conquistar o vizinho e o resultado obtido acabou sendo além do esperado.
Cinquenta Tons de Cinza (sexy)
E é claro que nós não íamos deixar os mais afoitos de fora né? Afinal de contas tem muita gente que usa o filme do dia dos namorados como pretexto. Para esses, já trouxemos um esquenta. O filme narra a história de quando a estudante de literatura Anastasia Steele entrevista o jovem bilionário Christian Grey e descobre nele um homem atraente e profundamente intimidador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que o deseja.
Doce Novembro (drama)
Para quem quer conquistar, nada melhor que mostrar seu lado sensível né? E vai ser bem difícil acabar esse aqui sem derramar algumas lágrimas. Em Doce Novembro, Nelson Moss (Keanu Reeves) é um atarefado executivo que só pensa em seu trabalho e parece ter se esquecido o que é ser amado por alguém. Até que conhece Sara Deever (Charlize Theron), que lhe traz novamente um sentimento de romantismo à sua vida. Ela termina convencendo-o a passarem um mês juntos e depois se separarem, pois considera este um tempo suficiente para que possam resolver seus problemas emocionais. Porém, com o passar dos dias Nelson se apaixona cada vez mais por Sara e busca descobrir qual é o motivo pelo medo de compromisso que ela possui.
https://www.youtube.com/watch?v=nbNgJMBbvP0
Extermínio (Terror)
Aha! Aposto que você pensou “eles não vão achar um filme de terror romântico!” Nunca subestime o Pipocas. Em Extermínio, um vírus que causa raiva incontrolável em seres humanos eliminou praticamente todas as pessoas na Inglaterra. A sensação de isolamento que acompanhamos no início junto ao personagem Jim vai aos poucos sendo suplantada pelo amor que ele sente por Selena.
E aí, gostou da lista? Tem algum outro filme diferentão que você acha que podia entrar aqui? Então deixa aqui nos comentários 😀
Cinco filmes diferentes para curtir o Dia dos namorados
Chegando aquela data linda em que todos os pombinhos aproveitam para se aninhar juntinhos em frente a tela da TV e dividir uma pipoca embalados por um filme romântico… lindo não é verdade? Bem, não é sempre assim.
É por conhecer profundamente a natureza humana e saber que sempre haverá a briga entre mulheres que querem filmes românticos e homens que querem comédia que nós do Pipocas Club viemos nobremente trazer a solução para essa celeuma. Então, segurem as mãos e confiram abaixo nossa lista de cinco filmaços longe da melação tradicional de dia dos namorados.
Sr e Sr Smith (ação)
Sério, se você não conhece esse é porque não gosta de filme. Dizer que tem Brad Pitt e Angelina Jolie deveria ser o suficiente para lhe convencer, mas caso não, aqui vai a sinopse: John (Pitt) e Jane Smith (Jolie) trabalham como assassinos de aluguel. Eles são também casados, mas um não sabe do trabalho do outro e vivem atualmente uma vida entediada. A situação entre eles muda de rumo quando cada um recebe um novo trabalho de sua respectiva agência, que faz com que eles se encontrem para realizar a mesma missão.
A Verdade Nua e Crua (comédia)
Poucos filmes conseguem ser tão realistas quanto esse sem destruir completamente a visão de amor tradicional que temos. Em alguns momentos as verdades são tão duras que acabam por dar um frio na barriga de quem assiste, mas o desfecho é fantástico. No filme Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa de televisão competente e conservadora. Com os indíces de audiência caindo, seu chefe tem a ideia de contratar da concorrência Mike Chadway (Gerard Butler) do programa “A Verdade Nua e Crua”. Assim, de um hora para outra, a controladora e eterna romântica Abby se vê obrigada a aceitar como colaborador um cara machista, grosseiro e “especialista” em revelar o que – realmente – atrai os homens nas mulheres. Com as relações amorosas em baixa, ela recorre aos “serviços do consultor” para conquistar o vizinho e o resultado obtido acabou sendo além do esperado.
Cinquenta Tons de Cinza (sexy)
E é claro que nós não íamos deixar os mais afoitos de fora né? Afinal de contas tem muita gente que usa o filme do dia dos namorados como pretexto. Para esses, já trouxemos um esquenta. O filme narra a história de quando a estudante de literatura Anastasia Steele entrevista o jovem bilionário Christian Grey e descobre nele um homem atraente e profundamente intimidador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que o deseja.
Doce Novembro (drama)
Para quem quer conquistar, nada melhor que mostrar seu lado sensível né? E vai ser bem difícil acabar esse aqui sem derramar algumas lágrimas. Em Doce Novembro, Nelson Moss (Keanu Reeves) é um atarefado executivo que só pensa em seu trabalho e parece ter se esquecido o que é ser amado por alguém. Até que conhece Sara Deever (Charlize Theron), que lhe traz novamente um sentimento de romantismo à sua vida. Ela termina convencendo-o a passarem um mês juntos e depois se separarem, pois considera este um tempo suficiente para que possam resolver seus problemas emocionais. Porém, com o passar dos dias Nelson se apaixona cada vez mais por Sara e busca descobrir qual é o motivo pelo medo de compromisso que ela possui.
https://www.youtube.com/watch?v=nbNgJMBbvP0
Extermínio (Terror)
Aha! Aposto que você pensou “eles não vão achar um filme de terror romântico!” Nunca subestime o Pipocas. Em Extermínio, um vírus que causa raiva incontrolável em seres humanos eliminou praticamente todas as pessoas na Inglaterra. A sensação de isolamento que acompanhamos no início junto ao personagem Jim vai aos poucos sendo suplantada pelo amor que ele sente por Selena.
E aí, gostou da lista? Tem algum outro filme diferentão que você acha que podia entrar aqui? Então deixa aqui nos comentários 😀
Critica | Arrow – 5° temporada
É quase unanimidade entre os fãs de Arrow que a terceira e quarta temporada da série a estavam levando direto para o fundo do poço. Entretanto, com o fim da quarta temporada e a morte da Laurel Lance, parecia que a série passaria por uma série de reformulações. E, graças a Deus, foi o que aconteceu! Quase que voltando aos seus dias de glória, a quinta temporada de Arrow deu indícios de que teremos nosso querido Arqueiro Verde de volta.
Antes de tudo é bom lembrar que Arrow é um herói urbano, ou seja, sem superpoderes como seus outros companheiros do universo estendido. E, se as duas temporadas anteriores e suas tramas megalomaníacas conseguiram dar origem à excelentes séries como The Flash e Legends Of Tomorrow, o fizeram as custas de diminuir o nível de qualidade apresentada na produção que conta a vida do arqueiro. A história sempre se repetia: um vilão queria acabar com Star City, a morte sendo banalizada com tantas idas e vindas. Mas de repente (graças a Deus mais uma vez) os produtores perceberam que tratar coisas sobrenaturais na trama central não era bem a pegada da série.
Arrow só tinha uma opção na atual temporada: acertar! E, ao menos ao que parece, esse caminho foi costurado à medida que os episódios avançavam. A nova etapa foi uma constante volta as origens de Oliver Queen, desde os personagens, história, até mesmo os famigerados flashbacks.
A decisão de mudar o time também foi algo que não engatou de cara, mas aos poucos achou seu caminho. Rene, o Cão Raivoso (Rick Gonzalez), sem dúvida foi a melhor adição à trupe, trazendo uma carga dramática que deu às cenas com o Quentin Lance (Paul Blackthorne) uma química incrível. Já Curtis (Echo Kellum), demorou para conseguir convencer. E isso só foi possível quando desistiram de colocá-lo no time pela força braçal e optaram por destacar sua habilidade com tecnologia através da criação das esferas T. Diggle, após algumas aventuras sem sucesso no exército, também voltou ao time. Já a chegada de Dinah Drake (Juliana Harkavy) para assumir a vaga da Canário Negro foi, a priori, uma solução narrativa ridícula (usar o primeiro nome de Laurel para convencer Lance de que ela poderia substituí-la foi forças MUITO a barra), mas acabou trazendo à equipe uma integrante de personalidade forte e madura. Uma coisa é fato: nao importa o quanto todos amemos a Katie Cassidy, trazer a Laurel da Terra 2 não animou ninguém. O melhor que eles fazem é deixar essas confusões de multiverso apenas em Flash.
E, se a palavra do ano parece ser “empoderamento”, foi necessário dar um tempo no relacionamento desgastado de Oliver e Felicity para que a nossa hacker favorita crescesse de maneira independente. O arco com a Helix trouxe de volta o potencial de inteligência que fez com que a personagem começasse a trabalhar com o herói na primeira temporada.
Sejamos justos, o verdadeiro destaque da 5ª temporada foi o vilão. Adrian Chase (Josh Segarra), conseguiu fazer com que Oliver sofresse tanto quanto o herói sofreu nas mãos de Slade Wilson, melhor antagonista até então. Prometheus tortura tanto o Arqueiro, que acaba transformando a vida do herói em um verdadeiro inferno. E tem mais: o fato de Prometheus ser consequência das escolhas passadas de Oliver conseguiu até mesmo extrair mais da atuação de Stephen Amell, fator que não já vinha lá essas coisas. Nem mesmo a estonteante revelação da identidade do vilão antes da season finale deixou o personagem cair.
Uma coisa é inegável: chegar ao episódio 100 não é para qualquer série e Arrow fez isso com muita glória. Como parte do megacrossover entre as séries de heróis da CW, o episódio trouxe de volta personagens que estiveram presentes nas temporadas anteriores, como uma verdadeira homenagem à produção e aos fãs.
Se cinco foi a quantidade de anos que Oliver esteve longe de Star City, foi também a quantidade de temporadas que estivemos presos nos flashbacks que pareciam não acabar mais. Esses eventos tem início exatamente onde a temporada anterior parou, com Oliver em busca de cumprir sua promessa de matar Konstantin Kovar feita a Taiana. Desde então pudemos conhecer a história de sua entrada na máfia russa Bratva, sua relação com Talia al Ghul, sua transformação em Arqueiro Verde e consequentemente, o final dos flashbacks apontando para o episódio piloto da série.
Ainda ao final da temporada, temos a explosão de Lian Yu, que pode ser apenas um cliffhanger que vai ter um desenrolar medíocre no começo da sexta temporada ou mostrar que um reinício é realmente tudo o que a série precisa. Zeramos os flashbacks, zeramos os pesos do passado e agora queremos nosso vigilante sombrio de volta!
É bem verdade que não foi a melhor temporada de Arrow, mas foi de longe melhor que as duas anteriores. Os episódios fillers não ajudaram muito, mas o esforço para salvar a série foi notório. A nós, resta esperar e torcer que a série continue a crescer como outrora.
Critica | Arrow – 5° temporada
É quase unanimidade entre os fãs de Arrow que a terceira e quarta temporada da série a estavam levando direto para o fundo do poço. Entretanto, com o fim da quarta temporada e a morte da Laurel Lance, parecia que a série passaria por uma série de reformulações. E, graças a Deus, foi o que aconteceu! Quase que voltando aos seus dias de glória, a quinta temporada de Arrow deu indícios de que teremos nosso querido Arqueiro Verde de volta.
Antes de tudo é bom lembrar que Arrow é um herói urbano, ou seja, sem superpoderes como seus outros companheiros do universo estendido. E, se as duas temporadas anteriores e suas tramas megalomaníacas conseguiram dar origem à excelentes séries como The Flash e Legends Of Tomorrow, o fizeram as custas de diminuir o nível de qualidade apresentada na produção que conta a vida do arqueiro. A história sempre se repetia: um vilão queria acabar com Star City, a morte sendo banalizada com tantas idas e vindas. Mas de repente (graças a Deus mais uma vez) os produtores perceberam que tratar coisas sobrenaturais na trama central não era bem a pegada da série.
Arrow só tinha uma opção na atual temporada: acertar! E, ao menos ao que parece, esse caminho foi costurado à medida que os episódios avançavam. A nova etapa foi uma constante volta as origens de Oliver Queen, desde os personagens, história, até mesmo os famigerados flashbacks.
A decisão de mudar o time também foi algo que não engatou de cara, mas aos poucos achou seu caminho. Rene, o Cão Raivoso (Rick Gonzalez), sem dúvida foi a melhor adição à trupe, trazendo uma carga dramática que deu às cenas com o Quentin Lance (Paul Blackthorne) uma química incrível. Já Curtis (Echo Kellum), demorou para conseguir convencer. E isso só foi possível quando desistiram de colocá-lo no time pela força braçal e optaram por destacar sua habilidade com tecnologia através da criação das esferas T. Diggle, após algumas aventuras sem sucesso no exército, também voltou ao time. Já a chegada de Dinah Drake (Juliana Harkavy) para assumir a vaga da Canário Negro foi, a priori, uma solução narrativa ridícula (usar o primeiro nome de Laurel para convencer Lance de que ela poderia substituí-la foi forças MUITO a barra), mas acabou trazendo à equipe uma integrante de personalidade forte e madura. Uma coisa é fato: nao importa o quanto todos amemos a Katie Cassidy, trazer a Laurel da Terra 2 não animou ninguém. O melhor que eles fazem é deixar essas confusões de multiverso apenas em Flash.
E, se a palavra do ano parece ser “empoderamento”, foi necessário dar um tempo no relacionamento desgastado de Oliver e Felicity para que a nossa hacker favorita crescesse de maneira independente. O arco com a Helix trouxe de volta o potencial de inteligência que fez com que a personagem começasse a trabalhar com o herói na primeira temporada.
Sejamos justos, o verdadeiro destaque da 5ª temporada foi o vilão. Adrian Chase (Josh Segarra), conseguiu fazer com que Oliver sofresse tanto quanto o herói sofreu nas mãos de Slade Wilson, melhor antagonista até então. Prometheus tortura tanto o Arqueiro, que acaba transformando a vida do herói em um verdadeiro inferno. E tem mais: o fato de Prometheus ser consequência das escolhas passadas de Oliver conseguiu até mesmo extrair mais da atuação de Stephen Amell, fator que não já vinha lá essas coisas. Nem mesmo a estonteante revelação da identidade do vilão antes da season finale deixou o personagem cair.
Uma coisa é inegável: chegar ao episódio 100 não é para qualquer série e Arrow fez isso com muita glória. Como parte do megacrossover entre as séries de heróis da CW, o episódio trouxe de volta personagens que estiveram presentes nas temporadas anteriores, como uma verdadeira homenagem à produção e aos fãs.
Se cinco foi a quantidade de anos que Oliver esteve longe de Star City, foi também a quantidade de temporadas que estivemos presos nos flashbacks que pareciam não acabar mais. Esses eventos tem início exatamente onde a temporada anterior parou, com Oliver em busca de cumprir sua promessa de matar Konstantin Kovar feita a Taiana. Desde então pudemos conhecer a história de sua entrada na máfia russa Bratva, sua relação com Talia al Ghul, sua transformação em Arqueiro Verde e consequentemente, o final dos flashbacks apontando para o episódio piloto da série.
Ainda ao final da temporada, temos a explosão de Lian Yu, que pode ser apenas um cliffhanger que vai ter um desenrolar medíocre no começo da sexta temporada ou mostrar que um reinício é realmente tudo o que a série precisa. Zeramos os flashbacks, zeramos os pesos do passado e agora queremos nosso vigilante sombrio de volta!
É bem verdade que não foi a melhor temporada de Arrow, mas foi de longe melhor que as duas anteriores. Os episódios fillers não ajudaram muito, mas o esforço para salvar a série foi notório. A nós, resta esperar e torcer que a série continue a crescer como outrora.
Critica | Arrow – 5° temporada
É quase unanimidade entre os fãs de Arrow que a terceira e quarta temporada da série a estavam levando direto para o fundo do poço. Entretanto, com o fim da quarta temporada e a morte da Laurel Lance, parecia que a série passaria por uma série de reformulações. E, graças a Deus, foi o que aconteceu! Quase que voltando aos seus dias de glória, a quinta temporada de Arrow deu indícios de que teremos nosso querido Arqueiro Verde de volta.
Antes de tudo é bom lembrar que Arrow é um herói urbano, ou seja, sem superpoderes como seus outros companheiros do universo estendido. E, se as duas temporadas anteriores e suas tramas megalomaníacas conseguiram dar origem à excelentes séries como The Flash e Legends Of Tomorrow, o fizeram as custas de diminuir o nível de qualidade apresentada na produção que conta a vida do arqueiro. A história sempre se repetia: um vilão queria acabar com Star City, a morte sendo banalizada com tantas idas e vindas. Mas de repente (graças a Deus mais uma vez) os produtores perceberam que tratar coisas sobrenaturais na trama central não era bem a pegada da série.
Arrow só tinha uma opção na atual temporada: acertar! E, ao menos ao que parece, esse caminho foi costurado à medida que os episódios avançavam. A nova etapa foi uma constante volta as origens de Oliver Queen, desde os personagens, história, até mesmo os famigerados flashbacks.
A decisão de mudar o time também foi algo que não engatou de cara, mas aos poucos achou seu caminho. Rene, o Cão Raivoso (Rick Gonzalez), sem dúvida foi a melhor adição à trupe, trazendo uma carga dramática que deu às cenas com o Quentin Lance (Paul Blackthorne) uma química incrível. Já Curtis (Echo Kellum), demorou para conseguir convencer. E isso só foi possível quando desistiram de colocá-lo no time pela força braçal e optaram por destacar sua habilidade com tecnologia através da criação das esferas T. Diggle, após algumas aventuras sem sucesso no exército, também voltou ao time. Já a chegada de Dinah Drake (Juliana Harkavy) para assumir a vaga da Canário Negro foi, a priori, uma solução narrativa ridícula (usar o primeiro nome de Laurel para convencer Lance de que ela poderia substituí-la foi forças MUITO a barra), mas acabou trazendo à equipe uma integrante de personalidade forte e madura. Uma coisa é fato: nao importa o quanto todos amemos a Katie Cassidy, trazer a Laurel da Terra 2 não animou ninguém. O melhor que eles fazem é deixar essas confusões de multiverso apenas em Flash.
E, se a palavra do ano parece ser “empoderamento”, foi necessário dar um tempo no relacionamento desgastado de Oliver e Felicity para que a nossa hacker favorita crescesse de maneira independente. O arco com a Helix trouxe de volta o potencial de inteligência que fez com que a personagem começasse a trabalhar com o herói na primeira temporada.
Sejamos justos, o verdadeiro destaque da 5ª temporada foi o vilão. Adrian Chase (Josh Segarra), conseguiu fazer com que Oliver sofresse tanto quanto o herói sofreu nas mãos de Slade Wilson, melhor antagonista até então. Prometheus tortura tanto o Arqueiro, que acaba transformando a vida do herói em um verdadeiro inferno. E tem mais: o fato de Prometheus ser consequência das escolhas passadas de Oliver conseguiu até mesmo extrair mais da atuação de Stephen Amell, fator que não já vinha lá essas coisas. Nem mesmo a estonteante revelação da identidade do vilão antes da season finale deixou o personagem cair.
Uma coisa é inegável: chegar ao episódio 100 não é para qualquer série e Arrow fez isso com muita glória. Como parte do megacrossover entre as séries de heróis da CW, o episódio trouxe de volta personagens que estiveram presentes nas temporadas anteriores, como uma verdadeira homenagem à produção e aos fãs.
Se cinco foi a quantidade de anos que Oliver esteve longe de Star City, foi também a quantidade de temporadas que estivemos presos nos flashbacks que pareciam não acabar mais. Esses eventos tem início exatamente onde a temporada anterior parou, com Oliver em busca de cumprir sua promessa de matar Konstantin Kovar feita a Taiana. Desde então pudemos conhecer a história de sua entrada na máfia russa Bratva, sua relação com Talia al Ghul, sua transformação em Arqueiro Verde e consequentemente, o final dos flashbacks apontando para o episódio piloto da série.
Ainda ao final da temporada, temos a explosão de Lian Yu, que pode ser apenas um cliffhanger que vai ter um desenrolar medíocre no começo da sexta temporada ou mostrar que um reinício é realmente tudo o que a série precisa. Zeramos os flashbacks, zeramos os pesos do passado e agora queremos nosso vigilante sombrio de volta!
É bem verdade que não foi a melhor temporada de Arrow, mas foi de longe melhor que as duas anteriores. Os episódios fillers não ajudaram muito, mas o esforço para salvar a série foi notório. A nós, resta esperar e torcer que a série continue a crescer como outrora.
Critica | Arrow – 5° temporada
É quase unanimidade entre os fãs de Arrow que a terceira e quarta temporada da série a estavam levando direto para o fundo do poço. Entretanto, com o fim da quarta temporada e a morte da Laurel Lance, parecia que a série passaria por uma série de reformulações. E, graças a Deus, foi o que aconteceu! Quase que voltando aos seus dias de glória, a quinta temporada de Arrow deu indícios de que teremos nosso querido Arqueiro Verde de volta.
Antes de tudo é bom lembrar que Arrow é um herói urbano, ou seja, sem superpoderes como seus outros companheiros do universo estendido. E, se as duas temporadas anteriores e suas tramas megalomaníacas conseguiram dar origem à excelentes séries como The Flash e Legends Of Tomorrow, o fizeram as custas de diminuir o nível de qualidade apresentada na produção que conta a vida do arqueiro. A história sempre se repetia: um vilão queria acabar com Star City, a morte sendo banalizada com tantas idas e vindas. Mas de repente (graças a Deus mais uma vez) os produtores perceberam que tratar coisas sobrenaturais na trama central não era bem a pegada da série.
Arrow só tinha uma opção na atual temporada: acertar! E, ao menos ao que parece, esse caminho foi costurado à medida que os episódios avançavam. A nova etapa foi uma constante volta as origens de Oliver Queen, desde os personagens, história, até mesmo os famigerados flashbacks.
A decisão de mudar o time também foi algo que não engatou de cara, mas aos poucos achou seu caminho. Rene, o Cão Raivoso (Rick Gonzalez), sem dúvida foi a melhor adição à trupe, trazendo uma carga dramática que deu às cenas com o Quentin Lance (Paul Blackthorne) uma química incrível. Já Curtis (Echo Kellum), demorou para conseguir convencer. E isso só foi possível quando desistiram de colocá-lo no time pela força braçal e optaram por destacar sua habilidade com tecnologia através da criação das esferas T. Diggle, após algumas aventuras sem sucesso no exército, também voltou ao time. Já a chegada de Dinah Drake (Juliana Harkavy) para assumir a vaga da Canário Negro foi, a priori, uma solução narrativa ridícula (usar o primeiro nome de Laurel para convencer Lance de que ela poderia substituí-la foi forças MUITO a barra), mas acabou trazendo à equipe uma integrante de personalidade forte e madura. Uma coisa é fato: nao importa o quanto todos amemos a Katie Cassidy, trazer a Laurel da Terra 2 não animou ninguém. O melhor que eles fazem é deixar essas confusões de multiverso apenas em Flash.
E, se a palavra do ano parece ser “empoderamento”, foi necessário dar um tempo no relacionamento desgastado de Oliver e Felicity para que a nossa hacker favorita crescesse de maneira independente. O arco com a Helix trouxe de volta o potencial de inteligência que fez com que a personagem começasse a trabalhar com o herói na primeira temporada.
Sejamos justos, o verdadeiro destaque da 5ª temporada foi o vilão. Adrian Chase (Josh Segarra), conseguiu fazer com que Oliver sofresse tanto quanto o herói sofreu nas mãos de Slade Wilson, melhor antagonista até então. Prometheus tortura tanto o Arqueiro, que acaba transformando a vida do herói em um verdadeiro inferno. E tem mais: o fato de Prometheus ser consequência das escolhas passadas de Oliver conseguiu até mesmo extrair mais da atuação de Stephen Amell, fator que não já vinha lá essas coisas. Nem mesmo a estonteante revelação da identidade do vilão antes da season finale deixou o personagem cair.
Uma coisa é inegável: chegar ao episódio 100 não é para qualquer série e Arrow fez isso com muita glória. Como parte do megacrossover entre as séries de heróis da CW, o episódio trouxe de volta personagens que estiveram presentes nas temporadas anteriores, como uma verdadeira homenagem à produção e aos fãs.
Se cinco foi a quantidade de anos que Oliver esteve longe de Star City, foi também a quantidade de temporadas que estivemos presos nos flashbacks que pareciam não acabar mais. Esses eventos tem início exatamente onde a temporada anterior parou, com Oliver em busca de cumprir sua promessa de matar Konstantin Kovar feita a Taiana. Desde então pudemos conhecer a história de sua entrada na máfia russa Bratva, sua relação com Talia al Ghul, sua transformação em Arqueiro Verde e consequentemente, o final dos flashbacks apontando para o episódio piloto da série.
Ainda ao final da temporada, temos a explosão de Lian Yu, que pode ser apenas um cliffhanger que vai ter um desenrolar medíocre no começo da sexta temporada ou mostrar que um reinício é realmente tudo o que a série precisa. Zeramos os flashbacks, zeramos os pesos do passado e agora queremos nosso vigilante sombrio de volta!
É bem verdade que não foi a melhor temporada de Arrow, mas foi de longe melhor que as duas anteriores. Os episódios fillers não ajudaram muito, mas o esforço para salvar a série foi notório. A nós, resta esperar e torcer que a série continue a crescer como outrora.
Crítica | Mulher-Maravilha é o filme da DC que os fãs precisavam
Setenta e cinco anos. Esse foi o tempo de espera para finalmente vermos um filme solo da principal heroína da DC: a Mulher-Maravilha. Até então tudo o que tínhamos além dos quadrinhos era a série de TV da década de 70, estrelada por Lynda Carter, e os desenhos animados. Faltava, entretanto, a representatividade feminina nas telonas.Mesmo com uma (inicialmente) criticada escalação, Gal Gadot mostrou ainda em Batman Vs. Superman ser merecedora do título de Mulher-Maravilha, roubando a cena inúmeras vezes e sendo responsável inclusive por uma das melhores cenas do filme.
E por falar em BvS, vale começar lembrando que já havia uma grande preocupação com a aparição da guerreira no universo cinematográfico estendido sem que ela tivesse sido devidamente apresentada ao público. Agora porém a pergunta é outra: como vão continuar um universo estendido sem que as pessoas entendam a conexão entre sua história e as demais? A questão é que o filme solo de Diana consegue ser único e suficiente em si, mas ainda estabelecer todas as conexões necessárias para situá-lo no universo estendido da DC. Após os eventos de BvS, em forma de flashback, Diana relembra sua história, desde a infância até ela se descobrir como Mulher-Maravilha.
Bebendo da fonte dos Novos 52, o filme começa contando a história da pequena Diana, vivida por Lilly Aspell, única criança da ilha de Temíscira, local onde habitam as Amazonas. Mesmo contra a vontade de sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana consegue iniciar seu treinamento de batalha sob a tutela de sua tia, a general Antíope (Robin Wright). Essa parte da história tem fundamental importância para que o público compreenda a inocência inicial presente na personagem neste filme, totalmente diferente da experiente amazona que vimos em BvS. Com a chegada de Steve Trevor, nossa Wonder Woman descobre que a verdadeira guerra na verdade acontece fora da proteção de Temiscira e então parte em sua missão. O filme conta a infância de Diana, o seu treinamento, seu anseio por vencer Ares, o deus da Guerra, entre outros aspectos de sua jornada.
Este é um filme de criação e apresentação de personagem e para isso o roteiro de Allan Heinberg (baseado em argumentos de Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs) é fluído e segue um ritmo leve, não deixando a peteca cair em nenhum momento. Com relação à direção, uma observação mais que pertinente: nada melhor que uma mulher para dirigir um filme da Mulher-Maravilha. Patty Jenkins acerta em cheio e nos presenteia com uma história muito bem retratada, feita com todo o cuidado que um filme desse porte merece. Podemos dizer ainda que a Jenkins tinha uma baita batata quente na mão, já que esse é o primeiro filme da heroína, mas o terceiro do universo estendido da DC (e após dois fracassos de crítica).
Mulher-Maravilha fala de empoderamento e representatividade sem esbanjar conceitos feministas (ao contrário do que muitos pensavam) e tudo acontece de forma natural, mostrando uma Diana que conquista seus espaços sendo quem é, independente dos que diziam “não vá”, “não faça”, e principalmente “uma mulher não pode fazer isso”.
Quanto ao casal vivido por Gadot e Chris Pine, o que podemos contemplar é uma verdadeira “química instantânea” sob o batido (mas vivo) clichê “opostos que se atraem”. A experiência que falta a Diana, ainda que sobre vontade de lutar, abunda em Steve, que mesmo experiente se torna um desacreditado pelas coisas que viu. Um detalhe interessante da trama é que em momento algum a presença de Trevor atrapalha ou ofusca o desenvolvimento da personagem de Gadot. Ainda que falte fé a Steve, que acha tudo o que viu em Temiscira e que ouviu de Diana pura lenda, é perceptível contemplar como o “quê” divino que habita em Diana chama sua atenção.
Além dos dois, soma-se ao grupo mais quatro personagens: Etta Candy, secretaria de Steve, que explica bem como as mulheres eram vistas na época em que o filme é ambientado; e o trio formado pelo árabe Sameer, pelo escocês Charlie e pelo nativo-americano Chefe, responsáveis pelo alívio humorístico com piadas bem colocadas, equilibradas e distante das famosas fórmulas da concorrência marveliana.
A escolha da ambientação na I Guerra Mundial, por mais que fuja do que vimos nos quadrinhos ou na série de TV, é bastante justificável, já que a luta é contra o deus da guerra e a 1ª é considerada a mãe de todas as guerras.
Como nos últimos filmes da DC, a fotografia da produção permanece escura durante a maior parte do filme, mas, longe de ser como o toque de Snyder, aqui essa paleta de cores faz todo sentido. Enquanto em Temiscira percebemos maiores tonalidades de amarelo e dourado, o que ajuda a transparecer a sensação de “paraíso” da ilha, além das fronteiras temos uma Londres cinzenta, com muita fumaça, névoa, e cada vez mais sombria, a medida que a trama avança para o confronto final.
E como nem tudo são flores (e ainda é um filme da DC), Mulher-Maravilha apresenta a já esperada queda no terceiro ato, quando opta por uma resolução de narrativa diferente de tudo o que assistimos até então. Doutora Veneno e o General Ludendorff são bons vilões, mas apresentam tramas rasas e acabam por tornar-se facilmente descartáveis. Até mesmo Ares, principal vilão filme e que participa de todo o enredo como uma força atuante por trás da guerra, não recebe o final merecido. Nem mesmo a fotografia escapa: a fotografia bela ambientação retrô apresentada nos atos iniciais dá lugar a um CGI clichê, como que em uma busca para caracterizar aquele “final de filme de herói”.
Apesar dos problemas, Mulher Maravilha cumpre bem demais seu papel de apresentar às telas dos cinemas a princesa de Temiscira, filha de Zeus. É difícil não sair satisfeito da sala. Sem dúvida, este é o melhor filme da DC após a trilogia de Nolan e parece apresentar uma certa sobrevida ao universo estendido produzido pela Warner. Agora só nos resta esperar dias melhores. Avante DC!