Início Site Página 4954

Artigo | O LUCIFER QUE PROVAVELMENTE VOCÊ NÃO CONHECE

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Artigo | O LUCIFER QUE PROVAVELMENTE VOCÊ NÃO CONHECE

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Blade Runner 2049 | Vídeo mostra os efeitos práticos do filme

Blade Runner 2049 tem um orçamento de US$ 180 milhões e boa parte deve-se ao grande uso de efeitos especiais. Porém, em vídeo divulgado pelo Vice podemos conferir como são feitos os efeitos práticos do filme, incluindo comentários dos envolvidos na produção, inclusive o diretor  Denis Villeneuve.

Confira: 

A trama do filme se passa trinta anos depois do original, em que um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas.

O filme tem direção de Dennis Villeneuve (conhecido por Sicario: Terra de Ninguém e A Chegada) e produção executiva de Ridley Scott, o diretor do filme original. Harrison FordRyan GoslingJared LetoMackenzie DavisCarla JuriBarkhad AbdiDavid DastmalchianHiam AbbassRobin Wright, Dave Bautista e Lennie James compõe o elenco. 

Confira o trailer do filme: 

 

Publicidade

Blade Runner 2049 | Vídeo mostra os efeitos práticos do filme

Blade Runner 2049 tem um orçamento de US$ 180 milhões e boa parte deve-se ao grande uso de efeitos especiais. Porém, em vídeo divulgado pelo Vice podemos conferir como são feitos os efeitos práticos do filme, incluindo comentários dos envolvidos na produção, inclusive o diretor  Denis Villeneuve.

Confira: 

A trama do filme se passa trinta anos depois do original, em que um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas.

O filme tem direção de Dennis Villeneuve (conhecido por Sicario: Terra de Ninguém e A Chegada) e produção executiva de Ridley Scott, o diretor do filme original. Harrison FordRyan GoslingJared LetoMackenzie DavisCarla JuriBarkhad AbdiDavid DastmalchianHiam AbbassRobin Wright, Dave Bautista e Lennie James compõe o elenco. 

Confira o trailer do filme: 

 

Publicidade

Artigo |O LUCIFER QUE PROVAVELMENTE VOCÊ NÃO CONHECE

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Artigo |O LUCIFER QUE PROVAVELMENTE VOCÊ NÃO CONHECE

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Artigo |Lucifer de uma forma que provavelmente você não conhece

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Artigo |Lucifer de uma forma que provavelmente você não conhece

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

Publicidade

Star Trek: Discovery | Confira a belíssima abertura da série

Star Trek Discovery estreou ontem e as produtoras (CBS e Netflix) divulgaram a abertura da série que conta com várias artes conceituais de itens recorrentes na franquia. 

Confira: 

Fazem parte do elenco de Star Trek: Discovery: Sonequa Martin-Green (The Walking Dead) que será a capitão da Discovery, Doug Jones (O Labirinto do Fauno) como Tenente Saru, um oficial de ciência de uma nova raça alienígena; Anthony Rapp (Uma Mente Brilhante), como Tenente Stamets,  oficial de ciência e especialista em fungos; eMichelle Yeoh (Marco Polo) que viverá Georgiou, capitã da nave Shenzhou.

Na tropa Klingon, os antagonistas, temos no elenco: Chris Obi (Doctor Who) vivendo T’Kuvma, um líder que procura a união dos povos; Mary Chieffo como L’Rell, comandante de batalha da nave Klingon; Shazad Latif (Penny Dreadful) no papel de Kol, um comandante.

Os dois primeiros episódios da série já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Publicidade

Star Trek: Discovery | Confira a belíssima abertura da série

Star Trek Discovery estreou ontem e as produtoras (CBS e Netflix) divulgaram a abertura da série que conta com várias artes conceituais de itens recorrentes na franquia. 

Confira: 

Fazem parte do elenco de Star Trek: Discovery: Sonequa Martin-Green (The Walking Dead) que será a capitão da Discovery, Doug Jones (O Labirinto do Fauno) como Tenente Saru, um oficial de ciência de uma nova raça alienígena; Anthony Rapp (Uma Mente Brilhante), como Tenente Stamets,  oficial de ciência e especialista em fungos; eMichelle Yeoh (Marco Polo) que viverá Georgiou, capitã da nave Shenzhou.

Na tropa Klingon, os antagonistas, temos no elenco: Chris Obi (Doctor Who) vivendo T’Kuvma, um líder que procura a união dos povos; Mary Chieffo como L’Rell, comandante de batalha da nave Klingon; Shazad Latif (Penny Dreadful) no papel de Kol, um comandante.

Os dois primeiros episódios da série já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Publicidade