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Artigo | O LUCIFER QUE TALVEZ VOCÊ NÃO CONHEÇA

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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O Lucifer que talvez você não conheça

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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Liga da Justiça | Novas imagens promocionais divulgadas

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O Cosmic Book News divulgou várias imagens promocionais do filme da Liga da Justiça, onde aparecem todos os membros da Liga individualmente e em grupo, incluindo Henry Cavill como Superman.

Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder em parceria com Joss Whedon, tem estreia para 16 de novembro e, além de Cavill, tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane).

 

 

[/et_pb_text][et_pb_gallery admin_label=”Galeria” gallery_ids=”2867,2868,2869,2870,2871,2872,2873,2874,2875,2876,2877″ fullwidth=”on” show_title_and_caption=”on” show_pagination=”on” background_layout=”light” auto=”off” hover_overlay_color=”rgba(255,255,255,0.9)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_gallery][et_pb_video admin_label=”Vídeo” src=”https://www.youtube.com/watch?v=JC63iQCUsQo”] [/et_pb_video][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

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Liga da Justiça | Novas imagens promocionais divulgadas

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O Cosmic Book News divulgou várias imagens promocionais do filme da Liga da Justiça, onde aparecem todos os membros da Liga individualmente e em grupo, incluindo Henry Cavill como Superman.

Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder em parceria com Joss Whedon, tem estreia para 16 de novembro e, além de Cavill, tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane).

 

 

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Artigo | O LUCIFER QUE PROVAVELMENTE VOCÊ NÃO CONHECE

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

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A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

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A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
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Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

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Artigo |Lucifer de uma forma que provavelmente você não conhece

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

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Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

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Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

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Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

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Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

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A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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