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Anjos da Noite vai virar série de TV

A franquia de filmes Anjos da Noite vai migrar para a TV no formato de um seriado (informação via Deadline). O projeto será idealizado por Len Wiseman, diretor e produtor que esteve envolvido em todos os cinco filmes da saga. 

O seriado será muito diferente em relação aos filmes. Não quero dizer que serão mais adultos, mas definitivamente não terá o tom de história em quadrinhos“, comentou Wiseman, que também confirmou que a série será produzida pela Sketch Films, sua produtora. 

Ainda não há nenhuma informação sobre elenco, trama ou equipe de roteiristas. O último filme de Anjos da Noite, Guerras de Sangue, chegou aos cinemas em dezembro de 2016 e teve Kate Beckinsale como a protagonista Selene. A nova série de TV ainda não tem data para chegar a televisão. 

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Blade Runner 2049 |Divulgadas novas imagens do filme e dos bastidores

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Collider divulgou várias imagens inéditas de Blade Runner 2049 que mostram cenas do filme e bastidores. 

Confira:

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A trama do filme se passa trinta anos depois do original, em que um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas.

O filme tem direção de Dennis Villeneuve (conhecido por Sicario: Terra de Ninguém e A Chegada) e produção executiva de Ridley Scott, o diretor do filme original. Harrison FordRyan GoslingJared LetoMackenzie DavisCarla JuriBarkhad AbdiDavid DastmalchianHiam AbbassRobin Wright, Dave Bautista e Lennie James compõe o elenco. 

Confira o trailer do filme: 

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Blade Runner 2049 |Divulgadas novas imagens do filme e dos bastidores

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Collider divulgou várias imagens inéditas de Blade Runner 2049 que mostram cenas do filme e bastidores. 

Confira:

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A trama do filme se passa trinta anos depois do original, em que um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas.

O filme tem direção de Dennis Villeneuve (conhecido por Sicario: Terra de Ninguém e A Chegada) e produção executiva de Ridley Scott, o diretor do filme original. Harrison FordRyan GoslingJared LetoMackenzie DavisCarla JuriBarkhad AbdiDavid DastmalchianHiam AbbassRobin Wright, Dave Bautista e Lennie James compõe o elenco. 

Confira o trailer do filme: 

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Crítica | Kingsman 2: O Círculo Dourado

Matthew Vaughn, diretor e roteirista de Kingsman: Serviço Secreto e Kingsman 2: O Círculo Dourado, sempre foi contra dirigir sequências. De acordo com o próprio, ele tinha medo de que nunca conseguisse superar o trabalho original e pior ainda, que acabasse caindo na mesmice, faltando originalidade. Por esses motivos, Vaughn abandonou o comando das sequências de X-Men: Primeira Classe e Kick-Ass. Entretanto, pela primeira vez em sua carreira, o diretor acabou vencendo esse medo peculiar e comandou a sequência do majestoso Kingsman: Serviço Secreto. O argumento do diretor foi simples e categórico: “tenho uma história tão boa quanto a primeira”, e por mais difícil que a tarefa de superar o antecessor ou ao menos se equiparar fosse, ela foi devidamente cumprida.

O segundo filme se passa algum tempo depois do primeiro e mostra Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como os únicos remanescentes da organização secreta Kingsman após um ataque a todos os agentes. Os dois partem para os Estados Unidos em busca de ajuda, encontrando refúgio na Statesman, outra organização secreta. Juntas, as organizações precisam se unir contra Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas do mundo todo e que planeja infectar todo o globo com suas toxinas. 

Logo de início, o que mais impressiona em Kingsman 2 é a maneira como tudo ainda continua igual ao primeiro filme – de uma maneira ainda muito original e ainda mais esculachada. A extravagância do filme original continua presente nessa continuação e é levada ao nível do ridículo, com direito a pessoas sendo mortas num moedor e seus restos sendo utilizados como parte do hambúrguer. Além disso, assim como no primeiro, a violência desta sequência é totalmente exagerada e bastante gráfica, mas sem nunca remeter a um tipo de violência gratuita ou sanguinária de uma maneira chocante. 

A história do filme é coesa com a direção de Matthew Vaughn: não traz nada de espetacularmente novo, mas consegue expandir muito bem o que o primeiro filme apresentou. O roteiro consegue fugir de repetições de situações que poderiam facilmente ser colocadas em diversos momentos, e consegue introduzir dinâmicas de personagens novas e muito interessantes. A direção de Vaughn vai na mesma linha: ainda bastante pirotécnico, e com cenas de ação megalomaníacas e frenéticas. Planos sequências continuam sendo o forte do repertório do diretor e principalmente a maneira como consegue trabalhar tais planos em congruência com exageros visuais que requerem efeitos digitais mais desenvolvidos. 

Entretanto, a melhor novidade no filme fica por conta do elenco, que serve como refresco para a comédia de Kingsman. Channing Tatum (Anjos da Lei) e Pedro Pascal (Game of Thrones) conseguem dar um novo ar para o filme, principalmente no quesito das risadas, muito mais espontâneas nessa continuação. Apesar disso, o filme também entrega seu drama na medida certa – o tanto que era esperado para um filme da franquia Kingsman. A vilã do filme, interpretada por Julianne Moore, funciona bem e faz um ótimo contraste com o vilão vivido por Samuel L. Jackson no longa original. 

O melhor de tudo é que Kingsman não perdeu seu componente mais chave nessa continuação: sua despretensiosidade. O longa não se preocupa em elaborar uma história totalmente amarrada ou até mesmo seguir convenções impostas por Hollywood na última década. O objetivo é apenas entregar um show visual, com diversas risadas ao longo das mais de duas horas do filme e acima de tudo, divertir o espectador. E de maneira ainda mais impressionante, Kingsman não faz isso da mesma maneira que franquias como Velozes e Furiosos ou Transformers o fazem. É feito de maneira elaborada, criativa e sem ser extremamente exaustivo ou desgastante – ou até mesmo beirando a falta de originalidade. Fica claro que não é apenas um filme para fazer dinheiro, mas sim um filme que tenta passar uma mensagem.

Kingsman 2: O Círculo Dourado aplica com sucesso a fórmula do longa original, só que desta vez faz isso expandindo seu universo. As megalomanias do diretor Matthew Vaughn parecem não encontrar exaustão e seu capricho como diretor e roteirista se destaca durante todo o filme. Com personagens ainda mais cativantes e engraçados, Kingsman 2 supera seu antecessor e consagra Vaugn como um diretor que também sabe fazer maravilhas em sequências. E diferentemente do primeiro filme, que chegou rasteiro e surpreendeu, neste segundo a expectativa que já era alta é totalmente atingida, restando apenas o anseio por mais filmes dessa franquia que parece continuar segurando seu fôlego apesar de a água de Hollywood tentar afogá-lo. 

 

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Crítica | Kingsman 2: O Círculo Dourado

Matthew Vaughn, diretor e roteirista de Kingsman: Serviço Secreto e Kingsman 2: O Círculo Dourado, sempre foi contra dirigir sequências. De acordo com o próprio, ele tinha medo de que nunca conseguisse superar o trabalho original e pior ainda, que acabasse caindo na mesmice, faltando originalidade. Por esses motivos, Vaughn abandonou o comando das sequências de X-Men: Primeira Classe e Kick-Ass. Entretanto, pela primeira vez em sua carreira, o diretor acabou vencendo esse medo peculiar e comandou a sequência do majestoso Kingsman: Serviço Secreto. O argumento do diretor foi simples e categórico: “tenho uma história tão boa quanto a primeira”, e por mais difícil que a tarefa de superar o antecessor ou ao menos se equiparar fosse, ela foi devidamente cumprida.

O segundo filme se passa algum tempo depois do primeiro e mostra Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como os únicos remanescentes da organização secreta Kingsman após um ataque a todos os agentes. Os dois partem para os Estados Unidos em busca de ajuda, encontrando refúgio na Statesman, outra organização secreta. Juntas, as organizações precisam se unir contra Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas do mundo todo e que planeja infectar todo o globo com suas toxinas. 

Logo de início, o que mais impressiona em Kingsman 2 é a maneira como tudo ainda continua igual ao primeiro filme – de uma maneira ainda muito original e ainda mais esculachada. A extravagância do filme original continua presente nessa continuação e é levada ao nível do ridículo, com direito a pessoas sendo mortas num moedor e seus restos sendo utilizados como parte do hambúrguer. Além disso, assim como no primeiro, a violência desta sequência é totalmente exagerada e bastante gráfica, mas sem nunca remeter a um tipo de violência gratuita ou sanguinária de uma maneira chocante. 

A história do filme é coesa com a direção de Matthew Vaughn: não traz nada de espetacularmente novo, mas consegue expandir muito bem o que o primeiro filme apresentou. O roteiro consegue fugir de repetições de situações que poderiam facilmente ser colocadas em diversos momentos, e consegue introduzir dinâmicas de personagens novas e muito interessantes. A direção de Vaughn vai na mesma linha: ainda bastante pirotécnico, e com cenas de ação megalomaníacas e frenéticas. Planos sequências continuam sendo o forte do repertório do diretor e principalmente a maneira como consegue trabalhar tais planos em congruência com exageros visuais que requerem efeitos digitais mais desenvolvidos. 

Entretanto, a melhor novidade no filme fica por conta do elenco, que serve como refresco para a comédia de Kingsman. Channing Tatum (Anjos da Lei) e Pedro Pascal (Game of Thrones) conseguem dar um novo ar para o filme, principalmente no quesito das risadas, muito mais espontâneas nessa continuação. Apesar disso, o filme também entrega seu drama na medida certa – o tanto que era esperado para um filme da franquia Kingsman. A vilã do filme, interpretada por Julianne Moore, funciona bem e faz um ótimo contraste com o vilão vivido por Samuel L. Jackson no longa original. 

O melhor de tudo é que Kingsman não perdeu seu componente mais chave nessa continuação: sua despretensiosidade. O longa não se preocupa em elaborar uma história totalmente amarrada ou até mesmo seguir convenções impostas por Hollywood na última década. O objetivo é apenas entregar um show visual, com diversas risadas ao longo das mais de duas horas do filme e acima de tudo, divertir o espectador. E de maneira ainda mais impressionante, Kingsman não faz isso da mesma maneira que franquias como Velozes e Furiosos ou Transformers o fazem. É feito de maneira elaborada, criativa e sem ser extremamente exaustivo ou desgastante – ou até mesmo beirando a falta de originalidade. Fica claro que não é apenas um filme para fazer dinheiro, mas sim um filme que tenta passar uma mensagem.

Kingsman 2: O Círculo Dourado aplica com sucesso a fórmula do longa original, só que desta vez faz isso expandindo seu universo. As megalomanias do diretor Matthew Vaughn parecem não encontrar exaustão e seu capricho como diretor e roteirista se destaca durante todo o filme. Com personagens ainda mais cativantes e engraçados, Kingsman 2 supera seu antecessor e consagra Vaugn como um diretor que também sabe fazer maravilhas em sequências. E diferentemente do primeiro filme, que chegou rasteiro e surpreendeu, neste segundo a expectativa que já era alta é totalmente atingida, restando apenas o anseio por mais filmes dessa franquia que parece continuar segurando seu fôlego apesar de a água de Hollywood tentar afogá-lo. 

 

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The Handmaid’s Tale | Começaram as gravações da segunda temporada

Está dada a largada para a segunda temporada de The Handmaid’s Tale. É o que confirma a foto que a atriz Elizabeth Moss divulgou em seu perfil no Instagram.

Confira: 

https://www.instagram.com/p/BZZIAv9jeMB/?taken-by=elisabethmossofficial

A série é baseada no livro homônimo de ‎Margaret Atwood, e se passa nos Estados Unidos, onde após um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção catolica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred (Elisabeth Moss) é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

The Handmaid’s Tale é a primeira série de um serviço de streaming a levar o prêmio de Melhor Série Dramática no Emmy. 

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The Handmaid’s Tale | Começaram as gravações da segunda temporada

Está dada a largada para a segunda temporada de The Handmaid’s Tale. É o que confirma a foto que a atriz Elizabeth Moss divulgou em seu perfil no Instagram.

Confira: 

https://www.instagram.com/p/BZZIAv9jeMB/?taken-by=elisabethmossofficial

A série é baseada no livro homônimo de ‎Margaret Atwood, e se passa nos Estados Unidos, onde após um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção catolica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred (Elisabeth Moss) é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

The Handmaid’s Tale é a primeira série de um serviço de streaming a levar o prêmio de Melhor Série Dramática no Emmy. 

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007 | Denis Villeneuve pode dirigir o novo filme

De acordo com o Daily Mail, Daniel Craig, o atual intérprete de 007, quer Denis Villeneuve (Sicario – Terra de Ninguém e Os Suspeitos) como diretor do novo longa do agente secreto inglês. O diretor é cogitado para assumir o posto desde junho, mas segundo a matéria do site, Craig teria conversado com ele e também com os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson

Entretanto, vale destacar que nada é oficial ainda. 

Recentemente, Daniel Craig confirmou que vai viver o protagonista mais uma vez, e boatos sugerem que a história comece com o agente secreto casado. James Bond teria que voltar a ação depois de sua mulher ser morta. 

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007 | Denis Villeneuve pode dirigir o novo filme

De acordo com o Daily Mail, Daniel Craig, o atual intérprete de 007, quer Denis Villeneuve (Sicario – Terra de Ninguém e Os Suspeitos) como diretor do novo longa do agente secreto inglês. O diretor é cogitado para assumir o posto desde junho, mas segundo a matéria do site, Craig teria conversado com ele e também com os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson

Entretanto, vale destacar que nada é oficial ainda. 

Recentemente, Daniel Craig confirmou que vai viver o protagonista mais uma vez, e boatos sugerem que a história comece com o agente secreto casado. James Bond teria que voltar a ação depois de sua mulher ser morta. 

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Artigo | O LUCIFER QUE TALVEZ VOCÊ NÃO CONHEÇA

Lucifer é uma série baseada nos quadrinhos homônimos da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics. Conta a história do Senhor do Inferno que entediado largou o seu trono para morar na terra. Pode esquecer todos os estereótipos que você vincula ao diabo, Lucifer Morningstar (Tom Ellis), muito provavelmente, não se encaixa em nenhum deles.
Lucifer é um cara extremamente sedutor, carismático, com sotaque britânico e que toca piano para desestressar (eu avisei para esquecer os estereótipos). Uma das coisas que ele gosta bastante é punir as pessoas pelos seus erros, afinal essa era a sua principal atividade no inferno. É com o objetivo de continuar aplicando punições que ele, apesar de ser dono de uma boate super badalada no centro de Los Angeles, começa a trabalhar como consultor civil da Polícia.

A série tem um “estilo CSI”, com casos a serem solucionados por Lucifer e a sua parceira, Detetive Decker (Lauren German). Muitas vezes esse “estilo CSI” torna-se cansativo e, até mesmo, previsível. No entanto, a narrativa sobre como o tinhoso leva a vida na terra faz com que a trama seja interessante.

Lúcifer-2016-2
Morningstar não faz questão de esconder que é o próprio senhor do inferno para ninguém e usa constantemente os seus poderes para fazer com que as pessoas revelem os seus desejos mais sórdidos, além de dizer o tempo inteiro que é verdadeiramente o diabo e isso é levado como brincadeira pelos demais personagens, como se fosse uma metáfora por causa de seu nome, o que traz um tom cômico à trama.

Uma coisa que irrita muito o Anjo Caído é ser culpabilizado pelos erros dos humanos e a série torna-se eficaz ao trazer à reflexão como nós, humanos, costumamos arrumar culpados para responsabilizar por atitudes nossas.
Além disso, a produção também aborda um drama familiar: Lucifer nutre um sentimento de raiva pelo Pai (Deus) por tê-lo expulsado do céu e o enviado ao inferno para punir os pecadores. Para somar no “casos de família” aparece o anjo Amenadiel, irmão de Luci, que recebeu do Pai a missão de levar Lucifer de volta ao inferno e a consequência de não cumprir o que lhe foi designado é substituir o irmão em sua função no inferno.

Lucifer não é uma série de cunho religioso, apesar de ter como base a tão conhecida história contada pela Bíblia. A série é uma narrativa livre, assistir e analisá-la pelo viés da religião pode fazer com que muitos sintam-se ofendidos ou até atacados em sua fé, pois a obra vai brincar em cima de todo esse panorama religioso. Não há espaço para análise teológica, esquecer os dogmas da religião é a melhor maneira para aproveitar e se divertir.

lucifer

A primeira temporada de Lucifer está disponível na Netflix e começou a ser exibida a primeira temporada pela Universal Channel, no Brasil. Já nos EUA, a série estreia a terceira temporada no dia 2 de outubro.

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