O Estação Net Rio prepara uma programação especial para celebrar a 98ª edição do Oscar 2026. No domingo, 15 de março, o cinema realizará a transmissão ao vivo e gratuita da cerimônia em suas cinco salas, reunindo o público para acompanhar de perto a maior premiação do cinema mundial — especialmente em um ano histórico para o Brasil.
A iniciativa marca a torcida pelas cinco indicações brasileiras ao Oscar, um recorde para o país na premiação. O destaque vai para O Agente Secreto, novo filme de Kleber Mendonça Filho, indicado em quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura, Melhor Filme e Melhor Elenco — esta última uma categoria inédita na história do Oscar.
A quinta indicação brasileira veio com o diretor de fotografia Adolpho Veloso, que concorre ao prêmio de Melhor Fotografia pelo filme Sonhos de Trem, uma produção americana.
Programação especial no cinema
A transmissão da cerimônia acontecerá nas cinco salas do Estação Net Rio, além do saguão do cinema, onde será instalada uma tela de LED para o público acompanhar a festa. As salas serão abertas a partir das 20h, e a distribuição de senhas para acesso às sessões começa às 18h.
Antes da cerimônia, o espaço também receberá uma série de atividades para animar o público cinéfilo ao longo da tarde e da noite.
Entre os destaques da programação está o Concurso de Sósias de Wagner Moura, marcado para as 15h, convidando fãs do ator a participarem de uma disputa divertida em homenagem ao indicado brasileiro.
Além disso, o evento contará com:
Transmissão do tapete vermelho, a partir das 18h30
Quiz interativo e distribuição de brindes, realizados durante o tapete vermelho e nos intervalos da premiação
Bolão de apostas, em que o público poderá palpitar nos vencedores do Oscar até 30 minutos antes do início da cerimônia
Serviço
Evento: Transmissão do Oscar 2026 Data: 15 de março (domingo) Horário:
Concurso de sósias de Wagner Moura – 15h
Distribuição de senhas – a partir das 18h
Tapete vermelho – 18h30
Abertura das salas – 20h
Local: Estação Net Rio
A entrada é gratuita, sujeita à retirada de senha e à lotação das salas.
A capital paulista recebe, entre os dias 12 e 18 de março de 2026, a 14ª edição da Mostra Tiradentes | SP, que acontece no CineSesc. O evento apresenta um recorte da 29ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, antecipando para o público de São Paulo alguns dos principais destaques do cinema brasileiro contemporâneo previstos para circular ao longo de 2026.
Ao longo da programação, serão exibidos 28 filmes em pré-estreias inéditas na capital paulista, com foco em realizadores brasileiros — especialmente paulistas — que vêm se destacando na cena atual. Além das sessões, o público poderá acompanhar 13 bate-papos com cineastas após as exibições, além de um debate especial que marca o lançamento da publicação resultante do 4º Fórum de Tiradentes.
Entre os destaques desta edição estão quatro filmes premiados na etapa mineira do evento. O documentário Anistia 79, dirigido por Anita Leandro, venceu o Prêmio Carlos Reichenbach, concedido pelo Júri Oficial da Mostra Olhos Livres, e também conquistou o Troféu Barroco de Melhor Longa, eleito pelo Júri Popular da 29ª Mostra Tiradentes. O filme será exibido na sessão de abertura, no dia 12 de março, às 20h, com entrada gratuita.
Já o Júri Jovem escolheu como Melhor Longa da Mostra Aurora o filme Para os Guardados, dirigido por Desali e Rafael Rocha. Na Mostra Foco, o curta-metragem Entrevista com Fantasmas, do cineasta paulista LK – Lincoln Péricles, foi o vencedor do Júri Oficial. Já o Prêmio Canal Brasil de Curtas ficou com Grão, produção gaúcha dirigida por Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa.
Outro reconhecimento importante foi o Prêmio Helena Ignez, dedicado ao destaque feminino da mostra e concedido pelo Júri Oficial. Nesta edição, a homenagem foi para a diretora Gabriela Mureb, pelo filme Crash.
A sessão especial de encerramento também promete chamar atenção ao reunir obras que exploram em suas narrativas duas figuras marcantes da cultura brasileira: o cineasta Julio Bressane e o teatrólogo José Celso Martinez Corrêa.
Outro ponto relevante da programação é a apresentação dos resultados do 4º Fórum de Tiradentes – Encontros pelo Audiovisual Brasileiro, realizado durante a 29ª Mostra Tiradentes. O encontro reuniu mais de 70 profissionais de diferentes áreas do audiovisual nacional, propondo reflexões sobre os desafios e caminhos do setor.
As discussões e contribuições coletivas dos grupos de trabalho deram origem a um conjunto de diretrizes e recomendações para o audiovisual brasileiro, reunidas em uma publicação organizada pela Universo Produção. O material será apresentado pela primeira vez em São Paulo no dia 17 de março, às 10h30, em evento realizado no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc – Sesc 14 Bis, junto à divulgação da Carta de Tiradentes 2026, documento que sintetiza os debates e propostas do fórum.
A comédia dramática A Miss, dirigida e roteirizada por Daniel Porto, estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com distribuição da Olhar Filmes. O longa propõe uma reflexão sobre gênero e sexualidade a partir das dinâmicas familiares e do universo dos concursos de beleza.
Confira o trailer:
A trama acompanha os irmãos Martha e Alan, interpretados por Maitê Padilha e Pedro David, que tentam dar continuidade ao legado da mãe, Iêda (Helga Nemetik), vencedora de um concurso de beleza na juventude. O passado de glamour, no entanto, contrasta com os desafios do presente.
No centro da narrativa está Iêda, que enfrenta um processo de reconstrução pessoal ao se deparar com a descoberta da sexualidade do filho. É desse conflito íntimo que emerge o eixo dramático do filme, revelando tensões, afetos e contradições familiares que conduzem a história.
Com 90 minutos de duração, A Miss se estrutura como uma dramédia, combinando humor e drama na construção de personagens complexos, marcados por ambiguidades e nuances emocionais. Segundo o diretor Daniel Porto, a proposta é fugir dos modelos tradicionais de comédia, apostando em uma narrativa que explore diferentes camadas de seus protagonistas.
Antes da estreia nacional, o filme passou por festivais europeus como o Actrum International Film Festival (AIFF), na Espanha, e o 18º OMOVIES – Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, na Itália. Após o lançamento no Brasil, também integra a programação do 39º Queergestreift Film Festival Konstanz, na Alemanha.
Produzido por Alexandre Lino, Daniel Porto, Angélica Coutinho e Paulo Fontenelle, o longa reúne ainda no elenco nomes como Eduardo Martini, Andrea Veiga, Ava Simões e Francisco Salgado, além das participações especiais da apresentadora Gardênia Cavalcanti e da cantora Ellen De Lima.
Já está um novo trailer épico e repleto de ação de O MANDALORIANO E GROGU. O novo filme da Lucasfilm estreia exclusivamente nos cinemas em 21 de maio de 2026.
Confira abaixo:
Índice
Sobre O Mandaloriano e Grogu
O maligno Império caiu e os senhores da guerra Imperiais ainda estão espalhados pela galáxia. Enquanto a jovem Nova República luta para proteger tudo pelo que a Rebelião batalhou, ela conta com a ajuda do lendário caçador de recompensas Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu jovem aprendiz Grogu.
Dirigido por Jon Favreau, Star Wars: O Mandaloriano e Grogu também é estrelado por Sigourney Weaver e tem produção de Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com trilha sonora de Ludwig Göransson.
O Mandaloriano e Grogu estreia dia 21 de maio nos cinemas.
Todas as temporadas de O Mandaloriano estão disponíveis no Disney+.
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Criada por Jacob Tierney, a série “Heated Rivalry” da HBO Max acompanha a jornada de dois prodígios do hóquei, Shane Hollander e Ilya Rozanov, cuja rivalidade no gelo só é superada pela relação sexual intensa que mantêm em segredo. A cada temporada, a dupla aproveita todas as oportunidades para estarem juntos.
Embora tudo comece com uma aparente indiferença, a realidade se revela completamente diferente. A cada episódio desta série romântica sobre esportes, o sexo se torna a principal forma de expressão amorosa de Shane e Ilya, permitindo que eles não só expressem seus sentimentos reprimidos, mas também evoluam como casal. Nesta adaptação para a televisão do romance homônimo de Rachel Reid, as cenas de intimidade são destaques emocionais e visuais por si só.
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ALERTA DE SPOILERS!
As cenas mais quentes de Heated Rivalry
10. Um único take (Episódio 6)
A primeira cena de sexo desta lista talvez seja a mais impressionante tecnicamente da série, já que foi filmada quase inteiramente em um único take, sem interrupções. Provavelmente existe um motivo específico para essa abordagem, e embora isso resulte em uma cena mais fofa do que sensual, suas verdadeiras qualidades residem nas nuances emocionais.
Nesta cena, a dupla se reencontra no chalé isolado de Shane, e embora tenham toda a privacidade que desejam, o sexo é quase desajeitado e divertido. Eles param, trocam olhares e revelam pequenos segredos antes que a cena culmine com Shane fazendo sexo oral em Ilya, ao estilo clássico. De muitas maneiras, esta parte funciona melhor como uma preparação para as duas cenas de sexo mais intensas e sensuais que acontecem mais tarde no episódio, as quais dependem da intimidade que é desenvolvida aqui.
9. A Primeira Vez de Shane e Ilya (Episódio 1)
É a primeira vez que Shane se envolve em uma relação sexual intensa, e a primeira cena de sexo da série explora ao máximo os detalhes dessa experiência. Embora a estranheza entre os dois nunca desapareça completamente, ela joga a favor deles, já que o foco está quase inteiramente na preparação e nas preliminares apaixonadas.
Enquanto ambos se entregam ao sexo oral, a paixão se mistura com a rivalidade, criando naturalmente um jogo de poder. Esta cena também nos dá a primeira visão de como Ilya se comporta como dominante, e embora isso seja subvertido diversas vezes ao longo da temporada, aqui ele se mostra em sua forma mais dominante. Surpreendentemente, porém, a primeira experiência íntima deles é surpreendentemente terna, deixando ambos, assim como os fãs, querendo mais.
8. Shane e Ilya mantêm segredo (Episódio 1)
A segunda cena de sexo da série acontece perto do final do episódio de estreia, e desta vez, tanto Shane quanto Ilya estão preparados para ir um passo além. A cena também marca a origem da agora icônica frase de Ilya: “Deixa eu te penetrar?”, que deixa Shane completamente derretido. No entanto, Ilya ainda não pode penetrá-lo completamente, já que, com Scott Hunter literalmente ao lado, a dupla não pode se dar ao luxo de expressar prazer à vontade.
Ainda assim, o que torna a cena ainda mais impactante é o desespero quase insuportável de Ilya para fazer amor e como Shane, em resposta, se entrega quase completamente a uma série de novas experiências. Com isso, a cena de sexo oferece alguns dos, senão os mais, momentos excitantes da fome e do desejo desenfreados da dupla.
7. Scott e Kip se apaixonam (Episódio 3)
Embora já estejamos um tanto familiarizados com o estilo de Shane e Ilya na cama no terceiro episódio da temporada, as cenas de Scott Hunter e Kip chegam no momento certo para nos surpreender, de uma forma positiva. Os físicos sarados dos personagens têm sido um atrativo constante até agora, e é realmente quando Hunter e Kip são banhados pelo luar que começa a ficar claro o porquê.
A primeira vez deles também é bem contrastada com a cena de sexo que quebra o gelo entre Shane e Ilya, já que, embora Scott e Kip sejam igualmente tímidos e excitados, há uma certa maturidade na forma como abordam o corpo, a mente e a alma um do outro. A cena também abre caminho para um vínculo emocional mais profundo entre os dois personagens, que mais tarde acaba mudando a vida de Scott.
6. Ilya Desce Provocando (Episódio 6)
A sexta colocação da lista é a provocação definitiva e revela o melhor de Ilya como parceiro sexual. Enquanto Shane está ocupado com uma ligação, Ilya simplesmente não consegue tirar as mãos dele e propõe um desafio divertido: Shane não pode ter uma ereção, não importa o que Ilya faça para excitá-lo.
O que se segue é uma série de jogadas extremamente tentadoras por parte de Ilya e, como resposta, Shane cede quase instantaneamente. Esta é, sem dúvida, a melhor cena de sexo oral do episódio, pois cada toque e cada segundo transbordam paixão e malícia, duas palavras que melhor descrevem o capitão do Boston Raiders.
5. Shane e Ilya ficam com ciúmes (Episódio 4)
Considerada por muitos a cena de sexo mais complexa da série, ela acontece no final do episódio 4. Enquanto Shane e Ilya estão “dando um tempo” extraoficialmente, ambos começam a procurar parceiros diferentes, o que leva Shane a conhecer e se tornar amigo de Rose Landry, uma atriz famosa. Os dois se dão bem instantaneamente e, em meio aos rumores de um relacionamento na mídia, logo começam a namorar de verdade.
No entanto, suas interações cotidianas encantadoras não se traduzem necessariamente em uma vida sexual satisfatória, já que Shane, lenta mas seguramente, confirma que é gay e não bissexual. A cena realmente explode, porém, quando Ilya os encontra por acaso em uma boate e começa a cortejar uma garota para provocar ciúmes em Shane.
Embora ambos voltem para casa excitados naquele dia, seus sentimentos são reservados exclusivamente um para o outro. Enquanto Ilya se toca no chuveiro imaginando Shane, este se deita com Rose, convidando Ilya para dentro de sua própria imaginação.
4. Ilya penetra Shane pela primeira vez (Episódio 2)
A primeira vez que Shane penetra Ilya também é uma das cenas de sexo mais longas da série, e por um bom motivo. Aqui, o lema é o detalhe, e cada toque, olhar ou careta é capturado com requinte. Enquanto Ilya domina Shane, a dupla experimenta um prazer real e palpável, bem diferente da adrenalina da pista de patinação, mas possivelmente ainda mais intenso.
De certa forma, a cena também é libertadora para ambos os personagens, pois lhes permite se desvencilhar das amarras sociais e serem verdadeiramente eles mesmos, o que estabelece o padrão para todos os seus encontros sexuais dali em diante.
3. O Quase Término (Episódio 4)
A terceira posição da lista também é a mais devastadora emocionalmente, pois percorre os altos e baixos do relacionamento deles de uma só vez. Depois que Shane monta Ilya pela primeira vez em cena, os papéis se invertem temporariamente. Desta vez, é Ilya quem se entrega ao prazer, e a paixão ali presente é melhor demonstrada quando os dois finalmente se chamam pelo nome.
Essa intimidade intensa também é o que dá à cena um tom mais triste, já que Shane, aparentemente prestes a confessar seu amor, para no meio do caminho e sai de cena de forma desajeitada. Embora a reação em si seja motivada pelo medo da rejeição, tanto de Ilya quanto do mundo em geral, isso não diminui o fato de que foi a pura intensidade da cena de sexo que deu dimensão à subsequente falta de comunicação.
2. Dominação e Submissão (Episódio 2)
A cena mais explicitamente erótica da série brinca com os papéis clássicos de submissão e bondage. Após meses de inatividade sexual, Shane e Ilya estão desesperados para se entregarem um ao outro, mas como Ilya é premiado como o melhor jogador da temporada, ele decide tudo.
Depois de levar Shane para a cama, ele se senta em uma cadeira e começa a ordenar que seu parceiro se masturbe. De certa forma, a cena tem menos a ver com o que acontece na tela e mais com a forma como os personagens a percebem. Enquanto prazer, luxúria e vergonha se misturam na mente de Shane, ele implora fracamente para que Ilya o penetre, consolidando a dinâmica de dominação e submissão.
Essa cena evoca as imagens mais sedutoras de toda a temporada, e a disputa de poder entre os dois é um deleite absoluto de se assistir.
1. O Melhor Fica para o Final (Episódio 6)
A última cena de sexo da temporada pode muito bem ser a melhor, pois culmina a jornada romântica de Shane e Ilya da maneira mais bela possível. Desde o início, o sexo tem sido o principal meio de narrativa visual da série, capturando os altos e baixos da dinâmica entre os personagens.
Em uma entrevista para o Deadline, Jacob Tierney reiterou essa ideia, afirmando que queria deixar “esse relacionamento evoluir através do sexo“. Não é surpresa, portanto, que a cena de sexo final da série seja também a sua favorita, pois reúne tudo o que Shane e Ilya aprenderam, absorveram e intuíram um sobre o outro: seus gostos e desgostos, seus pontos de pressão, seus sinais sexuais, expressões e, acima de tudo, seus sentimentos um pelo outro. De certa forma, essa cena coloca o “amor” no ato sexual e merece o primeiro lugar desta lista.
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Filmes de esporte funcionam porque mostram pessoas sob pressão. O placar importa, mas a rotina pesa mais. Treino, lesões, família e dinheiro entram no quadro. No fim, a quadra vira cenário para escolhas difíceis.
Esta lista cruza títulos recentes e clássicos, com tons bem diferentes. Em alguns, o centro está no corpo e no tempo, como “Nyad”. Em outros, o foco cai na cultura do jogo, que também toca apostas em futebol sem virar assunto principal. O interesse vem do detalhe, como o silêncio antes de uma prova. A força dessas histórias está na forma como elas mostram o custo de competir.
Alguns filmes escolhem grandes eventos, outros ficam no bastidor. “Ford v Ferrari” usa a pista para falar de método e teimosia. “The Boys in the Boat” trabalha a ideia de equipa, com um recorte olímpico. Já “The Wrestler” e “The Iron Claw” lembram que o show tem preço. Esta mistura ajuda a ver o esporte além do destaque do dia.
Por que esses filmes ficam
O esporte no cinema não precisa de regras explicadas. O público entende o que vale, mesmo sem conhecer cada detalhe. A tensão nasce do relógio, do erro e do corpo que falha. Muitos roteiros preferem treinos e decisões ao jogo inteiro. Esse recorte deixa a história mais humana.
Também existe um padrão de temas que sempre retorna. Um atleta tenta recomeçar, como em “Cinderella Man”. Outro lida com fama e queda, como em “I, Tonya”. Há quem enfrente o próprio limite, como Diana Nyad aos 60 anos, numa travessia de 180 km. Esses dados concretos dão peso ao drama.
Do ringue à pista: dramas que usam o esporte como motor
“Rocky” virou referência porque fala de segunda chance, não de golpes. O próprio texto de bastidor impressiona: orçamento de 1 milhão e bilheteria de 225 milhões, além de 3 Oscars. “Million Dollar Baby” segue caminho mais duro, com treino e consequência. “Ali” mistura ringue e vida pública, com um retrato de época. Esse trio mostra como o boxe rende cinema, mesmo em estilos distintos.
A lista recente também puxa para outros terrenos. “Ford v Ferrari” encontra drama na engenharia e no risco, sem romantizar o trabalho. “Hustle” coloca o foco em observação e aposta profissional, no sentido de avaliar talento. “The Blind Side” usa o futebol americano para falar de estrutura e oportunidade, e rendeu Oscar para Sandra Bullock. São histórias que criam tensão fora do campo, com decisões pequenas e caras.
Rocky (1976) – boxe e chance tardia
Ali (2001) – biografia e peso da fama
Million Dollar Baby (2004) – treino, confiança e limite
Ford v Ferrari (2019) – corrida, projeto e risco
The Blind Side (2009) – futebol americano e mudança de vida
Retratos de atletas e equipes
Tênis e arenas de alto nível
“Challengers” aposta no triângulo emocional e no jogo mental, com o torneio como estopim. “King Richard” entra pela porta do treino e da disciplina familiar, acompanhando a formação de duas estrelas do tênis. Em ambos, a quadra aparece como ambiente de trabalho, não como espetáculo vazio. O conflito cresce no dia a dia, entre método e ansiedade.
Gelo, água e o corpo como relógio
“I, Tonya” traz a patinação com ritmo de crônica, alternando ambição e turbulência. “Nyad” chama atenção pelo recorte simples e duro: a travessia longa, a idade e a repetição. O filme usa mar aberto e cansaço como narrativa, sem depender de rival fixo. O resultado é mais próximo de resistência do que de vitória.
Remos e bastidores de equipe
“The Boys in the Boat” trabalha união e disciplina, com um olhar para a universidade e a Olimpíada de 1936. “The Wrestler” vai para o lado oposto, com solidão e desgaste físico. “The Iron Claw” amplia essa ideia em torno de uma família ligada ao wrestling. Os três lembram que esporte também é ambiente, com regras internas e pressão constante.
Biografias tendem a destacar treino, rotina e escolhas fora da arena
Dramas de equipe costumam usar liderança e confiança como eixo
Filmes recentes alternam espetáculo e bastidor, para dar ritmo
Fecho da lista
Uma boa sessão de esporte no cinema não depende do título mais famoso. Depende de reconhecer um padrão real, como cansaço, medo e persistência. Por isso, listas diferentes acabam se cruzando nos mesmos temas. Cada esporte vira uma linguagem para falar de risco e controle.
Esta seleção ajuda a variar o tipo de história. Há filmes que entregam energia e competição direta, como “Challengers”. Há os que preferem tensão lenta, como “Nyad” e “The Wrestler”. Também existe o filme que se apoia em números e feito histórico, como “Rocky” e seu impacto de bilheteria. Essa alternância evita a sensação de fórmula.
No conjunto, o esporte aparece menos como vitrine e mais como lupa. O detalhe do treino explica mais do que o lance final. A relação com treinador, família e equipa muda o sentido de cada vitória. E o cinema ganha quando trata isso com calma e precisão, sem exagero.
Não é de hoje que a comédia vem perdendo espaço nas salas de cinema. Talvez por isso surpreenda que Isso Ainda Está de Pé? tenha escolhido as telonas (e não o streaming!) como destino. É claro que ter um nome como Bradley Cooper na direção pesa no marketing e desperta curiosidade, mas, mesmo defendendo que o gênero precisa reconquistar seu espaço nas telas, sobretudo quando aposta em um texto mais inteligente, aqui a irregularidade de ritmo denuncia que o projeto talvez funcionasse melhor mesmo no conforto de casa.
Cooper, como diretor, gosta de tensionar seus atores ao limite e costuma extrair deles personagens intensos, com presença e química evidentes. Esse traço, felizmente, permanece e a gente agradece. Ainda assim, nesta comédia madura sobre reaprender a viver depois dos 50, falta é fôlego. Há boas intenções e momentos pontuais de brilho, mas a energia nunca se sustenta o bastante para transformar a experiência em algo memorável – ou mesmo divertido de acompanhar por mais de 2 longas horas.
Os acertos e erros do filme
A premissa do longa da Searchlight Pictures parte, obviamente, de uma crise masculina de meia-idade: um casamento em que ainda existe amor, mas cuja engrenagem já não gira como antes. Um estudo de personagem bastante interessante, diga-se de passagem. É um ponto de partida honesto — e até necessário.
Há mérito em ver um roteiro (escrito por homens) abrir espaço para conflitos mais maduros, menos idealizados, encarando a vida a dois sem filtros. Nesse contexto, a comédia, especialmente o stand-up, surge como válvula de escape, quase uma terapia improvisada, onde o protagonista encontra um palco seguro para expor suas inseguranças como homem.
O texto, assinado por Cooper em parceria com Will Arnett, que também protagoniza o filme, demonstra coragem ao retratar a fragilidade de um homem que já não se enxerga como o provedor incontestável da família. O problema é que a crise apresentada, embora legítima, soa pequena e cotidiana demais para sustentar uma narrativa tão longa. Entre conflitos que não ganham densidade e situações que se acumulam sem propósito claro, o filme se dispersa e os ruídos acabam falando mais alto do que o próprio drama que pretende explorar. De metade para o desfecho, a história nunca consegue encontra seu final ideal.
Por mais divertida que seja a ideia de acompanhar um paizão de 50 anos redescobrindo o mercado do amor (e do sexo) depois de mais de duas décadas de casamento, é Laura Dern quem se torna o verdadeiro coração disso aqui. Mesmo com uma personagem que, em essência, funciona como motor para que a trama aconteça, a atriz transcende a função narrativa. Dern é dessas intérpretes que elevam qualquer material, e aqui sua química genuína com Arnett é um dos maiores prazeres da sessão.
Arnett, por sua vez, também entrega um protagonista cheio de nuances criativas. Alex é um homem passional, atravessado por sentimentos que nunca soube verbalizar, alguém que usa o humor como escudo, como mecanismo de defesa. A performance é convincente e, em certa medida, íntima, como se o ator expusesse algo muito pessoal em cena.
Ainda assim, trata-se de uma história melancólica demais, por vezes até abatida para o próprio formato deprê. O humor nem sempre consegue aliviar o peso do drama, que se alonga em alguns momentos. O estudo psicológico proposto é interessantíssimo, mas também torna a narrativa mais densa do que envolvente, exigindo do espectador uma entrega que o filme nem sempre recompensa, uma vez que boa parte das piadas são nada além de medianas. E o desfecho, mais clichê impossível.
Veredito
Embora funcione como um estudo de personagem interessante dentro de uma rara comédia dramática madura,Isso Ainda Está de Pé? parece não saber a hora de encerrar sua própria crise de meia idade. Bradley Cooper é um realizador competente, mas carrega a tendência de acreditar que seus personagens são mais complexos do que o roteiro realmente sustenta. Aqui, a impressão é de que a premissa se esgota cedo demais e o filme segue tentando extrair dela uma profundidade que já não encontra.
Há qualidades, sem dúvida. A química do elenco é genuína, e a disposição em abordar as fragilidades masculinas sem caricatura é um mérito. São elementos que justificam a experiência. Ainda assim, é difícil ignorar que se trata de uma obra que talvez encontrasse melhor abrigo no streaming, onde seu ritmo irregular seria menos evidente.
No fim, manter a trama de pé exige um esforço que o espectador nem sempre está disposto a fazer, especialmente quando a vontade é se acomodar na poltrona e fechar os olhos por alguns minutos. E, mesmo que isso acontecesse, a sensação seria a mesma: a de que a história não teria saído do lugar.
O público já pode conferir um pouco mais de Natal Amargo, novo filme assinado pelo premiado diretor Pedro Almodóvar (O Quarto ao Lado, Tudo Sobre Minha Mãe), que acaba de receber o primeiro trailer. Lançamento da Warner Bros. Pictures, o longa chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Os novos materiais revelam mais detalhes sobre esta tragicomédia, que explora temas como luto e relacionamentos a partir de duas tramas paralelas que se encontram e se complementam.
Confira abaixo:
Com Bárbara Lennie e Leonardo Sbaraglia no elenco, o filme promete muita emoção e reflexão, além de algumas doses de risada.
Natal Amargo chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio de 2026.
O longa-metragem brasileiro Feito Pipa divulgou seu trailer internacional e confirmou sua estreia mundial na programação oficial do 76º Festival de Berlim. Dirigido por Allan Deberton e filmado no Ceará, o filme integra a mostra competitiva Generation e também concorre ao Teddy Award, principal premiação dedicada ao cinema LGBTQIA+ no circuito internacional.
A equipe estará presente no festival para acompanhar a exibição, incluindo o diretor, o protagonista Yuri Gomes e os atores Lázaro Ramos e Teca Pereira.
Produzido pelas empresas Deberton Filmes e Biônica Filmes, o longa será distribuído no Brasil pela Paris Filmes, com vendas internacionais a cargo da Mappeal. A trama acompanha Gugu, um menino de quase 12 anos que sonha em se tornar jogador de futebol. Criado pela avó Dilma em um ambiente afetuoso e livre, ele enfrenta a instabilidade provocada pelo agravamento da saúde da avó. Temendo ser separado de sua principal referência familiar, Gugu tenta esconder a situação para evitar ir morar com o pai, que não o aceita como ele é.
O trailer antecipa os conflitos familiares que atravessam a narrativa, além de destacar a paisagem do sertão cearense como parte fundamental da ambientação. As filmagens ocorreram em Quixadá e região, nas imediações da barragem de Barragem de Araújo Lima. O filme propõe uma história sobre pertencimento, amadurecimento e busca por autonomia.
Além de Yuri Gomes, o elenco reúne Teca Pereira, Lázaro Ramos, Carlos Francisco e Georgina Castro, além de jovens atores, reforçando a aposta da produção em novos talentos.
O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano, e não é para menos. A época da festa mais popular do Brasil é perfeita para festejar, viajar ou simplesmente tirar o merecido descanso. Para os fãs de filmes e séries, é também a oportunidade de matar as saudades de histórias amadas ou mergulhar em novos universos. Pensando nisso, reunimos abaixo uma lista com produções para você maratonar no Disney+ durante o Carnaval. Confira:
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Filmes e séries para maratonar no Carnaval
Clássicos do cinema
Planeta dos Macacos (2014)
Foto Filme – Planeta dos Macacos: O Confronto | Divulgação Disney+
Vamos começar a folia com uma das maiores maratonas que você pode fazer durante o Carnaval, com nada menos do que 10 filmes. A saga Planeta dos Macacos começou no fim da década de 1960, no memorável longa que conta a história de George Taylor (Charlton Heston), astronauta que parte em uma missão espacial e cai em um misterioso planeta dominado pelos macacos.
Essa primeira etapa da franquia é formada pelos filmes O Planeta dos Macacos (1968), De Volta ao Planeta dos Macacos (1970), Fuga do Planeta dos Macacos (1971), A Conquista do Planeta dos Macacos (1972) e A Batalha do Planeta dos Macacos (1973).
A saga retornou na década de 2000 com um remake comandado por Tim Burton (A Noiva Cadáver) chamado apenas de Planeta dos Macacos (2001). Uma década depois, o título voltou às origens para contar como tudo começou na elogiada trilogia composta por Planeta dos Macacos: A Origem (2011), Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), que ganhou uma continuação emPlaneta dos Macacos: O Reinado (2024).
Duro de Matar (1988)
Foto Filme – Duro de Matar | Divulgação Disney+
Se você quer um feriado cheio de ação, temos a maratona certa para você. Em 1988, Duro de Matar contou a história de John McClane (Bruce Willis), um detetive que precisou combater sozinho um grupo de terroristas liderado por Hans Gruber (Alan Hickman), que sequestrou o prédio que recebia a festa de Natal da empresa em que a esposa dele trabalhava.
A partir daí, McClane protagonizou várias desventuras porradeiras, que você pode ver (ou rever) em Duro de Matar (1988), Duro de Matar 2 (1990) Duro de Matar – A Vingança (1995), Duro de Matar 4.0 (2007) e Duro de Matar – Um Bom Dia Para Morrer (2013)
Alien, O Oitavo Passageiro (1979)
Foto Filme – Alien, O Oitavo Passageiro | Divulgação Disney+
Os fãs de terror também merecem participar da festa, então uma boa pedida é o universo de Alien, O Oitavo Passageiro. O primeiro filme viajou ao futuro para mostrar um grupo de trabalhadores humanos da nave Nostromo entrando na mira do Xenomorfo, um alienígena mortal conhecido por sua caça implacável. Clássico absoluto, o longa deu início a uma série em que os humanos sempre precisam lidar com o monstro.
A saga original é composta pelos filmes Alien, O Oitavo Passageiro (1979), Aliens (1986), Aliens 3 (1992) e Alien Resurrection (1997). Na década de 2010, a franquia decidiu investigar suas origens nos longasPrometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), e depois voltou a contar novas histórias tanto no filme Alien: Romulus (2024) quanto na série Alien: Earth (2025).
Vale lembrar que o xenomorfo ainda deu as caras nos crossovers Alien vs. Predador (2004) e Alien vs. Predador: Requiem (2007).
Animações
Lilo & Stitch (2002)
Foto Filme – Lilo & Stitch | Divulgação Disney+
Para um Carnaval cheio de animação, você pode mergulhar no universo de Lilo & Stitch. O primeiro filme dispensa apresentações por contar a linda e engraçada história de como a pequena Lilo fez amizade com Stitch, um alienígena bagunceiro que aprende o significado de família. O que muita gente não sabe, é que o longa ganhou continuações e uma série de TV.
No catálogo do Disney+ você encontra Lilo & Stitch (2002), Stitch! O Filme (2003), Lilo & Stitch 2: Stitch deu Defeito (2005) e Leroy & Stitch (2006), Lilo & Stitch: A Série (2003) e o remake live-action do primeiro filme, também chamado Lilo & Stitch (2025).
O Rei Leão (1994)
Foto Filme – O Rei Leão| Divulgação Disney+
O Rei Leão conta a história de Simba, um pequeno leão que entra em uma jornada de amadurecimento após a morte do pai, o Rei Mufasa, nas mãos do tio, Scar. Com a ajuda dos amigos Timão e Pumba, ele decide voltar para casa e devolver a alegria ao reino que herdou.
O primeiro filme, O Rei Leão (1994), ganhou sequência em O Rei Leão 2: O Reino de Simba (1998) e O Rei Leão 3: Hakuna Matata (2004). Vinte e cinco anos após seu lançamento, o primeiro filme inspirou um remake em animação realista, chamado apenas O Rei Leão (2019). O projeto foi um sucesso e inspirou Mufasa: O Rei Leão (2024), prelúdio em que Rafiki conta a história de Mufasa para a filha de Simba.
Toy Story (1995)
Foto Filme – Toy Story | Divulgação Disney+
Essa é para você que quer brincar no Carnaval. Grande clássico da Pixar, Toy Story (1995) se passa em um universo em que os brinquedos ganham vida quando estão longe dos humanos. Cada lançamento acompanha as aventuras da turma de bonecos composta por figuras como o xerife Woody, o patrulheiro estelar Buzz Lightyear e muitos outros.
A saga original é composta pela quadrilogia Toy Story (1995), Toy Story 2 (1999), Toy Story 3 (2010) e Toy Story 4 (2019). Mas, você pode expandir a maratona com o derivado Lightyear (2022) e curtas como Um Pequeno Grande Erro (2011), Férias no Havaí (2011), Festa-Sauro Rex (2012), Toy Story de Terror(2013), Esquecidos pelo Tempo (2014), Aventuras de Betty (2020) e Garfinho Pergunta.
Marvel
Demolidor: Renascido (1 temporada disponível no Disney+)
Foto Série – Demolidor: Renascido | Divulgação Disney+
Cada fã tem seu super-herói favorito, mas um dos mais amados da Marvel é o Demolidor. Herói urbano desse universo, Matt Murdock (Charlie Cox) é um advogado que ficou cego quando criança, mas desenvolveu habilidades especiais ao ser treinado pelo ninja Stick (Scott Glenn). Quando adulto, ele decide fazer justiça tanto nos tribunais quanto como o vigilante conhecido como Demolidor.
A versão atual do herói estrelou as séries Demolidor (2015 a 2018) e Os Defensores (2017), até retornar com um seriado próprio chamado Demolidor: Renascido (2025). Porém, vale lembrar que o herói já havia ganhado uma versão de carne e osso no filme Demolidor: O Homem Sem Medo (2003), estrelado por Ben Affleck.
Guardiões da Galáxia (2014)
Foto Filme – Guardiões da Galáxia | Divulgação Disney+
Das ruas de Nova York, vamos para o espaço com os Guardiões da Galáxia. A equipe foi reunida no filme de mesmo nome, que acompanha Peter Quill (Chris Pratt), um caçador de recompensas que se torna alvo de outros mercenários, como Gamora (Zoe Saldaña), Rocky Raccoon (Bradley Cooper) e Groot (Vin Diesel), ao roubar um orbe que contém uma das Jóias do Infinito, perseguidas pelo maligno Thanos (Josh Brolin).
A saga dessa equipe começa com seus dois primeiros filmes, Guardiões da Galáxia (2014) e Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), passa por Vingadores: Guerra Infinita (2018), Vingadores: Ultimato (2019) e Thor: Amor e Trovão (2022), chega ao especial Guardiões da Galáxia: Especial de Festas (2022) e termina em Guardiões da Galáxia vol. 3 (2023). E, se você quiser matar as saudades da planta mais dançante da cultura pop, há ainda a animação Eu Sou Groot (2022).
Deadpool & Wolverine (2024)
Foto Filme – Deadpool & Wolverine | Divulgação Disney+
Há 10 anos, um Mercenário Tagarela chegava aos cinemas provando que super-heróis também podem estrelar filmes para maiores. Deadpool (2016) apresentou Wade Wilson (Ryan Reynolds), um anti-herói mutante boca suja com dons regenerativos e expert em armas que busca vingança Ajax (Ed Skrein), rival que pode ter a cura para sua condição.
A aventura do mutante fez tanto sucesso que o primeiro longa ganhou sequência em Deadpool 2 (2018), que contou com a chegada de Cable (Josh Brolin), Dominó (Zazie Beetz) e Fanático (Ryan Reynolds), e Deadpool & Wolverine (2024), em que Wade Wilson uniu forças ao Wolverine (Hugh Jackman) em uma jornada pelo Multiverso.
STAR WARS
Trilogia original
Foto Filme – Star Wars: Uma Nova Esperança | Divulgação Disney+
Não há lugar melhor para começar uma maratona Star Wars do que a trilogia original. Situados em uma galáxia tão, tão distante, os três primeiros filmes contam a jornada do jovem Luke Skywalker (Mark Hamill), que se une à Aliança Rebelde e se torna um Jedi para derrubar o maligno Império Galáctico chefiado a mãos de ferro pelo Imperador (Ian McDiarmid) e seu aprendiz, Darth Vader (vários intérpretes).
Você pode conferir a essa aventura, que marcou gerações e fez história na cultura pop, em Uma Nova Esperança (1977), O Império Contra-Ataca (1980) e O Retorno de Jedi (1983).
Rogue One e Andor (2016)
Foto Série – Andor | Divulgação Disney+
Os filmes de Star Wars são divididos em trilogias, que se passam em períodos distintos desse universo. Em 2016, chegou aos cinemas Rogue One: Uma História Star Wars, longa que conecta as duas primeiras trilogias ao mostrar um grupo de rebeldes cumprindo uma missão fundamental para os eventos de Uma Nova Esperança. Anos depois, em 2022, o longa ganhou um derivado na série Andor, que conta como Cassian Andor (Diego Luna) se juntou à rebelião.
Se você quiser acompanhar essa história em ordem cronológica, recomendamos assistir Andor e depois Rogue One.
The Mandalorian
(3 temporadas disponíveis no Disney+)
Foto série – The Mandalorian | Divulgação Disney+
Após fazer história no cinema, o universo Star Wars chegou ao universo das séries live-action em 2019 com The Mandalorian. A produção acompanha Din Djarin (Pedro Pascal), um caçador de recompensas que se recusa a cumprir uma missão que consiste em entregar Grogu, uma criança sensitiva à Força – apelidada pelos fãs de “Baby Yoda” –, a ex-funcionários do Império. Juntos, o Mandaloriano e o pequeno saem pela galáxia em aventuras cheias de ação.
Vale notar que os eventos da série se cruzam com os de uma outra produção deste universo. Então, para a maratona ficar completa, indicamos que você assista às duas primeiras temporadas de The Mandalorian, veja O Livro de Boba Fette aí então retorne para a terceira temporada da série.
Séries HULU
Modern Family
(11 temporadas disponíveis no Disney+)
Foto Série – Modern Family | Divulgação Disney+
Se você procura uma série leve e engraçada para rir no carnaval, Modern Family é uma ótima candidata. Em formato de documentário, a produção segue o hilário cotidiano das famílias de Jay Pritchett (Ed O’Neill) e seus filhos adultos, Claire (Julie Bowen) e Mitchell (Jesse Tyler Ferguson). O seriado acompanha o desenvolvimento dessa família ao longo de 11 temporadas, cobrindo o crescimento das crianças, as mudanças na vida dos adultos e tudo o mais com uma comédia amada por público e crítica.
Paradise
(1 temporada disponível no Disney+)
Foto Série – Paradise | Divulgação Disney+
Para você que quer um feriado investigativo e cheio de ação, a indicação é Paradise. A produção acompanha uma comunidade onde moram algumas das pessoas mais importantes do mundo. A paz do lugar é abalada quando o presidente dos Estados Unidos (James Marsden) é misteriosamente assassinado. Apontado como responsável pelo crime, o chefe do serviço secreto Xavier Collins (Sterling K Brown) corre contra o tempo para provar a própria inocência e descobrir o verdadeiro responsável.
Amor de Mentirinha (1 temporada disponível no Disney+)
Foto Série – Amor de Mentirinha | Divulgação Disney+
Os fãs de k-drama não vão ficar de fora da folia! O título escolhido para a maratona foi Amor de Mentirinha, comédia romântica que conta a história de Meri (Jung So-min), que não só foi vítima de um golpe, como também descobriu que era traída pelo noivo. Nesse período turbulento, ela se torna ganhadora de uma mansão luxuosa em uma promoção, mas o prêmio só pode ser recebido por ela e pelo marido. Para ganhar a nova casa sem precisar recorrer ao ex-cônjuge traidor, ela firma uma parceria com Kim Wooju (Choi Woo-sik), um estranho com o mesmo nome de seu ex, para fingir que são um casal.
Séries brasileiras
Jogo Cruzado
(1 temporada disponível no Disney+)
Foto Série – Jogo Cruzado | Divulgação Disney+
As produções brasileiras não poderiam ficar de fora da folia, e para começar, temos Jogo Cruzado. A série conta a história do jogador de futebol Matheus (José Loreto) e da jornalista Elisa (Carol Castro), que se tornaram inimigos declarados porque as polêmicas dele sempre se tornavam manchetes dela. Essa rivalidade chega a outro patamar quando ela recebe a chance de apresentar um programa de esportes, mas com a condição de dividir a bancada com o ex-atleta, que precisou encerrar as atividades devido a um problema de saúde.
Impuros
(5 temporada disponível no Disney+)
Foto Série – Impuros | Divulgação Disney+
Impuros é uma série policial que conta a história de Evandro (Raphael Logam), um homem comum que mergulha no mundo do crime e cria um verdadeiro império à margem da lei. Suas ações o colocam na mira de Victor Morello (Rui Ricardo Diaz), um policial federal tão focado quanto implacável, que não vê limites para fazer cumprir sua noção de justiça.
Vale lembrar que Impuros vai ganhar uma nova temporada ainda em 2026, então essa maratona carnavalesca serve também como preparação para esse retorno aguardado.
O Rei da TV
(2 temporadas disponíveis no Disney+)
Foto Série – O Rei da TV | Divulgação Disney+
Para fechar com chave de ouro, um título que celebra a trajetória de um ícone. O Rei da TV é uma série biográfica que conta a história de Silvio Santos, a lenda da televisão brasileira. A produção aborda o crítico momento em que o Homem do Baú perdeu a voz e correu o risco de nunca mais recuperá-la. A partir daí, a narrativa faz um retrato completo da vida e da obra do apresentador, com o trio Luiz Guilherme, Mariano Mattos e José Rubens Chachá se revezando para vivê-lo em diferentes momentos.
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