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Estrelado por Denise Weinberg e Rodrigo Santoro, “O Último Azul” é ovacionado durante estreia no Festival de Berlim 2025

A estreia mundial de “O Último Azul” (em inglês, “The Blue Trail”), de Gabriel Mascaro (“Boi Neon” e “Divino Amor”), ocorreu no último sábado (16), na competição oficial da 75ª edição do Festival de Berlim. Com a presença do diretor, dos atores Denise Weinberg, Rodrigo Santoro, Miriam Socarrás, Adanilo e Rosa Malagueta, além da equipe de produção, o filme foi extremamente aplaudido e está na disputa pelo Urso de Ouro, maior honraria do evento. O vencedor será anunciado no dia 23 de fevereiro. 

Além de agradecer ao público pela presença e ressaltar que estrear o filme no Festival de Berlim é um momento especial, Gabriel Mascaro destacou como o longa se relaciona com a história de sua avó. “Minha avó aprendeu a pintar com 80 anos, então foi muito especial vê-la descobrindo essa nova vida. Isso me fez refletir muito sobre envelhecimento, então, comecei a escrever o filme e finalmente encontrei alguém que pudesse ser o coração e a alma do filme, a Denise Weinberg”, detalhou Mascaro durante a apresentação do filme. 

Sobre O Último Azul

O longa é situado na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional para “desfrutar” seus últimos anos de vida. Antes de seu exílio compulsório, Tereza (Denise Weinberg), uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. Uma aventura sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia, “O Último Azul” tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros ainda em 2025, com distribuição da Vitrine Filmes.  

Mascaro já esteve na Berlinale em 2019, quando “Divino Amor” foi exibido na Mostra Panorama. “O Último Azul” é o primeiro filme brasileiro a competir pelo Urso de Ouro desde 2020. Anteriormente, o Brasil venceu o prêmio com “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, que também recebeu o Urso de Ouro de Melhor Atriz, para Fernanda Montenegro, e “Tropa de Elite” (2008), de José Padilha. 

Com produção da Desvia (Brasil) e Cinevinay (México), em coprodução com a Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile), Viking Film (Países Baixos), e distribuição da Vitrine Filmes no Brasil, “O Último Azul” foi produzido por Rachel Daisy Ellis (“Boi Neon”, “Rojo”) e Sandino Saravia Vinay, produtor associado de “Roma”, de Alfonso Cuarón, e coprodutor dos filmes anteriores de Gabriel Mascaro. 

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A Melhor Mãe do Mundo, estrelado por Shirley Cruz e Seu Jorge, é aplaudido no Festival de Berlim

A MELHOR MÃE DO MUNDO, nova obra da +Galeria, com direção de Anna Muylaert, estreou com aplausos ontem na 75ª edição do Festival de Berlim. A cineasta Anna Muylaert, a atriz Shirley Cruz e a diretora de fotografia Lilis Soares celebraram a estreia do filme no prestigioso evento.

Estrelado por Shirley Cruz e Seu Jorge, o longa tem previsão de lançamento nos cinemas nacionais em agosto deste ano.

Sobre A Melhor Mãe do Mundo

A trama de A MELHOR MÃE DO MUNDO narra a trajetória de Gal (Shirley Cruz), uma mulher que trabalha como catadora de materiais recicláveis. Para fugir da violência do marido Leandro (Seu Jorge), ela coloca seus filhos pequenos, Rihanna e Benin, na carroça e atravessa a cidade de São Paulo. Durante o percurso, a matriarca enfrenta os perigos das ruas enquanto tenta fazer com que as crianças acreditem que estão vivendo uma grande aventura.

A direção é assinada por Anna Muylaert, que possui uma bela trajetória com o Festival de Berlim, no qual venceu o Prêmio do Público na 65ª Berlinale com Que Horas Ela Volta?A MELHOR MÃE DO MUNDO é um drama emocionante e profundo que trata de questões como vulnerabilidade social, violência doméstica e, principalmente, o amor materno incondicional. Durante a narrativa, o público presencia os sacrifícios emocionais e físicos que Gal faz para garantir a segurança e a inocência de seus filhos. 

Além de Shirley Cruz e Seu Jorge, o elenco do filme é composto ainda por Rihanna Barbosa, Benin Dailher e Luedji Luna, com participações especiais de Katiuscia Canoro, Dexter e Lourenço Martinelli. Coprodução +Galeria e grupo Telefilms, com produção da Biônica Filmes, o longa gera discussões sobre questões sociais importantes.

A MELHOR MÃE DO MUNDO tem estreia marcada para agosto de 2025, com distribuição da +Galeria.

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Filme brasileiro ‘Ato Noturno’ é ovacionado no Festival de Berlim

ATO NOTURNO, novo filme dos diretores brasileiros Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, teve estreia mundial nesta sexta-feira (14 de fevereiro), na 75ª edição do Festival de Berlim, onde foi aplaudido e celebrado. Com este projeto, um suspense erótico que entrelaça desejo e performance, o duo volta a disputar o Teddy Award, o prêmio mais importante do cinema queer do mundo, depois de o vencerem em 2018 com “Tinta Bruta”.

“Estamos muito felizes por sermos novamente indicados ao Teddy Award, um prêmio que destaca não apenas a importância de discutir vivências LGBTQIA+, mas também valoriza a qualidade artística dos filmes”, celebram os cineastas gaúchos, que pela terceira vez participam do festival. 

Sobre Ato Noturno

A trama acompanha Matias, um ator em início de carreira que busca sua primeira grande chance ao estrelato em Porto Alegre, participando de um respeitado grupo de teatro. Quando a notícia de que uma grande série será rodada na cidade chega à trupe, a já saliente rivalidade entre o protagonista e seu colega de apartamento, Fabio (Henrique Barreira), se acirra. Mas Matias tem um obstáculo ainda mais desafiador se quiser conseguir o papel do galã: para ter uma chance de realizar seu sonho, o jovem terá que esconder parte de quem é e ceder às convenções de gênero.

Talvez em outro contexto a ambição prevalecesse diante da individualidade. No entanto, ao se envolver com Rafael (Cirillo Luna), um político que vive um teatro à sua maneira, manter suas vontades em segredo se torna uma dinâmica tão opressora, quanto estimulante. Enfatizando as performances simbólicas e literais dos seus personagens, seja no palco, no sexo ou na dinâmica violenta das relações de poder, ATO NOTURNO coloca o espectador na posição de voyeur dos embates íntimos de cada um dos personagens com uma narrativa envolvente, que celebra a autodescoberta, a vulnerabilidade e a ousadia estilística.

Parte da Mostra Panorama, ATO NOTURNO já tem distribuição garantida no Brasil pela Vitrine Filmes, mas ainda não há previsão de estreia.

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Crítica | O Brutalista – Construído para durar

Tem filmes que realmente são construídos para durar. O Brutalista não apenas preenche a óbvia cartilha básica do Oscar, mas também se impõe como uma experiência dramática grandiosa em plena era do streaming. Com suas três horas e meia de duração (incluindo um intervalo), assisti-lo é como maratonar uma série: exige atenção, fôlego e comprometimento, mas a recompensa ao final é inegávelmente saborosa.

Claro que a temática da imigração de refugiados nos EUA é sempre relevante, e ganha ainda mais força diante da atual gestão brutal de Trump. No entanto, o que torna o filme verdadeiramente marcante é seu espírito de vingança, sua vontade feroz de expor as entranhas apodrecidas da América – tudo isso com uma estética profundamente artística e uma emoção genuína. E como em qualquer grande construção, os responsáveis pelo alicerce são fundamentais: Adrien Brody, em cena, e o diretor Brady Corbet, na visão. Sem eles, O Brutalista não passaria de um shopping center sem vida.

Os acertos e erros de O Brutalista

Apesar de ser uma história ficcional, quando László Toth vê a icônica Estátua da Liberdade pela primeira vez, na cena de abertura do filme, ela está de cabeça para baixo. O ano é 1947, e Toth — um arquiteto húngaro-judeu que sobreviveu ao Holocausto — chega aos Estados Unidos para recomeçar. Na verdade, a estátua apenas parece invertida devido à perspectiva distorcida de Toth. Mas essa ilusão visual transforma-se em um poderoso presságio: esta não é uma história de triunfo. Como diz um personagem em certo momento: “nós aqui apenas toleramos você”.

A partir dessa premissa densa e perturbadora, O Brutalista constrói sua narrativa entrelaçando arquitetura, cinema e crítica social. A jornada de Toth é dolorosa e se torna cada vez mais sombria à medida que ele se envolve com uma família americana rica que deseja apenas explorar sua visão artística — e abusá-lo e humilhá-lo de todas as formas possíveis.

Com um roteiro primoroso, as quase quatro horas de filme se desdobram em uma narrativa lenta, mas profundamente imersiva, movida por sonho, raiva e um desejo crescente de vingança. Assim como o brutalismo arquitetônico dispensa ornamentações e foca na essência da estrutura, O Brutalista utiliza esse conceito para moldar sua estética e sua mensagem. Cada pilar narrativo sustenta uma obra cinematográfica de grande relevância para os dias atuais. E é nos minutos finais que Brady Corbet (Mistérios da Carne) — em seu melhor trabalho até aqui — revela a força dessa metáfora brutal.

Toth sobreviveu a um dos muitos campos de concentração na Alemanha. Durante a 2ª Guerra Mundial, foi separado de sua esposa (interpretada por Felicity Jones) e, agora, nos Estados Unidos, carrega a esperança de reencontrá-la. Grande parte da trama se desenrola em torno desse trauma, enquanto ambos tentam se reconstruir após uma dor irreparável.

Mas O Brutalista vai muito além da jornada de um imigrante e suas dificuldades. O filme disseca os ciclos de violência que se repetem, de formas diferentes, em todas as camadas da sociedade. Essa abordagem ganha ainda mais força com uma trilha sonora monumental e uma montagem meticulosamente planejada, tornando cada cena um golpe emocional preciso. Tecnicamente, a obra é impecável: da fotografia, o som à escala de produção, cada detalhe é de arrepiar. Corbet filma com um olhar penetrante, íntimo e amplo como poucos hoje em dia.

O elenco está totalmente entregue, e embora Adrien Brody (O Pianista) seja o coração da trama com uma performance intensa e profundamente emocional, Guy Pearce (Amnésia) equilibra essa dualidade sombria, adicionando ainda mais profundidade à narrativa. Os personagens são humanos, complexos e repletos de camadas, mantendo o filme envolvente, mesmo quando se permite algumas divagações que, sim, poderiam ter sido enxugadas na edição.

Apesar de sua longa duração, não se arrasta, mas exige um alto nível de atenção e comprometimento do espectador — algo que nem sempre estará presente. Se não fosse pelas 10 indicações ao Oscar 2025, que inevitavelmente despertam a curiosidade do público, o filme certamente teria um apelo comercial ainda mais restrito.

Veredito

Épico em escopo, O Brutalista é o filme que os Estados Unidos precisam neste momento. Brady Corbet expõe, sem anestesia, as feridas de uma América “pura” e excludente, alimentada pelo nacionalismo cruel de Trump, e como a história de medo e brutalidade segue se repetindo através do tempo.

Monumental em sua escala e tecnicamente impecável, o filme abraça sua própria ambição para construir uma jornada dolorosa e honesta sobre um homem violado, humilhado e reduzido à condição de mero instrumento a serviço dos poderosos que controlam o mundo. E, apesar de sua longa duração, essa história não se esgota ao final da projeção — ela fica com você.

Com alicerces sólidos e concreto resistente, O Brutalista é uma obra erguida sobre o solo manchado de sangue da América e projetada para ecoar por gerações.

NOTA: 9/10

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4ª temporada de Bridgerton ganha primeiras imagens e mais novidades

Queridos leitores, a temporada do amor já começou! Aconteceu em Londres, nesta sexta (14), Valentine’s Day, o evento anual Season of Love, um dia repleto de romance, entrevistas exclusivas e novidades sobre Bridgerton para celebrar os fãs da série no mundo todo.

A Netflix e Shondaland exibiram uma prévia exclusiva da apaixonada história de amor de Benedict e Sophie, aumentando a expectativa pela quarta temporada. A conversa mediada pela própria Rainha Charlotte, Golda Rosheuvel, incluiu a showrunner Jess Brownell e os protagonistas da nova temporada, Luke Thompson (Benedict Bridgerton) e Yerin Ha(Sophie Baek).

O painel revelou fotos inéditas de personagens favoritos da sociedade, momentos dos livros amados pelos fãs e uma pequena prévia do tão aguardado baile de máscaras. O grupo revelou que o baile queridinho de Um Perfeito Cavalheiro, de Julia Quinn, estará no primeiro episódio da 4ª temporada de Bridgerton.

Thompson e Ha também compartilharam seu entusiasmo com a produção da quarta temporada e as filmagens do tão aguardado Baile de Máscaras. 

Brownell recapitulou como os personagens terminaram a 3ª temporada e apresentou uma prévia do que os fãs podem esperar dos novos episódios, incluindo um vislumbre de Lady Bridgerton (Ruth Gemmell) e o flerte de Lord Marcus Anderson (Daniel Francis), e o mais novo bebê Featherington de Penelope (Nicola Coughlan) e Colin (Luke Newton). E, sim, está confirmado: Simone Ashley estará de volta na 4ª temporada de Bridgerton

Destaques do evento: 

  • O evento começou com uma performance especial do Bridgerton Concert by Candlelight®, incluindo músicas da série que os fãs conhecem e amam. Hugh Sachs, que interpreta Brimsley, o fiel escudeiro da Rainha, foi mestre de cerimônia e das festividades. 
  • Também foi revelado que, nesta temporada, os espectadores verão mais personagens que “comandam a sociedade”, já que os novos episódios vão explorar as diferenças entre a realeza e o povo. 
  • Novas fotos dos cenários recém-construídos no Shepperton Studios foram divulgadas. Os cenários apresentam réplicas requintadas da arquitetura georgiana e da Regência, incluindo casas, edifícios, Mayfair Street e muito mais. Este marco, construído ao longo de 8 meses, promete envolver a série em uma atmosfera ainda mais encantadora e autêntica, transportando o público para um mundo de esplendor da era da Regência. Este empreendimento majestoso foi projetado pela designer de produção de Bridgerton, Alison Gartshore, juntamente com o diretor de arte supervisor, Antony Cartlidge, e o diretor de arte, Adam David Grant. A construção abrange aproximadamente dois hectares da área destinada à Netflix em Shepperton, marcando um novo capítulo na jornada encantadora da série. 
  • Foram divulgadas imagens de novos personagens anunciados anteriormente no círculo de Sophie Baek, incluindo Lady Araminta Gun (Katie Leung), Rosamund Li (Michelle Mao) e Posy Li (Isabella Wei). 
  • No local, os fãs puderam ver os trajes de Sophie e Benedict em exposição (máscaras, luvas e tudo mais!), bem como imagens da cena em que o casal se vê pela primeira vez. Para completar, os participantes do evento, tanto presencial quanto virtualmente, finalizaram a experiência com um vislumbre de cenas da 4ª temporada de Bridgerton, incluindo a tão querida cena do baile.

Confira as imagens e o vídeo de bastidores abaixo:

Sobre a 4ª temporada de Bridgerton

A quarta temporada de Bridgerton coloca os holofotes no boêmio segundo filho, Benedict (Luke Thompson). Apesar de seu irmão mais velho e os mais novos serem casados ​​e felizes, Benedict reluta em sossegar – até conhecer uma cativante Dama de Prata no baile de máscaras promovido por sua mãe.

O elenco conta com Luke Thompson (Benedict Bridgerton), Yerin Ha (Sophie Baek), Jonathan Bailey (Anthony Bridgerton), Victor Alli (Lord John Stirling), Adjoa Andoh (Lady Danbury), Julie Andrews (Lady Whistledown), Lorraine Ashbourne (Mrs. Varley), Masali Baduza (Michaela Stirling), Nicola Coughlan (Penelope Bridgerton), Hannah Dodd (Francesca Stirling), Daniel Francis (Lord Marcus Anderson), Ruth Gemmell (Violet Bridgerton), Florence Hunt (Hyacinth Bridgerton), Martins Imhangbe (Will Mondrich), Claudia Jessie (Eloise Bridgerton), Luke Newton (Colin Bridgerton), Golda Rosheuvel (Queen Charlotte), Will Tilston (Gregory Bridgerton), Polly Walker (Portia Featherington), Emma Naomi (Alice Mondrich), Hugh Sachs (Brimsley).

A 4ª temporada de Bridgerton ainda não tem previsão de estreia na Netflix.

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Pequenas Coisas Como Estas, estrelado por Cillian Murphy, tem sessões antecipadas a partir do final de fevereiro

Pequenas Coisas Como Estas, novo longa-metragem estrelado pelo vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2024 por Oppenheimer e apresentador da premiação em 2025, Cillian Murphy, terá sessões antecipadas a partir do dia 27 de fevereiro em salas selecionadas. O filme, que abriu o Festival de Berlim 2024, retrata um dos episódios mais sombrios da história da Irlanda, conhecido como as lavanderias (ou asilos) de Madalena, em que a sociedade se curvou aos dogmas e ao poder patriarcal da igreja. A produção chega aos cinemas de todo o Brasil em 13 de março com distribuição da O2 Play.

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Sobre Pequenas Coisas Como Estas

O longa-metragem conta a história de Bill Furlong, um respeitado vendedor de carvão e madeira de New Ross, em Wexford. Em uma usual entrega para um convento, o comerciante acaba descobrindo sobre os maus tratos sofridos por jovens mulheres marginalizadas pela sociedade local, em sua maioria mães solo, assim como havia sido sua mãe. Isso faz com que ele relembre seu passado e sinta a necessidade de agir diante da situação.

O roteiro de Pequenas Coisas Como Estas é uma adaptação do livro homônimo da escritora irlandesa Claire Keegan. A obra venceu o Orwell Prize e foi finalista do Booker Prize 2022 e do Rathbones Folio. A publicação também entrou na lista dos 100 Melhores Livros do século XXI, divulgada por The New York Times, e os leitores do veículo americano, um dos mais influentes do mundo, também o incluíram nessa mesma seleção. No Brasil, o livro foi recém-lançado pela Relicário Edições. 

Pequenas Coisas Como Estas é dirigido por Tim Mielants, com roteiro adaptado por Enda Walsh. O longa tem como produtores Ben Affleck, Matt Damon e Cillian Murphy. Na produção, Murphy também trabalhou em conjunto com Eileen Walsh, Michelle Fairley, Emily Watson, Clare Dunne e Helen Behan. O longa-metragem é uma produção da Artists Equity e Big Things Films.

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O Homem-Cão | Diretor e roteirista descrevem os personagens da animação em novo vídeo

“Ele é metade homem, metade cão e totalmente herói!”, descreve o diretor de O Homem-Cão, nova animação da DreamWorks com a Universal Pictures, que chega aos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro. O estúdio divulgou um vídeo especial do longa, em que o roteirista e diretor Peter Hastings apresenta os personagens principais dessa história repleta de comédia e ação.

“A base de fãs dos livros do Homem-Cão é imensa. Então, estou muito animado para todos verem o Homem-Cão tentar capturar o Pepê, o gato mais malvado do mundo”, conta o cineasta, já partindo para a criação do Pepezinho, uma versão mini do personagem, criado para ajudá-lo em seus planos malignos.

Ao falar sobre o estilo de animação escolhido para o filme, o diretor destacou a importância de se manter fiel ao estilo dos livros e, por isso, a simplicidade ter sido um ponto crucial na produção, “isso é parte da comédia”. O material especial também traz Nate Wragg, designer de produção que especifica formato adotado, “acabamos fazendo algo que chamamos de ‘feito à mão de alto padrão’. Queríamos que tudo parecesse ter sido pintado à mão.”

Confira o vídeo abaixo:

Sobre O Homem-Cão

Quando um fiel cão da polícia e seu dono, um oficial dedicado, são feridos juntos em ação no trabalho, uma cirurgia de última hora, mas salva vidas, funde os dois e dá origem ao Homem-Cão – que fez o juramento de proteger e servir os cidadãos… e correr, se sentar e rolar por aí. 

Ao mesmo tempo em que o Homem-Cão abraça sua nova identidade e se esforça para impressionar seu chefe (Lil Rel Howery, de Corra!Free Guy – Assumindo o Controle), ele deve desbaratar as tramas malignas do supervilão felino Pepê, o Gato (Pete Davidson, de Saturday Night LiveA Arte de Ser Adulto). O mais recente plano vil de Pepê é clonar a si mesmo, criando o gatinho Pepezinho, e duplicar suas habilidades criminosas. Mas tudo fica ainda mais complicado quando Pepezinho acaba criando um vínculo inesperado com o Homem-Cão. 

Quando Pepezinho cai nas garras de um inimigo comum, o Homem-Cão e Pepê, não sem muita relutância, unem forças em uma corrida contra o tempo recheada de ação para resgatar o jovem gatinho. Durante a verdadeira missão da dupla, eles descobrem o poder da família (e dos gatinhos!) para unir até os inimigos mais hostis. 

O Homem-Cão também é estrelado por Isla Fisher (Penetras Bons de BicoRango) como a repórter de TV, Sarah Hatoff; Poppy Liu (série HacksDepois da Festa) como a assistente de Petey, Butler; Stephen Root (Barry, série King of the Hill), indicado ao Prêmio Emmy, como Vovô; Billy Boyd (a franquia O Senhor dos AnéisO Filho de Chucky), como o cinegrafista de Sarah, Seamus; e o vencedor dos prêmios Emmy e Globo de Ouro, Ricky Gervais (séries The OfficeExtras) como Flippy, o peixe. 

O Homem-Cão foi dirigido pelo vencedor do Emmy, Peter Hastings (séries As Épicas Aventuras do Capitão CuecaKung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro), cujos créditos incluem as inovadoras séries animadas Animaniacs Pinky e o Cérebro. O filme foi produzido por Karen Foster (Spirit: O Indomável), coprodutora de Como Treinar o Seu Dragão, da DreamWorks Animation.

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Acapulco | Keyla Monterroso Nejia entra para o elenco da 4ª temporada da série

O Apple TV+ anunciou que a série de sucesso mundial e Certified Fresh no Rotten Tomatoes “Acapulco” ampliará o elenco de sua quarta temporada com Keyla Monterroso Mejia (“Segura a Onda”, “You’re Cordially Invited”, “O Estúdio”, nova série do Apple TV+). Keyla será a irmã de Memo, que é chefe de operações assistente, subordinado a Máximo.

Keyla Monterroso Mejia é conhecida por roubar a cena como Maria Sofia Estrada, na comédia premiada “Segura a Onda“, de Larry David. Na televisão, Keyla estrelará “O Estúdio“, nova comédia do Apple TV+ com Seth Rogen, que estreia mundialmente em 26 de março. Outros trabalhos de Keyla incluem uma participação na segunda temporada de “Abbott Elementary”, “Suncoast” e “Freeridge”.

Sobre Acapulco

Produzida pela Lionsgate Television, a série bilingue, elogiada mundialmente, é protagonizada pelo ator vencedor do Emmy e do SAG (prêmio do sindicato dos atores norte-americanos) e produtor executivo Eugenio Derbez. “Acapulco” retorna ao Apple TV+ com sua quarta temporada em 2025. 

Todas as três temporadas de “Acapulco” estão disponíveis mundialmente no Apple TV+. Na mais recente temporada da série, erros do passado foram reconciliados com empolgantes novos começos. Na história do presente, o Máximo mais velho (Eugenio Derbez) se vê retornando para um Las Colinas que ele não reconhece mais. Enquanto isso, em 1985, o jovem Máximo (Enrique Arrizón) continua sua escalada de sucesso enquanto arrisca todas as relações que ele trabalhou tanto para construir.

“Acapulco” é inspirada no sucesso de bilheteria da 3Pas Studios e Pantelion Films “Como se Tornar um Conquistador” e é produzida para a Apple pela Lionsgate Television, 3Pas Studios, Zihuatanejo Productions e The Tannenbaum Company. Além de estrelar a série, Derbez assina como produtor-executivo ao lado de Ben Odell.

A série tem criação de Austin Winsberg, Eduardo Cisneros e Jason Shuman. Winberg também assina como produtor-executivo com Sam Laybourne, que assina como showrunner. Outros produtores-executivos incluem Kim e Eric Tannenbaum e Jason Wang para a The Tannenbaum Company. Jaime Eliezer também assina como produtor-executivo e diretor e Sonia Gambaro é coprodutora-executiva pela 3Pas Studios.

“Acapulco” foi a série mais indicada do Imagen Award (da organização Imagen Foundation para encorajar representações positivas de latinos) deste ano, com um total de nove indicações, incluindo Melhor Comédia, Melhor Ator para Enrique Arrizón, Melhor Ator Coadjuvante para Damián Alcázar, Carlos Corona e Eugenio Derbez; Melhor Atriz Coadjuvante para Vanessa Bauche, Camila Perez e Regina Reynoso; e Melhor Supervisão de Música em Filme ou Televisão.

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“Ainda Estou Aqui” é eleito o Melhor Filme em Língua Não Inglesa do Ano no Dorian Awards

“Ainda Estou Aqui” acaba de vencer o Dorian Awards na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa. Esta é a primeira vitória brasileira na história da premiação da Associação LGBTQ de Críticos de Entretenimento (GALECA), e o 36º prêmio conquistado pelo longa de Walter Salles desde sua estreia no Festival de Veneza, em 2024.

Nesta semana, “Ainda Estou Aqui” também conquistou quatro prêmios no Gold Derby Film Awards, premiação internacional decidida pelo voto popular. O longa venceu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz, com Fernanda Torres, Melhor Roteiro Adaptado, com Murilo Hauser e Heitor Lorega, e Melhor Filme Internacional.

Além disso, o fim de semana rendeu à produção o inédito prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano, o prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, e à Fernanda Torres, o Virtuosos Award, no Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara (SBIFF).

No total, “Ainda Estou Aqui” já conquistou 35 prêmios no Brasil e no mundo. Confira abaixo a lista completa:

  • Dorian Awards – Melhor Filme em Língua Não Inglesa do Ano
  • Gold Derby (Júri Popular) – Melhor FilmeMelhor Atriz (Fernanda Torres) Melhor Roteiro Adaptado(Murilo Hauser e Heitor Lorega) e Melhor Filme Internacional
  • Prêmio do Público do Festival Internacional de Cinema de Roterdã
  • Virtuosos Award – Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara (SBIFF) – Fernanda Torres
  • Melhor Filme Ibero-Americano – Prêmio Goya
  • Melhor Longa-metragem Brasileiro – Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
  • Melhor Longa-metragem Brasileiro – Associação Cearense de Críticos de Cinema (Aceccine)
  • Melhor Atriz em Filme de Drama – Fernanda Torres no Satellite Awards 2025
  • Prêmio APCA – Melhor Filme e Melhor Atriz (Fernanda Torres)
  • Melhor Filme de 2024 pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ)
  • Prêmio da Associação de Críticos de Porto Rico – Melhor Longa-Metragem Internacional
  • Festival de Cinema de Palm Springs – Melhor Longa-Metragem Internacional (FIPRESCI)
  • Pingyao International Film Festival – Crouching Tiger Hidden Dragon East – West Award
  • Philadelphia Film Festival – Masters Of Cinema (Prêmio do Público – Menção Honrosa)
  • Globo de Ouro 2025 – Melhor Atriz em Filme de Drama (Fernanda Torres)
  • Prêmio F5 – Melhor FilmeInfanto Juvenil (Cora Mora) e Atuação (Fernanda Torres)
  • ⁠New Mexico Critics Awards 2024 – Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Roteiro Adaptado (Runner-up 2 lugar)
  • ⁠National Board of Review (NBR Awards) – Top Cinco Filmes Internacionais
  • Prêmio Arcanjo de Cultura – Cinema (“Ainda Estou Aqui”)
  • Festival international du film d’histoire de Pessac – Prix du Public e Prix Danielle Le Roy du Jury Étudiant
  • Miami Film Festival – Prêmio do Público
  • ⁠Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – Melhor Filme Nacional de Ficção
  • Mill Valley Film Festival – Favorito do Público
  • ⁠Vancouver International Film Festival – Prêmio do Público
  • Critics’ Choice Association – Celebration of Latino Cinema & Television: Melhor Atriz Internacional (Fernanda Torres)
  • ⁠Festival Internacional de Cinema de Veneza – Melhor RoteiroSIGNIS Award e Green Drop Award

Temporada de premiações

Após passar por mais de 50 festivais nacionais e internacionais, “Ainda Estou Aqui” segue sua agenda na temporada de premiações no dia 16, com o BAFTA (maior premiação do cinema britânico, concedida pela Academia Britânica de Cinema e Televisão), onde concorre na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.  Walter Salles, que disputa pela décima vez na premiação da Academia Britânica de Cinema e Televisão, é presença confirmada na cerimônia  de premiação, ao lado de Fernanda Torres.

Nas próximas semanas, “Ainda Estou Aqui” concorre nas seguintes premiações:

  • 17/02 – Latino Entertainment Film Awards: Melhor Filme; Melhor Diretor (Walter Salles); Melhor Atriz (Fernanda Torres); Melhor Roteiro Adaptado (Murilo Hauser e Heitor Lorega); Melhor Filme em Língua Não Inglesa; Melhor Fotografia (Adrian Teijido); e Melhor Montagem (Affonso Gonçalves).
  • 23/02 – OFTA Film Award: Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz (Fernanda Torres)
  • 02/03 – Oscar – Melhor Filme, Melhor Atriz (Fernanda Torres) e Melhor Filme Internacional

Para o Oscar, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas oficializou, na segunda-feira, 10, a indicação dos produtores Rodrigo Teixeira e Maria Carlota Bruno para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme.

Bilheterias brasileiras

Em sua 15ª semana em cartaz, ocupando 670 salas, “Ainda Estou Aqui” segue forte nas bilheterias brasileiras. Entre os dias 6 e 9 de fevereiro, o longa teve seu segundo melhor fim de semana desde a estreia, com mais de 400 mil espectadores. Segundo título mais assistido nos cinemas brasileiros no fim de semana, a produção atingiu a marca de 4,9 milhões de ingressos vendidos, se consolidando como o maior filme brasileiro lançado nos cinemas após a pandemia.

Repercussão do público pelo mundo

Mundialmente, espectadores e crítica seguem abraçando o filme. Neste fim de semana, “Ainda Estou Aqui” superou US$ 20 milhões globais, e, nos Estados Unidos acabou de atingir US$ 2,2 milhões arrecadados, se tornando o terceiro maior filme brasileiro exibido no território e ocupando um circuito recorde de mais de 700 cinemas. Em Portugal, o longa foi visto por 214,7 mil espectadores, e liderou as bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo desde sua estreia. Na França, mais de 163 mil pessoas já assistiram ao filme.

A recepção na Itália, México, Chile, Venezuela e Bolívia também foi positiva, com ampla aprovação da crítica especializada. A nova fase de lançamento internacional chegou, neste fim de semana, ao México, Chile, Venezuela e Bolívia. No dia 13, é a vez da abertura na Colômbia, e, no dia 20 de fevereiro, quem recebe a estreia é Argentina, Peru, Uruguai, República Dominicana e Equador. Para além da América Latina, o filme também chega em fevereiro na Inglaterra e Espanha (21 de fevereiro), e na Austrália (27 de fevereiro).

“Ainda Estou Aqui” recebeu o selo “Must See” no Metacritic. Além dele, apenas outros três títulos indicados a Melhor Filme no Oscar receberam essa marca. Entre os concorrentes a principal estatueta da premiação, “Ainda Estou Aqui” se destaca com os maiores índices no Rotten Tomatoes, onde conta com aprovação de 96% da crítica especializada, e 98%, do público, e no Letterboxd, com 4,4 estrelas (de 5).

Sobre Ainda Estou Aqui

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice - cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas - é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país. 

O filme continua em cartaz nos cinemas brasileiros. 

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‘Sem Chão’, documentário sobre conflito na Palestina que concorre ao Oscar, ganha data de estreia no Brasil

Documentário na disputa pelo Oscar 2025 e vencedor de 62 prêmios em diversos festivais internacionais,  ‘Sem Chão’ (‘No Other Land’) estreia no Brasil no dia 6 de março, com distribuição da Synapse Distribution.

O longa tem direção coletiva de Yuval Abraham, Basel Adra, Hamdan Ballal e Rachel Szor, e denuncia a situação trágica vivida pelos moradores da comunidade de Masafer Yatta, localizada na Palestina – onde os habitantes lidam constantemente com ameaças de expulsão e destruição de suas casas pelo governo israelense. A produção acaba de ganhar o trailer oficial.

Confira abaixo:

Sobre Sem Chão

Com seu teor político e atual, “Sem Chão” vem conquistando indicações e prêmios no mundo todo. Além da indicação ao Oscar, o longa também concorre ao Bafta, no Reino Unido, e ao Spirit Awards, nos EUA. Recentemente venceu como melhor documentário o Gotham Awards, em Nova York, o EFA (European Film Awards), na Suíça, e o IDA Documentary Awards, em Los Angeles (EUA). E coleciona prêmios nos maiores festivais internacionais do mundo: foi eleito melhor documentário pelo júri e pelo público da Mostra Panorama no Festival de Berlim do ano passado; pelo júri, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; e arrematou o prêmio do público no IFDA (International Documentary Film Festival Amsterdam).  

“Sem Chão” acompanha os registros do ativista palestino Basel Adra ao longo de cinco anos na sua comunidade natal, Masafer Yatta, um conjunto de vilas localizado na região sul da Cisjordânia, ocupada pelo exército de Israel. A obra retrata a região devastada, após as sucessivas ameaças e ordens de demolição desde 1981, e a contínua pressão para que os moradores palestinos abandonem a área. Intervenções militares israelenses que ainda estão em andamento até os tempos atuais colocam em risco a liberdade e o acesso de seus habitantes a direitos básicos. A comunidade sofreu um novo ataque às suas casas no início de fevereiro.

O longa também mostra a improvável aliança de Adra com o jornalista israelense Yuval Abraham na sua luta por se manter em sua terra natal, acompanhando a troca de ideias entre os dois e o contraste entre suas situações de vida. Yuval, como cidadão israelense, tem seus direitos preservados. 

Apesar do sucesso nos festivais e a indicação ao Oscar, sendo requisitado para distribuição em mais de 24 países, “Sem Chão” teve dificuldade em encontrar um grande distribuidor nos EUA. Foi lançado em circuito de salas limitado em janeiro, numa colaboração entre produtores e as empresas Cinetic Media e Michael Tuckman Media. No entanto, o documentário estreou com sessões lotadas no Film Forum, conjunto de salas dedicadas ao cinema independente, em Nova York.

O filme chega aos cinemas brasileiros no momento em que – apesar do cessar-fogo entre o Hamas e Israel – as tensões no Oriente Médio aumentam com as recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que propôs a retirada dos palestinos da Faixa de Gaza e a tomada de poder pelos americanos. 

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