CÓDIGO ALARUM acaba de ganhar uma nova data de estreia nos cinemas nacionais: 10 de abril. Com distribuição da Imagem Filmes e estrelado por Sylvester Stallone, Scott Eastwood, Willa Fitzgerald e Isis Valverde, o longa-metragem promete uma narrativa intensa e repleta de reviravoltas, sendo um prato cheio para os fãs de ação. Para aumentar ainda mais a expectativa, uma cena exclusiva foi divulgada.
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Sobre Código Alarum
CÓDIGO ALARUM acompanha Joe e Lara Travers, um casal de assassinos profissionais que tenta abandonar o mundo do crime. Entretanto, ao encontrarem um pen drive com informações altamente sigilosas, tornam-se alvos de uma caçada implacável. No encalço deles está Chester (Sylvester Stallone), um agente da CIA determinado a capturá-los. A atriz brasileira Isis Valverde interpreta Bridgette Rousseau, amiga do casal, marcando a sua estreia em um longa internacional.
Dirigido por Michael Polish, a trama do filme se desenvolve em um jogo de gato e rato, com traições e alianças inesperadas, onde os protagonistas precisam decifrar quem realmente está ao seu lado. Em meio a cenários urbanos e locais remotos, a narrativa equilibra momentos de ação explosiva com dilemas morais profundos, mostrando que a linha entre heróis e vilões pode ser tão fina quanto um fio de navalha.
A história do cinema na China, que remonta a 1905, abrange uma rica e diversa gama de filmes de três indústrias cinematográficas distintas: a China continental, Hong Kong e Taiwan. A evolução dos filmes chineses foi marcada por várias fases e contribuições notáveis. O cinema de Hong Kong, distinto devido à sua liberdade artística sob o domínio britânico, tornou-se uma potência por si só, particularmente no cinema de artes marciais.
Casas de produção como Shaw Brothers e Golden Harvest desempenharam papéis essenciais. Ícones como Bruce Lee e Jackie Chan alcançaram a fama por meio desses estúdios, com a estreia de Lee em ‘O Dragão Chinês’ (1971) e o papel de destaque de Chan em ‘A Fúria do Dragão’ (1972).
As décadas de 1980 e 1990 viram a ascensão dos filmes policiais de Hong Kong, com diretores como Ringo Lam e John Woo criando clássicos como ‘Alvo Duplo’ (1987) e ‘Fervura Máxima’ (1992) e atores como Chow Yun-fat ganhando fama internacional. Essa história vasta e intrincada ilustra a profundidade e o impacto global do cinema chinês. Para os interessados em explorar esse gênero, a seguinte seleção dos melhores filmes chineses está disponível para assistir na Netflix.
Filmes chineses para assistir na Netflix
1. Eu Sou o Segredo em Seu Coração (2024)
Baseado no romance homônimo do autor japonês Macchiato, ‘Eu Sou o Segredo em Seu Coração’ de Lai Meng Chieh conta a história de Wang, sua melhor amiga Yuzu e sua paixão Cheng. Yuzu tem sentimentos por Wang, mas ela quer ficar com Cheng e não deixa pedra sobre pedra para isso. Enquanto isso, Cheng está em conflito sobre Wang, embora haja uma corrente oculta de competição entre ele e Yuzu pela preferência de Wang. Com quem Wang acaba é o que descobrimos neste romance adolescente. Estrelando Moon Lee, Tsao Yu-ning e Shou Lo, ‘Eu Sou o Segredo em Seu Coração’ é tão engraçado quanto emocional, perfeito para uma maratona com seus amigos.
2. Um Romance do Além (2022)
Dirigido por Cheng Wei-hao, ‘Um Romance do Além’ acompanha um par improvável de um policial homofóbico, Wu Ming-han (Greg Hsu), e um fantasma gay, Mao Mao (Austin Lin), que precisam deixar de lado suas diferenças para resolver o assassinato de Mao Mao e só então Ming-han ficará livre dele. O que se segue é uma série de incidentes hilários enfeitados com ação enquanto os dois lidam com a gangue criminosa local. Um filme divertido e sem sentido, ‘Um Romance do Além’ é perfeito para uma maratona de fim de semana.
3. O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino (2016)
‘O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino’ é uma continuação de ‘O Tigre e o Dragão’ (2000). É estrelado por Michelle Yeoh como a guerreira Shu Lien (reprisando seu papel do primeiro filme), a protetora de Green Destiny, uma espada mágica que pertencia a seu amante morto. No entanto, ela enfrenta uma ameaça do cruel senhor da guerra Hades Dai (Jason Scott Lee), que está decidido a colocar as mãos na arma. Shu Lien se junta a Silent Wolf (Donnie Yen) para proteger a espada e o próprio mundo da destruição.
Enquanto Yeoh e Yen aumentam a aposta do filme inteiro, as cenas de luta aumentam ainda mais sua natureza wuxia. Uma mistura visualmente deslumbrante de ação, artes e cultura chinesa, ‘O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino’ faz jus ao seu antecessor.
4. Terra à Deriva (2019)
Como se uma grande estrela prestes a devorá-la não fosse o suficiente, a Terra agora está indo em direção a Júpiter, e uma colisão é iminente. ‘Terra à Deriva‘ acompanha um grupo de astronautas enquanto eles tentam salvar seu planeta natal enquanto estão presos entre uma enorme rocha e um lugar duro e quente.
Os 12.000 motores de propulsão da Terra, construídos para impulsioná-la para fora do sistema solar antes que o sol a devore, serão de alguma ajuda? Situado em um futuro não muito distante, o filme é dirigido por Frant Gwo e é vagamente baseado na graphic novel homônima de 2000 de Liu Cixin. É estrelado por Wu Jing, Zhao Jinmai, Andy Lau, Ng Man-tat, Qu Chuxiao e Arkadiy Sharogradskiy.
5. Os Três Males (2023)
Este thriller de ação sombrio acompanha o fugitivo Chen Kui-lin (Ethan Juan), um assassino infame que decide se tornar o criminoso mais procurado do mundo após perceber que seus dias na Terra estão contados. Ele é o terceiro na fila depois de Bullhead (Chen Yi-wen) e Hongkie (Ben Yuen), que adquirem a primeira e a segunda posições, respectivamente, na lista dos Mais Procurados do país. Kui-lin então decide matar os dois e parte em uma busca assassina. Mas uma busca impulsionada pela sede de sangue pode trazer paz? Dirigido por Wong Ching-po, este filme recebeu várias indicações no ’60th Golden Horse Awards’ e ganhou o prêmio de Melhor Coreografia de Ação.
6. Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade (2021)
Um filme de fantasia adaptado da série de contos e romances de fantasia de Baku Yumemakura ‘Onmyōji’, ‘Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade’ segue quatro mestres, Hongruo, Longye (Jessie Li), Boya (Deng Lun) e Qingming (Mark Chao), para unir forças na Cidade Imperial que está enfrentando a ameaça da ira de um demônio serpente que foi preso dentro do corpo da Imperatriz dentro da cidade séculos atrás por quatro mestres e desde então tem sido protegido por quatro guardiões de pedra. Mas quando Hongruo é morto por um demônio de cabelo, sua posição é preenchida por He Shouye (Wang Duo).
Como os três mestres atuais e o novo substituto trabalham juntos para manter a serpente sob controle, com a ajuda dos guardiões de pedra, é o que se segue neste drama épico de fantasia. Dirigido por Guo Jingming, ‘Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade’ é feito sob medida para fanáticos por fantasia, embora garanta entretenimento a todos.
7. Mundo Duplo (2020)
Este épico de ação e fantasia é baseado no famoso MMORPG (massive(ly) multiplayer online role-playing game) chamado Zhengtu, que foi um fenômeno na China quando foi lançado em 2007 e manteve seu padrão até hoje. Desde então, o jogo só conquistou mais e mais jogadores e é um universo em si.
A história do filme se passa no continente fictício das Planícies Centrais e mostra um torneio sendo organizado pelo Rei de Zhao do Sul, em conflito com Zhao do Sul, para encontrar um Marechal de Campo. Cada um dos oito clãs de Zhao do Sul envia três de seus guerreiros para participar. Alimentado por passados trágicos e vingança, ‘Mundo Duplo’ é um filme completamente divertido com visuais impressionantes e sequências de ação incríveis.
8. O Mestre do Yin Yang (2021)
Em ‘O Mestre do Yin Yang’ (侍神令) de Li Weiran, Chen Kun e Zhou Xun lideram um elenco estelar neste filme de fantasia chinês adaptado do jogo Onmyōji da NetEase. A história gira em torno de Qing Ming, um Mestre Yinyang acusado de um crime, embarcando em uma jornada entre os reinos humano e demoníaco. Enquanto o rei demônio ameaçava retornar, Qing Ming enfrentou traição, batalhas e uma iminente invasão demoníaca. O enredo entrelaça amizade, sacrifício e o sobrenatural, proporcionando uma experiência cinematográfica visualmente impressionante. Com performances cativantes e uma narrativa envolvente, o filme explora temas de destino e lealdade contra o pano de fundo de um conflito sobrenatural.
9. Marcas da Maldição (2022)
‘Marcas da Maldição‘ (chinês: 咒; pinyin: Zhòu) é um filme de terror found footage taiwanês, dirigido por Kevin Ko. O enredo gira em torno de Li Ronan, amaldiçoada há seis anos por violar um tabu religioso. Diante das consequências, ela se esforça para proteger sua filha das repercussões de suas ações passadas, navegando por uma narrativa tensa e mística repleta de elementos sobrenaturais. Kevin Ko cria um conto envolvente de redenção e o impacto duradouro de antigas maldições, criando uma experiência cinematográfica atmosférica e assustadora.
10. Pérolas no Mar (2018)
‘Pérolas no Mar‘ é dirigido por Rene Liu e estrelado por Jing Boran e Zhou Dongyu nos papéis principais. O filme é centrado em seus personagens, Lin e Fang. Os dois se apaixonam, mas, eventualmente, as duras realidades da vida os mantêm separados. O filme usa um formato não linear de narrativa, saltando entre o passado e o presente. Enquanto o passado é mostrado em cores, o presente é mostrado em preto e branco.
Lin e Fang se encontram alguns dias antes do Festival do Ano Novo Chinês. Vemos que ambos estão lutando com suas vidas. Lin quer criar um videogame, mas não pode fazê-lo por causa de seu trabalho e da falta de tempo e dinheiro. Fang, após uma briga com a mãe de seu namorado, rompeu seu relacionamento e se mudou para Pequim. Os dois então começam a viver juntos e ganham dinheiro vendendo software e pornografia.
Mais tarde, vemos que o dono do complexo onde o casal mora pede que eles se mudem porque um amigo do dono vai chegar, o que enfurece muito Lin. Ele até se torna rude com seu pai quando ele liga para perguntar sobre seu trabalho e saúde. Vendo essa mudança nele, Fang decide terminar o relacionamento. Os dois se encontram depois de muito tempo, e Lin finalmente está bem-sucedida e feliz no casamento. Embora as respostas ao filme tenham sido mistas a positivas, deve-se dizer que, considerando que é o filme de estreia da diretora Rene Liu, ela fez um ótimo trabalho na narrativa e no desenvolvimento dos personagens.
11. A Serpente Verde (2021)
Estrelando dubladores talentosos como Tang Xiaoxi, Zhang Fuzheng e Wei Chao, ‘A Serpente Verde’ é um filme de fantasia de ação e aventura dirigido por Amp Wong. A história gira em torno de duas irmãs demônio-serpente cuja tentativa de destruir um templo da ilha é frustrada por um monge de ouro chamado Fahai. Depois que elas são separadas, Xiao Qing se encontra em uma distopia e embarca em uma jornada para encontrar sua irmã. Em sua jornada, ela conhece um homem misterioso que está lutando para se lembrar de sua vida passada. Ele tem a chave para o reencontro de Xiao com sua irmã? Ou ele é um inimigo tentando desviá-la?
12. The Soul (2021)
Escrito por Cheng Wei-hao e Jin Bailun, ‘The Soul’ é um filme de ficção científica neo-noir chinês-taiwanês baseado no romance fictício de Jiang Bo ‘Yihun Youshu’. O filme gira em torno do misterioso assassinato de Wang Shicong, o presidente de um grupo poderoso que faleceu em condições suspeitas em casa. Liang Wenchao, o detetive que está assumindo a responsabilidade de investigar o assassinato, descobre vários fatos chocantes sobre o passado de Wang. À medida que ele se aprofunda em suas descobertas, ele percebe que há alguma conexão entre o ex-parceiro da vítima, bem como seu filho, com o assassinato brutal.
13. Cities of Last Things (2018)
Apresentando performances de destaque de Ho Wi Ding, Hu Chi Hsin, Winnie Lau e Alexis Perrin, ‘Cities of Last Things’ é um filme de drama dirigido pelo próprio Ho Wi Ding. O filme é centrado na vida de um homem comum chamado Zhang Dong Ling, que se mata na sequência de abertura.
A história então se abre em ordem cronológica reversa e leva os espectadores de volta ao momento em sua vida quando Zhang encontrou pela primeira vez a suposta infidelidade de sua esposa. À medida que ele perde a paciência e confronta violentamente o amante de sua esposa, sua vida começa a sair do controle enquanto ele faz uma escolha chocante após a outra conforme novos desafios surgem em seu caminho.
14. A Sun (2019)
Um comentário poderoso sobre a dinâmica familiar ressaltado pela tensão entre Taiwan e o Exército de Libertação Popular (do Partido Comunista Chinês) durante a eleição presidencial taiwanesa de 1996, ‘A Sun’ acompanha dois irmãos Jian-ho (Wu Chien-ho) e seu irmão mais velho Jian-hao (Greg Hsu) e seus pais Wen (Chen Yi-wen) e Qin (Samantha Ko). Como toda a família lida com as adversidades é retratado brilhantemente nesta direção muito pessoal de Chung Mong-hong.
A condenação de Jian-hao por agressão após ele ter se autodestruido devido à ignorância de seu pai e a luta de Jian-ho para ser a luz da família, um peso colocado sobre ele por seu pai que lhe custou seu “canto escuro” pessoal, esses dois aspectos são o que manobram o enredo para nos dar um drama socioeconômico que é a primeira entrada taiwanesa para Melhor Longa-Metragem Internacional no Oscar (2021).
O filme 12.12: O DIA, que é altamente aguardado pelo público, tem sua estreia nos cinemas brasileiros marcada para o dia 20 de março, com distribuição da SATO Company. Selecionado pela Coreia do Sul para representar o país no Oscar 2025, a produção foi a maior bilheteira coreana de 2023 e aborda um capítulo crucial da história sul-coreana, conectando-se com debates políticos atuais, que foi o golpe militar de 1979.
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Sobre 12.12: O Dia
Digirido por Kim Sung-soo, o longa recria os eventos da noite de 12 de dezembro de 1979, quando o assassinato do presidente Park levou à declaração de Lei Marcial e desencadeou um golpe militar. O comandante Chun Doo-gwang (interpretado por Hwang Jung-min), motivado por sua ambição desenfreada, lidera um grupo de oficiais em uma tentativa de tomar o poder. Do outro lado, o comandante Lee Tae-shin (vivido por Jung Woo-sung) tenta impedir que o exército seja usado para fins políticos.
Essa é a primeira vez que esse golpe militar é retratado no cinema de ficção. O filme traz no elenco nomes como Lee Sung-min, Park Hae-joon e Kim Sung-kyun. Jung Hae-in, estrela da série “Love Next Door”, da Netflix, estará no Brasil no dia 12 de janeiro para uma fan meeting.
Além de sua relevância cinematográfica, o longa ganha destaque por suas conexões com o cenário atual da política coreana. Em um momento em que o país enfrenta novamente a imposição de lei marcial, o fechamento do parlamento e restrições à imprensa, 12.12: O DIA ganha força ao recriar o golpe de 1979 e dialogar diretamente com as questões contemporâneas.
A produção de 12.12: O DIA buscou recriar, de forma minuciosa, os detalhes históricos de 1979 e locações como o Bunker B2 no Quartel-General do Exército, a sala de comando do Grupo de Segurança da 30ª Divisão e ruas de Seul. Para fazer isso, a equipe utilizou uma combinação de arquivos históricos, fotografias e consultores militares.
Além disso, os cenários foram projetados para refletir os dilemas e conflitos dos personagens. Espaços como o escritório do Comandante Chun Doo-gwang, com uma combinação de vermelho e azul, representam a ambição e a ganância do líder rebelde. Já o ambiente do Comandante Lee Tae-shin, cercado por paredes de vidro, simboliza tanto sua vigilância quanto o isolamento em sua luta contra o golpe. Locais como o Bunker B2, que exigiu dois meses para ser construído, misturam elementos reais e computação gráfica, para garantir ao público uma imersão em uma das noites mais tensas da história moderna coreana.
O cinema peculiar e inquietante de Osgood Perkins tem um magnetismo difícil de ignorar. Após o impacto de Longlegsno ano passado, muitos esperavam que O Macaco, seu mais novo projeto, mergulhasse de vez no trauma que tanto insinuava explorar. No entanto, o diretor toma um rumo inesperado, apostando em uma comédia sombria no estilo do terror pipoca que domina as bilheteiras. De certa forma, surpreende ao não seguir uma trajetória mais autoral depois da fama repentina, à la Robert Eggers ou Ari Aster, mas essa versatilidade é ao mesmo tempo uma vantagem e um risco. E James Wan está aí para provar isso.
Uma coisa é certa: O Macaco, que chega ao Brasil pela Paris Filmes, apresenta um universo de possibilidades, mas se perde no caos da própria selva que constrói. O medo é praticamente inexistente, enquanto a comédia remete ao humor irrelevante dos filmes da Marvel. Ainda assim, há algo irresistível nessa loucura que a torna mais divertida do que boa parte das produções recentes do gênero. É como um acidente bizarro na estrada—desconfortante, mas impossível de desviar o olhar. E isso, sem dúvida, é a essência de um filme excêntrico de Oz Perkins.
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Os acertos e erros de O Macaco
Mesmo optando por um caminho mais convencional dentro do horror norte-americano, Perkins entende muito bem que o gênero é uma ferramenta poderosa para explorar traumas e lidar com o luto, mesmo que de forma cômica. Em O Macaco, ele preserva um viés dramático interessante, centrado em uma família assombrada pela perda, mas acaba tropeçando na mesma armadilha que fez Beau Tem Medo, por exemplo, dividir opiniões. A diferença é que, ao contrário do filme de Ari Aster, seu roteiro não carrega a mesma inteligência, embora seja possível enxergar, nas entrelinhas, um cineasta tentando extrair profundidade de um material que, no fim das contas, é uma piscina infantil rasa—afinal, trata-se de um conto menor de Stephen King.
A produção transborda conceito, com ecos de Brinquedo Assassino, Annabelle e M3GAN. Como se fosse um item amaldiçoado retirado da coleção assombrada do casal Warren, mas se perde em uma narrativa frustrante e caótica, repleta de mortes engenhosas ao estilo Premoniçãoe baldes de sangue falso. A diversão está, essencialmente, na violência gratuita e nas piadas grosseiras sobre a inevitabilidade da morte. Porém, até isso sofre com o excesso de CGI, que torna os momentos mais brutais artificialmente envernizados e difíceis de levar a sério.
Aliás, O Macaco não foi feito para ser levado a sério—e tudo bem. Não há problema em desligar o cérebro por algumas horas e mergulhar na diversão insana de um filme de terror. O problema é que ele nunca encontra seu tom ideal (e muito menos ritmo!). É exagerado quando precisa ser dramático, sem graça quando tenta ser cômico, e, pior ainda, não oferece sequer um momento de terror genuíno. Não há sustos, tensão ou qualquer tentativa real de transformar o brinquedo misterioso em algo verdadeiramente assustador.
A atuação em dose dupla de Theo James (The White Lotus), interpretando irmãos gêmeos, também não ajuda. Limitado e pouco convincente, ele falha em gerar engajamento e prejudica qualquer peso dramático da história. O vilão — um macaco de brinquedo sinistro cuja bateria, ao parar de tocar, sentencia alguém a uma morte cruel e elaborada — até poderia ter presença, mas carece da energia malévola de outros ícones do gênero. Sem a carnificina estilizada, que ao menos entrega um espetáculo de violência chamativo, sobra apenas um roteiro anêmico, personagens exagerados e desinteressantes e um desfecho apressado que deixa um gosto amargo na boca.
Claro, o filme abraça a natureza caótica e imprevisível da morte, algo que o roteiro ilustra com bastante criatividade (e litros de sangue e entranhas!). No entanto, falta profundidade—ao invés de explorar emoções mais densas, ele sempre preenche as lacunas com humor absurdo, evitando se aprofundar em qualquer reflexão real sobre traumas familiares.
Um dos acertos está no uso da canção do macaco, que funciona quase como a icônica trilha de Tubarão: quando ela para, o espectador já sabe que algo bizarro está prestes a acontecer. Nesses breves momentos de suspense, Perkins mostra sua habilidade na direção e cria tensão genuína. Algumas mortes são desenhadas para fazer rir, e o filme acerta ao não entregar mastigado o funcionamento ou a origem do boneco.
Esse mistério só torna tudo mais intrigante e sedutor—embora seja questão de tempo até surgir um prelúdio explicando cada detalhe. Ainda assim, essa ausência de explicações é um ponto positivo. Perkins tem uma forte ligação com o satânico em suas obras, e aqui, essa abordagem implícita funciona bem, abrindo espaço para teorias que deixam o filme um pouco mais interessante.
Veredito
Com o olhar irreverente e absurdo da mente insana de Osgood Perkins,O Macaco toma um rumo completamente oposto ao de Longlegs e mergulha em uma comédia sombria e violenta sobre a inevitabilidade da morte. No entanto, esse senso de humor acaba sendo um tiro pela culatra, já que dilui qualquer mistério em torno do vilão. As mortes, projetadas para arrancar gargalhadas, minam a tensão, e o filme perde ritmo na mesma velocidade em que o brinquedo bate seu tambor macabro.
Baseado em um conto fraco de Stephen King, o roteiro se diverte zombando dos clichês do terror, mas não entrega nada realmente empolgante e acaba tropeçando na sua própria piada. Sim, é divertido, mas desperdiça o potencial de todos os envolvidos de realmente reinventar o subgênero dos brinquedos amaldiçoados. No final das contas, temos apenas um filme decente—e nada além disso. O problema? Os sustos não assustam de verdade, e as risadas não são tão engraçadas quanto deveriam. Quando o tambor para de tocar, já faz tempo que nossa paciência morreu.
A partir do dia 5 de março, às 19h, a Max e o Discovery Home & Health apresentam a nova produção IRMÃOS À OBRA: UM LAR PARA AMAR. A produção garante mais aventuras criativas dos irmãos Scott em busca de novas transformações de lares. Com sua expertise em design e reformas, Jonathan e Drew assumem desafios complexos para ajudar famílias que, apesar dos problemas estruturais e funcionais de suas casas, não querem se mudar.
Ao longo de oito episódios, lançados semanalmente, sempre no mesmo horário, os irmãos colocam seus talentos à prova para transformar essas residências e renovar o amor de seus donos por seus lares. Com soluções inovadoras e reformas de tirar o fôlego, a série mostra que, com planejamento e criatividade, qualquer espaço pode ganhar nova vida.
A nova série se junta às produções dos irmãos Scott já conhecidas pelo público brasileiro e que estão disponíveis na Max: IRMÃOS À OBRA, IRMÃOS À OBRA: AO RESGATE, IRMÃOS À OBRA: O DUELO, IRMÃOS À OBRA: COMPRA E VENDA, IRMÃOS À OBRA: LAR SEMPRE LAR e TE DEVO ESSA!
IRMÃOS À OBRA: UM LAR PARA AMAR é produzido pela Scott Brothers Entertainment e tem Drew e Jonathan como produtores executivos.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
ADisney Branded Television e a BBC anunciaram em conjunto que a segunda temporada de Doctor Who estreia em 12 de abril (sábado) no Disney+. A nova temporada tem oito episódios que estrearão semanalmente (um episódio por semana).
O vencedor do Emmy®Alan Cumming é o convidado especial do segundo episódio como o Sr. Ring-a-Ding, uma criatura alegre e divertida que vive em Sunny Town com sua amiga Sunshine Sally. Porém, em 1952, após anos de reexibições nos cinemas de todo o país, o Sr. Ring-a-Ding de repente olha para além da tela e vê o mundo real lá fora – e as consequências são assustadoras.
O showrunner, produtor executivo e roteirista Russell T. Davies disse: “Apenas Alan Cumming poderia trazer tanta inteligência, malícia, perigo e diversão a um desenho animado fugitivo. Ele torna todo o universo de Doctor Whomais fora do controle e louco do que nunca, e é uma verdadeira honra recebê-lo a bordo da TARDIS”.
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Sobre a 2ª temporada de Doctor Who
Na segunda temporada, o Doctor conhece Belinda Chandra e inicia uma jornada época para levá-la de volta à Terra. No entanto, uma força misteriosa está impedindo seu retorno e a equipe da TARDIS que viaja no tempo precisa enfrentar perigos, inimigos e terrores maiores do que nunca.
A nova temporada é estrelada por Ncuti Gatwa como o Doctor, Varada Sethu como Belinda Chandra e Millie Gibson como Ruby Sunday. O elenco convidado anunciado anteriormente conta com Rose Ayling-Ellis, Christopher Chung, Anita Dobson, Michelle Greenidge, Jonah Hauer-King, Ruth Madeley, Jemma Redgrave e Susan Twist. Além de Davies, os produtores executivos da série são Joel Collins, Phil Collinson, Julie Gardner e Jane Tranter.
Doctor Who é produzido pela Bad Wolf com o BBC Studios para a Disney Branded Television e BBC One e BBC iPlayer.
Do lendário criador Shinichirō Watanabe (Cowboy Bebop), LAZARUS é um novo suspense eletrizante que acompanha agentes secretos em uma corrida contra o tempo para encontrar uma vacina e salvar a humanidade. A aguardada série animada de 13 episódios estreia em 6 de abril, na Max e no canal [adult swim], com um novo capítulo semanalmente.
Marcando o retorno de Watanabe à ficção científica, LAZARUS se passa em 2052 e gira em torno do Hapna, um medicamento revolucionário criado pelo renomado neurocientista Dr. Skinner. Inicialmente aclamado por eliminar qualquer dor sem efeitos colaterais, o remédio revela sua verdadeira natureza três anos depois: todos que tomaram estão condenados à morte em apenas trinta dias. Agora, um grupo de agentes embarca em uma missão desesperada para encontrar Skinner e a única cura existente antes que seja tarde demais.
“Estamos falando de Watanabe – esta série combina personagens incríveis, uma trama cheia de adrenalina, direção brilhante e, claro, uma trilha sonora espetacular”, disse Michael Ouweleen, presidente do Adult Swim. “Somos muito sortudos por poder assistir esse gênio em ação.”
LAZARUS conta com sequências de ação coreografadas por Chad Stahelski (John Wick) e uma trilha sonora envolvente, assinada por artistas renomados do jazz e da música eletrônica, incluindo o saxofonista Kamasi Washington (West Coast Get Down), o produtor e DJ Floating Points (Floating Points Ensemble) e o músico Bonobo.
A série será exibida na Max e no [adult swim] com dublagem em inglês. Os episódios legendados em japonês vão estrear na plataforma de streaming e no canal linear um tempo depois da exibição em inglês – a data ainda será divulgada.
O elenco de voz em inglês inclui David Matranga como Dr. Skinner, Jade Kelly como Hersch, Jack Stansbury como Axel, Luci Christian como Chris, Bryson Baugus como Leland, Jovan Jackson como Doug, Annie Wild como Elaina e Sean Patrick Judge como Abel. LAZARUS é produzida pela Sola Entertainment e animada pelo Studio MAPPA.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
O Apple TV+ revelou o trailer da nova série de antologia “Side Quest“, produzida pela mesma equipe responsável pela adorada e elogiada comédia de trabalho “Mythic Quest“. Com estreia mundial na quarta-feira, 26 de março, no Apple TV+, “Side Quest” terá todos os quatro episódios disponíveis no mesmo dia em que estreia o último episódio da quarta temporada de “Mythic Quest”.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Side Quest
Uma expansão do universo de “Mythic Quest”, “Side Quest” apresenta a vida de funcionários, jogadores e fãs afetados pelo jogo, em formato de antologia. A série é estrelada por Rob McElhenney (“Mythic Quest”, “It’s Always Sunny on Philadelfia”), Anna Konkle (“PEN15”, “Depois da Festa”, “A Queda”), Derek Waters (“Drunk History”, “Zeroville: A Vida em Hollywood”, “Hot Streets”), William Stanford Davis (“Abbott Elementary”, “Swagger”, “Truth Be Told”), Bria Henderson (“The Good Doctor”, “Virginallity”, “Gravidez a Qualquer Custo”), Rome Flynn (“Chicago Fire”, “Com Amor”, “Memes & Nightmares”), Leonard Robinson (“Bulldozer”, “Amor Platônico”, “Universal Basic Guys”), Gary Kraus (“Cosmetic Crime”, “Barry”, “Chicago Fire”), Annamarie Kasper (“Home Free”, “Criminal Minds”, “Good Trouble”), Esai Morales (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”, “Jardim dos Desejos”, “Terror em Crescent City”) e Shalita Grant (“Você”, “Efeitos Colaterais”, “Abbott Elementary”).
“Side Quest” tem criação e produção executiva de Ashly Burch, John Howell Harris e Katie McElhenney, com Megan Ganz, Rob McElhenney, David Hornsby, Charlie Day, Todd Biermann, Nick Frenkel, Michael Rotenberg, Margaret Boykin e Genevieve Jones também assinando como produtores executivos.
A série é produzida para o Apple TV+ pela Lionsgate, 3 Arts Entertainment e Ubisoft.
A Netflix lançou, hoje, o último trailer da megaprodução The Electric State com Millie Bobby Brown, Chris Pratt e grande elenco. O filme é uma aventura de ficção retrofuturista dos diretores e irmãos Russo, que estreia dia 14 de março, na Netflix.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre The Electric State
No filme, Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) interpreta Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade em que robôs, que lembram desenhos animados e mascotes, já serviram aos humanos de forma pacífica. Esses robôs, agora, estão exilados após uma rebelião fracassada, mas tudo muda quando ela encontra Cosmo, um robô que a leva a acreditar que seu irmão Chris, está vivo e Keats (Chris Pratt, Guardiões da Galáxia, Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros) um contrabandista que vai se mostrar muito mais que um ânimo nessa jornada.
The Electric State tem direção de Anthony e Joe Russo e conta com estrelas como Millie Bobby Brown, Chris Pratt, o vencedor do Oscar Ke Huy Quan, Jason Alexander, Giancarlo Esposito, o indicado ao Oscar Stanley Tucci e Woody Norman. Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk emprestam seus talentos vocais na versão em inglês na dublagem dos robôs. O filme é baseado na graphic novel de Simon Stålenhag e tem roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.
E não para por aí! A partir do dia 18 de março, o público também poderá entrar no universo de The Electric State pelos olhos dos irmãos Chris e Michelle em The Electric State: Kid Cosmo, um novo jogo de aventura e quebra-cabeça em formato compacto. Este jogo se passa 5 anos antes dos eventos do filme, misturando jogabilidade e narrativa emocional para criar uma experiência imersiva. O jogo estará disponível para IOS e Android, exclusivamente para assinantes Netflix.
Neste domingo (2), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, organização responsável pelo maior prêmio da indústria da sétima arte mundial, realizou a 97ª edição do Oscar.
“Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, e fez história ao se tornar o primeiro filme brasileiro a ganhar o prêmio. O diretor Walter Salles dedicou o prêmio a Eunice Paiva, personagem central da trama, e a Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, que a interpretam no longa.
Na aguardada categoria de Melhor Atriz, a história se repetiu: assim como em 1999, quando Fernanda Montenegro foi desbancada pela iniciante Gwyneth Paltrow, com 26 anos, Fernanda Torres, sua filha, perdeu a estatueta para Mikey Madison – a estrela de “Anora” tem 25 anos e ainda está dando os primeiros passos de sua carreira.
“Anora” foi o grande vencedor da noite, com 5 prêmios; na sequência, “O Brutalista“, com 3 estatuetas, e empatados com 2 prêmios, “Duna: Parte 2″, “Emilia Pérez” e “Wicked“.
Saiba onde assistir a todos os filmes vencedores do Oscar 2025:
AINDA ESTOU AQUI
“Ainda Estou Aqui” se passa no Brasil da década de 1970 e é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva sobre sua mãe, Eunice Paiva. Na trama, uma mulher casada com um importante político precisa mudar sua vida completamente depois que ele desaparece durante a ditadura. A dona de casa se vê obrigada a virar ativista de direitos humanos após o sumiço de seu marido.
Anora, uma profissional do sexo do Brooklyn, conhece e se casa com o filho de um oligarca. Assim que a notícia chega à Rússia, seu conto de fadas é ameaçado quando os pais de seu marido partem para Nova York para anular o casamento.
Prêmios: Oscar de Melhor Roteiro Original, Melhor Montagem, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Filme
O Cardeal Lawrence é encarregado de executar o processo secreto de escolha do novo sumo pontífice após a morte inesperada do Papa. Uma vez que os líderes mais poderosos da Igreja Católica se deslocaram de todas as partes do mundo e estão trancados nos salões do Vaticano, Lawrence encontra-se no centro de uma conspiração e descobre um segredo capaz de abalar a própria fundação da Igreja.
“Wicked”, coestrelado por duas vencedoras do Grammy, Cynthia Erivo e Ariana Grande, é derivado do clássico “O Mágico de Oz” e baseado no musical homônimo, peça entre as mais prestigiadas da Broadway. O longa narra a história não contada das bruxas de Oz e nos apresenta Elphaba, uma jovem incompreendida por causa de sua pele verde incomum, e que ainda não descobriu seu verdadeiro poder. Sua vida muda ao cruzar o caminho de Glinda, moça popular e repleta de privilégios, mas que é incapaz de descobrir o seu coração.
Prêmios: Oscar Melhor Figurino e Melhor Design de Produção
Sinopse: Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen em uma guerra de vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Diante de uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele se esforça para evitar um futuro terrível que só ele pode prever.
Prêmios: Oscar de Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais
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A VERDADEIRA DOR
Os primos incompatíveis David e Benji se reúnem para um passeio pela Polônia em homenagem à amada avó. No entanto, a aventura toma rumos inesperados conforme as antigas tensões dos dois ganham força durante a investigação da história familiar.
Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais”, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, “A Substância” revela o preço oculto da perfeição.
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EMILIA PÉREZ
O filme acompanha Rita (Zoë Saldãna), uma advogada de um grande escritório que está mais interessado em libertar os criminosos do que em levá-los à justiça. Certo dia, ela recebe uma inesperada proposta: o líder do cartel, Manitas (Karla Sofía Gascón), a contrata para ajudá-lo a se retirar de seu negócio e realizar um plano que vem preparando secretamente há anos: tornar-se a mulher que ele sempre sonhou ser. A trama é livremente adaptada do romance ‘‘Ecoute’’, de Boris Razon.
Prêmios: Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Canção Original
Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma grande inundação, ele encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.
Durante meia década, um ativista palestino filma sua comunidade sendo destruída pela ocupação de Israel. No processo, acaba construindo uma improvável aliança com um jornalista israelense que quer se juntar à sua luta.
Prêmios: Oscar de Melhor Documentário de Longa-Metragem