O Hóspede Americano | Conheça a nova minissérie da HBO Max

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Para os fãs de histórias reais, estreia domingo, 26 de setembro, tanto na HBO Max quanto na HBO, a minissérie nacional O Hóspede Americano, que reconta em quatro episódios a expedição do ex-presidente dos EUA Theodore Roosevelt pela região amazônica, ao lado do explorador brasileiro Cândido Rondon.

O Pipocas Club teve o prazer de participar de uma super coletiva que rolou sobre O Hóspede Americano, com a presença ilustre do elenco, que inclui nomes como Aidan Quinn, Chico Diaz, Chris Mason e Dana Delany, fora, claro, o diretor Bruno Barreto (Última Parada 174) e o roteirista Matthew Chapman.

Confira tudo que vimos por lá:

Mas antes, sobre o que se trata a minissérie?

A trama de O Hóspede Americano se passa no início do século 20. Depois de uma dura derrota na campanha presidencial americana, Roosevelt parte em busca de sua juventude perdida na selva brasileira, ao lado de seu amigo de longa data Farrel Nash (David Herman) e do filho Kermit (Chris Mason), com o objetivo de explorar o último rio não cartografado do país: o Rio da Dúvida, em Rondônia.

Numa viagem repleta de perigos mortais, o ex-presidente conta com o apoio do sertanista, então militar responsável por interligar as regiões mais remotas do país. Nesta jornada, os dois homens de perfis distintos terão que testar os seus limites físicos e morais, além de aprender a lidar com suas personalidades conflitantes para sobreviver.

Veja o trailer:

Vamos à coletiva:

O Hóspede Americano é uma co-produção entre Brasil e EUA e mistura tanto os idiomas quanto atores de diferentes nacionalidades. O ator brasileiro Chico Diaz, por exemplo, vive o engenheiro militar Cândido Rondon, o segundo ser humano a receber em sua honra um meridiano com seu nome. Já Aidan Quinn dá vida ao popular ex-presidente dos EUA, Theodore Roosevelt. Mas foi o jovem Chris Mason (Wonderkid) que lutou para entrar na minissérie: “Mandei diversos testes depois que li o roteiro e estava rezando para conseguir o papel…”, lembrou ele.

O elenco concorda que o roteiro foi o maior chamativo para entrarem na produção: “Li alguns livros sobre o assunto após ler o ótimo roteiro, sobre a infância da Edith Roosevelt. Admiro o amor dela pelo marido. Foi uma Primeira Dama incrível e fico feliz de retratar ela de alguma forma na TV”, contou a atriz Dana Delany.

Mas, apesar da fama por aqui, os estadunidenses não conheciam tanto assim a figura de Rondon: “Eu realmente não era familiarizado com a sua importância para história, foi uma aula muito interessante pra mim”, disse Aidan Quinn, mas Delany contou que ela já conhecia a personalidade histórica. Mas o que Quinn realmente gostou foi entrar no mundo fantástico de Roosevelt: “Seu amor puro pela natureza é o que me fez me apaixonar por ele. E tudo isso em uma época que não se falava tanto de meio ambiente como hoje. Foi um dos maiores personagens da história americana, sem dúvida alguma. Bruno [o diretor] me ajudou a entrar nesse personagem de forma fantástica”.

Na natureza selvagem

Mas nem tudo são flores quando se grava da Floresta Amazônica, não é mesmo? Um dos assuntos mais abordados pelo elenco e a direção foi o quão perigoso – e exaustivo – foi gravar na selva. Para Chris, as cenas mais difíceis de fazer foram as cenas do rio, que foram longas, perigosas e estava muito frio: “Quando voltei para São Paulo, descobri que estava com uma larva de mosquito/mosca andando pela minha cabeça. Tive que ir para o hospital retirar, mas deu tudo certo depois. Isso que dá gravar na Amazônia”.

Aidan complementa dizendo que gravar na floresta Amazônica foi desafiador e as aranhas e cobras foram o menor dos problemas “Estava exausto em alguns momentos depois de gravar por 4 dias seguidos, quando chegamos em São Paulo para descansar um pouco e fazer as cenas restantes, eu estava cansado e não rendi como desejava”. Para o diretor, as cenas na selva eram perigosas demais de fazer e ele estava temeroso pelo elenco, mesmo com toda a segurança do set.

Seria um filme?

Mas você pode estar se perguntando: por qual motivo fazer uma minissérie de TV se a produção era de níveis cinematográficos? “Originalmente seria um filme para os cinemas, porém, depois de achar o elenco e o dinheiro necessário, a HBO leu o roteiro e disse que renderia uma ótima minissérie. Concordei que seria a decisão mais sábia e seguir por esse formato, com episódios de 1 hora de duração, era o jeito ideal para contar essa história”, disse Bruno Barreto.

Por fim, o roteirista Matthew Chapman comenta que tem esperanças dessa obra ajudar as pessoas a entender melhor o mundo em que vivemos hoje: “Espero que a minissérie ajude a conscientização da floresta amazônica, ainda mais agora, com tudo que está acontecendo, com o aquecimento global em andamento, as mudanças climáticas. Espero que essa série mostre a beleza dessa floresta e sua importância para o planeta”.

Já Barreto não parece estar tão esperançoso assim: “Hoje vivemos em um mundo polarizado e, sinceramente, não acho que as pessoas vão se conscientizar ou ajudar a mudar qualquer coisa através da minissérie, mas meu desejo, obviamente, seria que sim”.

Chris deseja que a minissérie possa unir ainda mais os EUA e o Brasil. “Esse relacionamento é forte”. Aidan conclui que “Vivi experiências que jamais vou esquecer e o Brasil multicultural é algo fantástico, fico feliz por ter feito isso”.

E aí, ficou interessado? O Hóspede Americano estreia dia 26 de setembro na HBO e HBO Max.


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