Início Site Página 99

Tudo o que você precisa saber antes de assistir ‘Branca de Neve’, novo live-action da Disney

Baseado na clássica animação de 1937, BRANCA DE NEVE, o novo filme em live-action que conecta o público com uma das histórias mais emblemáticas do legado cinematográfico da Disney, já está nos cinemas. Aqui está tudo o que você precisa saber sobre o novo filme estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot: 

RETORNANDO À MÁGICA HISTÓRIA QUE DEU INÍCIO A TUDO 

Rachel Zegler as Snow White in DISNEY’s live-action SNOW WHITE. Photo courtesy of Disney. © 2024 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

BRANCA DE NEVE da Disney, a nova versão em live-action do clássico de 1937, é uma aventura mágica que revive a inesquecível história com Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como sua madrasta, a Rainha Má. O filme tem direção de Marc Webb, com roteiro de Erin Cressida Wilson e produção de Marc Platt, p.g.a, e Jared LeBoff, p.g.a., como Callum McDougall como produtor executivo. 

“BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES foi uma grande obra de arte”, diz o produtor Marc Platt. “Foi o primeiro longa-metragem de animação com uma narrativa completa, com uma animação encantadora e inovadora. Para os espectadores de 1937, foi uma experiência imersiva que os transportou para um mundo único, com personagens que, ao longo dos anos, tornaram-se cativantes, músicas que ficaram no coração de gerações e uma história que continua sendo clássica”. 

Quando surgiu a oportunidade de criar uma nova versão em live-action do clássico, Marc Platt a aproveitou. O produtor, quatro vezes indicado ao Oscar®, e seu colega Jared LeBoff, rapidamente escolheram Marc Webb para dirigir o projeto. 

O QUE SERIA DA BRANCA DE NEVE SEM A RAINHA MÁ? 

A madrasta malvada da Branca de Neve é rígida e gélida. Seu olhar emana ira, e sua voz fria e calma provoca arrepios. Para Gal Gadot, dar vida a uma das personagens mais icônicas da história do cinema foi uma experiência que ela aproveitou do início ao fim. “Adorei o fato de que era algo completamente novo para mim como atriz. Interpretar uma vilã é empolgante, pois permite que você vá a lugares que não são acessados quando você interpreta uma personagem mais convencional. E em um musical, você pode fazer tudo de uma forma mais teatral e usar a linguagem corporal para exagerar o máximo possível. Foi uma personagem maravilhosa de interpretar”, explica Gadot

O diretor Marc Webb também enfatiza a teatralidade da personagem: “A Rainha Má tem que ser requintada. Ela tem que ser malvada e gostar de ser cruel. Além disso, a personagem tem um ar teatral, extravagante, quase paródico. Ela precisa ser expressiva e se divertir com a sua maldade, além de ser intimidadora e transmitir uma sensação de perigo. Gal conseguiu abraçar a teatralidade da personagem por completo e encontrou essa qualidade perigosa na qual reside o seu poder”. 

JONATHAN: UM ESPÍRITO REBELDE NA NOVA VERSÃO DE BRANCA DE NEVE 

O ator vencedor do Tony®, Andrew Burnap, dá vida ao personagem Jonathan, líder de um grupo de bandidos da floresta que se opõe à Rainha Má. Segundo Webb, Jonathan dá um toque de modernidade à história. “Marc deixou bem claro que queria que Jonathan fosse um personagem natural, que não parecesse alguém que vive em um mundo de contos de fadas. Ele é um personagem mais contemporâneo, alguém que quase tira sarro de todos os outros personagens do reino que se levam tão a sério”, diz o ator. 

Cínico e incrédulo, Jonathan vive fugindo da guarda da Rainha Má, buscando o que comer e um lugar para dormir todas as noites. “Quando Branca de Neve entra em sua vida, ele se surpreende com a inocência dela, mas também com sua ingenuidade. Ela não sabe como o mundo funciona fora dos muros do palácio. Jonathan começa bastante cínico, mas as forças do bem o inspiram e ele acaba percebendo que há algo no mundo pelo qual vale a pena lutar”, conclui Burnap. 

UM ECO DE UM CLÁSSICO: NOVAS CANÇÕES, A MESMA MAGIA 

A trilha sonora original do filme foi composta pelos vencedores do EGOT® Benj Pasek e Justin Paul, com a colaboração adicional de Jack Feldman. As canções foram produzidas por Benj Pasek, Justin Paul, Ian Eisendrath e Dave Metzger, e apresentam performances das estrelas da nova versão em live-action de BRANCA DE NEVE da Disney, bem como as vozes da clássica animação de 1937. 

“A Disney é um dos poucos lugares que realmente abraça o gênero musical como uma forma de arte, tanto na animação quanto em live-action”, afirma Pasek. “Eles sempre demonstram um compromisso em contar histórias através da música e expressar as emoções dos personagens por meio de canções. É uma bela combinação entre levar o teatro musical a um público maior e trazê-lo para a tela. E eles têm mantido esse legado vivo por muito tempo”. 

A trilha sonora de BRANCA DE NEVE em sua versão brasileira já está disponível em todas as plataformas digitais.  

BRANCA DE NEVE já está nos cinemas. 

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

LEIA TAMBÉM: 5 curiosidades sobre a Branca de Neve que talvez você não saiba


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

‘Ruptura’ é renovada para 3ª temporada pela Apple TV+

Tudo parece estar bem na Lumon Industries. Após a segunda temporada de “Ruptura” (“Severance”) quebrar recordes como a série mais assistida do Apple TV+, o fenômeno mundial e suspense de sucesso, vencedor dos prêmios Emmy e Peabody foi renovado para uma terceira temporada.

Produzida pelo produtor executivo e diretor Ben Stiller (“Uma Noite no Museu”, “Zoolander”, “A Vida Secreta de Walter Mitty”), “Ruptura” conta com um elenco estrelado, incluindo o indicado ao Emmy Adam Scott (“Parks and Recreation”), Britt Lower (“Jovem Solteiro à Procura”), Tramell Tillman (“Missão: Impossível 8”), Zach Cherry (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Jen Tullock (“Spirited: Um Conto Natalino”, também da Apple), Michael Chernus (“Gêmeas: Mórbida Semelhança”), Dichen Lachman (“Jurassic World Domínio”), o vencedor do prêmio Emmy John Turturro (“Barton Fink – Delírios de Hollywood”), o vencedor do Oscar Christopher Walken (“O Franco Atirador”, “Prenda-Me se for Capaz”, “Duna: Parte 2”) e a vencedora do Oscar e do Emmy Patricia Arquette (“Boyhood – Da Infância à Juventude”, “Medium: A Paranormal”).

Desde sua estreia muito celebrada, “Ruptura” tem sido constantemente elogiada como “uma das melhores séries de TV da última década”, “um fenômeno cultural” e “a melhor novidade da TV”.

Sobre Ruptura

O thriller sobre ambiente de trabalho, mundialmente elogiado e vencedor dos prêmios Emmy e Peabody, é do produtor executivo e diretor Ben Stiller é estrelado pelo indicado ao Emmy Adam Scott (“Parks and Recreation”), Britt Lower (“Jovem Solteiro à Procura”), Tramell Tillman (“Missão: Impossível 8”), Zach Cherry (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Jen Tullock (“Spirited: Um Conto Natalino”, também da Apple), Michael Chernus (“Gêmeas: Mórbida Semelhança”), Dichen Lachman (“Jurassic World Domínio”), o vencedor do Emmy John Turturro (“Barton Fink – Delírios de Hollywood”), o vencedor do Oscar Christopher Walken (“O Franco Atirador”, “Prenda-Me se for Capaz”, “Duna: Parte 2”) e a vencedora do Oscar e do Emmy Patricia Arquette (“Boyhood – Da Infância à Juventude”, “Medium: A Paranormal”). A segunda temporada apresenta os novos personagens regulares da série interpretados pelos atores Sarah Bock e Ólafur Darri Ólafsson.

Em “Ruptura”, Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe na Lumon, empresa onde os funcionários são submetidos a um procedimento que divide suas lembranças de modo cirúrgico entre seu trabalho e sua vida. Esta ousada experiência de “equilíbrio trabalho-vida” é posta em questão quando Mark encontra-se no centro de um mistério que o forçará a enfrentar a verdadeira natureza de seu trabalho… e a sua própria. Na segunda temporada, Mark e seus amigos descobrem as terríveis consequências de mexer com a barreira de ruptura, levando-os a um caminho de ainda mais sofrimento.

“Ruptura” tem produção executiva de Ben Stiller, que também dirige cinco episódios da nova temporada, além dos diretores Uta Bresiewitz, Sam Donovan e Jessica Lee Gagné. A série tem roteiro, criação e produção executiva de Dan Erickson. A segunda temporada de “Ruptura” tem produção executiva de John Lesher, Jackie Cohn, Mark Friedman, Beau Willimon, Jordan Tappis, Sam Donovan, Caroline Baron, Richard Schwartz e Nicholas Weinstock. Além de estrelar a série, Adam Scott e Patricia Arquette também assinam como produtores executivos. O estúdio é o Fifth Season.

A série foi bem recebida mundialmente pelos fãs e pela crítica. Escolhida como vencedora do AFI Awards (American Film Institute), “Ruptura” recebeu 14 indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série Dramática, Melhor Direção de Drama (Ben Stiller), Melhor Ator de Drama (Adam Scott) e Melhor Roteiro de Drama. A série conquistou os prêmios de Melhor Composição Musical para Série e Melhor Design de Abertura. A série também venceu dois prêmios do Writers Guild of America, de Melhor Série e Melhor Série de Drama, além de duas indicações do Screen Actors Guild e uma indicação do Producers Guild e do Directors Guild Awards.

A primeira e a segunda temporadas completas de “Ruptura” estão disponíveis em streaming no Apple TV+.

Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

‘June e John’ se reapaixonam pela vida no trailer do novo filme de Luc Besson; veja

A Diamond Films acaba de revelar o trailer oficial de JUNE E JOHN, novo filme do cineasta francês Luc Besson. Neste romance, que chega aos cinemas de todo o Brasil em 24 de abril, o diretor foge dos clichês ao retratar o poder transformador que o amor pode ter na vida de uma pessoa – no caso, na vida de John, jovem interpretado pelo Luke Stanton Eddy que se vê preso no marasmo da rotina até a chegada da fascinante e colorida June, vivida pela atriz Matilda Price.

Confira o trailer abaixo:

Sobre June e John

A trama de JUNE E JOHN segue John (Eddy), um homem comum cuja vida é marcada pela monotonia. Tudo muda quando ele conhece June (Price), uma mulher enigmática que rouba sua atenção. Fascinado por ela, John se vê imerso em um romance intenso, que o arrasta para uma jornada imprevisível, repleta de reviravoltas e surpresas. A cada dia, ele se vê diante de novas situações e desafios, e começa a descobrir um lado de si mesmo que jamais imaginou que existisse.

Com direção de Luc Besson, conhecido por ‘O Profissional‘ (1994), JUNE E JOHN se destaca por seu estilo visual único e foi aclamado em festivais internacionais, incluindo sua exibição no Festival de Berlim deste ano.

JUNE E JOHN chega aos cinemas dia 24 de abril com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Novo e ousado drama em francês da Apple,”Carême – O Rebelde da Culinária” ganha trailer e data de estreia

O Apple TV+ revelou o provocante trailer do novo drama em língua francesa “Carême – O Rebelde da Culinária” (“Carême”), protagonizado pelo vencedor do prêmio César (da academia de cinema da França) Benjamin Voisin (“Lost Illusions”, “Summer of 85”), pelo indicado para o César Jérémie Renier (“My Way”, “Saint Laurent”), pela vencedora do César Lyna Khoudri (“Papicha”, “November”) e por Alice Da Luz (“Hanami”, “And The Party Goes On”).

A série é dirigida pelo elogiado cineasta Martin Bourboulon (“Les Trois Mousquetaires: D’Artagnan”, “Eiffel”). “Carême – O Rebelde da Culinária” estreia mundialmente, no Apple TV+, na quarta-feira, 30 de abril, com os dois primeiros episódios, seguidos por um novo semanalmente, todas as quartas-feiras até 11 de junho.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Carême – O Rebelde da Culinária

“Carême – O Rebelde da Culinária” segue a história empolgante do primeiro chef celebridade do mundo, Antonin Carême (Voisin), que partiu de uma origem humilde em Paris para o topo do estrelato culinário da Europa do período napoleônico (início do século XIX).

Enquanto ele sonha em se tornar o chef mais famoso do mundo, seu talento e ambições atraem as atenções de renomados e poderosos políticos, que o usam como espião para a França. Determinado a escapar da pobreza e realizar seu sonho, Carême pode escolher entre a vingança ou ter tudo — mulheres, riqueza, fama —, mas qual será o custo? Seu amor? Sua alma? Sua vida?

Inspirada no livro “Cooking for Kings: The Life of Antonin Carême, The First Celebrity Chef”, do multipremiado historiador e ator Ian Kelly (“The King’s Man”), a produção foi criada por Kelly e Davide Serino (“The Bad Guy”, “M. Son of the Century”, “Esterno Notte”). “Carême – O Rebelde da Culinária” tem produção executiva de Vanessa van Zuylen (“Um Amor à Altura”, “Eiffel”, “Cooking for Kings”), da VVZ Production, e Dominique Farrugia (“La stratégie de l’échec”, “Vidocq – O Mito”), da Banijay’s Shine Fiction, para o Apple TV+. A série foi filmada em locais icônicos de Paris e arredores, incluindo a Opéra Garnier, o Palácio das Tulherias, o Palácio Real e outros.

Carême – O Rebelde da Culinária estreia dia 30 de abril na Apple TV+.

Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

10 Filmes de terror sobre cultos e conspirações sinistras

De comunidades próximas com segredos obscuros a adoradores do Diabo, cultos e conspirações são partes essenciais do gênero de terror. Para ilustrar essa afirmação, selecionamos 10 filmes de terror que se desdobram sobre tais temas para que você perceba que as vezes é melhor ficar sozinho do que muito mal acompanhado ao lado de pessoas amigáveis, sempre prontas para te receber com os braços abertos, facas afiadas e alguns demônios na manga.

A CONSPIRAÇÃO (The Conspiracy), 2012

Disponível no Darkflix+

Dois cineastas independentes resolvem produzir um documentário sobre Ian Anderson, um renomado teórico da conspiração. Apesar do ceticismo, a dupla passa a suspeitar quando Anderson aparece morto. Eles decidem continuar com o projeto e iniciam uma investigação. Logo descobrem informações sobre uma suposta sociedade secreta chamada Tarsus Club.

Apesar de todos os avisos, eles tentam se infiltrar e acabam descobertos. Agora, os jovens conhecerão a verdade da forma mais dolorosa possível. Em formato found footage, “A Conspiração” faz o espectador refletir sobre questões relevantes.

OS DEMÔNIOS (The Devils), 1971

Disponível no Darkflix+

O roteiro de “Os Demônios” foi inspirado na obra “Os Demônios de Loudon”, de Aldous Huxley que aborda o caso real de uma suposta possessão de freiras de um convento do interior da França por diferentes demônios. O caso ocorreu entre os anos de 1634 e 1637 e também conta com uma análise historiográfica realizada pelo escritor Michel de Certeau.

No longa, acompanhamos o desenrolar da acusação contra um padre que aparentemente se envolveu com rituais de bruxaria no século XVII. A madre superiora, interpretada pela maravilhosa Vanessa Redgrave, é a primeira a apresentar os sintomas de possessão e logo outras freiras começam a entrar no mesmo estado. Nesta trama diabólica, a profanação e o pecado gravitam entre os personagens.

O SACRAMENTO (The Sacrament), 2013

Neste pseudo-documentário, o fotógrafo Patrick e dois colegas de trabalho viajam até Eden Parish, uma comunidade onde sua irmã mora desde que começou um tratamento contra as drogas. Quando chegam, encontram pessoas extremamente felizes e satisfeitas com o local e seus métodos, mas logo descobrem algo sinistro por trás do cenário aparentemente tranquilo. “O Sacramento” foi dirigido por Ti West, cineasta conhecido pela subversão no âmbito do terror, tendo passado por tramas sobre vampiros, ocultismo e atividades paranormais.

SEITA MORTAL (Red State), 2011

Disponível no Prime Video. Clique aqui para assinar.

“Seita Mortal”, o primeiro longa-metragem de terror do diretor Kevin Smith, conhecido pelos filmes “O Balconista”, “Procura-se Amy”, “Tiras em Apuros” e “Menina dos Olhos”, traz três jovens que saem em busca de sexo e aventura. O caminho dos adolescentes se cruza com o de uma seita de fanáticos religiosos fundamentalistas que discriminam homossexuais e pervertidos.

Sem saber que caíram em uma armadilha, o trio é raptado pelos seguidores do pastor Aden Cooper que pretende torturar e matar os jovens durante um de seus cultos. Religião, autoritarismo e muito sangue compõem a trama do filme.

O BEBÊ DE ROSEMARY (The Rosemary’s Baby), 1968

Disponível no Paramount+. Clique aqui para assinar.

Ícone do terror, “O Bebê de Rosemary” é baseado no livro homônimo da autora Ira Levin e conta uma história capaz de assustar o mais destemido espectador. Na trama acompanhamos Rosemary e Guy, um jovem casal em busca de um lar para iniciar a vida.

Eles se mudam para um apartamento em Nova York e lá são recebidos calorosamente por seus peculiares vizinhos. Logo depois Rosemary engravida, pouco a pouco ela passa a ter estranhas alucinações e pesadelos e começa a suspeitar que seu marido e os prestativos vizinhos estão envolvidos com um culto satânico.

BASKIN (Baskin), 2015

Disponível no Darkflix+.

Longa turco do cineasta Can Evrenol, “Baskin” é um terror infundido com folclore e surrealismo. A história acompanha um grupo de policiais que atendem a um pedido de ajuda e inadvertidamente acabam no inferno. E isso não é uma metáfora, eles realmente atravessam a barreira entre as dimensões e acabam em um lugar de sofrimento e dor.

Lá, se tornam vítimas de um culto maligno que realiza rituais satânicos em nome do mestre das trevas. “Baskin” apresenta elementos da cultura turca em uma história sangrenta e visceral capaz de assustar pessoas de qualquer nacionalidade.

TODAS AS CORES DO MEDO (Tutti i colori del buio), 1972

Disponível no Darkflix+.

Neste giallo dirigido por Sergio Martino, acompanhamos Jane Harrison, uma mulher atormentada por fantasmas do passado e por uma gravidez interrompida drasticamente. O acidente lhe faz recordar memórias terríveis da sua infância e ela passa a ter visões estranhas. Insegura e sem saber em quem confiar acredita que está sendo manipulada por uma macabra seita de adoradores do demônio.

MANDY: SEDE DE VINGANÇA (Mandy), 2018

Disponível no Prime Video. Clique aqui para assinar.

Com mais de 40 indicações e 13 prêmios ganhos em Associações de Críticos e Festivais pelo mundo, “Mandy: Sede de Vingança” traz Nicolas Cage em uma de suas melhores atuações. Na trama simples e eficiente, situada em 1983, acompanhamos Red Miller, um sujeito humilde, que trabalha como lenhador. Sua rotina é monótona, ele vive isolado com sua companheira, Mandy, numa cabana em meio a floresta. Ela acredita no ocultismo, e adora ler livros sobre bruxaria, seu interesse pelo assunto chama a atenção do líder de um culto religioso que decide sequestra-la. O ato desencadeia a fúria de Red e ele não poupará ninguém até conseguir sua vingança.

BÊNÇÃO MORTAL (Deadly Blessing), 1981

Disponível no Darkflix+.

Em “Bênção Mortal”, o cineasta Wes Craven de “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”, traz uma história tensa apoiada em elementos sobrenaturais, que foge do banho de sangue e da violência brutal vistos em seus filmes anteriores. Na trama, conhecemos Jim e Martha, um casal de jovens que moram em uma região rural do Estados Unidos. Após o primeiro ano de casamento, Jim (que mais tarde descobrimos ser um ex-membro de uma seita religiosa extremista) sofre um acidente misterioso e não resiste aos ferimentos.

Em luto, Martha vai para Los Angeles a convite de duas amigas, mas logo as três se tornam alvos de sombrios acontecimentos. A seita estaria envolvida em tais eventos, qual o interesse do grupo em Martha? O elenco conta com a atriz Sharon Stone, que anos mais tarde protagonizaria o grande sucesso “Instinto Selvagem”.

GRITO DE PAVOR (Taste of Fear), 1961

Disponível no Darkflix+.

Em “Grito de Pavor”, suspense produzido pela britânica Hammer, uma jovem cadeirante terá que provar que não está louca. Após perder a mãe e descobrir que seu pai está desaparecido, a jovem Penny Appleby decide retornar à casa que morou na infância. Lá, é calorosamente recebida pela sua atual madastra. Porém, logo nos primeiros dias em sua nova residência, Penny passa a ter visões fantasmagóricas e estes misteriosos acontecimentos irão fazê-la concluir que há uma conspiração macabra contra ela. Resta saber o motivo, há alguém por trás disso, ou ela está mesmo perdendo a lucidez?

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

Greg Kinnear entra para o elenco de “Margo’s Got Money Troubles” ao lado de Elle Fanning, Nicole Kidman e Michelle Pfeiffer

O Apple TV+ anunciou que o indicado ao Oscar Greg Kinnear junta-se ao elenco de “Margo’s Got Money Troubles“, a nova série original da Apple. Kinnear (“Black Bird”, da Apple, e “Shining Vale”) interpretará o papel de ‘Kenny’.

Criado pelo premiado showrunner David E. Kelley (“Big Little Lies”, “O Desafio”, “L.A. Law”), o novo drama é estrelado por Elle Fanning (“Super 8”, “Demônio de Neon”, “Um Lugar Qualquer”) no papel principal, ao lado da vencedora do prêmio Emmy Nicole Kidman (“Moulin Rouge: Amor em Vermelho”, “As Horas”, “Reencontrando a Felicidade”) e Michelle Pfeiffer (“Susie e os Baker Boys”, “Hairspray: Em Busca da Fama”, “Revelação”), com Fanning, Kidman e Pfeiffer também assinando como produtoras executivas. O projeto é produzido pela A24.

Sobre Margo’s Got Money Troubles

“Margo’s Got Money Troubles” é uma nova série dramática de oito episódios adaptada do elogiado romance de Rufi Thorpe publicado por William Morrow. Além de Fanning, Kidman e Pfeiffer, o elenco também tem o vencedor do Emmy, Nick Offerman e Thaddea Graham. 

“Margo’s Got Money Troubles” é produzida para o Apple TV+ pela A24. David E. Kelley assina como showrunner, roteirista e produtor-executivo ao lado de Elle Fanning, Dakota Fanning e Brittany Kahan Ward pela Lewellen Pictures; Nicole Kidman e Per Saar pela Blossom Films; e Matthew Tinker pela David E. Kelley Productions. Michelle Pfeiffer, a autora Rufi Thorpe e Eva Anderson também são produtoras-executivas.

A série marca a mais nova colaboração entre o Apple TV+ e David E. Kelley, que é showrunner de “Acima de Qualquer Suspeita”, série de sucesso mundial baseada no romance policial homônimo de Scott Turow e recentemente renovada para a segunda temporada.

Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Crítica | Adolescência – não há respostas

É quase irônico que, tão logo após a Netflix lançar The Eletric State, um dos maiores enlatados já concebidos pela gigante do streaming, a mesma apresente algo do naipe de Adolescência, sua nova minissérie em 4 capítulos que, não é equivocado afirmar, chega como a nova Bebê Rena da marca audiovisual.

E não somente pelo fato de ser uma série limitada que se conclui em si mesma e filmada com, provavelmente, a melhor equipe técnica que se pode ter ao lado para dar alguma pompa classuda para um projeto de temática emocionalmente carregada, mas na própria visão de seus autores sobre como tais narrativas precisam ser formadas afim de gerar um engajamento com o público para além do choque inicial: Enquanto Bebê Rena fragmentava sua linearidade para refletir a confusão interna de Richard Gadd sobre suas experiências (lembrem que ela é autobiográfica), Adolescência constrói recortes de um momento trágico em uma pequena cidade, explorando diferentes perspectivas sobre a suspeita de assassinato cometida por um garoto de 13 anos. E claro, os dois projetos chegaram de sorrateiro no catálogo do streaming para explodir na audiência e até mesmo em teorias do público em seguida.

Ao menos no caso de Bebê Rena, porque com Adolescência, não há teorias que se sustentem. E se existe alguma, desvendá-las ou chegar num denominador comum passa bem longe do que os showrunners Stephen Graham (que interpreta o pai do garoto suspeito do crime) e Jack Thorne (que já trabalhou com Graham em diversas ocasiões) desejam para os 4 episódios da produção, cada um com 1h de duração e elaborados como gigantescos plano-sequências que nos jogam em tempo real na investigação do que aconteceu, como aconteceu e por que aconteceu.

Prometo abandonar quaisquer comparações com Bebê Rena após a próxima colocação, mas, diferente da condescendência do projeto de Gadd, que apesar de tentar, jamais se justifica como um narrador tão confiável quanto a narrativa acredita que ele seja, Adolescência nasce das leituras de Graham sobre casos verídicos e recorrentes sobre jovens garotos assassinando jovens garotas, aparentemente sem um motivo que “justifique” tais atos hediondos sendo cometidos por crianças. É importante para Adolescência nascer com esse distanciamento de quem não viveu a tragédia, mas é empático o suficiente para se questionar de onde vem e tudo isso e como falar sobre.

Pois claro, Adolescência é o tipo de projeto facilmente escorregadio na direção do sensacionalismo. E confesso, pessoalmente estava até desconfiado que a proposta de 4 episódios inteiros em plano-sequência levasse a produção para esse lugar de espetacularização da dor. Mas é nessa distância que lhe permite olhar os casos de fora que os showrunners triunfam, inicialmente, no roteiro dos episódios: como pessoas de fora, não há respostas para tudo, mesmo que teimemos em procurá-las.

E se não há para eles, tampouco há para nós, espectadores. E menos ainda para a família dos envolvidos. Adolescência é um projeto de apontamentos, mas quase livre de julgamentos internos ou externos por parte de seus realizadores. É uma minissérie que tenta identificar alguma pequena raiz de onde nasce o problema, mas jamais com a pretensão de encontrar respostas claras ou satisfatórias sobre tudo. É sobre botar o dedo na ferida e permitir que a dor nos acorde para as urgências. 

A temática e sua “mensagem”, é claro, são fortes. Mas os realizadores entendem que um projeto audiovisual jamais sobreviveria somente pela provocação de sua temática, e é na engenhosidade formal que a minissérie encontra um trunfo à altura de seu tema para dar força às suas provocações.

O plano-sequência em tempo real, sem nenhuma transição em cada hora de duração, intensifica a imersão na montanha de dúvidas e incertezas pelas quais todos os personagens passam. Aliás, é impressionante que, em somente quatro episódios, absolutamente todos os envolvidos que estejam ligados de alguma forma ao caso sejam trabalhados com um quê de complexidade em seus backgrounds que igualmente não oferece finais felizes ou resoluções satisfatórias, mas deixam claro o porquê daquele assassinato mexer tanto em seus íntimos.

No primeiro episódio, que acompanha a prisão de Jamie (Owen Cooper, das revelações mirins mais assombrosas que vejo em anos) e sua família tentando entender o que aconteceu enquanto participa dos procedimentos na delegacia como tutores do garoto. O ritmo não chega a ser dos mais orgânicos, já que há processos demais para caberem num único episódio e a narrativa visivelmente se acelera em algum momento, mas é notável o cuidado do diretor Philip Barantini (que comanda todos os episódios) em não somente transmitir o pânico do garoto e sua família, mas também os processos legais e exaustivos dentro da própria polícia até chegarmos num primeiro interrogatório, de fato.

E não há tempo para respirar: o desfecho tira essa primeira hora do lugar de whodunit para, em seguida, ir em busca do “por quê” no segundo episódio.

Quando corajosamente abandona a configuração familiar e a câmera se concentra em acompanhar os dois policiais que cuidam do caso numa visita à escola onde Jamie estudava, o escopo temático da minissérie ganha proporções poderosas quando começa a desvendar o que há por detrás das motivações: bullying, masculinidade tóxica, o lugar da subcultura incel na atual geração e como o acesso cada vez mais livre à internet influencia novos comportamentos nocivos, e também a dificuldade do mundo adulto em enxergar o que existe para além do que seus olhos podem ver sobre a realidade de uma geração que se sente incompreendida e, portanto, se debruça sob uma linguagem e códigos próprios para se isolar numa dinâmica de isolamento.

Os retratos estão ali, e mesmo que o roteiro (novamente, 1h de episódio ainda é pouco para tanto) não se aprofunde em nenhum deles, as situações construídas dentro do cenário escolar são suficientes para deixar claro o peso de como aquela geração lida com todas estas questões a seu modo, em especial no belo diálogo entre o policial Luke Bascombe (Ashley Walters) e seu filho.

No recorte que o terceiro episódio oferece para o caso, o jovem Jamie se encontra na última sessão psicológica com Briony (Emily Doherty), que está escrevendo um perfil psicológico sobre o garoto. Em sua hora, este episódio talvez seja o mais perturbador em suas nuances, não somente por passear com extremo detalhismo pelas atitudes manipuladoras de Jamie, que vão da inocência e confusão à misoginia em questão de segundos, mas também pela naturalidade com que o jovem ator transita entre tantas camadas e reações, sem deixar a dever para uma atriz como Doherty, que possui The Crown no currículo, só para citar um exemplo.

O embate de igual para igual entre dois atores de gerações completamente diferentes é impressionante de ver, principalmente por como ambos entendem o papel de seus personagens naquele confronto onde máscaras vão caindo e a sociopatia inevitável de Jamie se revela. O longo tempo de respiro que a terapeuta dá ao final do episódio é o do próprio espectador.

No episódio que “finda” essa narrativa de horrores, e entre aspas mesmo, pois esse é o tipo de horror que jamais irá abandonar o restante da vida daqueles indivíduos, acompanhamos a família de Jamie meses após tudo, prestes a acontecer o julgamento de Jamie e tentando recuperar alguma normalidade em suas vidas, apesar de tudo.

Este finale, em especial através dos pais do garoto, evidencia que definitivamente não há respostas prontas para tudo que aconteceu, e o que resta é tentar absorver a culpa, a raiva e o ressentimento por algo que nunca será compreendido em sua totalidade, condenando aquelas pessoas a um martírio sem fim. E, novamente, a distância com que Graham e Thorne enxergam essa história permite que ela fuja das armadilhas do sentimentalismo oportunista e desenvolva um olhar empático sobre a condenação daquelas pessoas através de uma tragédia nunca prevista ou imaginada. A cena que fecha a narrativa com o pai é de deixar o coração em pedaços.

E na sua abordagem fílmica, sobre como a câmera pode olhar e analisar todas as camadas e nuances do caso, o diretor Philip Barantini se alinha com muito êxito às próprias ideias do texto de Graham e Thorne, abrindo todos os espaços possíveis para que o elenco também dê vida a todos os sentimentos complexos e confusos pelos quais todas aquelas figuras, ligadas direta ou indiretamente ao caso, irão passar. Nesta ideia ousada de tornar cada capítulo um recorte único, Adolescência justifica muitíssimo bem as atenções que tem ganhado até o momento.

Nota: 8/10

LEIA TAMBÉM:

Publicidade

A Ascensão das Apostas Esportivas no Brasil

Nos últimos anos, o Brasil presenciou um aumento expressivo no número de plataformas de apostas esportivas. Essa tendência é parcialmente impulsionada por eventos internacionais e campeonatos nacionais, que atraem milhões de apostadores interessados em testar suas habilidades e intuições. O crescimento do acesso à internet e de dispositivos móveis também proporcionou um ambiente propício para que essas plataformas proliferassem.

As apostas esportivas tornaram-se mais acessíveis e interativas, permitindo que os jogadores se envolvam de maneira mais profunda com seus esportes favoritos. Não se trata apenas de prever resultados, mas de uma experiência que pode incluir estatísticas detalhadas, transmissões ao vivo e interações sociais.

Impactos Econômicos e Sociais

O impacto das apostas esportivas é sentido em diversas frentes no Brasil. Do ponto de vista econômico, as plataformas de apostas contribuem significativamente para a arrecadação de impostos e a geração de empregos. Além disso, elas patrocinam equipes e campeonatos, injetando recursos financeiros essenciais para o desenvolvimento do esporte no país.

Socialmente, as apostas oferecem uma nova forma de entretenimento para os torcedores, promovendo maior interação e engajamento com os eventos esportivos. No entanto, esse cenário também levanta questões sobre as potenciais implicações sociais, como o risco de vício em jogos de azar, que precisa ser abordado com responsabilidade.

As Parcerias entre Clubes e Empresas de Apostas

Uma das transformações evidentes é a aproximação entre clubes de futebol e empresas de apostas. Patrocínios esportivos se tornaram uma estratégia comum utilizada pelas plataformas para aumentar sua visibilidade e estabelecer uma imagem de marca sólida. Clubes de destaque têm fechado parcerias que resultam em patrocínios de camisas, reformas de estádios e até prêmios para torcedores.

Essas parcerias não apenas beneficiam os clubes financeiramente, mas também oferecem aos torcedores novas maneiras de se conectar com seu esporte favorito. Promoções exclusivas e experiências únicas para os apostadores se tornaram comuns, o que auxilia na fidelização dos clientes e na criação de uma base de fãs leais.

Desafios e Considerações Éticas

Enquanto as apostas esportivas oferecem uma gama de benefícios para o futebol brasileiro, também surgem desafios que não podem ser ignorados. A preocupação com a integridade dos jogos é uma questão séria, com a necessidade de monitorar e evitar manipulações de resultados.

Além disso, a proteção dos consumidores deve ser uma prioridade. A conscientização sobre os riscos relacionados ao jogo compulsivo precisa ser promovida por meio de campanhas educativas e apoios específicos. A implementação da bacbo demo oferece uma alternativa segura e regulada para aqueles que desejam participar desse tipo de atividade.

As discussões em torno da nova Lei Brasileira de Apostas, que visa regulamentar e supervisionar essa indústria, têm sido essenciais para estabelecer diretrizes claras e justas. Com ela, espera-se que as atividades de apostas cresçam de maneira sustentável e segura, contribuindo para o desenvolvimento econômico enquanto protegem os interesses dos participantes e do público em geral.

Publicidade

Elio, novo filme da Pixar, ganha trailer inédito e divertido; assista

ALIEN BONDS – Elio (voice of Yonas Kibreab), a space fanatic with an active imagination, finds himself on a cosmic misadventure where he must form new bonds with eccentric alien lifeforms, eccentric alien lifeforms, including Glordon (voice of Remy Edgerly), a tender-hearted princeling. Directed by Madeline Sharafian, Domee Shi and Adrian Molina, and produced by Mary Alice Drumm, Disney and Pixar’s “Elio” releases in theaters June 20, 2025. © 2025 Disney/Pixar. All Rights Reserved.

Em 19 de junho, os amantes do cinema conhecerão Elio (voz em inglês de Yonas Kibreab), um garoto de 11 anos cujo maior desejo é ser abduzido por alienígenas, sua tia Olga (voz em inglês de Zoë Sadaña) e Glordon (voz em inglês de Remy Edgerly), o inesperado primeiro amigo de Elio que, por acaso, é um alienígena.

Nessa aventura para as telonas do cinema, Elio viajará milhões de quilômetros pelo universo, encontrando diversas criaturas de outro mundo que poderão ajudá-lo a descobrir exatamente a que lugar ele pertence. 

O novo trailer e pôster de ELIO já estão disponíveis. Confira abaixo:

Sobre ELIO

Durante os séculos, os seres humanos enviaram mensagens ao universo em busca de respostas e no novo filme da Disney e Pixar, ELIO, o universo responde! Essa aventura apresenta Elio, um menino apaixonado pelo espaço, com uma imaginação fértil e uma grande obsessão por alienígenas. Quando ele se vê transportado, sem querer, para o Comuniverso, uma organização interplanetária que abriga representantes de galáxias de todo o universo, Elio entra sem hesitar nessa missão épica. Identificado erroneamente como o embaixador da Terra no universo e sem nenhum preparo para esse tipo de pressão, Elio deve forjar novos laços com formas de vida extraterrestre excêntricas, enfrentar crises de proporções intergalácticas e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente está destinado a ser.

Dirigido por Madeline Sharafian (TOCA do Sparkshorts), Domee Shi (BAO, RED – CRESCER É UMA FERA) e Adrian Molina (corroteirista e codiretor de VIVA – A VIDA É UMA FESTA) e produzida por Mary Alice Drumm (produtora associada de VIVA – A VIDA É UMA FESTA), o filme conta com as vozes em inglês de Zoe Saldaña como Tia Olga, Brad Garrett como o Lorde Grigon, Jameela Jamil como a Embaixadora Questa e Yonas Kibreab como o personagem principal. 

ELIO estreia nos cinemas em 19 de junho de 2025.

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer comentar filmes e séries com a gente? Entre para o nosso canal no Instagram.

Publicidade

Filme brasileiro “Baby” ganha novo prêmio internacional e chega aos cinemas na França, Alemanha e Suíça

Em cartaz no Brasil há dez semanas, “Baby”, de Marcelo Caetano, recebeu o prêmio de Melhor Interpretação para Ricardo Teodoro no Écran Mixtes, Festival de Cinema Queer de Lyon, na França. Christine Vachon, produtora de filmes como “Carol” e “May December”, foi a presidente do júri desta edição.

Além do anúncio de seu 28º prêmio, ” Baby” estreou na França, dia 19 de março, em 27 salas, com excelente recepção da crítica local. O lançamento na Alemanha é amanhã, 20, e na Suíça, dia 26. O filme também segue em exibição pela segunda semana na Eslováquia. 

Índice

Sobre Baby

‘Baby’ narra a história de uma paixão tumultuada, de uma amizade cheia de desencontros. De acordo com o diretor, os personagens principais se conhecem em um momento de abandono e formam uma nova família e, apesar das diferenças e dos atritos, se agarram um ao outro.  

O longa, que traz ainda no elenco principal nomes como João Pedro Mariano e Ricardo Teodoro, Luiz Bertazzo, Marcelo Varzea, Mauricio de Barros, Patrick Coelho, Kyra Reis, Baco Pereira, Sylvia Prado, Ariane Aparecida, Victor Hugo Martins e Kelly Campello, marca mais um projeto do diretor Marcelo Caetano rodado no Centro de São Paulo. 

O filme é uma coprodução oficial Brasil-França-Holanda e contou com recurso públicos geridos pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o apoio do Aide Aux Cinémas Du Monde, Centre National Du Cinéma Et de L’Image Animée e do Institut Français. Foi produzido com o apoio do Hubert Bals Fund (HBF) do Festival de Roterdã e do Netherlands Film Fund (NFF). É uma coprodução da Spcine, Telecine, Canal Brasil e Vitrine Filmes, que também assina a distribuição. 

LEIA TAMBÉM:


Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: FacebookTwitterInstagramYoutube e também no Google News

Quer receber notícias direto no seu celular? Entre para o nosso grupo no WhatsApp ou no canal do Telegram.

Publicidade