O jogo final está prestes a começar! A Netflix divulgou, durante o TUDUM, o trailer oficial da terceira e última temporada de Round 6. O evento reuniu fãs da série e os atores que compõem o elenco das temporadas 2 e 3. Além disso, as imagens inéditas recém-divulgadas revelam que este será o capítulo mais brutal da trama, marcando o auge da série que se tornou um fenômeno global.
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Sobre a 3ª temporada de Round 6
A última temporada de Round 6 acompanha Gi-hun (Lee Jung-jae), que perdeu seu melhor amigo no jogo e foi levado a um verdadeiro estado de desespero pelo Líder (Lee Byung-hun), que ocultou sua verdadeira identidade para se infiltrar. Gi-hun continua firme no objetivo de acabar com o jogo, enquanto o Líder dá seu próximo passo, e as escolhas dos jogadores sobreviventes terão consequências mais graves a cada jogada.
A terceira temporada de Round 6 conclui o thriller recordista do criador Hwang Dong-hyuk, que se tornou um fenômeno cultural e de audiência. A primeira temporada é a série de língua não inglesa mais assistida da Netflix.
A terceira temporada de Round 6 estreia em 27 de junho na Netflix.
A Netflix e Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) anunciaram, durante o Rio2C, um acordo de cooperação para potencializar o turismo por meio das produções audiovisuais brasileiras. A iniciativa reconhece o papel estratégico do audiovisual como vetor de desenvolvimento econômico, projeção internacional e valorização da cultura nacional.
O anúncio foi feito durante o painel “Netflix e Embratur apresentam uma nova temporada — chegou a hora de viver a sua própria história”, com a presença de Marcelo Freixo, presidente da Embratur, Mariana Polidorio, diretora de Políticas Públicas da Netflix, e da atriz Fernanda Souza, apresentadora do reality da Netflix Ilhados com a Sogra, que teve suas duas temporadas gravadas em praias dos estados de São Paulo e Alagoas.
Inspirada em experiências internacionais bem-sucedidas da Netflix em países como França e Espanha, a iniciativa prevê um vídeo promocional que associa o potencial turístico do Brasil a produções que já conquistaram o público global, como Cidade Invisível, gravada na Floresta Amazônica, Casamento às Cegas Brasil, com temporadas filmadas em destinos como Amparo (SP) e Bom Jardim da Serra (SC), e Sintonia, que destaca as paisagens urbanas da periferia de São Paulo.
“O audiovisual é uma ferramenta poderosa, fundamental também para a promoção turística. Muitas pessoas decidem seus destinos de viagens incentivadas por algum filme ou série que assistiram. O conteúdo audiovisual e o talento brasileiro são reconhecidos pela qualidade, carregam a nossa identidade cultural e conquistam, cada vez mais, corações em todo o mundo. Essa parceria é uma forma de transformar a força das histórias brasileiras em conexões reais”, afirma Marcelo Freixo, presidente da Embratur.
A parceria também prevê o lançamento de um guia de viagem que reunirá roteiros e experiências turísticas baseadas em títulos de destaque da Netflix, que tiveram alto engajamento local e global, e que refletem os principais ativos culturais que a Embratur deseja promover. O material será lançado no final deste ano e refletirá sobre os ativos culturais e naturais promovidos pela Embratur.
“Temos um compromisso de longo prazo com o Brasil. Sabemos que as histórias que contamos ajudam a projetar o país para o mundo e geram impacto direto na economia local, na cultura brasileira e no turismo aqui no Brasil, tanto de público doméstico, quanto internacional”, afirma Mariana Polidorio, diretora de Políticas Públicas da Netflix.
A parceria reforça o potencial do audiovisual como aliado na promoção do Brasil como destino turístico e um cenário de histórias, além de marcar um passo importante na articulação entre cultura, turismo e desenvolvimento econômico.
O Apple TV+ anunciou uma nova série ainda sem título oficial estrelada e com produção executiva do vencedor do prêmio Tony e indicado aos prêmios Emmy e Globo de Ouro Liev Schreiber (“O Casal Perfeito”,”Ray Donovan”) e da indicada ao Emmy Zazie Beetz (“Atlanta”, “Deadpool 2”), atuando ao lado do vencedor do prêmio SAG (do sindicato dos atores dos EUA) Stephen Graham (“Adolescência”, “Boardwalk Empire: O Império do Contrabando”, “Greyhound: Na Mira do Inimigo”, da Apple).
A trama é baseada nos romances policiais mais vendidos internacionalmente de Lars Kepler. O drama de 10 episódios é escrito e tem produção executiva do vencedor do prêmio BAFTA (da Academia Britânica) Rowan Joffe (“Tin Man: A Nova Geração de Oz”, “The Ballad of a Small Player”) e John Hlavin (“O Atirador”, “The Man Who Fell to Earth”), com o vencedor do Emmy, Peabody e DGA (do sindicato dos diretores dos EUA) Tim Van Patten (“Franklin” e”Mestres do Ar”, ambas séries da Apple; “Black Mirror”), que assina a produção executiva e dirige os dois primeiros episódios. O projeto é produzido pelo A+E Studios em associação com o Range Studios.
A trama conta a história de Jonah Lynn (Schreiber), um ex-soldado que se torna um detetive de homicídios e, cansado de trabalhar nas ruas difíceis de Philadelphia, muda-se para uma pequena cidade no Oeste da Pensilvânia para uma vida tranquila. Porém, com os ataques à cidade e à sua família do diabólicoe ardiloso serial killer Jurek Walter (Graham), Jonah precisa proteger aquilo que é mais valioso para ele. Quando a desesperada busca pela última vítima desaparecida de Jurek obriga Jonah a enviar sua filha adotiva, a agente do FBI Saga Bauer (Beetz), contra Jurek, até onde Jonah é capaz de ir?
Lars Kepler (pseudônimo de trabalho do casal Alexandra Coelho Ahndoril e Alexander Ahndoril) é um dos autores de suspense mais vendidos no mundo, e seus dez romances policiais publicados venderam um total de 18 milhões de cópias. A coleção de livros é traduzida em 40 idiomas e distribuída em mais de 170 territórios.
Produzida pela A+E Studio em associação com o Range Studios para o Apple TV+, a série tem produção executiva dos showrunners Joffe e Hlavin. Além de estrelarem o drama, Schreiber é produtor executivo, e Beetz assina a produção executiva pela sua produtora Sleepy Poppy. Van Patten, o autor Lars Kepler, Oystein Karlsen, David Rysdahl, Dorothy Fortenberry e Niclas Salomonsson são produtores executivos, enquanto Julie Herrin é coprodutora executiva. As filmagens estão previstas para começar em breve, em Pittsburgh.
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A diretora Caroline Okoshi Fioratti, conhecida por Meu Casulo de Drywall, está de volta com um novo projeto autoral: Oratório – ou Butsudan, título que remete ao altar budista presente em muitos lares japoneses.
O longa, que une elementos de terror psicológico ao drama familiar, é fruto de uma colaboração com a atriz e roteirista Larissa Murai (Um Ano Inesquecível – Inverno) e o produtor Rui Pires (Era o Hotel Cambridge), da Aurora Filmes. As filmagens aconteceram durante os meses de março e abril, no interior paulista.
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Sobre Oratório
A trama de Oratório gira em torno do reencontro de três irmãs após a morte da mãe. Elas precisam decidir o destino de um altar budista herdado – um objeto que, além de representar a espiritualidade da família, carrega os fantasmas do passado. A narrativa, que mistura mitologia japonesa com a vivência brasileira, busca refletir sobre herança, memória e identidade.
“A linguagem do terror nos deu ferramentas simbólicas para explorar traumas culturais e padrões que nos moldaram como mulheres nipo-brasileiras”, afirma Fioratti. Inspirada em vivências pessoais da realizadora, a história aborda medos íntimos, relações familiares mal resolvidas e a tentativa de romper com tradições que já não servem.
Interpretadas por Larissa Murai, Yohama Eshima e Vivi Ohno, as protagonistas representam diferentes perspectivas e experiências dentro da mesma linhagem. Para Eshima, que vive sua primeira protagonista no cinema após 16 anos de carreira, o projeto é emblemático: “É uma oportunidade rara e significativa, que marca um momento de abertura para histórias diversas e rostos muitas vezes invisibilizados no audiovisual brasileiro”.
O roteiro mergulha em lendas do período Edo, no Japão, além de se aprofundar no folclore de yureis (fantasmas) e yokais (criaturas sobrenaturais). “Estudamos a fundo o folclore japonês e a construção do medo, para depois desconstruí-lo com liberdade e subjetividade”, comenta Murai, coautora do roteiro ao lado de Fioratti.
Mais do que um símbolo religioso, o butsudan torna-se metáfora central da obra: um elo com os antepassados que impõe obrigações emocionais e espirituais. “É um filme sobre desobediência feminina. Uma ruptura com ideais patriarcais que atravessam gerações”, reforça a diretora.
A caracterização também ganha destaque, como no caso da personagem Yuriko, vivida por Vivi Ohno, cuja aparência é inspirada na lendária figura de Oiwa, do folclore japonês. “Passei horas aplicando a prótese no rosto, o que me tirou da zona de conforto estética. Foi uma experiência libertadora e transformadora”, conta a atriz.
Com um elenco que ainda conta com Miwa Yanagizawa e Gabriel Godoy, o projeto se destaca pela forte presença de profissionais nipo-brasileiros nas equipes criativas e técnicas – a maioria mulheres. Entre os destaques estão nomes como Flora Fujii (direção de arte), Hélcio Alemão Nagamine (direção de fotografia), Samira Hayashi (dublê de ação) e Key Sawao, referência na dança.
Oratório é da Aurora Filmes, em coprodução com a Haikai Filmes, viabilizada por meio da Lei Paulo Gustavo, com apoio do Governo do Estado de São Paulo. O lançamento está previsto para o segundo semestre de 2026.
O super-herói mais icônico da cultura pop está prestes a invadir o Brasil — literalmente. A Warner Bros. Pictures anunciou que o aguardado filme Superman, primeiro capítulo do novo universo cinematográfico da DC, fará parte de uma turnê global que inclui uma parada especial no Rio de Janeiro. Entre os dias 22 e 24 de junho, o público brasileiro poderá sentir de perto a presença do Homem de Aço, com a vinda de parte do elenco principal e da equipe criativa do longa.
Estarão presentes na capital fluminense David Corenswet, novo intérprete do Superman, Rachel Brosnahan, que assume o papel de Lois Lane, e Nicholas Hoult, que dará vida ao vilão Lex Luthor. Eles estarão acompanhados pelo diretor e roteirista James Gunn, além do produtor Peter Safran – ambos responsáveis pela reformulação do universo DC nos cinemas.
Sob o slogan “Olhe para cima”, a ação promete mobilizar os fãs com uma série de eventos promocionais voltados à divulgação do filme. Para abrir os trabalhos, ainda hoje, uma surpresa relacionada ao projeto será revelada na icônica Praia de Copacabana, na Avenida Atlântica, nos quiosques QC1 e QC2. Quem estiver nas redondezas poderá conferir de perto um “sinal” especial que antecipa a chegada do Superman em solo brasileiro.
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Sobre Superman
Superman é o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, com sua estreia marcada para julho nos cinemas de todo o mundo. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, James Gunn, em seu estilo característico, assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.
Os CEOs da DC Studios, Peter Safran and Gunn, produziram o longa-metragem, com direção e roteiro de Gunn, baseado nos personagens da DC. Superman foi criado por Jerry Siegel e Joe Shuster.
O filme é estrelado por David Corenswet (“Twisters”, série “Hollywood”) no papel duplo de Superman/Clark Kent; Rachel Brosnahan (série “The Marvelous Mrs. Maisel”) como Lois Lane, e Nicholas Hoult (os filmes “X-Men”, “Jurado Nº 2”) como Lex Luthor.
Coestrelam Superman os atores Edi Gathegi (série “For All Mankind”); Anthony Carrigan (séries “Barry”, “Gotham”); Nathan Fillion (os filmes “Guardiões da Galáxia”, “O Esquadrão Suicida”); Isabela Merced (“Alien: Romulus”); Skyler Gisondo (“Licorice Pizza”, “Fora de Série”); Sara Sampaio (“At Midnight”); María Gabriela de Faría (série “The Moodys”); Wendell Pierce (“Selma: Uma Luta pela Igualdade”; série “Jack Ryan”); Alan Tudyk (série “Andor”); Pruitt Taylor Vince (“Bird Box”); e Neva Howell (“Greedy People: Pessoas Gananciosas”).
Os produtores executivos de Superman são Nikolas Korda, Chantal Nong Vo e Lars Winther. A equipe de produção criativa de James Gunn nos bastidores inclui seus colaboradores frequentes como o diretor de fotografia Henry Braham, a designer de produção Beth Mickle, a figurinista Judianna Makovsky, e o compositor John Murphy, ao lado dos editores William Hoy (“Batman”), Jason Ballantine (filmes “IT”, “The Flash”) e Craig Alpert (“Deadpool 2”, “Besouro Azul”).
Superman vai estrear nos cinemas brasileiros em 10 de julho de 2025.
Durante o mês de junho, os canais da Warner Bros. Discovery prometem agitar a programação com a “Hora Max”, que traz duas grandes novidades para os fãs de animações adultas e de produções biográficas. Entre os destaques estão a aguardada oitava temporada de Rick and Morty e o lançamento da série original Chespirito: Sem Querer Querendo.
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Rick and Morty retorna com novos episódios
Sucesso mundial entre o público adulto, Rick and Morty está de volta com mais aventuras interdimensionais. O primeiro episódio da nova temporada estreia no dia 5 de junho, às 22h30, na Warner Channel, e ganha reprise no Cinemax, em 6 de junho, no mesmo horário.
A série, conhecida por seu humor ácido e criatividade sem limites, continua a seguir Rick, o cientista genial e desajustado, e seu neto Morty, em jornadas surreais pelo multiverso. A nova leva de episódios promete incluir participações de personagens como Summer, Beth (e sua versão alternativa), Jerry e até o hilário Butter Bot, o robô programado apenas para passar manteiga. Com roteiros que combinam ficção científica e sátira social, a animação segue firme como uma das produções mais celebradas do Adult Swim.
Chespirito ganha série biográfica Max Original
Outro destaque da “Hora Max” é a estreia da série biográfica Chespirito: Sem Querer Querendo, que mergulha na trajetória de Roberto Gómez Bolaños, criador de personagens inesquecíveis como Chaves e Chapolin Colorado. A produção narra desde a infância do artista até os anos em que consolidou seu legado na televisão latino-americana, entre as décadas de 1950 e 1980.
A série começa a ser exibida em 16 de junho, às 22h30, na Warner Channel. Depois, ganha reexibições em diferentes canais: TNT (17/06 às 22h30 e 22/06 às 13h), Space (18/06 às 23h30) e Cinemax (20/06 às 22h30).
Com direção artística de Roberto Gómez Fernández e Rodrigo Santos, a série é uma coprodução entre a Warner Bros. Discovery, THR3 Media e Perro Azul. A equipe criativa reúne nomes como Julián de Tavira, David Ruiz “Leche”, Bruce Boren, Ricardo Costianovsky e Tomás Darcyl, entre outros profissionais envolvidos na concepção do projeto.
Junho promete ser um mês memorável para os fãs da cultura pop na programação da Warner Bros. Discovery. Prepare-se para rir, se emocionar e relembrar histórias que marcaram gerações.
As duas produções também estão disponíveis na Max.
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Após duas décadas construindo uma sólida carreira como produtora de cinema no Brasil, Rachel Daisy Ellis dá um passo importante em sua trajetória artística: ela estreia na direção de longas-metragens com EROS, documentário que chega às telonas no dia 12 de junho, com distribuição da Fistaile. A obra marca um novo capítulo na carreira da cineasta, justamente no ano em que seu trabalho como produtora foi celebrado internacionalmente com o prêmio de Urso de Prata no Festival de Berlim pelo filme O Último Azul.
Apresentado em eventos como a Mostra de Cinema de Tiradentes e o prestigiado festival CPH:DOX, na Dinamarca, EROS mergulha em um universo peculiar e ainda pouco explorado pelo cinema: o dos motéis brasileiros. Fruto de uma pesquisa de longa data, o filme observa esses espaços como parte fundamental da vida íntima nacional — lugares ao mesmo tempo cotidianos e envoltos em tabu.
“O motel sempre me despertou curiosidade, principalmente pela sua onipresença nas cidades brasileiras e pelas contradições que carrega”, diz Ellis. O interesse remonta à sua chegada ao Brasil, há 21 anos, e se transformou em projeto cinematográfico após anos de amadurecimento e elaboração de um formato que equilibrasse observação e participação.
A proposta estética e narrativa do documentário nasce dessa inquietação: EROS convida personagens reais a se autorregistrarem durante uma noite em uma suíte de motel. O dispositivo participativo foi escolhido justamente para criar um ambiente de confiança e dar autonomia aos envolvidos. “Quando entendi que podia unir esse interesse antigo com um formato em que as próprias pessoas se filmam, senti que estava diante do filme que eu precisava fazer”, afirma.
Essa escolha dialoga com a experiência prévia de Ellis na produção de Doméstica, de Gabriel Mascaro, que também utilizava o autorregistro como recurso central. Além disso, a cineasta tem formação em metodologias participativas, o que fortaleceu sua segurança ao trabalhar com esse tipo de linguagem.
Em EROS, o olhar da diretora se volta não apenas à arquitetura e à função social dos motéis, mas também às experiências subjetivas que esses locais despertam. Ao dar voz a histórias que fogem dos estereótipos, o documentário abre espaço para reflexões sobre intimidade, desejo e afeto no Brasil contemporâneo.
Ellis considera o controle parcial da narrativa como um dos aspectos mais ricos da obra. “Foi nos limites impostos pelo próprio dispositivo que o filme encontrou sua força. Havia algo mágico no que as pessoas estavam dispostas a compartilhar”, conta. O impacto dessa abordagem foi tão significativo que a diretora já desenvolve dois novos projetos de longa documental baseados na mesma lógica participativa.
EROS estreia nos cinemas brasileiros em 12 de junho, e promete provocar discussões profundas sobre sexualidade e identidade, partindo de um cenário onde o público raramente tem acesso: a intimidade das suítes de motel.
Figura central da arte pop e personagem controverso do século XX, Andy Warhol ganhará um novo olhar nas telonas com o lançamento do documentário “Andy Warhol – Um Sonho Americano“, que chega aos cinemas do Brasil no dia 19 de junho de 2025, com distribuição da Autoral Filmes.
Confira o pôster:
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Sobre Andy Warhol: Um Sonho Americano
Dirigido pelo cineasta eslovaco Ľubomír Ján Slivka, o filme se destaca por trazer uma perspectiva inédita sobre a vida e obra do artista, explorando aspectos pouco conhecidos de sua trajetória pessoal e criativa. Warhol, que atualmente volta a ter destaque no cenário cultural brasileiro devido a uma ampla exposição em São Paulo, é retratado de forma íntima e profunda, com foco em suas origens familiares e sua ligação com a fé católica bizantina herdada dos pais imigrantes eslovacos.
A produção da Attack Film investiga raízes e relações familiares pouco exploradas até hoje, contando com depoimentos inéditos de pessoas próximas ao artista e acesso exclusivo a materiais de arquivo nunca antes exibidos. O longa percorre lugares marcantes na história de Warhol — da cidade natal de seus pais na atual Eslováquia à Pittsburgh, onde nasceu, passando por Nova York, onde consolidou sua carreira e onde também sofreu um atentado em 1968.
Com passagens pela universidade em que estudou (atual Carnegie Mellon), pelo hospital onde morreu de forma inesperada em 1987 e até por seu túmulo, o documentário busca compreender não apenas o artista por trás de obras icônicas como Marilyn Diptych e Campbell’s Soup Cans, mas também o ser humano reservado que alimentava uma profunda espiritualidade.
Entre os entrevistados estão nomes como o historiador Steven Watson, autor de Factory Made: Warhol and the Sixties; o fotógrafo Rudolf Prekop, que ajudou a fundar um museu dedicado ao artista em Medzilaborce; a diretora da Galeria da Cidade de Praga, Magdaléna Juříková; além de familiares como Donald G. Warhola e James Warhola, sobrinhos do artista.
A realização do projeto contou com o apoio direto da família de Warhol e de instituições renomadas como o Museu Andy Warhol em Pittsburgh, o museu homônimo na Eslováquia, a Galeria Nacional Eslovaca e a Fundação Andy Warhol.
“Andy Warhol – Um Sonho Americano” promete oferecer um retrato mais sensível e menos midiático do ícone pop, revelando a complexidade de um homem cuja influência ainda ecoa nas artes e na cultura contemporânea.
Premiado em festivais nacionais, o drama “Ainda Não É Amanhã”, estreia nos cinemas brasileiros no próximo dia 5 de junho, trazendo à tona uma das questões mais delicadas e urgentes do país: os efeitos da criminalização do aborto sobre a vida de mulheres que enfrentam o dilema de uma gestação não planejada em meio à falta de políticas públicas, ao moralismo social e à omissão do Estado.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Ainda Não é Amanhã
Sob direção e roteiro de Milena Times, em seu primeiro longa-metragem, a produção acompanha Janaína, interpretada por Mayara Santos, uma jovem de 18 anos que vive com a mãe (Clau Barros) e a avó (Cláudia Conceição) na periferia do Recife. Estudante de Direito em uma universidade particular graças a uma bolsa, ela alimenta o sonho de ser a primeira da família a se formar. No entanto, a descoberta de uma gravidez inesperada a força a reavaliar seu futuro, enfrentando uma jornada solitária e emocionalmente intensa.
O Brasil permite o aborto em apenas três circunstâncias: estupro, risco de morte para a gestante ou anencefalia do feto. Apesar disso, mulheres que se encaixam nesses casos ainda enfrentam obstáculos como a morosidade institucional, recusas de profissionais e a ausência de suporte legal adequado. Fora dessas situações, o aborto é considerado crime, o que leva cerca de meio milhão de mulheres por ano a recorrerem a procedimentos clandestinos, segundo a Pesquisa Nacional de Aborto. A maioria delas são jovens negras e de baixa renda — perfil refletido na protagonista do filme.
Milena Times ressalta que o longa busca tratar a maternidade como um direito, não como obrigação. Em entrevista à revista Variety, a cineasta explica que sua intenção foi construir uma narrativa íntima e empática: “O foco está na experiência de quem vive essa realidade. Queríamos mostrar, com complexidade e sem julgamento, os impactos que a falta de alternativas seguras provoca na vida das pessoas.”
Longe de discursos panfletários, o filme se destaca pela abordagem sensível e realista da escolha enfrentada por Janaína. A crítica do site Rapsódia Boêmia destaca que a produção “evita simplificações, construindo um retrato profundo das limitações impostas às mulheres em um cenário onde saúde reprodutiva ainda é tabu.” O longa também ressalta a importância da solidariedade entre mulheres, evidenciada na relação de Janaína com a melhor amiga Kelly, vivida por Bárbara Vitória.
Com uma trajetória vitoriosa nos festivais, “Ainda Não É Amanhã” recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival do Rio, Melhor Direção no Panorama Internacional Coisa de Cinema e foi consagrado com sete prêmios no FestAruanda. O filme é uma coprodução das empresas Espreita Filmes, Ponte Produtoras e Ventana Filmes, com distribuição da Embaúba Filmes.
A aguardada adaptação televisiva do universo Harry Potter, desenvolvida pela HBO, revelou nesta segunda-feira (27) os nomes dos jovens intérpretes dos personagens centrais da saga. Dominic McLaughlin foi escalado para o papel de Harry Potter, enquanto Arabella Stanton e Alastair Stout interpretarão Hermione Granger e Ron Weasley, respectivamente.
A seleção do elenco foi conduzida por Lucy Bevan e Emily Brockmann, responsáveis por um extenso processo de testes com milhares de crianças no Reino Unido. Segundo os produtores Francesca Gardiner (também roteirista principal) e Mark Mylod (que dirigirá diversos episódios), os escolhidos demonstraram talento e carisma impressionantes, prometendo uma nova e emocionante versão da história que conquistou o mundo.
A série promete ser uma adaptação fiel dos livros escritos por J.K. Rowling, que atua como produtora executiva ao lado de nomes como David Heyman, Neil Blair e Ruth Kenley-Letts. A produção está sendo realizada em parceria com a Brontë Film and TV, Heyday Films e a Warner Bros. Television.
Cada temporada da produção — que será exclusiva do catálogo da HBO Max — trará um novo capítulo da jornada de Harry Potter e seus amigos, mesclando nostalgia e novidade para conquistar tanto o público veterano quanto novas gerações. As filmagens acontecem no icônico complexo Warner Bros. Studios Leavesden, na Inglaterra, local associado há anos ao mundo mágico criado por Rowling.
Vale lembrar que os filmes originais da franquia Harry Potter seguirão disponíveis nas plataformas digitais para os fãs revisitarem a versão cinematográfica da história.
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