Center L to R: Dick, Ed, James, Henry and additional Minions in Illumination’s Minions & Monsters, directed by Pierre Coffin.
A Universal Pictures revelou o título e o primeiro trailer de “Minions & Monstros” (Minions & Monsters) – terceiro capítulo da aclamada franquia “Minions”, derivada de “Meu Malvado Favorito”, que juntas somam 5 bilhões de dólares em bilheteria global. No Brasil, “Minions” (2015) e “Minions 2: A Origem de Gru” (2022) levaram mais de 15 milhões de espectadores aos cinemas.
Confira o trailer abaixo:
Índice
Sobre Minions & Monstros
Dirigido e narrado por Pierre Coffin, “Minions & Monstros” se passa na Era de Ouro do cinema e traz James no papel central. Diferente dos outros Minions, ele é solitário, criativo e insatisfeito em ser apenas mais um membro da tribo a serviço de outra pessoa. James quer fazer filmes e, ao fazer isso, sem querer libertará uma gangue de criaturas que têm a intenção de destruir o mundo. O longa revelará ao público como os Minions foram fundamentais para a criação do cinema de Hollywood.
“Minions & Monstros”, da Illumination, tem distribuição da Universal Pictures e estreia nos cinemas brasileiros em 2 de julho, também em versões acessíveis.
A Sato Company e a Imovision, em uma parceria inédita de co-distribuição, acabam de divulgar o trailer oficial de KOKUHO – O PREÇO DA PERFEIÇÃO. Indicado ao Oscar na categoria de Melhor Maquiagem e Cabelo, o filme se tornou um fenômeno de público no Japão, alcançando a maior bilheteria de um live-action japonês no país. No Brasil, o longa estreia nos cinemas em 5 de março.
Confira o trailer abaixo:
Sobre Kokuho – O Preço da Perfeição
Dirigido por Lee Sang-il, baseado no romance de Shuichi Yoshida, KOKUHO – O PREÇO DA PERFEIÇÃOacompanha Kikuo, jovem que, após testemunhar o assassinato do pai pela yakuza, é acolhido pelo lendário ator de kabuki Hanai Hanjiro II. Rebatizado como Toichiro, ele passa a treinar ao lado de Shunsuke, herdeiro natural da tradicional casa Tanba-ya, em uma relação marcada por afeto, rivalidade e rigor absoluto na busca pela perfeição artística.
O protagonista é interpretado em duas fases: Sōya Kurokawa, revelação de Monster, vive Kikuo na adolescência, enquanto Ryô Yoshizawa, astro da franquia Kingdom e de diversas animações populares, interpreta o personagem adulto — papel que já lhe rendeu indicações aos principais prêmios da crítica japonesa.
O elenco reúne ainda Ken Watanabe (O Último Samurai), Ryusei Yokohama, Keitatsu Koshiyama, Min Tanaka e Shinobu Terajima. Lee Sang-il é conhecido internacionalmente por Hula Girls, vencedor do prêmio de Melhor Filme Japonês pela Kinema Junpo, e pela refilmagem de Os Imperdoáveis, de Clint Eastwood.
“KOKUHO – O PREÇO DA PERFEIÇÃO” teve sua première na Quinzena de Cineastas do Festival de Cannes, passou por eventos como Toronto, Shanghai e Busan, e teve suas primeiras exibições no Brasil em outubro, durante o Festival do Rio. O filme estreia em 05 de março nos cinemas brasileiros co-distribuído pela Sato Company e pela Imovision, em uma parceria inédita.
Os assinantes do Disney+ contam com uma nova vantagem para quem gosta de assistir filmes nas telonas. A plataforma fechou uma parceria com a rede Cinemark e vai oferecer descontos em ingressos e combos de bomboniere em cinemas de todo o país.
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O principal benefício é o desconto de 50% no valor do ingresso para sessões em salas 2D, 3D e XD, válido de segunda a domingo, conforme regras previstas no regulamento da promoção. Já para quem prefere experiências premium, o desconto também se aplica a Salas Prime e Poltronas D-BOX, porém somente às segundas e terças-feiras (exceto feriados) e em unidades selecionadas.
Além dos ingressos, os assinantes também terão 20% de desconto em combos selecionados na bomboniere. Entre as opções disponíveis estão:
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Os descontos estão sujeitos aos termos e condições do regulamento.
Parceria promete ampliar experiência além do streaming
Segundo a Disney, a ação reforça a proposta de que ser assinante do Disney+ vai além do catálogo de streaming, oferecendo experiências e vantagens ligadas ao universo cinematográfico dos estúdios.
“Queremos que nossos assinantes vivam a magia Disney em todas as suas formas — nas produções que assistem em casa e nas experiências que compartilham no cinema”, afirmou Renato D’Angelo, Head of Direct-To-Consumer, LATAM & General Manager da The Walt Disney Company Brasil. Para ele, a parceria com a Cinemark representa mais um passo na oferta de benefícios exclusivos aos usuários da plataforma.
As empresas também informaram que novas ações devem ser anunciadas em breve, já na primeira quinzena de janeiro de 2026, incluindo novidades voltadas também aos membros do Cinemark Club.
Como ativar o benefício do Disney+ na Cinemark
Para ter acesso aos descontos, o assinante deve realizar um cadastro na página oficial da promoção, usando o mesmo e-mail registrado na conta Disney+. O procedimento vincula a conta ao sistema da Cinemark e libera automaticamente o benefício de meia-entrada.
Após o cadastro, a vinculação é feita apenas uma vez, e o assinante poderá utilizar o desconto sempre que quiser nas compras online.
Passo a passo para usar o desconto no ingresso
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A validação do benefício ocorre online, no momento da compra, por meio do e-mail cadastrado. Já na área de snack bar, os combos com desconto estarão disponíveis em um menu identificado como “Disney+”.
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VEM AÍ! Cinco Tipos de Medo, dirigido por Bruno Bini (“Loop”), ganhou seu primeiro trailer oficial e pôster, desenvolvido pela Graveto Studio. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 2 de abril e é inspirado em um caso real ocorrido na periferia de Cuiabá (MT).
A produção marca a estreia de Bella Campos e Xamã no cinema. O elenco principal conta ainda com João Victor, Rui Ricardo Dias e Bárbara Colen. O roteiro estrutura a narrativa a partir de histórias interligadas que se cruzam em torno de um episódio envolvendo moradores do bairro Jardim Novo Colorado.
Confira o trailer:
Na trama, Bella Campos interpreta Marlene, uma enfermeira que se envolve com Sapinho, personagem de Xamã, um traficante local. O filme parte de um fato real: após a prisão de Sapinho, moradores da comunidade se mobilizaram para arrecadar dinheiro para o pagamento de sua fiança, sob a justificativa de que sua ausência poderia aumentar a vulnerabilidade do bairro diante de facções rivais.
Cinco Tipos de Medo foi o principal vencedor da última edição do Festival de Cinema de Gramado, onde recebeu quatro Kikitos: Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Montagem, para Bruno Bini, e Melhor Ator Coadjuvante, para Xamã. O longa também integrou a programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e teve exibições no Manchester International Film Festival e no Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana.
O filme é uma produção da Plano B Filmes, de Mato Grosso, em parceria com a Druzina Content, do Rio Grande do Sul, com coprodução da Quanta. A distribuição é da Downtown Filmes.
O Disney+ acaba de anunciar as filmagens de Delegacia de Homicídios, sua nova série nacional criada por José Júnior e produzida pela AfroReggae Audiovisual, Formata e Non Stop. Protagonizada por Marcello Melo Jr, a obra é gravada e ambientada no Rio de Janeiro e teve a sua primeira diária especial no último domingo (08), no ensaio oficial das escolas de samba da cidade, no Sambódromo Marquês de Sapucaí.
Promovido a delegado‑adjunto da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, Patrício (Marcello Melo Jr) um ex‑capitão da Polícia Militar, precisa provar seu valor a uma equipe que desaprova seus métodos. À medida que investiga os assassinatos, seus limites e modos de operar entram em choque com o sistema, colocando em jogo sua carreira e sua permanência no cargo.
A criação é de José Júnior e Lucas Villamarim é responsável pela direção geral da série. As gravações seguem na cidade do Rio de Janeiro.
Delegacia de Homicídios tem previsão de estreia em 2027 no Disney+.
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O Apple TV anuncia hoje, 9 de fevereiro, que o vencedor do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG e do BAFTA Colin Firth (“Direito de Amar”, “A Escada”), foi escalado para o papel de ‘Paul Lohser’ no novo drama, sem título, baseado na obra “Metropolis“, da série de livros best-seller “Berlin Noir”, de Philip Kerr.
O projeto é da Bad Wolf (“Industry”) e da PlayTone, de Tom Hanks e Gary Goetzman (“Mestres do Ar”, da Apple). Adaptada pelo vencedor do Oscar, do Globo de Ouro e do BAFTA, o escritor e produtor executivo Peter Straughan (“Conclave”, “O Espião que Sabia Demais”, “Wolf Hall”), a série é dirigida pelo indicado ao Emmy e ao BAFTA Tom Shankland (“House of Guinness”, “O Leopardo”, “Heróis desonestos do SAS” e “O Paraíso e a Serpente”), que também atua como produtor executivo.
Colin Firth junta-se a Jack Lowden, indicado ao Emmy e ao BAFTA (“Slow Horses”, da Apple, “Dunkirk”), anunciado anteriormente no papel principal. A série está sendo filmada atualmente em Berlim (Alemanha).
O personagem ‘Paul Lohser’ é um detetive de homicídios brilhante, porém temperamental, da polícia de Berlim. Meticuloso, antissocial e culto, ele é tudo o que ‘Bernie’ (Lowden) não é. E como seu parceiro e mentor improvável, Lohser é a melhor e única esperança de Bernie para capturar o assassino.
A série de livros “Berlin Noir” apresenta o icônico detetive Bernie Gunther, e esta adaptação começa com “Metropolis”, contando a origem de sua história em 1928. Bernie é um policial recém-promovido à temida e elitista Divisão de Homicídios de Berlim e deve investigar o que parece ser um serial killer que ataca vítimas à margem da sociedade. A Berlim de Bernie é uma cidade de liberdade sem precedentes e turbulência vertiginosa, com os nazistas ainda apenas como um pesadelo distante à espreita. Com o mundo político e social em transição para uma nova normalidade, acompanhamos Bernie lutando pela verdade, custe o que custar.
Jane Tranter, Dan McCulloch e Ryan Rasmussen atuam como produtores executivos pela Bad Wolf, ao lado de Peter Straughan. Tom Hanks e Gary Goetzman atuam como produtores executivos pela PlayTone.
Philip Kerr é autor de quatorze romances da série Bernie Gunther, traduzidos para diversos idiomas e best-sellers nos EUA e no Reino Unido. Ele terminou “Metropolis” pouco antes de falecer de câncer, em 2018, sendo este o primeiro e o último romance da série. Sua viúva, a romancista Jane Thynne, detém os direitos autorais dos romances de Bernie Gunther por meio de sua empresa, Thynker Ltd, representada pela United Agents. Thynne também atua como produtora consultora.
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Doa a quem doer, desde a primeira e hilária cena de enforcamento com ereção, Emerald Fennell encontrou o tom perfeito para transformar sua obra na versão definitiva de O Morro dos Ventos Uivantes para o cinema. A história singular, quase febril e muito à frente de seu tempo, da autora britânica Emily Brontë, nunca foi, de fato, sobre romance doce tradicional, mas sobre desejo, poder e obsessão carnal.
E é um prazer enorme ver uma diretora que já provou seu talento outras vezes abraçar, sem medo nem piedade alguma, a cafonice desse universo romântico, ainda acrescentando camadas de humor e contemporaneidade que tornam tudo ainda mais saboroso. E estou sempre mais interessado em filmes que, mesmo com deslizes, entregam o que prometem.
Some a essa sagacidade ao deleite visual que o filme oferece e pronto: temos um clássico revisitado, mergulhado no subentendido sexual, sustentado por um elenco tão entregue que faz parecer (e com razão!) que todo mundo preso àquela época de hipocrisia e repressão está faminto por sexo em sua forma mais pura e selvagem. E isso é bom demais.
Os acertos e erros do filme
Para começo de conversa, a reparação histórica que Fennell promove com este filme é, talvez, um de seus maiores acertos. Publicado em 1847, O Morro dos Ventos Uivantes foi o único romance de Brontë, que morreria no ano seguinte. Ainda assim, a força da obra atravessou os séculos e muitas vezes recebendo críticas duras justamente por abordar temas que hoje reconhecemos como inerentes à experiência humana, como relações tóxicas, saúde mental e o desejo sexual mediado pelo poder.
É claro que esse olhar retroativo não é o ideal e não faz bem, mas é difícil não reconhecer que, sem Brontë, talvez a literatura adulta tivesse permanecido asséptica, comportada e distante da realidade. A história de amor e dor entre Heathcliff e Catherine inspirou incontáveis obras contemporâneas (de Crepúsculo à Diário de Uma Paixão), tantas que chega a ser difícil enumerá-las. Ainda assim, nenhuma adaptação havia conseguido captar, de forma tão intrínseca e crua, sua essência safada, indo além da melancolia boba do amor lento e idealizado de outro tempo.
Assim como no livro, a trama dessa nova adaptação se passa na bucólica Yorkshire, no século XVIII, e acompanha a chegada de um jovem órfão, Heathcliff, à casa da família Earnshaw. Não demora para que ele se torne o melhor amigo (e a paixão secreta) da jovem Catherine, a filha mais nova. Conforme os anos avançam e as desilusões se acumulam, o “Morro dos Ventos Uivantes” vai se tornando cada vez mais sombrio, e aquela paixão de infância ganha camadas novas e perigosas.
Saem de cena duas crianças talentosas (incluindo o premiado Owen Cooper) e entram Margot Robbie e Jacob Elordi, as estrelas do momento, em uma química que simplesmente incendeia a tela. A partir daí, a narrativa assume um senso de humor mais afiado, ao mesmo tempo em que aprofunda a relação de desejo reprimido do casal e as aventuras sexuais da descoberta do prazer. Fennell não economiza em enquadramentos prazerosos e faz do sexo o motor da narrativa, ainda que surpreenda por ser bem mais comedida do que em sua obra anterior, o já lendário Saltburn.
E se a química da dupla protagonista já funciona e nos deixa sedentos por mais, quando o visual do filme e sua belíssima fotografia entram em cena com força total, o efeito beira um orgasmo estético de puro bom gosto, brincando com o contemporâneo dentro do clássico. Em certos momentos, parece um comercial chiquérrimo de perfume; em outros, uma obra saída diretamente de um conto de fadas distorcido assinado por Tim Burton.
As cores são intensas, e todo o ar gótico e melancólico das paisagens inglesas ganha uma camada extra de tesão, algo que literalmente transpira desejo. A trilha inspirada e potente de Charli XCX (ponto altíssimo do filme!) só reforça essa sensação, funcionando como o tempero final de um prato que já seria saboroso por si só. Quando a narrativa se alonga e começa a girar em torno do próprio vazio, são justamente o visual e a música que nos mantêm acordados e imersos nesse universo quase surrealista. Cada quadro vira uma tela em branco que Fennell preenche com paixão, sensibilidade e originalidade.
Mas nem todas as flores tem cheiro bom. Há um ponto, da metade para o final, em que a trama se perde na própria vontade de causar impacto e começa a se repetir sem inspiração, quase como uma fanfic ruim. Quando Heathcliff retorna alguns anos depois, tudo soa menos vibrante do que antes, e o filme atinge seu momento mais fraco: é quando Fennell se afasta da ousadia inicial para mergulhar no aspecto mais enfadonho tanto do livro quanto do romance em si, quase que no desespero de ter algo do livro para agradar os fãs mais conservadores.
Ainda assim, é justamente nesse trecho mais lento e arrastado que Jacob Elordi parece mais à vontade e dominador, entregando uma performance brilhante, ainda que não supere as camadas emocionais que Margot Robbie acessa ao construir uma Catherine mais decidida, mais independente e infinitamente mais desejada do que nunca. Robbie é, sem exagero, uma das grandes atrizes de sua geração.
Felizmente, a narrativa volta a decolar e conduz a um desfecho emocionalmente (e inevitavelmente) brega, sim, mas completamente submerso na tragédia que cerca essa história e a torna muito mais humana, e relacionável, do que Romeu e Julieta, por exemplo. Trata-se, afinal, de um olhar feminino sobre o desejo carnal e o amor devorador: de uma autora, uma diretora e uma atriz que, em comunhão através do tempo, rompem tabus e recusam qualquer tipo de contenção. Não é um filme transgressor, mas não esconde seu desejo de ser.
Veredito
Por fim, o que Emerald Fennell faz com sua versão safada de O Morro dos Ventos Uivantes é escancarar aquilo que sempre esteve ali: esta nunca foi uma história sobre amor romântico, mas sobre desejo carnal e obsessão. O filme entrega uma experiência cinematográfica imersa no prazer, na luxúria e no amor visceral. Se você estiver disposto a deixar adaptações anteriores na prateleira e fechar o livro por algumas horas, esta releitura picante certamente vai te satisfazer.
Há um senso de humor afiado, potencializado pela química do elenco e por um visual que flerta com o conto de fadas gótico de Tim Burton e o fetiche de um comercial de perfume. E, felizmente, não se trata apenas de aparência: Fennell constrói uma obra que ecoa a coragem de Emily Brontë em estar à frente de seu tempo. Mesmo excessivamente longa, é uma adaptação audaciosa, extravagante e deliciosamente sexy, exatamente como essa história de amor e desejo sempre mereceu ser contada.
Famílias podem ser amáveis, divertidas, complicadas e, em muitos casos, tudo isso ao mesmo tempo. Essa verdade universal é a base de Imperfeitamente Perfeita, a nova comédia dramática disponível no Disney+.
Criado pelo premiado diretor e roteirista James L. Brooks e dotado de um elenco estelar, o filme conta a história de Ella McCay (Emma Mackey), jovem que precisa lidar com casos da própria família quando sua vida profissional chega a um novo patamar.
Para te preparar para a chegada do longa no streaming, reunimos abaixo cinco motivos para assistir a Imperfeitamente Perfeita.
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Confira:
Motivos para assistir Imperfeitamente Perfeita
1- Comédia comovente, drama cômico
Foto Filme – Imperfeitamente Perfeita | Divulgação Disney+
Imperfeitamente Perfeita acompanha Ella McCay (Emma Mackey), uma jovem cuja vida foi marcada pelo drama familiar. Incapaz de perdoar o jeito infiel de seu pai, Eddie (Woody Harrelson), ela decide não se mudar junto com a família e fica para ser criada pela tia, Helen (Jamie Lee Curtis). Após mais de uma década afastados, Ella é procurada por Eddie e precisa confrontar as questões mal resolvidas do passado.
O problema é que essa reaproximação acontece justamente no momento em que Ella se torna governadora de um estado, o que faz a jovem lidar com toda a pressão da vida pessoal no auge da profissional.
Segundo a produtora Julie Ansell, Imperfeitamente Perfeita é uma “comédia centrada nos personagens equilibrada com drama, abordando a humanidade em todos nós com humor. Você se pega rindo com essas pessoas porque elas são reais e você consegue se identificar com elas”.
2- Um elenco estrelar e premiado
Foto Filme – Imperfeitamente Perfeita | Divulgação Disney+
Um dos grandes trunfos de Imperfeitamente Perfeita é seu elenco de peso. A produção conta com Emma Mackey(Sex Education) como Ella McCay, em seu primeiro papel de protagonista em um filme de Hollywood. Eddie, o pai dela, é vivido por Woody Harrelson, conhecido por True Detective (2014), Zumbilândia (2009) e mais, enquanto a tia Helen é interpretada por Jamie Lee Curtis, vencedora do Oscar® por Tudo Em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022) e estrela de franquias como Halloween e Sexta-Feira Muito Louca.
O longa traz também Rebecca Hall (Homem de Ferro 3) e Spike Fearn (Alien: Romulus) como Claire e Casey, respectivamente mãe e irmão de Ella. Jack Lowden (Dunkirk) é Ryan, o esposo da protagonista, Kumail Nanjiani(Obi-Wan Kenobi) vive o agente Nash, Ayo Edebiri (O Urso) interpreta Susan, ex-namorada de Casey, e Albert Brooks (Drive) é o Governador Bill.
3- Equipe premiada por trás das câmeras
Foto Filme – Imperfeitamente Perfeita | Claire Folger (Divulgação Disney+)
Imperfeitamente Perfeita foi escrito e dirigido por James L. Brooks, renomado cineasta de Hollywood conhecido por seu trabalho em Os Simpsons, Melhor é Impossível (1997), Nos Bastidores da Notícia (1987) e Laços de Ternura (1983), filme que lhe rendeu três troféus no Oscar.
Primeiro filme de Brooks em 15 anos, a obra contou com o trabalho de outros vencedores do Oscar®. É o caso do diretor de fotografia Robert Elswit (Sangue Negro), o compositor Hans Zimmer (O Rei Leão; Duna) e a figurinista Ann Roth (A Voz Suprema do Blues; O Paciente Inglês), que ficou responsável pelos trajes junto a Matthew Pachtman (Ponte dos Espiões).
4- Inspirações em histórias reais e clássicos do cinema
Foto Filme – Imperfeitamente Perfeita | Divulgação Disney+
Para criar a história da família unida e ouriçada de Imperfeitamente Perfeita, James L. Brooks se inspirou na própria. O cineasta afirma que a dinâmica entre Ella e a tia Helen é diretamente inspirada na forma como sua mãe e irmã se relacionavam na vida real: “O amor da vida de cada uma delas era a outra”.
Outra forte influência do filme está nas “comédias malucas” (screwball comedies, em inglês), um estilo de comédia romântica que satirizava elementos clássicos do gênero. “Meu objetivo com este filme era homenagear, da melhor forma possível, as comédias da era de ouro do cinema, das décadas de 1940 e 50, quando cada uma das Hepburns reinava”, explicou o diretor citando as atrizes Katharine e Audrey Hepburn.
5- Estreia de peso no Disney+
Foto Filme – Imperfeitamente Perfeita | Divulgação Disney+
Imperfeitamente Perfeita acaba de chegar ao Disney+, trazendo uma comédia dramática estelar direto para o seu lar.
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O BONITO CINESUR – Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito abriu nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, as inscrições para a sua 4ª edição, que será realizada de 24 de julho a 1º de agosto de 2026, na cidade de Bonito (MS). Cineastas de toda a América do Sul podem inscrever seus filmes até 6 de abril de 2026, por meio do site oficial do evento.
Consolidado como um dos principais espaços de integração, exibição e debate do audiovisual sul-americano, o Bonito CineSur propõe uma programação gratuita que articula cinema, meio ambiente, cultura e desenvolvimento, em um dos destinos brasileiros mais reconhecidos internacionalmente por suas práticas de sustentabilidade e ecoturismo.
O crescimento do festival também se reflete no interesse cada vez maior dos realizadores. Em 2023, o evento recebeu 600 inscrições; em 2024, foram 700 filmes inscritos; e, em 2025, o número chegou a 900 obras, demonstrando a consolidação do CineSur no circuito audiovisual do continente.
Para a edição de 2026, poderão ser inscritos longas e curtas-metragens sul-americanos, produções de cinema ambiental, obras sul-mato-grossenses e filmes voltados ao público infantojuvenil, desde que tenham sido concluídos entre 2025 e 2026 e sejam inéditos no mercado brasileiro. As inscrições são gratuitas, realizadas pelo site oficial do festival, com opção de envio também pela plataforma Festhome, conforme regulamento.
Os filmes selecionados para as mostras competitivas concorrem ao Troféu Pantanal, premiação oficial do Bonito CineSur, concedida tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular. Além do troféu, algumas categorias contam com premiação em dinheiro.
Ao longo de nove dias, o festival ocupará salas de cinema, espaços culturais e praças públicas de Bonito, promovendo exibições, debates, oficinas, encontros formativos e ações voltadas ao fortalecimento da cadeia audiovisual e da economia criativa local. A programação reforça a vocação do Bonito CineSur para o intercâmbio cultural sul-americano e para a valorização de narrativas conectadas às questões ambientais e sociais do continente.
O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site oficial: www.bonitocinesur.com.br. As inscrições seguem abertas de 6 de fevereiro a 6 de abril de 2026.
Estão abertas as inscrições para a 23ª edição do Festival de Cinema de Cuiabá – Cinemato, um dos eventos audiovisuais mais tradicionais do Centro-Oeste e do país. Realizadores interessados podem inscrever longas e curtas-metragens nacionais e produções mato-grossenses entre os dias 5 e 27 de fevereiro.
Com o tema “Migração – mobilidade humana e mudanças climáticas”, o Cinemato 2026 propõe uma reflexão urgente sobre os deslocamentos humanos em massa que marcam o nosso tempo. A partir do olhar do audiovisual contemporâneo, o festival busca questionar narrativas hegemônicas que criminalizam o migrante e incentivar perspectivas mais humanas e plurais, valorizando histórias, trajetórias e lutas de quem vive esses processos. Refugiados, deslocados ambientais e trabalhadores itinerantes ganham protagonismo como sujeitos de suas próprias jornadas em busca de dignidade, sobrevivência e futuro.
A programação do festival inclui a Mostra Competitiva, com filmes inscritos e selecionados por curadoria; a Mostra Inclusiva, que leva sessões a públicos impossibilitados de frequentar salas de cinema; e o Cinema Escola, com exibições voltadas ao público infantojuvenil, realizadas no mesmo espaço da mostra competitiva. O evento também contará com quatro oficinas formativas, destinadas a profissionais, estudantes de audiovisual e interessados na área.
Reconhecido por colocar Cuiabá no mapa dos principais festivais de cinema do Brasil, o Cinemato consolida a capital mato-grossense como um polo do cinema nacional durante sua realização, promovendo acesso, formação e difusão cultural por meio do audiovisual.
O Festival de Cinema de Cuiabá – Cinemato é uma realização do Instituto INCA, com patrocínio do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, em parceria com a Primeiro Plano – Cinema e Vídeo, Trup e a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O evento conta ainda com o apoio institucional do Cineclube Coxiponés, da Rede Cineclubista de Mato Grosso e do Curso de Cinema e Audiovisual da UFMT.
Mais informações e o regulamento completo estão disponíveis no site oficial.