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Game of Thrones: empresas promovem ações para episódio de estreia

Dadas as proporções que Game of Thrones tomou ao redor do mundo, algumas empresas estão organizando ações em torno da estreia da sexta temporada, como é o caso da +rehabstudio, que decidiu presentear seus funcionários com folga coletiva na manhã seguinte ao lançamento do episódio. A ideia da ação surgiu em função do horário de exibição que, por ser o mesmo para todo o mundo, será às 2h da madrugada em Londres, sede da empresa.

A Sky também lançou uma nova edição de seu famoso site “Minhas Apostas” contemplando a trama. Acontece que a sexta temporada da série é a primeira sem livros para acompanhar, o que tem mexido bastante com a cabeça dos fãs. Aproveitando a oportunidade, a empresa lançou o hotsite com o propósito de perguntar aos usuários algo que, levando em conta que se trata de Game of Thrones, não é nada fácil de responder: quais são os personagens que devem morrer nesta temporada? A aposta só pode ser feita antes de cada episódio ir ao ar e o usuário pode escolher entre opções como “ninguém morre” ou prever a morte de até 4 personagens. A pontuação varia de acordo com as escolhas e é atualizada automaticamente depois que o episódio vai ao ar, junto com o ranking geral do site.

A estratégia de “aproveitar-se” de eventos como esse para promover ações direcionadas ao público alvo não é nenhuma novidade, mas tem sido cada vez mais usada pelas grandes empresas. Ao promover momentos e compartilhar conteúdos que agradam os clientes, as empresas fortalecem o relacionamento com os consumidores e otimizam os processos de fidelização com a marca.

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Game of Thrones: Nova temporada estreia com sinal aberto

Neste domingo (24), às 22h, estreia a nova temporada da consagradíssima série Game Of Thrones. Em meio à muito burburinho, várias novidades têm surgido na rede, como a renovação da série para sua sétima temporada, os boatos de que a história chegaria ao fim na oitava e até mesmo que as duas últimas teriam menor quantidade de episódios.

Polêmicas a parte, a expectativa em torno do episódio de abertura é grande, já que a season finale da temporada anterior pegou muitos fãs de surpresa. Como de costume, a HBO vai liberar o sinal para que os nãos assinantes possam acompanhar o episódio de estreia que terá transmissão mundial simultânea. Na verdade, o canal já vem fazendo um “esquenta” com os fãs de Westeros desde quarta (20), em uma maratona ininterrupta de exibição das cinco temporadas anteriores.

Enquanto o domingo não chega, resta aos fãs relembrarem as últimas cenas da temporada anterior e tentar responder a fatídica pergunta: sim, mas e John Snow?

 

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House of Cards ou House of Brasília, será que você sabe a diferença?

A semelhança entre a situação política do Brasil e o roteiro da série produzida pela Netflix é óbvia para qualquer fã de House of Cards. Lobbies partidários, traições e escândalos movimentam as duas realidades e tem gerado cases bem interessantes, como a carta aberta de Frank Underwood (protagonista da série interpretado por Kevin Spacey) ao povo brasileiro ou o vídeo de Douglas Stampler (braço direito de Underwood interpretado por Michael Kelly) comentando sobre as similaridades entre os dois momentos.

A empresa paraibana Construir Sites elaborou um divertido quiz para que os fãs meçam seus conhecimentos sobre a série e a atual circunstância da política nacional. No game, os internautas precisam identificar quais fatos aconteceram na série, quais aconteceram em Brasília e quais ocorreram em ambas. O destaque fica para o resultado que, com base no número de acertos, classifica o jogador como um dos personagens principais envolvidos no cenário político brasileiro, como Aécio Neves, Eduardo Cunha ou até mesmo o badalado juiz Sérgio Moro.

Sucesso de crítica e público, House of Cards conta a trajetória do casal Frank e Claire Underwood na política norte-americana. Em meio a estratagemas mirabolantes, o então líder da maioria do Congresso americano começa uma jornada em busca de ascensão ao mais alto escalão político: a presidência dos EUA. Munido de muita lábia e pouco caráter, o protagonista envolve diversos atores e mobiliza a imprensa para suplantar talvez o maior golpe de Estado da história americana.

Acesse o quiz e descubra o quão envolvido você está em www.houseofbrasilia.com.

 

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Better Call Saul: Afinal, quando Jimmy McGill vai virar Saul Goodman?

Better Call Saul é um Spin-off – série derivada – de Breaking Bad e conta a história do famoso advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk), seis anos antes dele conhecer Walter White. Conhecido à época como Jimmy McGill, a série mostra sua trajetória do anonimato ao sucesso e principalmente sua afinidade por criminosos e malandros, adquirida através de seu apurado senso para perceber brechas nas leis.

Os criadores da série, Vince Gilligan e Peter Gould, trouxeram à Better Call Saul alguns elementos da série original, como uma trilha sonora regada de músicas latinas e a fotografia de qualidade incontestável de Breaking Bad.

Além de construir a transição de Jimmy McGill a Saul Goodman, a segunda temporada também proporciona o conhecimento mais profundo da história de alguns personagens da primeira série, como Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), o ex-policial que tem seu lado familiar bem priorizado na série através do relacionamento com a neta, embora por vezes se sinta tentado para o mal devido suas habilidades e perspicácia fora do comum. Já a aparição de Tuco Salamanca (Raymond Cruz), traficante lunático da série original, é bem breve, apenas para contextualizar seu tio Hector Salamanca (Mark Margolis), retratado na série original apenas como um idoso com problemas de saúde, mas que deverá ter papel fundamental na história de Saul Goodman. A narrativa ilustra também a relação de Saul com o irmão mais velho Chuck (Michael McKean), advogado de sucesso, mas que está afastado da profissão por passar por momentos difíceis.

Através de flashbacks, a série mostra também as causas dos desvios de personalidade de Jimmy, algo recorrente e que costuma trazer más consequências, justificando a constante preocupação de Chuck.

Os episódios lançados até então não demonstram nenhuma pressa da equipe em transformar Jimmy McGill em Saul Goodman, o que pode causar certo desânimo nos fãs mais saudosos do advogado esnobe e espertalhão, mas por outro lado, a série deixa claro que a intenção é imergir o espectador na história e na mente de Jimmy, proporcionando uma experiência ainda mais profunda com Better Call Saul que com Breaking Bad.

A terceira temporada da série já está garantida e com direito até a especulação sobre a aparição de mais personagens da série original, como Gus Fring (Giancarlo Esposito). Enquanto a nova temporada não chega, resta aos fãs continuarem na ansiedade para ver o desdobramento da história desse advogado ora criminoso, ora bom menino.

E você? Já assistiu a série? Conta pra gente o que achou e o que acha que está por vir na terceira temporada.

Por Lúcio de Oliveira

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Sequência de Deus Não Está Morto enfatiza os aspectos históricos da existência de Cristo

Deus Não Está Morto 2 (God’s Not Dead 2) estreou no Brasil em abril e tem como objetivo sustentar o sucesso do primeiro filme da franquia. O longa original, produzido com o pífio orçamento de US$ 2 milhões, conseguiu faturar US$ 60 milhões apenas nos Estados Unidos. No Brasil, mesmo sendo disponibilizada simultaneamente para as telonas e na netflix, a primeira produção levou mais de 250 mil brasileiros aos cinemas.

Além de um aporte de produção maior – em torno de US$ 5 milhões – a sequência conta também com um elenco mais experiente, tendo como protagonistas Melissa Joan Hart (Sabrina, aprendiz de feiticeira) e Jesse Metcalfe (Desperate Housewives), além de um time de veteranos, como Ernie Hudson (Os Caça-Fantasmas), Ray Wise (X-Men – Primeira Classe) e David A. R. White (Bells of Innocence).

O filme conta a história de Grace Wesley (Melissa), professora cristã que leciona história em uma escola americana de ensino médio. Durante uma de suas aulas, Grace responde uma pergunta da aluna Brooke Thawley (Hayley Orrantia) acerca de Jesus Cristo, o que lhe ocasiona um problema com a direção da escola por ferir as diretrizes do conselho escolar. Após se recusar a pedir desculpas, a professora é processada pelos pais da aluna e encontra no advogado Tom Endler (Jesse Metcalfe) a esperança de não perder tudo que construiu.

Com um início bem fraco, a narrativa demora a cativar o espectador e apresenta uma enxurrada de clichês e frases de efeito. Porém, com pouco mais de 30 minutos, a história toma forma e os elementos narrativos vão se tornando mais densos, trazendo questionamentos e argumentos embasados em casos reais da justiça americana. São realizados embates acerca de temas como a existência de Cristo, a separação entre igreja e Estado e até onde uma pessoa deve professar sua fé durante o exercício da profissão. Tendencioso, o filme deixa claro seu objetivo: chamar a atenção dos cristãos ao que seria o início de uma perseguição judicial às práticas cristãs.

O roteiro da sequência parece ter sido pensado como continuação dos argumentos apresentados no primeiro filme. Enquanto no original o aluno Josh Wheaton (Shane Harper) deve convencer filosoficamente e cientificamente seu arrogante professor (Kevin Sorbo) da existência de Deus, a argumentação do segundo longa acontece no âmbito histórico e na esfera legal. Durante os 121 minutos de filme, Grace e Endler abarrotam o tribunal de provas incontestáveis da existência e crucificação de Jesus Cristo. São argumentos que vão desde estudos históricos de famosos cientistas ateus a métodos de análise do discurso utilizados para verificar a autenticidade da mensagem dos apóstolos.

Conclusão – Deus Não Está Morto 2 é um filme feito por Cristãos e para Cristãos. Os princípios, a ideologia e a fé Cristã permeiam todos os aspectos da narrativa, desde a concepção de personagens caricatos ao encadeamento lógico dos argumentos usados no tribunal. Entretanto, a profundidade e complexidade com que os temas do filme são apresentados e discutidos pode interessar até mesmo os espectadores mais distantes da religião. Ao falar sobre um Jesus real e histórico e como a fé permeia não só a prática profissional, mas todos os âmbitos da vida de uma pessoa, o longa é um filme maduro e que não deixa de cumprir seu papel: levar a mensagem de que Nietzsche errou, Deus não está morto, ele certamente vive.

 

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SANGUE E CLICHÊS: INVASÃO A LONDRES TRAZ DE VOLTA ANTIGA FÓRMULA DA DÉCADA DE 80

Com cenas frenéticas de ação e muitos efeitos especiais, Invasão em Londres (London Has Fallen), é mais um filme sobre política e terrorismo. O longa é uma sequência de Invasão a Casa Branca, lançado em 2013 e que faturou US $ 161 milhões em ordens por todo o mundo.

A narrativa conta a história do chefe de segurança do presidente dos EUA, Mike Banning (Gerard Butler), que se encontra às vésperas do nascimento de seu primeiro filho e o seu ponto de vista, apesar de uma nova missão suspender temporariamente seus planos. O presidente Benjamin Asher (Aaron Eckhart) Preciso comparecer ao funeral de primeiro ministro Inglês em Londres e Banning é projetado para planejar e executar uma segurança da viagem. O evento, marcado às pressas, reunir as líderes das principais potências mundiais. Ao chegar no local, entretanto, uma equipa é um grupo de terroristas que destroem boa parte da cidade, matando uma série de autoridades. Mike consegue tirar o presidente do epicentro dos ataques, mas dar início a uma perigosa fuga em busca de um local seguro para o resgate.

Reagente de frases de efeito e com um herói implacável e impiedoso, Invasão a Londres Pode ser facilmente assinalado por Steven Seagal e não é possível notar a diferença. O protagonista não expressa qualquer medo ou cautela ao mesmo tempo em que faz o esforço de formar um grupo armado (sem o mínimo esforço), mesmo com sua esposa e filho angustiado aguardando seu retorno. Com um arsenal praticamente ilimitado e um apelo do tipo “exército de um homem só”, uma dinâmica de filme lembra muito FPS (First Person Shooter), onde o jogador interpreta, em visão de primeira pessoa, personagens armados até os Dentes em missões quase impossíveis.

Com muito sangue e exibições gratuitas de brutalidade, uma violência permeia todos os 100 minutos de filme. Banning parece deliciar-se com uma execução de cada inimigo, chegando ao ponto de ser indagado pelo próprio presidente sobre uma necessidade de tamanha crueldade. Uma resposta Não havia Numa perspectiva de “olho por olho, e dente por dente”, uma narrativa parece buscar constantemente uma construção de um argumento sem qualificar a violência em nome da segurança nacional é necessário e justificável. O vice-presidente Allan Trumbull (Morgan Freeman), por exemplo, um discurso sobre o calor em que ilustra bem uma ideia para colocar que, em relação à luta contra o terrorismo, “nós devemos isso aos nossos filhos e Filhos de nossos Filhos”.

Apesar do elenco estelar, o roteiro do longa constitui um detalhe. Na verdade, o filme parece ser um grande pretexto para transmitir uma mensagem patriótica de que os norte-americanos não se curvarão ao terrorismo. Vale salientar que o problema de roteiro foi tão sério que fez com que Antoine Fuqua, diretor de Invasão a Casa Branca, rejeitasse o projeto, assumido pelo novo novato em Hollywood Babak Najafi.

Conclusão: na tentativa de emplacar uma franquia com cara de “Duro de Matar”, uma equipe de Invasão em Londres peca no roteiro e mesmo sem carisma dos personagens. Nem mesmo os ganhadores do Oscar (Freeman e Melissa Leo) são bem aproveitados. Se, assim como eu, você gosta de bons diálogos e um argumento gosta de suporte para enxurrada de balas, Invasão a Londres não agrada. Agora, você tem algumas cortesias, um motivo para comer pipoca e assistir grandes explosões, talvez o filme não é tão ruim assim.

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DE PODEROSO CHEFÃO À BREAKING BAD: ZOOTOPIA ENTRETÉM TANTO PAIS QUANTO FILHOS

Ocupando o primeiro lugar nas bilheterias brasileiras em sua semana de estreia, uma nova animação da Disney traz referências que vão desde os clássicos infantis à Breaking Bad. O longa metragem Zootopia – Essa Cidade é o Bicho trazer em sua narrativa temas complexos e atuais como corrupção, preconceito e manipulação política, mas semper sobre o fundo de uma narrativa simples como um Disney consegue fazer.

Uma animação conta a história de Judy, uma jovem coelha vinda de uma família tradicional de camponeses, mas que sonha em ser policial. Para superar os desafios de se tornar uma primeira coelha policial da história, Judy precisará vencer primeiro a preconceito, provando que uma profissão não precisa ser necessariamente de predadores. A jornada da protagonista começa a enfrentar uma tarefa difícil de abandonar sua terra natal e encarar uma dura realidade de morar em uma metrópole: Zootopia. A cidade participa de um programa de inclusão social que tem por objetivo abrigar presas e predadores em convivência pacífica e harmoniosa. Ao deparar-se com vários obstáculos que atrapalham um exercício de seus sonhos, uma coelha vê uma investigação de um desaparecimento de uma oportunidade de mostrar seu valor.

Longe de caber nenhum fantasia tradicional e natural, comum aos filmes da Disney, o ambiente de Zootopia foi pensado para lembrar cidades como Miami ou Rio. Repleta de tecnologia e populares que aparecem sempre trabalhando ou manipulando seus smartphones, uma ideia do filme parece ser o cenário mais próximo possível da realidade, fazendo com que os identificadores em todo o tempo com os personagens.

Apesar da clássica narrativa onde a protagonista supera desafios e persegue seus sonhos, um trama flerta também com problemas cotidianos da sociedade moderna, abordando temas atuais como o tráfico de drogas, uma corrupção política, uma indústria da multa e burocracia e morosidade dos serviços públicos.

Famoso por seu critério trabalho com animação, o diretor Byron Howard (diretor de Bolt: Supercão e Enrolados) e os envolvidos na produção do filme passaram semanas estudando de perto o comportamento e os movimentos de animais. Fizeram pesquisas sobre uma pelagem de cada mamífero e elaboraram um curto falando um pouco do processo e de algumas curiosidades sobre uma produção. Você pode conferir o documento sem link https://youtu.be/D3pF9owYlRI.

Outro aspecto interessante da animação são como inúmeras referências a outros filmes e elementos da cultura pop. São tantos trocadilhos escondidos nas cenas que são necessárias assistir uma dúzia de vezes para perceber todos. Beijo na mão de um mafioso italiano na produção de substâncias ilícitas em um vagão, uma animação esconde vários easter eggs de produções como O Poderoso Chefão, Breaking Bad, Frozen, Robin Hood, Dumbo entre outros.

Surpreendendo até mesmo os mais otimistas, o filme faturou mais de R $ 9 milhões de dia 17 ao dia 20 de março, superando “Convergente”, penúltimo filme da série “Divergente”, segundo dados da Rentrak Brasil.

Conclusão – Zootopia é uma animação que supera as expectativas. Com visual cuidadoso, uma narrativa bem elaborada e piadas inteligentes, o filme faz com quase 110 minutos passam despercebidos em frente à telona.

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