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Novo episódio de Game of Thrones traz quebra de juramentos e novas estratégias

A sexta temporada de Game of Thrones está arrancando suspiros e sem deixar ninguém dormir direito. As novidades não param e a série começa a aprofundar ainda mais o enredo nas complexas histórias de cada personagem, fazendo com que os fãs passem a semana inteira apenas esperando pelo domingo seguinte.

Em recente entrevista à Revista EW, os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss conversaram sobre término da série e deixaram claro que a ideia é finalizar a série com no máximo sete ou oito temporadas.

Os novos capítulos trouxeram luz a vários mistérios que envolviam a trama, além de um destaque ainda maior aos Starks, estabelecendo-os definitivamente como núcleo centro do enredo dessa temporada.

O nome do mais recente episódio é Oathbreaker, que ao pé da letra significa perjúrio, ou seja, quebra de uma promessa ou juramento. O episódio tem início exatamente na cena final do capítulo anterior, mostrando Jon Snow ainda um confuso com todo o acontecido. Durante os primeiros minutos do núcleo de Castle Black, o Lorde Comandante, executou seus traidores e abriu mão do Comando da Patrulha da Noite. O episódio não deixou claro, mas ao que tudo indica o bastardo de Winterfell considera que, após sua morte, ele já não está mais sob o juramento que fez ao juntar-se à guarda da muralha.

Para além de Westeros, a série retoma um importante flashback vivido por Bran, onde o garoto presencia a famosa luta entre Ned Stark e Arthur Dayne na Torre da Alegria. A Torre, localizada ao Passe do Príncipe, entre as Terras da Tempestade e Dorne, foi o local onde Rhaegar Targaryen manteve Lyanne Stark presa durante a rebelião de Robert Baratheon.

Arya tem uma breve aparição em Oathbreaker, apenas com algumas cenas em que, pra variar, apanha bastante e tem sua visão restituída. Ao que parece, a caçula de Ned Stark concluiu seu treinamento para se tornar “ninguém”.

Sumidos desde a terceira temporada, Rickon Stark e Osha finalmente retornam à série, mas infelizmente como reféns do novo Lorde Protetor do Norte, o sádico Ramsay Bolton.

Em King’s Landing, Cersei aparece com Jaime tramando a reconquista do controle do governo e Tommen tenta convencer o Alto Pardal a abrir mão do julgamento de sua mãe.

A rainha Daenerys, em sua rápida participação, aparece apenas conversando com as viúvas, em um diálogo que dá a entender que, em função da jornada da mãe dos dragões longe do clã dothraki, a descendente dos Targaryen deve passar por um julgamento para saber se poderá ou não permanecer no reduto das viúvas dos Khals. Já em Mereen, Tyrion e Varys planejam negociações com os Mestres de Yunkai, Astapor e Volantis para minar o apoio das cidades as ações dos Filhos da Harpia.

Sansa não aparece no episódio, mas, reforçando a paixão dos roteiristas em fazer com que os Starks se desencontrem, a ruiva de Winterfell se dirige à muralha, sem saber que seu irmão, Jon Snow, já não está mais lá.

O trailer do próximo capítulo mostra a chegada de Sansa à Muralha, além de desenrolar ainda mais os parados enredos de Margaery, Theon e Daenerys. Vamos esperar então, que venha o próximo DominGOT!

Teoria R+L=J

Durante a Rebelião de Robert Baratheon, Rhaeger Targaryen manteve Lyanne Stark protegida por cavaleiros da Guarda Real, incluindo Arthur Dayne, o Espada da Manhã e portador da Alvorada na Torre da Alegria. É lá onde se acredita que o bastardo Jon Snow foi concebido, sendo filho do relacionamento entre Rhaeger e Lyanne. Sendo assim, o ex Lorde Comandante da Patrulha da Noite teria sangue Targaryen, o que o tornaria um herdeiro legítimo do trono de ferro. A teoria afirma que ele não seria filho de Ned, tendo o Protetor do Norte apenas o adotado após a morte de Lyanne.

A base da teoria vem de meados de 1998 e diz que, no fim da batalha, após Ned e seus companheiros chegarem à Torre, ele encontrou sua irmã sobre uma poça de sangue, prestes a morrer, e uma criança ao seu lado. Em um ato de misericórdia, Ned teria levado a criança consigo como seu bastardo e o batizado de John Snow.

A linha do tempo da teoria a torna bastante plausível, uma vez que John teria 14 anos após o fim da guerra. Outro argumento utilizado pelos defensores da teoria é o fato de que Ned afirma várias vezes que o bastardo é “seu sangue”, mas evita dizer “meu filho”. Além disso, o próprio ator Sean Bean já afirmou em algumas entrevistas que seu personagem tem “assuntos não resolvidos na série”. O ator ainda completa: “Obviamente não sou pai de Jon Snow e isso precisa ser revelado em algum momento”.

Esperava-se que na visão de Bran a teoria fosse testificada, mas ainda não foi dessa vez.

 

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Mortes e respostas recheiam novo episódio de Game of Thrones

O segundo episódio da sexta temporada de Game of Thrones foi ao ar neste domingo (1) e mexeu com os ânimos de todos os fãs da série. Entitulado “home”, o capitulo aprofunda a história e começa a entregar algumas respostas aos questionamentos deixados com o alucinante final da temporada anterior.

ATENÇÃO: o texto adiante contém spoilers dos acontecimentos do episódio.

Novamente a narrativa tem de dar conta de vários núcleos, indo e voltando pelas diversas histórias que envolvem a guerra pelo trono de ferro. Deixado de lado na estreia da temporada, Brandon Stark reaparece logo no início do episódio, protagonizando uma cena em que, juntamente com o corvo de três olhos, “mergulha” no passado e pode ver seu pai, Ned Stark, em um treinamento de luta de espadas com seu tio Benjen. O interessante da cena é o destaque dado à Willys, até então conhecido apenas como o “semi-mudo” Hodor, mas que aparece falando e interagindo com os outros personagens durante o flashback. Meera tem uma rápida participação junto à Brann.

De volta a kings landing, Cersei se vê proibida de comparecer ao funeral de sua própria filha Myrcella, em função da preocupação do Rei Tommen com a possibilidade de um novo rapto de sua mãe pelos pardaise. Jaime e Sua Majestade comparecem à cerimônia, mas são interrompidos pelo Alto Pardal, líder da Fé Militante.

Arya Stark tem uma rápida participação, mas que encaminha a história da personagem para um novo caminho. Ainda mendigando pelas ruas e apanhando como parte de seu treinamento para se tornar “ninguém”,

Em Winterfell o episódio deixa seu primeiro rastro de sangue: Roose Bolton é esfaqueado pelo filho bastardo Ramsay Bolton após a descoberta de que o lorde teria um herdeiro “puro-sangue” para o trono. Não satisfeito com a morte do pai, Ramsay mata também seu irmão recém nascido, entregando-o aos cães.

Ainda em fuga do exército dos Bolton, Sansa, Theon e Brienne aparecem rapidamente nesse episódio. A comovente cena mostra Theon pedindo perdão a Lady Sansa por tudo que causou à sua família e anuncia seu retorno para casa.

Aparentemente tomando força nessa temporada, as ilhas de ferro protagonizaram a segunda morte da noite. O rei Balon Greyjoy, pai de Theon, é atirado de cima da ponte por um de seus próprios irmãos. Com a volta de Theon para casa, a trama parece caminhar pra reestruturação política e militar da casa dos Greyjoy.

Uma das grandes revelações da noite ficou por conta do núcleo de Meereen. Tyrion decide descer à Cripta onde os dragões são mantidos para ganhar sua confiança e liberta-los, o que aparentemente dá certo. Com a confiança dos dragões, o exército comandado por verme cinzento e os conselhos do Mestre dos Sussuros, o mais inteligente dos Lannister parece estruturar um plano para potencializar seu controle sobre Meereen.

Por fim, mas não menos importante, a história alcança a muralha. Cenário das mais importantes revelações dos últimos episódios, Castle Black encontrasse em uma tensa situação onde Sir Davos e o restante dos fiéis à Snow aguardam reforços para enfrentarem a investida do atual Lorde Comandante. Eis que, quando o ataque se torna iminente, os selvagens aparecem para salvar o dia. A partir daí que a coisa começa a ficar interessante. Após controlar e prender os traidores, Davos procura Melissandre para saber se existe alguma magia que possa trazer John de volta à vida. Confirmando a suspeita de todos os fãs, Melissandre confirma a possibilidade, mas alega não ter capacidade de realizar um ritual desse tipo. Após muita insistência, a sacerdotisa inicia uma tentativa de trazer o bastardo de Winterfell de volta, mas aparentemente não tem êxito. Eis que, após a saída de todos, a respiração do Lorde Comandante rompe o silêncio da cena e encerra o episódio.

Com um ritmo bem mais acelerado que o primeiro, “home” imerge (brutalmente) os fãs na trama e mostra que a série não vai “arrodear” para desenrolar os fatos da luta pelo trono de ferro. Trazendo várias respostas, mas ainda muitas perguntas, o episódio desse domingo trouxe de volta a adrenalina do final da temporada anterior, mostrando que a verdadeira guerra ainda está pra começar.

 

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Ayrton vive: banda paraibana faz videoclipe em homenagem aos 22 anos da morte do piloto

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No dia 01 de maio de 1994 o Brasil acordava mais triste. A morte de um dos maiores pilotos do mundo chocava o país. Ayrton Senna arrancou o fôlego dos fãs em em meio à curva Tamburello, no circuito de Imola, comovendo uma nação inteira que naquele momento perdia um herói.

Exatos 22 anos após o fatídico acidente, os fãs terão a oportunidade de ter um pouco daquelas suas manhãs de domingo de volta. “A Rush Through The River”, novo clipe da banda paraibana Grandphone Vancouver lançado neste 01 de maio, brinda o povo brasileiro com imagens que todo o mundo gostaria de ver: Ayrton ainda vivo.

No videoclipe, após o acidente envolvendo sua Williams, Senna sai com vida e, de carona no reboque que leva os destroços do seu carro, retorna ao box. O vídeo, trabalhado inteiramente em uma estética de filme, mostra o herói em grandes momentos da carreira através de uma narrativa emocionante que passeia através de toda sua trajetória, vitórias e títulos mundiais.

A mensagem do clipe é clara: Ayrton vive e com certeza esta é a melhor notícia para esta saudosa manhã de domingo.

Confira o clipe:

 

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Capitão América e a batalha mais esperada do ano

Há algum tempo a Marvel vem fascinando os fãs com suas campanhas pré-filmes que trazem maior proximidade ao universo das produções, gerando grandes expectativas e dividindo opiniões. Foi assim, por exemplo, em toda campanha digital de Deadpool, em que a a empresa usou e abusou dos memes para tornar o anti-herói ainda mais carismático e próximo do público. Com Guerra Civil não foi diferente. O mais novo filme da franquia dividiu, desde antes do lançamento do filme, uma legião de pessoas em dois grupos: Time Capitão América e Time Homem de Ferro.

Outra coisa fantástica que o estúdio tem feito é conectar magistralmente os enredos, fazendo com que as sequências não estejam atreladas ao título do filme, mas à ordem do lançamento. Sendo assim, pôde-se dizer, por exemplo, que Capitão América é uma sequência lógica do que aconteceu em Vingadores: A Era de Ultron.

A narrativa encontra Steve Rogers (Chris Evans) liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Depois que um incidente envolvendo a equipe resulta em um dano colateral, a pressão política se levanta e instaura um sistema de contagem, liderado por um órgão governamental, para supervisionar e dirigir os Vingadores. O novo status quo divide o time, resultando em dois lados: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência governamental e o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em apoiar a supervisão e contagem do governo.

O filme consegue envolver completamente o público na trama que antecede a tão aguardada batalha, prendendo a atenção dos fãs e deixando claro que chegará a hora em que cada um vai terá que escolher seu lado.

Em defesa dos ideais compartilhados, cada líder monta seu time e, aos 90 minutos de filme, o público pode se render a euforia de ver os maiores super-heróis da Marvel reunidos em uma batalha épica. De um lado War Machine, Viúva Negra, Pantera Negra, Homem-Aranha e Visão, liderados pelo Homem de Ferro. Do outro, Bucky Barnes, Sam Wilson, Gavião Arqueiro, Homem Formiga, Sharon Carter e a Feiticeira Escarlate lutam ao lado do Capitão América.

As estratégias de batalha deixam claro que o tempo em que os heróis lutaram juntos fez com que cada um conhecesse os pontos fortes e fracos dos membros das equipes. A situação é delicada e complexa, no entanto o sarcasmo e o bom humor dos personagens fazem com que o clima não fique tão tenso quanto poderia. Quem assistiu ao filme legendado teve a surpresa de encontrar termos bastante “abrasileirados”. Expressões como “ta tranquilo, ta favorável”, “só que não” e “suave” arrancam boas risadas dos espectadores.

Um dos pontos altos do filme é a aparição do Homem-Aranha, bem mais novo e atrapalhado que nos filmes exclusivos do herói, mas com força e talento suficientes para desempenhar papel chave nessa guerra.

A conclusão do filme deixa como lição que somos capazes de coisas preocupantes quando deixamos a vingança e o orgulho nos consumir. Ah, não esqueça dos créditos, eles nos dão a certeza de que vem mais ação por aí.

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Capitão América e a batalha mais esperada do ano

Há algum tempo a Marvel vem fascinando os fãs com suas campanhas pré-filmes que trazem maior proximidade ao universo das produções, gerando grandes expectativas e dividindo opiniões. Foi assim, por exemplo, em toda campanha digital de Deadpool, em que a a empresa usou e abusou dos memes para tornar o anti-herói ainda mais carismático e próximo do público. Com Guerra Civil não foi diferente. O mais novo filme da franquia dividiu, desde antes do lançamento do filme, uma legião de pessoas em dois grupos: Time Capitão América e Time Homem de Ferro.

Outra coisa fantástica que o estúdio tem feito é conectar magistralmente os enredos, fazendo com que as sequências não estejam atreladas ao título do filme, mas à ordem do lançamento. Sendo assim, pôde-se dizer, por exemplo, que Capitão América é uma sequência lógica do que aconteceu em Vingadores: A Era de Ultron.

A narrativa encontra Steve Rogers (Chris Evans) liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Depois que um incidente envolvendo a equipe resulta em um dano colateral, a pressão política se levanta e instaura um sistema de contagem, liderado por um órgão governamental, para supervisionar e dirigir os Vingadores. O novo status quo divide o time, resultando em dois lados: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência governamental e o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em apoiar a supervisão e contagem do governo.

O filme consegue envolver completamente o público na trama que antecede a tão aguardada batalha, prendendo a atenção dos fãs e deixando claro que chegará a hora em que cada um vai terá que escolher seu lado.

Em defesa dos ideais compartilhados, cada líder monta seu time e, aos 90 minutos de filme, o público pode se render a euforia de ver os maiores super-heróis da Marvel reunidos em uma batalha épica. De um lado War Machine, Viúva Negra, Pantera Negra, Homem-Aranha e Visão, liderados pelo Homem de Ferro. Do outro, Bucky Barnes, Sam Wilson, Gavião Arqueiro, Homem Formiga, Sharon Carter e a Feiticeira Escarlate lutam ao lado do Capitão América.

As estratégias de batalha deixam claro que o tempo em que os heróis lutaram juntos fez com que cada um conhecesse os pontos fortes e fracos dos membros das equipes. A situação é delicada e complexa, no entanto o sarcasmo e o bom humor dos personagens fazem com que o clima não fique tão tenso quanto poderia. Quem assistiu ao filme legendado teve a surpresa de encontrar termos bastante “abrasileirados”. Expressões como “ta tranquilo, ta favorável”, “só que não” e “suave” arrancam boas risadas dos espectadores.

Um dos pontos altos do filme é a aparição do Homem-Aranha, bem mais novo e atrapalhado que nos filmes exclusivos do herói, mas com força e talento suficientes para desempenhar papel chave nessa guerra.

A conclusão do filme deixa como lição que somos capazes de coisas preocupantes quando deixamos a vingança e o orgulho nos consumir. Ah, não esqueça dos créditos, eles nos dão a certeza de que vem mais ação por aí.

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Episódio de estreia de Game Of Thrones mantém a linha e gera mais perguntas que respostas

Acabou a espera. Os milhões de fãs de Game Of Thrones puderam prestigiar o tão esperado retorno da série com maior audiência de todos os tempos. O episódio de estreia gerou grandes expectativas por dois importantes motivos: a série ultrapassou o livro na qual se baseia e a temporada anterior deixou vários parênteses e muitas dúvidas nas cabeças dos fãs. Com a difícil missão de contextualizar os expectadores na nova temporada, o episódio teve que lidar com vários núcleos da narrativa, dando uma “pincelada” em praticamente todas as histórias da trama.

Alerta de spoilers – Cuidado, se você ainda não assistiu ao episódio de estreia pode encontrar spoilers no texto abaixo.

A grande pergunta que vem tirando o sono dos fãs é: John Snow realmente morreu? Essa pergunta ressoou durante um ano e se imaginava que o primeiro episódio da temporada responderia ao anseio popular, mas… ledo engano. Embora não tenha dado a resposta, a série deixou a situação em aberto (como sempre), suscitando, inclusive a partir do título – The Red Woman, que a sacerdotisa Melisandre poderia ressuscitar o bastardo de Winterfell. Sir. Davos também protagoniza uma aparição fundamental no núcleo, colocando-se como líder dos apoiadores de Snow.

A adição da península de Dorne na quinta temporada fez com que a narrativa se tornasse ainda mais complexa, já que agora tudo indica que mais uma nação entrará na guerra pelo trono. Entretanto, o sangue dornês derramado ontem deixou ainda mais claro que quando se trata de George R. R. Martin sempre é possível ter novidades.

Daenerys Targaryen apareceu de maneira sucinta neste início de temporada, mas já se impôs e mostrou aos Dothraki que ainda tem sangue de Khaleesi correndo nas veias.

Outro núcleo abordado no episódio foi a fuga de Sansa? A herdeira de Winterfell teve sorte e foi salva mais uma vez por Brienne, mas a trama não deu nenhum passo além desse com relação a personagem.

Arya Stark, tida para muitos como a verdadeira protagonista da história, também aparece de maneira rápida nos primeiros 60 minutos da temporada, mas com tempo suficiente para dar uma ideia dos caminhos que a personagem seguirá daqui pra frente. Ao que tudo indica, Arya, agora cega, continuará seu treinamento místico para virar “ninguém”.

Uma das principais ausências na estreia foi Bran Stark. Após se encontrar com o corvo de três olhos no final da quarta temporada, Bran permanece uma incógnita na trama, embora dê indícios de que sua participação terá papel fundamental no desfecho da guerra.

Já em King’s Landing, Cersei aparece recuperada e apenas sofrendo o luto junto a Jaime pela perda de Myrcela, sua filha. Já Margaery, apenas continua aprisionada nas masmorras.

Teve morte, violência e “nudes”. Os jogos estão de volta e os fãs tem muitas perguntas e poucas respostas, só resta saber se as respostas realmente serão dadas.

E você, o que achou do episódio de ontem? Qual a resposta que está lhe deixando mais ansioso? Conta pra gente!

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Game of Thrones: empresas promovem ações para episódio de estreia

Dadas as proporções que Game of Thrones tomou ao redor do mundo, algumas empresas estão organizando ações em torno da estreia da sexta temporada, como é o caso da +rehabstudio, que decidiu presentear seus funcionários com folga coletiva na manhã seguinte ao lançamento do episódio. A ideia da ação surgiu em função do horário de exibição que, por ser o mesmo para todo o mundo, será às 2h da madrugada em Londres, sede da empresa.

A Sky também lançou uma nova edição de seu famoso site “Minhas Apostas” contemplando a trama. Acontece que a sexta temporada da série é a primeira sem livros para acompanhar, o que tem mexido bastante com a cabeça dos fãs. Aproveitando a oportunidade, a empresa lançou o hotsite com o propósito de perguntar aos usuários algo que, levando em conta que se trata de Game of Thrones, não é nada fácil de responder: quais são os personagens que devem morrer nesta temporada? A aposta só pode ser feita antes de cada episódio ir ao ar e o usuário pode escolher entre opções como “ninguém morre” ou prever a morte de até 4 personagens. A pontuação varia de acordo com as escolhas e é atualizada automaticamente depois que o episódio vai ao ar, junto com o ranking geral do site.

A estratégia de “aproveitar-se” de eventos como esse para promover ações direcionadas ao público alvo não é nenhuma novidade, mas tem sido cada vez mais usada pelas grandes empresas. Ao promover momentos e compartilhar conteúdos que agradam os clientes, as empresas fortalecem o relacionamento com os consumidores e otimizam os processos de fidelização com a marca.

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Game of Thrones: Nova temporada estreia com sinal aberto

Neste domingo (24), às 22h, estreia a nova temporada da consagradíssima série Game Of Thrones. Em meio à muito burburinho, várias novidades têm surgido na rede, como a renovação da série para sua sétima temporada, os boatos de que a história chegaria ao fim na oitava e até mesmo que as duas últimas teriam menor quantidade de episódios.

Polêmicas a parte, a expectativa em torno do episódio de abertura é grande, já que a season finale da temporada anterior pegou muitos fãs de surpresa. Como de costume, a HBO vai liberar o sinal para que os nãos assinantes possam acompanhar o episódio de estreia que terá transmissão mundial simultânea. Na verdade, o canal já vem fazendo um “esquenta” com os fãs de Westeros desde quarta (20), em uma maratona ininterrupta de exibição das cinco temporadas anteriores.

Enquanto o domingo não chega, resta aos fãs relembrarem as últimas cenas da temporada anterior e tentar responder a fatídica pergunta: sim, mas e John Snow?

 

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House of Cards ou House of Brasília, será que você sabe a diferença?

A semelhança entre a situação política do Brasil e o roteiro da série produzida pela Netflix é óbvia para qualquer fã de House of Cards. Lobbies partidários, traições e escândalos movimentam as duas realidades e tem gerado cases bem interessantes, como a carta aberta de Frank Underwood (protagonista da série interpretado por Kevin Spacey) ao povo brasileiro ou o vídeo de Douglas Stampler (braço direito de Underwood interpretado por Michael Kelly) comentando sobre as similaridades entre os dois momentos.

A empresa paraibana Construir Sites elaborou um divertido quiz para que os fãs meçam seus conhecimentos sobre a série e a atual circunstância da política nacional. No game, os internautas precisam identificar quais fatos aconteceram na série, quais aconteceram em Brasília e quais ocorreram em ambas. O destaque fica para o resultado que, com base no número de acertos, classifica o jogador como um dos personagens principais envolvidos no cenário político brasileiro, como Aécio Neves, Eduardo Cunha ou até mesmo o badalado juiz Sérgio Moro.

Sucesso de crítica e público, House of Cards conta a trajetória do casal Frank e Claire Underwood na política norte-americana. Em meio a estratagemas mirabolantes, o então líder da maioria do Congresso americano começa uma jornada em busca de ascensão ao mais alto escalão político: a presidência dos EUA. Munido de muita lábia e pouco caráter, o protagonista envolve diversos atores e mobiliza a imprensa para suplantar talvez o maior golpe de Estado da história americana.

Acesse o quiz e descubra o quão envolvido você está em www.houseofbrasilia.com.

 

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Better Call Saul: Afinal, quando Jimmy McGill vai virar Saul Goodman?

Better Call Saul é um Spin-off – série derivada – de Breaking Bad e conta a história do famoso advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk), seis anos antes dele conhecer Walter White. Conhecido à época como Jimmy McGill, a série mostra sua trajetória do anonimato ao sucesso e principalmente sua afinidade por criminosos e malandros, adquirida através de seu apurado senso para perceber brechas nas leis.

Os criadores da série, Vince Gilligan e Peter Gould, trouxeram à Better Call Saul alguns elementos da série original, como uma trilha sonora regada de músicas latinas e a fotografia de qualidade incontestável de Breaking Bad.

Além de construir a transição de Jimmy McGill a Saul Goodman, a segunda temporada também proporciona o conhecimento mais profundo da história de alguns personagens da primeira série, como Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), o ex-policial que tem seu lado familiar bem priorizado na série através do relacionamento com a neta, embora por vezes se sinta tentado para o mal devido suas habilidades e perspicácia fora do comum. Já a aparição de Tuco Salamanca (Raymond Cruz), traficante lunático da série original, é bem breve, apenas para contextualizar seu tio Hector Salamanca (Mark Margolis), retratado na série original apenas como um idoso com problemas de saúde, mas que deverá ter papel fundamental na história de Saul Goodman. A narrativa ilustra também a relação de Saul com o irmão mais velho Chuck (Michael McKean), advogado de sucesso, mas que está afastado da profissão por passar por momentos difíceis.

Através de flashbacks, a série mostra também as causas dos desvios de personalidade de Jimmy, algo recorrente e que costuma trazer más consequências, justificando a constante preocupação de Chuck.

Os episódios lançados até então não demonstram nenhuma pressa da equipe em transformar Jimmy McGill em Saul Goodman, o que pode causar certo desânimo nos fãs mais saudosos do advogado esnobe e espertalhão, mas por outro lado, a série deixa claro que a intenção é imergir o espectador na história e na mente de Jimmy, proporcionando uma experiência ainda mais profunda com Better Call Saul que com Breaking Bad.

A terceira temporada da série já está garantida e com direito até a especulação sobre a aparição de mais personagens da série original, como Gus Fring (Giancarlo Esposito). Enquanto a nova temporada não chega, resta aos fãs continuarem na ansiedade para ver o desdobramento da história desse advogado ora criminoso, ora bom menino.

E você? Já assistiu a série? Conta pra gente o que achou e o que acha que está por vir na terceira temporada.

Por Lúcio de Oliveira

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