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10 motivos para você assistir Agents of SHIELD

A série Agents of SHIELD, da Marvel e ABC, chega ao final de sua quarta temporada em grande forma. Renovada por pelo menos mais um ano, a produção que conta a história do agente Phil Coulson após os eventos do primeiro filme dos Vingadores, teve um início morno em 2013 e por isso fez com que muitos desistissem de acompanha-la. Os que perseveraram viram uma das melhores produções do universo expandido da Casa das Ideias já produzidas até hoje.

Veja abaixo, 10 motivos que fazem de Agents of SHIELD uma série incrível.

1- Origem

A série foi a primeira produção do Universo Cinematográfico da Marvel fora dos cinemas. O responsável por trazer à TV uma história que mostrasse os bastidores da Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão – sim, S.H.I.E.L.D. é uma sigla) após os eventos de Os Vingadores foi do próprio diretor do longa dos Maiores Heróis da Terra: Joss Whedon.

Até hoje a série é produzida, escrita e dirigida pelo irmão de Joss, Jed Whedon, e nos faz enxergar todos os acontecimentos do cinema por outro ângulo. É 40 minutos de conteúdo novo da Marvel toda semana!

Como protagonista da história, um Phil Coulson – aquele agente morto em combate durante o ataque de Loki ao aeroporta-aviões da própria SHIELD, que fez com que os Avengers enfim trabalhassem como equipe – formando sua própria equipe de ação enquanto tenta desvendar os mistérios sobre a sua volta do mundo dos mortos.

http://gph.is/1cWoY9j

2- Espionagem

A SHIELD sempre foi apresentada como a maior instituição de espionagem da Marvel nos quadrinhos. Adapta-la para a televisão exigia um clima de suspense, mistérios e agentes com duplas intenções. Nos primeiros episódios era impossível afirmar com certeza em quais dos personagens se dava para confiar. Todos pareciam ter mistérios e intenções próprias.

Mesmo depois de quatro temporadas e do excelente desenvolvimento de todos os personagens iniciais, algumas situações fazem com que a gente ainda desconfie até mesmo dos agentes mais confiáveis.

3- Reviravoltas na história

O auge da série ocorre paralelo aos eventos de Capitão América – Soldado Invernal. No filme, é descoberto que a HYDRA sempre esteve infiltrada na SHIELD controlando suas ações, realizando operações criminosas. No final do filme, a SHIELD encerra a suas operações, enquanto na série nada ficou como antes. Uma sequência de reviravoltas fez com que os fãs da série aprendessem que nunca se é possível saber o que esperar do episódio seguinte.

4- Vilões

Sem sombra de dúvidas, o principal calcanhar de Aquiles dos filmes da Marvel Studios é o desenvolvimento de seus vilões. Isso, no entanto, não afeta Agents of Shield.

Sabe Loki, o irmão malvado de Thor que sempre faz com que o deus do trovão acredite em suas intenções para na sequência o trair pela milésima vez? Você acha Thor um idiota em sempre cair no mesmo papo furado do deus da trapaça? É exatamente o que acontece com você em relação ao vilão de Agents of Shield!

Quando você descobre que determinado personagem é na verdade um FDP vilão e esteve infiltrado o tempo inteiro, sua primeira reação é negar a possibilidade de tal traição, fica incrédulo achando que na verdade ele é um agente triplo, constata que na verdade ele é vilão mesmo, o odeia do fundo do seu coração e ainda mais às suas atitudes, mas na primeira oportunidade ele faz com que você volte a acreditar novamente em suas boas intenções e acabe o perdoando. Só pra ser enganado novamente. E ele continua te fazendo oscilar entre amor e ódio, mesmo depois de morto, até hoje!

5- Mortes

Por falar em morte… é bem conhecido o fato de que durante muito tempo não houveram muitas mortes realmente impactantes no Universo Cinematográfico da Marvel. Cada personagem morto acabava voltando à vida de alguma forma: Bucky Barnes, Nick Fury, Groot e o próprio Coulson.

Em AOS a morte, para muitos, é um caminho sem volta. A cada temporada pelo menos um agente importante é sacrificado pela equipe de roteiristas. Isso faz com que o público perceba que as ameaças apresentadas podem causar consequências irreversíveis e que seu personagem preferido pode não mais voltar no próximo episódio.

6- Personagens Clássicos

Por limitação de tempo e desenvolvimento de histórias, muitos personagens interessantes da Marvel acabam não indo para o cinema. A série nos possibilita ver as versões live actions desses personagens queridos.

Entre heróis e vilões clássicos dos quadrinhos que já apareceram em Agents of Shield destacamos Harpia, Graviton, Nevasca, Tremor, Homem-Absorvente, Nick Fury, Maria Hill, Deathlok, Victoria Hand, Lorelei e Lady Sif, além das duas principais versões do Motoqueiro Fantasma!

7- Personagens e seus arcos

Talvez a maior característica não dita sobre a Marvel é que todos os seus personagens, por mais fantásticos que sejam, possuem fraquezas e reais que os tornam mais próximos de uma humanidade. Em SHIELD, cada personagem é desenvolvido detalhadamente ao longo das 4 temporadas da série, de modo que fica nítido as suas motivações, desafios, pontos fracos e superação!

No fundo, a SHIELD acaba servindo como um grande e real escudo para fazê-los seguir em frente.

A forma como novos personagens são introduzidos e em poucos episódios conseguem cativar o público funciona de forma certeira. Foi assim com a Harpia, Tripp, Hunter, Mace e Yo-yo, por exemplo.

8- Efeitos visuais e cenários

Esse provavelmente seria um item não presente nessa lista se não fossem os efeitos visuais apresentados entre a terceira e quarta temporadas. A forma como o vilão Hive e o próprio Motoqueiro Fantasma foram apresentados é digna de ser exibida em salas de cinema.

Outro ponto positivo são os cenários apresentados na série. Missões em diversos países e línguas (inclusive em português) já foram realizadas em todo o globo terrestre e até em outros planetas e outras dimensões. Esse é o benefício de ter, na maior parte do tempo, um avião gigantesco como base da equipe.

9- Lutas e coreografias

Uma coisa é certa nos episódios de Agents of SHIELD: haverá ação em algum momento.

Como estamos tratando de superagentes treinados alá Viúva Negra e Gavião Arqueiro, as cenas de combate precisam sempre ser muito bem elaboradas. A adição de superpoderes a alguns personagens amplia ainda mais essas possibilidades. Adicione um arsenal de armas hiper tecnológicas e pronto, você tem cenas incríveis de lutas toda semana na sua tela.

10- Ligação com o Universo Cinematográfico da Marvel

Já pensou que legal seria saber quem antes a Iniciativa Vingadores a SHIELD preparou alguns refúgios para o Hulk, e ainda poder visitar um desses locais? Em Agents of SHIELD isso é possível.

Ao contrário do que se pensa, Agents of SHIELD está diretamente relacionada aos acontecimentos dos filmes e demais produções do Universo Cinematográfico da Marvel, seja em pequenos easter eggs ou em participações diretas. Listei algumas delas:

– Que tal entender exatamente o que aconteceu com Nick Fury e a sua organização após os eventos de Soldado Invernal? Pois é, a série te conta.
– Você sabe quem arrumou a bagunça que Thor deixou em Londres após Mundo Sombrio? Exatamente, os nosso agentes!

– Sabe as outras dimensões presentes no filme do Doutor Estranho? Sim, sim, a série (assim como Agent Carter) já havia mostrado algumas delas.

– Jarvis fala que o número de pessoas com poderes aumentou significativamente após os eventos do primeiro Homem de Ferro, em Guerra Infinita. Sabe quem ajuda a dar real dimensão, na prática, do que essa frase representa? Sim, você sabe.

– E quem são os amigos que Fury cita quando justifica como conseguiu reconstruir o aeroporta-aviões? Pois é!

Esses são apenas alguns exemplos que evidenciam a importância dessa série para o Universo Cinematográfico da Marvel, que ainda conta a verdadeira história da HYDRA, fala da origem e popularização dos Inumanos e cria o ar real do que é uma Guerra Civil.

Talvez esteja na hora de você ressuscitar essa série para ver o que a Marvel tem de melhor. Foi o que aconteceu com o Coulson!

Autor: Pedro Henrique Rangel

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10 motivos para você assistir Agents of SHIELD

A série Agents of SHIELD, da Marvel e ABC, chega ao final de sua quarta temporada em grande forma. Renovada por pelo menos mais um ano, a produção que conta a história do agente Phil Coulson após os eventos do primeiro filme dos Vingadores, teve um início morno em 2013 e por isso fez com que muitos desistissem de acompanha-la. Os que perseveraram viram uma das melhores produções do universo expandido da Casa das Ideias já produzidas até hoje.

Veja abaixo, 10 motivos que fazem de Agents of SHIELD uma série incrível.

1- Origem

A série foi a primeira produção do Universo Cinematográfico da Marvel fora dos cinemas. O responsável por trazer à TV uma história que mostrasse os bastidores da Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão – sim, S.H.I.E.L.D. é uma sigla) após os eventos de Os Vingadores foi do próprio diretor do longa dos Maiores Heróis da Terra: Joss Whedon.

Até hoje a série é produzida, escrita e dirigida pelo irmão de Joss, Jed Whedon, e nos faz enxergar todos os acontecimentos do cinema por outro ângulo. É 40 minutos de conteúdo novo da Marvel toda semana!

Como protagonista da história, um Phil Coulson – aquele agente morto em combate durante o ataque de Loki ao aeroporta-aviões da própria SHIELD, que fez com que os Avengers enfim trabalhassem como equipe – formando sua própria equipe de ação enquanto tenta desvendar os mistérios sobre a sua volta do mundo dos mortos.

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2- Espionagem

A SHIELD sempre foi apresentada como a maior instituição de espionagem da Marvel nos quadrinhos. Adapta-la para a televisão exigia um clima de suspense, mistérios e agentes com duplas intenções. Nos primeiros episódios era impossível afirmar com certeza em quais dos personagens se dava para confiar. Todos pareciam ter mistérios e intenções próprias.

Mesmo depois de quatro temporadas e do excelente desenvolvimento de todos os personagens iniciais, algumas situações fazem com que a gente ainda desconfie até mesmo dos agentes mais confiáveis.

3- Reviravoltas na história

O auge da série ocorre paralelo aos eventos de Capitão América – Soldado Invernal. No filme, é descoberto que a HYDRA sempre esteve infiltrada na SHIELD controlando suas ações, realizando operações criminosas. No final do filme, a SHIELD encerra a suas operações, enquanto na série nada ficou como antes. Uma sequência de reviravoltas fez com que os fãs da série aprendessem que nunca se é possível saber o que esperar do episódio seguinte.

4- Vilões

Sem sombra de dúvidas, o principal calcanhar de Aquiles dos filmes da Marvel Studios é o desenvolvimento de seus vilões. Isso, no entanto, não afeta Agents of Shield.

Sabe Loki, o irmão malvado de Thor que sempre faz com que o deus do trovão acredite em suas intenções para na sequência o trair pela milésima vez? Você acha Thor um idiota em sempre cair no mesmo papo furado do deus da trapaça? É exatamente o que acontece com você em relação ao vilão de Agents of Shield!

Quando você descobre que determinado personagem é na verdade um FDP vilão e esteve infiltrado o tempo inteiro, sua primeira reação é negar a possibilidade de tal traição, fica incrédulo achando que na verdade ele é um agente triplo, constata que na verdade ele é vilão mesmo, o odeia do fundo do seu coração e ainda mais às suas atitudes, mas na primeira oportunidade ele faz com que você volte a acreditar novamente em suas boas intenções e acabe o perdoando. Só pra ser enganado novamente. E ele continua te fazendo oscilar entre amor e ódio, mesmo depois de morto, até hoje!

5- Mortes

Por falar em morte… é bem conhecido o fato de que durante muito tempo não houveram muitas mortes realmente impactantes no Universo Cinematográfico da Marvel. Cada personagem morto acabava voltando à vida de alguma forma: Bucky Barnes, Nick Fury, Groot e o próprio Coulson.

Em AOS a morte, para muitos, é um caminho sem volta. A cada temporada pelo menos um agente importante é sacrificado pela equipe de roteiristas. Isso faz com que o público perceba que as ameaças apresentadas podem causar consequências irreversíveis e que seu personagem preferido pode não mais voltar no próximo episódio.

6- Personagens Clássicos

Por limitação de tempo e desenvolvimento de histórias, muitos personagens interessantes da Marvel acabam não indo para o cinema. A série nos possibilita ver as versões live actions desses personagens queridos.

Entre heróis e vilões clássicos dos quadrinhos que já apareceram em Agents of Shield destacamos Harpia, Graviton, Nevasca, Tremor, Homem-Absorvente, Nick Fury, Maria Hill, Deathlok, Victoria Hand, Lorelei e Lady Sif, além das duas principais versões do Motoqueiro Fantasma!

7- Personagens e seus arcos

Talvez a maior característica não dita sobre a Marvel é que todos os seus personagens, por mais fantásticos que sejam, possuem fraquezas e reais que os tornam mais próximos de uma humanidade. Em SHIELD, cada personagem é desenvolvido detalhadamente ao longo das 4 temporadas da série, de modo que fica nítido as suas motivações, desafios, pontos fracos e superação!

No fundo, a SHIELD acaba servindo como um grande e real escudo para fazê-los seguir em frente.

A forma como novos personagens são introduzidos e em poucos episódios conseguem cativar o público funciona de forma certeira. Foi assim com a Harpia, Tripp, Hunter, Mace e Yo-yo, por exemplo.

8- Efeitos visuais e cenários

Esse provavelmente seria um item não presente nessa lista se não fossem os efeitos visuais apresentados entre a terceira e quarta temporadas. A forma como o vilão Hive e o próprio Motoqueiro Fantasma foram apresentados é digna de ser exibida em salas de cinema.

Outro ponto positivo são os cenários apresentados na série. Missões em diversos países e línguas (inclusive em português) já foram realizadas em todo o globo terrestre e até em outros planetas e outras dimensões. Esse é o benefício de ter, na maior parte do tempo, um avião gigantesco como base da equipe.

9- Lutas e coreografias

Uma coisa é certa nos episódios de Agents of SHIELD: haverá ação em algum momento.

Como estamos tratando de superagentes treinados alá Viúva Negra e Gavião Arqueiro, as cenas de combate precisam sempre ser muito bem elaboradas. A adição de superpoderes a alguns personagens amplia ainda mais essas possibilidades. Adicione um arsenal de armas hiper tecnológicas e pronto, você tem cenas incríveis de lutas toda semana na sua tela.

10- Ligação com o Universo Cinematográfico da Marvel

Já pensou que legal seria saber quem antes a Iniciativa Vingadores a SHIELD preparou alguns refúgios para o Hulk, e ainda poder visitar um desses locais? Em Agents of SHIELD isso é possível.

Ao contrário do que se pensa, Agents of SHIELD está diretamente relacionada aos acontecimentos dos filmes e demais produções do Universo Cinematográfico da Marvel, seja em pequenos easter eggs ou em participações diretas. Listei algumas delas:

– Que tal entender exatamente o que aconteceu com Nick Fury e a sua organização após os eventos de Soldado Invernal? Pois é, a série te conta.
– Você sabe quem arrumou a bagunça que Thor deixou em Londres após Mundo Sombrio? Exatamente, os nosso agentes!

– Sabe as outras dimensões presentes no filme do Doutor Estranho? Sim, sim, a série (assim como Agent Carter) já havia mostrado algumas delas.

– Jarvis fala que o número de pessoas com poderes aumentou significativamente após os eventos do primeiro Homem de Ferro, em Guerra Infinita. Sabe quem ajuda a dar real dimensão, na prática, do que essa frase representa? Sim, você sabe.

– E quem são os amigos que Fury cita quando justifica como conseguiu reconstruir o aeroporta-aviões? Pois é!

Esses são apenas alguns exemplos que evidenciam a importância dessa série para o Universo Cinematográfico da Marvel, que ainda conta a verdadeira história da HYDRA, fala da origem e popularização dos Inumanos e cria o ar real do que é uma Guerra Civil.

Talvez esteja na hora de você ressuscitar essa série para ver o que a Marvel tem de melhor. Foi o que aconteceu com o Coulson!

Autor: Pedro Henrique Rangel

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10 motivos para você assistir Agents of SHIELD

A série Agents of SHIELD, da Marvel e ABC, chega ao final de sua quarta temporada em grande forma. Renovada por pelo menos mais um ano, a produção que conta a história do agente Phil Coulson após os eventos do primeiro filme dos Vingadores, teve um início morno em 2013 e por isso fez com que muitos desistissem de acompanha-la. Os que perseveraram viram uma das melhores produções do universo expandido da Casa das Ideias já produzidas até hoje.

Veja abaixo, 10 motivos que fazem de Agents of SHIELD uma série incrível.

1- Origem

A série foi a primeira produção do Universo Cinematográfico da Marvel fora dos cinemas. O responsável por trazer à TV uma história que mostrasse os bastidores da Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão – sim, S.H.I.E.L.D. é uma sigla) após os eventos de Os Vingadores foi do próprio diretor do longa dos Maiores Heróis da Terra: Joss Whedon.

Até hoje a série é produzida, escrita e dirigida pelo irmão de Joss, Jed Whedon, e nos faz enxergar todos os acontecimentos do cinema por outro ângulo. É 40 minutos de conteúdo novo da Marvel toda semana!

Como protagonista da história, um Phil Coulson – aquele agente morto em combate durante o ataque de Loki ao aeroporta-aviões da própria SHIELD, que fez com que os Avengers enfim trabalhassem como equipe – formando sua própria equipe de ação enquanto tenta desvendar os mistérios sobre a sua volta do mundo dos mortos.

http://gph.is/1cWoY9j

2- Espionagem

A SHIELD sempre foi apresentada como a maior instituição de espionagem da Marvel nos quadrinhos. Adapta-la para a televisão exigia um clima de suspense, mistérios e agentes com duplas intenções. Nos primeiros episódios era impossível afirmar com certeza em quais dos personagens se dava para confiar. Todos pareciam ter mistérios e intenções próprias.

Mesmo depois de quatro temporadas e do excelente desenvolvimento de todos os personagens iniciais, algumas situações fazem com que a gente ainda desconfie até mesmo dos agentes mais confiáveis.

3- Reviravoltas na história

O auge da série ocorre paralelo aos eventos de Capitão América – Soldado Invernal. No filme, é descoberto que a HYDRA sempre esteve infiltrada na SHIELD controlando suas ações, realizando operações criminosas. No final do filme, a SHIELD encerra a suas operações, enquanto na série nada ficou como antes. Uma sequência de reviravoltas fez com que os fãs da série aprendessem que nunca se é possível saber o que esperar do episódio seguinte.

4- Vilões

Sem sombra de dúvidas, o principal calcanhar de Aquiles dos filmes da Marvel Studios é o desenvolvimento de seus vilões. Isso, no entanto, não afeta Agents of Shield.

Sabe Loki, o irmão malvado de Thor que sempre faz com que o deus do trovão acredite em suas intenções para na sequência o trair pela milésima vez? Você acha Thor um idiota em sempre cair no mesmo papo furado do deus da trapaça? É exatamente o que acontece com você em relação ao vilão de Agents of Shield!

Quando você descobre que determinado personagem é na verdade um FDP vilão e esteve infiltrado o tempo inteiro, sua primeira reação é negar a possibilidade de tal traição, fica incrédulo achando que na verdade ele é um agente triplo, constata que na verdade ele é vilão mesmo, o odeia do fundo do seu coração e ainda mais às suas atitudes, mas na primeira oportunidade ele faz com que você volte a acreditar novamente em suas boas intenções e acabe o perdoando. Só pra ser enganado novamente. E ele continua te fazendo oscilar entre amor e ódio, mesmo depois de morto, até hoje!

5- Mortes

Por falar em morte… é bem conhecido o fato de que durante muito tempo não houveram muitas mortes realmente impactantes no Universo Cinematográfico da Marvel. Cada personagem morto acabava voltando à vida de alguma forma: Bucky Barnes, Nick Fury, Groot e o próprio Coulson.

Em AOS a morte, para muitos, é um caminho sem volta. A cada temporada pelo menos um agente importante é sacrificado pela equipe de roteiristas. Isso faz com que o público perceba que as ameaças apresentadas podem causar consequências irreversíveis e que seu personagem preferido pode não mais voltar no próximo episódio.

6- Personagens Clássicos

Por limitação de tempo e desenvolvimento de histórias, muitos personagens interessantes da Marvel acabam não indo para o cinema. A série nos possibilita ver as versões live actions desses personagens queridos.

Entre heróis e vilões clássicos dos quadrinhos que já apareceram em Agents of Shield destacamos Harpia, Graviton, Nevasca, Tremor, Homem-Absorvente, Nick Fury, Maria Hill, Deathlok, Victoria Hand, Lorelei e Lady Sif, além das duas principais versões do Motoqueiro Fantasma!

7- Personagens e seus arcos

Talvez a maior característica não dita sobre a Marvel é que todos os seus personagens, por mais fantásticos que sejam, possuem fraquezas e reais que os tornam mais próximos de uma humanidade. Em SHIELD, cada personagem é desenvolvido detalhadamente ao longo das 4 temporadas da série, de modo que fica nítido as suas motivações, desafios, pontos fracos e superação!

No fundo, a SHIELD acaba servindo como um grande e real escudo para fazê-los seguir em frente.

A forma como novos personagens são introduzidos e em poucos episódios conseguem cativar o público funciona de forma certeira. Foi assim com a Harpia, Tripp, Hunter, Mace e Yo-yo, por exemplo.

8- Efeitos visuais e cenários

Esse provavelmente seria um item não presente nessa lista se não fossem os efeitos visuais apresentados entre a terceira e quarta temporadas. A forma como o vilão Hive e o próprio Motoqueiro Fantasma foram apresentados é digna de ser exibida em salas de cinema.

Outro ponto positivo são os cenários apresentados na série. Missões em diversos países e línguas (inclusive em português) já foram realizadas em todo o globo terrestre e até em outros planetas e outras dimensões. Esse é o benefício de ter, na maior parte do tempo, um avião gigantesco como base da equipe.

9- Lutas e coreografias

Uma coisa é certa nos episódios de Agents of SHIELD: haverá ação em algum momento.

Como estamos tratando de superagentes treinados alá Viúva Negra e Gavião Arqueiro, as cenas de combate precisam sempre ser muito bem elaboradas. A adição de superpoderes a alguns personagens amplia ainda mais essas possibilidades. Adicione um arsenal de armas hiper tecnológicas e pronto, você tem cenas incríveis de lutas toda semana na sua tela.

10- Ligação com o Universo Cinematográfico da Marvel

Já pensou que legal seria saber quem antes a Iniciativa Vingadores a SHIELD preparou alguns refúgios para o Hulk, e ainda poder visitar um desses locais? Em Agents of SHIELD isso é possível.

Ao contrário do que se pensa, Agents of SHIELD está diretamente relacionada aos acontecimentos dos filmes e demais produções do Universo Cinematográfico da Marvel, seja em pequenos easter eggs ou em participações diretas. Listei algumas delas:

– Que tal entender exatamente o que aconteceu com Nick Fury e a sua organização após os eventos de Soldado Invernal? Pois é, a série te conta.
– Você sabe quem arrumou a bagunça que Thor deixou em Londres após Mundo Sombrio? Exatamente, os nosso agentes!

– Sabe as outras dimensões presentes no filme do Doutor Estranho? Sim, sim, a série (assim como Agent Carter) já havia mostrado algumas delas.

– Jarvis fala que o número de pessoas com poderes aumentou significativamente após os eventos do primeiro Homem de Ferro, em Guerra Infinita. Sabe quem ajuda a dar real dimensão, na prática, do que essa frase representa? Sim, você sabe.

– E quem são os amigos que Fury cita quando justifica como conseguiu reconstruir o aeroporta-aviões? Pois é!

Esses são apenas alguns exemplos que evidenciam a importância dessa série para o Universo Cinematográfico da Marvel, que ainda conta a verdadeira história da HYDRA, fala da origem e popularização dos Inumanos e cria o ar real do que é uma Guerra Civil.

Talvez esteja na hora de você ressuscitar essa série para ver o que a Marvel tem de melhor. Foi o que aconteceu com o Coulson!

Autor: Pedro Henrique Rangel

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Crítica | Once Upon a Time – 6° Temporada

Há seis anos, quando Once Upon a Time começou a ser transmitida, havia uma proposta totalmente diferente e uma pegada bem inteligente para agregar valor ao mundo das séries. A produção, que se propunha a ser quase como um mega crossover de todos os contos de fadas, era algo surreal e que gerava expectativas fortíssimas, prendendo o espectador a cada novo episódio.

Entretanto, “desde sempre” as perguntas sempre foram as mesmas: até quando essa fórmula dará certo? Até quando os roteiristas conseguirão trazer novos elementos ao show? E, ao que parece, a sexta temporada trouxe esse limite.

O início da atual temporada mostrou a divisão das personalidades de Regina, trazendo a Rainha Má de volta a vida e, em paralelo, as visões de Emma de uma batalha em que ela morreria. Cativante não? Entretanto, apesar do apelo dramático, fomos presenteados com mais uma etapa em que Once Upon a Time não conseguiu se desenvolver, tornando-se apenas uma nova fase de “mais do mesmo”.

Emma, por exemplo, por ser a Salvadora na trama, é construída como um “Deus Ex-Machina”, mas as soluções apresentadas pela série para a estruturação dessa ambiência são por vezes óbvias demais ou simplesmente ilógicas. Devido ao fato da série abordar inúmeros contos de fadas, a equipe de roteiristas acaba abusando dos elementos fantásticos e dispensando as justificativas de alguns aspectos do enredo que poderiam (deveriam, na verdade) ser mais bem explicados.

Sobre as atuações é importante ressaltar o excelente trabalho de Lana Parrilla (Rainha Má / Regina), que nesta temporada teve o desafio de transitar entre duas personalidades antagônicas e o fez com total primor e verossimilhança. É bom ver que com o passar do tempo o personagem cresce junto à atriz e segue tendo muito que apresentar. Além disso, Robert Carlyle (Mr. Gold) também arrancou elogios do público, fazendo uma excelente transição do personagem que a muito já sofria pelas conseqüências de suas escolhas e que nessa temporada expressa perfeitamente a batalha interior entre seu mal latente e o bem oriundo de seu amor por Bela e sua família. Coincidentemente são os dois personagens antagonistas da série que, seis temporadas após seu lançamento, constituem os principais motivos pelos quais a história ainda é atrativa.

É bem verdade que, no afã de inovar o conteúdo do show, os produtores conseguiram trazer um novo e inesperado elemento para a temporada: um episódio musical. A idéia casou como uma luva com o ambiente fantasioso e incrível da série.  O episódio não foi solto no enredo, pelo contrário, foi criado de maneira que fizesse total sentido, abordando como a capacidade de cantar está relacionada ao amor. Os números musicais foram equilibrados e a história conseguiu até mesmo revisitar elementos da primeira temporada, antes da maldição da Rainha Má, para poder contar essa história.

No mais, a série, apesar da excelente ideia, tornou a se mostrar repetitiva, em um modelo cíclico que aprisiona o roteiro entre a maldição do sono, a maldição para voltar ao Mundo Encantado e a maldição em Storybrooke com a nova perda da memória. Mas, se é que podemos dizer algo encantador sobre a mais recente temporada, é que, ao final, como se espera de todos os contos de fadas, todos foram felizes para sempre.

O último episódio foi mais uma vez um longo especial de duas horas, correndo para resolver em um ritmo frenético todo o desenrolar da trama. Denominado “a Batalha Final”, a season finale mostrou que a guerra não era bem como esperávamos (talvez nem mesmo os personagens), mas que relembrar o começo de tudo e solucionar a briga era uma boa alternativa para o roteiro.

E por falar em início, a temporada acaba com um grande cliffhanger que mostra que a trama retornará do zero, talvez em uma tentativa de voltar aos dias de glória do show. É bem verdade que Once Upon a Time poderia encerrar suas atividades com essa season finale e concluir sua caminhada antes que “o barco afunde”, mas o gancho para a próxima temporada acaba animando os mais otimistas que anseiam explorar ainda mais esse universo fantástico dos contos de fada, apesar das temerosas baixas no elenco (incluindo Jennifer Morrison, a protagonista da série, que não voltará para a próxima temporada).

E você o que achou desta temporada de Once Upon a Time? Tá animado com esse reinicio da trama? Conta pra gente!

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Crítica | Once Upon a Time – 6° Temporada

Há seis anos, quando Once Upon a Time começou a ser transmitida, havia uma proposta totalmente diferente e uma pegada bem inteligente para agregar valor ao mundo das séries. A produção, que se propunha a ser quase como um mega crossover de todos os contos de fadas, era algo surreal e que gerava expectativas fortíssimas, prendendo o espectador a cada novo episódio.

Entretanto, “desde sempre” as perguntas sempre foram as mesmas: até quando essa fórmula dará certo? Até quando os roteiristas conseguirão trazer novos elementos ao show? E, ao que parece, a sexta temporada trouxe esse limite.

O início da atual temporada mostrou a divisão das personalidades de Regina, trazendo a Rainha Má de volta a vida e, em paralelo, as visões de Emma de uma batalha em que ela morreria. Cativante não? Entretanto, apesar do apelo dramático, fomos presenteados com mais uma etapa em que Once Upon a Time não conseguiu se desenvolver, tornando-se apenas uma nova fase de “mais do mesmo”.

Emma, por exemplo, por ser a Salvadora na trama, é construída como um “Deus Ex-Machina”, mas as soluções apresentadas pela série para a estruturação dessa ambiência são por vezes óbvias demais ou simplesmente ilógicas. Devido ao fato da série abordar inúmeros contos de fadas, a equipe de roteiristas acaba abusando dos elementos fantásticos e dispensando as justificativas de alguns aspectos do enredo que poderiam (deveriam, na verdade) ser mais bem explicados.

Sobre as atuações é importante ressaltar o excelente trabalho de Lana Parrilla (Rainha Má / Regina), que nesta temporada teve o desafio de transitar entre duas personalidades antagônicas e o fez com total primor e verossimilhança. É bom ver que com o passar do tempo o personagem cresce junto à atriz e segue tendo muito que apresentar. Além disso, Robert Carlyle (Mr. Gold) também arrancou elogios do público, fazendo uma excelente transição do personagem que a muito já sofria pelas conseqüências de suas escolhas e que nessa temporada expressa perfeitamente a batalha interior entre seu mal latente e o bem oriundo de seu amor por Bela e sua família. Coincidentemente são os dois personagens antagonistas da série que, seis temporadas após seu lançamento, constituem os principais motivos pelos quais a história ainda é atrativa.

É bem verdade que, no afã de inovar o conteúdo do show, os produtores conseguiram trazer um novo e inesperado elemento para a temporada: um episódio musical. A idéia casou como uma luva com o ambiente fantasioso e incrível da série.  O episódio não foi solto no enredo, pelo contrário, foi criado de maneira que fizesse total sentido, abordando como a capacidade de cantar está relacionada ao amor. Os números musicais foram equilibrados e a história conseguiu até mesmo revisitar elementos da primeira temporada, antes da maldição da Rainha Má, para poder contar essa história.

No mais, a série, apesar da excelente ideia, tornou a se mostrar repetitiva, em um modelo cíclico que aprisiona o roteiro entre a maldição do sono, a maldição para voltar ao Mundo Encantado e a maldição em Storybrooke com a nova perda da memória. Mas, se é que podemos dizer algo encantador sobre a mais recente temporada, é que, ao final, como se espera de todos os contos de fadas, todos foram felizes para sempre.

O último episódio foi mais uma vez um longo especial de duas horas, correndo para resolver em um ritmo frenético todo o desenrolar da trama. Denominado “a Batalha Final”, a season finale mostrou que a guerra não era bem como esperávamos (talvez nem mesmo os personagens), mas que relembrar o começo de tudo e solucionar a briga era uma boa alternativa para o roteiro.

E por falar em início, a temporada acaba com um grande cliffhanger que mostra que a trama retornará do zero, talvez em uma tentativa de voltar aos dias de glória do show. É bem verdade que Once Upon a Time poderia encerrar suas atividades com essa season finale e concluir sua caminhada antes que “o barco afunde”, mas o gancho para a próxima temporada acaba animando os mais otimistas que anseiam explorar ainda mais esse universo fantástico dos contos de fada, apesar das temerosas baixas no elenco (incluindo Jennifer Morrison, a protagonista da série, que não voltará para a próxima temporada).

E você o que achou desta temporada de Once Upon a Time? Tá animado com esse reinicio da trama? Conta pra gente!

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Crítica | Once Upon a Time – 6° Temporada

Há seis anos, quando Once Upon a Time começou a ser transmitida, havia uma proposta totalmente diferente e uma pegada bem inteligente para agregar valor ao mundo das séries. A produção, que se propunha a ser quase como um mega crossover de todos os contos de fadas, era algo surreal e que gerava expectativas fortíssimas, prendendo o espectador a cada novo episódio.

Entretanto, “desde sempre” as perguntas sempre foram as mesmas: até quando essa fórmula dará certo? Até quando os roteiristas conseguirão trazer novos elementos ao show? E, ao que parece, a sexta temporada trouxe esse limite.

O início da atual temporada mostrou a divisão das personalidades de Regina, trazendo a Rainha Má de volta a vida e, em paralelo, as visões de Emma de uma batalha em que ela morreria. Cativante não? Entretanto, apesar do apelo dramático, fomos presenteados com mais uma etapa em que Once Upon a Time não conseguiu se desenvolver, tornando-se apenas uma nova fase de “mais do mesmo”.

Emma, por exemplo, por ser a Salvadora na trama, é construída como um “Deus Ex-Machina”, mas as soluções apresentadas pela série para a estruturação dessa ambiência são por vezes óbvias demais ou simplesmente ilógicas. Devido ao fato da série abordar inúmeros contos de fadas, a equipe de roteiristas acaba abusando dos elementos fantásticos e dispensando as justificativas de alguns aspectos do enredo que poderiam (deveriam, na verdade) ser mais bem explicados.

Sobre as atuações é importante ressaltar o excelente trabalho de Lana Parrilla (Rainha Má / Regina), que nesta temporada teve o desafio de transitar entre duas personalidades antagônicas e o fez com total primor e verossimilhança. É bom ver que com o passar do tempo o personagem cresce junto à atriz e segue tendo muito que apresentar. Além disso, Robert Carlyle (Mr. Gold) também arrancou elogios do público, fazendo uma excelente transição do personagem que a muito já sofria pelas conseqüências de suas escolhas e que nessa temporada expressa perfeitamente a batalha interior entre seu mal latente e o bem oriundo de seu amor por Bela e sua família. Coincidentemente são os dois personagens antagonistas da série que, seis temporadas após seu lançamento, constituem os principais motivos pelos quais a história ainda é atrativa.

É bem verdade que, no afã de inovar o conteúdo do show, os produtores conseguiram trazer um novo e inesperado elemento para a temporada: um episódio musical. A idéia casou como uma luva com o ambiente fantasioso e incrível da série.  O episódio não foi solto no enredo, pelo contrário, foi criado de maneira que fizesse total sentido, abordando como a capacidade de cantar está relacionada ao amor. Os números musicais foram equilibrados e a história conseguiu até mesmo revisitar elementos da primeira temporada, antes da maldição da Rainha Má, para poder contar essa história.

No mais, a série, apesar da excelente ideia, tornou a se mostrar repetitiva, em um modelo cíclico que aprisiona o roteiro entre a maldição do sono, a maldição para voltar ao Mundo Encantado e a maldição em Storybrooke com a nova perda da memória. Mas, se é que podemos dizer algo encantador sobre a mais recente temporada, é que, ao final, como se espera de todos os contos de fadas, todos foram felizes para sempre.

O último episódio foi mais uma vez um longo especial de duas horas, correndo para resolver em um ritmo frenético todo o desenrolar da trama. Denominado “a Batalha Final”, a season finale mostrou que a guerra não era bem como esperávamos (talvez nem mesmo os personagens), mas que relembrar o começo de tudo e solucionar a briga era uma boa alternativa para o roteiro.

E por falar em início, a temporada acaba com um grande cliffhanger que mostra que a trama retornará do zero, talvez em uma tentativa de voltar aos dias de glória do show. É bem verdade que Once Upon a Time poderia encerrar suas atividades com essa season finale e concluir sua caminhada antes que “o barco afunde”, mas o gancho para a próxima temporada acaba animando os mais otimistas que anseiam explorar ainda mais esse universo fantástico dos contos de fada, apesar das temerosas baixas no elenco (incluindo Jennifer Morrison, a protagonista da série, que não voltará para a próxima temporada).

E você o que achou desta temporada de Once Upon a Time? Tá animado com esse reinicio da trama? Conta pra gente!

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Crítica | Once Upon a Time – 6° Temporada

Há seis anos, quando Once Upon a Time começou a ser transmitida, havia uma proposta totalmente diferente e uma pegada bem inteligente para agregar valor ao mundo das séries. A produção, que se propunha a ser quase como um mega crossover de todos os contos de fadas, era algo surreal e que gerava expectativas fortíssimas, prendendo o espectador a cada novo episódio.

Entretanto, “desde sempre” as perguntas sempre foram as mesmas: até quando essa fórmula dará certo? Até quando os roteiristas conseguirão trazer novos elementos ao show? E, ao que parece, a sexta temporada trouxe esse limite.

O início da atual temporada mostrou a divisão das personalidades de Regina, trazendo a Rainha Má de volta a vida e, em paralelo, as visões de Emma de uma batalha em que ela morreria. Cativante não? Entretanto, apesar do apelo dramático, fomos presenteados com mais uma etapa em que Once Upon a Time não conseguiu se desenvolver, tornando-se apenas uma nova fase de “mais do mesmo”.

Emma, por exemplo, por ser a Salvadora na trama, é construída como um “Deus Ex-Machina”, mas as soluções apresentadas pela série para a estruturação dessa ambiência são por vezes óbvias demais ou simplesmente ilógicas. Devido ao fato da série abordar inúmeros contos de fadas, a equipe de roteiristas acaba abusando dos elementos fantásticos e dispensando as justificativas de alguns aspectos do enredo que poderiam (deveriam, na verdade) ser mais bem explicados.

Sobre as atuações é importante ressaltar o excelente trabalho de Lana Parrilla (Rainha Má / Regina), que nesta temporada teve o desafio de transitar entre duas personalidades antagônicas e o fez com total primor e verossimilhança. É bom ver que com o passar do tempo o personagem cresce junto à atriz e segue tendo muito que apresentar. Além disso, Robert Carlyle (Mr. Gold) também arrancou elogios do público, fazendo uma excelente transição do personagem que a muito já sofria pelas conseqüências de suas escolhas e que nessa temporada expressa perfeitamente a batalha interior entre seu mal latente e o bem oriundo de seu amor por Bela e sua família. Coincidentemente são os dois personagens antagonistas da série que, seis temporadas após seu lançamento, constituem os principais motivos pelos quais a história ainda é atrativa.

É bem verdade que, no afã de inovar o conteúdo do show, os produtores conseguiram trazer um novo e inesperado elemento para a temporada: um episódio musical. A idéia casou como uma luva com o ambiente fantasioso e incrível da série.  O episódio não foi solto no enredo, pelo contrário, foi criado de maneira que fizesse total sentido, abordando como a capacidade de cantar está relacionada ao amor. Os números musicais foram equilibrados e a história conseguiu até mesmo revisitar elementos da primeira temporada, antes da maldição da Rainha Má, para poder contar essa história.

No mais, a série, apesar da excelente ideia, tornou a se mostrar repetitiva, em um modelo cíclico que aprisiona o roteiro entre a maldição do sono, a maldição para voltar ao Mundo Encantado e a maldição em Storybrooke com a nova perda da memória. Mas, se é que podemos dizer algo encantador sobre a mais recente temporada, é que, ao final, como se espera de todos os contos de fadas, todos foram felizes para sempre.

O último episódio foi mais uma vez um longo especial de duas horas, correndo para resolver em um ritmo frenético todo o desenrolar da trama. Denominado “a Batalha Final”, a season finale mostrou que a guerra não era bem como esperávamos (talvez nem mesmo os personagens), mas que relembrar o começo de tudo e solucionar a briga era uma boa alternativa para o roteiro.

E por falar em início, a temporada acaba com um grande cliffhanger que mostra que a trama retornará do zero, talvez em uma tentativa de voltar aos dias de glória do show. É bem verdade que Once Upon a Time poderia encerrar suas atividades com essa season finale e concluir sua caminhada antes que “o barco afunde”, mas o gancho para a próxima temporada acaba animando os mais otimistas que anseiam explorar ainda mais esse universo fantástico dos contos de fada, apesar das temerosas baixas no elenco (incluindo Jennifer Morrison, a protagonista da série, que não voltará para a próxima temporada).

E você o que achou desta temporada de Once Upon a Time? Tá animado com esse reinicio da trama? Conta pra gente!

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Crítica | Riverdale – 1° Temporada

Esse ano não foi nada fácil para os fãs de séries “tennages”. Tivemos as despedidas de The Vampire Diaries, Teen Wolf, Pretty Little Liars e muitas outras séries do gênero. Diante desse cenário, a CW, que já é dona do maior universo de super-heróis da TV, se viu desafiada a emplacar uma nova série para o público adolescente e, sem dúvida alguma, Riverdale chega mostrando que tem potencial para ocupar esse espaço e conquistar os adolescentes de todo o mundo.

A série é uma adaptação dos quadrinhos A Turma do Archie, e acompanha a vida de Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead Jones (Cole Sprouse) e Josie (Ashleigh Murray) que exploram o surrealismo da pequena Riverdale e seus curiosos habitantes. A trama gira em torno do assassinato de Jason Blossom e, ao passo em que se desenrola o mistério para desvendar o crime, os personagens se veem obrigados a enfrentar seus próprios desafios pessoais.

Com um visual claramente influenciado por Twin Peaks, a série carrega um ar de suspense e mistério por toda a temporada. A escolha de 13 episódios para a primeira etapa confere a produção o ritmo ideal para a proposta.

Apesar do excelente enredo, a atuação do elenco ainda deixa a desejar, com atores que nem sempre conseguem expressar toda a carga dramática que o texto necessita. Isso acaba gerando apresentações estereotipadas e algumas cenas sem nenhuma emoção, por mais que as atuações sejam maquiadas pelo carisma que envolve os personagens.

Neste quesito, vale destacar a boa atuação do ator Cole Sprouse, (Friends / Zack e Cody), que interpreta o Jughead, personagem que narra a história e traz todo o clima de mistério da série. Além disso, o elenco veterano dão um show de atuação sustentando a trama nos momentos em que eles estão, destaque para Luke Perry (O 5° Elemento), Marisol Nichols (24 Horas), Nathalie Boltt (Distrito 9), Lochlyn Munro (As Branquelas).

Riverdale facilmente se comunica com o público adolescente apresentando temas familiares, bulying na escola e outros dilemas que se passam nessa fase da vida. Enquanto a busca pela resolução do assassinato de Jason se desenrola, muitos segredos veem à tona na pacata cidade, ameaçando a “inocência” que se espera das cidadelas interioranas.

Em uma decisão corajosa e arriscada, porém honesta, a série revela o segredo por trás do assassinato a apenas um episódio da season finale, coisa que em outras séries (leia-se Pretty Little Liars) tomaria facilmente 5 temporadas.

Sendo assim, como em um final feliz bem novelístico, a primeira fase se encerra com ares de que tudo ficará bem para sempre, até que um determinada evento propõe o gancho perfeito para segurar os fãs até a próxima etapa, já confirmada.

Com muito mistério, romance e possíveis fatos sobrenaturais, Riverdale segue a risca a fórmula do gênero teen e ainda introduz alguns novos elementos, tornando-se uma proposta bastante interessante para os fãs de séries do gênero.

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Crítica | Riverdale – 1° Temporada

Esse ano não foi nada fácil para os fãs de séries “tennages”. Tivemos as despedidas de The Vampire Diaries, Teen Wolf, Pretty Little Liars e muitas outras séries do gênero. Diante desse cenário, a CW, que já é dona do maior universo de super-heróis da TV, se viu desafiada a emplacar uma nova série para o público adolescente e, sem dúvida alguma, Riverdale chega mostrando que tem potencial para ocupar esse espaço e conquistar os adolescentes de todo o mundo.

A série é uma adaptação dos quadrinhos A Turma do Archie, e acompanha a vida de Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead Jones (Cole Sprouse) e Josie (Ashleigh Murray) que exploram o surrealismo da pequena Riverdale e seus curiosos habitantes. A trama gira em torno do assassinato de Jason Blossom e, ao passo em que se desenrola o mistério para desvendar o crime, os personagens se veem obrigados a enfrentar seus próprios desafios pessoais.

Com um visual claramente influenciado por Twin Peaks, a série carrega um ar de suspense e mistério por toda a temporada. A escolha de 13 episódios para a primeira etapa confere a produção o ritmo ideal para a proposta.

Apesar do excelente enredo, a atuação do elenco ainda deixa a desejar, com atores que nem sempre conseguem expressar toda a carga dramática que o texto necessita. Isso acaba gerando apresentações estereotipadas e algumas cenas sem nenhuma emoção, por mais que as atuações sejam maquiadas pelo carisma que envolve os personagens.

Neste quesito, vale destacar a boa atuação do ator Cole Sprouse, (Friends / Zack e Cody), que interpreta o Jughead, personagem que narra a história e traz todo o clima de mistério da série. Além disso, o elenco veterano dão um show de atuação sustentando a trama nos momentos em que eles estão, destaque para Luke Perry (O 5° Elemento), Marisol Nichols (24 Horas), Nathalie Boltt (Distrito 9), Lochlyn Munro (As Branquelas).

Riverdale facilmente se comunica com o público adolescente apresentando temas familiares, bulying na escola e outros dilemas que se passam nessa fase da vida. Enquanto a busca pela resolução do assassinato de Jason se desenrola, muitos segredos veem à tona na pacata cidade, ameaçando a “inocência” que se espera das cidadelas interioranas.

Em uma decisão corajosa e arriscada, porém honesta, a série revela o segredo por trás do assassinato a apenas um episódio da season finale, coisa que em outras séries (leia-se Pretty Little Liars) tomaria facilmente 5 temporadas.

Sendo assim, como em um final feliz bem novelístico, a primeira fase se encerra com ares de que tudo ficará bem para sempre, até que um determinada evento propõe o gancho perfeito para segurar os fãs até a próxima etapa, já confirmada.

Com muito mistério, romance e possíveis fatos sobrenaturais, Riverdale segue a risca a fórmula do gênero teen e ainda introduz alguns novos elementos, tornando-se uma proposta bastante interessante para os fãs de séries do gênero.

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Crítica | Riverdale – 1° Temporada

Esse ano não foi nada fácil para os fãs de séries “tennages”. Tivemos as despedidas de The Vampire Diaries, Teen Wolf, Pretty Little Liars e muitas outras séries do gênero. Diante desse cenário, a CW, que já é dona do maior universo de super-heróis da TV, se viu desafiada a emplacar uma nova série para o público adolescente e, sem dúvida alguma, Riverdale chega mostrando que tem potencial para ocupar esse espaço e conquistar os adolescentes de todo o mundo.

A série é uma adaptação dos quadrinhos A Turma do Archie, e acompanha a vida de Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead Jones (Cole Sprouse) e Josie (Ashleigh Murray) que exploram o surrealismo da pequena Riverdale e seus curiosos habitantes. A trama gira em torno do assassinato de Jason Blossom e, ao passo em que se desenrola o mistério para desvendar o crime, os personagens se veem obrigados a enfrentar seus próprios desafios pessoais.

Com um visual claramente influenciado por Twin Peaks, a série carrega um ar de suspense e mistério por toda a temporada. A escolha de 13 episódios para a primeira etapa confere a produção o ritmo ideal para a proposta.

Apesar do excelente enredo, a atuação do elenco ainda deixa a desejar, com atores que nem sempre conseguem expressar toda a carga dramática que o texto necessita. Isso acaba gerando apresentações estereotipadas e algumas cenas sem nenhuma emoção, por mais que as atuações sejam maquiadas pelo carisma que envolve os personagens.

Neste quesito, vale destacar a boa atuação do ator Cole Sprouse, (Friends / Zack e Cody), que interpreta o Jughead, personagem que narra a história e traz todo o clima de mistério da série. Além disso, o elenco veterano dão um show de atuação sustentando a trama nos momentos em que eles estão, destaque para Luke Perry (O 5° Elemento), Marisol Nichols (24 Horas), Nathalie Boltt (Distrito 9), Lochlyn Munro (As Branquelas).

Riverdale facilmente se comunica com o público adolescente apresentando temas familiares, bulying na escola e outros dilemas que se passam nessa fase da vida. Enquanto a busca pela resolução do assassinato de Jason se desenrola, muitos segredos veem à tona na pacata cidade, ameaçando a “inocência” que se espera das cidadelas interioranas.

Em uma decisão corajosa e arriscada, porém honesta, a série revela o segredo por trás do assassinato a apenas um episódio da season finale, coisa que em outras séries (leia-se Pretty Little Liars) tomaria facilmente 5 temporadas.

Sendo assim, como em um final feliz bem novelístico, a primeira fase se encerra com ares de que tudo ficará bem para sempre, até que um determinada evento propõe o gancho perfeito para segurar os fãs até a próxima etapa, já confirmada.

Com muito mistério, romance e possíveis fatos sobrenaturais, Riverdale segue a risca a fórmula do gênero teen e ainda introduz alguns novos elementos, tornando-se uma proposta bastante interessante para os fãs de séries do gênero.

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