“Não deu… tive que postar essa foto tirada com o iPhone”
Além de Rami Malek, compõem o elenco Ben Hardy (X-Men: Apocalipse), Gwilym Lee (Jamestown) e Joseph Mazzello (A Rede Social). Bryan Singer é o diretor do longa. Brian May e Roger Taylor serão produtores executivos. E o roteiro é assinado por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo).
O filme é um documentário emocionante que ao longo de três anos acompanhou duas dançarinas da primeira e única escola de balé para pessoas com deficiência visual do mundo, a Associação de Ballet e Artes para Cegos Fernanda Bianchini, localizada na cidade de São Paulo. Geyza, além de ser a primeira bailarina da companhia é também professora na escola e Thalia, uma adolescente que apesar de todas as suas dificuldades, tem como objetivo e sonho, conquistar sua independência e autonomia.
“Começamos este projeto como um retrato do trabalho da escola. Mas ao longo do caminho, as histórias nos levaram a lugares que não esperávamos e acabamos retratando a complexidade da vida daquelas pessoas, mais especificamente da Geyza e da Thalia, que passavam por mudanças importantes em suas vidas. Através dessas histórias, a equipe pôde ver como a paixão por aquilo que se vive e faz é capaz de preencher e trazer felicidade pro dia-a-dia. E também aprendemos que os maiores desafios que enfrentam vão muito além daquele que estava na superfície, que no caso delas é a cegueira”, diz o diretor, Alexandre Peralta.
Olhando para as Estrelas é dirigido por Alexandre Peralta, produzido por Alejandro Ernesto Martinez, Thais Peralta, Melissa Rebelo Kerezsi, Corina Maritescu, Mayra Ometto e Chao Thao, tem produção executiva da atriz Camilla Belle, Sabrina Chammas, Leandro Peralta, Andre Peralta, Adriana Rodrigues, Ariadne Mazzetti e Jean Paulo Lasmar, consultoria do documentarista ganhador de dois prêmios Oscar Mark Jonathan Harris, e música original de Alexis Marsh e Sam Jones da banda americana DYAN.
O filme recebeu alguns prêmios, incluindo prêmio de melhor documentário da HBO/NALIP (Associação de Produtores Latinos), prêmio da diversidade no Bentonville Film Festival e participou de vários festivais internacionais, como o Dance on Camera, prestigiado festival de filmes de dança, organizado pelo Film Society of Lincoln Center. O longa foi exibido no Los Angeles Film Festival e na 40a Mostra de Cinema de São Paulo.
O filme é um documentário emocionante que ao longo de três anos acompanhou duas dançarinas da primeira e única escola de balé para pessoas com deficiência visual do mundo, a Associação de Ballet e Artes para Cegos Fernanda Bianchini, localizada na cidade de São Paulo. Geyza, além de ser a primeira bailarina da companhia é também professora na escola e Thalia, uma adolescente que apesar de todas as suas dificuldades, tem como objetivo e sonho, conquistar sua independência e autonomia.
“Começamos este projeto como um retrato do trabalho da escola. Mas ao longo do caminho, as histórias nos levaram a lugares que não esperávamos e acabamos retratando a complexidade da vida daquelas pessoas, mais especificamente da Geyza e da Thalia, que passavam por mudanças importantes em suas vidas. Através dessas histórias, a equipe pôde ver como a paixão por aquilo que se vive e faz é capaz de preencher e trazer felicidade pro dia-a-dia. E também aprendemos que os maiores desafios que enfrentam vão muito além daquele que estava na superfície, que no caso delas é a cegueira”, diz o diretor, Alexandre Peralta.
Olhando para as Estrelas é dirigido por Alexandre Peralta, produzido por Alejandro Ernesto Martinez, Thais Peralta, Melissa Rebelo Kerezsi, Corina Maritescu, Mayra Ometto e Chao Thao, tem produção executiva da atriz Camilla Belle, Sabrina Chammas, Leandro Peralta, Andre Peralta, Adriana Rodrigues, Ariadne Mazzetti e Jean Paulo Lasmar, consultoria do documentarista ganhador de dois prêmios Oscar Mark Jonathan Harris, e música original de Alexis Marsh e Sam Jones da banda americana DYAN.
O filme recebeu alguns prêmios, incluindo prêmio de melhor documentário da HBO/NALIP (Associação de Produtores Latinos), prêmio da diversidade no Bentonville Film Festival e participou de vários festivais internacionais, como o Dance on Camera, prestigiado festival de filmes de dança, organizado pelo Film Society of Lincoln Center. O longa foi exibido no Los Angeles Film Festival e na 40a Mostra de Cinema de São Paulo.
O documentário mexicano “Batalhas Íntimas” teve a sua primeira exibição no Festival do Rio na última segunda (9) no Estação Net Botafogo com a presença da diretora Lucia Gaja. No filme cinco mulheres de várias partes do mundo contam os casos de violência doméstica dos quais foram vítimas, e deixam evidente que o problema independe de classe social.
Essa foi a primeira exibição de “Batalhas Íntimas” fora do México e, apesar de estar um pouco ansiosa, Lucia conversou conosco sobre o processo de produção do documentário e sobre as expectativas de impacto do mesmo sobre os públicos feminino e masculino.
Quais são as razões para você ter escolhido fazer um filme apenas com relatos de violência contra a mulher e sem imagens que reproduzam esta violência?
Desde que comecei a pensar em como fazer o filme não queria que a violência fosse mostrada graficamente. Me interessava fazê-lo através dos relatos e denúncias porque uma das coisas mais difíceis para uma mulher que vive ou viveu violência doméstica é acreditarem na sua palavra. Muitas vezes se as mulheres não chegam com alguma marca física da violência para denunciar o que vivem as pessoas duvidam delas. Preferem acreditar que a violência sofrida não é suficientemente grave a ponto de deterem ou prenderem o cônjuge, ou que o mesmo seja impedido de se aproximar de sua casa. Mas junto com os depoimentos eu quis retratar as suas próprias realidades e os seus países para fazer um filme bonito a partir das paisagens e dos contextos das cidades, partindo de uma normalidade de alguma forma. Não essa normalidade em relação à violência doméstica, porque nos últimos anos estamos nos dando conta do quão presente e grave é esta situação em muitos países, e não só na América Latina. E é justamente por isso que o filme se passa em outros continentes. Foi algo que não sabíamos se teríamos êxito, pois a questão era como fazer um filme bonito com um tema tão forte e tão doloroso. Mas até agora em todos os lugares em que o documentário foi exibido parece que fomos bem sucedidos. Acho que funcionou também muito para que o espectador interiorize o tema.
Quais são as suas expectativas sobre os impactos e mudanças que o filme pode causar tanto na vida das mulheres quanto na dos homens?
A princípio me preocupei em não fazer um filme que fosse contra os homens ou contra as relações entre casais e o casamento. Muito pelo contrário. Eu quis fazer algo que causasse reflexão tanto nos homens quanto nas mulheres para mudar essa situação que temos vivido há tanto tempo. Porque somente com ambos trabalhando juntos é que vamos mudar isso. Não é um trabalho apenas de mulheres ou apenas de homens. Por isso pensei em um filme em que os homens também pudessem refletir sobre a sua conduta. Talvez não de si próprios, mas sobre a sua conduta de gênero. Sobre os homens que perpetuam o seu poder através da violência e dos seus privilégios.
E com as mulheres pensei em ajuda-las a chegar a uma reflexão de que existem mulheres como as retratadas no documentário que conseguiram sair dessa situação e reconstruir suas vidas. O que é algo muito importante porque não é fácil. O próprio filme não diz que é fácil se livrar desta situação ou falar sobre isto. Ou que haja facilidade em conseguir ajuda ou refazer a vida econômica, profissional ou familiar. Mas se está falando de um caminho da vida e não de sobrevivência. Porque desgraçadamente há muitas mulheres que morrem ao tentarem sair de suas casas ou como vítimas de todo esse processo de violência que vai se agravando.
Mas estou muito feliz a princípio porque cheguei a me preocupar um pouco sobre como os homens receberiam o filme. Até agora estivemos em vários festivais no México e tivemos respostas muito interessantes. Muito jovens refletiram sobre a sua própria conduta com as suas companheiras, homens que cresceram em um ambiente de violência no qual o pai agredia a mãe e que sabem que não querem ser o mesmo, homens que convidam outros homens a refletirem e a repensarem a sua masculinidade e ajudarem que esta situação mude.
Sinopse:
Cinco mulheres vítimas de violência doméstica relatam suas histórias e lutas por sobrevivência. Vindas de diferentes partes do mundo, elas são bastante distintas entre si. Este documentário estabelece um painel feminino ao investigar a fundo um problema que ultrapassa limites geográficos e transcende diferenças sociais ou formação acadêmica. Gravado durante oito anos, o filme revela os impactos, sequelas e traumas físicos e emocionais causados pela violação do lugar que deveria ser o mais seguro e amoroso entre todos: o nosso próprio lar.
O documentário mexicano “Batalhas Íntimas” teve a sua primeira exibição no Festival do Rio na última segunda (9) no Estação Net Botafogo com a presença da diretora Lucia Gaja. No filme cinco mulheres de várias partes do mundo contam os casos de violência doméstica dos quais foram vítimas, e deixam evidente que o problema independe de classe social.
Essa foi a primeira exibição de “Batalhas Íntimas” fora do México e, apesar de estar um pouco ansiosa, Lucia conversou conosco sobre o processo de produção do documentário e sobre as expectativas de impacto do mesmo sobre os públicos feminino e masculino.
Quais são as razões para você ter escolhido fazer um filme apenas com relatos de violência contra a mulher e sem imagens que reproduzam esta violência?
Desde que comecei a pensar em como fazer o filme não queria que a violência fosse mostrada graficamente. Me interessava fazê-lo através dos relatos e denúncias porque uma das coisas mais difíceis para uma mulher que vive ou viveu violência doméstica é acreditarem na sua palavra. Muitas vezes se as mulheres não chegam com alguma marca física da violência para denunciar o que vivem as pessoas duvidam delas. Preferem acreditar que a violência sofrida não é suficientemente grave a ponto de deterem ou prenderem o cônjuge, ou que o mesmo seja impedido de se aproximar de sua casa. Mas junto com os depoimentos eu quis retratar as suas próprias realidades e os seus países para fazer um filme bonito a partir das paisagens e dos contextos das cidades, partindo de uma normalidade de alguma forma. Não essa normalidade em relação à violência doméstica, porque nos últimos anos estamos nos dando conta do quão presente e grave é esta situação em muitos países, e não só na América Latina. E é justamente por isso que o filme se passa em outros continentes. Foi algo que não sabíamos se teríamos êxito, pois a questão era como fazer um filme bonito com um tema tão forte e tão doloroso. Mas até agora em todos os lugares em que o documentário foi exibido parece que fomos bem sucedidos. Acho que funcionou também muito para que o espectador interiorize o tema.
Quais são as suas expectativas sobre os impactos e mudanças que o filme pode causar tanto na vida das mulheres quanto na dos homens?
A princípio me preocupei em não fazer um filme que fosse contra os homens ou contra as relações entre casais e o casamento. Muito pelo contrário. Eu quis fazer algo que causasse reflexão tanto nos homens quanto nas mulheres para mudar essa situação que temos vivido há tanto tempo. Porque somente com ambos trabalhando juntos é que vamos mudar isso. Não é um trabalho apenas de mulheres ou apenas de homens. Por isso pensei em um filme em que os homens também pudessem refletir sobre a sua conduta. Talvez não de si próprios, mas sobre a sua conduta de gênero. Sobre os homens que perpetuam o seu poder através da violência e dos seus privilégios.
E com as mulheres pensei em ajuda-las a chegar a uma reflexão de que existem mulheres como as retratadas no documentário que conseguiram sair dessa situação e reconstruir suas vidas. O que é algo muito importante porque não é fácil. O próprio filme não diz que é fácil se livrar desta situação ou falar sobre isto. Ou que haja facilidade em conseguir ajuda ou refazer a vida econômica, profissional ou familiar. Mas se está falando de um caminho da vida e não de sobrevivência. Porque desgraçadamente há muitas mulheres que morrem ao tentarem sair de suas casas ou como vítimas de todo esse processo de violência que vai se agravando.
Mas estou muito feliz a princípio porque cheguei a me preocupar um pouco sobre como os homens receberiam o filme. Até agora estivemos em vários festivais no México e tivemos respostas muito interessantes. Muito jovens refletiram sobre a sua própria conduta com as suas companheiras, homens que cresceram em um ambiente de violência no qual o pai agredia a mãe e que sabem que não querem ser o mesmo, homens que convidam outros homens a refletirem e a repensarem a sua masculinidade e ajudarem que esta situação mude.
Sinopse:
Cinco mulheres vítimas de violência doméstica relatam suas histórias e lutas por sobrevivência. Vindas de diferentes partes do mundo, elas são bastante distintas entre si. Este documentário estabelece um painel feminino ao investigar a fundo um problema que ultrapassa limites geográficos e transcende diferenças sociais ou formação acadêmica. Gravado durante oito anos, o filme revela os impactos, sequelas e traumas físicos e emocionais causados pela violação do lugar que deveria ser o mais seguro e amoroso entre todos: o nosso próprio lar.
A Netflix mudou a forma como o mundo se relaciona com séries – espectadores podem assistir quando, onde, como quiserem e, principalmente, em qualquer ritmo. Ao fazer isso, a Netflix viu o surgimento de um novo tipo de fã: o super maratonista. Completando em um dia o que os outros levam semanas, os super maratonistas se empenham para serem os primeiros a terminar uma série, assistindo a uma temporada inteira nas primeiras 24 horas após o lançamento.
No total, 8,4 milhões de assinantes da Netflix se tornaram super maratonistas, e a única coisa mais rápida do que o ritmo em que eles assistem a séries é o ritmo de crescimento desse tipo de comportamento. Entre 2013 e 2016, o número de assinantes que terminaram uma temporada no dia do lançamento cresceu mais de 20 vezes.
E antes que se comece a imaginar que os super maratonistas sejam simplesmente um bando de largados no sofá da sala, saiba que, para esses super fãs, a velocidade com que terminam a série é motivo de orgulho e algo de que se vangloriar. A TV é a sua paixão, e a super maratona é o seu esporte.
Vi todos os episódios de Stranger Things em um dia. Se eu gostei ? Não, eu não gostei. Eu AMEEEEEEEI ! Netflix nunca decepciona ❤
“Existe uma satisfação única ao ser o primeiro a terminar uma história – que seja a última página de um livro ou os últimos momentos da série de TV favorita”, disse Brian Wright, vice-presidente de séries originais da Netflix. “A Netflix permite assistir à TV de uma forma que nunca foi possível antes. Não há nada melhor do que ver uma série mobilizar os nossos assinantes e acender o desejo de assisti-la.”
Seja pela paixão por uma série específica (cinco assinantes nos EUA assistiram a todas as cinco temporadas de House of Cards no dia em que elas foram lançadas) ou o amor por várias delas (um assinante brasileiro assistiu a 21 séries no dia do lançamento apenas neste ano), espectadores estão aderindo a essa nova mania no mundo todo.
Séries de todos os tipos, tamanhos, gêneros e formatos estão esquentando os motores dos espectadores. Séries de humor com episódios de 30 minutos como Santa Clarita Diet, The Ranch, Friends from College são devoradas com velocidade, mas thrillers de uma hora, como Stranger Things, House of Cards e Orange is the New Black, também.
Gilmore Girls: Um Ano para Recordar reuniu a maior quantidade de super maratonistas nas suas primeiras 24 horas de lançamento. Mas o primeiro lugar apresenta algumas variações por país: The Seven Deadly Sins leva a medalha de ouro no Brasil, Fuller House reina soberano no Equador, Club de Cuervos é o número 1 do ranking no México e Marvel – Os Defensores faturou a taça na Coreia do Sul.
Se os super maratonistas de todo o mundo estão assistindo a séries velozmente em busca da glória, é no Canadá que se encontra o maior percentual de espectadores que terminam as séries em 24 horas (nós culpamos a neve). A maratona preferida? O orgulho nacional, Trailer Park Boys. No ranking global, o Brasil ficou em décimo lugar, com uma alta taxa de maratonistas de séries como 3%, The Mist, You Me Her.
Confira abaixo a lista completa:
AS 20 SÉRIES PREFERIDAS PELOS SUPER MARATONISTAS
Gilmore Girls: Um Ano para Recordar
Fuller House
Marvel – Os Defensores
The Seven Deadly Sins
The Ranch
Santa Clarita Diet
Trailer Park Boys
F is for Family
Orange Is the New Black
Stranger Things
Amigos da Faculdade
Atypical
Grace and Frankie
Wet Hot American Summer
Unbreakable Kimmy Schmidt
House of Cards
Amor
GLOW
Chewing Gum
Master of None
AS 20 SÉRIES PREFERIDAS PELOS SUPER MARATONISTAS BRASILEIROS
The Seven Deadly Sins
Marvel’s The Defenders
Santa Clarita Diet
Gilmore Girls: A Year in the Life
3%
The Ranch
Atypical
Stranger Things
Fuller House
You Me Her
Dear White People
Chewing Gun
Glitch
Frontier
Narcos
Friends From College
The Mist
Anne with an E
Love
The OA
OS 20 PAÍSES COM MAIOR PROPORÇÃO DE SUPER MARATONISTAS
Canadá
Estados Unidos
Dinamarca
Finlândia
Noruega
Alemanha
México
Austrália
Suécia
Brasil
Irlanda
Reino Unido
França
Nova Zelândia
Peru
Holanda
Chile
Portugal
Itália
Emirados Árabes Unidos
Importante ressaltar que as séries listadas não são as mais assistidas, não têm a ver com audiência nem são métrica para o sucesso da série. A lista é sobre as séries mais assistidas nas primeiras 24 horas do lançamento, ou seja, quem assistiu a uma temporada em até 24 horas.
A Netflix mudou a forma como o mundo se relaciona com séries – espectadores podem assistir quando, onde, como quiserem e, principalmente, em qualquer ritmo. Ao fazer isso, a Netflix viu o surgimento de um novo tipo de fã: o super maratonista. Completando em um dia o que os outros levam semanas, os super maratonistas se empenham para serem os primeiros a terminar uma série, assistindo a uma temporada inteira nas primeiras 24 horas após o lançamento.
No total, 8,4 milhões de assinantes da Netflix se tornaram super maratonistas, e a única coisa mais rápida do que o ritmo em que eles assistem a séries é o ritmo de crescimento desse tipo de comportamento. Entre 2013 e 2016, o número de assinantes que terminaram uma temporada no dia do lançamento cresceu mais de 20 vezes.
E antes que se comece a imaginar que os super maratonistas sejam simplesmente um bando de largados no sofá da sala, saiba que, para esses super fãs, a velocidade com que terminam a série é motivo de orgulho e algo de que se vangloriar. A TV é a sua paixão, e a super maratona é o seu esporte.
Vi todos os episódios de Stranger Things em um dia. Se eu gostei ? Não, eu não gostei. Eu AMEEEEEEEI ! Netflix nunca decepciona ❤
“Existe uma satisfação única ao ser o primeiro a terminar uma história – que seja a última página de um livro ou os últimos momentos da série de TV favorita”, disse Brian Wright, vice-presidente de séries originais da Netflix. “A Netflix permite assistir à TV de uma forma que nunca foi possível antes. Não há nada melhor do que ver uma série mobilizar os nossos assinantes e acender o desejo de assisti-la.”
Seja pela paixão por uma série específica (cinco assinantes nos EUA assistiram a todas as cinco temporadas de House of Cards no dia em que elas foram lançadas) ou o amor por várias delas (um assinante brasileiro assistiu a 21 séries no dia do lançamento apenas neste ano), espectadores estão aderindo a essa nova mania no mundo todo.
Séries de todos os tipos, tamanhos, gêneros e formatos estão esquentando os motores dos espectadores. Séries de humor com episódios de 30 minutos como Santa Clarita Diet, The Ranch, Friends from College são devoradas com velocidade, mas thrillers de uma hora, como Stranger Things, House of Cards e Orange is the New Black, também.
Gilmore Girls: Um Ano para Recordar reuniu a maior quantidade de super maratonistas nas suas primeiras 24 horas de lançamento. Mas o primeiro lugar apresenta algumas variações por país: The Seven Deadly Sins leva a medalha de ouro no Brasil, Fuller House reina soberano no Equador, Club de Cuervos é o número 1 do ranking no México e Marvel – Os Defensores faturou a taça na Coreia do Sul.
Se os super maratonistas de todo o mundo estão assistindo a séries velozmente em busca da glória, é no Canadá que se encontra o maior percentual de espectadores que terminam as séries em 24 horas (nós culpamos a neve). A maratona preferida? O orgulho nacional, Trailer Park Boys. No ranking global, o Brasil ficou em décimo lugar, com uma alta taxa de maratonistas de séries como 3%, The Mist, You Me Her.
Confira abaixo a lista completa:
AS 20 SÉRIES PREFERIDAS PELOS SUPER MARATONISTAS
Gilmore Girls: Um Ano para Recordar
Fuller House
Marvel – Os Defensores
The Seven Deadly Sins
The Ranch
Santa Clarita Diet
Trailer Park Boys
F is for Family
Orange Is the New Black
Stranger Things
Amigos da Faculdade
Atypical
Grace and Frankie
Wet Hot American Summer
Unbreakable Kimmy Schmidt
House of Cards
Amor
GLOW
Chewing Gum
Master of None
AS 20 SÉRIES PREFERIDAS PELOS SUPER MARATONISTAS BRASILEIROS
The Seven Deadly Sins
Marvel’s The Defenders
Santa Clarita Diet
Gilmore Girls: A Year in the Life
3%
The Ranch
Atypical
Stranger Things
Fuller House
You Me Her
Dear White People
Chewing Gun
Glitch
Frontier
Narcos
Friends From College
The Mist
Anne with an E
Love
The OA
OS 20 PAÍSES COM MAIOR PROPORÇÃO DE SUPER MARATONISTAS
Canadá
Estados Unidos
Dinamarca
Finlândia
Noruega
Alemanha
México
Austrália
Suécia
Brasil
Irlanda
Reino Unido
França
Nova Zelândia
Peru
Holanda
Chile
Portugal
Itália
Emirados Árabes Unidos
Importante ressaltar que as séries listadas não são as mais assistidas, não têm a ver com audiência nem são métrica para o sucesso da série. A lista é sobre as séries mais assistidas nas primeiras 24 horas do lançamento, ou seja, quem assistiu a uma temporada em até 24 horas.
Geoff Johns, o presidente na DC Entertainment, explicou quadro a quadro as primeiras seis páginas da nova HQ da DC, Doomsday Clock, que marcará o encontro entre a Liga da Justiça e Watchmen – confira o vídeo abaixo:
“Eu quero que você leia isso mais de uma vez, pois existem tantas coisas somente nessas primeiras seis páginas que as pessoas se divertirão entendendo a história, encontrando cada vez mais significados. Essas páginas são tão importantes pois elas mostram o status desse mundo, os mistérios, o caos e, especificamente, elas levam até o nosso primeiro personagem no centro de tudo isso: Rorschach”, complementou Johns ao final do vídeo.
A história em quadrinhos vai terminar o arco iniciado em Rebirth #1 e que foi continuada em The Button com Batman e Flash. A trama apresentará o confronto entre o otimismo e a esperança emanados por Superman e o cinismo e ceticismo do Dr. Manhattan.
Doomsday Clock chega às bancas norte-americanas em novembro, sem data de estreia no Brasil.
Geoff Johns, o presidente na DC Entertainment, explicou quadro a quadro as primeiras seis páginas da nova HQ da DC, Doomsday Clock, que marcará o encontro entre a Liga da Justiça e Watchmen – confira o vídeo abaixo:
“Eu quero que você leia isso mais de uma vez, pois existem tantas coisas somente nessas primeiras seis páginas que as pessoas se divertirão entendendo a história, encontrando cada vez mais significados. Essas páginas são tão importantes pois elas mostram o status desse mundo, os mistérios, o caos e, especificamente, elas levam até o nosso primeiro personagem no centro de tudo isso: Rorschach”, complementou Johns ao final do vídeo.
A história em quadrinhos vai terminar o arco iniciado em Rebirth #1 e que foi continuada em The Button com Batman e Flash. A trama apresentará o confronto entre o otimismo e a esperança emanados por Superman e o cinismo e ceticismo do Dr. Manhattan.
Doomsday Clock chega às bancas norte-americanas em novembro, sem data de estreia no Brasil.
O Just Jared liberou novas imagens do set de gravações de Homem-Formiga e Vespa. Nelas podemos ver Hank Pym, personagem interpretado por Michael Douglas, usando um disfarce do FBI. Além disso, também podemos ver Paul Rudd e Evangeline Lily com os uniformes dos heróis.