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Demolidor | Teaser traz mensagem em memória do herói

O final de Defensores deixou no público a dúvida do destino de Demolidor. A sorte é que já sabemos que a série está renovada para a terceira temporada. 

Mas, isso não impede a Netflix de fazer uma brincadeira com isso. O perfil oficial da série no Twitter publicou um teaser com o que parece uma mensagem de homenagem póstuma. 

Confira: 

“Em memória de Matthew Murdock,

Como fonte turvada, e manancial poluído, assim é o justo que cede diante do ímpio.

– Provérbios 25:26″

Ainda não previsão para estreia da terceira temporada, nem detalhes sobre a trama.

As duas primeiras temporadas de Demolidor estão disponíveis no catálogo da Netflix. O herói também aparece em Os Defensores. 

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Netflix divulga produção de 30 animes e 80 filmes originais para 2018

Aos poucos alguns estúdios tem retirado seus títulos do catálogo da Netflix, com isso o serviço de streaming precisa investir ainda mais em títulos originais. E parece que a empresa já está pronta pra isso. 

De acordo com o Polygon, o gerente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos anunciou ontem em reunião com investidores que a empresa está trabalhando em 30 animes e 80 filmes originais para serem lançados em 2018. 

Segundo Sarandos, o objetivo é que 50% do conteúdo na plataforma seja original e para isso pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões nas produções. O investimento também inclui produções na Europa e fora da América do Norte. 

Netflix, pode mandar mais produções, a gente quer! 

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Netflix divulga produção de 30 animes e 80 filmes originais para 2018

Aos poucos alguns estúdios tem retirado seus títulos do catálogo da Netflix, com isso o serviço de streaming precisa investir ainda mais em títulos originais. E parece que a empresa já está pronta pra isso. 

De acordo com o Polygon, o gerente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos anunciou ontem em reunião com investidores que a empresa está trabalhando em 30 animes e 80 filmes originais para serem lançados em 2018. 

Segundo Sarandos, o objetivo é que 50% do conteúdo na plataforma seja original e para isso pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões nas produções. O investimento também inclui produções na Europa e fora da América do Norte. 

Netflix, pode mandar mais produções, a gente quer! 

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A FORÇA no episódio VII de Star Wars

Texto enviado pelo leitor.

A FORÇA “é um campo de energia criado por todas os seres vivos, ela nos envolve e penetra. É o que mantém a galáxia unida”. Essa frase, dita pelo mestre Obi Wan Kenobi, congrega tudo do universo Star Wars, é o guia que devemos seguir, mesmo que outros pontos pareçam ser mais relevantes, é a FORÇA que constrói a linha narrativa, quando atua nas ações das personagens. O Despertar da Força, ep. VII, é trabalhado em torno do tema proposto pelo título, e, desse modo, alcança êxito. A FORÇA desperta, ou seja, é sentida em sua intensidade por aqueles que a conhecem.

A primeira afirmação sobre a FORÇA que pode ser dita, a partir do ep. VII, é que ela atua em tempos específicos com maior intensidade. Trinta anos, aproximadamente, passaram-se, desde a morte do Lord Vader e Palpatine. A Resistência, liderada pela General Leia, sofre terríveis ataques da Primeira Ordem, uma frente militar que almeja acabar com a República para instaurar um novo Império, principalmente após o desaparecimento de Luke Skywalker, último mestre Jedi. A Primeira Ordem, liderada pelo conhecedor do lado sombrio da FORÇA, e pupilo do Líder Supremo Snoke, Kylo Ren e pelo General Hux, precisa descobrir sobre o paradeiro de Luke e eliminá-lo, pois, o mestre Jedi representa uma grande ameaça aos planos de Snoke.

O cenário é de conflito acirrado, de iminente perigo contra a República e os ideais democráticos. Porém, um Stormtrooper se rebela contra a Primeira Ordem e, num encadeamento de ações em torno de sua fuga, a narrativa apresenta uma conjunção de acontecimentos que remetem a um destino traçado, a um chamado em torno da protagonista: a sucateira e moradora de Jakku, Rey. Numa sequência de imagens, sem diálogos, narrador off ou legendas, a personagem é apresentada para nós, ao nos depararmos com um dia de trabalho dela. É possível extrair dessa belíssima introdução que se trata de uma pessoa à espera de alguém (sua família), cuja vida resume-se na sobrevivência, daí aprender a manejar o bastão, como instrumento de batalha e criar uma aptidão com a tecnologia. Essas habilidades surgem de uma necessidade de se manter sã e viva, enfim, da necessidade de enfrentar os perigos da solidão. Seu ofício consiste, como já dito, em procurar sucatas para trocar em alimento. Não seria exagero afirmar que seu veículo foi construído por ela, pois aparenta ser uma colcha de retalhos, e, quando comparamos a seu bastão, sua casa, seus pertences, fica claro sua habilidade em consertar, reutilizar aquilo que não tinha serventia. Em suma, somos apresentados a uma personagem que é treinada pela vida, uma sobrevivente dos infortúnios que a solidão pode proporcionar.

É a partir do instinto de sobrevivência que se começa a perceber a atuação da FORÇA para que tudo se encaixe. Rey é o ponto de convergência de todos os acontecimentos. Quando Kylo Ren captura Poe Dameron, BB-8, seu droid, o qual possuía informações preciosas sobre a localização de Luke, consegue escapar. Em analogia com o ep. IV, o droid foi utilizado pela FORÇA como veículo de informação, guardião das boas novas. Finn, rebela-se e foge da Primeira Ordem, libertando o piloto mais habilidoso da Resistência. A dupla insere-se numa aventura em busca de BB-8 e, depois de serem atingidos, caem em Jakku, planeta em que Rey está, inclusive em posse do droid. O encontro de Finn e Rey, inicialmente não amistoso, termina por embarcá-los numa fuga da Primeira Ordem (a qual busca a todo custo capturar o droid), utilizando a Millennium Falcon. É claro que Han Solo, fiel a sua nave, a procuraria, e dessa forma, há o encontro de Chewie e Solo com Rey e Finn; da primeira geração de heróis com a geração a ser construída; do ep. VI com o ep. VII; da tradição com o novo. Sem dúvida uma demonstração do poder da FORÇA em tempos de acirramento bélico. A FORÇA, minuciosamente, atuou para que um conjunto de ações convergisse no encontro de Rey com o sabre de luz (outrora de Luke Skywalker), guardado por Maz Kanata. É nesse ponto da narrativa que o destino se fecha e o chamado à aventura se apresenta à Rey que, claro, como toda jornada do herói, já explicada com detalhes pelo professor Joseph Campbell, começa com a negação do chamado.

Seguindo o mesmo escopo do ep. IV, a FORÇA mais uma vez atua em minúcias e indica para um caminho. A ideia de destino se alia muito ao curso que a FORÇA promove à campanha dos nossos heróis. Não é que a FORÇA priva o livre-arbítrio, na verdade, o poder de escolhas não é maculado, mas é fato que existe um sentido de ser, o qual o herói irá encarar, aos moldes da concepção de destino, na literatura grega clássica (se for coerente a indagação, Rey carrega em sua genos uma linhagem de importantes personagens). A partir desse ponto fica claro o despertar da FORÇA, o que por consequência, indica ao expectador a trajetória da trama que se costura em direção ao encontro de Luke.

Dessa forma, duas críticas feitas ao filme podem ser respondidas. A primeira é que o ep. VII é um ctrl.C/ctrl.V do ep.IV. O ep. VII nos revela o agir da FORÇA, depois de 30 anos, como uma forma espiralada de pensar o tempo. Nesse ponto específico da história, a FORÇA surge orientando os acontecimentos para convergi-los no chamado de Rey. O tempo em relação ao agir da FORÇA não se apresenta como cíclico, há elementos adicionais que tocam o mesmo ponto de tempos atrás, mas que apontam para um avanço, ou seja, não se volta ao mesmo tempo, trabalha-se como um espiral que carrega a história, olhando para frente. Há uma residualidade histórica (acontecimentos passados que encadeiam consequências relevantes à trama) que avança a narrativa, numa dinâmica de aproximação e distanciamento com a trilogia clássica. Em suma, seguir o mesmo escopo do ep. IV é indicar um espelhamento do agir da FORÇA, a partir de uma relação forma/conteúdo, como nota de esclarecimento quanto a uma concepção de destino que há de se cumprir, num tempo específico, cujos resíduos do tempo passado atuam na modificação do presente, apontando um avanço progressivo da narrativa, considerando o todo do universo Star Wars.

A outra crítica é como Rey tornou-se tão habilidosa e conectada com a FORÇA tão rápido. Como já foi desenvolvido antes, Rey conhecia histórias de Guerras, de tempos anteriores, conhecia histórias ligadas aos Jedi, conhecia histórias que remetem aos Rebeldes e da batalha de Yavin, ou seja, o mito (narrativa simbólica) criado em torno dos acontecimentos passados, relativos aos Jedi e à luta contra o Império, fazia parte do imaginário de Rey, no entanto, esses relatos são confirmados como verdadeiros na conversa com Han Solo. Com a confirmação e o despertar da FORÇA, Rey cursa a sua jornada num processo de autoconhecimento, principalmente em relação à FORÇA. Isso repercute tão forte nela, que ela começa a entendê-la, sentindo a FORÇA (mais uma lição de Bem Kenobi “Sinta a FORÇA”, para Luke no ep. IV, quando destrói a Estrela da Morte, afirmando o que falo sobre os resíduos do passado que repercutem no presente). Junto a isso, tudo o que já foi dito quanto às suas habilidades desenvolvidas pela necessidade imposta pela vida, como a habilidade de luta com bastão, o qual era sua defesa contra os inimigos. Outra habilidade clara era sua facilidade de lidar com as tecnologias (pilotar, por exemplo, a Millennium Falcon), o que usava como trabalho. Agora, imagina essas habilidades potencializadas ao longo de sua jornada quando ela compreendeu o seu chamado e como a FORÇA é forte nela?

Por: Rodrigo Malheiros

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A FORÇA no episódio VII de Star Wars

Texto enviado pelo leitor.

A FORÇA “é um campo de energia criado por todas os seres vivos, ela nos envolve e penetra. É o que mantém a galáxia unida”. Essa frase, dita pelo mestre Obi Wan Kenobi, congrega tudo do universo Star Wars, é o guia que devemos seguir, mesmo que outros pontos pareçam ser mais relevantes, é a FORÇA que constrói a linha narrativa, quando atua nas ações das personagens. O Despertar da Força, ep. VII, é trabalhado em torno do tema proposto pelo título, e, desse modo, alcança êxito. A FORÇA desperta, ou seja, é sentida em sua intensidade por aqueles que a conhecem.

A primeira afirmação sobre a FORÇA que pode ser dita, a partir do ep. VII, é que ela atua em tempos específicos com maior intensidade. Trinta anos, aproximadamente, passaram-se, desde a morte do Lord Vader e Palpatine. A Resistência, liderada pela General Leia, sofre terríveis ataques da Primeira Ordem, uma frente militar que almeja acabar com a República para instaurar um novo Império, principalmente após o desaparecimento de Luke Skywalker, último mestre Jedi. A Primeira Ordem, liderada pelo conhecedor do lado sombrio da FORÇA, e pupilo do Líder Supremo Snoke, Kylo Ren e pelo General Hux, precisa descobrir sobre o paradeiro de Luke e eliminá-lo, pois, o mestre Jedi representa uma grande ameaça aos planos de Snoke.

O cenário é de conflito acirrado, de iminente perigo contra a República e os ideais democráticos. Porém, um Stormtrooper se rebela contra a Primeira Ordem e, num encadeamento de ações em torno de sua fuga, a narrativa apresenta uma conjunção de acontecimentos que remetem a um destino traçado, a um chamado em torno da protagonista: a sucateira e moradora de Jakku, Rey. Numa sequência de imagens, sem diálogos, narrador off ou legendas, a personagem é apresentada para nós, ao nos depararmos com um dia de trabalho dela. É possível extrair dessa belíssima introdução que se trata de uma pessoa à espera de alguém (sua família), cuja vida resume-se na sobrevivência, daí aprender a manejar o bastão, como instrumento de batalha e criar uma aptidão com a tecnologia. Essas habilidades surgem de uma necessidade de se manter sã e viva, enfim, da necessidade de enfrentar os perigos da solidão. Seu ofício consiste, como já dito, em procurar sucatas para trocar em alimento. Não seria exagero afirmar que seu veículo foi construído por ela, pois aparenta ser uma colcha de retalhos, e, quando comparamos a seu bastão, sua casa, seus pertences, fica claro sua habilidade em consertar, reutilizar aquilo que não tinha serventia. Em suma, somos apresentados a uma personagem que é treinada pela vida, uma sobrevivente dos infortúnios que a solidão pode proporcionar.

É a partir do instinto de sobrevivência que se começa a perceber a atuação da FORÇA para que tudo se encaixe. Rey é o ponto de convergência de todos os acontecimentos. Quando Kylo Ren captura Poe Dameron, BB-8, seu droid, o qual possuía informações preciosas sobre a localização de Luke, consegue escapar. Em analogia com o ep. IV, o droid foi utilizado pela FORÇA como veículo de informação, guardião das boas novas. Finn, rebela-se e foge da Primeira Ordem, libertando o piloto mais habilidoso da Resistência. A dupla insere-se numa aventura em busca de BB-8 e, depois de serem atingidos, caem em Jakku, planeta em que Rey está, inclusive em posse do droid. O encontro de Finn e Rey, inicialmente não amistoso, termina por embarcá-los numa fuga da Primeira Ordem (a qual busca a todo custo capturar o droid), utilizando a Millennium Falcon. É claro que Han Solo, fiel a sua nave, a procuraria, e dessa forma, há o encontro de Chewie e Solo com Rey e Finn; da primeira geração de heróis com a geração a ser construída; do ep. VI com o ep. VII; da tradição com o novo. Sem dúvida uma demonstração do poder da FORÇA em tempos de acirramento bélico. A FORÇA, minuciosamente, atuou para que um conjunto de ações convergisse no encontro de Rey com o sabre de luz (outrora de Luke Skywalker), guardado por Maz Kanata. É nesse ponto da narrativa que o destino se fecha e o chamado à aventura se apresenta à Rey que, claro, como toda jornada do herói, já explicada com detalhes pelo professor Joseph Campbell, começa com a negação do chamado.

Seguindo o mesmo escopo do ep. IV, a FORÇA mais uma vez atua em minúcias e indica para um caminho. A ideia de destino se alia muito ao curso que a FORÇA promove à campanha dos nossos heróis. Não é que a FORÇA priva o livre-arbítrio, na verdade, o poder de escolhas não é maculado, mas é fato que existe um sentido de ser, o qual o herói irá encarar, aos moldes da concepção de destino, na literatura grega clássica (se for coerente a indagação, Rey carrega em sua genos uma linhagem de importantes personagens). A partir desse ponto fica claro o despertar da FORÇA, o que por consequência, indica ao expectador a trajetória da trama que se costura em direção ao encontro de Luke.

Dessa forma, duas críticas feitas ao filme podem ser respondidas. A primeira é que o ep. VII é um ctrl.C/ctrl.V do ep.IV. O ep. VII nos revela o agir da FORÇA, depois de 30 anos, como uma forma espiralada de pensar o tempo. Nesse ponto específico da história, a FORÇA surge orientando os acontecimentos para convergi-los no chamado de Rey. O tempo em relação ao agir da FORÇA não se apresenta como cíclico, há elementos adicionais que tocam o mesmo ponto de tempos atrás, mas que apontam para um avanço, ou seja, não se volta ao mesmo tempo, trabalha-se como um espiral que carrega a história, olhando para frente. Há uma residualidade histórica (acontecimentos passados que encadeiam consequências relevantes à trama) que avança a narrativa, numa dinâmica de aproximação e distanciamento com a trilogia clássica. Em suma, seguir o mesmo escopo do ep. IV é indicar um espelhamento do agir da FORÇA, a partir de uma relação forma/conteúdo, como nota de esclarecimento quanto a uma concepção de destino que há de se cumprir, num tempo específico, cujos resíduos do tempo passado atuam na modificação do presente, apontando um avanço progressivo da narrativa, considerando o todo do universo Star Wars.

A outra crítica é como Rey tornou-se tão habilidosa e conectada com a FORÇA tão rápido. Como já foi desenvolvido antes, Rey conhecia histórias de Guerras, de tempos anteriores, conhecia histórias ligadas aos Jedi, conhecia histórias que remetem aos Rebeldes e da batalha de Yavin, ou seja, o mito (narrativa simbólica) criado em torno dos acontecimentos passados, relativos aos Jedi e à luta contra o Império, fazia parte do imaginário de Rey, no entanto, esses relatos são confirmados como verdadeiros na conversa com Han Solo. Com a confirmação e o despertar da FORÇA, Rey cursa a sua jornada num processo de autoconhecimento, principalmente em relação à FORÇA. Isso repercute tão forte nela, que ela começa a entendê-la, sentindo a FORÇA (mais uma lição de Bem Kenobi “Sinta a FORÇA”, para Luke no ep. IV, quando destrói a Estrela da Morte, afirmando o que falo sobre os resíduos do passado que repercutem no presente). Junto a isso, tudo o que já foi dito quanto às suas habilidades desenvolvidas pela necessidade imposta pela vida, como a habilidade de luta com bastão, o qual era sua defesa contra os inimigos. Outra habilidade clara era sua facilidade de lidar com as tecnologias (pilotar, por exemplo, a Millennium Falcon), o que usava como trabalho. Agora, imagina essas habilidades potencializadas ao longo de sua jornada quando ela compreendeu o seu chamado e como a FORÇA é forte nela?

Por: Rodrigo Malheiros

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Alta tecnologia e baixa qualidade de vida: conheça o distópico universo Cyberpunk

Com a estreia de Blade Runner 2049 nos cinemas, muitos estão sendo apresentados ao universo cyberpunk só agora, afinal, Blade Runner de 1982 é, provavelmente, a obra precursora desde mundo futurístico que eu tanto amo! Mas você sabe exatamente o que é?

Cyberpunk é um sub-gênero da ficção científica, ou seja, é um sci-fi como vários que conhecemos por aí, porém com características únicas e que tanto fascina os fãs. Cyber vem de cibernético, atrelado à tecnologia e ao artificial. Punk é como o próprio estilo musical, algo marginalizado que quer ir contra o sistema estabelecido pela sociedade. Por isso, a primeira dessas características é a famosa “High tech, Low life”, que significa “alta tecnologia e pouca qualidade de vida”. No universo cyberpunk, o mundo futurístico é dominado por grande corporações, com uma tecnologia elevadíssima em contrapartida de uma sociedade pobre, com cidades cheias de luzes e sujeira. De forma geral, o cyberpunk é como se fosse uma previsão de um futuro distópico.

Para quem gosta deste universo, o livro Neuromancer, de William Gibson, se torna uma obrigação de consumo. Neuromancer é um livro de 1984 que praticamente introduziu o conceito de inteligência artificial. Pensa bem, o livro é de 84! É incrível pensar que a tanto tempo atrás alguém já teria ideia do que poderia ser uma possível rede de computadores, coisa impensável na época. Gibson trouxe o conceito de “pichador virtual” para o indivíduo cyberpunk. De acordo com ele, essas pessoas são potenciais revolucionárias que irão utilizar essa insatisfação com o sistema para protestar contra essas grandes corporações que destroem a sociedade cada vez mais. Ainda de acordo com ele, este indivíduo tem que literalmente vandalizar o que o sistema considera correto e trazer prejuízo a ele, mas sempre com o intuito de trazer a revolução e NUNCA ganhar dinheiro ou recompensas em cima disso. Já os personagens de protagonismo geralmente são considerados hackers ou heróis revolucionários anti-sistema. De alguma forma, os protagonistas vão de encontro com o governo e tudo o que ele representa para a sociedade. Em um mundo caótico, onde os meros mortais só podem aceitar a realidade, estas pessoas são luzes do fim do túnel.

Lawrence Person, escritor americano e grande responsável por disseminar o conceito de cyberpunk, diz que “Os personagens do cyberpunk clássico são seres marginalizados, distanciados, solitários, que vivem à margem da sociedade, geralmente em futuros distópicos onde a vida diária é impactada pela rápida mudança tecnológica, uma atmosfera de informação computadorizada ambígua e a modificação invasiva do corpo humano.” Este conceito é muito bem representado em Ghost in the Shell, onde a maioria das pessoas, incluindo a protagonista Major, possuem implantes cibernéticos como forma de minimizar os “danos” de serem humanos, como doenças, perdas de membros, etc. Portanto, o questionamento de até onde a tecnologia deve ser introduzida na vida das pessoas é constante.

O cyberpunk tem várias características únicas. A partir do momento que você vê uma foto qualquer no Google, você saberá na hora se ela é ou não uma foto deste universo. Blade Runner (1982) é o grande responsável por trazer algumas dessas características, como os já citados “mundo sujo, predominantemente a noite, extremamente tecnológico” e super lotado, com pessoas aparentemente pobres ou passando necessidades. Neuromancer também traz estes conceitos, continuados até hoje.

Esta estética visual é muito bem representada no filme Akira, de 1988. Esta é uma animação japonesa histórica, que trouxe o conceito cyberpunk junto a uma qualidade de animação que até hoje é impressionante. Para quem não sabe, Akira foi todo desenhado a mão e a 24 FPS (frames por segundo). Até hoje nós temos animações famosas com menos FPS. Com uma história incrível, Akira representa a cidade de Neo Tokyo (nova Tóquio, após ela ser destruída) exatamente como Blade Runner e Neuromancer descreveram. Mesmo com uma tecnologia de ponta, a sociedade está um verdadeiro caos, cheio de protestos, com políticos e empresários corruptos até os dentes querendo mais e mais dinheiro. Você também pode conferir o cyberpunk na já mencionada Ghost in the Shell, outra obra de arte, e Cowboy Bebop, todos animações japonesas sensacionais!

Akira (1988)

Ghost in the Shell, lançado em 1995, teve uma versão hollywoodiana em 2017 com Scarlett Johansson que, apesar das críticas à história em si, principalmente por não ter focado muito na filosofia por trás da versão original, trouxe o verdadeiro universo cyberpunk, com uma fotografia maravilhosa e um verdadeiro paraíso para os amantes dessa estética. O 95, como exemplo de sua grandiosidade, é considerado a maior influência para a trilogia Matrix. Muitas vezes assistimos filmes famosos e nem sabemos que ele faz parte de um universo único e que vale a pena ser explorado.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell (2017)

Sabendo disso, segue uma pequena lista de obras famosas, que curto bastante, que você precisa assistir para se introduzir ao cyberpunk. Caso goste, pesquise e vá muito além! 

  • Blade Runner;
  • Blade Runner 2049;
  • Ghost in the Shell – O Fantasma do Futuro;
  • A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell;
  • O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final;
  • Akira;
  • Trilogia Matrix;
  • O Vingador do Futuro (as versões de 1980 e 2012 – sendo a de 2012 pior);
  • O Sobrevivente;
  • Dredd;
  • Minority Report
  • Robocop – O Policial do Futuro.

Ah, se possível, ouça essa música durante sua pesquisa. Eu adoro! 😉

 

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Alta tecnologia e baixa qualidade de vida: conheça o distópico universo Cyberpunk

Com a estreia de Blade Runner 2049 nos cinemas, muitos estão sendo apresentados ao universo cyberpunk só agora, afinal, Blade Runner de 1982 é, provavelmente, a obra precursora desde mundo futurístico que eu tanto amo! Mas você sabe exatamente o que é?

Cyberpunk é um sub-gênero da ficção científica, ou seja, é um sci-fi como vários que conhecemos por aí, porém com características únicas e que tanto fascina os fãs. Cyber vem de cibernético, atrelado à tecnologia e ao artificial. Punk é como o próprio estilo musical, algo marginalizado que quer ir contra o sistema estabelecido pela sociedade. Por isso, a primeira dessas características é a famosa “High tech, Low life”, que significa “alta tecnologia e pouca qualidade de vida”. No universo cyberpunk, o mundo futurístico é dominado por grande corporações, com uma tecnologia elevadíssima em contrapartida de uma sociedade pobre, com cidades cheias de luzes e sujeira. De forma geral, o cyberpunk é como se fosse uma previsão de um futuro distópico.

Para quem gosta deste universo, o livro Neuromancer, de William Gibson, se torna uma obrigação de consumo. Neuromancer é um livro de 1984 que praticamente introduziu o conceito de inteligência artificial. Pensa bem, o livro é de 84! É incrível pensar que a tanto tempo atrás alguém já teria ideia do que poderia ser uma possível rede de computadores, coisa impensável na época. Gibson trouxe o conceito de “pichador virtual” para o indivíduo cyberpunk. De acordo com ele, essas pessoas são potenciais revolucionárias que irão utilizar essa insatisfação com o sistema para protestar contra essas grandes corporações que destroem a sociedade cada vez mais. Ainda de acordo com ele, este indivíduo tem que literalmente vandalizar o que o sistema considera correto e trazer prejuízo a ele, mas sempre com o intuito de trazer a revolução e NUNCA ganhar dinheiro ou recompensas em cima disso. Já os personagens de protagonismo geralmente são considerados hackers ou heróis revolucionários anti-sistema. De alguma forma, os protagonistas vão de encontro com o governo e tudo o que ele representa para a sociedade. Em um mundo caótico, onde os meros mortais só podem aceitar a realidade, estas pessoas são luzes do fim do túnel.

Lawrence Person, escritor americano e grande responsável por disseminar o conceito de cyberpunk, diz que “Os personagens do cyberpunk clássico são seres marginalizados, distanciados, solitários, que vivem à margem da sociedade, geralmente em futuros distópicos onde a vida diária é impactada pela rápida mudança tecnológica, uma atmosfera de informação computadorizada ambígua e a modificação invasiva do corpo humano.” Este conceito é muito bem representado em Ghost in the Shell, onde a maioria das pessoas, incluindo a protagonista Major, possuem implantes cibernéticos como forma de minimizar os “danos” de serem humanos, como doenças, perdas de membros, etc. Portanto, o questionamento de até onde a tecnologia deve ser introduzida na vida das pessoas é constante.

O cyberpunk tem várias características únicas. A partir do momento que você vê uma foto qualquer no Google, você saberá na hora se ela é ou não uma foto deste universo. Blade Runner (1982) é o grande responsável por trazer algumas dessas características, como os já citados “mundo sujo, predominantemente a noite, extremamente tecnológico” e super lotado, com pessoas aparentemente pobres ou passando necessidades. Neuromancer também traz estes conceitos, continuados até hoje.

Esta estética visual é muito bem representada no filme Akira, de 1988. Esta é uma animação japonesa histórica, que trouxe o conceito cyberpunk junto a uma qualidade de animação que até hoje é impressionante. Para quem não sabe, Akira foi todo desenhado a mão e a 24 FPS (frames por segundo). Até hoje nós temos animações famosas com menos FPS. Com uma história incrível, Akira representa a cidade de Neo Tokyo (nova Tóquio, após ela ser destruída) exatamente como Blade Runner e Neuromancer descreveram. Mesmo com uma tecnologia de ponta, a sociedade está um verdadeiro caos, cheio de protestos, com políticos e empresários corruptos até os dentes querendo mais e mais dinheiro. Você também pode conferir o cyberpunk na já mencionada Ghost in the Shell, outra obra de arte, e Cowboy Bebop, todos animações japonesas sensacionais!

Akira (1988)

Ghost in the Shell, lançado em 1995, teve uma versão hollywoodiana em 2017 com Scarlett Johansson que, apesar das críticas à história em si, principalmente por não ter focado muito na filosofia por trás da versão original, trouxe o verdadeiro universo cyberpunk, com uma fotografia maravilhosa e um verdadeiro paraíso para os amantes dessa estética. O 95, como exemplo de sua grandiosidade, é considerado a maior influência para a trilogia Matrix. Muitas vezes assistimos filmes famosos e nem sabemos que ele faz parte de um universo único e que vale a pena ser explorado.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell (2017)

Sabendo disso, segue uma pequena lista de obras famosas, que curto bastante, que você precisa assistir para se introduzir ao cyberpunk. Caso goste, pesquise e vá muito além! 

  • Blade Runner;
  • Blade Runner 2049;
  • Ghost in the Shell – O Fantasma do Futuro;
  • A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell;
  • O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final;
  • Akira;
  • Trilogia Matrix;
  • O Vingador do Futuro (as versões de 1980 e 2012 – sendo a de 2012 pior);
  • O Sobrevivente;
  • Dredd;
  • Minority Report
  • Robocop – O Policial do Futuro.

Ah, se possível, ouça essa música durante sua pesquisa. Eu adoro! 😉

 

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Orphan Black | Série pode ganhar spin-offs e filme

Boa notícia para os fãs de Orphan Black! Um dos criadores da série revelou em entrevista ao jornal O Globo que estão trabalhando em roteiros para séries derivadas. 

“Nós sempre falamos sobre fazer um longa, achamos que voltar seria muito divertido, mas agora precisamos dar um tempo daqueles personagens. Enquanto isso, nossos produtores estão trabalhando em ideias de spin-offs para a televisão. Queremos algo menos focado nos personagens de ‘Orphan Back’, mas que esteja dentro daquele universo. Seria uma série sobre mulheres fortes, baseada em ficção científica e/ou conspirações, mas não seria ‘Orphan Black’. Eles estão pensando em roteiros para talvez começar a tirá-los do papel no início do ano que vem.”, afirmou Graeme Manson.

Todas as temporadas Orphan Black estão disponíveis na Netflix. 

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Orphan Black | Série pode ganhar spin-offs e filme

Boa notícia para os fãs de Orphan Black! Um dos criadores da série revelou em entrevista ao jornal O Globo que estão trabalhando em roteiros para séries derivadas. 

“Nós sempre falamos sobre fazer um longa, achamos que voltar seria muito divertido, mas agora precisamos dar um tempo daqueles personagens. Enquanto isso, nossos produtores estão trabalhando em ideias de spin-offs para a televisão. Queremos algo menos focado nos personagens de ‘Orphan Back’, mas que esteja dentro daquele universo. Seria uma série sobre mulheres fortes, baseada em ficção científica e/ou conspirações, mas não seria ‘Orphan Black’. Eles estão pensando em roteiros para talvez começar a tirá-los do papel no início do ano que vem.”, afirmou Graeme Manson.

Todas as temporadas Orphan Black estão disponíveis na Netflix. 

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Thor: Ragnarok | Novo clipe mostra a cena em que Hela destrói o Mjölnir

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Thor: Ragnarok ganhou um novo clipe com a cena em que Hela destrói o Mjölnir e também novas imagens. 

Confira: 

https://www.youtube.com/watch?v=0ujyChIJ8ys

 

 

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Thor: Ragnarok tem direção de Taika Waititi e roteiro de Eric Pearson. O filme tem nomes como Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Mark Ruffalo, Idris Elba, Cate Blanchett e Benedict Cumberbatch no elenco.

O longa da Marvel chega aos cinemas em 26 de outubro.

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