Se você está procurando uma série para maratonar no fim de semana, A Namorada Ideal, do Prime Video, pode ser exatamente o que faltava na sua lista. É um suspense psicológico divertido, daqueles que você começa a assistir e, quando percebe, já acabou a temporada. A trama entrega tensão, reviravoltas e atuações que entregam beleza e carisma, com Olivia Cooke (House of the Dragon) e Robin Wright (House of Cards) em papéis que misturam intensidade e uma boa dose de mistério.
A dinâmica central é simples, mas viciante: uma mãe superprotetora que vê com desconfiança a nova namorada do filho. Como sabemos bem, a reputação da “mãe de menino” não é a das melhores né. E a série escancara isso, mostrando que além de protetora, mãe de menino pode ser doida mesmo. E para dar deixar ainda mais intrigante, a mãe é acompanhada de uma nora misteriosa, criando na série a loucura perfeita para criar tensão e manter o público atento. E pode ter certeza que o twist final vai te surpreender. Uma mistura de You com The Good Fight.
Nem tudo, no entanto, é perfeito. O enredo, em alguns momentos, cai no clichê esperado: a mãe possessiva contra a namorada misteriosa, duas mulheres duelando por um “bebezão” que fica no centro da disputa. Não é a fórmula mais original do mundo, mas a narrativa ganha fôlego com um recurso interessante: a história é contada por duas perspectivas diferentes. E é muito legal perceber que a interpretação que damos para cada acontecimento no nosso próprio ponto de vista, pode alterar a verdade daquele momento.
Um ponto alto da série é a dinâmica das duas protagonistas. Olivia Cooke, que muitos conhecem de House of the Dragon, aparece mais vulnerável e muito sexy (é difícil não se apaixonar), mas ainda assim entrega a potência dramática que já conquistou o público antes. Robin Wright, por sua vez, dispensa apresentações: quem já a admirou em House of Cards sabe que ela nunca decepciona, e aqui, além de atuar, ainda dirigiu três episódios, reforçando sua presença dentro e fora das câmeras.
A série é baseada no livro The Girlfriend (2017), de Michelle Frances, adaptado por Gabbie Asher e Naomi Sheldon. A Namorada Ideal estreia dia 10 de setembro com 6 episódios.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
Cada vez mais, usamos nossos smartphones não somente para nos comunicar ou ver notícias, como também para obter notificações, medalhas e pequenos prêmios de nossos aplicativos favoritos. De rastreadores de condicionamento físico a plataformas de jogos online, quase todos os serviços hoje em dia utilizam mecanismos de gamificação. Por exemplo, ao iniciar o brazino777 app pela primeira vez, o usuário já encontra níveis, bônus e tarefas, e isso não é coincidência. Esses elementos engajam, criam um hábito e tornam o retorno ao aplicativo parte do dia a dia.
O que é gamificação?
Gamificação é a introdução de elementos de jogo em um ambiente não lúdico. Se baseia na psicologia da motivação e da satisfação. Buscamos uma recompensa, mesmo que não seja em dinheiro, esta pode ser medalhas virtuais, pontos ou som por uma tarefa concluída.
Os principais elementos da gamificação:
Pontos e níveis, para ações regulares;
Medalhas e recompensas, para conquistas;
Tarefas diárias, para motivá-lo a visitar o aplicativo com mais frequência;
Placares de líderes, criando um elemento de competição;
“Sequências”, uma recompensa pela continuidade (por exemplo, 7 dias seguidos no aplicativo).
Aplicativos gamificados ativam o sistema de dopamina do cérebro, o mesmo hormônio responsável pelo prazer. Cada “mais” ou conquista fortalece o comportamento do usuário, o tornando regular.
Como os aplicativos nos fazem voltar
A mecânica da gamificação não entretém somente, ela molda o comportamento. Os aplicativos parecem dizer: “Você está indo muito bem, continue”, o que é especialmente perceptível em serviços financeiros ou de jogos.
Exemplos de técnicas de engajamento:
Notificações sobre novos bônus ou presentes;
Recompensas diárias que dependem da regularidade;
Prêmios aleatórios, para aumentar o elemento surpresa;
Metas intermediárias que levam a uma recompensa maior;
Oferta por tempo limitado (por exemplo, “bônus ativo por 30 minutos”).
Essas técnicas são usadas em aplicativos onde o usuário pode fazer apostas reais. A mecânica não prende somente a atenção, como também estimula a atividade.
Por que funciona dessa maneira?
O segredo está na natureza de nosso pensamento. O cérebro humano prefere:
Feedbacks rápidos (saber o resultado imediatamente);
Recompensas pequenas, mas frequentes;
Objetivos claramente definidos;
Um elemento de aleatoriedade e surpresa.
Estes são os princípios que formam a base da gamificação. Ela cria um “ciclo de engajamento”: fazemos algo, recebemos uma resposta agradável por isso, e queremos repetir. A princípio, parece um jogo, mas com o tempo se torna um hábito, especialmente quando se trata de entretenimento ou jogos.
Gamificação e jogos de azar
Na indústria de cassinos online, a gamificação atingiu um novo patamar. Hoje, os usuários não só podem fazer apostas, como também participar de eventos do jogo, completar missões e competir por classificações, o que aumenta o engajamento e prolonga o tempo gasto no aplicativo.
Exemplos de elementos gamificados em aplicativos de cassino:
Missões: fazer 10 apostas em uma noite;
Bônus de retorno no 3º dia;
Roda da fortuna para reposição;
Surpresas de fidelidade.
A maioria dos cassinos utiliza, ativamente, estes métodos, nomeadamente com bônus diários, eventos, cashback, “conquistas” e até minijogos especiais dentro da plataforma principal.
Contexto brasileiro: O crescimento dos hábitos mobile
Os brasileiros passam cada vez mais tempo em seus smartphones, o que se aplica não somente às redes sociais, como também a aplicativos financeiros, marketplaces, delivery e, claro, entretenimento. Portanto, os serviços que gamificam o cotidiano ganham. Eles se tornam não somente um aplicativo, mas parte do estilo de vida.
Em condições de alta competição e com a atenção cada vez mais curta dos usuários, a gamificação é uma forma de se destacar. Principalmente quando se trata de jogos de azar, onde o elemento de sorte e prêmios já é um forte fator motivador.
Como não cair na armadilha
A gamificação não funciona apenas pelo benefício, se uma mecânica for usada em excesso, pode causar:
Sentimento de culpa ao “perder” uma recompensa;
Falsa sensação de progresso;
Sobrecarga de estímulos;
Vício e perda do pensamento crítico.
Para evitar isso, você deve:
Monitorar seu próprio comportamento;
Definir limites de tempo nos aplicativos;
Responder conscientemente às “recompensas”, não as vendo como uma obrigação;
Saiba quando fazer uma pausa.
Conclusão
Entendemos que todos adoram a sensação de uma recompensa, especialmente quando ela chega rápida e inesperadamente. Os aplicativos de cassino usam a gamificação como uma forma de se envolver no jogo, aumentar o interesse e prender a atenção. Funciona, e muitas vezes torna a experiência mais interessante, no entanto, é importante lembrar que vale a pena controlar os hábitos digitais e não permitir que eles nos controlem. Você pode aproveitar bônus, completar tarefas, obter emblemas, mas tudo isso deve permanecer um jogo, ou se tornará um vício.
A Netflix revelou, nesta quarta-feira (03), o teaser CASA DE DINAMITE, novo filme da cineasta Kathryn Bigelow. Com estreia em circuito selecionado de cinemas do Brasil em 9 de outubro, o filme estará disponível globalmente na Netflix a partir de 24 de outubro.
Confira o teaser abaixo:
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Sobre Casa de Dinamite
No longa, após o lançamento de um míssil não identificado contra os Estados Unidos, uma corrida contra o tempo começa para descobrir a autoria do ataque e definir a resposta adequada.
O roteiro é assinado por Noah Oppenheim, com produção de Greg Shapiro, Kathryn Bigelow e Oppenheim. O elenco conta com Idris Elba, Rebecca Ferguson, Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos, Moses Ingram, Jonah Hauer-King, Greta Lee e Jason Clarke.
Quando o primeiro — e ainda visionário — Invocação do Mal chegou aos cinemas, mais de uma década atrás, James Wan parecia guiado por dois impulsos complementares: homenagear o cinema de possessão e reinventar o terror dos anos 2010. Sua proposta era tão sincera quanto necessária. Hoje, depois de o gênero atravessar a era do chamado “pós-horror”, com títulos como Hereditário, Midsommar e A Bruxa redesenhando os limites do medo, é fácil acreditar que o chamado Invocaversojá não teria nada de novo a oferecer.
Mas essa impressão engana: por trás da aparência de franquia apenas lucrativa, há um espaço vital que esses filmes ainda ocupam — o do terror-popcorn, o blockbuster de gênero que conversa de frente com o grande público, mesmo quando não conquista o prestígio da crítica. Após a montanha-russa que marcou a trajetória dessa saga iniciada com a faísca criativa de Wan, chegou a hora de baixar as cortinas. A ironia é que o desfecho se mostra mais saboroso do que muitos dos capítulos intermediários.
Começar com um grande filme e encerrar com algo ao menos satisfatório já é um luxo raro em franquias longas, e Invocação do Mal 4: O Último Ritual consegue reunir as forças da série, corrigir tropeços e entregar a Michael Chaves a chance de, enfim, encontrar o tom de seu mestre. Tarde, mas não irrelevante. Entre ecos de antigos sustos e ecos de afeto, há um cuidado perceptível com os personagens que nos faz perdoar até os demônios mais esquecidos no armário.
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Os acertos e erros de Invocação do Mal 4
Ambientado no auge dos anos 1980 (década que o audiovisual contemporâneo tanto insiste em ressuscitar com nostalgia estilizada), Invocação do Mal 4 encerra as aventuras de Ed e Lorraine Warren em um caso complexo e curioso, mas ainda refém da mesma fórmula que sustentou (e saturou!) a franquia.
Depois do desastroso terceiro capítulo, a saga retorna ao terreno seguro do “casa mal-assombrada”, explorando a angústia de uma família atormentada por três espíritos e um demônio com vínculos profundos com o passado dos Warren, em especial com o nascimento da filha Judy (agora interpreta pela ótima Mia Tomlinson).
Baseado em um caso real ocorrido na Pensilvânia, um dos mais enigmáticos já investigados pelo casal, o filme se ancora em uma história que, de fato, transformou a forma como eles encaravam o sobrenatural. O problema é que, já de início, o longa anuncia que “este foi o caso que mudou tudo”. A promessa é grande, mas a despedida é bastante tímida. Infelizmente o glamour hollywoodiano encobre a faceta mais amarga e melancólica do fim da trajetória dos Warren, o que soa como uma escolha compreensível, mas também como uma oportunidade desperdiçada.
O objeto maldito da vez — um espelho macabro, que faz uma boa alusão ao carma passado de geração — garante alguns bons sustos e serve como pretexto para aprofundar a relação dos protagonistas. Patrick Wilson e Vera Farmiga, novamente, sustentam o coração da franquia com carisma e intensidade, enquanto o roteiro distribui easter eggs que funcionam como presentes nostálgicos para os fãs mais fiéis. O resultado, porém, é um desfecho que prefere reverberar ecos conhecidos em vez de ousar um adeus verdadeiramente definitivo.
Embora James Wan tenha permanecido como uma sombra criativa sobre a franquia, assinando a história mesmo depois de abandonar a direção após os dois primeiros filmes, foi Michael Chaves quem assumiu o volante da série principal nos últimos anos. E não foi uma estrada fácil.
Ainda assim, a cada novo capítulo, seu olhar foi se refinando, e em Invocação do Mal 4: O Último Ritual isso finalmente se torna visível. Trata-se, sem dúvida, de sua condução mais competente até aqui, especialmente porque os sustos não dependem apenas do velho jump scare, mas da atmosfera de inquietação que realmente sustenta o terror.
Chaves segue emulando o estilo de seu mestre, mas, desta vez, consegue fazê-lo com alguma dignidade. Seu maior desafio, no entanto, ainda aparece quando o filme se apressa em direção a um clímax “épico”, sem ideias fortes o bastante para sustentá-lo.
Mesmo assim, o resultado é um horror sólido, que tira proveito da arquitetura dos cenários e da escuridão como aliados naturais do medo. Há, nesse equilíbrio, a atmosfera do primeiro Invocação do Mal e da ternura familiar do segundo, compondo uma síntese que poderia ter surgido antes, mas que, pelo menos aqui, encontra forma.
Apesar de um romance mal esboçado, há força na ideia da filha que “herda” o dom da mãe e precisa conviver com essa herança sombria. O filme brinca com reflexos e legados, ensaia uma passagem de bastão, mas recua diante da possibilidade de levar esse arco a consequências mais ousadas. A presença do casal Warren é menos dominante, embora, quando assumem o posto de exorcistas, a trama recupere parte do brilho dos melhores momentos da saga.
A estrutura narrativa, no entanto, é caótica: há personagens em excesso, alguns com relevância pontual, outros completamente esquecidos, o que enfraquece o conjunto. Além disso, pesa sobre o roteiro a obrigação de amarrar pontas soltas da franquia e, ao mesmo tempo, manter entreaberta uma porta para o futuro — operação que raramente funciona sem dispersar energia.
No meio desse labirinto, Chaves ainda tenta entregar um clímax grandioso o bastante para justificar o orçamento, mas o resultado soa mais pirotécnico que inspirado. O que permanece, de fato, é a química inabalável entre Wilson e Farmiga, talvez o único elemento que, de fato, vai deixar alguma saudade. Este último ritual é como uma casa mal-assombrada: já sabemos onde estão os rangidos, mas ainda sentimos o arrepio ao atravessar seus corredores, e isso basta.
Veredito
É realmente difícil acreditar que este seja, de fato, o último capítulo do Invocaverso, mas não há dúvida de que representa um desfecho satisfatório para o núcleo central dessa história — o coração e a alma de tudo. Há algo de comovente em assistir ao adeus de Ed e Lorraine Warren, embalado por Hollywood em tons de melancolia doce e quase romântica. Invocação do Mal 4: O Último Ritual recupera a sofisticação estética e a atmosfera de medo que marcaram o primeiro filme, ao mesmo tempo em que resgata a dinâmica familiar como eixo narrativo.
Entre imagens perturbadoras e sustos genuínos, o filme relembra por que essa franquia conquistou tantos fãs, ao ponto de provocar uma nostalgia precoce no próprio ato da despedida. O legado, sem dúvida, permanece. Mas era chegada a hora de dizer adeus. E, para a nossa surpresa, esse último ritual consegue transformar sustos simples em experiências cinematográficas de arrepiar os pelos do corpo todo. Amém!
“Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado” acaba de chegar nas lojas digitais para aluguel e compra. A sequência da franquia de terror que marcou o gênero no final dos anos 1990 tem a participação especial de Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr, atores do filme original e é protagonizado por Madelyn Cline.
O título pode ser encontrado nas lojas da Apple TV (iTunes), Amazon Prime, Claro TV+, Google Play, Microsoft Films & TV (Xbox) com o preço sugerido a partir de R$29,90. Uma vez que o título for comprado, ele pode ser acessado quando e quantas vezes o usuário desejar, enquanto, se for alugado, pode ser assistido várias vezes durante o período especificado pela loja virtual.
Para divulgar a chegada do filme nas plataformas de aluguel e compra, a Sony Pictures Home Entertainment disponibilizou os 10 minutos iniciais do longa. Confira abaixo:
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Sobre Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado
Quando cinco amigos inadvertidamente causam um acidente de carro fatal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manterem o segredo ao invés de encarar as consequências.
Um ano depois, o passado volta para assombrá-los e os obriga a encarar uma verdade assustadora: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado, e está determinado a conseguir vingança. Enquanto os amigos são perseguidos um a um por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes, e vão atrás de dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para conseguirem ajuda.
O elenco conta com Madelyn Cline, Chase Sui Wonders, Jonah Hauer-King, Tyriq Withers, Sarah Pidgeon, Billy Campbell, Gabbriette Bechtel, Austin Nichols, Lola Tung, Nicholas Alexander Chavez, Freddie Prinze Jr. e Jennifer Love Hewitt.
A estreia de “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado” acontece no dia 17 de julho, e promete movimentar o período de férias.
O trailer oficial de “Extermínio: O Templo dos Ossos“, novo filme da franquia de terror “Extermínio“, acaba de ser divulgado pela Sony Pictures.
O longa busca se aprofundar na complexidade do personagem interpretado por Ralph Fiennes (“A Lista de Schindler”), Dr. Kelson, que foi um dos personagens centrais de “Extermínio: A Evolução” e, agora, será o protagonista desta sequência, ao lado de Alfie Williams e Jack O’Connell. Neste novo capítulo que estreia em breve nos cinemas, a maior ameaça não são os infectados e, sim, a desumanidade nas relações entre os sobreviventes.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Extermínio: O Templo dos Ossos
Dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”) e com o roteiro assinado por Alex Garland (“Extermínio” e “Extermínio: A Evolução”), a sequência da saga pós-apocalíptica acompanha a história de Dr. Kelson e também a de Jimmy Crystal, líder de uma seita e cujo personagem é interpretado por Jack O’Connell (“Pecadores”).
Na trama, Dr. Kelson se encontra em uma chocante relação, enquanto precisa lidar com as consequências do encontro entre o jovem Spike, personagem de Alfie Williams (“Extermínio: A Evolução”), e Jimmy, o que vai se tornar um pesadelo.
Extermínio: O Templo dos Ossos estreia em breve nos cinemas.
Pssicanão apenas estreou em grande estilo na Netflix — direto no 2º lugar global — como agora confirma seu lugar entre as produções de maior impacto internacional da plataforma. Pela segunda semana consecutiva, a minissérie dirigida por Quico Meirelles e com episódio assinado por Fernando Meirelles (Cidade de Deus) mantém-se no Top 3 global de séries de língua não-inglesa.
Com 8,8 milhões de visualizações já acumuladas, a minissérie também entrou no Top 10 de séries (incluindo todos os idiomas) em 68 países, atravessando continentes e conquistando públicos do Canadá à França, do Marrocos ao México, passando ainda por Portugal, Turquia, Chile e Argentina. O feito reafirma a força da ficção brasileira no radar do entretenimento mundial.
O desempenho coloca Pssicano seleto grupo das séries brasileiras mais vistas fora do país. Até hoje, apenas DNA do Crime e Pedaço de Mim chegaram ao Top 10 em mais países (74 e 73, respectivamente), reafirmando o apetite global por narrativas brasileiras.
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Sobre Pssica
Filmada em Belém, no Pará, Pssica oferece uma experiência intensa e imersiva na região Norte do Brasil, acompanhando personagens cujas vidas se entrelaçam nos rios da Amazônia Atlântica. Janalice (Domithila Catete), raptada pelo tráfico humano; Preá (Lucas Galvino), chefe de uma gangue de “ratos d’água”; e Mariangel (Marleyda Soto), em busca de vingança pela morte de sua família, enfrentam juntos a “pssica”, maldição que acreditam ter sido lançada sobre eles.
A minissérie tem criação e roteiro de Bráulio Mantovani (indicado ao Oscar por Cidade de Deus), Fernando Garrido e Stephanie Degreas, produção de Andrea Barata Ribeiro, Fernando Meirelles, e coprodução Cristina Abi, da O2 Filmes.
Também fazem parte do elenco David Santos, Welket Bungué, Ademara, Bruno Goya, Maycon Douglas, Luca Dan, Claudio Jaborandy, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Felipe Rocha, Wesley Guimarães, Gabriel Knoxx, Ana Luiza Rios e Sendí Baré.
Todos os episódios já estão disponíveis na Netflix.
O longa de terror A Própria Carne, dirigido por Ian SBF (Entre Abelhas) e produzido por Deive Pazos e Alexandre Ottoni, do Jovem Nerd, terá sua primeira exibição pública no Festival do Rio 2025, dentro da seleção especial Première Brasil À Meia-Noite – dedicada a filmes ousados, provocativos e alternativos que já conquistaram ou buscam alcançar o status de cult. O festival acontece de 2 a 12 de outubro, com datas, horários e locais das sessões a serem anunciados em breve.
Turnê nacional antes da estreia
Ainda em outubro, o filme fará uma turnê especial com sessões para fãs em seis capitais brasileiras — Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo — com a presença dos realizadores. A estreia nacional está marcada para 30 de outubro, exclusivamente nas salas Cinemark de todo o país.
Produção e elenco
A Própria Carne é uma coprodução da Neebla e da Nonsense Creations, produtora de Pazos e Ottoni. O elenco traz Luiz Carlos Persy, Jorge Guerreiro, Jade Mascarenhas, George Sauma e Pierri Baitelli.
Sinopse
Durante a Guerra do Paraguai, em 1870, três soldados desertores buscam refúgio em uma casa isolada na floresta. Lá vivem apenas um fazendeiro enigmático e uma jovem misteriosa. O que parecia ser um abrigo seguro logo se transforma em um pesadelo, à medida que os fugitivos descobrem os segredos macabros que o local esconde — confrontando-os com horrores ainda mais cruéis do que a guerra da qual tentavam escapar.
Novidade! O Prime Video realiza, no dia 8 de outubro, às 21h30, no Cine Odeon, a première especial de sua nova produção Original Amazon, Tremembé, durante o 27º Festival do Rio. O evento contará com a presença do elenco, roteiristas, produtores e diretores da série.
Produzida pela Paranoid para o Amazon MGM Studios, Tremembé aborda as histórias de alguns dos casos criminais mais conhecidos do país, retratando a vida de condenados que cumprem pena na penitenciária apelidada de “prisão dos famosos”. Entre eles, estão Suzane von Richthofen, Daniel Cravinhos e Christian Cravinhos (condenados pelo assassinato dos pais de von Richthofen); Anna Jatobá e Alexandre Nardoni (condenados pelo assassinato de Isabella Nardoni); e Elize Matsunaga (condenada pelo assassinato do marido).
Elenco
A série é estrelada por Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Carol Garcia, Anselmo Vasconcelos, Letícia Rodrigues, entre outros grandes nomes.
Baseada em livros de true crime
O projeto é inspirado nas obras do jornalista Ullisses Campbell — Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido e Suzane: assassina e manipuladora. O autor também assina o roteiro ao lado de Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.
Equipe criativa
Produção: Paranoid para Amazon MGM Studios
Direção geral: Vera Egito
Direção episódica: Daniel Lieff
Roteiro: Ullisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio
O 27º Festival do Rio apresenta a nova edição da Première Brasil, a principal vitrine do cinema nacional e uma das mostras mais aguardadas do evento. Este ano, o festival marca um feito inédito: o maior número de longas-metragens já selecionados em sua história.
Ao todo, são 124 produções brasileiras entre longas, médias e curtas, que representam a diversidade do cinema contemporâneo do país, reunindo tanto estreias de diretores consagrados quanto obras de novos talentos.
A seleção está distribuída nas mostras competitivas Competição Principal e Novos Rumos (que disputam o Troféu Redentor) e em programas especiais: Hors-Concours, Clássicos Restaurados, Retratos, Programa Geração, À Meia-Noite, Especial Séries Brasileiras e O Estado das Coisas (com uma edição especial dedicada à COP-30).
Números da Première Brasil 2025
320 longas inscritos
1000 curtas inscritos
124 filmes selecionados
48 concorrendo ao Troféu Redentor
76 hors-concours
54 estreias mundiais
4 séries brasileiras em exibição
Séries brasileiras na tela grande
O festival valoriza também a produção seriada nacional: em noites de gala, quatro séries inéditas terão seus primeiros episódios exibidos em sala de cinema, aproximando o público das novidades que chegam às plataformas de streaming.
Formação de público
A Première Brasil promove sessões populares a preços acessíveis, seguidas de debates com equipes e elencos no histórico Cine Odeon – CCLSR, na Cinelândia. As sessões de gala e os encontros ampliam o diálogo entre realizadores e espectadores, fortalecendo a formação de plateias.
Coproduções e clássicos
A programação traz ainda coproduções internacionais com o Brasil e títulos restaurados que preservam a memória do nosso cinema.
Cinema pela cidade
O Festival do Rio expande suas atividades para além das salas comerciais, levando sua programação também ao Circuito Carioca de Cinema da Prefeitura e a Parques Municipais, democratizando o acesso.
A sede segue no Armazém da Utopia, no Cais do Porto, espaço de 5 mil m² que abriga encontros, debates e o RioMarket, área de mercado e negócios que reúne profissionais do audiovisual do Brasil e do mundo.
Depoimentos
“Somos parceiros do Festival do Rio há quatro anos, e é uma honra contribuir novamente para esse que é um dos mais importantes eventos do audiovisual brasileiro. Na Shell, acreditamos na cultura como poderosa ferramenta de transformação e desenvolvimento”, afirma Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Marca da Shell Brasil.
“O Festival do Rio reafirma a nossa cidade como capital do audiovisual na América Latina. É uma vitrine da diversidade e da potência do cinema brasileiro, que aproxima grandes obras e novos talentos do público, forma plateias e movimenta a economia”, destaca Leonardo Edde, presidente da RioFilme.
Filmes Selecionados – Première Brasil 2025
Competição Ficção
A Vida de Cada Um, de Murilo Salles
Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
Coração das Trevas, de Rogério Nunes
Cyclone, de Flavia Castro
Dolores, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes
Love Kills, de Luiza Shelling Tubaldini
Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães
Ruas da Glória, de Felipe Sholl
Quase Deserto, de José Eduardo Belmonte
Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar
#SalveRosa, de Susanna Lira
Competição Documentário
Amuleto, de Igor Barradas e Heraldo HB
Apolo, de Tainá Müller e Isis Broken
Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins
Honestino, de Aurélio Michiles
Massa Funkeira, de Ana Rieper
Meu Coração Neste Pedacinho Aqui – Dona Onete, de Mini Kerti
Novos Rumos
Cartas Para…, de Vânia Lima
Criadas, de Carol Rodrigues
Espelho Cigano, de João Borges
Eu Não Te Ouço, de Caco Ciocler
Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias
Nada a Fazer, de Leandra Leal
Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa
Uma em Mil, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert
Uma Baleia Pode Ser Destroçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança (Hors-Concours)
Hors-Concours
A Conspiração Condor, de André Sturm
Anos 90: a Explosão do Pagode, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha
As Vitrines, de Flavia Castro
(Des)controle, de Rosane Svartman
O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
O Homem de Ouro, de Mauro Lima
Para Vigo me Voy, de Karen Harley e Lírio Ferreira
Perrengue Fashion, de Flávia Lacerda
Perto do Sol é Mais Claro, de Régis Faria
Por Nossa Causa, de Sergio Rezende
Querido Mundo, de Miguel Falabella e Hsu Chien
Sexa, de Gloria Pires
90 Decibéis, de Fellipe Barbosa
Retratos
Ary, de André Weller
As Dores do Mundo: Hyldon, de Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues
Fernanda Abreu – Da Lata, 30 anos, o documentário, de Paulo Severo
Fôlego – Até Depois do Fim, de Candé Salles
Gláucio Gill – Um Teatro em Construção, de Lea Van Steen e Rafael Cardoso
Meu Tempo É Agora, de Sandra Werneck
Milton Gonçalves, Além do Espetáculo, de Luís Antônio Pillar
Não Sei Viver Sem Palavras, de André Brandão
Ninguém Pode Provar Nada: a Inacreditável História de Ezequiel Neves, de Rodrigo Pinto
O Brasil Que Não Houve – As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas, de Renato Terra e Arnaldo Branco
Rei da Noite, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans
Vou Tirar Você Desse Lugar, de Dandara Ferreira
O Estado das Coisas
Cadernos Negros, de Joel Zito Araújo
Com Causa, de Belisário Franca
Do Outro Lado do Pavilhão, de Emilia Silveira
Invencíveis, de Vitor Leite e Clarice Saliby
Itacoatiaras, de Sergio Andrade e Patrícia Gouvêa
Minha Terra Estrangeira, de João Moreira Salles, Louise Botkay e Coletivo Lakapoy
Na Onda da Maré, de Lucia Murat
O Pai e o Pajé, de Felipe Tomazelli, Luis Villaça e Iwarete Kaiabi
Pau d’Arco, de Ana Aranha
Reconhecidos, de Fernanda Amim e Micael Hocherman
Rua do Pescador nº. 6, de Bárbara Paz
Midnight Movies
A Própria Carne, de Ian SBF
Copacabana, 4 de Maio, de Allan Ribeiro
Futuro Futuro, de Davi Pretto
Nosferatu, de Cristiano Burlan
Quarto do Pânico, de Gabriela Amaral Almeida
Clássicos Restaurados
A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla
Gêmeas, de Andrucha Waddington
Hermeto Campeão, de Thomas Farkas
Nossa Escola de Samba, de Manuel Horácio Gimenez
Programa Geração
Aventuras de Makunáima – Histórias Encantadas da Amazônia, de Chico Faganello
Criaturas – Uma Aventura entre Dois Mundos, de Juarez Precioso
Papaya, de Priscilla Kellen
Quatro Meninas, de Karen Suzane
Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, de Alê Camargo e Jordan Nugem
Trago seu Amor, de Claudia Castro
Séries Brasileiras
Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, de Andrucha Waddington
Ayô, de Yasmin Thayná
De Menor, de Caru Alves de Souza
Tremembé, de Vera Egito
Coproduções Internacionais
La Quinta, de Silvina Schnicer (Argentina, Brasil, Chile, Espanha)
O Riso e a Faca, de Pedro Pinho (Portugal, Brasil, França, Romênia)
The Black Snake, de Aurélien Vernhes-Lermusiaux (França, Colômbia, Brasil)
Curtas – Competição
Alice, de Gabriel Novis
DIU, de Camila Schincaglia
Final 99, de Frederico Ruas
Habitar o Tempo, de Cristiana Grumbach
Jacaré, de Victor Quintanilha
Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
Meu Amigo Satanás, de Aristeu Araújo e Carlos Segundo
Miranha, de Zahy Tentehar e Luis Bolognesi
O Faz-Tudo, de Fabio Leal
Os Quatro Exílios de Herbert Daniel, de Daniel Favaretto
Peixe Morto, de João Fontenele
Quando Eu For Grande?, de Mano Cappu
Replika, de Piratá Waurá e Heloisa Passos
Safo, de Rosana Urbes
Sebastiana, de Pedro de Alencar
Novos Rumos – Curtas
Brasa, de Diane Maia
João-de-Barro, de Daniel Jaber e Lu Damasceno
Klaustrofobia, de João Londres
Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique
Ponto Cego, de Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Presépio, de Felipe Bibian
Sandra, de Camila Márdila
Sobre Ruínas, de Carol Benjamin
O Estado das Coisas – Curtas
A Tragédia da Lobo Guará, de Kimberly Palermo
Entre nós, vive o rio, de Day Rodrigues
Réquiem para Moïse, de Susanna Lira e Caio Barretto Briso
São as Regras, de Flávia Vieira
Tia Morgana, de Athena Sofia
Vípuxovuko – Aldeia, de Dannon Lacerda
Panorama Carioca de Curtas
Crônicas Marginais, de Marcos Braz da Cruz Eleoterio
Memória das Águas, de Catu Rizo
O Menino e as Borboletas Zumbis, de Pê Moreira e Thomas Argos
Teia, de Claudia Castro
Hors-Concours – Curtas
Coração Bandeja, de Jonas Araújo
Memórias com Vista pro Mar, de Marton Olympio
Samba Infinito, de Leonardo Martinelli
Transferências, de Gabriel Edel
Retratos – Curtas
Eunice Gutman Tem Histórias, de Lucas Vasconcelos
Marina Colasanti, Entre a Sístole e a Diástole, de Alessandra Colasanti
Sem a Mida Não Dá, de Pedro Carvana e Raoni Seixas
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio, por meio da RioFilme. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.