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“The Morning Show” é renovada para a 5ª temporada

Apple TV+ anunciou que o elogiado e premiado drama de sucesso “The Morning Show” foi renovado para a quinta temporada. Com estreia da aguardada quarta temporada, amanhã, quarta-feira, 17 de setembro, a série vencedora dos prêmios EmmySAG e Critics Choice é estrelada por Reese Witherspoon e Jennifer Aniston, que são produtoras executivas ao lado da showrunner Charlotte Stoudt e da diretora Mimi Leder.

Sobre a 4ª temporada de The Morning Show

A quarta temporada de “The Morning Show” começa na primavera de 2024, quase dois anos após os eventos da terceira temporada. Com a fusão entre a UBA e a NBN concluída, a redação precisa lidar com novas responsabilidades, motivações ocultas e a natureza evasiva da verdade na América polarizada. Em um mundo repleto de deepfakes, teorias da conspiração e encobrimentos corporativos — em quem confiar? E como saber o que é realmente real?  

Além de Aniston e Witherspoon, o elenco de estrelas da quarta temporada inclui o vencedor de dois prêmios Emmy Billy Crudup, Mark Duplass, Nestor Carbonell, Karen Pittman, Greta Lee, Nicole Beharie, o vencedor do Emmy Jon Hamm, e também os novos integrantes do elenco Aaron Pierre, William Jackson Harper e Boyd Holbrook, com os vencedores do Oscar Marion Cotillard e Jeremy Irons.

“The Morning Show” tem produção executiva da showrunner Charlotte Stoudt, e direção e produção executiva de Mimi Leder. A série é produzida pelo estúdio Media Res e tem produção executiva de Michael Ellenberg (“Prometheus”, “Pachinko”, da Apple, “Robin Hood”) e Lindsey Springer (“Pachinko”, da Apple, “Sou de Virgem”) por meio da Media Res, juntamente com Stoudt e Leder.  Witherspoon é produtora executiva ao lado de Lauren Neustadter (“Um Lugar Bem Longe Daqui”, “Na Sua Casa ou na Minha?”) para a Hello Sunshine, enquanto Aniston e Kristin Hahn são produtoras executivas por meio da Echo Films.  Zander Lehmann (“Casual, “As Crônicas de Shannara”) e Micah Schraft (“Mr. América”, “Jessica Jones”) também são produtores executivos.

As três primeiras temporadas de “The Morning Show” estão disponíveis mundialmente no Apple TV+.

A terceira temporada de “The Morning Show” recebeu 16 indicações ao Emmy e rendeu a Crudup o segundo prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática por sua atuação como Cory Ellison. Crudup também ganhou o Critics Choice Award por sua interpretação de Ellison na terceira temporada da série. A terceira temporada foi premiada pelo American Film Institute (AFI) em sua prestigiada lista dos dez melhores programas de televisão de 2023.

Na segunda temporada, “The Morning Show” recebeu indicações para os prêmios Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática para Reese Witherspoon; Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática para Billy Crudup, e Melhor Atriz Convidada em Série Dramática para Marcia Gay Harden. Na primeira temporada da série, Crudup ganhou um Emmy na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática, além de um Critics Choice Award.

A poderosa atuação de Aniston como Alex Levy ganhou o SAG Award de Melhor Performance de uma Atriz em Série Dramática. Mimi Leder foi indicada a dois prêmios Emmy na categoria Melhor Direção para Série Dramática por seu trabalho no encerramento da primeira e da terceira temporadas, que também assinou como produtora executiva.

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Crítica | A Longa Marcha – Tortura é entretenimento em adaptação visceral de Stephen King

Existe algo de perturbador no ser humano: o fascínio pelo trágico. Quanto maior a tragédia, mais irresistível é a vontade de olhar e, uma vez visto, mais difícil se torna esquecer. A curiosidade, muitas vezes, fala mais alto do que o medo do trauma. Essa atração pelo horror, somada à brutalidade de sua época, deu origem a um dos livros mais instigantes do gênio Stephen King, escrito nos anos 60 e lançado em 1979, ainda marcado por feridas abertas como a Guerra do Vietnã.

Em A Longa Marcha (The Long Walk), um King ainda no início da carreira transformou a tortura em um espetáculo brilhante, dentro de uma narrativa muito simples, porém poderosa, que mais tarde inspiraria tantas outras obras, de forma indireta, em sucessos como Round 6 (Netflix) e, de maneira ainda mais óbvia, na franquia de livros/filmes Jogos Vorazes.

É claro que, visto hoje, o enredo pode soar como uma cópia das mesmas. Mas a verdade é o oposto: ele é a semente de grande parte das histórias que falam sobre vigilância, poder e autoritarismo. Meio século depois de sua publicação, a trama chega ao cinema ainda bastante afiada e cruelmente atual. O diagnóstico que King fez de sua geração pós-Segunda Guerra continua relevante: vivemos cada vez mais imersos na cultura do espetáculo, da violência e do reality.

Essa leitura, transportada com rigor pelo diretor Francis Lawrence (Constantine) e pelo roteirista JT Mollner (Strange Darling), garante que a aguardada adaptação vá muito além do peso de sua premissa. O filme entrega um drama visceral, ousado e desconcertante, impossível de ignorar, como o olhar que não conseguimos desviar de um acidente na estrada. Porém, o melodrama caminha junto.

Os acertos e erros de A Longa Marcha

A Longa Marcha é daquelas surpresas boas que crescem a cada passo que o roteiro dá. Parte de uma premissa simples, até rasa: cinquenta jovens são convocados para uma maratona sem fim em um Estados Unidos alternativo, marcado pela pobreza e pelo endividamento. O prêmio? Um desejo realizado e uma fortuna em dinheiro. A regra? Apenas um pode sobreviver. É direto ao ponto, sem os enfeites de Jogos Vorazes.

Aqui, sem dó, a violência é crua e implacável, mas logo dá espaço para um drama carregado de intensidade emocional, frases de efeito clichês e momentos genuinamente comoventes. Em alguns trechos, o filme se aproxima da dureza dos grandes survival movies; em outros, resgata a ternura da amizade juvenil, quase como em Conta Comigo. O resultado é uma narrativa que pulsa com a mesma cadência dos passos desses jovens infelizes.

A direção aposta em um ritmo espaçado (que deixa a caminhada ainda mais longa), abrindo espaço para diálogos existencialistas longos, mas não totalmente enfadonhos. E faz isso com um mérito raro: desenvolve profundidade em seus personagens sem recorrer aos manjados flashbacks. Conhecemos os meninos à medida que eles caminham, sofrem, amadurecem e se revelam dignos da jornada. O destaque fica para a dupla central — Ray Garraty (Cooper Hoffman) e Peter McVries (David Jonsson) —, cada um carregando motivações claras que se tornam mais intensas a cada quilômetro. E wow, que atores bons e que passam veracidade.

Conforme a marcha avança e os limites do corpo humano são testados até o extremo, a disputa pela sobrevivência deixa de ser apenas física e se transforma em uma batalha psicológica complexa. O espectador, assim como os jovens, é levado a sentir na pele a mistura de dor, esperança e medo. Uma das grandes virtudes do texto de King está justamente em sua simplicidade: por trás de uma premissa simplista, ele abre espaço para reflexões e críticas sociais poderosas.

Essa riqueza de camadas, felizmente, foi transportada para o filme com habilidade e sensibilidade. Há ali uma ode à gentileza e à camaradagem, mostrando que, mesmo em tempos de desespero, o ser humano pode revelar sua melhor face. É verdade que, em alguns momentos, isso escorrega para um melodrama piegas, mas seria impossível (e até injusto!) a obra existir sem esse toque de emoção. Afinal, é na dor e no sofrimento que mostramos quem realmente somos.

As atuações dos jovens são um triunfo à parte, sustentando todo o peso dramático da narrativa, apesar dos arquétipos de sempre. Já o vilão estereotipado, vivido por Mark Hamill (Star Wars), surge como um contraponto: superficial, raso como uma piscina infantil e, de forma proposital, tão detestável quanto deveria ser. E claro que há uma dose extrapolante de açúcar no texto e alguns momentos de tropeço, mas nada atrapalha a aflição da aventura e a angústia cortante dessa caminhada para a morte.

Veredito

Em A Longa Marcha, cada passo é um golpe no espectador: quanto mais os jovens avançam, mais cresce a aflição de quem assiste. Stephen King transforma a estrada em palco para refletir sobre o espetáculo da violência e o cruel prazer da tortura como entretenimento, agora traduzido ao cinema com precisão e força. O resultado é uma travessia angustiante, marcada por imagens gráficas duras e um drama de cortar o coração.

É uma história perturbadora, que incomoda e fascina na mesma medida, sustentada por atuações marcantes e uma leitura atenta de seu tempo. Poderia facilmente tropeçar na armadilha de glorificar a violência, mas escolhe outro caminho. Tal como em Jogos Vorazes, obra que bebeu de sua fonte, a amizade surge aqui como escudo contra a brutalidade do mundo. O resultado é um verdadeiro teste de resistência humana: duro, exaustivo, mas impossível de abandonar no meio do percurso.

Nota: 8/10

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Uma Batalha Após a Outra | Festival do Rio terá sessão especial do filme de Paul Thomas Anderson

Nesta quinta-feira, 18 de setembro, a Warner Bros. Pictures e o Festival do Rio realizarão uma sessão especial antecipada de Uma Batalha Após a Outra, novo lançamento do diretor Paul Thomas Anderson, que estreia em 25 de setembro nos cinemas de todo o país. A exibição ocorrerá no Cine Odeon, em uma noite de preparo para um dos maiores eventos do cinema mundial, que comemora 25 anos este ano e terá início oficial em 02 de outubro. 

O público geral poderá fazer parte deste momento, com disponibilidade limitada de convites. O resgate dos ingressos começa ainda hoje, dia 15 de setembro, às 19h, no link que estará disponível na bio do Instagram oficial do Festival do Rio. 

Uma Batalha Após a Outra leva aos cinemas a primeira parceria entre o cineasta e o ator vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, que dá vida ao protagonista. Na trama, Bob, um ex-revolucionário cuja vida descarrilhou há anos, precisa voltar à ativa para resgatar sua filha, Willa (Chase Infiniti), que foi vítima dos fantasmas do passado do pai.  

Uma Batalha Após a Outra estreia em 25 de setembro de 2025 nos cinemas brasileiros disponível, também, em IMAX e versões acessíveis. 

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IT: A Coisa tem reexibição especial nos cinemas no dia 24 de setembro

VEM AÍ! A Warner Bros. Pictures anuncia a reexibição de IT: A Coisa (2017) nas telonas no dia 24 de setembro, e os ingressos já estão disponíveis na pré-venda. 

Sucesso de público e crítica, IT: A Coisa é uma adaptação do livro homônimo de Stephen King. A direção é assinada por Andy Muschietti (MAMA), com Bill Skarsgård (Noites Brutais) trazendo à vida o aterrorizante e icônico palhaço Pennywise. 

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Sobre IT: A Coisa

Em IT: A Coisa, um grupo de crianças se une para investigar o misterioso desaparecimento de vários jovens em sua cidade. Eles descobrem que o responsável pelos crimes é Pennywise, uma entidade antiga que se alimenta do medo das pessoas, e entram em uma batalha que mistura amizade, coragem e o mais verdadeiro horror. 

Em cinemas selecionados, o público vai poder conferir uma prévia exclusiva de It: Bem-vindos a Derry, nova série original da HBO que estreia no dia 26 de outubro. A produção contará mais sobre a origem do palhaço Pennywise, e os fãs da história poderão reviver a trama original nos cinemas antes de mergulhar no passado da cidade fictícia. 

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O Agente Secreto é o escolhido do Brasil para o Oscar 2026

O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, foi o selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa pelo Oscar de Melhor Filme Internacional em 2026. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15), após uma semana de intensa campanha e uma reta final marcada por polêmicas.

Cada país pode indicar apenas um título para a categoria. Embora os demais filmes lançados possam concorrer em outras categorias, é raro que mais de uma produção nacional chegue à disputa, já que a campanha internacional tende a concentrar esforços no filme oficial.

Trajetória internacional 

 O filme chega a importantes eventos, após passar por: 

  • Festival de Cannes, na França, onde garantiu os prêmios de Melhor Direção (Kleber Mendonça Filho) e Melhor Ator (Wagner Moura) e o Prêmio FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema) e “Art et Essai”, concedido pela AFCAE (Associação Francesa de Cinema d’Art et d’Essai); 
  • Festival de Cinema de Sydney, na Austrália; 
  • Festival Cinéma Paradiso Louvre, na França; 
  • Festival de Cinema New Horizons, em Wroclaw, na Polônia; 
  • Festival de Cine de Lima – PUCP, no Peru, onde recebeu os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e Melhor Filme pela crítica internacional. 

Sobre O Agente Secreto

Ambientado no Recife de 1977, “O Agente Secreto” é um thriller político, que acompanha Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz, mas logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura. 

O elenco reúne grandes nomes do cinema nacional, incluindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, entre outros artistas. 

A produção é assinada por Emilie Lesclaux, e é uma coprodução com a CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha), e conta com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes. Internacionalmente, será lançado pela NEON (EUA e Canadá) e pela MUBI (Reino Unido, Irlanda, Índia e América Latina, exceto Brasil).  

“O Agente Secreto” chegará aos cinemas brasileiros no dia 6 de novembro.

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19ª CineBH exibe 101 filmes e abre com o aclamado O Agente Secreto

A CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte chega à sua 19ª edição entre os dias 23 e 28 de setembro de 2025, consolidando-se como um dos principais espaços de encontro do cinema latino-americano e brasileiro. Neste ano, serão exibidos 101 filmes — 48 longas, 1 média e 52 curtas — distribuídos em 71 sessões gratuitas em diferentes salas da capital mineira, além de parte da programação disponível online.

O evento abre no dia 23 de setembro, às 20h, no Cine Theatro Brasil Vallourec, com a pré-estreia de “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, vencedor de três prêmios no Festival de Cannes 2025 (melhor direção, melhor ator para Wagner Moura e prêmio da crítica).

Cinema, mercado e reflexão

Além da mostra, Belo Horizonte sedia o 16º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, principal encontro de coprodução internacional do país. O programa conecta produtores, distribuidores, agentes de vendas, programadores de festivais e players de streaming, fortalecendo o mercado audiovisual brasileiro.

Neste ano, foram selecionados 37 projetos de longas brasileiros em desenvolvimento ou finalização, que participam de laboratórios, workshops, consultorias e rodadas de negócios com representantes de 16 países.

O Seminário Internacional “Audiovisual em Conexão” ocorre de 24 a 27 de setembro, com mesas sobre políticas públicas, regulação e soberania cultural, coprodução internacional e novas tecnologias para o setor audiovisual.

Tema central: “Horizontes Latinos: Nós Somos o Nosso Futuro?”

A curadoria da 19ª CineBH destaca a produção do continente e propõe reflexões sobre a soberania cultural latino-americana. A seleção privilegia narrativas ousadas que rompem com o eurocentrismo, explorando perspectivas sociais, políticas e estéticas.

As mostras incluem: Território (competitiva), Conexões, Vertentes, Praça, Diálogos Históricos, Cidade em Movimento, Curtas Contemporâneos, Homenagem, Mostrinha e o programa Cine-Expressão – A Escola vai ao Cinema.

Mostras em destaque

Território e Conexões

O recorte competitivo reúne 16 produções recentes da América Latina, incluindo títulos do Brasil, México, Peru, Chile, Argentina, Colômbia e Uruguai. Já a Conexões expande o panorama com filmes inéditos no Brasil, explorando linguagens híbridas e inventivas.

Vertentes

Criada em 2024, a seção destaca a diversidade do cinema brasileiro contemporâneo, reunindo filmes de diferentes gêneros e trajetórias, todos inéditos em Belo Horizonte.

Homenagem

O tributo deste ano celebra o ator mineiro Carlos Francisco, conhecido por papéis em Bacurau (2019), Marte Um (2021) e Estranho Caminho (2023). Além de atuar em “O Agente Secreto”, Francisco terá obras de sua carreira exibidas, como os longas Marte Um e Estranho Caminho e os curtas Nada e A Máquina Infernal.

Diálogos Históricos

A mostra homenageia o cineasta dominicano Nelson Carlo De los Santos Arias, exibindo quatro de seus filmes e promovendo debates com sua presença.

CineMundi

Exibe produções que tiveram seus projetos desenvolvidos no Brasil CineMundi e que ganharam repercussão internacional, como Suçuarana (MG), de Clarissa Campolina e Sérgio Borges, e A Natureza das Coisas Invisíveis (DF), de Rafaela Camelo.

Praça

Sessões ao ar livre na Praça da Liberdade, com foco na relação entre cinema e música, incluindo o cine-concerto “Tela Sonora”, que mistura curtas de animação brasileiros e trilha eletrônica ao vivo do músico francês Jérôme Lopez.

A Cidade em Movimento

Filmes independentes de Belo Horizonte e região metropolitana exploram temas como corpo-território, maternidade solo, existências trans e relações geracionais, acompanhados de rodas de conversa.

Curtas Contemporâneos

Seleção de 18 curtas brasileiros que exploram experimentações estéticas e narrativas, com destaque para linguagens híbridas e poéticas singulares.

Mostrinha e Cine-Expressão

Programação voltada para o público infantil e escolar, com filmes como Menino Gepeto e Sacis, além de debates e atividades educativas para estudantes de 5 a 14 anos.

Programação online

Parte da mostra A Cidade em Movimento estará disponível no site cinebh.com.br. Além disso, um recorte especial será exibido na plataforma IC Play, em parceria com o Itaú Cultural, entre 29 de setembro e 13 de outubro.

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Quatro Meninas | Longa fará sua estreia na Mostra Competitiva do 58ª Festival de Brasília

O filme Quatro Meninas, dirigido por Karen Suzane e roteirizado por Clara Ferrer, terá sua estreia nacional em 15 de setembro, na Mostra Competitiva do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

A sessão contará com a presença das protagonistas Ágatha Marinho, Alana Cabral, Dhara Lopes e Maria Ibraim, além da diretora Karen Suzane, da roteirista Clara Ferrer, da atriz Giovanna Rispoli, do produtor Marcello Ludwig Maia e de Adriana Rattes, da distribuidora Filmes do Estação.

Na edição que celebra os 60 anos do Festival de Brasília, o longa também terá sessão seguida de debate, no dia 16, além de duas exibições extras no Sesc Brasília.

Produzido por Marcello Ludwig Maia (República Pureza Filmes), em coprodução com a PRPL (Holanda), Filtro Filmes, Telecine e Canal Brasil, o filme tem distribuição da Filmes do Estação e da ArtHouse.

Após a estreia em Brasília, “Quatro Meninas” também será exibido na Mostra Geração da Première Brasil do Festival do Rio. O projeto já havia sido selecionado pela Fundação Hubert Bals para Desenvolvimento (2022) e Produção, dentro do programa BoostNL Rotterdam 2023.

“Como mulher negra, ver meu primeiro trabalho acolhido pelo Festival de Brasília é uma honra. O festival aponta para um futuro em que cineastas de diferentes culturas e regiões possam se fortalecer juntos, celebrando o cinema nacional”, afirma a diretora Karen Suzane.

Sobre Quatro Meninas

No Brasil de 1885, quatro jovens negras — Tita, Lena, Francisca e Muanda — trabalham em um internato cuidando das filhas de uma família branca. Presas às circunstâncias, sonham com liberdade. Quando um romance coloca a vida de Lena em risco, a fuga deixa de ser desejo e se torna urgência.

Surpreendentemente, as sinhás descobrem o plano e exigem acompanhá-las. Refugiadas em um casarão abandonado, o grupo enfrenta tensões de convivência: enquanto as jovens negras experimentam o poder, o amor e a possibilidade de sonhar com o futuro, as brancas resistem a encarar tarefas cotidianas e seus próprios erros. Mas, diante de uma ameaça antiga que ressurge, todas precisarão se unir para sobreviver.

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Disney+ lança promoção de assinatura com valores a partir de R$ 9,90

Até o dia 27 de setembro, novos e antigos clientes podem assinar o Disney+ com preços promocionais. Após o período de oferta, a assinatura será renovada automaticamente pelo valor mensal vigente.

A promoção chega em um momento estratégico, próximo a estreias muito aguardadas da plataforma, como o live-action de Lilo & Stitch, Thunderbolts da Marvel Studios e a quinta temporada da série Only Murders in the Building, além de outros lançamentos do catálogo Disney.

Confira os valores promocionais:

  • Plano Standard com anúncios – R$ 9,90
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  • Plano Premium – R$ 19,90

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35º Cine Ceará celebra o cinema ibero-americano com homenagens, mostras e exibições especiais

Entre os dias 20 e 26 de setembro, Fortaleza se transforma mais uma vez na capital do cinema com a realização do 35º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. A programação acontece no Cineteatro São Luiz, Cinema do Dragão e Hotel Sonata de Iracema, reunindo 13 longas-metragens e 29 curtas, além de exibições especiais e 14 debates. Toda a programação é gratuita.


Homenagem a Mariana Ximenes

A atriz Mariana Ximenes será a grande homenageada desta edição. Durante a solenidade de abertura, no dia 20, às 18h30, ela receberá o Troféu Eusélio Oliveira, reconhecimento à sua trajetória marcante na dramaturgia brasileira, em especial no cinema.


Abertura com animação feita por estudantes

A cerimônia de abertura exibirá o curta “Cada um na sua tomada”, criado por 20 crianças e adolescentes da rede pública de Fortaleza, participantes do projeto Compartilha Animação, uma iniciativa da Enel Ceará em parceria com a Associação Cultural Cine Ceará. O filme, orientado pelo cineasta Telmo Carvalho, aborda o tema “Segurança da População: Comportamento e Uso da Energia Elétrica”.


Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem

A competição abre com a estreia mundial de “Gravidade” (Leo Tabosa, Brasil, 2025). Seis produções disputam o Troféu Mucuripe em 11 categorias, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atuação. O vencedor de Melhor Longa receberá R$ 40 mil em apoio à distribuição no Brasil.

As exibições ocorrem entre os dias 20 e 25, sempre às 19h, seguidas por debates na manhã seguinte, às 10h, no Hotel Sonata de Iracema.


Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem

A partir do dia 21, no Cineteatro São Luiz, dez curtas brasileiros concorrem ao Troféu Mucuripe em quatro categorias. Os filmes também disputam o Prêmio Canal Brasil de Curtas, concedido por críticos e jornalistas. As sessões acontecem entre os dias 21 e 25, às 19h, com debates no dia seguinte, às 9h, no Hotel Sonata de Iracema.


Mostra Olhar do Ceará

Dedicada à produção local, a mostra reúne 4 longas e 14 curtas que refletem a diversidade de olhares do audiovisual cearense, do sertão ao litoral. As sessões acontecem de 21 a 25 de setembro, sempre às 14h, no Cinema do Dragão, seguidas de debates com realizadores.


Exibições especiais

O festival também traz títulos de destaque no circuito internacional:

  • “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho – vencedor de quatro prêmios em Cannes;
  • “Para Vigo Me Voy!”, de Lírio Ferreira e Karen Harley – com estreia mundial em Cannes;
  • “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente – vencedor do prêmio Cine+ no FIDMarseille.

Além disso, serão exibidos quatro curtas do projeto Directors’ Factory Ceará Brasil, que estrearam em Cannes sob a mentoria de Karim Aïnouz, reforçando a internacionalização do cinema cearense.


Mais programação

Nos dias 25 e 26, o festival leva a sétima arte para a rua com o Cinema na Praça, na Praça dos Leões, no Centro, com sessões ao ar livre e acesso gratuito.


O 35º Cine Ceará reafirma sua missão de celebrar a diversidade cultural e dar visibilidade ao cinema ibero-americano, promovendo encontros entre público, artistas e realizadores em uma semana de festa para o audiovisual.

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Capoeiras | Tudo o que você precisa saber sobre a nova série brasileira do Disney+

O Disney+ amplia seu catálogo de produções nacionais com a chegada de Capoeiras, nova série de seis episódios, que estreou dia 29 de agosto na íntegra no Disney+. A produção mergulha no universo da ginga, da luta e da resistência cultural brasileira e é inspirada no livro “A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada“, de Nestor Capoeira, levando para o streaming uma narrativa que valoriza a capoeira como patrimônio histórico e símbolo de identidade do país.

Além de ter uma trama envolvente, Capoeiras é também um convite para conhecer a riqueza de uma arte que atravessa gerações. A série resgata a musicalidade, os movimentos e os rituais da luta, revelando a importância da ginga como expressão cultural e como símbolo de resistência.

Uma história que envolve mistério e prende o público até o fim

O enredo de Capoeiras começa no Rio de Janeiro, em 1971. Veneno (Raphael Logam) e Noivo (Sérgio Malheiros) são jovens capoeiristas e melhores amigos. Ao tentar defender o mestre Vendaval (Dan Ferreira)durante uma batida policial, eles acabam envolvidos em uma tragédia que resulta na morte dele e de um policial. Sentindo-se culpados, decidem guardar segredo e o Noivo foge, deixando Veneno para trás.

Dezessete anos depois, Veneno trabalha como faxineiro em uma boate e entra em um clube de lutas clandestinas, onde se torna o seu maior campeão, sem saber que se aproxima dos verdadeiros culpados pela morte de Vendaval. Seu maior oponente será Noivo, que retorna ao Rio para evitar uma nova tragédia que viu em uma de suas visões.

Grandes nomes no elenco e a tradição dos codinomes na capoeira

Além de Raphael Logam (Veneno) e Sérgio Malheiros (Noivo), a série traz um elenco de peso com personagens marcantes: Juliana Alves (Glória) e Bruno Gissoni (Perdigueiro) lideram a trama, ao lado de outros grandes nomes como Mestre Ouro (Wilson Rabelo)Rodrigo de Odé (Dinho), Dhara Lopes (Ventania), Danni Suzuki (Naka Watanabe), Dan Ferreira (Vendaval), Cláudia di Moura (Mãe Benvinda) e Fernanda de Freitas (Yves Leroy).

A nova produção do Disney+ também destaca a tradição dos codinomes na capoeira, convidando o público a refletir sobre a origem de nomes como Veneno, Noivo, Perdigueiro, entre outros. Essa prática remonta a um período em que a capoeira era proibida e considerada crime — os apelidos ajudavam os capoeiristas a evitar perseguições e prisões.

Com o tempo, deixaram de ser apenas uma forma de proteção e se consolidaram como parte da cultura, inspirados em características físicas, estilo de jogo, personalidade ou experiências marcantes na roda. Em Capoeiras, essa tradição ganha relevância, e por isso muitos personagens são apresentados por seus codinomes.

Ancestralidade e coreografia que andam juntas

As coreografias de luta da série foram desenvolvidas para transmitir a intensidade e a beleza da capoeira de forma autêntica, destacando seus movimentos e sua musicalidade. O processo criativo contou com a participação ativa dos atores Sérgio MalheirosRaphael Logam e Bruno Gissoni, praticantes da arte, que trouxeram sua experiência pessoal para dar mais verdade às cenas e colaborar na construção de coreografias que equilibram a realidade e a dramaturgia. O trabalho foi enriquecido também pela atuação dos preparadores de elenco — Rodrigo de OdéFortalezaJorge Itapuã e o Mestre Ferradura — que tiveram papel essencial em toda a preparação e construção do elenco.

Mais do que um jogo de corpo, as cenas de capoeira da série carregam a ancestralidade e a memória em cada gesto. Essa herança cultural influencia diretamente o respeito dentro da roda, onde cada movimento é feito em diálogo com o outro e com a tradição. A produção traduz esse espírito, mostrando que a ginga vai além da luta: é também uma forma de conexão da história, com os mestres e com a comunidade.

Produzida pela Intro Pictures, associada à produtora Migdal Filmes, Capoeiras é criada por Eliana Alves Cruz e Tomás Portella, que também assina a direção geral, com direção de episódios de Igor Verde e contando com o Raphael Logam como produtor associado.

Todos os episódios de Capoeiras já estão disponíveis exclusivamente no Disney+.

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