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Desobedientes | Evelyn está viva ou morta? Entenda o final da minissérie da Netflix

Em “Desobedientes“, de Mae Martin, ninguém está a salvo das garras sectárias da pequena cidade de Tall Pines. A série da Netflix, ambientada em 2003, gira em torno de duas adolescentes canadenses, Abbie e Leila, que têm uma propensão a procurar problemas. Naturalmente, elas continuam sendo as principais candidatas para o programa para jovens da Academia Tall Pines, facilitado por Evelyn Wade.

Por outro lado, Alex Dempsey é um policial que se muda para a cidade natal de sua esposa, Laura. O casal, esperando o nascimento de seu filho, busca um novo começo na comunidade unida. No entanto, com a mudança, os fantasmas do passado de Laura inevitavelmente pairam sobre o futuro da família. Logo, Alex começa a ver a cidade com todas as suas excentricidades ocultas.

Assim, quanto mais ele se aprofunda em Evelyn e sua Academia, eventualmente cruzando o caminho de Abbie e Leila, mais perto ele chega de desvendar os segredos mais bem guardados da cidade. No entanto, quando a verdade vem à tona, a fuga se torna uma tarefa quase impossível.

ALERTA DE SPOILERS!

Resumo da trama de Desobedientes

As adolescentes Abbie e Leila, de Toronto, são melhores amigas e preferem fumar maconha em terraços a frequentar aulas. Como resultado, elas permanecem firmemente plantadas na categoria de “adolescentes problemáticas” para todos os adultos em suas vidas. Um de seus professores, o Sr. Turner, concebe uma possível solução para colocar a dupla em forma. Ele quer enviar Leila para um programa juvenil americano em Vermont, acreditando que a distância faria bem às amigas.

Inicialmente, a resposta da aluna à ideia é lançar uma, que envolve invadir a escola à noite para roubar o gabarito de uma prova futura. Abbie continua a bordo do plano e descaradamente foge de casa quando seus pais tentam colocá-la de castigo. A invasão continua sendo uma tentativa divertida, mas inútil. Além disso, a façanha anterior de Abbie finalmente a alcança naquela noite, quando dois homens mascarados a sequestram de sua casa enquanto seus pais assistem silenciosamente do lado de fora.

Quando Leila descobre a reviravolta no dia seguinte, fica compreensivelmente angustiada. Pior ainda, Turner a informa que, como sua mãe não tem condições de pagar as mensalidades da Academia, não há como ela acabar ao lado de sua melhor amiga. Mesmo assim, a adolescente se recusa a desistir. Como resultado, ela liga para seu namorado/fornecedor de maconha muito mais velho, Kyle, e faz um plano para cruzar a fronteira e resgatar Abbie.

Sem surpresa, o homem mais velho abandona a adolescente ao primeiro sinal de problema, obrigando-a a pegar carona sozinha. Enquanto isso, novos moradores chegam à cidade de Tall Pines. Alex e Laura estão esperando pais, que podem usar a comunidade de mente aberta que a cidade natal desta última oferece. Além disso, seu relacionamento com Evelyn, nascido de seu próprio tempo na Academia, ajuda ainda mais a dupla a encontrar um novo começo na cidade.

No entanto, não demora muito para que Alex comece a notar a peculiaridade gritante da cidade. Em seu primeiro dia de trabalho como policial, ele encontra Riley Warrens, um adolescente de aparência abatida que afirma estar fugindo da Academia. Mais tarde, quando o mesmo garoto aparece na casa do policial em busca de ajuda, a situação se agrava quando sua presença representa uma ameaça para Laura. Como resultado, seu marido acaba matando acidentalmente a criança em legítima defesa. Mesmo assim, a cidade permite que o incidente se resolva sem consequências diretas para Alex.

Além disso, uma investigação superficial revela o aparente histórico da cidade com adolescentes desaparecidos, que nunca foram encontrados. Enquanto isso se desenrola na cidade, Leila consegue invadir a Academia e se reencontrar com Abbie. No entanto, tudo isso só garante que agora ambas as adolescentes estejam presas na criação de Evelyn.

A Academia é um lugar de pesadelos, onde adolescentes são tratados como criminosos, forçados a seguir manuais e colocados em diferentes categorias de desenvolvimento. Além disso, Evelyn guia os alunos por um jogo chamado Hot Seat, uma prática viciosa de confrontar os traumas e erros de cada um por meio da “honestidade radical”.

Eventualmente, a curiosidade de Alex o leva à Academia sob o pretexto de pegar os pertences de Riley. Abbie e Leila tentam um plano de fuga no mesmo dia. Embora o plano da dupla falhe, elas conseguem encontrar o policial, que percebe que elas parecem tão apavoradas quanto Riley. Portanto, ele entrega um walkie-talkie para Abbie para que ela possa contatá-lo mesmo depois que ele sair do local. Nas semanas seguintes, Abbie aprende mais sobre as práticas mórbidas na Academia de Evelyn, enquanto Alex começa a entender a realidade sinistra da cidade.

Eventualmente, uma visita ao pai de um aluno desaparecido, a descoberta do cadáver de um adolescente e descobertas sobre abuso psicológico revelam o panorama geral para o policial. No entanto, os trágicos envolvimentos de sua esposa com Evelyn no passado, bem como as consequências de suas próprias ações, o impedem de realmente escapar das garras da cidade.

Final explicado de Desobedientes: Evelyn morre?

Inicialmente, Evelyn permanece uma parte estranha, mas bastante distante, da vida de Alex e Laura. Ela lhes dá a casa que o casal transforma em seu novo lar e os acolhe na comunidade. No entanto, exceto por alguns jantares improvisados ​​e conversas tensas, ela não impacta diretamente suas vidas. Ou, pelo menos, é o que parece.

Quanto mais o policial investiga o passado inexplicável da cidade, mais ele começa a perceber que Evelyn está intrinsecamente envolvida com sua gênese. Assim que Laura consegue ver através da névoa de seu passado e coloca alguns limites entre ela e seu antigo zelador, este último se vira e grampeia o lugar inteiro. Além disso, ela cria vários planos de contingência para coagir Alex a obedecer. Eventualmente, à medida que Laura se torna mais ousada em suas tentativas de afrouxar o controle de Evelyn sobre a cidade, este também se torna mais desesperado por controle.

Isso a obriga a sequestrar Alex e levá-lo ao porão ritualístico da Academia, onde ela guia jovens estudantes através do “Salto”. É uma prática manipuladora em que a mulher usa hipnose e drogas psicodélicas para cortar os laços do sujeito com uma parte integrante de si mesmo. Influenciada por seus próprios relacionamentos interpessoais, Evelyn acredita que o relacionamento entre pais e filhos costuma ser abusivo.

Como o nascimento é um processo não consensual e abre caminho para dinâmicas complicadas entre pais e filhos, ela acredita que isso deixa uma escuridão dentro de quase todos os indivíduos. Portanto, ela argumenta que a única maneira de salvar uma criança e ajudá-la na transição para a vida adulta é cortando essa conexão. Segundo ela, é somente apagando todos os sentimentos empáticos e compassivos entre uma criança e seus pais que os primeiros podem ser salvos. O Salto significa o processo de alcançar o mesmo.

Após sequestrar Alex, Evelyn o convoca para realizar o mesmo experimento. Naturalmente, sua natureza invasiva e o fato de que isso poderia arruinar sua capacidade de ter um relacionamento com seu filho convencem o policial a não se submeter a isso.

Surpreendentemente, a ajuda vem de um lugar inesperado quando Rabbit, o segundo em comando de Evelyn, se volta contra ela e administra a droga, permitindo que o futuro pai tenha a oportunidade de fugir. Rabbit tem seus próprios motivos para sua traição, principalmente envolvendo uma conversa que teve com Laura anteriormente e seu próprio desprezo por Evelyn por roubar sua família. Embora a mulher mais velha pudesse ter sobrevivido à administração da droga, Alex arruína qualquer chance de sobrevivência esfaqueando-a com ainda mais suco psicodélico.

No final, enquanto Evelyn parte em uma viagem, com Rabbit repetindo o mantra hipnótico sobre ela, a mulher permanece cercada pelas mesmas portas metafóricas que governavam sua ideologia. No entanto, a fuga continua sendo uma façanha impossível. No final, Evelyn morre como uma vítima de sua própria criação.

Alex abandona Laura? Por que ele decide ficar?

Alex sentiu a natureza inquietante de Tall Pines praticamente desde seu primeiro dia na cidade. Uma complicação em seu antigo emprego é a única razão pela qual ele e Laura decidem se mudar para a cidade natal desta última, já que precisam de estabilidade para o futuro do bebê. No entanto, quando o policial começa a vivenciar a realidade da comunidade de Tall Pines, ele percebe que algo está gravemente errado com o lugar.

Inicialmente, suas interações com os angustiados alunos da Academia apontam claramente para algo estranho se desenrolando dentro das instituições de Evelyn. No entanto, logo, Alex também percebe que a cidade está morbidamente vazia de crianças. O lugar tem uma população considerável, especialmente para uma comunidade de cidade pequena. No entanto, nenhum dos moradores parece ter filhos. Em vez disso, o relacionamento mais próximo entre pais e filhos que permanece em Tall Pines é o dos graduados da Academia, também conhecidos como jovens adultos que foram alocados em uma família depois de saírem do sistema de programas para jovens.

Inicialmente, Alex supõe que essa revelação seria tão desconcertante para sua esposa quanto para ele. No entanto, o que ele descobre com Laura permanece infinitamente mais perturbador. Acontece que Laura sabe tudo sobre a estranha situação de “sem filhos” na cidade. Na verdade, ela diz a Alex que é uma política incorporada ao ethos da cidade e defendida por Evelyn. Ela acredita que é responsabilidade da cidade ajudar outras crianças e salvá-las antes que elas possam pensar em começar suas próprias famílias biológicas.

Nenhum dos moradores tem permissão para ter filhos. Em vez disso, a comunidade está mais focada em “ajudar” as crianças da Academia e integrá-las à sua própria sociedade. Naturalmente, Alex está apavorado com essa revelação e o que isso pode significar para seu filho. Embora Laura lhe garanta que Evelyn está aberta a mudar as coisas, começando pelo bebê, o pai continua preocupado com o futuro de sua família.

Inicialmente, Laura promete ao marido que eles partirão antes do bebê nascer. No entanto, Alex percebe que sua esposa não tem intenção de cumprir a promessa quando ouve seu encontro secreto com alguns dos outros moradores da cidade. Isso se torna ainda mais evidente após o nascimento do filho.

Assim que Alex foge das garras de Evelyn, ele consegue retornar para sua esposa em cima da hora e ficar ao lado dela enquanto ela dá à luz. No entanto, imediatamente depois, o bebê é tirado de seus braços para que o resto dos moradores da cidade possam compartilhar seu próprio contato pele a pele com a criança e formar seus próprios laços. Assim, Alex percebe que a ideia de Laura de salvar a cidade da influência de Evelyn é encurralá-la sob o controle de outra pessoa: o dela. O pai não tem ideia do que isso pode significar para seu filho. Ainda assim, ele sabe que a imprevisibilidade da situação não pode significar algo bom.

Pelo mesmo motivo, na mesma noite, Alex considera a possibilidade real de fugir com o filho dele e de Laura. Se ele se afastar o máximo possível do lugar, recusando-se a entrar no jogo deles, poderá garantir que seu filho tenha uma infância normal e saudável. No entanto, alguns fatos simples permanecem.

Alex é um homem transgênero cujo casamento com Laura é mais uma fachada do que algo concretamente legal. Além disso, desde que chegou à cidade, ele matou pelo menos duas pessoas e pode estar implicado na morte de outras duas. Assim, nada impede Laura e o resto da cidade de irem atrás dele e garantir que ele nunca mais veja seu filho.

Além disso, há o fato de que Tall Pines pode realmente realizar seu sonho de ter uma família nuclear e heteronormativa, ao mesmo tempo em que lhe fornece a proteção e a aceitação de que ele precisa simplesmente como um produto de sua identidade social. Assim, no final das contas, Alex fecha a porta diante de sua fuga e opta por ficar na cidade.

Abbie escapa de Tall Pines?

Embora Alex sabote sua própria capacidade de deixar Tall Pines, ele consegue equipar outra pessoa com as ferramentas necessárias para uma fuga. Desde sua visita improvisada à Academia, ele conseguiu entrar em contato com Abbie pelo walkie-talkie. Inicialmente, a dupla tenta usar essa oportunidade para compartilhar informações e construir um caso contra Evelyn. No entanto, nas semanas seguintes à tentativa frustrada de rebelião das crianças, torna-se evidente que outra linha de ação é necessária.

Em vez de uma desarraigação sistêmica da Academia, a fuga pessoal é a única maneira de Abbie e Leila salvarem suas próprias peles. Assim, logo que a dupla consegue novas baterias para o walkie-talkie, um novo plano começa a tomar forma. Com a ajuda de Alex, Abbie consegue alguns selos, que são essenciais para a fuga dela, Leila e Rory.

Ao mesmo tempo, o policial informa ao garoto que deixou seu carro e algum dinheiro um pouco afastados da mata. A partir daí, os garotos colocam em prática seu próprio plano. Primeiro, eles forjam uma carta endereçada a um dos guardas, Mule. Fingindo ser seu namorado francês, eles planejam um encontro com o guarda do lado de fora das dependências do estabelecimento. Depois, eles criam uma distração que lhes permite romper a cerca e entrar sorrateiramente na caminhonete de Mule.

Como resultado, os garotos conseguem chegar ao centro da cidade. Enquanto os adultos começam a procurá-los, eles se escondem em uma casa, coletando suprimentos. Infelizmente, em uma reviravolta nos acontecimentos, Abbie acaba sendo a única que consegue sair da cidade. Depois, o adolescente encontra o carro de Alex, junto com seu cachorro, Toast. No final, ninguém mais aparece para acompanhar Abbie enquanto ela dirige para sua liberdade.

O que acontece com Rory e Leila? Por que Leila decide ficar para trás?

Embora Rory e Leila permaneçam ao lado de Abbie durante sua tentativa de fuga, eles nunca conseguem sair da cidade. Enquanto vasculhava a casa de um morador para encontrar suprimentos, Leila chega a uma conclusão chocante. Ao contrário da amiga, a adolescente tem um desafio muito mais difícil pela frente.

Os problemas de Abbie decorrem dos padrões impossivelmente altos de seus pais, de sua dislexia e de sua propensão a problemas. Comparativamente, as complicações de Leila não terminam simplesmente com uma onda de rebeldia. A morte de sua irmã, Jess, teve um impacto extremamente negativo sobre ela. Na noite de sua morte, a jovem adolescente estava ao lado da irmã e até testemunhou sua morte, embora sob efeito de drogas.

Portanto, em algum nível, Leila e todos em sua vida a culpam pela morte de Jess. Como tal, ela tem seus próprios problemas de desenvolvimento, incluindo uma vida amorosa mal orientada e um problema com cocaína. Pelo mesmo motivo, sua mãe não é afetada, em todos os aspectos, exceto financeiro, quando sua filha é matriculada em Tall Pines. Por sua vez, nas últimas semanas na Academia, Evelyn conseguiu fornecer a ela um sistema de apoio mais amplo.

Mesmo que suas intenções sejam obviamente manipuladoras e destinadas a alimentar seus próprios interesses, a Academia ainda permanece incrivelmente especial para a jovem. Simplificando, assim como Alex não tem coragem de enfrentar um mundo diferente fora da segurança da cidade, Leila também sente que tem uma chance maior de sobrevivência em Tall Pines. Pelo mesmo motivo, ela acaba ficando para trás. O caso de Rory permanece um pouco diferente, já que ele se sacrifica para dar a Abbie uma chance de escapar. No entanto, no final das contas, ambos enfrentarão um futuro incerto agora que Evelyn morreu, deixando a Academia sem um líder substancial.

O que aconteceu com os pais de Laura? Quem realmente os matou?

Um dos principais mistérios na vida de Alex e Laura continua sendo a morte dos pais desta última. Ela passou a ser cuidada pela Academia Tall Pines na adolescência. Por isso, sempre guardou muito ressentimento em relação aos pais pelo abandono. No entanto, após Alex visitar Maurice, ele percebe que sua esposa pode não ter a noção de tudo.

Acontece que, logo após a matrícula de Laura na instituição, seus pais começaram a se arrepender de suas decisões e tentaram persegui-la. No entanto, acabaram desaparecendo. Alex presume que Evelyn tenha algo a ver com a morte evidente dos pais. No entanto, em seus últimos momentos, a mulher revela uma verdade diferente.

Na verdade, foi Laura quem matou os próprios pais. Quando eles retornaram para buscar a filha, ela já havia passado pelo processo do “Salto”. Portanto, sua conexão com a família já havia sido rompida, deixando-a sem nenhum amor verdadeiro por eles. Assim, quando tentaram tirá-la da Academia, a adolescente acabou matando-os, esmagando a cabeça do próprio pai com uma pedra.

Após o ocorrido, Evelyn encobriu o assassinato para ela e a ajudou a enterrar a lembrança em seu subconsciente. Ao retornar a Tall Pines, desta vez como esposa e futura mãe, Laura começa a desenterrar a mesma lembrança. Assim, seus sentimentos de vingança contra Laura aumentam dez vezes, obrigando-a a formar o início de seu próprio culto.

Embora Alex esteja perturbado com a revelação, ele finalmente percebe que isso não diminui em nada seu amor pela esposa. O policial tem muitos esqueletos em seu próprio armário e sangue em suas próprias mãos. Portanto, ele decide aceitar Laura por seu passado em vez de se afastar dela por causa disso.

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Premiação marca encerramento da 19ª CineBH neste domingo

A 19ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte encerra sua programação neste domingo, 28, às 20h, no Cine Theatro Brasil Vallourec – Teatro de Câmara. A cerimônia marca o anúncio dos filmes premiados da Mostra Competitiva Território e dos projetos vencedores do 16º Brasil CineMundi, consolidando seis dias de atividades que reafirmaram o festival como plataforma de criação, intercâmbio e circulação do audiovisual brasileiro e internacional.

Em sua terceira edição, a Mostra Território reforça seu espaço como vitrine para obras que expandem os limites da linguagem cinematográfica, apresentando diretores com até três longas no currículo. Oito títulos disputaram os prêmios de Melhor Filme, Melhor Presença, Destaque do Júri e Prêmio Abraccine, entre eles Chicharras (México, 2024), de Luna Marán, Movimento Perpétuo (Brasil, 2024), de Leandro Alves, e Uma casa com dois cachorros (Argentina, 2025), de Matías Ferreyra. A curadoria é assinada por Cléber Eduardo, Ester Fér, Leonardo Amaral e Mariana Queen Nwabasili.

O encerramento também celebra o 16º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, que reuniu mais de 200 profissionais de 16 países. Selecionados entre 245 inscritos, 37 projetos de longas participaram da programação, com destaque para a forte presença de produções do Nordeste.

Ao longo da semana, foram realizados 370 encontros de coprodução, além de consultorias, laboratórios, mentorias e workshops internacionais, reforçando o evento como um dos principais polos de networking e desenvolvimento do audiovisual latino-americano.

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A Casa Guinness | Arthur morre? Entenda o final da série da Netflix

A série “A Casa Guinness“, da Netflix, apresenta uma versão fortemente ficcional da família Guinness na vida real. A história se desenrola após a morte de Benjamin Guinness, levando seus quatro filhos a lidar com o conteúdo de seu testamento, o que deixa cada um deles completamente insatisfeito.

O foco principal está em Arthur e Edward Guinness, mas, à medida que a história avança, mais personagens entram em cena, tornando uma dinâmica familiar já complexa ainda mais caótica. A temporada termina em suspense, gerando incertezas sobre o futuro dos personagens principais, ao mesmo tempo em que levanta a questão de se toda a violência e sofrimento valeram a pena.

Resumo da trama de A Casa Guinness

Quando Benjamin Guinness morre, sua fortuna, principalmente na forma da cervejaria, é deixada para seus filhos, Arthur e Edward. Arthur teria preferido não se envolver no negócio da cervejaria porque não queria ficar em Dublin. Teria sido bom para Edward, pois ele quer se concentrar na cervejaria. Acreditando que Arthur, sendo o primogênito, receberá a maior parte dos negócios de seu pai, os irmãos decidem que Arthur se concentrará na agenda política da família, concentrando-se em sua cadeira no Parlamento, deixando tudo sobre a cervejaria para Edward.

No entanto, seu pai tinha uma ideia diferente. Seu testamento determina que os negócios e a fortuna da família devem ser divididos igualmente entre os dois, e se um deles tentar recuar, eles devem perder tudo. Isso liga Edward e Arthur um ao outro, e eles não têm escolha a não ser trabalhar juntos.

Embora pareça miserável para ambos, ainda é um negócio muito melhor do que o que seus irmãos mais novos, Anne e Ben, recebem. Como ela já é casada, Anne não recebe nada e não tem razão para se envolver no negócio. Ben também não recebe nada porque ele é um bêbado e um jogador, e seu pai temia que qualquer dinheiro dado a ele só piorasse seus hábitos mulherengos.

Assim começa a história dos irmãos Guinness, que é ainda mais complicada pela introdução de elementos sociopolíticos da época. Um grande problema para a família são os Fenians, os revolucionários irlandeses que estão lutando pela liberdade da Irlanda da Grã-Bretanha. A Guinness, sendo irlandesa, mas apoiando a união, é um espinho no lado deles, e é por isso que eles têm uma postura agressiva em relação à família.

Isso é alimentado pelo ódio que seu líder, Patrick Cochrane, nutre pelas Guinness. Sua irmã, Ellen, também não gosta muito delas, mas as vê como um meio para atingir um fim e decide desenterrar seus segredos, que podem ser usados ​​contra elas, especialmente Arthur. Acontece que o Guinness mais velho é gay, o que significa que ele não só corre o risco de perder sua reputação e a de sua família, como também pode ser preso por sua homossexualidade.

Enquanto isso, Ben continua lutando contra o alcoolismo e sua saúde mental degradante, enquanto Anne está presa em um casamento infeliz, com sua saúde física em declínio, e lamenta ter sido deixada de lado pelo pai. Parece que a responsabilidade de manter o negócio funcionando recaiu sobre Edward, e ele está pronto para fazer o que for preciso para torná-lo um sucesso.

Ao longo da temporada, apesar das diferenças e dos muitos problemas em que se metem, os Guinness trabalham juntos para elevar o nome e o sucesso da família a novos patamares. O plano de expansão de Edward dá certo, apesar de alguns percalços iniciais, à medida que a América se torna seu mercado mais valorizado, com uma grande arrecadação de lucros.

Eles também se dedicam a diversos projetos filantrópicos, cortesia de Anne, o que acrescenta ainda mais credibilidade ao seu nome. A única coisa que resta a ser conquistada agora é o governo, então o próximo foco deles é transformar Arthur em um parlamentar e garantir que o poder permaneça em suas mãos enquanto moldam a lei e as políticas a seu favor.

Patrick Cochrane retorna a Dublin com uma vingança

O ódio que os Fenianos nutrem pela família Guinness fica evidente desde a cena de abertura da série. Enquanto a marcha fúnebre de Benjamin Guinness passa pela rua, os Fenianos, liderados por Patrick Cochrane, atacam-na violentamente. No final do episódio, eles acabam incendiando a fábrica da Guinness para destruir seus barris e interromper seus negócios.

Como sua irmã, Ellen, previu, isso leva a família a agir contra ele e os revolucionários, e o ciclo de ódio e violência continua. Por um momento, parece que pode haver uma trégua entre eles, enquanto Ellen e Edward desenvolvem um relacionamento próximo, enquanto Byron Hedges cria uma ponte entre a Guinness e os revolucionários nos Estados Unidos.

Em certo momento, quando Patrick é preso, Edward toma providências para tirá-lo da prisão, embora isso signifique que ele será exilado para a América, mas pelo menos terá uma chance de recomeçar. Apesar de tudo isso, o ódio de Patrick pela família não diminui nem um pouco. Na verdade, ele fica inflamado ao descobrir que sua irmã trouxe o inimigo para sua cama. Sua partida para a América e o trabalho em prol dos interesses da família o deixam ainda mais furioso. Ele diz que prefere apodrecer na prisão a vida inteira do que fazer acordos com eles.

É com essa raiva que ele retorna a Dublin e decide matar um deles. Como mensagem, ele manda entregar a eles uma bala com o nome da Guinness. Embora não esteja claro exatamente qual Guinness ele quer matar, presume-se que Arthur e Edward sejam os únicos alvos possíveis.

Arthur Guinness morre? Patrick Cochrane atira nele?

Enquanto Patrick Cochrane trabalha em seu plano de assassinato, a família se prepara para o comício eleitoral de Arthur, com o qual esperam obter o apoio dos eleitores. Apesar do perigo de Patrick à espreita, eles decidem prosseguir com o comício, concordando em tomar precauções extras. Todos estão em alerta, e até Ellen aparece no comício, tentando encontrar seu irmão e impedi-lo de cometer um assassinato.

Enquanto Arthur sobe ao palco e faz seu discurso, o plano de Patrick se desenrola enquanto Ellen e Sean Rafferty o procuram. Ellen o avista e assopra um apito para alertar os outros de sua presença, mas a essa altura já é tarde demais. Patrick dispara sua arma, embora nunca descubramos se a bala acertou o alvo ou não.

Apesar da natureza fortemente ficcional da história, a série se apega a fatos importantes sobre a família. Portanto, sabemos com certeza que Arthur não foi morto pela bala de um revolucionário durante um comício eleitoral. Se ele foi atingido ou não é outra questão. Uma possibilidade é que a bala o acerte, mas o tiro não será fatal. Ele se recuperará dos ferimentos, e levar um tiro pode acabar se tornando popular, levando-o a vencer as eleições, desta vez sem a necessidade de cometer fraude.

A outra possibilidade é que a bala atinja uma pessoa diferente no palco ou na multidão. Talvez Arthur não tenha sido o alvo. Talvez a raiva de Patrick fosse direcionada a Edward, que não apenas administra o negócio e o enviou para a América, mas também dormiu com sua irmã.

Edward também é quem deveria ter honrado o acordo que Byron fez com a Irmandade na América. Portanto, se eles enviaram Patrick, é mais provável que tenham enviado uma mensagem matando o homem que não honrou seu acordo.

Outra possibilidade é que alguma outra pessoa inocente, membro da família ou não, leve o tiro, o que abriria mais uma caixa de Pandora para a família. De qualquer forma, isso certamente favorecerá a carreira política de Arthur, fortalecendo a posição da família Guinness no mundo. Portanto, podemos confirmar que Arthur ainda não foi removido da história, pois ainda há muito mais a ser desvendado na história sobre ele e seus irmãos.

Olivia e Rafferty terminam?

Embora seus negócios estejam indo bem e ele esteja pronto para enfrentar mais uma temporada eleitoral, um preço no coração de Arthur permanece na forma de sua esposa, Olivia, se apaixonar por Sean Rafferty, o braço direito da família. Devido ao fato de Arthur ser gay, o casamento entre ele e Olivia permitiu que ambos tivessem outros parceiros sexuais. No entanto, o acordo era que nenhum deles se apaixonaria e não deixaria seu casamento ser afetado por isso.

Arthur mantém sua parte do acordo, embora seja mais devido ao fato de que, como um homem gay em uma sociedade onde a homossexualidade é um crime, ele realmente não tem a opção de fugir para o pôr do sol com alguém. Olivia também mantém sua parte do acordo, por um tempo. Quando ela pede Rafferty para ser seu amante, Arthur não pensa duas vezes sobre isso. Mas então, ela acaba engravidando, e isso traz tensão no casamento.

Por razões óbvias, ela não pode ter o bebê, então precisa realizar o aborto, o que a deixa profundamente arrasada. Enquanto Arthur dá a ela e Rafferty espaço para processarem a dor juntos, ele também sente uma conexão cada vez mais profunda entre eles. Isso o deixa arrasado, pois ele ama Olivia, à sua maneira, e vê-la se apaixonar por outra pessoa significa que ele também perderá esse relacionamento. Então, ele diz a ela que ela está violando o contrato assinado quando se casaram. Embora ela fosse livre para ter um amante, deveria permanecer solteira.

Mas ela não só se apaixonou por Sean, como também acabou sendo imprudente, o que a levou a engravidar, o que poderia ter arruinado a reputação da família. Então, é decidido que ela não deve ver Rafferty novamente. Olivia concorda sem qualquer resistência, mas isso é apenas superficial. Quando ela se encontra com Rafferty, ela não termina com ele, como lhe foi instruída a fazer. Em vez disso, ela diz a ele que eles continuarão seu caso. Ela elaborou um plano para se encontrarem todas as quartas-feiras em um lugar diferente, do qual ninguém saberá. Eles terão que ser mais discretos, mas isso é melhor do que não se verem novamente.

Rafferty concorda e vai um passo além ao lhe dizer que, embora siga esse acordo, a situação não será assim a longo prazo. Ele encontrará um jeito de ele e Olivia ficarem juntos, e diz isso com tanta convicção que ela se convence de que ele conseguirá, custe o que custar. Isso significa que nenhum dos dois está disposto a deixar o outro ir tão facilmente, e agora Arthur tem uma nova série de problemas pela frente. O que piora as coisas é que seus novos inimigos são as pessoas que ele ama e em quem confia, o que significa que lutar contra eles será muito pior do que levar um tiro de Patrick Cochrane.

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“Ainda Estou Aqui” recebe o Prêmio Lihuén de Melhor Filme Ibero-americano 

Uma semana depois de receber o “Grand Prix FIPRESCI” 2025, concedido pela Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica (FIPRESCI), pelo como Melhor Filme do Ano pela crítica internacional, “Ainda Estou Aqui” acaba de receber sua 66ª premiação: o Prêmio Lihuén de Melhor Filme Ibero-americano, concedido pela primeira vez pela Academia de Artes Cinematográficas do Chile.

Walter Salles comentou a honraria, “o prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano da Academia de Cinema do Chile é uma alegria para toda a família de “Ainda Estou Aqui”, pela admiração que temos pelo cinema chileno e por como ele tratou dos temas da memória e da resistência. Filmes como “Nostalgia da Luz” do mestre Patrizio Guzmán, “Machuca” de Andrés Wood, “Post Mortem” e “No” de Pablo Larraín foram importantes para nos ajudar a pensar essas questões.

O Chile viveu uma das ditaduras mais sangrentas dos anos 70 e 80, e soube processar mais de 1500 militares que haviam cometido torturas e assassinatos. A justiça chilena também soube determinar que a lei da Anistia não valia para crimes de lesa-humanidade, e isso foi exemplar. Finalmente, centros como o Museu da Memória e dos Direitos Humanos revelam a importância simbólica da luta contra o esquecimento. Por isso tudo, este é um prêmio muito especial para o filme.”

Maria Carlota Bruno, produtora do filme, participou da cerimônia e recebeu o prêmio em nome de toda a equipe no Centro Cultural Gabriela Mistral, em Santiago. Em seu agradecimento, declarou: “Este reconhecimento é ainda mais especial por se tratar da primeira edição de um prêmio que celebra o cinema falado em português e em espanhol, línguas que compartilham uma história de resistência e criatividade,” Descobri que Lihuén significa “luz” em língua mapuche. Que bonito que ‘Ainda Estou Aqui’ receba um prêmio com esse nome, pois o filme busca iluminar a história de Eunice Paiva e sua família, e, através dela, a de tantas famílias que sofreram na ditadura. Que essa luz nos acompanhe sempre para seguir contando e compartilhando nossas histórias“, concluiu.

Um ano após sua estreia no Festival de Veneza, “Ainda Estou Aqui” já foi visto por mais de 8,5 milhões de espectadores pelo mundo, passou por mais de 50 festivais nacionais e  internacionais e acumula impressionantes 66 prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Filme Internacional, o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama (Fernanda Torres); seis prêmios do júri popular nos festivais de Rotterdam; Vancouver; Mill Valley e Philadelphia Film Festival, nos Estados Unidos;  Pessac, na França e na Mostra Internacional de Cinema de S. Paulo e 13 prêmios Grande Otelo, concedidos pela Academia Brasileira de Cinema. 

Sobre Ainda Estou Aqui

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice - cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas - é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país. 

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“Sexa”, novo filme dirigido e protagonizado por Gloria Pires, ganha data de estreia nos cinemas

Sexa“, que marca a estreia de Gloria Pires na direção de um longa-metragem, acaba de ganhar cartaz oficial e confirmar a data de estreia: 11 de dezembro nos cinemas.

O filme foi selecionado para a Première Brasil Hors Concours do 27º Festival do Rio, que acontece de 2 a 12 de outubro no Rio de Janeiro. A produção, que também é protagonizada por Gloria, fala sobre os desafios e descobertas de uma mulher que completa 60 anos. 

Confira o cartaz abaixo:

Índice

Sobre Sexa

Em “Sexa“, Gloria interpreta Bárbara, uma mulher cheia de energia e que acaba de fazer 60 anos, mas que tem receio de envelhecer. Ela passa seus dias entre o trabalho como revisora de textos e as conversas divertidas com sua melhor amiga e vizinha Cristina (Isabel Fillardis). As duas compartilham confidências e piadas sobre a vida, sobre envelhecimento e relações amorosas. 

Desiludida depois de diversos relacionamentos que não deram certo, Bárbara decide abrir mão da ideia de encontrar um novo amor. Mas essa convicção muda quando ela conhece Davi (Thiago Martins), um viúvo sensível e 25 anos mais novo que ela. O encontro gera uma conexão profunda e inesperada entre os dois que desafia as expectativas de Bárbara. Ela passa a reavaliar seus medos, desejos e a enxergar a possibilidade de se reinventar e de se apaixonar novamente.  

O elenco do longa-metragem também conta com Danilo Mesquita, que vive o filho de Bárbara, além das participações especiais de Eri Johnson, que interpreta o pai de Davi, Rosamaria Murtinho, Dan Ferreira e Déa Lúcia. O filme é uma produção da Giros Filmes e Audaz, com coprodução da Paramount Pictures Brasil. A distribuição é da Elo Studios.  

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19ª CineBH | Fim de semana traz vampiro, assalto à banco e conexões internacionais

A 19ª edição da Mostra CineBH chega ao seu primeiro fim de semana com uma programação intensa e variada. Entre documentários, ficções, animações e obras híbridas, o público poderá escolher entre 101 produções — 48 longas, 1 média e 52 curtas — exibidas em 71 sessões espalhadas por diferentes espaços da capital mineira.

De sexta a domingo, os destaques vão desde títulos inéditos no Brasil até filmes que já circulam em festivais internacionais, refletindo a pluralidade e a força do audiovisual contemporâneo.


Sexta-feira: Rita Lee, conspirações e suspense

Abrindo a programação do dia, o documentário Ritas, dirigido por Oswaldo Santana em codireção com Karen Harley, será exibido às 16h, no Centro Cultural Minas Tênis – Sala de Cinema 2. A obra traça um retrato profundo da vida e da carreira de Rita Lee, a eterna rainha do rock brasileiro, a partir de entrevistas e depoimentos inéditos.

A sexta ainda traz:

  • Verde-Oliva (UNA Cine Belas Artes – Sala 2, 18h30), ficção de Wellington Sari sobre um videomaker enredado em uma conspiração;
  • A Natureza das Coisas Invisíveis (Cine Santa Tereza, 20h), ficção de Rafaela Camelo que acompanha duas meninas em busca de refúgio em Goiás;
  • Nimuendajú (UNA Cine Belas Artes – Sala 1, 20h, e Palácio das Artes – Sala Juvenal Dias, sábado, 16h45), animação de Tania Anaya que resgata a trajetória do cientista social Curt Unckel junto aos povos indígenas;
  • Enterre Seus Mortos (UNA Cine Belas Artes – Sala 2, 20h30), suspense de Marco Dutra;
  • Chicharras (Palácio das Artes – Cine Humberto Mauro, 21h), produção mexicana de Luna Marán sobre uma comunidade em disputa diante da chegada de um projeto rodoviário.

Sábado: escravidão, fé e despedida de Bituca

No sábado, dia 27, o destaque é o documentário Aqui Não Entra Luz (Palácio das Artes – Cine Humberto Mauro, 16h30), de Karol Maia, que revisita a herança da escravidão presente na arquitetura brasileira.

A programação também inclui:

  • A Voz de Deus (UNA Cine Belas Artes – Sala 2, 18h30), de Miguel Antunes Ramos, sobre a rotina de jovens pregadores;
  • Enquanto o Céu Não Me Espera (Centro Cultural Minas Tênis – Sala de Cinema 2, 20h), ficção de Christiane Garcia sobre um agricultor amazônico;
  • Morte e Vida Madalena (UNA Cine Belas Artes – Sala 2, 20h30), de Guto Parente, que mistura maternidade, luto e os bastidores da produção cinematográfica;
  • Milton Bituca Nascimento (Cine Petrobras na Praça, 20h), documentário de Flávia Moraes que acompanha a turnê de despedida do cantor e desvenda a profundidade de sua obra.

Domingo: vampiros, afetos e assaltos à brasileira

No domingo, 28, a diversidade de estilos se mantém:

  • Nosferatu (Centro Cultural Minas Tênis – Sala de Cinema 2, 16h), ficção de Cristiano Burlan que revisita a saga do vampiro;
  • Sou Amor (Cine Santa Tereza, 18h), de André Amparo e Cris Azzi, retratando Robson e sua luta contra o preconceito;
  • Estranho Caminho (Centro Cultural Minas Tênis – Sala de Cinema 2, 18h), de Guto Parente, sobre um cineasta que retorna à cidade natal durante uma pandemia;
  • Assalto à Brasileira (UNA Cine Belas Artes – Sala 2, 18h30), comédia de José Eduardo Belmonte sobre um jornalista refém em um assalto a banco que tenta transformar a crise em oportunidade jornalística;
  • Milton Bituca Nascimento volta à tela, desta vez no Centro Cultural Minas Tênis – Sala de Cinema 2, às 20h.

Formação audiovisual: novos talentos em cena

Além das exibições, a CineBH também é espaço de aprendizado e troca. Nesta sexta-feira, 26, chega ao fim o Programa de Formação Audiovisual, que ao longo da Mostra reuniu 160 participantes em seis atividades — uma oficina online, duas presenciais e três laboratórios de roteiro.

Entre os destaques da programação estão a oficina online Análise de Estilos Cinematográficos, com Juliano Gomes e Bárbara Bello; as oficinas presenciais Animação em 60 Passos, de Zé Brandão, e Como Escrever Roteiros que Conectam, com Aurélio de Aragão e Felipe Barros; além dos laboratórios Drama como Narrativa (com Di Moretti), DNA do Crime (com Aleksei Abib) e A Cidade como Personagem do seu Filme (com Fabiano Maciel).

O programa fortalece a profissionalização e aposta na formação de novas gerações, alinhando o cinema brasileiro às tendências contemporâneas.


Brasil CineMundi: cinema brasileiro no mercado global

Em paralelo à programação da Mostra, acontece o Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, principal espaço de internacionalização do cinema brasileiro. Em sua 16ª edição, o evento reúne 37 projetos de longas-metragens em diferentes fases de produção, conectando mais de 200 profissionais de 16 países em rodadas de negócios, mentorias e laboratórios.

As propostas se dividem em cinco categorias — Desenvolvimento (Horizonte, DocBrasil Meeting, Foco Minas e Paradiso Multiplica) e Finalização (WIP – Primeiro Corte) —, abrangendo ficção, documentário e animação.

Reconhecido por seu pioneirismo, o Brasil CineMundi já viabilizou dezenas de projetos exibidos em festivais no Brasil e no exterior. Com parcerias estratégicas com instituições e festivais internacionais, a iniciativa fortalece a circulação de novas vozes, a diversidade narrativa e a presença do audiovisual brasileiro no mercado global.

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Crítica | Hamilton – Potencialidade teatral em tela grande

Ter a chance de rever Hamilton no cinema, anos depois de sua estreia no Disney+, reacende imediatamente uma questão antiga: afinal, estamos diante de um filme ou apenas de teatro filmado? A discussão nunca encontrou uma resposta definitiva — talvez nem precise. Para Lin-Manuel Miranda, criador e protagonista do musical sobre Alexander Hamilton, pouco importa a caixa em que a obra é colocada. O essencial é o impacto que suas quase três horas provocam no público, esteja ele na plateia de um teatro, diante da tela grande ou no sofá de casa.

Sob a direção de Thomas Kail, o registro audiovisual funciona como uma celebração da ousadia de Miranda: conceber um espetáculo inteiro cantado, sem diálogos falados. Uma proeza que, guardadas as devidas proporções, lembra a tentativa frustrada de Tom Hooper em Os Miseráveis. No palco, essa intensidade é facilmente absorvida. Mas quando várias câmeras entram em cena, o desafio muda — e Kail resolve isso abraçando a linguagem do cinema.

Sua câmera se dedica a explorar minúcias: gestos, coreografias, expressões do elenco. A montagem confere ritmo à narrativa de 160 minutos, potencializando a dramaticidade das músicas. Teatro também é narrativa, mas aqui a gramática cinematográfica intensifica o alcance do espetáculo, tornando-o algo além de um simples registro.

A ousadia de Hamilton não está apenas em sua forma musical. Escalar atores negros e latinos para interpretar figuras históricas brancas ressignifica a fundação dos Estados Unidos, lembrando que o país deve sua existência ao trabalho de imigrantes. A escolha se soma a uma trilha que foge do padrão dos musicais: o rap e a cultura hip-hop dão energia, atualidade e dimensão política à obra.

Enquanto filme — e vamos chamá-lo assim — Hamilton ganha ainda mais potência. A direção de Kail entende o ritmo das composições de Miranda e sabe exatamente quando e onde mirar sua câmera. O elenco responde com interpretações memoráveis, entre elas a breve, mas impagável, participação de Jonathan Groff, que transforma o Rei George III em uma caricatura cruel e hilariante.

No fim, pouco importa se Hamilton é cinema, teatro filmado ou uma mistura dos dois. O que chega ao público é um espetáculo vibrante, que se reinventa a cada meio e prova que sua força está na capacidade de emocionar, questionar e entreter em qualquer formato.

Nota: 8/10

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

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Existe um “cinema secreto” dentro do Mercado Livre com filmes de graça e nós vamos te mostrar

A gente sabe como é, cinéfilo. Você ama cinema, mas a fatura dos serviços de streaming no final do mês parece um filme de terror. Cada plataforma tem seus exclusivos, e para acompanhar tudo, o orçamento precisa ser de superprodução. Em meio a essa “guerra”, muitos sonham com uma alternativa. E se a gente te contasse que existe uma nova e surpreendente maneira de assistir filmes online, escondida dentro de um dos aplicativos mais usados do Brasil? Pois é, o Mercado Livre abriu seu próprio “cinema secreto”, e o melhor de tudo: a sessão é por conta da casa.

A novidade se chama Mercado Play, uma plataforma de streaming 100% gratuita que foi integrada discretamente ao ecossistema do Mercado Livre. E não, não estamos falando de filmes antigos de domínio público, mas de um catálogo recheado de clássicos modernos, sucessos de bilheteria e filmes aclamados pela crítica.

O Segredo Revelado: Como Funciona Esse “Cinema”?

A genialidade da proposta está na sua simplicidade. O Mercado Play não é um novo aplicativo que vai ocupar mais espaço no seu celular. Ele é uma nova função dentro do app do Mercado Livre que você já usa para comprar aquela edição de colecionador do seu filme favorito. Se você tem uma conta no Mercado Livre, você já tem acesso a este cinema.

O modelo é sustentado por anúncios, de forma parecida com a TV aberta ou o YouTube. Você assiste a alguns comerciais pontuais e, em troca, tem acesso a todo o acervo sem pagar nenhuma mensalidade. É uma troca transparente que resgata um pouco daquela sensação da antiga “Sessão da Tarde”, mas com a vantagem de você ser o programador, escolhendo o que quer ver e a que horas.

A Curadoria: O Que Está em Cartaz Nesse Cinema Secreto?

A grande surpresa do Mercado Play é a qualidade da sua curadoria inicial. O catálogo já conta com títulos de peso que agradam a todos os tipos de cinéfilos. Selecionamos alguns destaques que provam que este “cinema secreto” vale a pena ser explorado.

Para os Amantes de Roteiros Geniais: “Pulp Fiction” e “O Show de Truman”

Se você é fã de filmes que te fazem pensar, o catálogo já chega com duas obras-primas. “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, de Quentin Tarantino, a obra que redefiniu o cinema independente nos anos 90 com sua narrativa não-linear, diálogos afiados e personagens inesquecíveis, está disponível. Outra joia é “O Show de Truman – O Show da Vida”, uma comédia dramática visionária que, em 1998, já discutia a cultura dos reality shows e a linha tênue entre o real e o fabricado.

Para uma Sessão de Cinema Espetacular: “Perdido em Marte” e “As Aventuras de Pi”

Quer usar toda a potência da sua TV? A plataforma oferece espetáculos visuais. “Perdido em Marte”, de Ridley Scott, é uma aventura de ficção científica emocionante e visualmente deslumbrante sobre a luta de um astronauta pela sobrevivência no planeta vermelho. Vencedor de 4 Oscars, “As Aventuras de Pi”, de Ang Lee, é pura magia cinematográfica, uma fábula visualmente arrebatadora que precisa ser vista na maior tela possível.

Para os Corações Nostálgicos: “Forrest Gump” e “Uma Linda Mulher”

Às vezes, tudo o que a gente quer é rever um clássico que nos conforta. O Mercado Play aposta forte na nostalgia com títulos como “Forrest Gump”, a jornada inesquecível de um homem simples através de décadas da história americana, em uma atuação icônica de Tom Hanks. Para uma dose de romance, o conto de fadas moderno “Uma Linda Mulher” também está no catálogo, provando que a química entre Julia Roberts e Richard Gere é atemporal.

Para Quem Gosta de Tensão: “Onde os Fracos Não Têm Vez”

Se você prefere um suspense denso e de alta qualidade, a plataforma oferece o vencedor do Oscar de Melhor Filme “Onde os Fracos Não Têm Vez”. Este faroeste moderno dos irmãos Coen é uma obra-prima da tensão, com um dos vilões mais aterrorizantes e memoráveis da história do cinema, Anton Chigurh.

A Experiência na Sala de Casa

E para a experiência ser completa, o Mercado Play não se limita ao celular. O serviço já conta com aplicativos próprios para as principais marcas de Smart TVs, e também é compatível com o Chromecast. Ou seja, você pode realmente transformar sua sala em um cinema, com a tela grande e o som potente, sem pagar nada por isso.

Em um cenário onde o entretenimento de qualidade parece cada vez mais caro e segmentado, a chegada de uma plataforma gratuita e com um catálogo tão robusto é uma notícia fantástica para todos que amam a sétima arte. Agora que o segredo foi revelado, é só preparar a pipoca e explorar.

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19ª CineBH abre programação na praça com documentário sobre Rita Lee

A partir desta quinta-feira, 25 de setembro, a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, será palco do início da programação do Cine Petrobras na Praça, evento que leva grandes filmes nacionais e internacionais para o espaço público, promovendo acesso democrático à cultura.

A noite de abertura será marcada pela exibição do documentário Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley, uma obra que mergulha profundamente na vida e no legado da icônica cantora e compositora Rita Lee. O filme é descrito pelos realizadores como uma “arqueologia pessoal”, reunindo entrevistas que atravessam toda a carreira da artista, além de depoimentos inéditos, revelando novas camadas de sua trajetória como poeta, musa e referência incontornável da música brasileira.

A sessão acontece às 20h, com recursos de acessibilidade em Libras e legendas LSE, reafirmando o compromisso do projeto com a inclusão cultural. Após a exibição, o público poderá participar de um debate especial com o diretor Oswaldo Santana, que compartilhará bastidores e reflexões sobre a criação do filme.

Programação diversificada ao longo do dia

Antes da abertura oficial, a programação de quinta já contará com uma série de sessões em diferentes mostras do festival:

  • Às 15h30, o Palácio das Artes recebe Santa Teresa y otras historias, ensaio cinematográfico do dominicano Nelson Carlo de Los Santos Arias.
  • Na Mostra Conexões, às 18h, o Centro Cultural Minas Tênis exibe o documentário argentino Todo Documento de Civilización, dirigido por Tatiana Mazú González.

Ainda no início da noite, a Mostra Vertentes apresenta duas pré-estreias nacionais:

  • Às 18h30, no UNA Cine Belas Artes, será exibido Um Minuto É Uma Eternidade Para Quem Está Sofrendo, de Fábio Rogério e Wesley Pereira de Castro.
  • Às 19h30, o Cine Santa Tereza traz Meu Pai e Eu, documentário intimista de Thiago Moulin que investiga a memória e as relações dentro de sua própria família.

Encerramento com estreias e produções internacionais

O fim da noite será igualmente intenso, com destaque para produções inéditas e internacionais:

  • A Mostra Conexões exibe, às 20h15, o documentário cubano Crónicas del Absurdo, de Miguel Coyula, no Centro Cultural Minas Tênis.
  • Já a Mostra Vertentes apresenta, às 20h30, a pré-estreia nacional de Apenas Coisas Boas, novo longa de Daniel Nolasco, no UNA Cine Belas Artes.
  • Encerrando a programação do dia, a Mostra Território traz às 21h15, no Palácio das Artes, a estreia de Oasis, documentário inédito dirigido por Tamara Uribe e Felipe Morgad.

Um encontro entre cinema, memória e diversidade

Com essa abertura, o Cine Petrobras na Praça reforça seu papel como espaço de encontro entre diferentes linguagens, culturas e olhares, oferecendo ao público uma jornada que vai da intimidade das narrativas pessoais às grandes questões sociais e políticas.

A programação segue nos próximos dias, sempre com exibições gratuitas e abertas ao público, em diferentes espaços culturais de Belo Horizonte.

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Juliette Binoche e CEO da Academy of Motion Picture Arts and Sciences confirmam presença no Festival do Rio 2025

De 2 a 12 de outubro, o Festival do Rio 2025 transforma a cidade no maior palco do cinema mundial. A curadoria reúne mais de 180 filmes internacionais de 74 países, exibidos nas mostras Panorama Mundial, Expectativa, Itinerários Únicos e Midnight Movies. Já confirmadas anteriormente, as seções Clássicos & Cults e Première Latina também integram a programação. O público brasileiro terá acesso a obras de grandes mestres do cinema, estreias femininas na direção, documentários sobre personalidades históricas e títulos premiados nos principais festivais do mundo.

Protagonismo feminino

A edição de 2025 reforça a presença das mulheres na cena cinematográfica: entre os títulos internacionais, 90 filmes são dirigidos ou co-dirigidos por mulheres. Entre os destaques está Juliette Binoche, vencedora do Oscar por O Paciente Inglês, que vem pela primeira vez ao Festival para apresentar In-I in Motion, sua estreia na direção. A portuguesa Teresa Villaverde traz a estreia mundial de Justa, com Betty Faria no elenco. Também estão na programação A Voz de Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Veneza; A Cerca, de *Claire Denis; Franz Antes de Kafka, de *Agnieszka Holland; e Hedda, de *Nia DaCosta. Filmes como Sem Dó nem Piedade, de Isa Willinger, e A Fúria, de Gemma Blasco, ampliam o debate sobre sexismo, abuso e relações de poder.

Do circuito internacional ao Rio

Direto de Cannes chegam Valor Sentimental, de Joachim Trier, vencedor do Grande Prêmio do Júri; O Olhar Misterioso do Flamingo, de Diego Céspedes, premiado na mostra Un Certain Regard e escolhido pelo Chile para disputar o Oscar 2026; e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho, que rendeu a Cléo Diára o prêmio de Melhor Atriz no mesmo festival. O colombiano Um Poeta, de Simón Mesa Soto, também premiado em Cannes, integra a lista de 16 filmes já selecionados por seus países para a corrida pelo Oscar – número que pode aumentar até outubro.

O Panorama Mundial reúne ainda nomes como Paolo Sorrentino (La Grazia), Kristen Stewart (A Cronologia da Água), Michel Franco (Sonhos), Nadav Lapid (Yes), Lynne Ramsay (Morra, Amor), Werner Herzog (Elefantes Fantasmas) e Edward Berger (Balada de um Jogador), além de títulos assinados por Hong Sang-soo, Julia Ducournau, Kelly Reichardt, Rebecca Zlotowski e László Nemes.

Novos talentos em foco

Em 2025, a mostra Expectativa ganha caráter competitivo com a criação do Prêmio do Público Expectativa, voltado a primeiros e segundos longas. Entre os destaques estão Surda, de Eva Libertad, vencedor do público na Berlinale; A Useful Ghost, de Ratchapoom Boonbunchachoke, vencedor da Semana da Crítica em Cannes; Histeria, de Mehmet Akif Büyükatalay; e Köln 75: Um Concerto Histórico, de Ido Fluk, que virá ao Rio apresentar o filme.

Documentários e memórias

A mostra Itinerários Únicos percorre trajetórias marcantes das artes, política e cultura. Estão na seleção: One to One: John & Yoko, de Kevin Macdonald; Elizabeth Bishop: Do Brasil com Amor; Os Diários de Ozu, de Daniel Raim; George Orwell: 2+2=5, de Raoul Peck (Eu Não Sou Seu Negro); e Aos Pedaços: A Música de Meredith Monk. Outros títulos abordam o pensamento de Krishnamurti e a filosofia do Dalai Lama.

A ousadia dos Midnight Movies

Famosa pela irreverência, a mostra Midnight Movies apresenta obras que transitam entre o terror, o erótico e a experimentação. Entre elas, o suspense Lago dos Ossos, estrelado por Marco Pigossi; a sombria releitura de Cinderela em A Meia-Irmã Feia; a animação queer A Sapatona Galáctica; além de produções de horror vindas da Nigéria e da Escandinávia.

Convidados internacionais

O festival receberá uma constelação de nomes do cinema mundial. Além de Juliette Binoche e Teresa Villaverde, já estão confirmados Nadav Lapid, Pedro Pinho, Jonathan Guilherme, Cléo Diára, Diego Céspedes, Paula Dinamarca, Guillermo Francella, Gastón Duprat, Mariano Cohn, Daniel Hendler, Gemma Blasco, Giulio Bertelli, Chiara Caselli, Corrado Fortuna, Diego Ribon, Dorianna Leondeff, entre outros. Representantes da Academy of Motion Picture Arts and Sciences (AMPAS), incluindo o CEO Bill Kramer, também marcam presença, consolidando o Festival como um importante ponto de encontro internacional.

Ingressos

A venda de pacotes de ingressos começa 25 de setembro, às 14h, pelo Ingresso.com. Já os ingressos avulsos estarão disponíveis a partir de 30 de setembro, às 16h. Mais informações podem ser consultadas no site oficial do Festival do Rio.

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