Os fãs de terror já podem garantir seu lugar para testemunhar a conclusão de uma das franquias mais icônicas de terror nos cinemas. A Warner Bros. Pictures Brasil iniciou a pré-venda de ingressos para Invocação do Mal 4: O Último Ritual. O aguardado longa estreia nos cinemas em 04 de setembro, encerrando de forma arrepiante a trajetória dos renomados investigadores paranormais Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga).
Inspirado em eventos reais, Invocação do Mal 4: O Último Ritual acompanha o caso mais perturbador e enigmático da carreira do casal, em um desfecho que promete trazer grandes sustos e mexer até com os espectadores mais corajosos.
E, para entrar no clima de terror, os três primeiros filmes da franquia Invocação do Mal voltam hoje também, 21 de agosto, aos cinemas. O público tem até o dia 27 de agosto para maratonar os longas nas telonas, se assustando novamente ou conhecendo pela primeira vez os casos assustadores enfrentados pelo casal, e se preparando para o capítulo final.
A New Line Cinema apresenta o nono filme do universo cinematográfico Invocação do Mal, que já arrecadou mais de 2 bilhões de dólares nos cinemas, Invocação do Mal 4: O Último Ritual, dirigido pelo veterano cineasta da franquia, Michael Chaves, e produzido pelos arquitetos do universo Invocação do Mal, James Wan e Peter Safran.
Invocação do Mal 4: O Último Ritual é o mais novo eletrizante capítulo do icônico universo cinematográfico Invocação do Mal, baseado em eventos reais. Vera Farmiga e Patrick Wilson se reencontram, para trabalhar em um último caso, como os renomados investigadores paranormais da vida real Ed e Lorraine Warren, uma considerável e arrepiante adição à franquia sucesso mundial de bilheteria.
Vera Farmiga e Patrick Wilson estrelam ao lado de Mia Tomlinson e Ben Hardy, nos papéis de Judy Warren, filha de Ed e Lorraine, e seu namorado Tony Spera. O elenco também conta com Steve Coulter, que retorna como Padre Gordon, além de Rebecca Calder, Elliot Cowan, Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon, John Brotherton e Shannon Kook.
Michael Chaves dirige Invocação do Mal 4: O Último Ritual a partir do roteiro de Ian Goldberg & Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, com argumento de David Leslie Johnson-McGoldrick & James Wan, baseado nos personagens criados por Chad Hayes & Carey W. Hayes. Os produtores executivos são Michael Clear, Judson Scott, Natalia Safran, John Rickard, Hans Ritter e David Leslie Johnson-McGoldrick.
Em sua equipe criativa atrás das câmeras, Chaves conta com o diretor de fotografia Eli Born; o designer de produção John Frankish; os editores Elliot Greenberg e Gregory Plotkin; o supervisor de efeitos visuais Scott Edelstein; o produtor de efeitos visuais Eric Bruneau; o figurinista Graham Churchyard; Rose Wicksteed e Sophie Kingston-Smith, responsáveis pelo elenco; e o supervisor musical Ian Broucek. A trilha sonora foi composta por Benjamin Wallfisch.
A New Line Cinema apresenta uma produção da Safran Company/Atomic Monster, Invocação do Mal 4: O Último Ritual, que será lançado e distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures nos cinemas e salas IMAX de todo mundo.
Invocação do Mal 4: O Último Ritual estreia em 04 de setembro nos cinemas, também disponível em versões acessíveis.
Um feirante morto, um detetive paranormal e uma feira cheia de segredos: essa é a combinação explosiva de O Rei da Feira, nova comédia estrelada por Leandro Hassum e Pedro Wagner, que chega aos cinemas no dia 4 de setembro.
Dirigido por Felipe Joffily, o longa mistura humor, investigação e pitadas de mistério ao acompanhar o caso do assassinato de Bode, um feirante carismático que, após ganhar uma bolada no jogo do bicho, é assassinado. Mas quem teria motivos para matar o Bode?
Essa é a pergunta que o detetive Monarca (Leandro Hassum) tenta responder ao lado da própria vítima (Pedro Wagner), que volta como um espírito para ajudar na investigação mesmo sofrendo de uma conveniente amnésia alcoólica. Enquanto a feira mais movimentada do Brasil se transforma em um tabuleiro de suspeitos, o público é convidado a decifrar um mistério cheio de fofocas, barracos e reviravoltas.
Índice
Conheça os principais suspeitos desse crime que promete arrancar muitas risadas nos cinemas:
Varejeira (Vinicius Moreno): o possível filho
Jovem e ambicioso, Varejeira trabalha com a mãe em seu bar e suspeitava que Bode pudesse ser seu verdadeiro pai. Há quem diga que ele poderia ter envenenado a bebida do feirante para resolver antigos rancores…
Gaguinho (Everaldo Pontes): o tio desnaturado
Veterano da feira, Gaguinho prometeu cuidar de Bode após a morte da irmã, mas a relação era marcada por dívidas e desentendimentos. Com Bode devendo muito dinheiro e prestes a perder sua barraca, teria o tio decidido dar um fim trágico ao sobrinho?
Amoroso (Dani Fontan): a ex-mulher.
Dona do bar da esquina que todos os feirantes frequentam, Amoroso é a ex-amante de Bode. Apesar do nome, o amor pode ter dado lugar ao ressentimento. Teria ela decidido transformar mágoas do passado em vingança?
Maria (Luana Martau): a namoradeira da feira
Casada com Hiroshi, mas famosa por suas escapadas amorosas, Maria já teve um caso intenso com Bode. Entre amor e ódio, ciúme e traições, ela poderia ter levado uma briga a um desfecho fatal.
Saldanha (Renata Castro): a inspetora justiceira
Séria e controladora, a inspetora Saldanha se vê como a zeladora da moral entre os feirantes. Ela nunca escondeu sua irritação com Bode e suas atitudes fora da linha. Teria ela decidido fazer justiça com as próprias mãos para manter a ordem?
Bicheiro Zé (Thiago Justino): o homem do jogo
Responsável pela banca do jogo do bicho, foi ele quem pagou a bolada a Bode. Mas será que o feirante ganhou de forma honesta? Há quem diga que ele sabia demais sobre a máfia da feira e acabou pagando o preço.
Bicho de Goiaba (Luiz Xavier): o cobrador impaciente
O garoto que sempre está trabalhando na feira por uns trocados, emprestou dinheiro a Bode e não recebeu de volta. Endividado e revoltado, teria perdido a paciência e resolvido cobrar de outra forma?
Hiroshi (Yuri Yamamoto): o rival da feira
Dono de uma barraca tradicional, herdada da família, vive às voltas com a infidelidade da esposa Maria e tinha em Bode um rival direto. Entre humilhações, drogas e brigas, não faltariam motivos para o confronto virar tragédia.
Sobre O Rei da Feira
A narrativa acompanha o assassinato de um feirante, ocorrido logo após ele ganhar uma grande quantia de dinheiro no jogo do bicho. A vítima, conhecida como Bode (Pedro Wagner), retorna como espírito para ajudar a solucionar o crime, mas está com amnésia alcoólica e não se lembra de quem o matou. A investigação fica a cargo de Monarca (Leandro Hassum), seu amigo com dons mediúnicos que atua como segurança da feira e, a contragosto, acaba formando uma dupla com o espírito a fim de descobrir quem o matou.
Com uma estética vibrante e linguagem tipicamente brasileira, O Rei da Feira transita entre a comédia e o suspense, explorando relações familiares, conflitos interpessoais e segredos comunitários – ou, popularmente dizendo, a boa e velha fofoca. Ao longo da trama, a feira, espaço central da narrativa, torna-se um microcosmo social onde todos os feirantes são suspeitos, e o humor se entrelaça com temas como fé, ciúmes, ganância e lealdade.
Além de Leandro Hassum, o elenco ainda conta com nomes como Dani Fontan, Luana Martau, Renata Castro, Everaldo Pontes, Renata Gaspar, Vinicius Moreno, Thiago Justino, Clarissa Pinheiro, Talita Younan, entre outros. A direção de fotografia é de Marcelo Brasil, a direção de arte é assinada por Rafael Ronconi e o figurino por Karla Monteiro. A produção é de Patrícia Maria Chamon, da Rubi Produtora, responsável por títulos como “Juntos e Enrolados” e “Turma da Mônica Jovem”. O projeto conta ainda com coprodução da Paramount Pictures, Wikishows e da Calenza Filmes.
O Rei da Feira estreia em 04 de setembro nos cinemas nacionais com distribuição da Imagem Filmes.
A Bravura Cinematográfica, produtora responsável pelo longa-metragem que narra a trajetória de vida de Chorão, divulgou a primeira imagem oficial das filmagens. A produção é dirigida por Hugo Prata e Felipe Novaes – dupla que também é responsável pelo documentário “Chorão: Marginal Alado” – e tem José Loreto no papel principal.
O elenco ainda conta com Nanda Marques, Kiko Marques, Georgette Fadel, Leopoldo Pacheco e Lara Cordulla.
“Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você Feliz?” é uma produção da Bravura Cinematográfica, com coprodução da Globo Filmes e Telecine, e distribuição da Downtown Filmes. O roteiro é assinado por Duda de Almeida (“Sintonia”, “Angela”).
Tron: Ares marca o retorno de uma das grandes franquias de ficção científica aos cinemas. Protagonizada por Jared Leto, a nova produção da Disney mostrará, pela primeira vez, os icônicos guerreiros virtuais, invadindo o mundo real com suas motos e naves neon. Porém, antes de chegar à nova aventura, vale a pena recapitular a trajetória de Tron, saga que começou em um filme que revolucionou Hollywood.
Recapitulando a franquia Tron
O início de tudo
Lançado em 1982, Tron: Uma Odisseia Eletrônica apresentou Kevin Flynn (Jeff Bridges), programador de games que teve a carreira arruinada após o roubo de seus projetos pelo então colega, Ed Dillinger (David Warner). Para o azar do nosso herói, os jogos surrupiados se tornaram sucessos que catapultaram a carreira do vilão, que ganhou poder dentro da empresa ENCOM e demitiu Flynn.
Após o desligamento, o jovem se tornou dono de um fliperama, mas nunca deixou a história para trás. Anos depois, com a ajuda de ex-colegas, Flynn decide invadir o sistema da companhia em busca de provas do golpe de Dillinger. O que ele não sabia, é que o inimigo agora estava nas mãos do Programa Master Control (MCP), uma Inteligência Artificial que se tornou avançada ao ponto de tomar conta da companhia e decidir usar seus recursos para dominar o mundo.
Enquanto tentava hackear, Flynn acaba transportado pelo MCP para dentro da Grade, espaço cibernético controlado com mãos de ferro pela IA maligna. Nesse universo virtual, o programador precisa sobreviver a versões mortais de jogos que ele mesmo criou para derrubar o tirano e voltar para casa. Para isso, ele se une a programas – cujos avatares têm aparência humana – como o guerreiro digital Tron (Bruce Boxleitner). Após uma longa jornada, o programador consegue derrotar o Master Control, voltar ao mundo real, provar a autoria dos próprios projetos e se tornar chefão da ENCOM.
Para dar vida à Grade, Tron: Uma Odisseia Eletrônica fez uso revolucionário da combinação entre live action, animação e computação gráfica. O filme foi o primeiro a apresentar cenas construídas inteiramente por meio de computadores, em um trabalho inovador que chacoalhou Hollywood e marcou o primeiro passo para o uso acentuado dessa tecnologia, que se tornou cada vez mais presente em grandes produções desde então.
O triunfo técnico deu uma camada extra à temática do longa, que abordou conceitos como realidade virtual, inteligência artificial, ciberespaço e até dispositivos smart, antes mesmo de existirem no mundo real. Uma revolução que não tornou a produção um enorme sucesso de bilheteria, mas que a alçou ao posto de um dos títulos mais influentes da ficção científica, inspirando histórias na cultura pop e avanços tecnológicos fora dela.
O retorno de Tron em O Legado
Após o primeiro filme, a franquia se manteve ativa por quase três décadas em outras mídias, em especial nos videogames. A saga só voltou aos cinemas em 2010 com Tron: O Legado, uma continuação direta dirigida porJoseph Kosinski (Top Gun: Maverick), que apresentou uma aventura protagonizada por Sam Flynn (Garrett Hedlund), filho de Kevin, protagonista do longa original.
A nova história conta que o herói do primeiro Tron desapareceu misteriosamente poucos anos após salvar a Grade, deixando para trás o filho pequeno e a empresa ENCOM. Décadas depois, Sam recebe um chamado ao antigo escritório do pai e acaba transportado para o mundo virtual do qual sempre ouviu falar e descobre a razão para Kevin nunca ter voltado para casa.
Quando desapareceu, Kevin Flynn trabalhava em uma nova versão da Grade junto a Clu, um programa que ele criou à própria imagem com o objetivo de deixar esse ciberespaço “perfeito”, e Tron, o guerreiro que o ajudou na década de 1980. Enquanto trabalhavam, eles testemunharam o nascimento de Algoritmos Isomórficos, ou ISOs, programas milagrosamente nascidos espontaneamente pela Grade – ou seja, sem envolvimento de programadores.
Enquanto o humano se maravilhou com esse “milagre”, Clu os viu como uma imperfeição que o inspirou a trair seu criador, tomar controle da Grade e matar todos os Algoritmos Isomórficos. No processo, ele hackeou Tron, transformando-o em um lacaio maligno chamado “Rinzler” e obrigou Flynn a se esconder fora das cidades junto a Quorra (Olivia Wilde), a última ISO sobrevivente.
O exílio da dupla é encerrado com a chegada de Sam, que acredita que a situação toda pode ser resolvida caso ele e o pai voltem ao mundo real e apaguem Clu da programação da Grade. Por outro lado, Kevin acha que isso tudo é uma armadilha para que o vilão roube seu disco de identidade, objeto que condensa todas as informações sobre os seres no mundo virtual, e assuma o controle do local.
Para a tristeza de pai e filho, Kevin estava certo e o plano de Clu dá certo, com direito a um desdobramento sinistro: não contente em “aperfeiçoar” a Grade, ele quer também invadir o mundo real para dominá-lo. Porém, os mocinhos conseguem reaver o disco de identidade do programador e partem para o portal que pode tirá-los do mundo virtual.
O embate final entre os heróis e Clu acontece na fronteira entre os dois mundos. Ao ouvir as acusações do programa sobre ter virado às costas para o projeto de tornar a Grade perfeita, Kevin dá razão ao vilão e até pede desculpas por ter tornado Clu maligno e obcecado por uma noção errada de perfeição. A criatura não aceita, o que leva a uma luta que termina com a fuga de Sam e Quorra para o mundo real e com o aparente sacrifício de Kevin, que fica para trás e absorve Clu antes de explodir.
Tron: A Revolta levou saga dos cinemas para as animações
Dois anos após o lançamento de Tron: O Legado, a franquia ganhou uma animação. Chamada Tron: A Revolta, a série animada serviu como ponte entre os filmes de 1982 e 2010, mostrando o guerreiro Tron treinando um programa novato, chamado Beck, para combater a tirania de Clu e liderar uma revolução. Exibida originalmente pela emissora Disney XD, a animação foi encerrada após a primeira temporada, que teve 19 episódios.
A volta aos cinemas com Tron: Ares
Em 2025, a franquia retornará às telonas com Tron: Ares. Com direção de Joachim Rønning (Malévola: Dona do Mal), o novo longa vai acompanhar Ares (Jared Leto), programa da Grade que é transportado ao mundo real para cumprir uma missão perigosa. Além do retorno de Jeff Bridges, intérprete de Kevin Flynn e Clu nos filmes anteriores, o longa contará com Gillian Anderson (Arquivo X), Evan Peters (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), Greta Lee (Vidas Passadas) e mais, no elenco. A estreia, nos cinemas do Brasil, está marcada para 9 de outubro.
Explorar o universo dos caça-níqueis online vai muito além de girar os rolos e esperar por símbolos iguais. Existem jogos que conseguem transportar o jogador para realidades surpreendentes, cheias de detalhes, camadas de mecânicas envolventes e surpresas visuais. Um desses títulos que vem conquistando a atenção de apostadores experientes e iniciantes é o Dragon Hatch, um slot que oferece mais do que apenas diversão: entrega imersão.
Logo nos primeiros giros, é possível perceber que esse jogo foi desenvolvido com uma atenção minuciosa aos efeitos sonoros, às animações fluidas e à progressão dos bônus, que se desenrola conforme o jogador avança. A sensação de conquista a cada rodada bem-sucedida é reforçada por uma trilha sonora épica e por visuais que evocam a sensação de aventura em território desconhecido, dominado por criaturas míticas e tesouros ocultos.
Além do aspecto visual marcante, o título se destaca pela fluidez do seu sistema de jogo. Ao invés de rodadas tradicionais com linhas fixas, o título adota um sistema de avalanche onde combinações desaparecem e novas oportunidades surgem instantaneamente. Essa mecânica mantém a dinâmica em constante movimento, garantindo que cada giro seja diferente do anterior e mantendo a curiosidade do jogador em alta.
Para quem ainda está considerando se vale a pena apostar com dinheiro real, existe a opção de experimentar o dragon hatch demo, que permite entender todas as funcionalidades do jogo sem arriscar fundos. Isso é ideal para quem deseja explorar as camadas de jogabilidade antes de investir em rodadas com apostas reais.
A entrada nesse universo é cativante, oferecendo muito mais do que um simples passatempo. Trata-se de uma proposta pensada para encantar visualmente, desafiar estrategicamente e manter o interesse a cada novo clique.
Como Dragon Hatch transforma cada rodada em uma jornada envolvente
Muitos jogos de slot seguem uma estrutura previsível, mas há títulos que fogem desse padrão e entregam uma experiência mais dinâmica. A cada rodada, o jogador não apenas gira os rolos — ele se envolve com a evolução do cenário, com a liberação de personagens e com os efeitos visuais que acompanham cada vitória.
Dragon Hatch se destaca justamente por essa capacidade de construir uma narrativa contínua enquanto o jogo avança. As combinações vencedoras desaparecem, novas peças caem em cascata e a tela nunca permanece igual por muito tempo. Essa mudança constante mantém o foco do jogador elevado, criando um sentimento de expectativa a cada movimento.
Outro diferencial é a forma como o progresso é recompensado. Não se trata apenas de símbolos premiados, mas de desbloqueios sequenciais que ativam recursos especiais. Isso faz com que o jogador sinta que está evoluindo, não apenas apostando. Há um ritmo quase estratégico que exige atenção aos detalhes e planejamento para aproveitar os momentos certos.
Além disso, a apresentação estética é cuidadosamente construída. As cores, animações e sons não são apenas acessórios — eles fazem parte da experiência. Cada efeito visual comunica algo importante, seja um bônus ativado ou uma função especial que está prestes a entrar em jogo.
No geral, essa abordagem diferenciada coloca Dragon Hatch em um patamar acima de muitos títulos tradicionais. Não é apenas mais um jogo de roleta digital, mas uma imersão criativa e bem executada que sabe como prender o jogador por longos períodos.
Por que Dragon Hatch é ideal para jogadores que buscam algo além do óbvio
Na vasta gama de jogos disponíveis nas plataformas de cassino online, é raro encontrar um título que combine gráficos impressionantes, jogabilidade estratégica e mecânicas recompensadoras de maneira equilibrada. No entanto, alguns jogos conseguem surpreender exatamente por oferecer essa fusão com consistência.
A estrutura visual impressiona de imediato. Desde o primeiro giro, o ambiente transporta o usuário para um universo fantástico, com elementos que reagem a cada interação. Os símbolos são desenhados com riqueza de detalhes, o fundo é animado com sutileza e o som contribui com uma camada extra de envolvimento emocional.
Mas o que realmente diferencia esse título são suas funcionalidades acumulativas. Ao invés de apostar unicamente em rodadas simples, o jogo premia combinações consecutivas com ativações especiais. Quanto mais acertos sucessivos, mais recursos são liberados. Isso gera um ciclo de engajamento que mantém o jogador sempre motivado.
Dragon Hatch também consegue ser acessível e, ao mesmo tempo, desafiador. Para quem está começando, a mecânica é intuitiva e fácil de compreender. Para os mais experientes, há profundidade suficiente para explorar estratégias e maximizar os ganhos com inteligência.
Esse equilíbrio entre simplicidade e complexidade garante que o interesse não diminua com o tempo. Pelo contrário, a cada sessão há algo novo a ser descoberto, um novo bônus a ser ativado ou uma sequência rara a ser alcançada.
Por fim, é essa mistura de elementos que faz com que Dragon Hatch continue conquistando uma base fiel de jogadores em diferentes plataformas e regiões.
A mecânica de cascata em Dragon Hatch mantém a ação constante
A dinâmica de jogos com símbolos em cascata oferece uma alternativa empolgante aos slots convencionais. Em vez de simplesmente girar os rolos e aguardar os resultados, cada combinação vitoriosa remove símbolos e abre espaço para novas peças caírem, ampliando as chances de sucessivos ganhos. Essa abordagem mantém o jogo em movimento constante, tornando cada rodada mais interativa e emocionante.
Um dos pontos mais fortes dessa mecânica é a sensação de progressão. Cada queda de símbolos não apenas aumenta a expectativa, como também ativa possibilidades adicionais de bônus, dependendo do número de acertos consecutivos. Isso transforma uma rodada comum em uma sequência potencialmente lucrativa.
Além disso, a estética visual acompanha bem esse ritmo acelerado. Animações suaves, transições bem trabalhadas e efeitos sonoros sincronizados ajudam o jogador a se manter imerso. É como se cada jogada fosse parte de uma história contínua, em vez de eventos isolados.
Dragon Hatch utiliza esse sistema com excelência. As cascatas não apenas oferecem ganhos imediatos, mas também contribuem para liberar personagens com poderes únicos que transformam os rolos em momentos decisivos. Isso confere uma camada adicional de estratégia, já que o jogador pode planejar suas apostas em busca dessas ativações especiais.
A interação entre mecânica, gráficos e ritmo cria uma experiência que vai além do habitual. Dragon Hatch não é apenas um caça-níquel — é um convite para explorar possibilidades dentro de um universo vibrante, onde cada jogada pode desencadear uma reação em cadeia inesperada.
Os multiplicadores acumulativos mudam o rumo das partidas em Dragon Hatch
Muitos jogos oferecem bônus simples, mas quando multiplicadores acumulativos entram em cena, tudo muda de figura. Esse tipo de recurso permite que os ganhos aumentem conforme o jogador progride, criando momentos de tensão e grandes oportunidades a cada rodada. A emoção se intensifica à medida que os valores crescem e o próximo giro pode transformar completamente o resultado.
A presença de multiplicadores adiciona um aspecto estratégico ao jogo. Não se trata apenas de sorte — é preciso atenção ao ritmo, ao número de vitórias consecutivas e aos símbolos especiais. Esses fatores determinam o momento certo para apostar mais ou esperar o momento ideal para aproveitar os bônus.
Outro ponto interessante é a forma como esses multiplicadores são integrados ao fluxo do jogo. Eles não aparecem de forma aleatória ou isolada. Em vez disso, fazem parte de uma progressão lógica, em que o jogador sente que está construindo algo a cada jogada. Isso mantém a motivação elevada e o interesse renovado.
Dragon Hatch oferece esse recurso de maneira envolvente, recompensando não apenas a sorte, mas também a persistência. Ao alcançar certos marcos dentro da rodada, os multiplicadores entram em ação, elevando os ganhos a níveis consideráveis sem exigir apostas exorbitantes.
Essa característica torna cada sessão única, pois nunca se sabe exatamente quando a sorte e a estratégia vão se alinhar. Dragon Hatch transforma o tradicional em algo mais elaborado, com potencial de surpreender mesmo os jogadores mais experientes.
As combinações vencedoras em Dragon Hatch trazem uma dinâmica imprevisível
Ao contrário de jogos convencionais com linhas de pagamento fixas, aqui a estrutura é baseada em agrupamentos de símbolos adjacentes. Isso permite que cada rodada traga resultados únicos, surpreendendo o jogador com novos padrões a cada clique. Essa imprevisibilidade é um dos principais atrativos.
A grade é composta por símbolos variados, com valores distintos. Conforme os agrupamentos são formados, eles desaparecem para dar lugar a novos, em um sistema de queda contínua. Isso significa que uma única jogada pode desencadear uma sequência longa de vitórias, sem que seja necessário apostar novamente.
Outro fator importante é a presença dos efeitos especiais que acompanham os agrupamentos. Eles não apenas ampliam as chances de ganho, mas também adicionam uma camada visual impressionante. O jogador sente que está sempre a um passo de desbloquear algo grandioso.
Essa sensação de que qualquer jogada pode ser a responsável por liberar os maiores prêmios cria um engajamento constante. Diferentemente de slots mais previsíveis, aqui cada rodada guarda surpresas, elevando a adrenalina e mantendo o interesse mesmo após várias tentativas.
Dragon Hatch utiliza essa dinâmica para manter o jogador envolvido. Não se trata apenas de girar os rolos, mas de entender como as combinações se comportam, antecipar padrões e adaptar estratégias. Essa profundidade transforma o jogo em uma experiência com valor de repetição muito alto.
Conclusão: Dragon Hatch oferece uma experiência que vai além do comum
Ao explorar a slot Dragon Hatch, fica evidente que este título foi projetado para ir além das expectativas convencionais. Não se trata apenas de girar os rolos em busca de prêmios imediatos, mas sim de participar de uma aventura progressiva, onde cada rodada pode desbloquear novas funcionalidades e oportunidades.
A forma como os elementos visuais, os recursos interativos e os bônus se integram cria um ambiente envolvente, no qual o jogador se sente parte da narrativa. A presença de personagens com habilidades distintas, combinada com multiplicadores e cascatas, transforma cada sessão em uma jornada cheia de reviravoltas.
Outro destaque importante é a forma como a jogabilidade equilibra acessibilidade com profundidade. Novatos podem facilmente compreender as regras, enquanto jogadores experientes encontram camadas estratégicas a serem exploradas com mais atenção. A sensação de conquista está sempre presente, o que mantém o interesse vivo ao longo do tempo.
Dragon Hatch demonstra que jogos de slot podem, sim, oferecer uma experiência rica, dinâmica e memorável. Para quem busca algo além do básico, este título é uma escolha acertada, seja para sessões rápidas ou para mergulhos mais prolongados no universo dos dragões e recompensas ocultas.
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A Band estreia no dia 9 de setembro, às 22h30, a segunda temporada do MasterChef Confeitaria. Mais uma vez, os jurados Diego Lozano, Erick Jacquin e Helena Rizzo irão eleger o melhor chef confeiteiro do Brasil em uma disputa eletrizante. Com idades entre 27 e 51 anos, os 14 competidores aceitaram colocar suas carreiras já consagradas à prova para lutar com unhas e dentes pelo troféu mais desejado do país.
É hora de tirar da gaveta as balanças de precisão, os fouets, as espátulas e as batedeiras para acompanhar o mais belo, delicado e caótico mundo da cozinha profissional. A atração também será exibida às sextas-feiras, às 20h20, no canal Discovery Home & Health e na HBO Max, a partir de 12 de setembro.
Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.
Veja quem são os concorrentes do MasterChef Confeitaria
Aline Gonçalves – 35 anos/ Curitiba (PR)
Com 19 anos dedicados à confeitaria, comanda um ateliê especializado em bolos decorados em sua cidade natal, está à frente da pâtisserie de um hotel e ministra especializações e consultorias na área. Antes de seguir a carreira, enveredou por outros setores, passando até pela engenharia ambiental, mas foi em sua paixão de infância que se encontrou profissionalmente.
Começou com chocolate e, pela afinidade que tem com as artes plásticas, encantou-se pelo universo dos doces. Fez cursos de pasta americana e até de origami cake, que imita a aparência das dobraduras de papel. Já atuou em diferentes estabelecimentos e chegou a ir até a Rússia para aprofundar ainda mais suas técnicas. Com toda essa bagagem, venceu concursos renomados por todo o Brasil, como o Cake Awards 2024. Entra na competição para buscar o troféu mais importante da sua jornada.
Italo Andrade – 28 anos/ Salvador (BA)
Com uma história de superação, chega com sangue nos olhos para servir de inspiração a chefs autodidatas que sonham em vencer na vida. Teve uma infância simples, chegou a trabalhar como frentista, vender bolos e ajudava sua tia fazendo brigadeiros. Sem condições financeiras, mas com coragem, deixou a capital baiana com destino a São Paulo em busca de oportunidades.
Foi na maior metrópole do país que se encantou pelos doces e mergulhou de cabeça nessa nova profissão. Depois de diversos cursos e experiências, passou a seguir um estilo que mescla métodos franceses com sabores bem brasileiros. Além de se aventurar em eventos, chefia uma confeitaria kosher, que comercializa produtos elaborados e consumidos de acordo com as leis alimentares judaicas, conhecidas como kashrut.
Sempre foi bastante competitivo nos esportes, no futebol e na natação, mas é na profissão que se joga para valer. Entra no programa com muita versatilidade, capricho na finalização e forte assinatura nacional nas criações.
Jéssica Paiva – 27 anos/ São Paulo (SP)
Neta e afilhada de confeiteiras, tem o amor pelos doces em seu DNA. Esforçada, conciliava a criação de seu filho com o preparo de guloseimas em casa para garantir o sustento. Com estudo e persistência, prosperou na carreira e foi funcionária de restaurantes premiados, como Pipo, Vicky Barcelona e Tanit, todos eles na capital paulista.
Também conheceu o universo da hotelaria em estabelecimentos de renome, como Hilton e Unique. Hoje, atua como freelance em hotéis e diz que sabe lidar bem com a pressão que a disputa exige. Sonha em abrir seu próprio negócio, onde pretende reunir as técnicas que aprendeu com a bagagem que traz da sua família: cozinhar com o coração.
Johnlee – 44 anos/ Caxias do Sul (RS)
A paixão pelos doces e pela competição vem do berço. Como seus pais tinham confeitaria, acabou crescendo neste meio. Na adolescência, conciliava a entrega de sobremesas das lojas com os treinos de taekwondo. Enquanto participava de embates esportivos pelo Brasil e pela América Latina, também foi trilhando seu caminho neste segmento.
Passou por diversas cidades brasileiras, como Recife, Natal e São Paulo, até chegar a Curitiba, onde produzia delícias para grandes eventos e ministrava aulas, mas o desejo de ter sua própria loja falou mais alto. Hoje, tem orgulho em dizer que acumula diversos prêmios importantes. Com a ajuda da esposa, comanda uma equipe com mais de 30 funcionários. Confiança, técnica e criatividade não vão faltar para o concorrente se entregar por inteiro ao jogo e conquistar o troféu da segunda temporada.
Julia Abduch – 28 anos/ São Paulo (SP)
Uma das mais jovens do programa, acredita que o frescor e a inovação podem ser o diferencial para conquistar os jurados. Com nove anos de atuação na área, fazia guloseimas para vender no colégio quando ainda era adolescente e foi assim que descobriu sua verdadeira paixão.
Aos 19, abriu o próprio ateliê de iguarias personalizadas para eventos, festas e casamentos. Para ganhar experiência, conciliou o negócio com as confeitarias, como Tammy Montagna, Dezato Déli e Takkø Café, além de cozinhas como a do chef Lucas Corazza e a Le Pain Quotidien. Dona de uma forte veia artística, também é cantora, instrumentista, artesã e chega para mostrar que talento não tem idade.
Juliana Braga – 43 anos/ Vinhedo (SP)
Ingressou no ramo há quase uma década. Depois de uma viagem gastronômica pela África do Sul, sentiu que a Psicologia, sua profissão na época, era algo que gostava bastante, mas não a completava. Foi a partir daí que ela, que sempre foi a cozinheira da família, decidiu dar um novo passo rumo à confeitaria.
Iniciou os estudos, fez uma série de especializações, abriu um ateliê e continuou batalhando até entrar para o mercado de eventos corporativos, festas e casamentos. Hoje, com uma carreira já consolidada, presta serviços para hotéis famosos, como Palácio Tangará, Sheraton e Renaissance. Segundo a confeiteira, o que a fez crescer profissionalmente foi sua disciplina, por isso o público pode esperar muito foco e precisão em busca do prêmio.
Leo Salles – 29 anos/ Rio de Janeiro (RJ)
Autoral e criativo, deu o pontapé na área gastronômica com a culinária quente e, depois de fazer um curso do chef Diego Lozano, ficou encantado pela pâtisserie. Sua trajetória inclui o estrelado Lasai, a premiada confeitaria Absurda e a Enoteca Saint VinSaint. O paulistano com alma carioca é apaixonado por ingredientes nativos e arte contemporânea, que influenciam em suas criações.
Canceriano dramático, usa seu lado alto astral para lidar com a pressão. Ama serviços manuais, como cerâmicas e a customização das próprias roupas. Um camaleão na cozinha, vai trazer diversos segredos na manga e lindas sobremesas.
Letícia Momma – 28 anos/ São Paulo (SP)
Apesar de jovem, tem um vasto currículo. Deu o pontapé inicial em sua carreira no Buffet Colonial, especializado em eventos sociais de alto nível. Saiu de lá para participar da abertura do Palácio Tangará, onde integrou a equipe que conquistou a primeira estrela Michelin do restaurante Jean-Georges. Depois disso, embarcou em outra inauguração, no Four Seasons São Paulo, que também recebeu prêmios enquanto ela atuava por lá.
Fez diversos trabalhos de consultoria e, em 2024, estagiou em um estabelecimento renomado no sul da França. Lutadora de judô e tocadora de tamborim, já passou muita dificuldade na profissão, e tem orgulho da superação e de levantar suas bandeiras de gênero e orientação sexual. Quer vencer para se tornar uma inspiração para outras mulheres como ela.
Lucas Constantini – 35 anos/ Bueno Brandão (MG)
É um chef talentoso, com bagagem e um currículo de dar inveja. A paixão pelos doces nasceu ainda na adolescência. Começou a cozinhar na lanchonete do pai e desde então nunca mais parou. Apaixonado por chocolates, estudou muito e ganhou o planeta.
Trabalhou com chefs prestigiados como Rafael Barros, César Yukio, vencedor da primeira temporada do MasterChef Confeitaria, e também em cruzeiros pelo Canadá, Antártida, Alasca e Estados Unidos. Seu ponto alto foi nos últimos três anos, quando atuou como sous-chef da Bachour Bakery, em Miami, ao lado de Antonio Bachour, eleito três vezes como melhor chef confeiteiro do mundo, onde segue até hoje. É com esta trajetória excepcional que o mineiro tentará levar o troféu.
Luiza Vilhena – 31 anos/ Belo Horizonte (MG)
Mineira de nascimento, mas baiana de coração, aprendeu cedo a gostar da cozinha. Seu pai era chef e cresceu acostumada com a rotina de restaurante, mas sua história com a pâtisserie foi iniciada em um momento de dificuldades. Aos 19 anos, se mudou para a Bahia com o marido e engravidou, não conseguindo concluir o curso em Direito. Viu nos doces uma nova chance de construir carreira. As vendas das caixinhas de brigadeiros foram um sucesso e logo foi atrás da sua profissionalização.
Estudou Gastronomia em João Pessoa e foi convidada para trabalhar com o chef Onildo Rocha. Suas criações foram comercializadas em diversos lugares, com destaque para o Soho House, de Salvador, onde adquiriu experiência em fusões asiáticas e aguçou ainda mais a sua criatividade. Hoje, além de professora de confeitaria e consultora, é mãe da Valentina e uma grande batalhadora. Quer ganhar o jogo mostrando seu foco e determinação para inspirar outras pessoas a não desistirem dos seus sonhos.
Marina Queiroz – 51 anos/ Botucatu (SP)
Se alguém quer entender de confeitaria, ela está prontíssima para dar aulas. São 27 anos dedicados à culinária e principalmente à docência. Artista plástica formada e professora por vocação, saiu do interior de São Paulo para estudar Gastronomia em grandes escolas e lecionou em várias delas, como a Le Cordon Bleu, onde chegou ao cargo de diretora acadêmica.
Após inúmeros estágios em restaurantes estrelados na Europa, mais do que ensinar, sua paixão se tornou adoçar a vida de quem cruza seu caminho, contanto que não seja um adversário desse jogo. A participante não está para brincadeira e quer levar o troféu para casa. Decidida, a paulista sabe que a experiência pode contar muito na hora de competir e garante que seus pontos fortes vão além da técnica apurada.
Natan Montenegro – 27 anos/ Rio de Janeiro (RJ)
Promete ser um louco consciente na cozinha do MasterChef Confeitaria. O carioca, de personalidade forte, fez quase toda a sua carreira na praça de doces, mas também tem orgulho de sua passagem pela cozinha quente, o que considera ser um diferencial.
Liderou a confeitaria de lugares como o DOM e foi chef-executivo de um famoso estabelecimento que possui diversos restaurantes em Goiânia. Lá, desenvolveu sobremesas autorais com excelência. Como se tudo isso fosse pouco, também possui uma trajetória como educador em escolas como Senac e Instituto Gourmet. Gosta de brincar com sabores e está disposto a mostrar que o céu é o limite e que o conhecimento é seu trunfo para conquistar o paladar dos jurados.
Ramiro Bertassin – 47 anos/ São Paulo (SP)
Com 33 anos de experiência, é um nome bem conhecido e conceituado na confeitaria brasileira. Foi colaborador de restaurantes e hotéis requintados no Brasil e no exterior. Autodidata, é de origem simples e iniciou a carreira em uma pequena padaria na capital paulista. Com muito esforço e estudo, trilhou sua jornada em hotéis como o Renaissance, o Marriott Rio e o Tivoli Mofarrej, além de liderar equipes em lugares renomados, como o Fasano.
Outro ponto de destaque é o seu amor por competições: já ganhou diversos prêmios nacionais e internacionais e tem como maior conquista o campeonato latino-americano de repostería, no México. Inclusive, já concorreu com o jurado Diego Lozano em algumas disputas mundo afora. Apaixonado por desafios, quer levar o MasterChef Confeitaria para a sua sala de troféus e pretende colocar medo nos rivais com seu currículo invejável.
Wagner Nascimento – 45 anos/ Itambacuri (MG)
Tem uma história de muita batalha. Do interior de Minas Gerais, veio ainda jovem para São Paulo atrás de novas oportunidades. Atuou como ajudante de pedreiro e borracheiro até receber a oferta de uma padaria. A partir disso, não parou mais: passou por indústria de chocolate, panificação e virou professor de confeitaria na IGA e FAJ, até se apaixonar pela hotelaria. Em 2019, viajou a Paris para se especializar em boulangeries (pães) e pâtisseries (doces).
Hoje, é chef confeiteiro do Hotel Unique, onde aprendeu a lidar com a pressão e a criar sobremesas com excelência. Competitivo, é bicampeão do prêmio de Confeiteira do Baker Top, e corre atrás de sua superação participando de maratonas. Apesar de ser metódico e centrado, acredita que seu estilo reflete alegria e leveza no modo de viver. No talent show da Band, quer provar sua paixão pelos deliciosos preparos e levar o título para mostrar que consegue superar mais um desafio em sua vida.
Sobre o MasterChef
Criado por Franc Roddam, o formato MasterChef é representado internacionalmente pela Banijay. O programa é uma produção da Endemol Shine Brasil para a Band e para o Discovery Home & Health.
O talent show voltado para a confeitaria irá ao ar às terças-feiras, às 22h30, na tela da Band em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay a partir de 9 de setembro, com reprises aos domingos, às 16h. A atração também será exibida toda sexta-feira, às 20h20, no canal Discovery Home & Health e na HBO Max, a partir de 12 de setembro. O público ainda poderá acompanhar os episódios pelo canal oficial no YouTube.
Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.
Depois da première de Sonhar com Leões, a quinta-feira (21) do 53º Festival de Cinema de Gramado é marcada pela exibição de Cinco Tipos de Medo, novo longa de Bruno Bini, que integra a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros. O dia também traz uma programação especial voltada para as mulheres no audiovisual, dentro do Conexões Gramado Film Market, com painéis e mentorias do Programa Internacional + Mulheres do Audiovisual Brasileiro.
Além disso, a agenda reúne sessões da Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros, da Mostra Cinema Francês, da Mostra Infantil Petrobras e da Mostra SEDAC/Iecine de Longas Gaúchos, que exibe a nova produção de Bárbara Paz.
Na véspera, a atriz Denise Fraga — protagonista de Sonhar com Leões — eternizou suas mãos na Calçada da Fama.
PROGRAMAÇÃO – QUINTA, 21 DE AGOSTO
A manhã começa com a reprise de Sonhar com Leões, no Teatro Elisabeth Rosenfeld, às 9h, seguida de debates sobre o filme e sobre o documentário Para Vigo Me Voy, de Lírio Ferreira e Karen Harley.
A Mostra Infantil Petrobras ocupa a EMEF Nossa Senhora de Fátima em dois turnos: às 9h, com Música das Esferas e Arca de Noé; e às 14h, com PiOinc e Teca e Tuti: Uma Noite na Biblioteca, ambas com oficina interativa da Nave Solar.
No Museu do Festival, o Conexões Gramado Film Market promove, às 10h, mentorias sobre acesso ao mercado internacional com Débora Ivanov e Rubian Melo, em parceria com o Instituto + Mulheres, ONU Mulheres e Apex Brasil. À tarde, o Programa Internacional + Mulheres do Audiovisual Brasileiro traz três painéis: “Oportunidades e modelos de negócios no mercado internacional” (14h), com Débora Ivanov; “Coprodução Internacional – regras, aprovação na Ancine e principais cuidados” (15h), com Vera Zaverucha; e “Preparo de seu projeto para participação em eventos internacionais” (16h), com Rubian Melo.
Às 14h, o Palácio dos Festivais exibe Rua do Pescador, nº 6, de Bárbara Paz, pela Mostra SEDAC/Iecine, seguido de debate às 16h na Sociedade Recreio Gramadense, com a presença da diretora. No mesmo horário, o Teatro Elisabeth Rosenfeld recebe a Mostra Cinema Francês, com Les Pires (Os Piores) e Le Mohican (O Último Moicano).
O tapete vermelho abre às 16h40 para a estreia nacional de Cinco Tipos de Medo, exibido às 18h no Palácio dos Festivais. Filmado no Mato Grosso, o longa acompanha cinco personagens cujas vidas se entrelaçam em tramas de luto, violência, vingança e desejo. No elenco estão Rui Ricardo Diaz, Bárbara Colen, João Vitor Silva, Bella Campos e Xamã. A produção é da Plano B Filmes, com distribuição da Downtown Filmes. Bruno Bini (diretor), atores e equipe técnica participam da sessão de gala.
Encerrando a noite, às 20h, a Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros apresenta Lendo o Mundo, de Catherine Murphy e Iris de Oliveira — que revisita o projeto de alfabetização de Paulo Freire no Nordeste dos anos 1960 —, e Os Avós, de Ana Lígia Pimentel, sobre a realidade de jovens avôs e avós no Amazonas. As equipes dos dois filmes também passam pelo tapete vermelho.
A HBO e a BBC divulgaram as primeiras imagens de HALF MAN, uma série dramática original de seis episódios que conta com Richard Gadd, vencedor do Emmy® (Baby Reindeer, Against the Law), como criador, escritor e produtor executivo. A produção estreia em 2026 na HBO Max nos Estados Unidos, América Latina e Europa, e estará disponível no Reino Unido e na Irlanda através da BBC iPlayer, BBC One e BBC Scotland.
Confira as imagens abaixo:
Índice
Sobre Half Man
HALF MAN acompanha os afastados “irmãos” Niall (Jamie Bell) e Ruben (Richard Gadd). O reaparecimento inesperado de Ruben no casamento de Niall desencadeia uma explosão de violência que nos leva a revisitar suas vidas. A narrativa abrange quase 40 anos, da década de 1980 até os dias atuais, com Mitchell Robertson e Stuart Campbell interpretando os protagonistas em sua juventude.
A série explora a complexa relação entre Niall e Ruben: desde os turbulentos anos da adolescência até a ruptura na vida adulta, passando por momentos bons, ruins, dolorosos, divertidos e desafiadores. Além disso, retrata a energia de uma cidade – e de um mundo – em constante transformação, ao mesmo tempo em que aprofunda a reflexão sobre o que significa ser homem.
O elenco conta com Richard Gadd, Jamie Bell, Stuart Campbell, Mitchell Robertson, Neve McIntosh, Marianne McIvor, Charlie De Melo, Bilal Hasna, Julie Cullen, Amy Manson, Philippine Velge, Stuart McQuarrie, Piers Ewart, Scot Greenan, Charlotte Blackwood e Calum Manchip.
HALF MAN conta com Richard Gadd como criador, escritor e produtor executivo. A direção é de Alexandra Brodski e Eshref Reybrouck. A série é uma produção da Mam Tor Productions (uma empresa da Banijay UK) para a BBC, BBC Scotland e HBO. A Banijay Rights será responsável pela distribuição internacional fora dos territórios da BBC e da HBO. O projeto conta com o apoio da Screen Scotland.
Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.
O 53º Festival de Cinema de Gramado entra em mais um dia de intensa programação nesta quarta-feira (20), reunindo mostras competitivas, exibições especiais, encontros de mercado e debates. O destaque da noite no Palácio dos Festivais é a estreia nacional de Sonhar com Leões, de Paolo Marinou-Blanco, que integra a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros, além da abertura da Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros com Para Vigo Me Voy!, de Lírio Ferreira e Karen Harley.
As atividades começam cedo, às 9h, com a reprise de A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, no Teatro Elisabeth Rosenfeld. O longa, que fez sua estreia nacional na noite anterior, será tema de debate às 10h na Sociedade Recreio Gramadense.
Também às 9h, o projeto Cinema nos Bairros – Mostra Infantil Petrobras chega à EMEF Mosés Bezzi (Várzea Grande) com as animações Tom Tamborim, de Igor Souza e Maria Carolina da Silva, e Teca e Tuti: Uma noite na Biblioteca, de Eduardo Perdido, Tiago Mal e Diego M. Doimo, seguidas da Oficina Interativa da Nave Solar.
No mesmo horário, o Conexões Gramado Film Market promove no Museu do Festival a rodada de negócios Conexões Diretas, que reúne representantes de empresas como Cinémage, Circular Media, Disney, Fahrenheit/Antártica, Grupo Globo, Limonero Films, O2 Play e Urban.
Às 11h, a Recreio Gramadense recebe o debate com os realizadores dos curtas-metragens brasileiros (Dia 2).
A programação da tarde inclui, às 14h, a exibição de Bicho Monstro, de Germano de Oliveira, na Mostra Competitiva SEDAC/Iecine de Longas-Metragens Gaúchos. O debate com a equipe acontece às 16h, também na Recreio Gramadense. No mesmo horário, o Teatro Elisabeth Rosenfeld apresenta a Mostra Cinema Francês com os títulos Suprêmes, de Audrey Estrougo, e Chien de la casse (Cão danado), de Jean-Baptiste Durand.
A movimentação do tapete vermelho começa às 17h no Palácio dos Festivais. Às 18h, a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros exibe Sonhar com Leões, tragicomédia surreal de Paolo Marinou-Blanco que aborda o tema da eutanásia. Na trama, Gilda (Denise Fraga), imigrante brasileira em Lisboa, descobre ter apenas um ano de vida e busca partir preservando sua dignidade. O longa, que teve estreia internacional no Tallinn Black Nights Goes To Cannes Showcase, é produzido pela Capuri Filmes e distribuído pela Pandora, com elenco formado por João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro e Sandra Faleiro.
Representando o filme, participam do tapete vermelho Denise Fraga, Felipe Rocha, Paolo Marinou-Blanco, Eduardo Rezende, Gabriela Carraccioli, Tido Cavassin, Thiago Mascarenhas e Guga Nascimento. Antes da sessão, Denise Fraga deixa suas mãos eternizadas na Calçada da Fama de Gramado.
Encerrando a noite, às 20h, acontece a primeira sessão competitiva de documentários brasileiros com Para Vigo Me Voy!, de Lírio Ferreira e Karen Harley. O longa, que estreou mundialmente no Festival de Cannes, revisita a obra e a trajetória de Cacá Diegues, trazendo imagens inéditas dos bastidores de Deus Ainda é Brasileiro, além de registros de uma exibição especial de Bye Bye Brasil na Favela do Vidigal e de seu último filme como diretor. Pelo documentário, desfilam no tapete vermelho Lírio Ferreira, Diogo Dahl, Maria Fernanda Miguel e Clélia Bessa.